Modalidade de plano de saúde popular não tem internação e emergência

Projeto está sob avaliação da ANS, que decidirá se ele será ou não implantado

O Ministério da Saúde divulgou nesta quarta-feira (8) três propostas de “planos de saúde populares”. As propostas contam com uma cobertura reduzida, fora dos padrões exigidos atualmente pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), e preços mais acessíveis. Um dos planos sugeridos não cobre se quer internação, urgência nem exames de alta complexidade.

O projeto foi anunciado no ano passado pelo ministério e, desde então, um grupo de trabalho foi criado para elaborar as propostas.

As sugestões estão agora sob avaliação da ANS, que deve verificar a legalidade e a pertinência das medidas sugeridas, para decidir se elas serão ou não implantadas.

Segundo o G1, os planos devem envolver uma coparticipação maior dos usuários em cada serviço utilizado, além do aumento no prazo para agendamento de atendimentos médicos e procedimentos cirúrgicos, flexibilidade no aumento das mensalidades, planos regionalizados e rede de saúde hierarquizada (semelhante ao SUS). A vantagem seria a cobrança de uma mensalidade mais popular, o valor ainda não foi divulgado.

Em nota, o Ministério da Saúde divulgou as propostas apresentadas:

Plano simplificado: cobertura inclui atenção primária (atendimento não-especializado), consultas com especialistas e exames de diagnóstico de baixa e média complexidade. Não inclui internação, terapias e exames de alta complexidade nem atendimento de urgência e emergência.

Plano ambulatorial + hospitalar: cobertura inclui atenção primária e atenção especializada de média e alta complexidade. Para ter acesso aos cuidados especializados, o paciente deve passar obrigatoriamente por uma avaliação prévia do médico da família ou da atenção primária. O sistema é semelhante ao adotado pelo SUS, em que o atendimento com especialistas só é feito mediante encaminhamento de um serviço básico de saúde.

Plano em regime misto de pagamento: paciente tem acesso a serviços hospitalares, terapias de alta complexidade, medicina preventiva e atendimento ambulatorial mediante pagamento dos procedimentos com os valores previstos no contrato.

A ANS informou que o acesso dos brasileiros a planos de saúde caiu consideravelmente nos dois últimos anos. Foi de 50,4 milhões em dezembro de 2014 para 47,6 milhões em janeiro de 2017.

Fonte: Notícias ao minuto.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Governo diz que estudos da ferrovia Mato Grosso-Pará estão em fase final de ajustes

O governo federal não anunciou a data de leilão da ferrovia que ligará Mato Grosso ao Pará, a chamada “Ferrogrão”. Material publicado, na última semana, pelo portal Estadão previa que a data de leilão da obra seria divulgada ontem, durante o lançamento dos novos projetos de concessões (projeto Crescer) na área de infraestrutura de transporte, o que acabou não acontecendo.

Só Notícias/Agronotícias entrou em contato com o Ministério dos Transportes, que garantiu que o projeto ferroviário Mato Grosso-Pará é prioridade do governo federal, “desde a primeira reunião do omitê do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI)”. Segundo a assessoria, a concessão está sendo trabalhada conforme cronograma, que tem como meta o lançamento do edital no segundo semestre de 2017. “No momento os estudos estão em fase final de ajustes para a realização de consulta pública até o final do 1º semestre”.

Ainda não se sabe ao certo qual será o trecho total da ferrovia. Isso porque o traçado original prevê 933 quilômetros de ferrovia, entre Sinop e o porto de Miritituba (PA), no entanto, autoridades políticas articulam a expansão da ferrovia até Lucas do Rio Verde (chegando a mais de 1,1 mil quilômetros).

Conforme Só Notícias/Agronotícias, para o diretor do movimento Pró-Logística, Edeon Vaz, Sorriso e Lucas devem ficar fora em um primeiro momento. “Acredito que não vai entrar (trecho adicional). Na minha opinião, fica até Sinop. Não há interesse das empresas que entrarão na licitação em levar isso até Lucas. É um investimento maior. Além disso, justificaria expandir se houvesse integração com as demais ferrovias, como a de Rondonópolis. Quando esticar até Lucas, aí justifica expandir a Ferrogrão”.

