IBGE contratará 26,4 mil pessoas para censo

O Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão autorizou a contratação temporária de 26.440 profissionais para o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) fazer o Censo Agropecuário 2017. O prazo de duração dos contratos deverá ser de até um ano, com possibilidade de prorrogação até o limite máximo de três anos.

As contratações serão feitas por meio de processo seletivo simplificado, e a duração dos contratos será de até um ano, com possibilidade de prorrogação limitada a três anos.

Serão 19.013 vagas para o posto de recenseador, 4.946 para agente censitário supervisor, 1.285 para agente censitário municipal, 381 para agente censitário administrativo, 375 para agente censitário regional, 266 para analista censitário e 174 para agente censitário de informática. O valor das remunerações ainda não foi definido.

Fonte: DOL.
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Operação descobre até carne podre à venda

 A Polícia Federal deflagrou nesta sexta (17) a Operação Carne Fraca, com foco na venda ilegal de carnes por frigoríficos, e deverá cumprir 38 mandados de prisão.

Alguns dos principais frigoríficos do país estão na mira da operação, como BRF, JBS e Seara. A Justiça Federal do Paraná determinou o bloqueio de R$ 1 bilhão das investigadas.
O objetivo é desarticular uma suposta organização criminosa liderada por fiscais agropecuários do Ministério da Agricultura, que, com o pagamento de propina, facilitavam a produção de produtos adulterados, emitindo certificados sanitários sem fiscalização.
A investigação revelou até mesmo o uso de carnes podres, maquiadas com ácido ascórbico, por alguns frigoríficos, e a re-embalagem de produtos vencidos.
Entre os presos, estão executivos da BRF como Roney Nogueira dos Santos, gerente de relações institucionais e governamentais, e André Baldissera, diretor da BRF para o Centro-Oeste.
Também estão na lista funcionários da Seara e do frigorífico Peccin -um dos que tinha irregularidades gravíssimas, como uso de carnes podres, segundo a PF-, além de fiscais do Ministério da Agricultura.
A reportagem entrou em contato com as empresas envolvidas, mas não obteve resposta.
A investigação aponta que os frigoríficos exerciam influência direta no Ministério da Agricultura para escolher os servidores que iriam efetuar as fiscalizações na empresa, por meio do pagamento de vantagens indevidas. Roney dos Santos, executivo da BRF, tinha acesso inclusive ao login e senha do sistema de processos administrativos do órgão, de uso interno.
“Parece realismo mágico. Infelizmente, não é”, diz o juiz Marcos Josegrei da Silva, da 14ª Vara Federal do Paraná, que determinou as prisões.
“Dedo”, “luva” e “documento” eram alguns dos termos usados pelos fiscais agropecuários para o pedido de propina. Mas até mesmo caixas de carne, frango, pizzas, ração para animais e botas eram dadas em favor pela vista grossa na fiscalização, diz o juiz Josegrei.
“É um cenário desolador”, afirma Josegrei. “Resta claro o poderio de intimidação, de influência e de uso abusivo dos cargos públicos que ostentam para se locupletarem, recebendo somas variáveis de dinheiro e benesses in natura das empresas que deveriam fiscalizar com isenção e profissionalismo.”
Serão cumpridos 27 mandados de prisão preventiva, 11 de temporária (válida por cinco dias) e 194 buscas e apreensões.

MAIOR OPERAÇÃO
Segundo a PF, essa é a maior operação já realizada na história da instituição. Estão sendo mobilizados 1.100 policiais em seis Estados (Paraná, São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Goiás) e no Distrito Federal.
Em nota, a Polícia Federal afirma que detectou em quase dois anos de investigação que as superintendências regionais do Ministério da Pesca e Agricultura dos Estados do Paraná, Minas Gerais e Goiás atuavam para proteger empresas, prejudicado o interesse público.
O esquema, ainda segundo os investigadores, funcionava por meio de agentes públicos que se utilizavam do poder de fiscalização para cobrar propina e, em contrapartida, facilitar a produção de alimentos adulterados, emitindo certificados sanitários sem qualquer fiscalização.
Dentre as ilegalidades praticadas pela suposta quadrilha está a remoção de agentes públicos com desvio de finalidade para atender interesses dos grupos empresariais.
O nome “Carne Fraca” da operação faz alusão à conhecida expressão popular em sintonia com a própria qualidade dos alimentos fornecidos ao consumidor por grandes grupos corporativos do ramo alimentício.
A expressão popular também mostra “a fragilidade moral de agentes públicos federais que deveriam zelar e fiscalizar a qualidade dos alimentos fornecidos a sociedade”.

Fonte: FolhaPress
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Universitária é morta pelo ex após terminar namoro em MT

Ex-namorado, que também estuda direito, foi visto no local onde ela morava. Vítima de 24 anos foi encontrada com ferimentos na cabeça e pescoço.

