Apenas 25% das crianças com menos de 4 anos frequentam creche

Desse contingente de 7,7 milhões de crianças que ficavam em casa, 61,8% de seus responsáveis demonstravam interesse em matricular na creche

Em 2015, das 10,3 milhões de crianças brasileiras com menos de 4 anos, 25,6% (2,6 milhões) estavam matriculadas em creche ou escola. Entretanto, 74,4% (7,7 milhões) não frequentavam esse tipo de estabelecimento nem de manhã, nem à tarde.

Desse contingente de 7,7 milhões de crianças que ficavam em casa, 61,8% de seus responsáveis demonstravam interesse em matricular na creche, o que representa 4,7 milhões dos casos. O interesse do responsável em matricular a criança crescia com o aumento da idade, passando de 49,1% em crianças com menos de 1 ano e atingindo 78,6% entre as crianças de 3 anos.

As informações constam do suplemento Aspectos dos cuidados das crianças de menos de 4 anos de idade, da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2015, divulgado hoje (29) no Rio de Janeiro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo a pesquisa, o percentual de crianças de menos de 4 anos cujos responsáveis tinham interesse em matriculá-las em creche ou escola diminuía nas classes de renda média domiciliar per capita mais altas.

“Nas classes sem rendimento a menos de ¼ do salário mínimo, essa proporção era de 61,5%, crescendo até a classe de ½ a menos de 1 salário mínimo (63,9%). A partir da classe de 1 a menos de 2 salários mínimos, verificava-se redução da proporção, com estimativa de 60,1%, chegando a 54,4% na classe de rendimento domiciliar per capita de 3 ou mais salários mínimos”, informa o documento.

Das 4,7 milhões de crianças de menos de 4 anos não matriculadas em creche ou escola, mas cujos responsáveis tinham interesse em fazê-lo, em 43,2% (2,1 milhões) dos casos os responsáveis tomaram alguma ação para conseguir uma vaga. Dentre as medidas adotadas, as mais recorrentes foram o contato com a creche, a prefeitura ou secretaria para informações sobre existência de vagas (58,7%) e a inscrição em fila de espera para vagas (37,3%).

A assistente administrativa Dayse Fernandes Bezerra Arruda, de 39 anos, busca uma vaga em creche municipal para seu filho de 6 meses desde o ano passado para poder voltar a trabalhar. Ela recorreu à Justiça para que a prefeitura do Rio de Janeiro matricule seu filho em uma creche.

“Estou com processo em andamento e até agora nada. Fiz a inscrição em cinco creches em bairros próximos de casa, mas ele não foi sorteado. Eu não tenho com quem deixá-lo. Meu marido trabalha. Uma creche particular é inviável, a mais barata está na faixa de R$ 1,5 mil. Vivemos de aluguel, é complicado pagar uma creche”, disse Dayse.

Plano Nacional de Educação

O Plano Nacional de Educação (PNE), sancionado em 2014, estabelece na sua primeira meta a universalização da educação infantil na pré-escola para crianças de 4 a 5 anos até 2016 e a ampliação da oferta de educação em creches de forma a atender, no mínimo, 50% das crianças de até 3 anos até 2024.

Segundo o IBGE, os dados de 2015 da Pnad mostram que a taxa de frequência de crianças de 4 a 5 anos na pré-escola está em 84,3%. No caso das crianças com menos de 4 anos, apenas 25,6% estavam em creches.

O PNE estabelece metas e estratégias para melhorar a qualidade da educação até 2024. As metas vão desde a educação infantil até a pós-graduação e incluem valorização dos professores e melhorias em infraestrutura.

Perfil das famílias

A Pnad 2015 estimou que os 10,3 milhões de crianças com menos de 4 anos no país correspondem a 5,1% da população brasileira. A presença de crianças desse grupo etário foi registrada em 13,7% dos domicílios.

