Maior presídio do RN tem presos fora de cela desde 2015

NATAL — A rebelião na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, na Região Metropolitana de Natal, que deixou ao menos 26 mortos no fim de semana, tornou-se um símbolo do descontrole do sistema penitenciário brasileiro, palco de 142 mortes somente este ano. O motim revelou que a unidade prisional, a maior do Rio Grande do Norte, está sob comando dos presos há quase dois anos, quando as portas das celas foram quebradas e os detentos passaram a circular livremente dentro dos pavilhões. Isso impediu, nesta segunda-feira, que a Polícia Militar, o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e agentes penitenciários do Grupo de Operações Especiais (GOE) retomassem o controle da unidade após 48 horas de rebelião. As forças de segurança foram barradas ao tentar entrar no presídio, mesmo com relatos de mais mortes a possibilidade de novos confrontos entre presos.

Na tentativa de responder à rebelião, o governo estadual pediu autorização ao Ministério da Justiça para usar agentes da Força Nacional dentro da penitenciária, o que deve acontecer nesta terça-feira. Também foi pedido um helicóptero, além de reforço no contingente. Desde setembro de 2016, 116 militares da Força Nacional atuam na Região Metropolitana, segundo o portal “G1”.

O pedido será formalizado nesta terça-feira, durante reunião entre o governador do Rio Grande do Norte, Robinson Faria (PSD), e o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes. O governador anunciou, ainda, que pretende se encontrar com o presidente Michel Temer para tratar da crise no sistema penitenciário. Além das mortes, o estado registrou 126 fugas somente este ano. No fim de semana, o ministro da Justiça anunciou que autorizou a liberação de recursos federais para reforçar a segurança em Alcaçuz.

AGENTES RELATAM TENSÃO ENTRE PRESOS

Agentes penitenciários que estiveram em Alcaçuz relataram que a tensão entre os presos deixou o clima na unidade em estágio “crítico”. Segundo a presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Rio Grande do Norte, Vilma Batista, que trabalha na penitenciária, a prisão está dividida entre as duas facções criminosas. Apenas seis agentes tentam fazer a segurança entre os pavilhões.

— A cadeia está na mão dos presos. Está claro e evidente que mesmo que o governo diga o que tem o controle, isso não é o que está acontecendo — afirmou Vilma.

Embora o governo estadual tenha anunciado a retomada do presídio no domingo, os presos voltaram a ocupar os telhados da penitenciária durante a manhã de ontem. Do pavilhão 5, detentos ligados à facção Primeiro Comando da Capital (PCC) exigiram a permanência dos seis presos que teriam sido identificados como mandantes da chacina. Integrantes do Sindicato do RN, considerados rivais do PCC, também subiram ao teto do pavilhão 1. Munidos de paus e bandeiras, os detentos relataram, aos gritos, a existência de outras vítimas do massacre e fizeram juras de novas mortes. Segundo policiais e parentes de presos, detentos do pavilhão 3, até então considerado neutro, aderiram ao PCC após receberem ameaças.

As forças de segurança tentaram entrar na penitenciária por volta das 13h desta segunda-feira, mas se depararam com uma barricada montada por presos. Após cinco horas de negociação, foi acertada a transferências de cinco detentos, que deixaram Alcaçuz escoltados pela Polícia Rodoviária Federal. Eles serão ouvidos sobre a rebelião. Em troca, os militares tiveram que recuar e saíram do complexo penitenciário. O governo do Rio Grande do Norte explicou, em nota, que o objetivo da ação era retirar os cinco presos.

Nesta segunda, outro presídio do Rio Grande do Norte registrou tumulto entre presos. Por volta das 3h, detentos do Presídio Provisório Raimundo Nonato, chamado de Cadeia Pública de Natal, se rebelaram em retaliação às mortes em Alcaçuz. Dessa vez, as autoridades penitenciárias conseguiram controlar a confusão. O presídio abriga 550 presos, mas a capacidade é para 166.

— Eles queriam quebrar os muros do presídios, mas conseguimos contornar a situação — contou o diretor da unidade, Alexsandro Coutinho.

A perda do controle do governo do Rio Grande do Norte nas penitenciárias teve início em março de 2015, quando foi presos de 16 unidades, além de um centro de recuperação de crianças e adolescentes em situação de risco, orquestraram uma quebradeira das carceragens. Nas ruas, ônibus foram queimados e bases policiais foram atacadas. Os detentos mostraram que, de dentro das prisões, impunham medo. Na ocasião, foi decretado estado de emergência no sistema prisional.

