Jovem que matou ex no ato sexual tem pena reduzida de 13 para 8 anos em RO

Vania havia sido condenada a 13 anos de prisão pelo júri popular, em setembro do ano passado. Defesa entrou com recurso no TJ-RO após condenação, em Vilhena.

A jovem Vania Basílio Rocha, que foi condenada a 13 anos de prisão por matar o ex-namorado a facadas no ato sexual, teve a pena diminuída para 8 anos e 4 meses de reclusão em Vilhena (RO). A mudança na sentença ocorreu após a defesa dela entrar com recurso no Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO).

Vania fez cara de ‘fúria’ ao ser considerada culpada pelo Tribunal do Júri, em setembro do ano passado, por matar o ex-namorado, Marcos Catanio Porto, de 26 anos, em dezembro de 2015. Horas depois de ser presa, a jovem confessou o crime em entrevista: “queria matar alguém”.
Após o julgamento, o defensor público George Barreto Filho entrou com recurso no TJ-RO, pedindo para que a pena da jovem fosse reavaliada, solicitando que partisse da pena-base de 12 anos, e não de 20 anos, como foi fixada no julgamento.

Além disso, pediu maior fração de redução pelas atenuantes de menoridade – menor de 21 anos – e confissão espontânea. Por fim, a defesa solicitou aplicação do redutor máximo em razão da semi-imputabilidade da ré.
O relator, desembargador Valter de Oliveira, avaliou as justificativas da defesa, e reduziu a pena-base para 18 anos. Quanto à fração de redução pelas atenuantes, o relator considerou as alegações do defensor, e concedeu um sexto para cada circunstância.
Sendo assim, foi diminuído 1/6 pra o fato da menoridade e para a confissão espontânea. Com isso, a pena caiu para 12 anos e seis meses de reclusão.

Em avaliação ao terceiro item da apelação da defesa, sobre a semi-imputabilidade de Vania, o relator manteve a redução fixada anteriormente, de 1/3. Oliveira considerou, embasado nos exames periciais e interrogatórios da ré, que apesar da doença mental, ela tinha consciência do que fez, e sabia que era errado.
Dessa forma, a pena diminuiu para 8 anos e 4 meses de reclusão, a ser cumprido no regime inicialmente fechado. Os desembargadores Daniel Ribeiro Lagos e José Jorge da Luz acompanharam o voto do relator e a decisão foi unânime.

Com a decisão, George explica que Vania deve ficar presa no regime fechado pelo período de 2/5 da pena, e depois vai progredir para o regime semiaberto.
“O tribunal reexaminou o caso, e como já era esperado, reduziu para 8 anos e 4 meses, que é uma pena mais adequada. Apesar, que no meu entendimento particular, ser uma pena que merecia, ainda, uma redução abaixo de 8 anos”, enfatiza o defensor público.

Cumprimento da pena
De acordo com o extrato simplificado de execução penal, Vania está presa há 1 ano e 5 meses. Ela deve ficar presa no regime fechado 2/5 da pena, ou seja, um pouco mais de 3 anos. Contudo, ela pode sair antes disso, pois participa de atividades de remissão de pena.

Segundo o extrato simplificado, com a remissão de pena, Vania já cumpriu 1 ano e 7 meses da pena. Ela estuda e faz artesanato. Conforme a direção do presídio feminino, para cada 12 horas de estudo, ela diminui um dia na pena. Para cada três dias trabalhados, ela também tem um dia a menos de prisão.
Ainda conforme a direção, Vania, agora com 20 anos, passa por acompanhamento médico, está em uma cela com mais cinco presas, e tem apresentado comportamento normal.

Recurso contra decisão
O G1 entrou em contato com a Defensoria Pública do Estado de Rondônia (DPE – RO), em Porto Velho, para saber se pretendem entrar com recurso contra a pena de 8 anos e 4 meses de reclusão, proferida pela 1ª Câmara Criminal do TJ-RO.
A assessoria informou à reportagem que o processo está sendo avaliado no Núcleo de 2º Grau Criminal, que deve decidir nos próximos dias sobre o recurso.