Segundo a pesquisadora do IBGE Adriana Araújo Beringuy, o aspecto mais distintivo entre os domicílios foi o rendimento domiciliar per capita: a presença de crianças de menos de 4 anos é maior nas classes menos elevadas. “Quase 74% dos domicílios com crianças até 3 anos estavam nas faixas de rendimento domiciliar per capita até um salário mínimo. É perceptível que as crianças desse grupo etário estão em domicílios de renda mais baixa”, disse. Com informações da Agência Brasil.

Fonte: Notícias ao minuto.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Fim da TV analógica em SP pode prejudicar o meio ambiente

O Brasil é o maior gerador de lixo eletrônico da América Latina, responsável por 36% do descarte de equipamentos como celulares e televisores. Em 2014, o país produziu 1,4 milhão de toneladas de lixo eletrônico, de acordo com relatório da Organização das Nações Unidas (ONU).

Em 2017, a situação deve se agravar, pois o sinal analógico das emissoras de TV será desativado na região metropolitana de São Paulo nesta quarta-feira, dia 29 de março. O número de descarte ilegal pode aumentar em um curto espaço de tempo e prejudicar a contaminação do solo.

Segundo a previsão da Anatel, o sinal analógico de TV será desligado em São Paulo e nos 38 municípios da região metropolitana. Enquanto muitas famílias buscam a antena de conversão digital, outras vão optar por se desfazer dos antigos aparelhos e investir em uma televisão já compatível com a emissão.

Mas onde entregar os televisores para descartá-los de forma correta? De acordo com a Coopermiti, em São Paulo, o lixo não é a destinação correta, pois os produtos analógicos contam com partes tóxicas e elementos químicos que podem vazar e contaminar o solo, lençóis freáticos e as pessoas.

“Estes equipamentos podem liberar materiais como mercúrio, cádmio, cobre, cromo, entre outros que, caso dispostos em aterros não licenciados e controlados, podem contaminar o solo e atingir o lençol freático, causando grande impacto ao meio ambiente e ao ser humano”, afirma Alex Pereira, presidente da cooperativa de lixo eletrônico.

Veja os endereços que recebem os aparelhos em São Paulo:

Coopermiti – Rua João Rudge, 366 – Casa Verde – São Paulo

(11) 3666-0849 – Para mais informações acesse o site.

EcoBraz – Rua Padre Otto Maria, 104 – Vila Formosa – São Paulo

(11) 4329-2001

Fonte: MSN.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Mulher trabalha 5,4 anos a mais do que homem, diz estudo

Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o trabalho extra é resultado dos afazeres domésticos.

A mulher trabalha 5,4 anos a mais do que o homem ao longo de cerca de 30 anos de vida laboral, segundo simulação do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O trabalho extra é resultado dos afazeres domésticos. O cálculo foi feito a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2014, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com o Ipea, nesse período de aproximadamente 30 anos, as mulheres somam, em média, 22,4 anos de contribuição para a Previdência Social. Um total de 44,4% das mulheres às quais foram concedidas aposentadorias em 2014 atingiram até 20 anos de contribuição.

A pesquisadora do Ipea, Joana Mostafá, explica que essas informações foram obtidas por meio de uma parceria que possibilitou o acesso a microdados do extinto Ministério da Previdência Social – atualmente Secretaria da Previdência Social, vinculada ao Ministério da Fazenda.

Segundo Joana, as interrupções na contribuição previdenciária feminina são causados por situações como desemprego, trabalho informal, afastamento do mercado de trabalho para cuidar dos filhos, entre outras. Com base nesse cenário, o Ipea lançou uma nota técnica na última semana na qual defende que as idades de aposentadoria de homens e mulheres devem ser diferentes.

“A princípio, a diferença [no sistema em vigor hoje, em que a mulher se aposenta cinco anos mais cedo que o homem] é justificada”, disse a pesquisadora. Atualmente, para se aposentar, o homem deve acumular 35 anos de contribuição e a mulher, 30. Há ainda a opção da aposentadoria por idade, que exige 15 anos de contribuição e idade de 65 anos para o homem e 60 anos para a mulher.