Edeon destacou que a ferrovia Sinop-Miritituba será implantada em um momento crucial para o setor agropecuário. “Vem em boa hora. A tendência é crescer em termos de volumes de produção. Com este crescimento, se faz necessária a ferrovia. Estimamos que em 2025, o volume escoado por Miritituba chegará a 35 milhões de toneladas de grãos por ano. Para transportar esta quantidade por rodovia seria preciso outra estrutura”.

Foi no trecho da BR-163 entre Sinop e Miritituba que milhares de caminhões e carretas ficaram atolados na última semana, ocasionando prejuízos milionários para o setor agropecuário. O trecho mais crítico da rodovia (cerca de 150 quilômetros), entre o distrito de Caracol e Miritituba, foi liberado somente, ontem, pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).

A ferrovia está na carteira do Programa de Parcerias de Investimento (PPI), mas é uma iniciativa das próprias tradings. Elas elaboraram o projeto e o apresentaram ao governo em 2014, informando estarem dispostas a investir em sua construção. São sócias nesse projeto: Amaggi, ADM, Bunge, Cargill, Dreyfus e a EDLP. A estimativa é que a linha custará R$ 12,6 bilhões. Apesar disso, não há certeza que as companhias serão responsáveis por implantar a ferrovia.

Paralelamente, o governo também deve lançar, ainda sem data definida, a concessão da BR-163, também a partir de Sinop em direção aos portos do Pará. Cálculos da Confederação Nacional da Indústria (CNI) apontam que, com a conclusão da obra, a economia chegará a R$ 1,4 bilhão por ano. Isso porque a rodovia consolidará o uso dos portos do Norte para a exportação de grãos. Saindo de lá, uma viagem de navio fica de três a cinco dias mais curta do que as que se iniciam nos portos de Santos (SP) e Paranaguá (PR).

Fonte: Só Notícias/Agronotícias (foto: divulgação/arquivo)
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




503 mulheres foram agredidas por hora no Brasil

Números do Datafolha são referentes ao ano de 2016 e foram divulgados nesta quarta

Quinhentas e três mulheres foram agredidas por hora no Brasil em 2016. O que totaliza 4,4 milhões de vítimas de chutes, empurrões ou batidas, considerando apenas as maiores de 16 anos. Os números estão em pesquisa divulgada nesta quarta-feira (8), encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública ao Datafolha.

Se foram consideradas agressões verbais, o índice acima, que é 9%, sobe para 29%. O estudo relata ainda que 10% ou 5 milhões de brasileiras dizem ter sofrido ameaças de espancamento, 22% ou 12 milhões foram alvo de humilhações. A pesquisa apresenta ainda casos mais graves, como ameaças com facas ou armas de fogo (4%), lesão por objetivo atirado (4%) e espancamento ou tentativa de estrangulamento (3%).

“A violência é um ‘mecanismo de resolução de conflitos'”, denunciou ao G1 a diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Samira Bueno. “O corpo da mulher continua sendo passível de ser agredido, porque é socialmente considerado público. Faz parte de uma lógica da divisão de tarefas, de trabalho”, completou, ao site, Maíra Kubik Mano, professora de pós-graduação em Estudos Interdisciplinares sobre Mulheres, Gênero e Feminismo da Universidade Federal da Bahia.

Conforme o Datafolha, 40% das mulheres com mais de 16 anos sofreram assédio dos mais variados tipos em 2016. Outras 36%(ou 20,4 milhões) foram alvo de comentários desrespeitosos ao andar na rua. Há ainda as que foram assediadas fisicamente em transporte público: 5,2 milhões ou 10,4%. As que foram agarradas ou beijadas sem consentimento chegaram 2,2 milhões (5%). Neste caso, as principais vítimas têm entre 16 e 24 anos e são negras.

