Brasileira fala sobre trauma de ter sido atingida por tiro na Síria

Muito abalada, Márcia Kardous não quer mais ficar morando em Damasco

O apartamento onde morava a brasileira Márcia Kardous, 27 anos, na Síria, foi atingidido no final de março por um morteiro de grupos rebeldes ligados à Al Qaeda entrincheirados na periferia de Damasco contra a capital.

Márcia, que nasceu no Brasil e vive na Síria desde os seis meses de idade, conta que o ataque não causou danos à estrutura do prédio, mas destruiu o vidro de todas as janelas.

“Começou a ficar muito frio e fui ligar o aquecedor. Dava para perceber que era uma batalha grande porque os tiros e os morteiros não paravam, mas eu não imaginava que estava tão perto, na minha rua”, conta.

A brasileira em seguida percebeu que tinha sido atingida por um tiro na barriga. A bala atravessou seu tórax e foi parar em seu pescoço.

“Foi um milagre, tive apenas os pulmões perfurados, nenhum outro órgão foi atingido”, conta ela.

A Folha de S. Paulo destaca que Márcia ainda está de cama, mas fora do hospital. Ela se recupera agora dos ferimentos e sente dores e dificuldade para respirar.

As marcas psicológicas são maiores que as limitações físicas. As crises de choro são recorrentes e, muito abalada, Márcia não conseguiu mais voltar para o apartamento e está morando na casa da irmã. Ela passa os dias assustada com os sons da artilharia síria e dos morteiros que caem nas proximidades.

“Ela está deprimida, não é fácil passar pelo que ela passou depois de viver tanto tempo tão próxima da guerra”, conta seu tio, o médico sírio-brasileiro Rafle Kardous.

A publicação ainda refere que Márcia estava com o casamento marcado para junho. “Não quero pensar nisso neste momento, não me sinto preparada”, diz.

A brasileira não quer mais ficar morando na Síria, mas ainda não decidiu se irá para o Brasil, algum país europeu ou para a Armênia, onde mora a família do seu noivo.

Fonte: Noticías ao minuto.
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Fazendeiros são condenados em MT por matar índio em disputa de terras

Dois fazendeiros foram condenados a 18 anos e nove meses de prisão em regime fechado, cada um, por homicídio contra um índio de 70 anos, ocorrido em 16 de outubro de 1988, na Reserva Indígena Zoró, localizada no município de Aripuanã, a 976 km de Cuiabá. O júri popular ocorreu na quarta-feira (5), pela Justiça Federal em Cuiabá. Atualmente os acusados estão foragidos, segundo a Justiça Federal. Em depoimentos à justiça, anteriormente, os réus não negaram o crime.

Os fazendeiros Sadi Francisco Tremea e Antônio Lopes da Silva são acusados de matar o indígena Yaminerá Suruí. A sentença foi lida pelo juiz federal Francisco Moura Júnior, que presidiu a sessão. Depoimento de servidores da Fundação Nacional do Índio (Funai) afirmaram que o indígena havia sido assassinado devido a disputa de terra, pois algumas pessoas estavam invadindo os limites da área indígena dos Zoró.

O indígena foi morto a tiros e teve o corpo carbonizado. Uma testemunha também afirmou que Yaminerá foi morto pois, sendo idoso, não conseguiu correr para dentro da mata, fugindo dos tiros como os outros indígenas fizeram.

Outra testemunha ouvida foi o índio Celso Natin Suruí, sobrinho da vítima. Ele contou que estavam caminhando próximo a estrada, ele, o pai dele e o tio, quando os acusados passaram de caminhonete e começaram a atirar. Os outros índios conseguiram correr para a mata, mas Yaminerá não conseguiu correr por causa da idade.

Durante o júri, foram lidos depoimentos dados pelos próprios réus, confirmando terem sido convidados para fazer parte da chamada “caravana da morte“ e que todos estavam armados e em duas caminhonetes. Nos depoimentos, os acusados deixaram claro que o grupo teria atacado quatro vezes os indígenas, sendo que no terceiro ataque Yaminerá Surui foi morto.

