“Nature” coloca brasileira entre 10 cientistas mais importantes de 2016

A brasileira Celina Turchi, especialista em doenças infecciosas, foi escolhida como uma das dez cientistas mais importantes de 2016 pela revista britânica “Nature”. Professora da Universidade Federal de Goiás e pesquisadora-visitante do Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães (CPQAM), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em Pernambuco, Celina lidera o grupo que pela primeira vez associou cientificamente a infecção pelo vírus da zika em grávidas a casos de bebês com microcefalia.

Para realizar o estudo, Cecilia entrou em contatos com cientistas de todo o mundo para pedir ajuda. Ela formou uma força-tarefa de epidemiologistas, especialistas em doenças infecciosas, pediatras, neurologistas e biólogos especializados em reprodução.

“Nem no meu pior pesadelo eu imaginei uma epidemia de microcefalia em bebês”, lembrou a pesquisadora em entrevista à “Nature”, dizendo acreditar que o Brasil estava vivendo uma emergência de saúde pública com o surto da doença.

Cecilia disse que o trabalho foi um desafio por não haver testes confiáveis sobre o vírus e nenhum consenso em relação à definição de microcefalia. Mas o intenso contato dentro da rede de especialistas formada por ela permitiu gerar evidências suficientes para ligar a infecção por zika e a doença no primeiro trimestre da gravidez.

Embora a relação entre o vírus da zika e a microcefalia já tivesse sido observada anteriormente, foi só a partir do trabalho de Celina e seus colegas do Grupo de Pesquisa da Epidemia de Microcefalia (Merg, na sigla em inglês) – que inclui cientistas de diversas instituições de pesquisa e assistência de Pernambuco, assim como a London School of Hygiene and Tropical Medicine, no Reino Unido – que esta associação ganhou um caráter mais certeiro.

Publicado em setembro último no periódico “Lancet Infectious Diseases”, o estudo, ainda em fase preliminar, inclui crianças nascidas com microcefalia em oito hospitais públicos da Região Metropolitana de Recife entre 15 de janeiro e 2 de maio deste ano. Para cada um dos casos de microcefalia registrados na pesquisa, com exceção de dois, os cientistas incluíram mais dois nascimentos chamados “controles”, definidos como os primeiros dois bebês que vieram à luz na manhã seguinte sem microcefalia em um dos oito hospitais. Ao todo, foram 62 controles e 32 vítimas de microcefalia, que também foram pareados de acordo com a região de residência da mãe e a data esperada para o parto.

Após o recrutamento dos casos e controles, os pesquisadores analisaram o líquido cefalorraquidiano (líquor) e o o sangue do cordão umbilical de todos bebês em busca de sinais de infecção congênita pelo zika, e em 13 deles (41%) os testes deram positivo em uma ou ambas amostras. Já entre os controles, nenhuma das crianças apresentou indícios de exposição ao vírus. Além disso, exames mostraram que ao menos 24 de 30 das mães que tiveram filhos com microcefalia (80%) foram atingidas pela doença, contra 39 de 61 das mães dos controles (64%). Estes testes, no entanto, não podem dizer se elas adoeceram antes ou depois do início da gestação, nem em qual fase.

Segundo os pesquisadores, tentar detectar a presença do vírus da zika ou de seus anticorpos no sangue e no líquor são os únicos meios disponíveis atualmente para identificar a infecção congênita em recém-nascidos. Mas a confiabilidade deste método, especialmente quando a infecção acontece logo nos primeiros meses da gravidez, ainda não é bem compreendida. Assim, eles consideram que esta dificuldade pode explicar, pelo em parte, porque 19 (59%) dos 32 casos de microcefalia do estudo preliminar não deram positivo para zika.

Outros escolhidos pela “Nature” foram a argentina Gabriela González, por uma pesquisa inovadora sobre ondas gravitacionais, e o espanhol Anglada Defendi, que entrou na lista por ter descoberto que um planeta parecido com a Terra próximo da estrela Alpha Centauri.

