Rota da cocaína peruana atrai facções à Amazônia

A atuação das facções criminosas na Amazônia está ligada ao controle do fornecimento da cocaína peruana para o Norte, Nordeste e Centro-Oeste do país, um negócio com lucro anual estimado em US$ 4,5 bilhões.

Essas informações constam de relatório do serviço de inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas, com base em dados fornecidos por secretarias de outros Estados e colhidas pela Polícia Federal nos últimos anos nas fronteiras do Brasil com o Peru e a Colômbia.

O documento foi elaborado em resposta à disputa entre as facções criminosas Família do Norte (FDN), aliada do Comando Vermelho (CV), e o Primeiro Comando da Capital (PCC), que deixaram ao menos 64 mortos em presídios de Manaus desde o Ano Novo, muitos deles decapitados. No Pará, o o PCC e CV ainda não estariam completamente instalados.

Para a elaboração, o Amazonas enviou um questionário padrão a todos os Estados das três regiões abastecidas pelas rotas amazônicas, sobretudo a do rio Solimões (com cocaína peruana).

Em diversos Estados, há também facções locais, como o Bonde dos 13 no Acre, os Anjos da Morte no Maranhão e o Comando Classe A no Pará. Dois Estados, Goiás e Rio Grande do Norte, informaram que não há facções criminosas em seus territórios.

O Estado do Amazonas, com seus 3.209 km de fronteira com o Peru e a Colômbia, tem a presença das três facções, sendo a FDN, criada em Manaus, a que mais mobiliza drogas e recursos nessa ampla região. Por outro lado, o PCC controla principalmente a rota que usa o território paraguaio para abastecer o Centro-Sul com cocaína peruana e boliviana.

Em ambos os casos, o destino principal é o mercado brasileiro, segundo o relatório. O Brasil aparece em segundo lugar no ranking entre os países consumidores de cocaína, atrás apenas dos EUA, de acordo com estudo da ONU publicado em 2015.

Fonte: Folha de S. Paulo

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Homem atravessa rodovia para salvar cachorro e morre

Cão passa bem. Motorista que o atropelou responderá por homicídio culposo

Um homem sacrificou a própria vida para salvar a do cachorro em Mongaguá, no litoral de São Paulo. Conforme a Polícia Civil, Hudson Fuentes, de 43 anos, passeava com a esposa e o cão, na noite desta quinta-feira, no encostamento da rodovia Padre Manoel da Nóbrega quando o animal se soltou e correu para a pista. Ao partir para resgatá-lo, acabou sendo atropelado por um ônibus.
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Em depoimento à polícia, publicado pelo G1, o condutor do coletivo, que não teve o nome revelado, declarou que, pela proximidade e rapidez com que Fuentes correu pela pista, não teve como impedir o atropelamento. Fuentes chegou a ser levado para o Pronto Socorro de Mongaguá, mas não resistiu aos ferimentos.

O acidente foi registrado na Delegacia Sede de Mongaguá como homicídio culposo (sem intenção de matar). O cachorro, de raça não revelada, passa bem.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Grávida some no Rio dois dias antes da cesariana

Uma grávida de nove meses está desaparecida no Rio há dois dias. Maria Eliane Félix, de 45 anos, se internaria nesta sexta-feira num hospital na Ilha do Governador, na Zona Norte do Rio, para dar à luz. Mas, na quarta, saiu da casa da filha, em Olaria, também na Zona Norte, para ir a uma farmácia e não foi mais vista. Parentes já fizeram buscas em hospitais, IMLs e também nas ruas de Olaria, mas não tiveram mais notícias de Eliane.

– Estamos todos desesperados. Meu filho (o taxista Rodrigo Monteiro da Rocha, de 37 anos, marido de Eliane) está muito abalado. Ele perdeu o chão – contou Clodomiro Máximo da Rocha, de 67 anos.

Segundo ele, Eliane espera uma menina que se chamará Rafaela.

– Todos aguardamos com ansiedade a hora do parto. Na quarta, ela saiu para ir à casa da filha. Essa filha contou ao Rodrigo que a mãe saiu falando que ia comprar uma tintura para o cabelo, pois queria chegar ao hospital “produzida”. Mas não voltou – contou Clodomiro.

Rodrigo disse que o úlltimo contato que teve com a mulher foi por volta das 10h de quarta-feira. A mulher conversou normalmente, sem aparentar qualquer tipo de alteração:

– Ela estava bem, tranquila. Minha mulher não usa qualquer tipo de medicação. Esteve bem durante a gravidez.