“E as respostas públicas para isso têm sido muito frágeis”, denuncia Samira Bueno. Segundo ela, governos preferem segregar a mulher no espaço público, “e não existe uma transformação da cultura mostrando ao homem que o corpo da mulher é privado e que ele não tem o direito de tocá-lo”.

Fonte: Notícias ao minuto.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




PSOL pede no STF que aborto não seja crime até 12ª semana de gestação

No Brasil, o aborto é permitido somente nos casos de anencefalia do feto, de estupro e quando a gestação representa um risco para a vida da mulher

O PSOL e o Instituto Anis -ONG (organização não governamental) voltada aos direitos das mulheres- protocolaram no STF (Supremo Tribunal Federal) ação em que pedem que o aborto deixe de ser considerado crime até a 12ª semana de gestação, em qualquer situação. As informações são da Agência Brasil.

No Brasil, o aborto é permitido somente nos casos de anencefalia do feto, de estupro e quando a gestação representa um risco para a vida da mulher.

Para todas as outras situações, valem os artigos 124 e 126 do Código Penal, datado da década de 1940, segundo os quais provocar o aborto em si mesma, com ou sem o auxílio de outra pessoa, configura crime com pena de um a três anos de prisão. Quem provoca o aborto em uma gestante está sujeito a uma pena de um a quatro anos de prisão.

A ADPF (ação de descumprimento de preceito fundamental) foi protocolada na noite de desta segunda (6). Para as advogadas que assinam a ADPF, a criminalização do aborto transforma a gravidez em uma imposição, o que viola diversos direitos fundamentais das mulheres. O texto argumenta que a situação muitas vezes obriga as gestantes a recorrer a procedimentos clandestinos e arriscados, que podem levar à morte.

A ação destaca que o risco é ainda maior no caso das mulheres negras, pobres, moradoras das periferias e com menos instrução, que têm menos condições de pagar por procedimentos abortivos mais seguros.

Mesmo sendo crime, estima-se que mais de 500 mil mulheres tenham praticado aborto no Brasil em 2015, o equivalente a um procedimento abortivo por minuto, segundo a Pesquisa Nacional do Aborto, estudo feito por pesquisadoras do Instituto Anis e divulgado em dezembro do ano passado.

A descriminalização do aborto enfrenta forte resistência de alguns setores da sociedade brasileira. Um dos argumentos principais é o de que o direito constitucional à vida deve ser garantido também ao embrião, desde o momento da concepção.

Tais movimentos tem demonstrado força no Congresso Nacional, representados sobretudo pelas bancadas religiosas e evangélicas. Um projeto de lei apresentado no ano passado, inclusive, busca aumentar a pena para o aborto em casos de microcefalia, quando há uma má-formação do cérebro do bebê.

Não há prazo para que a ADPF seja julgada pelo Supremo. A ação ainda não foi distribuída e aguarda a definição de um relator, escolhido por meio de sorteio.

Fonte: Notícias ao minuto.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Cesta básica cai de preço, mas ainda pesa no bolso

Pelo segundo mês consecutivo este ano, a alimentação básica dos paraenses comercializada em Belém voltou a recuar de preço, com queda de 2,66% em relação ao mês de janeiro, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese/PA).

Mesmo assim, a alimentação dos paraenses continua entre as mais caras do país, comprometendo quase metade do atual salário mínimo, R$ 937,00.

Em fevereiro, a cesta básica em Belém custou R$ 395,57. De acordo com pesquisa realizada pelo Dieese em todas as capitais do país, em 25 foram verificadas quedas; em apenas duas houveram aumentos de preços.

As maiores altas, segundo o Dieese, ocorreram nas capitais dos estados da Região Norte, entre elas, Belém.

Segundo pesquisa sobre as flutuações de preços da cesta básica dos paraenses, os maiores recuos ocorreram no feijão (33,63%), seguido do leite (4,95%), manteiga (3,69%), arroz (3,25%) e tomate (2,16%).

No mês passado, poucos produtos mantiveram alta, com destaque para o óleo de soja, carne bovina e açúcar.

