Ponte sobre o Rio Jamanxim, água ameaça passar por cima e aumenta o risco de cair

“Cabeceiras da ponte está alagada e correm risco de desbarrancamento”.

O risco de desmoronamento das cabeceiras da ponte sobre o “rio Jamanxim”, que interliga a cidade de Novo Progresso as UCs (unidade de conservação-APA, FLONA, PARNA), com a intensidade de chuvas que vem caindo na região, o nível d’água subiu e ameaça a estrutura da ponte. O Risco de uma madeira (árvore) rodar e forçar a ponte com a enxurrada.

Segundo um usuário que transita por ela todos os dias, a ponte apresenta problemas na estrutura, mas acredita que não vai ser levada pela enxurrada, a reforma que foi realizada ajudou muito, disse.

Segundo ele, a ponte teve a situação piorada devido à cheia no Rio Jamanxim.

O Jornal Folha do Progresso aproveita para deixar um alerta, para os usuários agora redobrarem os cuidados. Estamos em um dos períodos mais chuvosos do ano e essa ponte é perigosa outras casos de veículos que caíram de ponte já ocorreu, como não esta interditada cabe aos condutores de veículos tomar todo cuidado possível  para impedir que o pior aconteça.

jamanxim pnte

Da redação Jornal Folha do Progresso (Fotos Claudinho Leite)

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Safra americana terá maior aumento de área em 10 anos e soja tomará espaço de outras culturas

Na última semana o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) lançou o Outlook 2026, contendo projeções a longo prazo da produção agrícola no país, movimentando o mercado internacional no final da semana. De acordo com análise do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), os dados vieram em linha com a expectativa que já estava sendo sinalizada pelo órgão desde o final de 2016 com incremento a longo prazo na área de soja do país.

De acordo com as projeções, nos próximos dez anos, a safra 17/18 da soja, que será semeada neste ano no país, tende a ser a safra a apresentar o maior incremento anual em área semeada, totalizando 34,6 milhões de hectares. Em contrapartida, o USDA projeta uma redução no cultivo da área agrícola (das oito maiores culturas) até 2026, o que aumentará a participação da soja na produção agrícola dos EUA.

Para o Imea, “de maneira geral, os dados sinalizaram uma expectativa de produção positiva da soja a longo prazo, podendo pressionar o mercado, no entanto, a produtividade pode ser uma das variáveis a modificar este cenário”.

Fonte: Só Notícias/Agronotícias
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Quase 200 mil empresas devem o FGTS de seus funcionários

São 198,7 mil empresas devedoras de depósitos do FGTS

Cerca de 7 milhões de trabalhadores não tiveram depósitos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), incluindo contas ativas e inativas, feitos corretamente por seus empregadores. São 198,7 mil empresas devedoras de depósitos de FGTS, segundo informações da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), órgão vinculado ao Ministério da Fazenda.

Com isso, muitos trabalhadores que quiserem sacar o saldo do FGTS de uma conta inativa podem ter problemas. Só em São Paulo, são 52,8 mil empresas devendo depósitos no FGTS de seus empregados e ex-empregados, em um total de R$ 8,69 bilhões em débitos. No Rio de Janeiro, as dívidas chegam a R$ 4,1 bilhões, distribuídos entre 27,7 mil empresas inadimplentes.

De acordo com a procuradoria, só em inscrições de empresas na dívida ativa, existe um débito de R$ 24,5 bilhões. Contudo, nem todas as empresas listadas entre as devedoras estão inscritas na dívida ativa, ou seja, o valor desse débito é maior. Uma empresa só é inscrita na dívida ativa quando não faz acordo com o Ministério do Trabalho, ou fazer o acordo, mas não o cumpre.

O rombo nas contas dos trabalhadores poderia ser ainda maior. Entre 2013 e 2016, a Procuradoria da Fazenda conseguiu recuperar R$ 466,9 milhões, efetuando a cobrança junto às empresas.

Caso o trabalhador verifique que a empresa para a qual trabalha ou trabalhou não fez os depósitos corretamente, ele deve procurar a própria empresa. Outra dica é ir a uma Superintendência Regional do Trabalho, vinculada ao Ministério do Trabalho. O ministério é o órgão responsável pela fiscalização dos depósitos nas contas do FGTS dos trabalhadores.

