Condenada Elize terá direito ao semiaberto em até 2 anos, diz defesa

A defesa de Elize Matsunaga estima que ela possa ter direito à progressão de pena em, no máximo, dois anos a partir da sentença que recebeu na madrugada desta segunda-feira (5).

Imagem G1
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Segundo publicado pelo UOL, por ser ré primária, não reincidente, ter bom comportamento na prisão e realizar atividade laboral na penitenciária desde 2012, a bacharel em direito terá o direito de aderir ao regime semiaberto.

Elize foi condenada a 19 anos, 11 meses e um dia por homicídio qualificado e ocultação e destruição de cadáver contra o marido, Marcos Matsunaga, em maio de 2012.

Pela lei de crimes hediondos, Elize tem direito à progressão de regime com o cumprimento de dois quintos da pena, que, neste caso, fica em torno de oito anos de prisão. Como ela está detida desde junho de 2012, restariam três anos e meio para solicitar o benefício, fora o desconto de pena pelos dias trabalhados na prisão.

“Estimamos que ela tenha um ano e meio de pena a ser remida porque trabalha na penitenciária desde que foi para lá”, explicou Luciano Santoro, o advogado de Elize.

POR Notícias Ao Minuto

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TIM busca parceiros comerciais para atuar como consultores de venda para PME

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Dentre os benefícios estão: apoio da TIM para o desenvolvimento de seu negócio, remuneração agressiva, programa contínuo de treinamento e reciclagens, benefícios exclusivos (programa de relacionamento, campanhas, eventos, entre outros), além da isenção de qualquer taxa de franquias ou royalties.

A TIM oferece ao segmento empresarial soluções de conectividade que potencializam os negócios dos clientes, unindo qualidade, transparência e inovação. A operadora busca proporcionar, por meio da maior rede 4G do Brasil e da ampla infraestrutura de fibra ótica, serviços com maior eficiência operacional e de custos para os diversos perfis e tamanhos de empresas.

Vanessa Tavares/Ascom Tim

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Relatório da PF conclui que houve vazamento do Enem 2016.

Foto: Divulgação -Polícia Federal aponta estelionato qualificado e que ao menos duas pessoas foram beneficiadas

O Ministério Público Federal (MPF) informou nesta quinta-feira (1) que recebeu relatório da Polícia Federal (PF) que aponta que houve vazamento das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem 2016). Segundo o MPF, no relatório do inquérito, a Polícia Federal afirma que as provas do primeiro e do segundo dia do exame, além da redação, vazaram antes do início da aplicação para, pelo menos, dois candidatos.

Segundo o MPF, no texto a PF expressa sua convicção de que houve crime de estelionato qualificado. No domingo 6 de novembro, segundo dia de provas do Enem, candidatos foram presos no Ceará e no Amapá flagrados com o tema da redação. Em Fortaleza, a polícia encontrou no bolso de um homem de 34 anos o tema e um texto pronto para ser transcrito. Ele ainda recebeu o gabarito pelo celular e usou também ponto eletrônico na sala do exame.

Em Macapá, um homem de 31 anos foi preso logo depois de deixar o local de prova. Ele confessou que sabia previamente o tema da redação. Com ele, foi encontrado um texto com o assunto “intolerância religiosa”, aplicado no Enem a quase 6 milhões de candidatos em todo o país.

O G1 entrou em contato com o Ministério da Educação (MEC) para obter o posicionamento da pasta e aguarda retorno. Nesta tarde, o o procurador da República Oscar Costa Filho deve detalhar os desdobramentos do caso. O MPF pede que as notas da redação não sejam utilizadas.

Entretanto, em nota, o procurador adiantou que a íntegra do relatório e peças do inquérito serão anexadas ao recurso do MPF que já tramita no Tribunal Regional Federal da 5ª Região, no Recife (PE).

“Uma quadrilha organizada nacionalmente teve acesso antecipado às provas. Isso compromete a lisura do exame e a própria credibilidade da logística de segurança que vem sendo aplicada”, afirmou o procurador.