Custo da cesta básica ainda é elevado

Mesmo com a queda, o custo da cesta básica para uma família padrão paraense ainda é elevado.

Segundo o Dieese/PA, para uma família composta de dois adultos e duas crianças o custo fica em R$ 1.582,28, ou seja, sendo necessário quase 1,7 salários mínimos para garantir as necessidades básicas do trabalhador e sua família, somente com alimentação.

A pesquisa apontou ainda que, para comprar 12 itens básicos da cesta, o trabalhador paraense comprometeu 45,89% do salário mínimo e teve que trabalhar cerca de 92 horas e 53 minutos das 220 horas previstas em lei.

Segundo o Dieese/PA, o salário necessário para atender os preceitos constitucionais – que estabelece que o salário mínimo deva ser suficiente para alimentar o trabalhador e sua família – deveria ter sido de R$ 3.658,72, ou seja, cerca de 3,90 vezes maior que o salário mínimo oficial, em vigor desde janeiro deste ano.

Reajuste acumulado

Segundo o Dieese/PA, nos últimos 12 meses, houve um reajuste acumulado de 8,52% no preço da cesta básica. Nesse período, a maioria dos produtos que compõem a cesta dos paraenses apresentaram altas expressivas, acima da inflação estimada em 5,5% para o mesmo período.

E você, paraense, sentiu essa queda ou ainda está pesando no bolso?

Fonte: DOL.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Novo mamífero da Amazônia é batizado de Sací

A ciência ampliou novamente o conhecimento sobre a megadiversidade da Amazônia. Uma cientista do Museu Paraense Emilio Goeldi e colegas do Brasil e Estados Unidos acabam de publicar artigo descrevendo uma nova espécie que habita a região. Trata-se de um pequeno marsupial batizado de Monodelphis saci, em homenagem à entidade do folclore brasileiro conhecida por travessuras e por usar um gorro vermelho com poderes mágicos.

O nome “saci”, de acordo com Silvia Pavan, autora líder do estudo, se deve ao visual do animal: a tonalidade avermelhada de sua cabeça se destaca diante da cor amarronzada da pelagem de seu corpo. “Escolhi como epíteto específico o nome ‘saci’, em alusão ao capuz vermelho desse personagem, e também como uma forma de homenagem ao folclore brasileiro”, conta Silvia, pesquisadora do Museu Goeldi.

Representantes do gênero Monodelphis são popularmente conhecidos como catitas (ou cuícas-de-cauda-curta). São da mesma família do gambá – conhecido na Amazônia como mucura – mas bem menores (variam de 7 a 20 centímetros de comprimento). Possuem hábito terrestre a semi-fossorial, o que quer dizer que apresentam algumas adaptações físicas para cavar e realizar atividades no subsolo. Para a espécie em questão, Monodelphis saci, o comprimento do corpo é de cerca de 10 centímetros.

Pesquisa

Não foi por meios mágicos que o Monodelphis saci se escondeu da ciência até hoje, apesar de sua população ser aparentemente numerosa, e sim por ausência de dados tratados sobre o animal.

Em 2008, quando ainda era aluna do Mestrado em Zoologia do Museu Goeldi/Universidade Federal do Pará, a Dra. Silvia Pavan analisou dois exemplares do gênero Monodelphis trazidos de uma coleta na Floresta Nacional do Crepori, Itaituba (PA). Ao estuda-los, a pesquisadora identificou um como pertencente à espécie Monodelphis glirina e o outro pertencente a uma espécie ainda sem nome, por possuir características diferentes de outras já registradas.

Silvia só voltou a investigar a questão mais à frente, durante seu doutorado na City University of New York (EUA). Em publicação de 2014, a pesquisadora confirmou, a partir de dados genéticos, que o agora batizado Monodelphis saci representava mesmo uma espécie ainda não descrita.