Fonte: ORMNews.
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“A Operação Lava Jato precisa chegar ao poder Judiciário”

Não é de hoje que a jurista Eliana Calmon, de 72 anos, polemiza com seus pares da magistratura. Em 2011, quando ocupava o cargo de corregedora nacional de Justiça, ela afirmou que “bandidos de toga” estavam infiltrados no Judiciário. A declaração a colocou em rota de colisão com associações de juízes e magistrados, e posteriormente ela disse ter sido mal interpretada: “Eu sei que é uma minoria. A grande maioria da magistratura brasileira é de juiz correto”. Seis anos depois, com o país mergulhado no escândalo de corrupção da Petrobras, que mobiliza juízes de diversas instâncias com processos da Operação Lava Jato, Calmon volta à carga, e afirma que é preciso apurar a responsabilidade do Judiciário no caso.

Pergunta. Como você avalia a Lava Jato até o momento?

Resposta. A Lava Jato foi um divisor de águas para o país. A partir dela vieram à tona as entranhas do poder brasileiro, e sua relação com a corrupção em todos os níveis de Governo. Mas para que tudo isso fique muito claro, seja passado a limpo de fato, precisa se estender para todos os poderes. Muitos fatos envolvendo o Executivo e o Legislativo vieram à tona, mas o Judiciário ficou na sombra, é o único poder que se safou até agora.

P. Você acha que membros do Judiciário também tiveram um papel no escândalo de corrupção?

R. O que eu acho é o seguinte: a Odebrecht passou mais de 30 anos ganhando praticamente todas as licitações que disputou. Enfrentou diversas empresas concorrentes, muitas com uma expertise semelhante, e derrotou todas. Será que no Judiciário ninguém viu nada? Nenhuma licitação equivocada, um contrato mal feito, que ludibriasse e lesasse a nação? Ninguém viu nada? Por isso eu digo que algo está faltando chegar até este poder. Refiro-me ao Judiciário como um todo, nas três instâncias. Na minha terra, na Bahia, todo mundo sabia que ninguém ganhava nenhuma causa contra a Odebrecht nos tribunais. O que eu questiono é que em todas estas décadas em que a empreiteira atuou como organização criminosa nenhum juiz ou desembargador parece ter visto nada… E até agora nenhum delator mencionou magistrados.

P. Mas não existe um corporativismo no Judiciário que dificultaria processos contra os magistrados?

R. Os juízes exercem atividade jurisdicional para serem isentos. Ponto. É o seguinte: o juiz de primeiro grau é processado perante o próprio tribunal. O de segundo grau é processado pelo Superior Tribunal de Justiça, e os ministros pela Suprema Corte.

P. Como vê a indicação do senador Edison Lobão (PMDB-PA), investigado pela Lava Jato, para a presidência da Comissão de Constituição e Justiça do Senado?

R. Um presidente que está com seu ibope tão baixo quanto está o Michel Temer deveria ser mais cauteloso. Do ponto de vista jurídico nada impede que ele articulasse com a bancada do PMDB no Senado para colocar o Lobão na presidência. Mas em razão do envolvimento dele no processo da Lava Jato melhor seria que ele ficasse de fora. Por outro lado, a decisão era da bancada do partido, que é majoritária, então isso é normal. Se não fosse o Lobão ia botar quem? Está todo mundo comprometido. Você fecha o olho e pega um parlamentar… Pegou um corrupto! Pegou outro, corrupto!
Eliana Calmon em sua residência. Andressa Anholete

P. O que achou da indicação do ministro da Justiça licenciado, Alexandre de Moraes, para a vaga de Teori Zavascki no Supremo Tribunal Federal?

R. Eu gostei da indicação. Aí todo mundo me pergunta “ah, mas o Moraes é político!”. Olha, eu gostei porque conheço ele e conheço os outros que foram cotados para assumir a vaga… E aí você conclui o que quiser. Esta história dele ser político, ora, eu conhecia os outros candidatos e não tinha ninguém bobo. Todos no STF têm inclinações políticas. Não é por amizade que apoio o nome dele. O que acontece é que ele é jovem e muito talentoso, tem livros maravilhosos sobre direito. É brilhante como intelectual e como militante na advocacia. Agora, se ele vai vender a alma ao diabo ou não, aí temos que ver…

P. Enquanto os processos da Lava Jato na primeira instância avançam com rapidez, no STF o ritmo é diferente. O que provoca essa lentidão na Corte Suprema?