De acordo com nota do MPF, em um trecho do relatório a PF destaca que, após a análise de celulares apreendidos, “concluiu-se que os candidatos receberam fotografias das provas e tiveram acesso aos gabaritos e ao tema da redação antes do início do exame”.

Frase código

Ainda de acordo com a nota do MPF, a polícia afirma que os candidatos tiveram acesso à “frase-código” da prova rosa, o que permitia que candidatos que deveriam fazer provas diferentes da rosa pudessem preencher o cartão de respostas de acordo com o gabarito transmitido pela quadrilha, não importando a cor da prova que o candidato tenha recebido no exame, já que a frase-código é o que legitima a correção conforme a cor referente à frase.

“Tanto o gabarito quanto a frase-código foram divulgados antes do exame, o que garante a responsabilidade de afirmar que houve vazamento da prova”, diz o relatório.

A Polícia Federal aponta, ainda, que apesar de dois candidatos terem sido presos em operações policiais diferentes, ambos receberam exatamente as mesmas fotografias com gabaritos das provas, porém de intermediários diferentes, o que indica que a origem do vazamento é a mesma.

Quanto à prova de redação, a perícia da PF identificou que os candidatos presos iniciaram pesquisas no Google sobre o tema da redação a partir de 9h38 do dia 6 de novembro, indicando que tiveram acesso ao tema antes do início da aplicação das provas.

Por G1
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Força-tarefa pode renunciar se lei de abuso entrar em vigor, diz procurador

Os procuradores da força-tarefa da Operação Lava Jato repudiaram o que chamam de ataque feito pela Câmara contra as investigações e a independência dos promotores, procuradores e juízes. Em entrevista em Curitiba, nesta quarta-feira (30), eles criticaram as mudanças no pacote anticorrupção, que foi aprovado pelos deputados nesta madrugada.
A nossa proposta é de renunciar coletivamente caso essa proposta [sobre o abuso de autoridade] seja sancionada pelo presidente”
Carlos dos Santos Lima, procurador do MPF

O procurador do Ministério Público Federal (MPF) Carlos dos Santos Lima chegou a dizer que a força-tarefa ameaça abandonar os trabalhos se a “proposta de intimidação de juízes e procuradores” for sancionada. Uma emenda feita pelo PDT – e incluída nesta terça no pacote – prevê as condutas pelas quais juízes e membros do Ministério Público poderão responder por abuso de autoridade.

“Nós somos funcionários públicos. Temos uma carreira no Estado e não estaremos mais protegidos pela lei. Se nós acusarmos, nós podemos ser acusados. Nós podemos responder, inclusive, pelo nosso patrimônio. Não é possível, em nenhum estado de direito, que não se protejam promotores e procuradores contra os próprios acusados. Nesse sentido, a nossa proposta é de renunciar coletivamente caso essa proposta seja sancionada pelo presidente”, disse Lima (veja no vídeo acima).

Questionado sobre o que significava essa renúncia, o procurador respondeu: “Nós temos responsabilidade em outros locais, e vamos simplesmente voltar para nossas atividades.”

Pacote anticorrupção
O texto-base do pacote que reúne um conjunto de medidas anticorrupção foi aprovado pela Câmara dos Deputados por 450 votos a 1 (e 3 abstenções).

Em março do ano passado, o MPF apresentou as “10 medidas contra a corrupção”. Mais de 2 milhões de cidadãos assinaram as propostas do Ministério Público que foram enviadas ao Congresso. Entretando, na madrugada desta quarta-feira, mais de um ano e meio depois, os deputados federais desfiguraram o projeto inicial.

Segundo o relator do texto original, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), só permaneceram as medidas de transparência a serem adotadas por tribunais, a criminalização do caixa 2, o agravamento de penas para corrupção e a limitação do uso de recursos com o fim de atrasar processos. Com a aprovação, o texto segue agora para o Senado.