Durante seu pós-doutorado no Museu Goeldi, Pavan deu prosseguimento ao estudo morfológico detalhado – descrição aprofundada das estruturas físicas do animal, incluindo seu crânio e dentes – para sacramentar que se tratava de uma espécie diferente das encontradas anteriormente. A recente análise incluiu o exame de exemplares tombados em diversas coleções, boa parte deles na própria coleção de mamíferos (mastozoologia) do Museu Goeldi, e contou com colaboração da Dra. Ana Cristina Mendes, da UFPA.

Fonte: DOL.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Homem que estuprou filha em Sinop é condenado a 12 anos de prisão

A justiça da 2ª Vara Criminal condenou um homem por ter estuprado, por diversas vezes, a filha biológica de 14 anos, em uma residência, localizada na rua União do Norte, no bairro Daury Riva. A sentença é de 12 anos de prisão em regime fechado. O acusado está presp desde a data da denúncia, feita em março do ano passado para a Polícia Civil, por uma pessoa que não quis se identificar.

O homem foi condenado por conjunção carnal “mediante violência ou grave ameaça” e teve a pena aumentada em razão do crime ter sido cometido contra uma pessoa da própria família. De acordo com a decisão da juíza da 2ª Vara Criminal, Débora Roberta Pain Caldas (foto), o condenado deverá permanecer preso até o trânsito em julgado da sentença, “para aplicação da lei penal” e por tratar-se de “situação de reiteração criminosa, pois foi condenado pela prática do crime em continuidade delitiva”.

Uma fonte da Polícia Civil informou, ao Só Notícias, que a vítima contou que os estupros ocorreram diversas vezes e começaram antes dos 14 anos. Outros detalhes não foram divulgados como forma de preservar a identidade da vítima. O homem ainda pode recorrer da decisão.

Fonte: Só Notícias.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Mato Grosso: PM perde testículo com disparo de pistola

Um soldado de 24 anos, de Rondonópolis (212 quilômetros ao Sul de Cuiabá), é a oitava vítima de pistolas da Taurus em Mato Grosso. O acidente com o soldado aconteceu quinta-feira (2). Ontem ele ainda estava hospitalizado e, após cirurgia, recebeu o diagnóstico médico.

“Perdi um testículo e meio e não vou mais poder ter filho”, lamenta o policial, que é casado e ainda não é pai. O movimento nacional vem ganhando força para cobrar troca de armamento, denunciando que falhas técnicas estão colocando em risco a vida de servidores da segurança e de terceiros.

Um dos policiais atingidos, morreu aos 29 anos, em operação no CPA 3, na capital. Atirou em direção ao suposto criminoso e, como a arma travou, acabou sendo baleado e morto. O secretário de Estado de Segurança Pública, Rogers Jarbas, reconhece que algumas armas da empresa Taurus, que tem sede em São Leopoldo (RS), do modelo 24/7 apresentaram problemas com disparos acidentais ou falhas quando é necessário disparar.

O problema tem sido recorrente em vários pontos do país. Ele determinou a instalação de comissão para uniformizar o material bélico das forças de segurança estaduais. A conclusão deve ser apresentada em até 90 dias. “Queremos comprar Glock, que é uma pistola mais segura”, comenta.

Outro lado

A Taurus emitiu nota lamentando o ocorrido e alegando que, antes de denunciar a situação, “é necessário realizar perícias para verificar a verdadeira causa do incidente”.

Fonte: Gazeta Digital
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Chega ao STF primeira ação que pode levar à ampla legalização do aborto

Um dos temas mais polêmicos do país chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF). Foi protocolada na noite de segunda-feira a primeira ação que pede a legalização ampla do aborto, para qualquer gestação com até 12 semanas.

Atualmente, a interrupção da gravidez só é permitida no país em três casos: se a mulher corre risco de morrer por causa da gestação; se a fecundação ocorreu por estupro; se o feto é anencéfalo (sem cérebro) e, portanto, não conseguirá sobreviver após o parto.

A ação, à qual a BBC Brasil teve acesso antecipadamente, foi movida pelo PSOL, com assessoria técnica do instituto de bioética Anis. Não é possível prever quanto tempo levará para ser julgada, talvez anos. Isso dependerá muito do ministro que for sorteado para relatar a ação e de seu interesse em agilizar ou não o caso.