O taxista contou que notou que havia alguma coisa errada quando, às 3h de quinta-feira, percebeu que a mulher não havia feito qualquer contato.

– Eu estava trabalhando e perdi a noção do tempo. Aí, quando vi que ela não tinha ligado, passei um WhatsApp para ela, que não respondeu. Foi procurar as ligações recebidas e vi que havia quatro chamadas da filha da Eliane. Na hora pensei: “o bebê nasceu antes da hora” – contou Rodrigo, que é casado com Eliane há quase três anos.

Eliane tem 45 anos
Eliane tem 45 anos Foto: Reprodução

Ele, então, ligou para a filha da mulher, que perguntou se a mãe havia voltado para casa:

– Quando disse que não, ela me contou que a mãe estava desaparecida. E o pior: ela está sem documentos e sem o telefone. Tudo ficou na casa da filha.

Rodrigo, parentes e amigos fazem uma campanha nas redes sociais em busca de notícias de Eliane. Segundo ele, o maior temor é que algo ruim tenha acontecido.

– Pensei logo naquela moça grávida que apareceu morta (Rayanne Chrisitini, de 22 anos, sequestrada na Central do Brasil aos sete meses de gestação). A mãe dela, inclusive, viu uma das postagens sobre o sumiço da Eliane e me ligou, sensibilizada. Estou tentando ter fé. Está muito difícil. Estou extenuado, sem dormir há umas quarenta horas. Se alguém souber da Eliane, por favor faça um contato.

O caso foi registrado na Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DPPA). Quem tiver informações sobre Maria Eliane pode ligar para a delegacia (21 2202-0338 e 2582-7129) ou para o Disque-Denúncia (21 2253-1177).

Fonte: EXTRA.
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Pai do menino Joaquim cobra polícia sobre prisão de padrasto foragido

Guilherme Longo desapareceu há quatro meses, após obter habeas corpus.
Ele e a mãe são acusados de matar menino e jogar corpo em rio, em 2013.

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Pai de Joaquim esteve em Ribeirão Preto para conversar com a polícia (Foto: LG Rodrigues / G1)

O pai do menino Joaquim, que foi morto em novembro de 2013, viajou de São Paulo (SP) à Ribeirão Preto (SP) nesta quinta-feira (12) para pressionar as autoridades policiais e cobrar novas ações que investiguem o paradeiro de Guilherme Longo, padrasto da criança e acusado de matar o garoto.

O promotor de eventos Arthur Paes foi à Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Ribeirão acompanhado do advogado. O pai do menino Joaquim Ponte Parques realizou uma campanha por meio de outdoors em 2016 para tentar localizar Guilherme Longo.

O acusado de matar a criança está foragido desde setembro de 2016, sete meses após conseguir um habeas corpus e deixar a penitenciária 2 de Tremembé (SP).

“Estou aqui pra cobrar uma explicação e saber o que está acontecendo. Estão fazendo o trabalho deles, mas estão com um pouco de dificuldade e estão fazendo buscas. Chegam telefonemas, denúncias e estão investigando, mas até agora nada certo ainda”, afirma.

Paes afirma que está angustiado em saber que Guilherme está foragido e estuda novas maneiras de trazer o caso de volta às mídias para localizar o acusado. O pai de Joaquim disse ainda que chegou a pedir às autoridades para colocaeem uma tornozeleira eletrônica em Longo e mantê-lo sob vigilância, mas seu pedido foi negado.

“Vim saber com estão as investigações, se estão, ou não, procurando o Guilherme. Eu preciso de uma resposta. Ele está foragido há quatro meses, ninguém sabe onde ele está. Teoricamente estão investigando, mas nada concreto ainda”, diz.

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Arthur e seu advogado estiveram reunidos com a polícia em Ribeirão Preto (Foto: LG Rodrigues / G1)

Paes afirma que ainda não se conformou com a liberdade concedida ao padrasto do filho pelas autoridades. Paes também voltou a declarar que sua ex-mulher, a mãe de Joaquim, teve uma parcela de responsabilidade pela morte do menino.

“É revoltante saber que um assassino confesso está livre, na praia, não sei onde. É revoltante saber que um cara que matou uma criança de 3 anos está livre e eu, que sou o pai, tenho que correr atrás da investigação, publicar outdoor, fazer campanha em rede social”, conclui.

O advogado de Arthur, Alexandre Durante, também participou das conversas com a equipe de investigação da DIG de Ribeirão e afirmou que a polícia está se empenhando nas buscas por Longo e tem seguido pistas que chegam até ele.