Entenda o caso
Hora depois de ser presa, em dezembro de 2015, Vania deu uma entrevista ao G1 e confessou o crime. Ela contou que no dia 30 de dezembro ligou para Marcos alegando que queria se despedir, pois iria embora para outro estado.
Ela então colocou uma faca de cozinha dentro da bolsa e foi para a casa da vítima, que havia aceitado receber a visita. O casal foi para o quarto e, durante as preliminares sexuais, esfaqueou o ex-namorado.

“Eu tapei o olho dele. Aí peguei a faca e meti nele. Ele reagiu e veio para cima de mim e eu fui para cima dele também. Eu enforquei ele e aí comecei a meter [facadas] em outras partes do corpo dele. Daí, ele gritou socorro e a porta estava trancada. O irmão dele quebrou a janela. Quando o irmão dele entrou, ele já estava quase morrendo. Fiquei olhando olho no olho até ele morrer”, narrou Vania.

Polêmica no Facebook
Uma das publicações de Vania mais comentadas no Facebook é o texto de um blog que tinha como título: “eu não fui uma má namorada, você que me tornou”. Após ser presa e confessar que matou o ex-namorado, usuários criticaram a postagem. “Imagina se fosse boa”, escreveu um jovem. “Louca, psicopata, parece que estava possuída pelo demônio”, acrescentou outro usuário. A postagem foi feita dois dias antes do crime.

Laudo da vítima
O laudo do Instituto Médico Legal (IML) apontou que Marcos levou 11 facadas, no pescoço, abdômen, braços, mão e pernas. Segundo um croqui divulgado pela Polícia Civil, a perfuração de faca no pescoço foi a que causou a morte do rapaz.

Doença mental
Em maio do ano passado, Vania foi diagnosticada com sociopatia, com base nos resultados dos laudos médicos. Mesmo com o resultado, o TJ-RO diz que ela não poderia ser isenta de responder por seus atos judicialmente, pois “apresentou plena capacidade de entender o caráter criminoso do fato”. Com isso, ela foi considerada semi-imputável, e levada a júri popular.

Fonte: G1
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Sucuri de 5 metros é morta por moradores após atacar pit bull no interior do AM

Grupo matou cobra a pauladas após ataque a cachorro em Novo Airão.

Populares capturaram e mataram uma sucuri de aproximadamente cinco metros de comprimento em Novo Airão, município a 115 Km de Manaus, na quarta-feira (7). A cobra matou um cão da raça pit bull, que tinha oito meses de idade.
Segundo o agente de portaria Erickson Moraes, a cobra mordeu, enrolou e jogou o cachorro em um igarapé. “Um colega deixou o pit bull na praça e desceu para beber água. Quando ele se deu conta, a cobra já tinha atacado o cachorro”, conta.

Ao G1, Erickson conta que o dono do cachorro e mais alguns amigos deram pauladas na cobra para que ela soltasse o pit bull. No entanto, os dois animais morreram.
O agente de portaria afirma que esse tipo de ocorrência com cobras costuma ser registrado no município. “Com essa enchente, tem sido bastante comum. Essa cobra, provavelmente, era um macho”, comentou.
A reportagem procurou a Delegacia Especializada em Crimes contra o Meio Ambiente (Dema), por meio da Polícia Civil, para mais informações sobre o caso e aguarda resposta.

Cobra tem força para matar

No fim de maio, o G1 noticiou outro caso envolvendo uma sucuri no interior do Amazonas. A publicação de uma selfie do autônomo Carlos Andrade com uma cobra rendeu milhares de curtidas nas redes sociais.
De acordo com Luciana Frazão, pesquisadora de cobras da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), não é comum ter registros frequentes de ataques de sucuris a humanos. Segundo ela, a espécie de cobra não é venenosa, mas tem grande tamanho e força. O autônomo estima que a cobra vista em Nhamundá tenha entre 4 e 5 metros de comprimento.

COBRA

“Elas alcançam de 7 a 8 metros. Já teve registros de sucuris maiores de até 10 metros. Apesar de não serem venenosas, elas mordem e podem afogar uma pessoa, por ter muita força”, disse Luciana.
A pesquisadora informou ainda que as sucuris não têm humanos como presas, mas podem atacar caso se sintam ameaçadas. “Como elas são muito fortes quando adultas, as sucuris podem sim ter força suficiente para matar uma pessoa ou até afogá-la – já que são mais aquáticas e podem segurar uma pessoa embaixo da água”, comentou.
Após analisar a foto publicada por Carlos, a pesquisadora de cobras orientou que, ao encontrar uma sucuri, deve ser mantida uma distância segura para que não haja risco.