A defesa dos fazendeiros tentou convencer os jurados que os invasores da terra indígena eram fazendeiros e agiram em legítima defesa, pois dois dias antes do assassinato do indígena alguns índios teriam ido até o local onde os posseiros estavam e feito ameaças de morte caso eles não se retirassem das terras Zoró.

Ainda, a defesa também usou a tese de que o indígena assassinado também teria participado do ataque feito pelos indígenas no acampamento dos posseiros, e que o motivo do crime não teria sido fútil, desqualificando o crime. Além disso, afirmou que não houve uma “caravana da morte“ e que a vítima não foi alvejada pelas costas, e muito menos em um terceiro ataque feito pelos posseiros.

Para a defesa, a vítima teria sido atingida por um tiro durante intenso tiroteio entre os posseiros e indígenas, em um conflito. A defesa recorrerá da decisão.

Os jurados reconheceram a culpabilidade dos réus e também a qualificadora, ou seja, que o crime foi cometido por motivo fútil, condenando assim os réus. A pena aplicada foi a de 18 anos e nove meses para cada réu.

Os réus são considerados foragidos desde 1989, quando tiveram a prisão preventiva decretada e posteriormente a liberdade provisória, tendo mudado de endereço sem prévia autorização, não sendo mais localizados.

Fonte: G1MT
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Bebê morre com suspeita de meningite em hospital de Sinop

Um bebê de 40 dias morreu, na noite da última terça-feira (4), no Hospital Regional de Sinop com suspeita de meningite bacteriana. O laudo dos exames que foram solicitados comprovou a infecção e que a morte se desencadeou pela doença.

Agora, exames para descobrir qual tipo de bactéria causou a morte do bebê serão realizados.

A família da criança reside no distrito de Boa Esperança, em Sorriso.

O bebê, que estava em um hospital particular em Sinop, chegou no Regional no último fim de semana com seu estado de infecção grave.

Ele foi encaminhado à UTI (Unidade de Terapia Intensiva) neonatal para que recebesse o devido atendimento.

No entanto, após sofrer várias paradas cardíacas não resistiu e morreu.

O corpo foi enterrado ontem pela manhã, no cemitério de Sorriso.

Em nota, a Secretaria de Estado e Saúde (Ses) informou que todos os procedimentos para salvar o bebê foram efetuados.

folha-1Fonte: Portal de Sorriso
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Greve de policiais é inconstitucional, decide STF

Policiais federais, rodoviários e integrantes do Corpo de Bombeiros não poderão fazer greve sob nenhuma justificativa

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (5), por 7 votos a 3, que todos os servidores que atuam diretamente na área de segurança pública não têm direito a greve, sob nenhuma forma ou modalidade, partindo da justificativa de que a categoria desempenha atividade essencial à manutenção da ordem pública.

Os afetados pelo veto são policiais federais, rodoviários federais e integrantes do Corpo de Bombeiros, entre outras modalidades ligadas a serviços de segurança pública. O direito de se associar a sindicatos, no entanto, foi mantido.

No julgamento, triunfou a percepção do ministro recém-empossado pelo presidente golpista, Michel Temer, Alexandre de Moraes. Para ele, o fato de os policiais civis integrarem o braço armado do Estado impede que façam greve. Ele afirmou ainda que as paralisações da categoria promovem a anarquia, que não é permitida pela Constituição.

A maior parte dos ministros alegou ainda ser impraticável, por questões de sua própria segurança e pela obrigação de fazer prisões em flagrante mesmo fora de seu horário de trabalho, que o policial civil deixe de carregar sua arma 24 horas por dia. Isso, na opinião dos magistrados, inviabilizaria a realização de manifestações por movimentos grevistas de policiais civis, dado que a Constituição veda reuniões de pessoas armadas. “Greve de sujeitos armados não é greve”, completou Gilmar Mendes.

Além de Moraes, foram favoráveis ao veto a ministra Cármen Lúcia e os ministros Luís Roberto Barroso, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e Luiz Fux.

Já o relator do projeto, ministro Edson Fachin, votou pela manutenção do direito de greve dos policiais civis, com restrições. Seu voto foi acompanhado por Rosa Weber e Marco Aurélio Mello.