O cocriador da empresa de inteligência artificial DeepMind, Demis Hassabis, entrou no ranking por ter desenvolvido o programa AlphaGo, que foi capaz de vencer o campeão mundial do “Go”, conhecido como “xadrez oriental”.

O nascimento do primeiro bebê do mundo através de uma técnica de reprodução assistida que usa o DNA de três pais diferentes também se tornou realidade neste ano, o que fez a “Nature” incluir na lista de personalidades o especialista em fertilidade John Zhang.

Outro que está na relação é Kevin Esvelt, que obteve o reconhecimento da revista pelo descobrimento dos possíveis efeitos negativos de uma polêmica técnica, que ele mesmo ajudou a criar, que usa a edição genética CRISPR para fomentar ou suprimir a expressão de certos genes em populações de uma espécie para perpetuar um traço entre os indivíduos.

De acordo com o redator da “Nature” Richard Monastersky, os cientistas que aparecem na lista deste ano compõem um “grupo muito diverso”, mas todos tiveram um papel muito importante nos principais eventos científicos de 2016.

Por  Época
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Ex-PM é condenado a 22 anos por morte de surfista em SC

O ex-policial militar Luis Paulo Motta Brentano foi condenado a 22 anos de prisão pelo assassinato do surfista Ricardo dos Santos, conhecido como Ricardinho, após uma discussão, em janeiro do ano passado, na frente da casa do rapaz, na praia Guarda do Embaú, em Palhoça, na Grande Florianópolis.

A sentença foi dada pela juíza Carolina Ranzolin Nerbass Fretta, na noite desta sexta (16), após dois dias de julgamento. Em até cinco dias, Bretano será levado da prisão do Batalhão da PM, em Joinville, onde está há quase dois anos, para uma penitenciária comum.

Além da morte de Ricardinho, o ex-PM foi condenado também a oito meses de detenção por embriaguez ao volante e a quatro meses sem carteira de habilitação.

O crime aconteceu depois de uma discussão entre Bretano e Ricardinho, em 19 de janeiro de 2015. De acordo com a Polícia Civil, o ex-policial estacionou o carro sobre canos de água na frente da casa do surfista e atirou ao ser repreendido pelo jovem.

O texto do inquérito descrevia que, “quando solicitado que retirasse seu carro do local” por Ricardinho, Brentano “se negou a fazê-lo, chegando a afrontá-los (o surfista e o avô do surfista)” e, “do interior de seu veículo”, disparou os tiros que mataram o atleta.O laudo do IGP (Instituto Geral de Perícias) mostrou que Brentano estava alcoolizado. Ele estava de folga e passava férias na praia com o irmão de 17 anos.

Após o crime, a Polícia Militar expulsou Bretano, que era policial desde 2008, da corporação alegando que sua conduta não foi “compatível com o valor, a ética e a disciplina” de um policial militar.

A morte de Ricardinho foi lamentada na ocasião pelos principais surfistas do mundo, como Gabriel Medina, campeão mundial em 2014, e Kelly Slater, dono de 11 títulos mundiais. Entre a elite do surfe mundial ele era conhecido como especialista em ondas gigantes e tubulares.

Por Folhapress
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STJ decreta que ‘desacato a autoridade’ não é mais crime agora

A intenção é que abusos policiais ou do Estado possam ser evitados- Foto Fornecido por Catraca Livre
O Superior Tribunal da Justiça determinou nesta quinta-feira, 15 de dezembro, que desacato a autoridade não é mais crime. A decisão foi tomada a partir de um caso no qual um homem foi condenado a 5 anos de prisão após roubar uma garrafa de conhaque e desacatar policias militares.