Uma estudante de direito de 24 anos foi assassinada na quitinete onde morava com uma amiga, no Bairro Osmar Cabral, em Cuiabá. Essa amiga foi quem encontrou Ivone Oliveira Gomes morta em cima da cama por volta de 1h da madrugada desta quinta-feira (16). O ex-namorado é apontado como autor do crime, segundo a Polícia Civil.

Várias testemunhas viram Ivone chegando em casa na noite desta quarta-feira (15), na companhia do ex-namorado, entre elas vizinhos e comerciantes do bairro. Conforme a polícia, testemunhas disseram que o relacionamento do casal era conturbado e que, quando ela decidiu terminar o namoro, ele não aceitou e insistiu que continuassem juntos.

O suspeito também cursava direito na mesma faculdade que ela. A polícia informou que o ex-namorado ajudava Ivone a pagar as despesas com o curso na universidade privada.

Eles namoraram durante aproximadamente quatro meses e tinham terminado recentemente, mas ainda mantinham contato, já que estudavam no mesmo local e ele pretendia reatar o relacionamento.

A amiga de Ivone relatou à polícia que quando chegou em casa a porta estava trancada, mas sem sinal de arrombamento, e as luzes, apagadas. Quando ela entrou, encontrou a estudante morta em cima da cama, com ferimentos na cabeça e no pescoço. A jovem então chamou a polícia. Segundo a polícia, a vítima foi assassinada com golpes de faca.

Uma equipe da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) foi até o local para analisar as circunstâncias do assassinato. Os vizinhos disseram que viram ele chegando e saindo da quitinete.

Uma testemunha relatou à polícia que ouviu um barulho e que o cachorro começou a latir, mas ela não soube identificar do que se tratava. A vítima é natural do Pará.

O assassinato está sendo investigado pela Polícia Civil, mas até a publicação desta reportagem o suspeito do crime ainda não havia sido preso.

Fonte: ORMNews.
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Empresária que pediu para Moro ‘limpar país’ é alvo da Lava Jato

A Lava Jato deverá gerar o maior julgamento por corrupção da história do Supremo
Empresária que pediu para Moro ‘limpar país’ é alvo da Lava Jato (Foto Rodolfo Buhrer / Reuters)
A empresária Renata Loureiro Borges Monteiro foi alvo de condução coercitiva da Operação Lava jato na última terça-feira (14).
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Dias antes de depor à Polícia Federal, ela havia publicado nas redes sociais uma foto do juiz federal Sergio Moro com a seguinte frase: “É de cabeça erguida que iremos limpar o país!”.

O marido de Renata, Luiz Carlos Velloso, ex-subsecretário de Transportes de do ex-governador do Rio Sérgio Cabral, foi preso pela Lava Jato também na terça.

Os procuradores da força-tarefa da Operação pediram bloqueio de R$ 12 milhões em bens de Velloso.

As informações são da coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo.

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Mãe acusada de estuprar bebê tem traços psicopáticos, diz delegada

“O que ela tentava nos convencer não era coerente com o laudo”, afirma a titular da Delegacia de Defesa da Mulher

A mãe da bebê de um ano e quatro meses, que morreu em São José do Rio Preto (SP) com suspeita de ter sido agredida e estuprada, tem características psicopáticas, segundo a delegada responsável pelo caso. Suspeita está presa em Nhandeara (SP).

“Ela apresenta características psicopáticas, porque tenta nos convencer da mentira dela e é bem convincente nesta tentativa. Mas o que ela tentava nos convencer não era coerente com o laudo. Foi muita crueldade. Em nenhuma momento ela esboçou qualquer tipo de sentimento”, afirmou a titular da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), Dálice Ceron.

No dia 3 de março, a bebê foi levada sem sinais vitais pela mãe a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA). Pela gravidade do estado da criança, a polícia foi acionada.

O médico legista do Instituto Médico Legal (IML) da cidade constatou que a bebê apresentava sinais de violência sexual e lesões graves no fígado. Os pais, de 19 anos, negaram as acusações em depoimento para a polícia.

Em um primeiro momento, a mãe afirmou aos policiais que as marcas foram provocadas por uma queda. Recentemente, a suspeita mudou o depoimento inicial e admitiu que tinha cometido a violência contra a filha. As informações são do G1.

“A mãe admitiu a autoria, mas os autos são sigilosos e não podemos passar detalhes”, explicou a delegada.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Saúde incorpora ao SUS comprimidos de 200 mg para tratamento de HIV

Resolução sobre o antirretroviral Etravirina foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (14)

Portaria do Ministério da Saúde publicada hoje (14) no Diário Oficial da União torna pública a decisão de incorporar comprimidos de 200mg do antirretroviral Etravirina para o tratamento da infecção pelo HIV no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

Em reunião no dia 2 de fevereiro, a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) deliberou, por unanimidade, recomendar a incorporação do medicamento de 200 mg (Etravirina) para esse tipo de tratamento.