“No confronto entre o interesse público de restringir a paralisação de uma atividade essencial e o direito à manifestação e à liberdade de expressão, deve-se reconhecer o peso maior ao direito de greve”, finalizou. Fachin sugeriu a alternativa de que as paralisações de policiais civis tivessem autorização prévia do Judiciário, com a condição de que o mínimo de servidores fossem mantidos em suas funções

folha-1Fonte: Brasil de Fato.
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Premiado, gerente homossexual do Itaú é demitido após postar vídeo beijando o noivo

O banco justificou a demissão por “postura inadequada” após o bancário voltar de férias

Um funcionário do banco Itaú na cidade de São Paulo foi demitido, na semana passada, por suposta motivação homofóbica. A denúncia é do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região. Ele era, de acordo com o sindicato, gerente de relacionamento Uniclass/PF há um ano e seis meses é recebeu 10 prêmios por cumprimento de metas, além de sempre ter apresentado resultados acima da média.

O gerente, que teve sua identidade preservada, contou que já havia sido repreendido em tom homofóbico em algumas ocasiões, como quando o alertaram que se “soltava demais” quando ganhava algum prêmio. A gota d’água, no entanto, foi quando retornou das férias e postou, nas redes sociais, um vídeo em que beija o seu noivo. Ele conta que um gestor o chamou à sua mesa e informou que sua postura não era “adequada”.

“Eu me senti profundamente indignado, um banco desse tamanho ainda usa homofobia como critério de demissão, e não os resultados dos trabalhadores (…) É preciso que eles paguem para que nenhum outro trabalhador LGBT tenha de passar por isso novamente”, afirmou.

O Sindicato dos Bancários informou que repassou a denúncia ao setor de Recursos Humanos do Itaú mas, até o momento, não obteve retorno. A assessoria de imprensa do banco, por sua vez, não foi localizada pela reportagem da Fórum.

Edição: Revista Fórum
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Ministério segue OMS e passa a recomendar dose única da vacina contra a febre amarela

Até então, o órgão pedia a aplicação de uma dose padrão e o reforço após 10 anos.

O Ministério da Saúde mudou a recomendação nacional para o número de doses de vacina contra a febre amarela. A partir desta segunda-feira (5), a pasta passa a indicar uma aplicação única para as áreas com exigência de vacinação em todo o país.

Até então, o governo federal pedia que os moradores das áreas com recomendação, e quem fosse viajar a estes locais, tomassem uma dose da vacina e, após 10 anos, recebessem um reforço. A Organização Mundial da Saúde (OMS) já pedia apenas uma única aplicação – o Brasil era o único país do mundo que ainda exigia a dose extra.

“Temos evidências científicas hoje de que uma dose da vacina da febre amarela é suficiente ao longo da vida”, disse Carla Domingues, coordenadora do Progama Nacional de Imunizações.

Entenda a diferença entre febre amarela selvagem e urbana, e saiba quem precisa se vacinar

Além disso, o governo voltou a informar que está estudando o uso da dose fracionada, com a criação de um Plano de Contingência. O ministério disse que não haverá uma diluição na vacina, mas uma diminuição no volume da aplicação. A vacina padrão tem 0,5 ml; a fracionada, 0,1 ml.

“A composição da vacina continuará a mesma, o que haverá é uma diminuição do quantitativo de volume que será colocado na seringa para se fazer essa vacinação nos locais que ainda serão definidos”, disse Domingues.

“Nós passamos de um frasco de cinco doses, que hoje vacina cinco pessoas, a um volume que irá vacinar 25 pessoas, num curto prazo de tempo. Com um frasco de 10 doses, iremos vacinar até 50 pessoas”, completou.

Ainda de acordo com o ministério, pesquisas sobre a vacina apontam que a versão com menos volume protege por pelo menos um ano. Por isso, quem receber a dose fracionada deverá receber a vacina padrão posteriormente.

Gestantes, crianças com até quatro anos e pessoas que viajarão ao exterior não poderão tomar a dose fracionada, de acordo com o governo. Isso ocorre porque os estudos atuais não englobaram os efeitos nesta faixa etária e em grávidas. Além disso, o protocolo internacional de vacinação só aceita a vacina padrão.