‘Começo do fim’
O procurador Deltan Dallagnol, que coordena a força-tarefa da Lava Jato, leu uma nota feita pelos procuradores da República e afirmou que a votação na Câmara foi o “golpe mais forte efetuado contra a Lava Jato concretamente em toda a sua história”. Leia mais abaixo a nota na íntegra.

Dallagnol disse que, se for aprovada, “a proposta será o começo do fim da Lava Jato”.

“A força-tarefa da Lava Jato reafirma seu compromisso de avançar enquanto for possível, trabalhando ainda mais duro dentro das regras da Constituição e das leis para investigar, processar e punir a corrupção seja quem for o criminoso. Contudo, os procuradores da força-tarefa estão de acordo que não será possível continuar trabalhando na Lava Jato se a ‘lei da intimidação’ for aprovada”, disse o procurador.

Deltan Dallagnol tem chamado a proposta de “lei da intimidação”.

‘Estancar sangria’
Segundo Dellagnol, a Câmara enfraquece o combate à corrupção, e isso acontece no momento em que a Lava Jato chega perto de pessoas do poder. “O objetivo é ‘estancar a sangria’. Há evidente conflito de interesses entre o que a sociedade quer e aqueles que se envolveram em atos de corrupção e têm influência dentro do Parlamento querem. O avanço de propostas como a Lei da Intimidação instaura uma ditadura da corrupção.”

‘Estancar a sangria’ foi uma expressão que o senador Romero Jucá (PMDB-RR) usou em conversa com Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro e hoje um dos delatores da Lava Jato. Jucá sugeriu que uma “mudança” no governo federal resultaria em um pacto para “estancar a sangria” representada pelas investigações. O peemedebista foi um dos dos principais articuladores do impeachment da presidente Dilma Rousseff.
Podemos ter um Estado mais corrupto do que era antes”
Deltan Dallagnol, coordenador da Lava Jato

“Aproveitaram um projeto de combate à corrupção para se protegerem. O motivo foi porque nós estamos investigando, nós estamos descobrindo fatos, nós iríamos chegar muito mais longe do que chegamos até o momento. O instinto de preservação fez com que eles destruíssem o projeto contra a corrupção. Essa ‘lei de intimidação’ só tem um objetivo: a preservação das pessoas que estão sob investigação da Lava Jato”, afirmou Carlos Fernando dos Santos Lima, procurador do MPF (veja o vídeo abaixo).

Deltan Dallagnol disse ainda, durante a coletiva de imprensa, que muitas pessoas trabalharam nas 10 propostas contra a corrupção. “Mas, ao chegar ao plenário, foi desconfigurado. Rasgou-se o texto das 10 medidas”, afirmou. “O Parlamento é soberano, mas nós, depois de todo esse processo, saímos sem solução para acabar com as brechas que permitem a corrupção. Essa causa não é nossa, é de todos os cidadãos.”

O procurador afirmou que está preocupado, porque os índices de impunidade que existiam antes do petrolão devem continuar. “Por que a sociedade brasileira vai permitir que corruptos, pessoas condenadas por corrupção, continuem na liderança da empresa Brasil? Enquanto nós não tivermos uma limpeza, o que vamos encontrar no Parlamento, dia após dia, não vão ser medidas contra a corrupção, mas sim para autoproteção, pelos interesses de pessoas que estão sendo investigadas.”

Segundo Dallagnol, há o temor ainda que o Congresso aprove outros projetos que piorem ainda mais o combate à corrupção, como ocorreu na Itália, após operações que prenderam mafiosos (veja no vídeo abaixo). “Quando não se aprovam medidas contra a corrupção, e se aprovam medidas a favor da corrupção, o resultado final da Lava Jato e de todo esse processo histórico pode ser pior do que o resultado que tínhamos antes. Podemos ter um Estado mais corrupto do que era antes.”