A intenção é que abusos policiais ou do Estado possam ser evitados

O artigo 331 do Código Penal diz que é crime “desacatar funcionário público no exercício da função ou em razão dela”, com uma pena estimada de seis meses até 2 anos de prisão ou multa. É claro que isso abre muitos pareceres para a lei favorecer o Estado e quem faz parte dele e acabar sempre lesando o os cidadãos.

O ministro Ribeiro Dantas, relator do caso, escreveu no seu parecer que “Não há dúvida de que a criminalização do desacato está na contramão do humanismo porque ressalta a preponderância do Estado –personificado em seus agentes– sobre o indivíduo. (…) A existência de tal normativo em nosso ordenamento jurídico é anacrônica, pois traduz desigualdade entre funcionários e particulares, o que é inaceitável no Estado Democrático de Direito preconizado pela Constituição Federal de 88 e pela Convenção Americana de Direitos Humanos”.

Segundo a Comissão Interamericana de Direitos Humanos, as leis de desacato não podem se prestar ao abuso de poder como forma de silenciar ideias e opiniões consideradas incômodas pelo Estado.

MAS VALE DESTACAR

Esta decisão da Quinta Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) não significa que qualquer pessoa tenha liberdade para agredir verbalmente agentes públicos. Cada caso deverá ser analisado de maneira mais minuciosa.

“O afastamento da tipificação criminal do desacato não impede a responsabilidade ulterior, civil ou até mesmo de outra figura típica penal (calúnia, injúria, difamação etc.), pela ocorrência de abuso na expressão verbal ou gestual ofensiva, utilizada perante o funcionário público”, ponderou o ministro Dantas.
Por Catraca Livre

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Juíza ameaça jornalistas de prisão para apagar fotos; OAB-MT reage

Para que sua ordem para apagar fotos em uma audiência fosse cumprida, uma juíza de Mato Grosso ameaçou jornalistas de prisão. A situação aconteceu durante o depoimento de um empresário em um processo que apura fraude em licitações. A juíza Selma Rosane Santos Arruda deu 30 segundos para que os jornalistas presentes removessem as imagens publicadas em seus sites. Quem não cumprisse, poderia ser preso.

As imagens foram feitas no depoimento do empresário Giovani Guizardi, delator em processo que apura fraudes em licitações de escolas no estado. Na sessão, jornalistas tiraram fotos do colaborador, e logo as colocaram nos sites de seus veículos.

Guizardi não se opôs às imagens, conforme o site Circuito Mato Grosso. Porém, no meio da audiência, seu advogado pediu que os repórteres não divulgassem tais fotos. Então, a juíza ordenou que os veículos retirassem do ar tais arquivos em 30 segundos.

“Se não retirar, vou mandar prender”, disse Selma. Assim, os jornalistas foram forçados a excluir essas fotos dos sites. Enquanto não concluíram essa tarefa, foram pressionados pela juíza, na frente de todos os presentes na audiência.

Para a seccional da Ordem dos Advogados do Brasil, a conduta de Selma é “inaceitável” e fere o direito à informação dos cidadãos. A OAB-MT ainda disse que a prisão não pode ser banalizada como “mera ameaça”. Acrescentou que o cerceamento de atividade profissional é abuso de autoridade, conforme artigo 3º, alínea “j”, da Lei 4.898/65, apontou a entidade — leia abaixo a íntegra da nota da entidade.

Ofensiva contra a imprensa
Jornalistas e veículos brasileiros vêm sofrendo ataques (e derrotas) nos tribunais que violam os princípios constitucionais de liberdade de imprensa e resguardo ao sigilo da fonte.

Em maio, ao proibir que o jornalista Marcelo Auler publicasse reportagens com “conteúdo capaz de ser interpretado como ofensivo” a um delegado federal, a juíza Vanessa Bassani, do Paraná, praticou censura prévia e contrariou entendimento do Supremo Tribunal Federal sobre o assunto.