R. O processamento das ações nos tribunais anda a passos de cágado. Não é só o Teori Zavascki ou o Edson Fachin [ex-relator e atual relator da Lava Jato no STF] que são responsáveis por isso. A tramitação do processo é muito lenta, e é óbvio que aqueles que detêm foro especial não têm interesse em fazer com que o processo, com que essas ações penais andem rápido. A legislação é cruel, há uma dificuldade de fazer andar esses processos. Veja na primeira instância, por exemplo: o Sérgio Moro recebe uma denúncia, e ele faz um juízo de valor, acolhendo ou não. Se acolheu, o denunciado já se torna réu. Agora no foro especial, quando o relator recebe a denúncia, ele nem inicia a ação penal. Ele abre uma intimação para que o indiciado na denúncia venha se defender. Só depois dessa defesa é que ele leva para a corte. Isso estende muito o processo, é muito demorado. E só depois disso começa o processamento.

P. Temer foi muito criticado por ter nomeado Moreira Franco, citado dezenas de vezes na Lava Jato, para um ministério. Acha correta a nomeação?

R. Eu acho que se o Ministério Público com base em fatos incontroversos faz uma reclamação formal contra um ministro, eu entendo que não deveria ser nomeado. Ele [Temer] deu aquela desculpa meio esfarrapada [que afastaria quem fosse denunciado] mas a nação teve que engolir. No final de contas é a mesma situação que ocorreu com o Lula, mas dessa vez em decisão monocrática o ministro Celso de Mello avaliou que ele poderia tomar posse.

P. O juiz Sérgio Moro tem sido muito criticado desde o início da Lava Jato pelo que alguns consideram como sendo um abuso nas prisões preventivas. Como você vê essa questão?

R. O Moro é muito dinâmico, conhece muito este processo específico, uma vez que ele acompanha o caso e seus desdobramentos desde o início. Isso dá celeridade ao processo, e acho que isso é algo que deve ser aplaudido. Quanto às críticas envolvendo prisões preventivas, a culpa é do STF que não julga os pedidos de liberdade feitos pela defesa. Em última instância, os pedidos de habeas corpus cabem ao Supremo.

Fonte: MSN.
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Sobe para 89 número de mortes confirmadas por febre amarela

As mortes no Brasil foram distribuídas entre Minas Gerais (77), Espírito Santo (9) e São Paulo (3)

Nos últimos dois dias, mais sete pessoas morreram em decorrência da febre amarela e as autoridades municipais de Saúde confirmaram mais 20 casos da doença nos estados de Minas Gerais, do Espírito Santo e de São Paulo. Segundo balanço divulgado hoje (17) pelo Ministério da Saúde, desde o início do ano, dos 200 óbitos suspeitos de febre amarela notificados, 89 foram confirmados, 108 continuam sob investigação e três foram descartados.

As mortes provocadas pela febre amarela ocorreram em Minas Gerais (77), no Espírito Santo (9) e em São Paulo (3).

Ao todo, 1.258 casos suspeitos de febre amarela foram notificados este ano, sendo que 263 foram confirmados, 882 continuam sendo investigados e 113 foram descartados. Do total de registros, 1.032 foram em Minas, 163 no Espírito Santo, 16 em São Paulo, 15 na Bahia, 6 no Tocantins e um caso no Rio Grande do Norte.

Para tentar conter o avanço da febre amarela no país, o Ministério da Saúde enviou 12,7 milhões de doses extras da vacina contra a doença para os estados com registros de casos e para localidades na divisa com áreas que tenham casos notificados.

Até o momento, Minas Gerais recebeu 5,5 milhões de doses extras do imunizante, São Paulo, 2,75 milhões de doses; Espírito Santo, 2,5 milhões; Rio de Janeiro, 1,05 milhão e a Bahia, 900 mil. O montante, segundo o ministério, é um adicional às doses de rotina do Calendário Nacional de Vacinação, enviadas mensalmente aos estados.

Fonte: ORMNews.
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Sinop: suspeito é baleado e morto durante tentativa de assalto em agência

A tentativa de assalto ocorreu em uma agência de uma cooperativa de crédito, localizada na avenida das Acácias, agora há pouco. Um dos suspeitos foi baleado por um segurança da unidade, não resistiu aos ferimentos e faleceu no local. Um segundo suspeito conseguiu fugir e, até o momento, não foi capturado. Nenhuma outra pessoa se feriu.

De acordo com informações policiais, este suspeito baleado estava com uma arma, que ficou no local e foi apreendida. A Polícia Militar recebeu a informação de que os dois suspeitos entraram na unidade para praticar o assalto. Eles chegaram ao local em uma Honda CG verde, que foi estacionada nas proximidades.