Leia nota na íntegra feita pelos procuradores da Lava Jato:

“Os procuradores da Força Tarefa Lava Jato vêm a público manifestar repúdio ao ataque feito pela Câmara dos Deputados contra investigações e a independência de promotores, procuradores e juízes. A Câmara sinalizou o começo do fim da Lava Jato.

Ontem à noite, a Câmara dos Deputados se reuniu para apreciar as 10 medidas anticorrupção. Elas objetivavam acabar com a regra da impunidade dos corruptos e poderosos, que é produto de falhas no sistema de Justiça Criminal, e fazer com que a corrupção não mais compense. Aproveitando-se de um momento de luto e consternação nacional, na calada da madrugada, as propostas foram subvertidas. As medidas contra a corrupção, endossadas por mais de dois milhões de cidadãos, foram pervertidas para contrariar o desejo da iniciativa popular e favorecer a corrupção por meio da intimidação do Ministério Público e do Judiciário.

As 10 medidas foram rasgadas. Manteve-se a impunidade dos corruptos e poderosos, expressa no fato de que mais de 90% dos casos de corrupção que acontecem no Brasil não são punidos. A sociedade brasileira não pode mais considerar normal o que é anormal. Como se não fosse suficiente, foi aprovada a Lei da Intimidação contra o Ministério Público e o Poder Judiciário, sob o maligno disfarce de “crimes de abuso de autoridade”. Abusos devem sim ser punidos. Contudo, sob esse disfarce, há verdadeiros atentados contra a independência do exercício da atividade ministerial e judicial.

A Lei da Intimidação avançada no Congresso faz do legítimo exercício da função do Ministério Público e do Judiciário uma atividade de altíssimo risco pessoal. A justificativa para a urgente intimidação dos promotores, procuradores e juízes é falsa e busca manipular a opinião pública. Essas classes não estão a salvo da lei. Os membros do Ministério Público e do Poder Judiciário se sujeitam a quatro esferas de responsabilidade: civil, criminal, de improbidade administrativa e disciplinar. Se há impunidade, é porque o sistema não funciona e, então, o que deve ser atacado não é a independência de promotores, procuradores e juízes e, sim, a regra da impunidade dos crimes do colarinho branco, a qual vale para corruptos de todos os órgãos públicos. Nesse sentido, o endurecimento das leis que tinha sido proposto por meio das 10 medidas anticorrupção se aplicaria a todos, isto é, inclusive a promotores, procuradores e juízes.

Persigam os juízes e promotores, soltem os colarinhos brancos. Essa é a mensagem da ação do Congresso de ontem, que enfraquece os órgãos que têm sido reconhecidos por sua atuação firme no combate à corrupção.

A aprovação da Lei da Intimidação acontece em um momento em que as investigações da Lava Jato chegam cada vez mais perto de crimes de corrupção praticados por um número significativo de parlamentares influentes. O mesmo espírito de autopreservação que moveu a proposta de autoanistia moveu e move a intimidação de promotores, procuradores e juízes. O objetivo é “estancar a sangria”. Há evidente conflito de interesses entre o que a sociedade quer e aqueles que se envolveram em atos de corrupção e têm influência dentro do Parlamento querem. O avanço de propostas como a Lei da Intimidação instaura uma ditadura da corrupção, um estado de tirania em que o poder é exercido fora dos limites com os quais foi conferido pelo povo, isto é, fora da circunscrição do atendimento ao interesse público.

Se aprovada, a proposta será o começo do fim da Lava Jato. Se medidas contra a corrupção podem ser convertidas em Lei da Intimidação, que favorece a corrupção e a prática de outros crimes por poderosos, restará ferido o Estado de Direito. A Força Tarefa da Lava Jato reafirma seu compromisso de avançar enquanto for possível, trabalhando ainda mais duro, dentro das regras da Constituição e das Leis, para investigar, processar e punir a corrupção, seja quem for o criminoso. Contudo, os procuradores da Força Tarefa estão de acordo que não será possível continuar trabalhando na Lava Jato se a Lei da Intimidação for aprovada.”
G1 Paraná./
Thais Kaniak e Amanda PolatoDo G1 PR e do G1, em São Paulo