No início do ano, três repórteres, um infografista e um webdesigner da Gazeta do Povo, do Paraná, sofreram 41 processos em 19 cidades do estado por juízes e promotores que se sentiram ofendidos com a divulgação de reportagens que mostravam que eles recebiam remunerações acima do teto do funcionalismo.

Em ação coordenada, todos as petições foram idênticas, pedindo direito de resposta e indenizações por danos morais, que somam R$ 1,3 milhão. De acordo com a Gazeta, os pedidos são sempre no teto do limite do juizado especial, de 40 salários mínimos. Como corre no juizado, a presença dos jornalistas em cada uma das audiências se torna obrigatória. As ações foram suspensas no Supremo pela ministra Rosa Weber — o mérito ainda não foi julgado.

Já o Diário da Região, de São José de Rio Preto, e seu jornalista Allan de Abreu tiveram seus sigilos telefônicos quebrados por ordem da 4ª Vara Federal da cidade. O objetivo era descobrir quem informou à imprensa detalhes de uma operação da Polícia Federal deflagrada em 2011. A decisão foi suspensa liminarmente pelo ministro Ricardo Lewandowski. A liminar foi cassada por Dias Toffoli e um pedido de vista do ministro Gilmar Mendes suspendeu o julgamento da ação ajuizada pela Associação Nacional dos Jornais.

O jornalista Murilo Ramos, da revista Época, também teve seu sigilo telefônico quebrado, em decisão da juíza Pollyanna Kelly Alves, da 12ª Vara Federal de Brasília. A medida foi adotada para apurar quem havia passado para a revista um relatório do Conselho de Controle das Atividades Financeiras (Coaf) com nomes de pessoas suspeitas de manter dinheiro irregularmente no exterior.

Além disso, por ter publicado o valor do salário de um servidor público que atua como contador na Câmara Municipal de Corumbá (MS), Erik Silva, editor-chefe do site Folha MS, está sendo processado por calúnia, injúria e difamação. O jornalista colheu e interpretou dados que estavam disponíveis no Portal da Transparência, constatando que o profissional lotado no órgão Legislativo recebeu, em março, vencimentos de mais de R$ 45 mil — acima do teto permitido por lei, de R$ 33,7 mil, correspondente ao salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal.

A mesma notícia sobre uma denúncia contra três empresários na Bahia já rendeu duas condenações à prisão e mais um processo contra o jornalista Aguirre Talento. Todas as queixas-crimes o acusam de difamação, com petições redigidas de forma semelhante, e foram distribuídas no dia 2 de junho de 2011, assinadas pelo mesmo advogado e hoje nas mãos do mesmo juiz. Talento foi condenado a seis meses e seis dias de prisão, em 31 de outubro, e ao mesmo período, em decisão de abril de 2014. O terceiro caso já passou da fase das alegações finais.

Leia a íntegra da nota da OAB-MT:

A Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso repudia veementemente as ameaças sofridas por jornalistas, durante cumprimento de seu exercício profissional, em audiência de instrução e julgamento na 7º Vara Criminal de Cuiabá na tarde desta segunda-feira (12).

Conforme noticiado pela imprensa, a juíza Selma Rosane Santos Arruda ameaçou prender os jornalistas que acompanhavam a audiência caso não retirassem, no prazo de 30 segundos, fotos do interrogado publicadas nos veículos de comunicação.

A magistrada acatou o pedido da defesa para que não fossem realizadas imagens durante a audiência. Na cobertura do caso de grande repercussão social, os jornalistas registraram a chegada do interrogado, sem qualquer oposição de sua parte ou de seu advogado no ato.

Durante a audiência de instrução, a juíza constatou que as fotos feitas antes de seu início estavam publicadas nos veículos de comunicação e, assim, declarou aos jornalistas que estavam presentes, que caso as imagens não fossem retiradas dos veículos no prazo de 30 segundos, mandaria prendê-los.

Repórteres que exerciam sua função de divulgar os fatos para a sociedade chegaram a deixar o local depois da ameaça, impedindo seus leitores de acompanhar o desfecho da audiência.