Desde então, as unidades prisionais permanecem destruídas e nenhuma vaga para presos no estado foi aberta. Obras de reparos foram realizadas depois que o governo recebeu R$ 7,3 milhões da União. Porém, uma nova rebelião, em outubro, tornou a destruir o interior da penitenciária de Alcaçuz, que hoje abriga cerca de 1.140 presos, o dobro de sua capacidade. Desde então, a unidade está sem celas. Os presos circulam livremente pelas galerias. Somente sete agentes atuam em esquema de plantão. O governo estadual planejava reformar Alcaçuz. Antes, porém, pretendia transferir parte dos detentos para a Cadeia Pública de Ceará-Mirim, que terá capacidade para 600 presos quando for concluída. A obra, no entanto, está atrasada e prometida para novembro.

Fonte: Globo.
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Bombeiros e surfistas se unem para salvar cinco turistas em praia de SP

Bombeiros, surfistas e helicóptero Águia participaram de ação em Guarujá.
Sequência de fotos mostra turistas arrastados pela maré sendo salvos.

O resgate de cinco turistas que se afogavam em uma praia de Guarujá, no litoral de São Paulo, no último domingo (15), chamou a atenção de quem estava no local. Uma das vítimas foi içada do mar em uma rede pelo helicóptero Águia, da Polícia Militar. A ação, que foi registrada em fotos, contou também com a participação de bombeiros e surfistas.resgate3

O caso ocorreu no local conhecido como Canto do Maluf, na Praia da Enseada. Segundo informações do Grupamento de Salvamento Aquático do Corpo de Bombeiros, quatro garotas, com idades entre 17 e 21 anos, e um homem de 50, moradores de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, nadavam no trecho quando foram puxados pela correnteza e não conseguiam mais voltar para a areia.

Eles começaram, então, a pedir socorro. Nesse momento, surfistas que estavam próximos perceberam a situação e se mobilizaram para ajudar o grupo. O Corpo de Bombeiros também entrou em ação, com botes e motos aquáticas, e um helicóptero Águia foi acionado para atuar no trabalho.
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Uma das meninas foi retirada do mar pela aeronave em uma rede, auxiliada por um policial militar. Os demais foram resgatados pelos surfistas e guarda-vidas. O grupo recebeu atendimento e foi liberado em seguida. Ninguém se feriu.

Fonte: G1.    
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Motorista mata passageiro que assediava mulher

Um motorista de ônibus matou a tiros um passageiro de 36 anos, na noite do último sábado (14) deste sábado (14/11), dentro do coletivo que fazia uma linha de Jundiaí, interior de São Paulo. O motivo, segundo testemunhas, foi porque o passageiro passou as mãos em partes íntimas de duas moças. Elas reclamaram com o motorista, que foi tirar satisfações.

De acordo com as testemunhas, o passageiro desferiu um soco no olho do motorista. Revoltado, o motorista voltou ao seu banco, pegou dentro de uma bolsa uma pistola calibre 380 mm e apontou para o passageiro. Pratis teria partido para cima de Silva. Três disparos foram dados pelo motorista contra o passageiro, que morreu na hora.

Após o homicídio, Silva abandonou o ônibus e fugiu a pé.

Mulheres vêm reclamando constantemente, nas empresas de ônibus de Jundiaí, dos assédios que recebem dentro dos coletivos. A empresa em que Silva trabalha recebeu foto de um suspeito que atacou, na quinta-feira (12), uma garota.

A jovem T.M., de 20 anos, relatou que descia do ônibus do Terminal Colônia para o Centro de Jundiaí, às 17h40, quando foi atacada pelo mesmo homem que tem foto circulando nas redes sociais. Ela gritou, xingou e esperou reação dos demais passageiros, “que não fizeram nada”.

Um servidor público, J.V., disse que está revoltado com os homens que ficam assediando sua filha, quando ela volta do trabalho, às 23 horas, na linha do Parque Eloy Chaves para o Jardim Novo Horizonte e não tem segurança.

Fonte: DOL.
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Com inflação, preços do aluguel caem quase 9% em 2016

Levantamento do índice FipeZap mostra que valor médio da locação teve queda nominal de 3,23% no ano passado

Os preços médios do aluguel residencial no Brasil caíram 8,95% em 2016, descontada a inflação oficial medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Os dados foram divulgados pelo índice FipeZap nesta terça-feira (17). A queda nominal (sem considerar a inflação) foi de 3,23%.

Em dezembro, os preços ficaram praticamente estáveis, com variação negativa de 0,02%, registrando valor médio de R$ 29,99 por metro quadrado nas 11 cidades pesquisadas. Todas as cidades monitoradas pelo índice tiveram queda real no preço médio do aluguel em 2016. Apenas em São Bernardo do Campo e Santos não houve queda nominal.