É função do Supremo, quando provocado por uma ação, analisar se leis vigentes no país estão em desacordo com a Constituição Federal. Nesse caso, o partido solicita que a Corte declare que os artigos do Código Penal (lei de 1940) que criminalizam o aborto desrespeitam preceitos fundamentais, como o direito das mulheres à vida, à dignidade, à cidadania, à não discriminação, à liberdade, à igualdade, à saúde e ao planejamento familiar, entre outros.

As advogadas que assinam a ação destacam que a criminalização do aborto leva muitas mulheres a recorrer a práticas inseguras, provocando mortes. Argumentam também que o problema afeta de forma ainda mais intensa mulheres pobres, negras e das periferias, já que elas têm menos conhecimento e recursos para evitar a gravidez, assim como menos meios para pagar por métodos abortivos mais seguros, ainda que clandestinos.

Movimentos contrários ao aborto, por sua vez, argumentam que o direito à vida também deve ser garantido ao feto e, por isso, a prática seria inconstitucional. Esses grupos hoje contam no Congresso com o apoio de uma ampla bancada de parlamentares, em geral católicos e evangélicos, que atuam para impedir a legalização do aborto ou mesmo aumentar sua restrição.

É desejo desses parlamentares aprovar uma emenda à Constituição prevendo expressamente que o direito à vida está garantido desde a concepção.

“Muito provavelmente, mudando a nossa Constituição, passa-se a ter uma nova interpretação dessas leis que já estão em vigor no nosso país (e permitem algumas hipóteses de aborto)”, disse no ano passado o deputado Diego Garcia (PHS-PR), em um debate na Câmara.

Mesmo que isso seja aprovado, no entanto, caberá ao Supremo a palavra final sobre se o eventual direito à vida do embrião se sobrepõe aos direitos das mulheres, ressalta a antropóloga Debora Diniz, do instituto Anis.

Essa tensão é destacada pela presidente do STF, Carmén Lúcia, no livro O Direito à Vida Digna, publicado em 2004, pouco antes de sua entrada na Corte. Trechos da obra são citados pelo PSOL para fundamentar o pedido de legalização.

“Quando se põe em debate o aborto, o que se oferece, num primeiro lance de discussões, é se o embrião e o feto seriam pessoas, porque, a se responder afirmativamente, eles titularizariam o primeiro de todos como é o direito à vida digna, a qual, como antes lembrado, é intangível e inviolável. Mas não se há de ignorar que a vida é o direito que se exerce com o outro, no espaço das relações entre sujeitos, não se podendo anular, portando, a condição de pessoa-mulher que, em sua dignidade, é livre para exercer a escolha da maternidade ou não”, escreveu a ministra no livro.
O que esperar do Supremo?

Na última década, o Supremo tomou decisões que podem indicar uma abertura da Corte para o debate do aborto. Não está claro, porém, se há maioria para aprovar uma legalização ampla da prática.

Na decisão mais recente, há três meses, a primeira turma do STF, formada por cinco dos onze ministros, decidiu colocar em liberdade duas pessoas que haviam sido presas em flagrante supostamente realizando aborto em uma clínica clandestina.

Os magistrados poderiam ter se limitado a revogar a prisão preventiva, sob argumento de que os acusados podem responder ao processo em liberdade. Foi o entendimento de Marco Aurélio e Luiz Fux.
Marcha em Brasília pela Vida e contra o aborto: Movimentos contrários ao aborto argumentam que o direito à vida também deve ser garantido ao feto e, por isso, a prática seria inconstitucional © Valter Campanato/Agência Brasil Movimentos contrários ao aborto argumentam que o direito à vida também deve ser garantido ao feto e, por isso, a prática seria inconstitucional

Três ministros, no entanto, foram além. Acompanhando o surpreendente voto de Luís Roberto Barroso, Edson Fachin e Rosa Weber decidiram que a prisão não deveria ser mantida também porque a criminalização do aborto até o primeiro trimestre de gestação é incompatível com direitos fundamentais das mulheres, entre eles os direitos sexuais e reprodutivos, à autonomia, à integridade física e psíquica, além de ferir o princípio da igualdade.