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Presos ganham liberdade, mas são executados a 200 metros da cadeia de Peixoto de Azevedo

PENA DE MORTE – Dois homens, supostamente bandidos que acabaram de sair da prisão, foram executados, cada um com pelo pelos seis tiros, a maioria na cabeça. Os dois homens ganharam a liberdade na tarde desta segunda-feira, 28, e foram encontrados mortos na manhã desta terça-feira, 29, a pouco mais de 200 metros da Cadeia Pública de Peixoto de Azevedo (Norte, a 700 quilômetros de Cuiabá).

A Polícia confirmou que os dois foram executados, mas não confirmou por que eles estavam presos. Os dois corpos foram identificados apenas como Humberto e Kenedi, cujas idades não foram fornecidas.

A Polícia ainda desconhece os motivos do crime, mas não descarta um “acerto de contas”, uma “queima de arquivo” ou até mesmo uma vingança. Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML), ainda sem suas identificações completas e oficiais, pois as duas vítimas não estavam portando documentos, apenas seus respectivos alvarás de soltura.

A Polícia Militar (PM), foi acionada. Confirmou as duas mortes. Fez o isolamento do local de crime, para que a Polícia Civil pudesse fazer a liberação dos dois corpos. Um inquérito foi aberto, mas até o momento a Polícia ainda não tem pistas dos assassinos.
Por  Trindade/Redação 24 Horas News

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Comissão aprova pastagem em reserva legal com manejo sustentável

DEP SHERIDAN
DEP SHERIDAN

Sheridan: obrigação de plano de manejo dá garantias de que o pastoreio não vai prejudicar a cobertura vegetal

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural aprovou na quarta-feira (23) projeto de lei da deputada Tereza Cristina (PSB-MS) que autoriza a pastagem de animais em áreas de reserva legal mediante aprovação de plano de manejo sustentável.

O projeto (PL 4508/16) recebeu parecer favorável da relatora, deputada Shéridan (PSDB-PR). Ela apresentou uma emenda para adequar os termos do projeto aos utilizados na legislação ambiental. A proposta altera o Código Florestal (Lei 12.651/12).

Garantias
Para Shéridan, a obrigação de realização do plano de manejo, aprovado por órgão ambiental, dá garantias de que o pastoreio não vai prejudicar a cobertura vegetal em área de reserva legal. O plano deve detalhar a forma de exploração da área, de modo a garantir a reprodução das espécies e evitar danos ambientais.

Ela citou os dispositivos do projeto que trazem essa garantia, como o controle e autorização do plano a cargo do órgão ambiental competente, que deve se balizar no volume de massa de forrageiras nativas ou cultivadas já existentes; a limitação do número de cabeças por hectare e do período do pastoreio.

“A proposta se resguardou de condicionantes capazes de garantir que não haja pisoteio animal capaz de causar danos sobre a estrutura da vegetação nativa”, disse Shéridan.

Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado agora nas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Janary Júnior
Edição – Rachel Librelon
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Caminhoneiros interditam BR-163 em Sinop e Nova Mutum

O Movimento dos Transportadores Autônomos de Sinop realizou o bloqueio da BR-163 em Sinop, nas proximidades do bairro Alto da Glória, no final desta manhã. No entanto, a Rota do Oeste informou que o tráfego de veículos pesados foi liberado, por volta das 11h. Não foi confirmado se haverá nova interdição no período da tarde.

Veículos de passeio, ambulâncias, ônibus e com cargas vivas estavam passando normalmente. Já os motoristas de caminhões e carretas foram orientados a estacionarem na lateral da rodovia ou no pátio de um posto de combustíveis. Participaram do manifesto cerca de 20 caminhoneiros.