A cidade com o maior valor por metro quadrado para o aluguel, em dezembro, era o Rio de Janeiro (R$ 35,21), seguida por São Paulo (R$ 34,95%). As mais baratas foram São Bernardo do Campo (R$18,83) e Curitiba (R$ 16,57).

O Rio de Janeiro teve a maior queda no preço médio da locação em 2016, com recuo de 6,21%, seguida de Campinas, com redução de 4,71% no ano passado.

Rentabilidade do aluguel

O retorno dos proprietários com o aluguel foi de 4,4% ao ano em dezembro de 2016. A rentabilidade anual considera a divisão do valor do metro quadrado para locação pelo de venda do imóvel, multiplicado por 12.

Esse percentual foi mais baixo que a taxa de juros real, que foi de 6,9% em 2016. Essa taxa considera a expectativa de inflação para os próximos 12 meses e é medida pelo Banco Central. Também ficou abaixo da caderneta de poupança, que rendeu 8,3% no ano passado e foi maior que a inflação do período, de 6,29%.

A cidade de Santos, no litoral paulista, teve a maior rentabilidade das 11 pesquisadas pelo índice, com retorno de 6,3% no ano passado. Já a cidade menos rentável para o aluguel foi Curitiba (PR), com retorno anualizado de 3,5%. São Paulo apresentou rentabilidade média de 4,8% no mesmo período, e o Rio de Janeiro, 3,8%.

O cálculo do índice considera preços apenas de anúncios para novos aluguéis, sem incorporar a correção em contratos vigentes, cujos preços costumam ser reajustados pelo IGP-M/FGV ou índices similares, de acordo com os contratos estabelecidos.

Fonte: ORMNews.
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Presos ainda controlam presídio no RN apesar da presença da polícia

Boa parte dos presos continua livre dentro de um pavilhão da unidade, em uma ala dominada pela facção PCC

A situação no presídio de Alcaçuz, região metropolitana de Natal, segue indefinida na tarde desta segunda-feira (16). Boa parte dos presos continua livre dentro de um pavilhão da unidade, em uma ala dominada pela facção PCC (Primeiro Comando da Capital).
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Um grupamento do Batalhão de Choque da Polícia Militar ocupa uma espécie de pátio que separa essa ala do PCC de outras duas comandadas pela facção criminosa Sindicato do Crime. O conflito entre os dois grupos durante uma rebelião no fim de semana deixou ao menos 26 mortos.

Nesses dois pavilhões, os presos não aparecem mais nos telhados, como no início da tarde. Segundo advogados e parentes de presos que aguardam do lado de fora, os detentos pertencentes ao PCC estão armados e pretendem invadir as outras duas áreas.

Há informações de que presos do Sindicato também têm armas, mas em menor quantidade. O governo do Rio Grande do Norte tenta negociar uma rendição pacífica.

Após as mortes do fim de semana, um novo motim foi registrado nesta segunda-feira. De acordo com o governo do Estado, há possibilidade de haver mais mortes relacionadas à rebelião e corpos estão sendo procurados nas fossas do presídio. Outros nove presos feridos estão hospitalizados.

MASSACRE EM ALCAÇUZ

A rebelião em Alcaçuz foi motivada por uma briga nos pavilhões 4 e 5 do presídio envolvendo as facções PCC e Sindicato do Crime. Segundo o governo, todos os mortos são ligados ao Sindicato do Crime. Houve uma invasão de um pavilhão por presos inimigos, o que deu início ao motim.

A matança é mais um capítulo da crise penitenciária no país: é o terceiro massacre em presídios em apenas 15 dias. No total, 134 detentos já foram assassinados somente neste ano, 36% do total do ano passado, quando 372 presos foram mortos.

O trabalho de identificação dos corpos começará nesta segunda e deve seguir por 30 dias, diz o governo -em Roraima, onde um motim deixou 33 mortos no dia 6, o governo demorou pouco mais de um dia para divulgar uma lista com os nomes de 31 vítimas. Dois dos presos mortos no Rio Grande do Norte foram carbonizados e todos os outros foram decapitados.

Segundo o diretor do Itep (Instituto Técnico Científico de Perícia), Marcos Brandão, não há marcas aparentes de perfuração por balas nos corpos, apenas por instrumentos cortantes -ainda é preciso fazer necropsia nos corpos para identificar as causas de morte. Agentes encontraram dentro do presídio uma pistola caseira, de um cano feita manualmente, e granadas não letais, que não foram usadas, segundo o governo.