O corte do primeiro trimestre, equivalente a doze semanas, foi proposto por Barroso porque é adotado na maioria dos países que permitem o aborto, como quase todos os países da União Europeia, Rússia, Suíça, Moçambique e Uruguai, entre outros.

“Durante esse período, o córtex cerebral – que permite que o feto desenvolva sentimentos e racionalidade – ainda não foi formado, nem há qualquer potencialidade de vida fora do útero materno”, escreveu o ministro.

Barroso defendeu ainda em seu voto que o Estado e a sociedade devem buscar evitar o aborto por outros métodos que não a criminalização, como “oferta de educação sexual, distribuição de meios contraceptivos e amparo à mulher que deseje ter o filho e se encontre em circunstâncias adversas”.

A decisão causou imediata reação no Congresso: “Revogar o Código Penal, como foi feito, trata-se de um grande atentado ao Estado de direito. O aborto é um crime abominável porque ceifa a vida de um inocente”, disse na ocasião o deputado Evandro Gussi (PV/SP).
E os votos no plenário?

A ação do PSOL, caso seja levada a julgamento, será analisada em plenário, pelos onze ministros.

O caso citado acima sugere haver ao menos três votos simpáticos à tese defendida pelo PSOL. O fato de Marco Aurélio e Fux não terem acompanhado a decisão de Barroso não deixa claro qual seria o posicionamento deles sobre a ampla descriminalização do aborto, já que não entraram nesse mérito. Os ministros podem não ter seguido o colega por discordar da tese ou por não considerarem adequado abordar essa discussão ao julgar o habeas corpus.

Outras pistas sobre os possíveis posicionamentos dos ministros são os julgamentos que liberaram o aborto de anencéfalos (2012) e a pesquisa científica com células-tronco embrionárias (2008) – caso que provocou uma discussão sobre quais seriam os direitos do embrião e se sua vida estaria protegida pela Constituição.

Dos ministros que ainda estão no Supremo, votaram pela liberação do aborto de anencéfalos Marco Aurélio, Luiz Fux, Rosa Weber, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia e Celso de Mello. Ricardo Lewandowski disse que a decisão caberia ao Congresso e ficou contra.

Dias Toffoli, por sua vez, não participou do julgamento porque quando era advogado-geral da União já havia se manifestado na causa a favor do aborto de fetos sem cérebro.

Já no segundo caso, quando a maioria do Supremo entendeu que as pesquisas com células-tronco embrionárias não violam o direito à vida, foram favoráveis a essa decisão Cármen Lúcia, Marco Aurélio, Celso de Mello e Gilmar Mendes – considerando apenas os que permanecem no STF.

A decisão de Lewandowski novamente destoou: ele votou que as pesquisas poderiam ser feitas, mas somente se embriões ainda viáveis não fossem destruídos para a retirada das células-tronco.

Toffoli era na época advogado-geral da União e defendeu as pesquisas.

Os votos favoráveis nesses dois julgamentos podem sinalizar uma abertura dos ministros à discussão da legalização ampla do aborto, mas não permitem tirar uma conclusão sobre quais serão seus posicionamentos.
Presidente do STF Cármem Lúcia: Presidente do STF, ministra Cármem Lúcia diz em livro que ‘não se pode anular a condição de pessoa-mulher que é livre para exercer a escolha da maternidade ou não’ © REUTERS/Adriano Machado Presidente do STF, ministra Cármem Lúcia diz em livro que ‘não se pode anular a condição de pessoa-mulher que é livre para exercer a escolha da maternidade ou não’

Por outro lado, esses dois casos parecem indicar uma probabilidade alta de que Lewandowski vote contra a legalização do aborto em eventual julgamento da ação do PSOL. Também sinalizam que ele tende a ter menos interesse em dar agilidade ao processo, caso seja sorteado relator.