Fonte: G1
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Onça é pega em galinheiro após matar 41 galinhas no interior

Foto Reprodução / Rede Globo  – Uma onça-parda foi apreendida pela Polícia Ambiental depois de invadir um galinheiro e matar 41 galinhas, nesta terça-feira (6) em Duartina, interior de São Paulo. Ela foi levada para exames em um zoológico, mas será solta de volta à natureza.

O dono das aves, Célio Biaggi, morador de uma chácara na periferia da cidade, deparou-se com o felino quando foi ao local para alimentar as aves. Segundo ele, a onça estava rodeada de galinhas mortas, algumas com a cabeça arrancada. Assustado, ele pediu ajuda à Polícia Militar.

Uma equipe da Polícia Ambiental, com apoio de veterinários do zoológico de Bauru, usou dardos com tranquilizante para capturar a onça. Segundo a polícia, o galinheiro estava fechado e a onça provavelmente estava em busca de comida. O felino escalou o teto do galinheiro, mas a cobertura de plástico não resistiu ao seu peso – cerca de 25 quilos.

A onça, uma fêmea ainda jovem, atacou as galinhas porque está em fase de desenvolver as técnicas de caça de suas presas. Levada ao zoo, ela passou por exames e será solta em área de mata da região, onde vivem exemplares da mesma espécie.
Por Veja São Paulo
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Idade mínima começará em 50 anos para mulher e 55 para homem

Essas idades vão subindo até fechar nos 65 anos, ao fim da transição.

Depois de idas e vindas, o governo definiu com o relator da reforma da Previdência, deputado Arthur Maia (PPS-BA), o piso das idades mínimas, que começará com 50 anos (mulher) e 55 anos (homem). Essas idades vão subindo até fechar nos 65 anos, ao fim da transição. Caso a proposta seja aprovada, ninguém poderá se aposentar antes das idades fixadas.

Atualmente, a média de aposentadoria das mulheres é de 53 anos e dos homens, de 55 anos. Segundo um interlocutor, apesar de a idade inicial da mulher ser inferior à média, ela vai subindo de forma progressiva, o que vai elevar a média.

Na comparação com a proposta inicial do governo – que adotava como única linha de corte a idade de 50 anos (homem) e de 45 anos (mulher) – a mudança é positiva do ponto de vista fiscal. Uma mulher com 45 anos de idade e 29 anos de contribuição, por exemplo, poderia se aposentar aos 46 anos e meio. Na nova sistemática, não poderá mais e terá que contribuir mais tempo para o regime de previdência.

Para se aposentar, além de ter de cumprir idade mínima, os trabalhadores também precisarão pagar pedágio (adicional sobre no tempo de serviço que falta). Nas negociações fechadas nesta manhã, o pedágio caiu de 50% para 30%.

IDADE MÍNIMA PROGRESSIVA

O texto final da reforma da Previdência vai prever idades mínimas progressivas diferentes, de acordo com a faixa etária do trabalhador, para solicitação de aposentadoria. Trabalhadores mais velhos, e que portanto estão hoje mais perto de dar entrada no benefício e têm mais tempo de contribuição previdenciária, terão direito a se aposentar mais novos. Na outra ponta da tabela estão os trabalhadores mais jovens.

A idade mínima progressiva vai funcionar como uma escadinha, que começa em 50 anos (mulheres) e 55 anos (homens) para os trabalhadores mais velhos e com mais tempo de contribuição, enquanto a idade de 65 anos será o piso para os mais jovens. Não foi definido ainda, no entanto, qual será o corte para definir quem já terá que cumprir a aposentadoria aos 65 anos.

TETO PARA ACÚMULO DE BENEFÍCIOS

Além do recuo na regra de transição, o governo passará a permitir que os beneficiários possam acumular pensão e aposentadoria com valores limitados a dois salários mínimos (hoje em R$ 1.874), conforme antecipou O GLOBO, na semana passada, em entrevista com o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha. A proposta enviada ao Congresso vedava a acumulação.

Os parlamentares sugeriram o teto do INSS (R$ 5.531), mas o Ministério do Planejamento alegou que a medida atingiria apenas servidores públicos. Cerca de 60% das acumulações são de até dois salários mínimos (INSS). O argumento agora é que os mais pobres não serão prejudicados, pelo menos.