MORTES EM PRESÍDIOS

Com mais essas 26 mortes, o número de assassinatos em presídios pelo país chega a 134 casos nas primeiras duas semanas do ano. As mortes já equivalem a mais de 36% do total registrado em todo ano passado. Em 2016, foram ao menos 372 assassinatos -média de uma morte a cada dia nas penitenciárias do país. O Estado do Amazonas lidera o número de mortes em presídios com 67 assassinatos, seguido por Roraima (33).

No dia 1° de janeiro, um massacre no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj) deixou deixa 56 mortos em Manaus (AM), após motim que durou 17 horas. No dia seguinte, mais quatro detentos morrem na Unidade Prisional de Puraquequara (UPP), também em Manaus.

Seis dias depois, uma rebelião na cadeia de Raimundo Vidal Pessoa deixou quatro mortos. Logo em seguida, três corpos foram encontrados em mata ao lado do Compaj. Com isso, subiu para 67 o total de presos mortos no Amazonas.

No dia 4 de janeiro, dois presos são mortos em rebelião na Penitenciária Romero Nóbrega, em Patos, no Sertão da Paraíba. Dois dias depois, 33 presos são mortos na maior prisão de Roraima, a Penitenciária Agrícola de Monte Cristo, em Boa Vista.

Na tarde de quinta (12), dois detentos foram mortos na Casa de Custódia, conhecida como Cadeião, em Maceió (AL). O presídio, destinado a abrigar presos provisórios, fica dentro do Complexo Penitenciário, em Maceió (AL). Jonathan Marques Tavares e Alexsandro Neves Breno estavam nos módulos 1 e 2 da cadeia, respectivamente.

No mesmo dia, dois presos foram mortos em São Paulo, na Penitenciária de Tupi Paulista (a 561 km da capital paulista). A Secretaria da Administração Penitenciária informou que eles morreram durante uma briga em uma das celas.

Neste domingo (15), uma fuga na Penitenciária Estadual de Piraquara, no Paraná, deixou dois mortos. Um grupo explodiu, pelo lado de fora, um muro da penitenciária, que concentra membros da facção PCC (Primeiro Comando da Capital), segundo agentes penitenciários.

Fonte: Notícias ao minuto.

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Diretora pedagógica dá dicas para melhor rendimento escolar

No período de voltas às aulas, a reorganização dos horários é fundamental para um bom desempenho nos estudos

Quando janeiro chega, logo é hora de dar adeus ao descanso matinal e recomeçar a rotina de aulas. Dessa vez, não poderia ser diferente. Mas, para aqueles que adoram estender o período de férias, esse ano deixou um gostinho de quero mais. Por conta dos mais de 10 feriados prolongados ao longo de 2017, a maioria das escolas precisou iniciar o calendário de aulas mais cedo, já nos primeiros dias de janeiro, para que consigam ter 200 dias letivos completos, que compreendem 800 horas anuais, carga horária total que atualmente é solicitada pelo Ministério da Educação (MEC).

Na manhã desta segunda (16), a maioria das escolas da capital voltaram à sua rotina de aulas. Por baixo de uma leve chuva, pais e filhos deixaram suas casas e se dirigiram para mais um início de calendário escolar. A auxiliar administrativa Monike Araújo, de 30 anos, precisou levar os pequenos Nícolas (8) e Tarso (3) novamente para o colégio, depois de mais de trinta dias de férias. Para a mãe, o segredo da readaptação às aulas é a organização de horários. “Tem toda uma preparação para readaptar os filhos, principalmente quando são pequenos, para ajudá-los a retomar o ritmo de aula depois das férias. Coloco para dormir bem mais cedo, já tentando fazê-los acordar dispostos”, afirmou.

A diretora pedagógica Juliana Almeida, confirmou que uma das maiores dificuldades no período de volta às aulas é justamente a disposição dos alunos para com os estudos, já que eles estão desacostumados com a rotina da escola e acabam dormindo mais tarde, fator que dificulta o rendimento escolar. “Quando os alunos dormem tarde, eles já chegam para estudar com sono, com preguiça, indispostos, mal humorados. Então, os pais têm que impor horários regulares para dormir para que as crianças tenham melhor rendimento na escola”, explicou a diretora.

Assim, de acordo com a Juliana, para que os estudantes retomem a disposição e envolvimento com a escola, é de suma importância que nos primeiros momentos de volta às aulas, eles tenham um acolhimento do núcleo educacional.”Neste primeiro momento, que as crianças ainda estão em período de adaptação e readaptação, a gente faz um acolhimento, uma ambientação, para deixar a criança confortável. A criança vai se acostumando com o tempo ao ambiente, aos professores, aos funcionários da escola, e só a partir disto é que iniciamos, de fato, as aulas”, declarou.