De acordo com o órgão, atualmente, encontra-se disponível na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais apenas a apresentação de 100mg do antirretroviral para uma tomada diária de dois comprimidos.

“A apresentação Etravirina 200 mg reduzirá o número de comprimidos ingeridos diariamente, em combinação com outros antirretrovirais que compõem seu regime terapêutico. A comodidade posológica contribui para adesão ao tratamento”, destacou a Conitec.

Dados da comissão indicam que, em junho de 2016, cerca de 2.200 pacientes utilizavam a Etravirina em seu esquema terapêutico.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Piscinas têm xixi dentro.

(piscina Foto Fornecido por Forbes Brasil ) – Todo mundo garante que não faz xixi na piscina, mas um estudo da University of Alberta chegou à conclusão de que isso é mentira. Os pesquisadores testaram duas piscinas: na primeira, com 416 litros, foram detectados 30 litros de urina, enquanto na segunda, bem maior – 833 litros – foram encontrados 75 litros de xixi.

Ao levar em consideração que uma pessoa faz, em média, 77,5 ml de xixi ao urinar, os volumes encontrados indicam que cerca de 400 pessoas podem ter urinado na primeira piscina e 1.000 na segunda.

Um artigo publicado na revista científica “Environmental Science and Technology Letters”, por Lindsay K. Jmaiff Blackstock, Wei Wang, Sai Vemula, Benkjamin T. Jaeger e Xing-Fang Li, descreve como o teste foi feito: foi usada uma dose de adoçante artificial comum para medir a quantidade de urina.

Além de ser anti-higiênico, urinar nas piscinas não é nada seguro. Ao mesmo tempo em que o cloro pode matar muitos microorganismos nocivos, ele não limpa a água por completo. Na verdade, a urina pode reagir com o cloro e produzir compostos tóxicos como cloreto de cianogênio (CNCl) e tricloramina (NCl3), substâncias que podem irritar os olhos e o pulmão.

A revista “Time” divulgou certa vez que o CNCI pode danificar os pulmões, o coração e o sistema nervoso central, enquanto o NCl3 é responsável por danos agudos no pulmão. Urinar na piscina é perigoso.
Por Forbes Brasil

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Partos por cesárea têm leve recuo no país, aponta Ministério da Saúde

Até então o índice vinha crescendo no país

A quantidade de partos por cesariana no Brasil teve leve recuo em 2015 tanto no SUS (Sistema Único de Saúde) quanto na rede privada, segundo relatório divulgado nesta sexta (10) pelo Ministério da Saúde. Até então o índice vinha crescendo no país.

Dos 3 milhões de partos realizados, 55,5% foram cesáreas e 44,5% partos normais – redução de 1,5 ponto percentual em relação a 2014, quando o ministério registrou 57% e 43%, respectivamente.Ao analisar os nascimentos de crianças apenas no SUS, os dados mostram que houve uma inversão em relação aos números globais, sendo 59,8% de partos normais e 40,2% de cesarianas. O ministério diz ainda que há uma tendência de estabilização do índice em 2016, em torno de 55,5%, segundo dados preliminares.

O ministério afirma que essa estabilização das cesarianas ocorre após a adoção de uma série de medidas, como a implementação da Rede Cegonha, a qualificação das maternidades de alto risco, a presença de enfermeiras obstétricas na cena parto, entre outras.

ESTÍMULO A PARTO HUMANIZADO

Esta semana, o Ministério da Saúde lançou um conjunto de recomendações que devem ser seguidas pelos profissionais de saúde e maternidades para atendimento do parto normal. As medidas, chamadas de diretrizes de assistência ao parto normal, servem de estímulo para o parto humanizado.

Entre as recomendações, estão o uso de métodos para alívio da dor, como banhos quentes e massagem, a presença de doulas e acompanhantes durante o parto, o direito ao uso de anestesia, a não obrigatoriedade de jejum e a liberdade da gestante escolher a posição que achar mais confortável durante o parto.O documento também reforça o direito de que as mães tenham contato pele a pele imediato com o bebê após o parto e orienta as maternidades a evitarem separar mãe e filho na primeira hora após o nascimento. Procedimentos de rotina, como pesagem, medições e banho são recomendados após esse período.

As diretrizes incluem ainda recomendações para reduzir o uso de procedimentos desnecessários durante o parto, como episiotomia (corte no períneo) e uso de ocitocina, hormônio que facilita a saída do bebê. A ideia é que essas práticas sejam realizadas apenas quando necessário, conforme a avaliação da equipe médica e gestante.