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016, de reforma da Previdência, atualmente em discussão na Câmara dos Deputados, altera esse modelo e estabelece como condição para a aposentadoria no mínimo 65 anos de idade e 25 anos de contribuição para homens e mulheres. Um dos argumentos do governo para a mudança é que as mulheres vivem mais que os homens.

Fonte: ORMNews.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Artigo Paiva Netto – Mais água, menos guerra

Embora já tenha trazido, há alguns anos, em meus livros, artigos e palestras, exemplos citados pela mídia acerca da tragédia da guerra pela água — lutas sangrentas que se arrastam pelo globo terrestre por séculos —, é válido reproduzir o que disse o professor de Economia Jeffrey Sachs ao jornal The Guardian, em 26 de abril de 2009, e que publiquei em minha recente obra, Jesus, a Dor e a origem de Sua Autoridade (2014).
No texto, intitulado “Stemming the water wars” (Guerras hídricas), o diretor do Instituto Terra, da Universidade de Columbia, relata: “Muitos conflitos são provocados ou inflamados por escassez de água. Conflitos — do Chade a Darfur, ao Sudão, ao deserto Ogaden, na Etiópia, à Somália e seus piratas, bem como no Iêmen, Iraque, Paquistão e Afeganistão — acontecem em um grande arco de terras áridas onde a escassez de água está provocando colapso de colheitas, morte de rebanhos, extrema pobreza e desespero”.
O conselheiro especial do secretário-geral da ONU para os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio faz grave advertência ao narrar que governos perdem legitimidade perante as populações ao não serem capazes de atender às necessidades mais básicas de sua gente. Ele conta que políticos, diplomatas e generais tratam dessas crises como se fossem problemas comuns no campo administrativo ou militar. No entanto, as medidas de arregimentação de exércitos, organização de facções políticas, de combate a líderes guerreiros locais ou enfrentamento a extremismos religiosos não atingem o resultado de suprir as comunidades com água, alimento e meios de subsistência — que são demandas urgentes —, pois o desafio estrutural não é resolvido. O economista norte-americano ainda avisa: “(…) Os problemas da água não evaporarão por si mesmos. Pelo contrário, se agravarão, a menos que nós, como comunidade mundial, implementemos uma reação. Uma série de estudos recentes mostra quão frágil é o equilíbrio hídrico para muitas regiões pobres e instáveis do mundo”.
Eis o sério alerta do professor Sachs. É mais que inadiável o empenho conjunto em torno da resolução de problemas como esse, conforme observamos ocorrer no Estado de São Paulo, Brasil, em 2014. A água é um bem básico, sem o qual não pode existir vida. A sua justa distribuição precisa estar acima de interesses políticos, religiosos, econômicos e militares. Só uma mobilização internacional pode pôr fim ao drama vivido pelos nossos Irmãos em humanidade e, daqui a pouco, por nós próprios, em grande extensão.
Convém contritamente pedirmos a intuição de Deus, do Cristo e do Espírito Santo na tomada de decisões a fim de que, com maior eficácia, encaminhemos providências corretas, de modo que alcancemos bom desfecho para tão grave problema, que assola multidões. Com muito acerto, o saudoso fundador da Legião da Boa Vontade, Alziro Zarur (1914-1979), ensinou que “o segredo do governo dos povos é unir a Humanidade da Terra à Humanidade do Céu [Espiritual Elevado]”. Isto é, precisamos ouvir os componentes do Mundo (ainda) Invisível, por meio da prece, da invocação direta, da meditação ou da intuição, para ganharmos força e serenidade.

José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.
paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Chico Picadinho: psicopata de SP pode ser solto após 41 anos

Segundo psiquiatra, se ‘uma pessoa é psicopata, ela vai ser para sempre’ e deve ser afastada do convívio social

O criminoso Chico Picadinho, que matou e esquartejou duas mulheres em São Paulo nas décadas de 60 e 70 e está preso há 41 anos – onze anos a mais do que o máximo permitido por lei, deve ser solto até o dia 1º de julho deste ano.