Para vencer um dos principais pontos de resistência da reforma no Congresso, o governo aceitou regras mais amenas para os trabalhadores rurais. Eles vão poder se aposentar aos 60 anos, no fim da transição. Mas terão que passar a contribuir para o regime (valor simbólico) por 20 anos. Atualmente, eles não são obrigados a contribuir, bastando comprovar a atividade no campo por 15 anos. O tempo de contribuição dos demais será de 25 anos.

PROFESSORES E POLICIAIS FEDERAIS MANTÊM APOSENTADORIA ESPECIAL

O governo também desistiu de desvincular da política de reajuste do salário minimo (que permite ganhos reais) o Benefício de Prestação Continuada (BPC-LOAS), pago a idosos e deficientes da baixa renda. Deficientes continuarão recebendo benefício no valor do salário mínimo; os idosos passarão a receber 70% do mínimo. Mas poderão ganhar mais até completar o piso quando chegarem a 70 anos. A idade atual para requerer o benefício é de 65 anos.

Professores e policiais federais e civis continuarão tendo aposentadorias especiais, com idade mínima de 60 anos. Para os demais serão exigidos 65 anos de idade na regra geral.

Para desmitificar o discurso de que o trabalhador terá que ficar na ativa por 49 anos para receber benefício integral, o governo cedeu à pressão dos parlamentares e vai alterar a regra de cálculo prevista na proposta original. Agora, serão necessários 40 anos. Isso vai acontecer porque a nova fórmula terá como base 60% da média das contribuições, mais 1 ponto percentual a cada ano adicional de contribuição. Na proposta anterior, o valor da aposentadoria seria definido com base em 51% das melhores contribuições, mais 1 ponto percentual.

Fonte: ORMNews.
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Sinop: exame de DNA vai confirmar se corpo encontrado em mata é de menina desaparecida

A mãe da menina, de 11 anos, desaparecida há mais de uma semana, disse ao Só Notícias, que foi pedido exame de DNA para confirmar se o corpo encontrado ontem, em uma região de mata, do município, é de sua filha Mariane Vitória Bueno Soares. “O meu marido, que é o padrasto da Mariane, foi lá no local onde o corpo foi encontrado e reconheceu ela pelo shorts e por uma pulseira, mas, vou esperar o resultado do exame para ter a confirmação, declarou Glaucineia Bueno.

A técnica em necropsia Selma Barbosa informou que, como a menina não tinha RG, o DNA é a única maneira de ter certeza da identificação. “Já coletamos amostras da mãe e devem ser encaminhadas amanhã para Cuiabá, onde o exame será feito. O resultado é um pouco demorado, pode levar alguns meses para termos a confirmação”. Sobre a causa da morte, Selma disse que não foi encontrado sinal de violência e fratura no corpo. “Como estava em estado avançado de decomposição, também não é possível afirmar se sofreu abuso sexual ou envenenamento. Possivelmente, a certidão de óbito vai apontar a causa da morte como indefinida”, concluiu.

Conforme Só Notícias já informou, o corpo de uma criança foi encontrado ontem, em uma região de mata, entre o jardim Delta e bairro Boa Esperança. Mariane estava desaparecida desde o último dia 20.

A Polícia Civil continua as investigações em busca de pistas para identificar e prender o assassino.

Fonte: Só Notícias.
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Jovem arrisca ‘selfie’ com cobra anaconda em rio no AM, e foto viraliza

Postagem já passa das 5.800 curtidas no Facebook

Era para ser uma simples ‘selfie’, mas a companhia do autônomo Carlos Andrade, de 22 anos, na imagem acabou dando o que falar. Na postagem, ele aparece em um rio do município de Nhamundá, a 375 Km de Manaus, com uma sucuri ao fundo. A foto foi publicada no perfil dele no sábado (27) e reproduzida em diversas páginas no Facebook. Uma das postagens já conta com mais de 5.800 curtidas e pelo menos 1.650 compartilhamentos.

Ao G1, Carlos contou que tirou a foto no dia 22 deste mês. O animal estava no Rio Nhamundá, que banha o município e é um dos afluentes do Rio Amazonas. “[Minha família] tem um sítio na cabeceira do rio. Vi a cobra e fiquei assustado, porque temos muitos animais. Mas, ela não estava se mexendo. Entrei na água e peguei o celular para fazer a foto”, relatou.