Fonte: ORMNews.
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Polícia recaptura homem que fugiu de presídio durante massacre no RN

O presidiário detido nesta segunda é Luan Franklin Anselmo da Silva, de 25 anos

A Polícia Militar do Rio Grande do Norte recapturou nesta segunda-feira, 16, um homem foragido da Penitenciária Estadual de Alcaçuz. O presidiário afirma ter escapado da unidade durante a rebelião registrada no sábado, 14, quando 26 detentos foram assassinados.
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Foi a primeira vez que um órgão ligado ao governo do Estado admitiu que havia presos foragidos após a rebelião. Durante as entrevistas coletivas concedidas no domingo, 15, o secretário de Justiça e Cidadania, Wallber Virgolino, afirmou que somente um detento havia escapado e que, logo em seguida, foi recapturado.

O presidiário detido nesta segunda é Luan Franklin Anselmo da Silva, de 25 anos. Ele foi recapturado no bairro da Redinha, na zona norte de Natal. Silva realizou um assalto no bairro Pajuçara, também na zona norte, pouco antes de ser preso.Com informações do Estadão Conteúdo.
Fonte: Notícias ao minuto.
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Escutas e microcâmeras são encontradas no gabinete da Prefeitura

Escutas e microcâmeras são encontradas no gabinete da Prefeitura

Escutas e microcâmeras foram encontradas no gabinete da Prefeitura de Maringá. A vistoria foi feita no quarto dia de mandato de Ulisses Maia. Um sistema ilegal de gravações foi retirado do local.

Segundo Domingos Trevisan, chefe de gabinete, ainda não há informações sobre quando e com qual objetivo o sistema foi instalado. A central de áudio e vídeo estava embaixo da mesa do chefe de gabinete. Tudo estava interligado por uma fiação que passava pelo teto, pela recepção e chegava no gabinete do prefeito.

No cômodo, havia duas microcâmeras, sendo que uma estava instalada em um forro e a outra em outro canto da sala. A atual administração ainda não sabe há quanto tempo esses equipamentos estavam instalados e se chegaram a gravar alguma coisa.

Todo o sistema ainda será avaliado para verificar se há informações gravadas. caso seja identificado qualquer registro, a administração vai levar o caso a polícia.

Fonte: MASSA NEWS.
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Dois moradores do ES são internados com suspeita de febre amarela

Se as suspeitas forem confirmadas, os casos serão os primeiros da doença no estado

Dois moradores de municípios do Espírito Santo estão internados com suspeita de febre amarela. Se confirmados, os casos serão os primeiros da doença no Estado. No sábado, 14, a Secretaria de Estado de Saúde informou que 54 macacos haviam sido encontrados mortos em municípios próximos da divisa com Minas Gerais, que teve decretada situação de emergência por conta da febre amarela. Óbitos desses animais, quando acontecem em escala maior e em curto período, são considerados como alerta para que a doença atinja seres humanos.
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Os casos suspeitos são de moradores dos municípios de São Roque do Canaã e Conceição do Castelo, respectivamente a 80 quilômetros e 60 quilômetros da divisa entre o Espírito Santo e Minas Gerais. O governo do Espírito Santo anunciou para esta segunda-feira, 16, início de vacinação em 27 municípios do Estado que fazem divisa com Minas. A decisão foi tomada após a morte dos macacos ser comunicada ao Ministério da Saúde. A ação de vacinação foi comunicada como um “bloqueio” da chegada da febre amarela no Estado.

O governo federal, segundo a secretaria de saúde do Espírito Santo, se comprometeu a enviar 350 mil doses da vacina contra a doença. As doses serão distribuídas aos postos de saúde dos municípios, que ficarão responsáveis pela imunização da população.

Segundo o último levantamento do governo de Minas Gerais, 38 pessoas morreram no Estado até a última sexta-feira, 13, com suspeita de febre amarela. Até o momento, há 133 casos de pacientes que teriam contraído a doença.

Do total, 21 foram transferidos para o hospital Eduardo de Menezes, em Belo Horizonte. O decreto de situação de emergência vale para quatro regionais de saúde do Estado: Governador Valadares (Leste), Teófilo Otoni (Vale do Mucuri), Coronel Fabriciano (Vale do Aço) e Manhumirim (Zona da Mata), abrangendo 152 municípios.Com informações do Estadão Conteúdo.

Fonte: Notícias ao minuto.
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