Francisco da Costa Rocha entrou para a história após cometer os crimes mais violentos do Brasil à época. Em 1964, ele matou e esquartejou a austríaca Margareth Suida durante uma relação sexual, ficou oito anos na cadeia e foi solto por bom comportamento.

Dois anos depois, em 1976, ele matou Ângela da Silva, também durante uma relação sexual. Ele novamente esquartejou a vítima e colocou os pedaços em malas e sacos para se desfazer deles. O assassino acabou sendo preso antes de sumir com o corpo após ser denunciado por um amigo.

Dessa vez, ele foi condenado a 20 anos de prisão. Chico Picadinho terminou de cumprir a pena em 1998 na Casa de Custódia de Taubaté, no interior de São Paulo. Aos 56 anos, pediu para ser libertado, mas o pedido foi negado pela Justiça.

De acordo com matéria do “Fantástico”, um exame psiquiátrico feito pela polícia diagnosticou que Chico Picadinho tem personalidade psicopática, com manifestações sádicas.

O criminoso está sendo mantido preso por uma interdição civil solicitada pelo Ministério Público (MP). A medida é aplicada quando a pessoa não é considerada capaz de assumir responsabilidades do dia a dia, mas não é uma condenação criminal, nem motivo para mantê-lo preso.

Mesmo sendo um psicopata, Chico Picadinho é considerado por lei capaz de responder pelos seus próprios atos. E por já ter cumprido a pena, a juíza Sueli Zeraik decidiu, no começo deste mês, que ele não deve ficar na Casa de Custódia de Taubaté. Ela alega que, segundo o Código Penal, ninguém pode ficar preso por mais de 30 anos no Brasil e ele já está há mais de 40 anos.

Para o psiquiatra Charmes Kiraly, ele não deve voltar ao convívio social, pois tem um desvio de personalidade que, segundo ele, “não existe tratamento”. Contudo, o MP concordou com a decisão da juíza.

O especialista afirma que “se uma pessoa é psicopata, ela vai ser para sempre”. “O legislador devia ter uma forma de contenção de pessoas que são antissociais e que não podem viver em sociedade, pois vão necessariamente cometer crimes terríveis”, explicou.

Chico tem hoje 74 anos. Ele vive sozinho em uma cela e não recebe visitas. Um funcionário relatou que ele convive bem com os outros detentos, trabalha na biblioteca, gosta de ler e pinta quadros.

A juíza determinou que ele seja solto de forma gradual, com acompanhamento psicoterápico e, a princípio, acompanhado de um funcionário. A Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo será responsável por ajudá-lo a encontrar um lugar para morar.

Fonte: ORMNews.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




PF e Ibama prendem acusados de extrair madeira no Nortão (MT) e destroem veículos

A Polícia Federal e agentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) prenderam seis pessoas acusadas de extração ilegal de madeira, em uma área de reserva do Assentamento Ena, no município de Feliz Natal (124 quilômetros de Sinop), ontem. Além disso, houve apreensão de duas caminhonetes, quatro tratores, diversas motosserras e também cerca de 250 metros cúbicos de toras. Pelo menos três tratores e um veículo foram destruídos pelos agentes. ibama mt1

Segundo informações policias, os acusados foram presos em flagrante cortando árvores com a utilização de motosserras e tratores. A polícia investiga se a madeira extraída ilegalmente iria abastecer as madeireiras de Feliz Natal.

Todos foram encaminhados à delegacia de Polícia Federal de Sinop e devem responder por crime ambiental e por usurpação de matéria-prima pertencente à União.

Fonte: Só Notícias/Cleber Romero (foto: assessoria)ibama 3madeiraibamam mt 2

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Carne, frango ou porco? Entenda o que é a mortadela

Quem vê o grande embutido defumado que costuma apresentar pedaços maiores de gordura e toucinho e que é comumente temperado com alho, pimenta do reino, picles ou até mesmo pistache nem imagina que ele passa por um processo de produção muito similar ao da salsicha.