É inaceitável, no momento que vivenciamos em todo o país, inclusive em que não são raros os ilegais e repudiáveis vazamentos de acordos e sigilos telefônicos em grandes operações, que os profissionais que possuem o dever de informar a sociedade tenham seus direitos intimidados e, cerceando assim, o direito do cidadão à informação.

De acordo com o artigo 3º, alínea “j”, da Lei nº 4.898/65, constitui crime de abuso de autoridade qualquer atentado aos direitos e garantias legais assegurados ao exercício profissional.

A Ordem, como advogada da sociedade, defende a observância legal dos limites de atuação, tanto por parte dos operadores do Direito, quanto dos profissionais de Comunicação.

A prisão é o instituto penal máximo deste país e, portanto, deve ser tratada com seriedade, fazendo valer para o estrito cumprimento da lei, nos casos por ela previstos e em conformidade com o processamento penal vigente neste país. Não pode, desta forma, ser banalizada como mero instituto de ameaça”.

Fonte: Revista Consultor Jurídico

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Mulher mata marido com veneno de rato para receber herança

O desfecho da história da morte de um homem, em setembro deste ano, no bairro Santa Tereza, Leste de Belo Horizonte, foi concluído na tarde da última sexta-feira (10). Anselmo Vicente Ribeiro, 42 anos, foi assassinado com veneno de rato, pela própria mulher, que queria se vingar de uma traição e receber o seguro da vítima.

Segundo o R7, Fabiane Viana do Vale, 39 anos, era casada com a vítima há 20 anos. “Ela não chorou no local do homicídio. Todo mundo achou que achou estranho como uma mulher que acabou de perder o marido fica em uma situação bem calma”, afirmou a delegada Alice Botelho da Polícia Civil.

As investigações revelaram que Fabiane colocou chumbinho no suco de maracujá do marido e assistiu a morte dele. De acordo com perícia, a mulher tentou tranquilizá-lo e não acionou o socorro enquanto ele passava mal.

Fabiane Viana, que preferiu não comentar o caso com a imprensa, vai ser indiciada por homicídio qualificado.

POR Notícias Ao Minuto

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Raio-x mostra caneta cravada no olho de criança

Uma criança de apenas um ano e 11 meses teve o olho esquerdo perfurado acidentalmente por uma caneta. As informações são do Diário do Amapá.

Um exame de raio-x feito na menina mostra a profundidade que o objeto atingiu a cabeça da criança, ficando próximo ao globo ocular.

A criança já passou por cirurgia e permanece internada no Hospital de Clínicas Alberto Limas (HCAL), em Macapá.Médicos descartaram a possibilidade de cegueira, porém, as preocupações são com demais sequelas na visão, que só poderão ser avaliadas após a recuperação.

De acordo com o pai da menina, que preferiu não ser identificado, a criança brincava na casa onde mora com a família, quando tropeçou com o objeto na mão, atingindo o rosto.

Segundo o Conselho Tutelar de Macapá, que acompanha o caso, a imagem do exame impressionou os familiares, que serão encaminhados para os psicólogos “para orientar os pais sobre isso”.

(Com informações do Diário do Amapá)

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Justiça quer pena de 238 anos para acusado de desmatamento .

O empresário José Junqueira Vilela Filho e 23 integrantes de um grupo liderado por ele, são alvos de uma nova ação do MPF (Ministério Público Federal) que entrou na Justiça no último dia 2 de dezembro com mais cinco ações contra o que consideram ser o maior desmatador da Amazônia. Somadas às penas pedidas nas outras duas ações que já haviam sido ajuizadas pelo MPF após a operação Rios Voadores, de junho deste ano, quando o esquema criminoso foi desmontado, AJ Vilela está sujeito a até 238 de prisão, e multas.