“No segundo momento, fomos informados das providências que estão sendo tomadas pela polícia para tentar localizar o Guilherme, sendo que algumas o delegado já nos adiantou”, explica Durante.

Guilherme Longo ao sair do Fórum em Ribeirão Preto (SP), nesta quarta-feira (24) (Foto: Cláudio Oliveira/ EPTV)

O caso
O corpo de Joaquim foi encontrado no Rio Pardo, em Barretos (SP), em novembro de 2013, cinco dias após o menino desaparecer da casa onde morava com a mãe, o padrasto e o irmão, no Jardim Independência, em Ribeirão.

A Polícia Civil concluiu que o padrasto matou o menino, que sofria de diabetes, com uma alta dose de insulina, e jogou o corpo em um córrego próximo à residência da família. Longo foi indiciado por homicídio triplamente qualificado.

Um laudo do Instituto Médico Legal (IML) emitido na época da morte do garoto apontou ausência de água no organismo, o que descartaria a suspeita de afogamento, mas não identificou outras substâncias.

Em liberdade, a mãe do menino, Natália Ponte, é acusada de ter sido omissa em relação à segurança do filho, por saber que Longo era agressivo e havia voltado a usar drogas na época da morte do garoto.

Preso em Tremembé (SP) desde janeiro de 2014, Longo obteve um habeas corpus da 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), que considerou excessivo o prazo do processo.

Todas as testemunhas do caso já foram ouvidas pela Justiça, que deve definir agora se o caso vai a júri popular.

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Ação da PF contra fraude na Caixa tem Geddel como um dos alvos

Policiais fizeram busca em imóvel do ex-ministro em Salvador; operação desta sexta é baseada em ‘intensa troca de mensagens eletrônica’ flagrada em celular apreendido de Cunha.

A Polícia Federal cumpre nesta sexta-feira (13) sete mandados de busca e apreensão em uma operação para apurar um esquema de fraudes na liberação de créditos junto à Caixa Econômica entre 2011 e 2013. Policiais fizeram buscas, em Salvador, em imóvel do ex-ministro do PMDB Geddel Vieira Lima, que é um dos alvos da operação. Ele foi vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa no período investigado pela PF.

A ação desta sexta, batizada de Cui Bono, se baseia em informações encontradas em um celular em desuso apreendido pela polícia em dezembro de 2015 na residência oficial do presidente da Câmara. Na época, era o deputado cassado Eduardo Cunha que morava no local.

A apreensão do celular ocorreu durante busca e apreensão realizada na Operação Cantilinárias, da qual a Cui Bono é um desdobramento.

Segundo a PF, o celular apreendido continha “intensa troca de mensagens eletrônicas entre o presidente da Câmara à época e o vice-presidente da Caixa Econômica Federal de Pessoa Jurídica entre 2011 e 2013”.

Ainda segundo as investigações, as trocas de mensagem “indicavam a possível obtenção de vantagens indevidas pelos investigados em troca da liberação para grandes empresas de créditos junto à Caixa Econômica Federal”.

De acordo com os investigadores, o esquema investigado teve a participação também do então vice-presidente de Gestão de Ativos e de um servidor do banco. Também são alvos da investigação, segundo a PF, empresários e dirigentes do setor frigorífico, de concessionárias de administração de rodovias, de empreendimentos imobiliários e do mercado financeiro.
Eduardo Cunha quando fez exame de corpo de delito no IML de Curitiba (Foto: Reprodução/TV Globo) Eduardo Cunha quando fez exame de corpo de delito no IML de Curitiba (Foto: Reprodução/TV Globo)
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Eduardo Cunha quando fez exame de corpo de delito no IML de Curitiba (Foto: Reprodução/TV Globo)

Os mandados da operação Cui Bono foram expedidos pela 10ª Vara Federal do DF. Inicialmente, as decisões sobre as investigações ficavam a cargo do Supremo Tribunal Federal (STF). No entanto, após a cassação de Cunha, o caso foi remetido para a Justiça Federal porque ele perdeu foro privilegiado.

Fonte: G1 PF.
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Inflação entre idosos fecha 2016 em 6,07%, abaixo da média

Os dados relativos ao Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade foram divulgados hoje (13)

O Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade (IPC-3i), que mede a variação da cesta de consumo de famílias majoritariamente compostas por indivíduos com mais de 60 anos de idade, registrou no quarto trimestre de 2016 variação de 0,93%.