De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), a mortadela é classificada como sendo um “produto cárneo industrializado, obtido de uma emulsão das carnes de animais de açougue, acrescido ou não de toucinho, adicionado de ingredientes, embutido em envoltório natural ou artificial, em diferentes formas, e submetido ao tratamento térmico adequado”.

Basicamente, ela pode ser produzida com carne bovina, suína ou de frango. A matéria prima usada para diferenciá-la será decidida pelo fabricante, de acordo com o tipo de produto que deseja oferecer a seus clientes.

O professor de tecnologia de carne do Departamento de Engenharia de Alimentos da USP de Pirassununga Marco Antonio Trindade explica que se a mortadela “for de carne bovina, ela provavelmente será de carnes da parte dianteira do animal, como acém, paleta, pescoço, músculo ou papada. As carnes dianteiras costumam ser mais duras pela falta de colágeno”.

O Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade de Carne Mecanicamente Separada, de Mortadela, de Linguiça e de Salsicha, publicado em 2000 pelo MAPA, permite que o embutido seja composta de até 60% de CMS. O regulamento, além de trazer a definição de cada alimento, classifica a quantidade mínima de proteína que cada um deve ter em sua composição, bem como a quantidade máxima de gordura e seus ingredientes obrigatórios.
Como a mortadela é feita

Tanto a mortadela quanto a salsicha passam por um processamento muito delicado, de acordo com a professora titular de engenharia de alimentos da Universidade Federal de Viçosa, de Minas Gerais, Regina Mendonça. “Os dois são emulsionados e cozidos, o que faz com que a tecnologia utilizada tenha de ter muito cuidado na linha de processamento para não afetar a vida do produto.”

O cuidado neste tipo de processo tem de ser redobrado, segundo Regina. “Quanto mais se tritura a carne, mais expõe sua superfície à ação do ambiente sobre a matéria prima.” Não à toa, toda a produção é automatizada para evitar contato direto do funcionário com o alimento.

Esses dois embutidos são triturados em um equipamento chamado cutter, conhecido entre os especialistas da área como homogeneizador de bacia rotativa. Trindade, professor da USP, explica que o cutter tem facas que giram perpendicularmente à bacia e que trituram a carne.

“É por isso que essa massa [base dos dois produtos] tem aparência lisa. Ela, ao ser refinada finamente, recebe o nome de produto cárneo emulsionado. A massa é curada com nitrito de sódio, que vai dar a coloração cor de rosa que a mortadela e a salsicha têm.”

O processo das duas é muitíssimo parecido, de acordo com Trindade. “O que muda é o tipo de tempero, que tende a outra direção, com um sabor de alho, normalmente. Mas também pode vir com toucinho picado.”

No caso da salsicha, a massa é embutida, cozida e colocada em um envoltório. Ao ser enviada para o supermercado ou açougue, a salsicha é retirada e vendida sem o envoltório. Já a mortadela é embutida em um envoltório maior e que já vira sua embalagem.

Regina, da Universidade Federal de Viçosa, explica que o trabalho de diferenciação dos dois alimentos é feito pelo engenheiro de desenvolvimento de produto da indústria. “Assim, têm-se produtos diferentes.”

Fonte: MSN.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Afinal, a salsicha é feita de quê?

Salsicha Viena, Frankfurt, Tipo Viena, Tipo Frankfurt, de Carne de Ave, de Peru. Há pelo menos seis variações do produto no mercado brasileiro. E embora o imaginário comum atribua à composição do alimento uma série sem fim de ingredientes dos mais bizarros aos mais repugnantes – principalmente depois da Operação Carne Fraca – a verdade é que existe uma receita básica e regular aprovada por órgãos competentes. Cada versão é composta por alguma matéria-prima e técnicas de fabricação diferentes. Basicamente, a salsicha pode ser produzida com carne bovina, suína ou de frango. A matéria prima usada para diferenciá-la será decidida pelo fabricante, de acordo com o tipo de produto que deseja oferecer a seus clientes.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) classifica a salsicha como sendo um “produto cárneo industrializado, obtido da emulsão de carne de uma ou mais espécies de animais de açougue, adicionados de ingredientes, embutido em envoltório natural, ou artificial ou por processo de extrusão, e submetido a um processo térmico adequado”. A emulsão nada mais é do que uma mistura de carne com a umidade de sua gordura – ou uma gordura extra, utilizada no caso de uma carne magra.