No entanto, houve a reação por parte do segurança que baleou o suspeito e o outro fugiu. A PM está realizando buscas na tentativa de encontrar este segundo acusado. O suspeito morto não foi identificado.

A Perícia Técnica e Identificação Oficial foi acionada para realizar os procedimentos necessários e teria constatado de dois a três orifícios de entrada no corpo do suspeito morto. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para necropsia.

A Polícia Civil já iniciou as investigações. Como houve tentativa de assalto, o delegado Carlos Eduardo Muniz informou que o caso será repassado para a Delegacia de Roubos e Furtos (Derf). Ele explicou que neste primeiro momento é apontada a tese de legítima defesa (reação do segurança), porém, mesmo assim um inquérito será aberto para apuração o fato. Segundo ele, é necessário que faça um levantamento de tudo que ocorreu no local.

Ainda segundo o delegado, não houve troca de tiros no interior da unidade, apenas a reação por parte do segurança.

Uma fonte de Só Notícias, que estava na cooperativa no momento do assalto e prefere não se identificar, informou que havia poucos clientes e tudo foi muito rádio. “Eu estava de costas para a porta quando os assaltantes entraram. Ouvi o tiro, levei um grande susto e me joguei no chão. As outras pessoas também se jogaram. Eu acho que o segurança salvou a vida dele e a nossa também. Foram momentos tensos. Alguns funcionários se esconderam atrás das mesas. Eu me rastejei perto de móvel para me esconder”,

Fonte: Só Notícias.
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Chamadas entre telefones fixos e móveis ficarão mais baratas a partir do dia 25

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) informou nesta quarta-feira, 15, que, a partir do próximo dia 25, as tarifas de interconexão entre as empresas de telefonia fixa e móvel serão reduzidas, e que essa redução será repassada aos preços cobrados do consumidor. Com isso, os valores das chamadas locais de fixo-móvel terão redução de 16,49% a 19,25% e as ligações interurbanas terão queda entre 7,05% a 12,01%.

De acordo com a agência, esses preços vão continuar caindo ano a ano até 2019, conforme decisão tomada em 2014.

O ato que formaliza a redução dos valores é assinado pelo presidente da Anatel, Juarez Quadros, e está publicado no Diário Oficial da União (DOU).

Fonte: ISTOÉ
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Combate ao ‘Aedes’ mobiliza 67 mil militares

O recorde de envolvimento de militares nessas ações é de 2011, quando 11,8 mil foram acionados

O ano de 2016 representou um recorde de mobilização de militares nas chamadas ações subsidiárias. Essas atuações consistem em apoio a eventos comunitários, ações cívico-sociais e campanhas de saúde pública. No ano passado, em meio ao aumento de casos de doenças transmitidas pelo mosquito, a mobilização nacional de combate ao Aedes aegypti fez com que fossem às ruas 67,6 mil militares do Exército.

O mutirão ocorreu com objetivo de identificar e extinguir focos do inseto em diversas cidades. Os homens de farda já participaram de outras iniciativas municipais com o mesmo objetivo, como em janeiro de 2016 em São Paulo.

O recorde anterior de envolvimento de militares nessas ações havia sido em 2011, quando 11,8 mil foram acionados.

A quantidade de operações desenvolvidas no ano passado também foi a mais alta dos últimos dez anos: 27. No ano em que menos participou dessas atividades, o Exército desenvolver 14 operações, em 2006.

Em dez anos, foram desenvolvidas 245 operações, com emprego de 132 mil pessoas. As naturezas das atuações aqui também são diversas, indo desde escavação de poços e distribuição de água no interior de Estados do Nordeste a apoio a comunidades indígenas da região amazônica por intermédio dos pelotões especiais de fronteira.

Entre as ações subsidiárias desenvolvidas pelo Exército ainda está a execução de obras de engenharia em diversas regiões do País, como parte dos esforços do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Homem morre ao ser atingido por chifre no coração

A arma artesanal, feita com chifre de cervo, foi utilizada para assassinar Hebert Garcia após uma discussão

Hebert Garcia Portilho, 32 anos, morreu ao ser atingido no coração por uma arma artesanal feita com chifre de cervo. O crime aconteceu no município de Vila Rica a (1.259 km a Nordeste de Cuiabá) na sexta-feira (10).