O bloqueio também ocorre simultaneamente no município de Nova Mutum. Um grupo de caminhoneiros interditou a rodovia federal, no perímetro urbano, por volta das 7h30. Segundo informações da  a assessoria da Polícia Rodoviária Federal, a interdição tem a utilização de barricadas de pneus com fogo. São cerca de 60 manifestantes no local. Neste local, a assessoria de imprensa da concessionária informou que o manifesto continua.

Os trabalhadores deste setor cobram o ‘descongelamento’ do projeto que cria a política de preços mínimos do transporte rodoviário de cargas, que está aguardando parecer do relator na Comissão de Viação e Transportes (CVT), desde 2015, no Senado Federal. “Este piso é muito viável para a categoria. Caso seja aprovado, acabará com conflitos de interesses do transportador e das empresas. Teremos um tabela e preço para regular o transporte de cargas”, disse, ao Só Notícias, um dos líderes do movimento.

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Fonte: Só Notícias/Alex Fama e Cleber Romero
(Atualizada às 11h20 – fotos: Claudemir Oliveira e Russo Odelar)
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Quem não votou no 1º turno deve justificar até 5ª

Termina nesta quinta-feira (1), o prazo para os eleitores que não votaram no 1º turno das eleições municipais – em 2 de outubro deste ano- fazer a justificativa eleitoral. Esse serviço pode ser realizado pelo portal do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), por meio do sistema Justifica .

ZONAS

A apresentação da justificativa nesse sistema é para os eleitores inscritos em zonas eleitorais do Pará. Eles devem preencher seus dados, motivo da justificativa e anexar um comprovante da impossibilidade de comparecimento, como atestado médico, comprovante de passagem, entre outros. Após o preenchimento no sistema, o eleitor receberá um número de protocolo para posterior consulta. Eleitores de outros estados devem buscar a orientação de como fazer a justificativa nos tribunais eleitorais dos respectivos estados.

(Diário do Pará)

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Tatuador brasileiro que camufla estrias faz sucesso internacional

Tatuador brasileiro que camufla estrias faz sucesso internacional Foto mostra antes e depois do procedimento para camuflar estrias Foto: Instagram / Reprodução

Um tatuador brasileiro virou destaque na imprensa internacional após desenvolver uma técnica para camuflar as estrias de suas clientes. Morador de São Paulo, onde tem um atelier para atender exclusivamente mulheres, Rodolpho Torres, que há 10 anos atua no mercado, celebra a fama e diz que já foi procurado por celebridades que tiveram as imperfeições completamente “apagadas”.

Foto mostra antes e depois do procedimento para camuflar estrias Foto: Instagram / Reprodução
Foto mostra antes e depois do procedimento para camuflar estrias Foto: Instagram / Reprodução

Apenas neste mês, Rodolpho foi destaque nos jornais britânicos “Daily Mail” e “The Independent”, além do espanhol “Ella Hoy” e do site francês “Grazia”. As publicações brincaram com a possibilidade de agora as mulheres poderem contar com um tatuador para disfarçar suas estrias. Em seu perfil em uma rede social, o paulista também coleciona fãs. Um vídeo em que mostra como seu trabalho é feito já foi visto mais de 8 milhões de vezes.

— Como eu tenho a vida muito corrida, essas matéria todas que aparecem (na imprensa internacional) são enviadas para mim pelas minhas fãs e seguidoras. Então, quando eu vejo, eu fico muito contente. É muito bom você ter seu trabalho reconhecido e romper fronteiras geográficas — comemora Rodolpho.

Segundo o tatuador, entre as suas clientes também estão famosas.

— O meu procedimento para camuflar estrias eu já fiz em inúmeras celebridades. Tem muitas modelos que trabalham de biquíni no “Pânico” da “Band”, apresentadoras de televisão famosíssimas, assistentes de palco de programas dominicais, modelos de passarela, blogueiras, musas fitness e por aí vai… Você tá assistindo um canal de tevê aberto e vê aquela barriga linda e aquele decote e mal vai saber que a maioria delas já passou pelas minhas agulhas mágicas.