O Brasil recebeu 1.987 notificações da doença até esta semana, sendo que 586 casos foram confirmados, 951 foram descartados e 450 ainda estão em investigação. Até agora, 190 pessoas morreram devido à febre amarela.

Febre amarela para viajantes internacionais

Mais cedo, o secretariado da OMS incluiu 88 novos municípios brasileiros como áreas com recomendação de vacina contra febre amarela. A decisão, divulgada no comunicado “Disease Outbreak News”, vale para viajantes internacionais que se deslocam até esses lugares, incluindo as cidades do Rio de Janeiro, Niterói (RJ), Salvador e a área urbana de Campinas (SP).

Com isso, todo o estado do Rio passa a ser área com recomendação para viajantes. O número de municípios da Bahia que deverá ter imunização passou de 69, em 27 de janeiro, para 154. No estado de São Paulo, apenas o município de São Paulo não faz parte da área recomendada.

O comunicado levou em conta as epizootias (mortes de macacos) e casos em humanos que estão sendo investigados ao longo da zona costeira do norte da Bahia, incluindo a área urbana de Salvador, com uma epizootia confirmada por infecção pelo vírus da febre amarela no município de Feira de Santana.

Também foram confirmadas epizootias associadas à doença nas proximidades da área urbana de Campinas. Nas proximidades de áreas urbanas do Rio e de Niterói estão sendo investigadas mortes de macacos por febre amarela.

Fonte: G1.
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Cinco peixes-bois serão devolvidos à natureza no Amazonas

Animais são três fêmeas e dois machos

A partir de hoje (5), o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e a Associação Amigos do Peixe-Boi (Ampa) iniciam expedição para devolver à natureza cinco peixes-bois. Os animais, três fêmeas e dois machos, estão atualmente em um semicativeiro no município de Manacapuru, a 68 quilômetros (km) de Manaus. Eles serão soltos na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Piagaçu-Purus, em Beruri, cidade a 173 km da capital amazonense.

“O Inpa resgata e reabilita filhotes de peixe-boi há mais de 40 anos. Em Manaus, existe um centro de resgate e reabilitação, onde os animais, depois de saudáveis, são encaminhados para uma área de semicativeiro, para se readaptar às condições naturais dos rios. Eles ficam lá entre um e cinco anos. Atualmente, existem 15 peixes-bois na área e, nessa quarta-feira, a gente vai capturar cinco desse plantel para reintroduzir na natureza”, explicou Diogo Sousa, biólogo, pesquisador do projeto Peixe-Boi do Inpa.

Os animais serão colocados em piscinas e transportados em barco regional, em um percurso que deve durar 24 horas. Amanhã (6), antes do início da soltura, está prevista uma ação para conscientizar a comunidade da reserva sobre a importância da preservação do peixe-boi. O trabalho será encerrado no sábado (8).

Há cerca de um ano, o Inpa e a Ampa reintroduziram quatro peixes-bois à natureza no mesmo local. Os animais são monitorados, inclusive, com a ajuda de moradores da região. A expectativa, segundo o biólogo, é que a adaptação dos novos habitantes também seja bem-sucedida. “Os animais são acompanhados hoje por um sistema de telemetria porque há um equipamento fixado na cauda do peixe-boi. Esse equipamento emite sinais pelos quais o comunitário consegue encontrar o peixe-boi, saber a área que ele está ocupando na reserva. Foi feita a recaptura de um animal e observado que um deles engordou mais de 15 quilos, cresceu mais de 10 centímetros”, disse o pesquisador.

Antes da etapa de semicativeiro, os peixes-bois que chegam ao Inpa passam por um período de reabilitação. Atualmente, 60 estão nessa fase. A maioria deles foi resgatada ainda filhote e muito debilitada.

“A caça do peixe-boi ocorre mais com animais adultos, principalmente fêmeas com filhotes, porque elas se tornam mais vulneráveis já que precisam ficar mais tempo na superfície para respirar. Normalmente, o caçador consegue capturar a fêmea, e o filhote fica órfão. Éa  partir desse momento que um comunitário ou um pescador encontra o animal sozinho no barranco ou em redes de pesca. Quase 95% dos animais resgatados pelo projeto são filhotes, a maioria órfãos, já que a mãe foi abatida”, ressaltou.