De acordo com Andrea Carla da Silva Barretto, professora de tecnologia de carnes da UNESP, para a fabricação da salsicha não há diferenciação de nobreza da carne, como quando o consumidor opta por um determinado tipo ‘de primeira’ ou ‘de segunda’, no açougue. “Para a indústria, carne é considerada matéria prima. Avaliamos apenas quantidade de proteína e de que tipo ela é e a quantidade de gordura”, explica.

Andrea explica que a gordura é um dos ingredientes para proporcionar maciez e sabor ao produto. “Ela ajuda no processo de emulsão e é responsável pela textura final e desejável da salsicha.”
Que tipo de carne?

Aparas da desossa ou simplesmente recorte é o que sobra dos cortes que vão para os supermercados e açougues. Esse recorte é a matéria-prima para a produção da salsicha. Apesar do nome, não significa que essa carne seja desvalorizada ou de qualidade inferior. “Proteína animal é extremamente cara então deve ser aproveitada ao máximo. Em vez de descartar, ainda mais em uma crise de fome em que vivemos, você reaproveita”, explica a professora titular de engenharia de alimentos da Universidade Federal de Viçosa (MG) Regina Mendonça.

Quando a salsicha é de carne de frango, por exemplo, é muito comum ela ser produzida a partir de carne mecanicamente separada (CMS), uma matéria prima “muito bem vinda, rica em proteína mineral e de preço bom”, conta Andrea, professora da UNESP. A CMS é “a carne obtida por processo mecânico de moagem e separação de ossos de animais de açougue, destinada à elaboração de produtos cárneos específicos”, de acordo com o MAPA.

“Como costuma ser, em sua maioria, matéria-prima do frango, a CMS pode ser extraída do dorso ou do pescoço do frango. Esses dois são colocados na desossa mecânica e, por pressão, é extraída a carne. A indústria tem a opção de congelá-la para depois comercializá-la ou usá-la em outro produto, segundo o regulamento”, explica Andrea.

O Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade de Salsicha, publicado em 2000 pelo MAPA, permite que a salsicha seja composta de até 60% de CMS. O regulamento, além de trazer a definição de cada alimento, classifica a quantidade mínima de proteína que cada um deve ter em sua composição, bem como a quantidade máxima de gordura.

“Todos os limites são estipulados. Para cada produto a base de carne, tem um regulamento técnico que precisa ser obedecido, até para que a concorrência seja fiel. Tudo é muito bem estabelecido e a legislação é muito clara”, conta Andrea, professora da UNESP.

Fonte: MSN.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Anvisa interdita lote de paçoquinha por excesso de substância com potencial cancerígeno

Cingapura é a cidade mais cara para se viver, enquanto Almaty, no Cazaquistão, é a mais barata Rio e SP são as que mais encareceram no mundo
Interdição atinge o lote 0027 do Doce de Amendoim Paçoca Rolha, da marca Dicel. © Fornecido por Abril Comunicações S.A. Interdição atinge o lote 0027 do Doce de Amendoim Paçoca Rolha, da marca Dicel.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) interditou o lote 0027 do Doce de Amendoim Paçoca Rolha, da marca Dicel, pelo excesso de aflatoxinas, espécies de micotoxinas.

As substâncias acima do limite permitido, encontradas no alimento distribuído pela Indústria e Logistica Wethonklauss Constante Ltda, são tóxicas e carcinogênicas, e, por isso, produtos fora da especificação não podem ser consumidos pela população.