Foto mostra antes e depois do procedimento para camuflar estrias Foto: Instagram / Reprodução
Foto mostra antes e depois do procedimento para camuflar estrias Foto: Instagram / Reprodução

— brinca Rodolpho.

O procedimento pode cobrir estrias em várias partes do corpo como pernas, barriga e bumbum.

Por Extra
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Concurso Público- Ministério Saúde abre edital para 102 vagas

O Ministério da Saúde divulgou no Diário Oficial da União desta segunda-feira (28) de novembro, o edital de abertura do concurso público para preenchimento de 102 vagas nos cargos de administrador, contador e analista técnico de políticas sociais (34 vagas para cada), todos de nível superior, com remunerações iniciais de R$ 5.245 (administrador e contador) e R$ 6.202,88 (analista).

CONFIRA O EDITAL

A oportunidade é para contratação via regime estatutário, que prevê estabilidade e benefícios como o auxílio-alimentação, de R$ 458.

As vagas são destinadas aos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI). São 34 DSEIs espalhados pelo país, nos estados de Alagoas, Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rondônia, Roraima, Santa Catarina e Tocantis, porém as provas serão aplicadas em nas 27 (vinte e sete) capitais da Federação, devendo o candidato optar pela cidade onde deseja realizar as provas no ato da inscrição.

Áreas e vagas do concurso Ministério Saúde

São trinta e quatro vagas para cada função de administrador, contador e analista técnico de políticas sociais. No dois primeiros casos é necessário nível superior na área, e registro profissional no órgão de classe competente. Já o posto de analista é aberto a candidatos com nível superior em qualquer área de atuação.
A carga horária de todos os cargos será de 40 (quarenta) horas semanais.

Inscrição do concurso

Ministério SaúdeO organizador é o Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural e Assistencial Nacional (Idecan), que recebe inscrições entre às 14h00min do dia 5 de dezembro de 2016 às 23h59min do dia 5 de janeiro de 2017, com taxa única para todos os cargos de de R$ 67. Será permitida ao candidato a realização de mais de uma inscrição no Concurso Público para cargos e turnos distintos.

É obrigatório o pagamento da importância referente à inscrição, em qualquer agência do Banco do Brasil ou seus correspondentes, impreterivelmente, até a data de vencimento constante no documento.

Todos os candidatos inscritos no período de 14h00min do dia 5 de dezembro de 2016 até 23h59min do dia 5 de janeiro de 2017 que não efetivarem o pagamento da GRU Simples neste período poderão reimprimi-la, no máximo, até o primeiro dia útil posterior ao encerramento das inscrições (6 de janeiro de 2017) até às 23h59min, quando este recurso será retirado do site www.idecan.org.br.

Etapas e provas do concurso Ministério da Saúde (MS)

A seleção contará com prova objetiva de múltipla escolha, exame discursivo e avaliação de títulos somente para a função de analista.

O exame objetivo conterá: 5 questões de Língua Portuguesa,5 de Raciocínio Logico,15 de Conhecimentos Gerais e25 de Conhecimentos Específicos. Será considerado aprovado o candidato que obtiver, no mínimo, 50% de aproveitamento dos pontos das provas objetivas de múltipla escolha e que tenha acertado pelo menos um item de cada disciplina.

A prova objetiva de múltipla escolha e discursiva serão realizadas nas 27  capitais da Federação, com data inicialmente prevista para o dia 19 de fevereiro de 2017 (domingo), com duração de 4  horas para sua realização, em dois turnos, sendo pela manhã para os cargos de Administrador e Contador e à tarde para Analista Técnico de Políticas Sociais.

Os locais de realização das provas, para os quais deverão se dirigir os candidatos, serão divulgados a partir de 13 de fevereiro de 2017 no site www.idecan.org.br/ www.idecan.org.br.

São de responsabilidade exclusiva do candidato a identificação correta de seu local de realização das provas e seu comparecimento no horário determinado.

(DOL)

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