O pesquisador informou ainda que o Inpa planeja levar 30 peixes-bois para o semicativeiro e devolver pelo menos 20 à natureza nos próximos quatro anos.

Fonte: ORMNews.
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Conheça a britânica que foi salva pelo seu vício em ‘selfies’

As fotografias ousadas que a modelo publica no Instagram ajudaram a salvar sua vida

Conheça a mulher que foi salva pelo seu vício por ‘selfies’ – Cloe Jordan, tem 21 anos, vive na cidade inglesa de Wolverhampton e foi o vício que tem por tirar selfies que a salvou quando acabou por descobrir que o sinal que tinha na barriga era sinal de uma grave doença © Instagram

A modelo Cloe Jordan, tem 21 anos, vive na cidade inglesa de Wolverhampton, e é uma viciada declarada do Instagram. Contudo, foi justamente este vício que lhe salvou a vida.

Cloe estava cansada de um sinal que tinha na barriga e que aparecia em todas as fotografias que ela tirava de biquíni. Por conta disso a jovem resolveu ir ao médico removê-lo.

Depois da consulta, Cloe foi diagnosticada por um especialista que confirmou o pior. A jovem tinha um melanoma, uma das formas mais letais de câncer de pele.
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No entanto, tudo correu bem e o sinal foi removido, deixando a jovem com uma enorme cicatriz na barriga. “A cicatriz na minha barriga é enorme, pois o sinal já estava com raízes profundas”, revelou Cloe ao jornal britânico The Sun.
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Atualmente, Cloe Jordan compartilha a sua história no Instagram para criar algum tipo de consciência nas pessoas que a seguem. “Sei que ao compartilhar a minha história posso fazer com que alguém pare de ir ao sol e para mim isso já valeu a pena”.
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Se não fosse pelo vício de parecer sempre ‘perfeita’ no Instagram, Cloe poderia nunca ter ligado o pequeno sinal que tinha na barriga com a grave doença que tinha.

PIC FROM CATERS NEWS - (PICTURED A COLLECT OF THE MOLE) - A stunning woman is thanking bikini selfies for saving her life after she spotted a deadly mole. Cloe Jordan, 21, from Wolverhampton, West Mids, was diagnosed with an aggressive form of skin cancer - Melanoma - three months ago. Like most young women her age, Cloe was body conscious and was fed up of the mole on her stomach getting in the way of her pretty bikinis and underwear. So she decided to speak to her doctor about the mole, which was in the middle of her stomach, to see if it could be removed. Despite the mole growing in size and changing colour she had dismissed these worrying signs and after visiting her doctor, she was referred for further tests. SEE CATERS COPY

Para conhecer esta jovem e mais sobre da sua história, confira a galeria que acima e veja as fotografias que ela publica na rede social.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Bactéria super-resistente mata estudante na véspera de aniversário de 15 anos

Lara Furno morreu no domingo (2) após passar mal e sentir falta de ar durante a semana. Irmão disse que bactéria é resistente, mas não se trata de um surto.

Uma adolescente que completaria 15 anos nesta segunda-feira (3) morreu após contrair uma bactéria resistente a medicamentos um dia antes do aniversário. Lara Furno estava internada desde a noite de quinta-feira (30) no Hospital da Unimed Vitória e morreu às 2h50 deste domingo (2), depois de ter uma parada cardíaca, segundo um dos irmãos dela, o estudante de Medicina Felipe Furno Frinhani.