Manobras agressivas, como a manobra de Kristeller, em que o profissional empurra a barriga da mãe para tentar forçar a saída do bebê, passam a ser contraindicadas. O documento estabelece ainda que as mulheres sejam informadas de todos os riscos e benefícios durante o atendimento e participem de todas as decisões sobre o parto.

Além do médico obstetra, o documento permite que o procedimento seja realizado também por enfermeiras obstétricas ou obstetrizes em casos de baixo risco, prática já adotada em centros de parto normal.

Segundo o ministro da Saúde, Ricardo Barros, a pasta deve investir em treinamento dos profissionais de saúde para que as diretrizes sejam adotadas pelas unidades de saúde. “Qualquer procedimento fora do nosso protocolo será averiguado”, afirmou. Com informações da Folhapress.

Fonte: Notícias ao minuto.
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‘Doença da urina preta’ foi causada pela ingestão de peixe, diz estudo

Casos de suspeita de febre amarela chegam a Goiás e Mato Grosso do Sul

Pesquisadores da Bahia descobriram que a “doença da urina preta”, que atingiu mais de 50 pessoas no Estado, entre dezembro e janeiro, foi causada pela ingestão de peixes, principalmente os da espécie Seriola spp, conhecido como Olho de boi, e Mycteroperca spp, o Badejo.

A conclusão veio após estudo realizado com 15 pacientes, que passaram por exames de fezes, urina e sangue. De acordo com informações do portal G1, quase 100% deles ingeriram o alimento.

A partir de agora, os médicos passarão a tratar possíveis suspeitas como doença de Haff, caracterizada por um início abrupto de dor muscular intensa associada a níveis elevados da enzima creatina fosfoquinase (CPK).

Os sintomas aparecem menos de 24 horas após a ingestão de peixe – além da dor, urina preta e insuficiência renal. Em casos anteriores, considera-se que uma toxina presente no peixe tenha causado a doença, mas a maioria das investigações não conseguiu identificar o agente da intoxicação.

De acordo com Antonio Carlos Bandeira, um dos autores do artigo, um pedaço de peixe que foi ingerido por uma paciente foi encaminhado ao Ministério da Saúde, que por sua vez enviou o material para um laboratório dos Estados Unidos. O resultado ainda não foi divulgado.

Fonte: MSN.
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Modalidade de plano de saúde popular não tem internação e emergência

Projeto está sob avaliação da ANS, que decidirá se ele será ou não implantado

O Ministério da Saúde divulgou nesta quarta-feira (8) três propostas de “planos de saúde populares”. As propostas contam com uma cobertura reduzida, fora dos padrões exigidos atualmente pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), e preços mais acessíveis. Um dos planos sugeridos não cobre se quer internação, urgência nem exames de alta complexidade.

O projeto foi anunciado no ano passado pelo ministério e, desde então, um grupo de trabalho foi criado para elaborar as propostas.

As sugestões estão agora sob avaliação da ANS, que deve verificar a legalidade e a pertinência das medidas sugeridas, para decidir se elas serão ou não implantadas.

Segundo o G1, os planos devem envolver uma coparticipação maior dos usuários em cada serviço utilizado, além do aumento no prazo para agendamento de atendimentos médicos e procedimentos cirúrgicos, flexibilidade no aumento das mensalidades, planos regionalizados e rede de saúde hierarquizada (semelhante ao SUS). A vantagem seria a cobrança de uma mensalidade mais popular, o valor ainda não foi divulgado.

Em nota, o Ministério da Saúde divulgou as propostas apresentadas:

Plano simplificado: cobertura inclui atenção primária (atendimento não-especializado), consultas com especialistas e exames de diagnóstico de baixa e média complexidade. Não inclui internação, terapias e exames de alta complexidade nem atendimento de urgência e emergência.

Plano ambulatorial + hospitalar: cobertura inclui atenção primária e atenção especializada de média e alta complexidade. Para ter acesso aos cuidados especializados, o paciente deve passar obrigatoriamente por uma avaliação prévia do médico da família ou da atenção primária. O sistema é semelhante ao adotado pelo SUS, em que o atendimento com especialistas só é feito mediante encaminhamento de um serviço básico de saúde.

Plano em regime misto de pagamento: paciente tem acesso a serviços hospitalares, terapias de alta complexidade, medicina preventiva e atendimento ambulatorial mediante pagamento dos procedimentos com os valores previstos no contrato.

A ANS informou que o acesso dos brasileiros a planos de saúde caiu consideravelmente nos dois últimos anos. Foi de 50,4 milhões em dezembro de 2014 para 47,6 milhões em janeiro de 2017.

Fonte: Notícias ao minuto.
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