Relatório do Laboratório de Análise Micotoxicológicas (LAMIC – Santa Maria/RS) indica que excesso de aflatoxina foi encontrado no amendoim com casca, descascado, cru ou tostado, pasta de amendoim ou manteiga de amendoim.

A Anvisa informou que a interdiçãocautelar vale para o lote 0027, distribuído em todo País, data de fabricação 18/11/2016, data de validade 18/11/2017.

Fonte: MSN.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Governo pede ajuda de fora para estoque de vacina da febre amarela

Ministério da Saúde solicita 3,5 milhões de doses ao Grupo de Coordenação Internacional para o Fornecimento de Vacinas, que devem chegar no país na próxima semana

Ministério da Saúde pediu ajuda internacional para abastecer seus estoques de vacina contra febre amarela. Diante da decisão do Rio de vacinar, até o fim do ano, toda população do Estado e da epidemia registrada em vários pontos do País neste ano, o Ministério da Saúde solicitou 3,5 milhões de doses ao Grupo de Coordenação Internacional para o Fornecimento de Vacinas. Elas deverão chegar no País na próxima semana.

Além do auxílio internacional, o Ministério da Saúde solicitou que a Fundação Oswaldo Cruz passe a produzir o imunizante em sua capacidade máxima: 9 milhões de doses mensais. Esse quantitativo, de acordo com a pasta, deverá estar disponível no mês de abril.

Integrantes do ministério afirmam que as duas medidas são suficientes para garantir abastecimento adequado em todo o País. Mesmo com essas duas decisões, o governo não cogita suspender a exportação da vacina para entidades internacionais.

O Ministério da Saúde justificou que o pedido de doses extras constitui uma estratégia para não reduzir de forma significativa o estoque estratégico de imunizante contra febre amarela. A dimensão do estoque é mantida sob sigilo, sob a alegação de ser uma informação de segurança.

Com a decisão do Rio de vacinar até o fim do ano toda população do Estado, serão necessárias cerca de 15 milhões de doses. Nesta quinta-feira, foram enviadas 1 milhão de doses. A previsão é de que nos próximos 10 dias, outro milhão seja entregue. Até abril outros 2 milhões de doses serão encaminhados ao Estado.

De acordo com o Ministério da Saúde, a vacinação contra febre amarela no Rio será feita de forma gradual. Nessa primeira etapa, são atendidos 55 municípios. A mesma estratégia foi adotada no Espírito Santo, Estado que até este ano era considerado livre de febre amarela. Em virtude da epidemia, o Espírito Santo decidiu estender a vacina para toda a população.

A produção média da Fiocruz é de 4,5 milhões de doses mensais. No ano passado, foi enviado para o Ministério da Saúde o equivalente a 1,2 milhão de doses por mês. Este ano, por causa da epidemia, o quantitativo subiu para 6,5 milhões de doses. A estimativa do Ministério da Saúde é a de que até o fim do ano sejam distribuídas 70 milhões de doses de vacina contra a doença.

Passada a epidemia, o governo deverá mudar a estratégia de vacinação contra febre amarela. A ideia é incorporar o imunizante no programa de imunização para crianças de todo o País. Hoje, a vacina é ofertada no calendário vacinal apenas para crianças que vivem em regiões consideradas de risco.

Infectologistas, no entanto, consideram que essa estratégia não é mais suficiente para enfrentar a mudança do perfil da febre amarela no Brasil. A doença ao longo dos últimos 20 anos se espalhou. Em 2001, 1.945 municípios tinham recomendação para que população fosse vacinada. Em dezembro do ano passado, os municípios com recomendação de vacina chegam a 3.530. Agora, a recomendação atinge também Espírito Santo, Rio e cidades da Bahia.

Além de a doença ter se espalhado, a experiência mostra que a cobertura vacinal contra febre amarela está bem abaixo do que seria considerado ideal. A melhor estratégia para evitar novos surtos, avaliam consultores do ministério, é incorporar a vacina na rotina e vacinar crianças.

Fonte: Notícias ao minuto.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br