De acordo com o MPF e Ibama, o grupo  é responsável pelo desmate, entre 2012 e 2015, de 330 quilômetros quadrados de florestas em Altamira, sudoeste paraense.A área é equivalente ao território de municípios como Fortaleza (CE), Belo Horizonte (MG) ou Recife (PE). O esquema conseguiu movimentar pelo menos R$ 1,9 bilhão, e o prejuízo ambiental foi mais de R$ 503 milhões. Nas ações do começo do semestre o MPF havia denunciado os crimes de submissão de trabalhadores a condições semelhantes às de escravos, frustração de direitos trabalhistas, falsidade ideológica, invasão e desmate ilegal de terras públicas.

Desmatamento na Amazônia. Foto: Oswaldo Forte/O LiberalDesmatamento na Amazônia. Foto: Oswaldo Forte/O Liberal

Nas novas ações o grupo foi acusado de crimes como o de provocar incêndios, impedir regeneração de florestas, corrupção ativa e passiva, sonegação de documentos, formação de organização criminosa e lavagem de dinheiro, e novamente por invasão e desmate ilegal de terras públicas e falsidade ideológica.  Além de denúncias criminais, o novo pacote de ações inclui ação por improbidade administrativa e, como no início do semestre, ação para reparação de danos ambientais.

Somados os pedidos das ações cíveis ajuizadas no caso Rios Voadores, o MPF pediu que a Justiça determine aos acusados o pagamento de todos os R$ 503 milhões em prejuízos ambientais, a recuperação da área ilegalmente desmatada, a demolição de edificações construídas em áreas irregulares, e que eles fiquem proibidos, por até dez anos, de acessar linhas de financiamento ou benefícios fiscais oferecidos pelo poder público. Contra servidores públicos envolvidos no esquema, além dos demais pedidos o MPF quer a perda da função pública e a suspensão de direitos políticos.

O Portal ORM tenta contato com os acusados.

Por ORM
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Jovem leiloa a virgindade e recebe lance de R$ 7,3 mi.

O leilão despertou grande controvérsia, incluindo ameaças da família dela de que a deserdaria.

Foto: Reprodução do Instagram – Uma jovem da Romênia que está vendendo sua virgindade recebeu uma oferta de 1,7 milhão de libras, o equivalente a R$ 7,3 milhões. O lance foi dado por um empresário. Aleexandra Khefren, que trabalhava em uma agência de acompanhantes, tinha fixado o lance inicial em 850 mil libras, cerca de R$ 3,6 milhões.

O leilão despertou grande controvérsia, incluindo ameaças da família dela de que a deserdaria. A agência alemã Cinderela Escorts ficará com 20% das receitas do leilão, que deve ser encerrado em fevereiro. O encontro será na Alemanha, e o comprador pode escolher o hotel onde Aleexandra passará uma noite com ele.

A jovem disse na TV alemã que estava planejando vender a sua virgindade para ajudar a família financeiramente. No entanto, seu pai e sua mãe disseram que eles não estão lutando para sobreviver e eles não estão prestes a ser despejados. Seu tio, Radu Raducu, disse que os pais dela não falarão com ela novamente se ela continuar com o plano. “Os pais estão simplesmente enojados e não conseguem entender por que ela está fazendo isso”, contou ao “Daily Mail”.
Por: Extra
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Cerveja ‘Fora, Temer’ é lançada no Rio de Janeiro

Bebida foi criada em parceria por um professor e um aposentado
Foto Reprodução / Facebook -O aposentado Luiz Assis e o professor de filosofia Diogo Cavaleiro criaram a cerveja “Fora, Temer”, como forma de protesto contra o presidente peemedebista.
De acordo com a coluna do jornalista Ancelmo Gois, do jornal O Globo, a bebida é produzida no bairro do Riachuelo, na Zona Norte do Rio de Janeiro.

No rótulo, os responsáveis ressaltam que a cerveja “Fora, Temer” é “politicamente correta”.
POR Notícias Ao Minuto
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Devastação ainda ameaça recursos naturais no Pará.