Ele relatou ao Gazeta Online como tudo aconteceu. “Trata-se de uma bactéria muito resistente, que se chama Staphylococcus Aureus Resistente à Meticilina (MRSA é a sigla em inglês). Ela é de contaminação comunitária. Está na rua. Não é um surto. É azar mesmo. É uma bactéria muito resistente, que atinge principalmente vias aéreas e vai se disseminando pelo corpo e causa um choque séptico (sepsemia). E por causa disso ela faleceu.”
Lara Furno faleceu por causa de bactéria super-resistente (Foto: Reprodução/ Facebook) Lara Furno faleceu por causa de bactéria super-resistente (Foto: Reprodução/ Facebook)

Lara Furno faleceu por causa de bactéria super-resistente (Foto: Reprodução/ Facebook)

Felipe conta que a irmã começou a se sentir mal na semana passada, mas a família ainda não sabe se esse episódio tem ligação com a morte da estudante. “No domingo (26), ela estava com dificuldade de respirar. Na Unimed ela foi diagnosticada com rinite. Voltou para a casa e apresentou melhora parcial.”

Na madrugada de quarta para quinta-feira a adolescente não conseguia respirar e teve que voltar para o hospital. “A médica deu diagnóstico de bronquite e mandou ela embora para casa de novo”, lembra o irmão.

Na quinta pela manhã Lara foi para a aula no Centro Educacional Primeiro Mundo, em Vitória. “Lá, ela passou mal, e meu pai foi buscá-la. Ficou em casa o dia inteiro. Quando eu cheguei à noite da faculdade, vi que a Lara estava com a frequência e batimentos cardíacos acelerados. Ela começou a ficar com as pontas dos dedos roxos, porque não conseguia oxigenar. Fomos correndo com ela para a Unimed. Os médicos já a entubaram e sedaram. O caso era muito grave.”

Ainda segundo o irmão, quando se tem uma infecção desse porte, a pessoa começa a desenvolver uma infecção generalizada. “Essa infecção causa consequências no corpo inteiro. Entre elas, insuficiência renal. O rim começa a parar. Dentre as complicações, ela teve duas paradas cardíacas. Uma sábado às 23h, e outra no domingo, por volta das 2h50, quando ela faleceu.”

Sobre uma possível suspeita de H1N1, Felipe explica que um infectologista sugeriu que os médicos fizessem também a cobertura de medicamentos para a doença. Mas após um exame de sangue (hemocultura), realizado neste domingo, já se sabe que a bactéria não tem relação com o vírus H1N1. “A família não pediu para fazer necropsia e nenhum exame para saber se era H1N1, porque já saiu o resultado da bactéria.”

Felipe conta que a mãe deles, muito abalada, chegou a dar entrada no hospital após a morte de Lara.

Unimed Vitória

Em nota, a Unimed Vitória informou que a paciente deu entrada no pronto-socorro do Hospital Unimed na madrugada do dia 31 em estado grave, sendo encaminhada para Unidade de Terapia Intensiva. A equipe deu toda assistência necessária para o quadro apresentado pela paciente, que morreu na madrugada deste domingo.

Em relação aos exames realizados na paciente, a Unimed Vitória informa que foram encaminhados para o Laboratório Central (LACEN) e não tem ainda previsão para entrega dos resultados, que só poderão ser divulgados com a autorização da família.

Fonte: G1.
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Exames de DNA confirmam troca de bebês em maternidade há 32 anos

Envolvidos ainda tentam entender e lidar com a situação inesperada.
Caso aconteceu em hospital de Quirinópolis; famílias falam em ‘união’.

Resultados de exames de DNA confirmaram que duas mulheres foram trocadas há 32 anos logo após nascerem no Hospital Municipal de Quirinópolis, região sul de Goiás. De forma e motivação ainda desconhecidas, Keila Martins Borges e Elisângela Vicente Maciel foram entregues a famílias com as quais não tinham laços sanguíneos. Os envolvidos ainda tentam entender e lidar com a situação inesesperada.

O parto das duas ocorreu no dia 15 de maio de 1984. Keila, gerada pela dona de casa Percília Vicente, de 56 anos, deixou o hospital com a autônoma Maria Martins Pereira, de 50, mãe biológica de Elisângela. Por sua vez, Elisângela foi levada por Percília.

As suspeitas só surgiram há cerca de dois meses, quando uma prima de Keila viu na igreja que frenquetava uma mulher muito parecida fisicamente com ela. A mulher em questão se trata de Eliane Maciel, de 38 anos, que também é filha de Percília.