Com o resultado, a inflação para as pessoas da terceira idade fechou 2016 com alta acumulada de 6,07%, resultado menor do que a inflação acumulada para a totalidade do país (IPC-BR), que foi de 6,18%.

Os dados relativos ao Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade foram divulgados hoje (13), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV). Indicam que, na passagem do terceiro trimestre de 2016 para o quarto trimestre, a taxa do IPC-3i acusou alta de 0,26 ponto percentual, passando de 0,67% para 0,93%.

Segundo a FGV, seis das oito classes de despesa componentes do índice registraram alta em suas taxas de variação. A principal contribuição partiu do grupo Transportes, cuja taxa foi de 0,22% para 2,37%. O item que mais influenciou o comportamento dessa classe de despesa foi gasolina, que variou 3,28%, no quarto trimestre, depois de ter fechado com deflação (inflação negativa) de -1,79% no período anterior.

Preços em alta

Contribuíram também para a alta da inflação entre um período e outro os grupos Alimentação (de -0,22% para 0,31%), Educação, Leitura e Recreação (1,34% para 2,66%), Despesas Diversas (0,39% para 1,54%), Comunicação (0,52% para 1,03%) e Vestuário (0,31% para 0,75%).

Em contrapartida, apenas o grupo Habitação anotou queda de preços entre os dois trimestres, ao passar de 0,72% para uma inflação negativa de 0,16%, influenciado pelo item tarifa de eletricidade residencial, que foi de -2,69% para -6,25%.

Já o grupo Saúde e Cuidados Pessoais repetiu a taxa de variação da última apuração: 1,82%. As principais influências em sentido ascendente e descendente partiram dos itens salão de beleza (0,90% para 2,48%) e artigos de higiene e cuidado pessoal (2,76% para 1,85%), respectivamente.

Fonte: ORMNews.
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Sexta-feira 13 revigora as superstições e movimenta comércio

Data lembrada por muitos traz diversão, medo e venda de produtos

Mantra dos místicos, a Sexta-feira 13 atrai supersticiosos e principalmente o mercado varejista para uma data que não tem uma explicação fundamentada, mas que graças à indústria do cinema se tornou sinônimo de terror. Não é de hoje que se ouve falar sobre o azar ou as simpatias que rondam a data, assim como não se tem uma informação precisa sobre sua origem. As explicações conhecidas são ligadas a várias culturas e locais do mundo.

A cultura nórdica, por exemplo, propõe que a origem da Sexta-Feira 13 está relacionada a Jesus Cristo, que supostamente teria sido crucificado neste dia, logo depois de estar em uma ceia que contava com outras doze pessoas. Religiosos apontam que sua origem tem ligação com o rei Felipe IV, que, por se sentir ameaçado pelo poder da Igreja, tentou entrar na ordem religiosa dos Cavaleiros Templários. No entanto, sua entrada foi ignorada e ele deu ordens, em uma sexta-feira, 13, para que perseguissem os templários.

Assim como essas, outras explicações são conhecidas e comentadas e, no passado, várias outras explicações sobre a data – que ainda é lembrada por muitos – eram divulgadas. Mas sua fama foi consolidada a partir do filme “Sexta-Feira 13”, uma sequência de obras de terror protagonizada por Jason Voorhees, um serial killer que ataca nessa mesma data.

O comércio tem aproveitado a data para promover objetos, roupas e acessórios para uso em eventos com a temática, chamando a atenção de pessoas como a estudante de moda Mel Correa, que adora se caracterizar. “Pra mim, a Sexta-feira 13 é um dia muito bacana, pois as pessoas podem se fantasiar, usar uma maquiagem diferente. Não vejo muitos bares ou casas de shows que façam algo relacionado à temática. Eu e uma amiga iremos nos caracterizar e ir para algum lugar onde tenha uma festa referente à data”, avisou.

Apesar disso, Mel considera a data como um dia comum, onde se pode fazer qualquer coisa, sem ter medo de alguma “represália” negativa. “Creio que as superstições remetem muito às bruxas, que faziam seus rituais nesse dia. Elas obtinham as superstições de que o espelho quebrado ou o gato preto passando por baixo de uma escada trariam anos de azar”, afirmou.

Isso não diminui a crença em superstições da estudante Samantha Soares, que acredita nas crendices ligadas à data e tenta ficar o máximo possível longe do que possa lhe causar qualquer tipo de medo. “É muito comum passar na televisão filmes de terror nesse dia. Eu procuro não assistir nenhum, não ler lada ou ver vídeos sobre isso. A data já é muito sombria pra ficar intensificando. As suprestições que giram em torno da sexta-feira, eu não faço no dia e em todos os outros”, informou a jovem.