Questionado sobre o tema há duas semanas na sabatina do Senado, o futuro ministro do STF Alexandre de Moraes (sua posse será dia 22) se esquivou de responder se é a favor ou contra a legalização. Segundo reportagem do Conjur, especializado em notícias jurídicas, antes de ser indicado Moraes já havia se manifestado contra a legalização ampla do aborto, por considerar que o direito à vida começa no momento da fecundação.
Por que agora?

A discussão sobre a legalização do aborto não é nova, então por que justamente agora a ação chega ao STF? Segundo Luciana Boiteux, professora de Direito Penal da UFRJ e filiada ao PSOL, a iniciativa do partido reflete um fortalecimento recente do movimento das mulheres no país.

No final de 2015, por exemplo, uma série de protestos feministas nas principais cidades do país conseguiu barrar o andamento no Congresso de um projeto de lei que buscava aumentar as penas para aborto.

“Essa ação está sintonizada com o movimento das ruas, com todo o fortalecimento desse debate feminista que o Supremo agora vai ter que enfrentar”, afirmou.

Na sua opinião, é preciso levar a questão à Corte porque o Congresso “não é representativo para as mulheres”. Atualmente, 90% dos parlamentares são homens.

“No Supremo, a gente vê uma maior abertura para um debate que já foi feito inclusive por diversas outras cortes no mundo. É um espaço tão legítimo quanto (o Congresso)”, defende Boiteux, citando julgamentos sobre aborto nos Estados Unidos, Alemanha e Portugal.

Também tramita no STF outra ação, movida em agosto pela Anis e a Associação Nacional de Defensores Públicos, que pede a liberação da interrupção da gravidez em caso de gestantes infectadas pelo vírus Zika.

O caso foi sorteado para Carmén Lúcia pouco antes de ela assumir a presidência do Supremo. A ministra deu rito de “urgência e prioridade” à tramitação e chegou a pautá-la para julgamento em dezembro.

No entanto, o caso deixou de ser analisado devido a outra questão mais urgente naquele dia – a decisão sobre se Renan Calheiros deveria ser afastado da presidência do Senado. Até agora o caso não voltou para a pauta.

Fonte: MSN.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Comer pão branco é o mesmo que tomar glicose, diz professor sobre ganho de peso

Quem busca orientação médica para iniciar uma alimentação saudável provavelmente vai ouvir do especialista que deve cortar o pão branco da dieta. Mas engana-se quem imagina que os carboidratos são os grandes vilões que compõem o alimento. O amido é que, na verdade, traz os prejuízos ao organismo e ao processo de emagrecimento.

De acordo com o doutor espanhol Miguel Ángel Martínez-González, em entrevista ao jornal El País, comer pão branco é o mesmo que tomar glicose.

Defensor da dieta mediterrânea, que comprovadamente reduz riscos de infartos, derrames e câncer, o professor que também colabora com pesquisas da Escola de Saúde Pública de Harvard explica por que o alimento deve ser cortado da alimentação diária.
Pão branco atrapalha a saúde e a dieta

Martínez-González diz que a conclusão sobre o pão branco é que ele pode ser considerado um dos problemas mais graves de saúde na Espanha. O alimento é fundamentalmente um amido que o corpo rapidamente transforma em açúcar, ou seja, seu consumo equivale a receber uma dose de glicose.

As farinhas refinadas usadas no preparo do pão branco, segundo o médico, transformam o alimento em um combustível de rápida absorção. Quando uma pessoa já sofre de sobrepeso ou tem resistência à insulina, o processo se torna uma verdadeira bomba.

Como o pão branco afeta seu corpo

Quando chega ao estômago, o pão branco é rapidamente digerido e absorvido. Sua rápida digestão não é algo positivo, já que provoca um alto pico de glicose no organismo. Na corrente sanguínea, o pico de glicose gera um nível elevado de secreção de insulina, que faz com que você sinta fome mais rapidamente. Ou seja, por não garantir saciedade, o alimento atrapalha a dieta por aumentar as chances de você necessitar fazer uma nova refeição.

Fonte: MSN.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br