Keila diz que os exames foram apenas uma confirmação oficial, pois já tinha certeza da troca. Inclusive, ela resolveu conhecer a mãe biológica antes mesmo dos resultados.

“Eu já esperava. Desde o primeiro momento já achei que não precisava de exame. Ficou todo mundo assustado, deu um nó na nossa cabeça, mas fiquei feliz porque já gosto muito da minha nova família. Não quero e nem vou perder minha mãe que me criou, mas também não vou abrir mão da minha mãe de sangue. Quero ter as duas”, disse ao G1.

O G1 tentou falar com Elisângela, mas o marido dela disse que ela não quer se pronunciar sobre o caso.

Misto de sentimentos
Na cabeça de Percília, que mora na zona rural de Quirinópolis, ainda existem sentimentos opostos: a tristeza em ser vítima dessa situação e a alegria por saber que tem mais uma filha. A ideia, segundo ela, também é aglutinar todos os lados envolvidos na história.

A dona de casa também já deixou claro que Elisângela vai seguir sendo sua filha, independente de tudo. Mas admite que ela ainda está assustada e com receio de se aproximar da mãe biológica. “Vai ter que dar um tempo”, diz.

Percília afirma que jamais desconfiou da troca. Mas revela que se lembra de Maria ainda no hospital e que amamentou Keila sem saber que ela era sua filha. Na ocasião, a autônoma não estava conseguindo dar leite. Para Percília, tudo aconteceu naquele momento.

Suspeitas após parto
Maria já tinha contado ao G1 que suspeitou de uma troca logo após o parto.  Ela se lembra de um conjunto de fatos “suspeitos” que, na época, a fizeram questionar se o bebê era mesmo aquele gerado em seu ventre.
Isso tudo surgiu como uma bomba. Mas a Keila é uma pessoa que tive um carinho especial desde a primeira vez que a vi. Também a amo. Para mim não tem diferença. Jamais vou rejeitar ou maltratar”
Persília Vicente, dona de casa

“Vou confessar que tinha uma suspeita. Quando minha filha nasceu, ela foi levada para o berçário. Minha mãe a viu antes e me disse: ‘Sua menina é linda, branquinha, parece o pai’. Quando ela veio para o quarto, minha mãe também estava e questionou que não era o mesmo bebê por ser bem mais morena. Além disso, ela estava com uma roupinha diferente das duas que eu tinha levado para o hospital para que ela vestisse. Acho que a troca aconteceu ali”, disse.

Outro fator que chamou a atenção foi o fato da recém-nascida não estar com a pulseira de identificação com o nome da mãe. A autônoma diz que questionou a enfermeira sobre a situação, mas ouviu que o objeto tinha caído além da confirmação de que aquela era sua filha. “Na hora eu acreditei e fui cuidar da minha filha. Depois nunca mais passou pela minha cabeça questionar essa situação”, lembra.

Um dia após dar à luz, Maria deixou a unidade de saúde com Keila no colo e voltou para Gouvelândia, a 35 km de Quirinópolis, onde sempre viveu.

Troca ainda é mistério
As circunstâncias em que a possível troca de bebês se deu ainda é uma questão cheia de mistérios. A direção do Hospital Municipal de Quirinópolis não possui os registros dos servidores que atuaram nos partos daquele dia, pois diz ser obrigada por normativa do Conselho Federal de Medicina (CFM) a guardar documentos somente por um período de 20 anos.

As duas mulheres foram registradas no Cartório Civil de Quirinópolis. Apesar da data de nascimento, Keila foi registrada em 1985, e Elisângela somente no ano seguinte. Não há qualquer informação mais detalhada fora aquelas de praxe como nome dos pais e data de nascimento.

A tabeliã Aparecida Maciel afirma que é praticamente impossível saber exatamente quantas crianças nasceram naquele dia na cidade. “Os arquivos não são digitalizados e, além disso, como nos casos das duas, o registro é feito muito tempo depois. Então teríamos que analisar em todos os livros ao menos dois dados”, explica.

Na prefeitura também não há informações disponíveis sobre escalas de trabalho ou nomes dos profissionais que estavam em serviço.

Fonte: G1.
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