A próxima Sexta-feira 13 será em outubro de 2017, com impacto provavelmente maior no mercado, bares e casas de show pela proximidade com o Halloween – o Dia das Bruxas.

Fonte: O Liberal.

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Polícia Civil recupera oito bicicletas furtadas no bairro da Terra Firme

Suspeito furtava bicicletas estacionadas na entrada de farmácias do bairro.
Dois adolescentes e um adulto foram encontrados com os veículos.

A Polícia Civil recuperou nesta quinta-feira (12) oito bicicletas que haviam sido furtadas no bairro da Terra Firme, em Belém. Dois adolescentes e um adulto, que estavam de posse dos veículos, foram conduzidos até a Unidade Integrada Pro Paz (UIPP).

Os menores foram levados em seguida para a Divisão de Atendimento ao Adolescente (Data) para responder por ato infracional de receptação de roubo. O adulto tem 45 anos e foi autuado por receptação dolosa e corrupção de menores.

Segundo o delegado Victor Manfrini, titular da UIPP, a apreensão foi resultado de uma operação de combate aos roubos no bairro. Durante a prisão, os policiais civis apreenderam em posse do suspeito uma chave-micha, usada para abrir cadeados de bicicletas. Ele atuava com as estacionadas na entrada de farmácias no bairro. “Esse tipo de crime incomoda demais a população, principalmente, as pessoas menos abastadas”, disse o delegado.

Fonte; G1 PA.

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Iphan 80 anos: grande patrimônio e poucos recursos

“Se o Brasil tem uma cara, essa cara foi dada pelo Iphan”. Assim, a diretora do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Kátia Bogéa, descreve a importância do órgão que completa 80 anos hoje (13) com a missão de preservar o patrimônio material e imaterial do país.

Entretanto, ela faz o alerta para o risco que o instituto corre de não conseguir cumprir o seu papel em razão, principalmente, da falta de orçamento e de quadro funcional.

O Iphan foi criado em 13 de janeiro de 1937, por meio da Lei nº 378  e, segundo Kátia, esses 80 anos foram fundamentais para a construção de identidade nacional e preservação da memória do Brasil.

“Nos anos 30, com a chegada do automóvel e com as políticas higienistas, as pessoas buscavam o progresso, a industrialização. Aquelas cidades coloniais teriam que dar espaço às grandes avenidas, então começou uma destruição em massa e um rompimento com esse passado colonial. Foi preciso que uma elite de intelectuais liderasse esse movimento de preservação. Começaram uma corrida contra o tempo e contra a destruição. Assim, o Iphan ja nasceu nessa luta de preservar nossa memória”, disse.

Ao longo de sua trajetória, a política nacional de patrimônio foi expandida e se relaciona hoje com diversos campos como gestão urbana e ambiental, direitos humanos e culturais, atuando desde o poder de polícia e fiscalização até a educação, formação profissional e pesquisa e envolvimento internacional.

O Iphan foi a primeira instituição de preservação do patrimônio da América Latina e hoje luta para continuar esse trabalho. Ele está presente em todo o território nacional, com 27 superintendências estaduais, 26 escritórios técnicos, dois parques nacionais e cinco unidades especiais e responde por uma gama de atribuições constitucionais.

“O Iphan já está correndo risco com um corpo técnico diminuto diante da suas complexas atribuições e da quantidade absurda de bens que temos sob nossa responsabilidade. Temos uma situação quase de insolvência”, disse a presidente, contando que metade dos 698 funcionários da instituição deve se aposentar nos próximos dois anos.

Além de não ter previsão de novos concursos, não existe plano de carreira e os salários são muito baixos no Iphan, segundo Kátia, o que causou uma evasão gigantesca no órgão. O Iphan é vinculado ao Ministério da Cultura, que tem um dos menores orçamentos da Esplanada dos Ministérios.

Valorização do patrimônio material e imaterial

Para ela, é preciso uma estratégia de educação e valorização do patrimônio material e imaterial do país. “Esse mundo a que chegamos agora é onde você tem essa massificação, essa globalização, o ser humano muito ligado à materia, às coisas e inteligências artificiais que o futuro está nos destinando. Então essa dimensão humana, de nossas histórias, nossas memórias, e toda a trajetória humana, essa construção coletiva do ser humano precisa se valorizada”, disse.