Carlos afirma que o animal não avançou ao perceber a presença dele na água. “Na verdade, ela foi se afastando à medida que eu entrava no rio. Ela parecia ter algo na barriga. Por isso, não se mexia. Tirei a foto e saí da água. Depois, já não a vi mais”, acrescentou.

Em comentários nas diversas postagens da foto, internautas mostraram espanto e até brincaram com a situação. Comentários como “Eu amo esses animais, só que não queria encontrá-los assim. #medo”, “Eu já estaria correndo sobre as águas…” e “Menino, tenha amor pela vida. Eu só de ver esta foto quase tenho um troço”, acompanham a publicação.

‘Força para matar ou afogar pessoa’

De acordo com a pesquisadora de cobras da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Luciana Frazão, não é comum ter registros frequentes de ataques de sucuris a humanos. Conforme ela, a espécie de cobra não é venenosa, porém, tem grandes tamanhos e força. O autônomo estima que a cobra vista em Nhamundá tenha entre 4 e 5 metros de comprimento.

“Elas alcançam de 7 a 8 metros. Já teve registros de sucuris maiores de até 10 metros. Apesar de não serem venenosas, elas mordem e podem afogar uma pessoa, por ter muita força”, disse Luciana.

A pesquisadora informou ainda que as sucuris não têm humanos como presas, mas podem atacar caso se sintam ameaçadas. “Como elas são muito fortes quando adultas, as sucuris podem sim ter força suficiente para matar uma pessoa ou até afogá-la. Já que são mais aquáticas e podem segurar uma pessoa embaixo da água”, comentou.

Após analisar a foto publicada por Carlos, a pesquisadora de cobras orientou para pessoas que encontrem uma sucuri que deve ser mantido um respeito e uma distância segura para que não haja risco.

Fonte: G1 .
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Programa Mais Médicos é retomado com vinda de 950 cubanos

Um grupo de 950 médicos cubanos chegará ao Brasil nos próximos dias depois da decisão de Havana de reiniciar a cooperação, interrompida pelo elevado número de profissionais que desistiram de retornar à ilha, informou nesta sexta-feira (26) o Ministério da Saúde do Brasil. Outros 4.000 médicos cubanos, que já completaram três anos no paísl, devem voltar à Cuba nos próximos dois meses.

A colaboração entre Cuba e Brasil foi suspensa em abril, quando Havana se recusou a enviar outros 710 médicos, argumentando sua preocupação com o fato de a Justiça brasileira validar as solicitações de permanência de profissionais do país comunista. Segundo a imprensa brasileira, quase 100 médicos cubanos formalizaram o seu desejo de permanecer no Brasil desde 2016.

Cuba solicitou uma reunião com a Organização Pan-americana de Saúde (OPS), que colabora com o programa Mais Médicos e depois de uma reunião, as delegações de ambos os países e representantes da instituição concordaram em retomar a colaboração em um encontro em Brasília, em meados de maio.

Questão migratória afetou o programa

Em declarações ao jornal Estado de São Paulo, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, disse que “se Cuba quiser manter o acordo, é ótimo. Mas, se não quiser, também temos solução. Espero que tenha a normalidade”. Na mesma entrevista, Barros desconsiderou o pedido de Cuba de controlar o tema migratório, mas afirmou que os municípios que incentivarem os profissionais a desertar serão eliminados do programa Mais Médicos, no qual também trabalham brasileiros.

O programa teve início no país em 2013. Atualmente, 18.240 profissionais estão inscritos, dos quais 11.400 são cubanos que trabalham na área de atenção básica, segundo dados da OPS.

Os participantes devem permanecer três anos e retornar, exceto os que solicitarem extensões em Havana, como é o caso dos 300 médicos que, depois de completado o prazo e de voltarem para Cuba, foram autorizados a retornar ao Brasil. Sua chegada está prevista junto com com os 950 profissionais da área, indicou o Ministério da Saúde brasileiro.

A política de Barros, durante a gestão do presidente Michel Temer, aposta na redução da cota cubana, destinando-a essencialmente para postos que são rechaçados por profissionais brasileiros. Entretanto, em abril de 2017, o Ministério da Saúde liberou os municípios para negociar com recursos próprios as contratações de médicos cubanos diretamente com Havana, intermediado pela OPS, de acordo com um comunicado oficial da instituição.