São muitos os fatos e histórias contados por O LIBERAL ao longo dos seus 70 anos de existência. Alguns dos mais recorrentes são temas relacionados ao desmatamento e às queimadas na Amazônia. Geralmente, são dados alarmantes que preocupam não só quem vive na região, mas também ambientalistas, Organizações Não Governamentais (ONGs), comunidades e governos. Constantemente, o jornal noticia boletins com os números da devastação, principalmente os emitidos pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon). O Instituto atua com políticas ambientais por meio de análises sobre cenários de devastação e seus impactos potenciais.

Em julho deste ano, o Imazon divulgou mais um boletim com dados nada animadores. Houve um aumento de 51% no desmatamento no Estado de agosto de 2015 a junho de 2016. Foram 966 km², se comparado ao índice registrado no mesmo período anterior – de 492 km². Embora os dados sejam preocupantes, a dinâmica do desmatamento ainda se concentra na região oeste do Estado, ao redor de Novo Progresso e Castelo dos Sonhos, principalmente em áreas federais. Nas áreas estaduais, o principal foco ocorre na APA Triunfo do Xingu, que fica entre São Félix do Xingu e Altamira.

Outro aliado no enfrentamento dos problemas relacionados ao desmatamento na Amazônia é o Programa Municípios Verdes (PMV), criado pelo Governo do Pará, em 2011. O programa foi desenvolvido em parceria com municípios, sociedade civil, iniciativa privada, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Ministério Público Federal (MPF). O objetivo é o de combater o desmatamento no Estado, fortalecer a produção rural sustentável por meio de ações estratégicas de ordenamento ambiental e fundiário e também de gestão ambiental.

Para Justiniano Neto, secretário extraordinário do PMV, o programa, em parceria com outros órgãos, como o Imazon, por exemplo, trabalha para inovar e implantar novos instrumentos de incentivos e apoio à conservação ambiental, “sem obviamente, descuidar da fiscalização, que sempre será necessária para uma pequena minoria que insiste nas práticas de desmatamento ilegal”.

Em relação ao PMV, o maior desafio, segundo ele, é o de conseguir atender e engajar todos os municípios participantes e, ao mesmo tempo, inaugurar uma agenda de incentivos econômicos para a conservação ambiental. “Precisamos, cada vez mais, de benefícios concretos para os produtores rurais que fazem a boa gestão dos seus negócios”.

Como parte fundamental na divulgação de dados que envolvam a Amazônia, O LIBERAL, ao completar 70 anos, tem sua importância, afirma o secretário. “O veículo tem sido um grande promotor e divulgador das políticas de sustentabilidade e boa gestão pública nessa área. Através da Revista Municípios Verdes e de várias outras matérias sobre o tema, tem disseminado a informação e as boas práticas na agenda socioambiental paraense, contribuindo de forma qualificada com o programa”, disse.

Ainda segundo Justiniano, a continuidade da parceria é fundamental. “Cada vez mais é preciso informar a sociedade em geral e os gestores públicos em particular, da importância em priorizar e construir políticas públicas que apoiem modelos de desenvolvimento sustentáveis. Temos vários exemplos e caminhos a seguir, muitos dos quais tem sido retratados de forma brilhante nas páginas de O LIBERAL”, finaliza.

DESTAQUE

Em outubro as ações na área ambiental desenvolvidas pelo Pará foram destaques escolhidos pelo Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) para apresentação em seminário sobre a gestão do Fundo Amazônia, em Oslo, na Noruega. O encontro anual reúne doadores, investidores, gestores e especialistas para acompanhar os resultados dos projetos apoiados pelo fundo. O Pará foi chamado para apresentar o avanço realizado no fortalecimento da gestão ambiental local, através da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) e o Programa Municípios Verdes (PMV) e com o aumento nos índices do Cadastro Ambiental Rural (CAR).

O Liberal –

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