O corpo de Hebert foi encontrado caído em uma rua deserta de Vila Rica, já sem vida. A Polícia Civil foi acionada e iniciou as investigações do assassinato. O corpo estava com uma perfuração no peito esquerdo, onde fica o coração.

Durante as investigações, João Ribeiro de Araújo, 42, foi identificado como sendo autor da execução. Segundo a Polícia Civil da cidade, João teve uma discussão com a Hebert na noite anterior.
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A médica legista constatou que a lesão provocada no corpo de Hebert era compatível com objeto apreendido em poder de João

Os investigadores conseguiram localizar o assassino e com ele foi encontrado o objeto perfurante feito de chifre de cervo. Segundo as investigações, João trabalha como caseiro na cidade.

Em análise, a médica legista do município constatou que a lesão provocada no corpo de Hebert era compatível com objeto apreendido em poder de João.

Diante dos indícios, a Polícia Civil representou pela prisão temporária de João até a conclusão dos trabalhos da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

Motivos fúteis

De acordo com dados da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), a maior parte dos homicídios em Mato Grosso acontece após discussões em bares, por motivos banais.

Logo após a discussão em mesa de bar, a Sesp aponta a vingança como grande ‘causadora’ de assassinatos e em seguida, a disputa por territórios do comércio de drogas e crimes passionais.

Fonte: reportermt.
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Funai proíbe acesso à terra indígena onde 2 índios vivem isolados em MT

O acesso de não índios à Terra Indígena Piripkura, localizada nos municípios de Colnizae  Rondolândia, a 1.065 e 1.600 km de Cuiabá, onde vivem dois indígenas, continua proibido. A Fundação Nacional do Índio (Funai) publicou no Diário Oficial da União, que circula nesta terça-feira (14), uma portaria prorrogando por mais 18 meses o prazo de restrição de entrada, trânsito e permanência de pessoas estranhas na área.

A terra indígena possui 242.500 hectares e é ocupada pelos índios Tyku e Mondé-i, supostamente os dois últimos membros da tribo da etnia Piripkura, considerada em extinção.

Segundo a Funai, a proibição da entrada de pessoas à área foi mantida com o objetivo de dar continuidade aos estudos de localização e monitoramento da referência de índios isolados, além de proteger os índios de doenças. A portaria baixada em 2008 já foi prorrogada várias vezes.

O primeiro contato com a tribo foi em 1985 durante uma investigação de que índios estavam sendo explorados em fazendas e madeireiras e sofrendo violência. Mas muitos deles desapareceram depois disso e, em 2007, houve novo contato com os índios. No entanto, só foram encontrados esses dois indígenas, considerados sobreviventes das agressões dos não índios que colonizaram a região.

O órgão considerou, ao prorrogar a proibição de acesso, o reconhecimento dos direitos originários dos índios sobre as terras independentemente da demarcação, bem como a garantia de assistência aos índios, como determina a lei.

Os dois indígenas se comunicam por meio da língua tupi-kawahib, subgrupo do idioma tupi, e sobrevivem da caça, pesca, coleta e fabricação de utensílios. Eles são acompanhados por uma equipe da Funai e a entrada de pessoas só pode acontecer com autorização do órgão, por meio da Coordenação-Geral de Índios isolados e Recém-Contactados.

A Funai reconhece o risco de extinção dos piripkuras, mas diz que ainda não é possível ter certeza se esses são os últimos representantes da etnia.

Demarcação

A terra indígena Piripkura ainda não foi demarcada. Em 2013, o Ministério Público Federal (MPF) protocolou uma ação na Justiça Federal pedindo a demarcação da área com o argumento da necessidade de se preservar os recursos naturais da área

Inicialmente, o processo tramitou na 8ª Vara Federal em Mato Grosso, a qual rejeitou, em 2015, o pedido de quatro empresas do ramo madeireiro ingressaram com um pedido à Justiça para serem assistentes na ação, alegando interesse no caso, pois são proprietárias de áreas nessa terra indígena. A Funai se manifestou sobre o pedido ao argumentar que o interesse dessas empresas era meramente econômico.

Para a Funai, essa ocupação acelerada no entorno da terra indígena, propiciada por pela abertura das estradas, poderá ocasionar um isolamento geográfico da área fazendo com que fique circundada por pastagens e suscetíveis a impactos ambientais negativos como queimadas, impedimento de fluxo de fauna e facilidade de invasão.

O processo que trata da demarcação foi remetido à Vara Federal de Juína, onde tramita até hoje.

Fonte: G1MT
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