Kátia explica que o Brasil possui uma diversidade cultural que poucos países têm, mas também uma baixa autoestima. “Esse ativo, em um futuro que vai chegando, é o que vai nos diferenciar nesse mundo globalizado. Nós temos que elevar nossa autoestima, nós somos muito e não estamos enxergando o quanto nós somos. Nossos políticos têm que entender que é essa dimensão humana é que vai destacar o Brasil lá fora”, ressaltou Kátia.

A valorização e a ocupação do patrimônio, para a presidente do Iphan, partem de uma comprensão politica, de um amadurecimento da população, que passa, necessariamente, por um processo de formação educacional de compreensão da importância desse ativo para a população brasileira perante o mundo.

O patrimônio precisa ser ocupado para contribuir com o desenvolvimento socioeconômico do país, é uma questão política e estratégica perante o mundo, afirma a presidente.

“Em países que têm um história muito mais antiga, os centros históricos são utilizados como um ativo, até porque não têm mais para onde crescer, então eles trazem o progresso e o desenvolvimento usando o patrimônio, ocupando as cidades históricas e os significados e as referencias culturais fazendo parte da modernidade e da contemporaneidade”, disse, explicando que o patrimônio é um ativo turístico e de estoque imobiliário incrível que no Brasil fica abandonado.

Nesses 80 anos de atividade, foram tombados 87 conjuntos urbanos (o que implica em cerca de 80 mil bens em áreas tombadas e 531 mil imóveis em áreas de entorno já delimitadas) e três estão sob tombamento provisório.

Parcerias com outras instituições

Nessas áreas, o Iphan atua e investe recursos, tanto direta, na forma de obras de qualificação, quanto indiretamente, por meio de parcerias com outras instituições, além do Programa de Aceleração do Crescimento Cidades Históricas e dos Planos de Mobilidade e Acessibilidade Urbana.

Em 2017, segundo Kátia, o Iphan vai entregar mais de 700 obras de restauração em 44 cidades, entre praças, mercados, passeios públicos e pontes. O instituto tem sob sua proteção 40 bens imateriais registrados, 1.262 bens materiais tombados, oito terreiros de matrizes africanas, 24 mil sítios arqueológicos cadastrados, mais de um milhão de objetos arrolados (incluindo o acervo museológico), cerca de 250 mil volumes bibliográficos e vasta documentação de arquivo.

Na página do Iphan está disponível uma linha do tempo com os fatos que marcaram a história da preservação do patrimônio cultural no Brasil. A iniciativa é aberta a contribuições e procura promover o debate e a reflexão sobre memória e o patrimônio cultural. Com informações da Agência Brasil.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Mãe que confessou ter matado filho muda versão e se diz inocente

A mulher que confessou ter matado o próprio filho de 17 anos a facadas em Cravinhos, no interior de São Paulo, voltou atrás e mudou a versão do crime em um novo depoimento à polícia, prestado na noite desta quinta-feira (12).

De acordo com a Folha de S.Paulo, Tatiana Ferreira Lozano Pereira, de 32 anos, disse agora que Itaberly Lozano Rosa foi morto por dois homens e uma adolescente. O crime ocorreu em 29 de dezembro.

Na versão recente, a mãe contou à polícia que o trio que matou o filho chegou em sua casa na noite do crime perguntando se Itaberly estava “dando muito trabalho” e se ele precisava de um “corretivo”. Tatiana disse que respondeu “sim”, mas, segundo o depoimento, ressaltando ao trio que não deixassem o menino machucado.

A partir disso, de acordo com a nova versão da mãe, os dois rapazes e a menina adolescente ficaram esperando o filho de Tatiana chegar e entraram na casa quando o jovem surgiu. O grupo teria entrado no quarto do menino e cometido o crime. A mãe disse também que só conseguiu identificar a adolescente, mas que desconhecia os dois homens.

No depoimento a mãe diz que saiu de casa no momento em que o trio entrou no local, mas ao ouvir o filho gritar “mãe, vou morrer”, ela esperou vinte minutos e voltou para a residência depois, encontrando o menino morto. Com medo de ser a responsabilizada pela morte, Tatiana disse que teve a ideia de ocultar o corpo. Ela conta também que acordou o marido, padrasto de Itaberly, para que ele a ajudasse a enrolar o cadáver para jogar em um matagal e queimar.

A mãe não soube explicar o fato de não saber o nome dos três suspeitos pelo crime. Tatiana continua presa.

Fonte: Notícias ao minuto.
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