Fonte: msn.
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Filho agressor fazia empréstimos em nome da mãe

O caso brutal de violência de um filho que agredia a própria mãe, uma idosa de 84 anos, teve mais uma triste informação revelada: de acordo dados obtidos pela Polícia Civil do Maranhão, existe a suspeita de que o homem fazia empréstimos consignados no nome da mãe dele, fazendo com que ela recebesse pouco mais de 30% da aposentadoria.

As informações foram obtidas pelo site “Maranhão de Verdade” junto às autoridades maranhenses. Segundo investigações iniciais, a mãe do suspeito Roberto Elísio Coutinho de Freitas recebia uma aposentadoria de aproximadamente R$ 38 mil, por ter trabalhado como professora na Universidade Federal do Maranhão e por ter direito a uma pensão deixada pelo marido.

No entanto, a família estaria recebendo valores líquidos de aproximadamente R$12 mil, já que diversos empréstimos consignados – a polícia apura a existência de oito empréstimos – teriam sido realizados no nome da idosa.

Ainda de acordo com o portal, alguns dos parcelamentos preveem pagamentos de 49 parcelas no valor de R$3,5 mil.

O CASO

Roberto Elísio Coutinho de Freitas, bacharel em Direito, teve a prisão preventiva decretada, na manhã desta sexta-feira (26), em São Luís, após ser flagrado batendo em sua mãe de 84 anos. O vídeo gerou indignação após ser compartilhado por internautas nas redes sociais. Após grande repercussão, Roberto excluiu seu perfil nas redes sociais.

A prisão preventiva de Roberto foi decretada pela juíza Oriana Gomes, da 8ª Vara Criminal de São Luís, e foi direcionado ao centro de triagem em Pedrinhas, no Maranhão.

Nas imagens, a vítima, Joseth Coutinho,  aparece sendo agredida pelo filho. Ela não tem forças para se defender da violência. Em depoimento na sede da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA), na manhã de hoje, Roberto disse é esquizofrênico, mas nunca procurou tratamento após o diagnóstico.

Roberto disse ainda que a sua mãe tem Alzheimer e reconheceu que ele deveria se tratar para, então, saber lidar com a idosa. As imagens foram feitas pela esposa dele, no início deste ano.

Fonte: DOL.
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Após ser flagrado batendo na mãe, homem é preso

Roberto Elísio Coutinho de Freitas, bacharel em Direito, teve a prisão preventiva decretada, na manhã desta sexta-feira (26), em São Luís, após ser flagrado batendo em sua mãe de 84 anos. O vídeo gerou indignação após ser compartilhado por internautas nas redes sociais. Após grande repercussão, Roberto excluiu seu perfil nas redes sociais.

Roberto foi levado para a Secretaria de Segurança Pública do Maranhão para prestar depoimento sobre o caso.Foto: reprodução

A prisão preventiva de Roberto foi decretada pela juíza Oriana Gomes, da 8ª Vara Criminal de São Luís, e foi direcionado ao centro de triagem em Pedrinhas, no Maranhão.

Nas imagens, a vítima, Joseth Coutinho,  aparece sendo agredida pelo filho. Ela não tem forças para se defender da violência. Em depoimento na sede da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA), na manhã de hoje, Roberto disse é esquizofrênico, mas nunca procurou tratamento após o diagnóstico.

Roberto disse ainda que a sua mãe tem Alzheimer e reconheceu que ele deveria se tratar para, então, saber lidar com a idosa. As imagens foram feitas pela esposa dele, no início deste ano.

Fonte: DOL.
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Médico denuncia situação precária de hospital em Mato Grosso

No começo desta semana o então diretor técnico do Hospital Regional de Sorriso, em Mato Grosso, Roberto Satoshi, denunciou a jornalistas uma situação de caos na unidade hospitalar.

Ele mostrou preocupação de que em poucos dias o local possa enfrentar falta de comida e gás medicinal. Com repasses atrasados, o hospital acumula dívidas com os fornecedores.

O vídeo com as declarações do médico sobre a precariedade do hospital ganhou as redes sociais nos últimos dias. Nele, Tadoshi sugere a transferência de pacientes. Roberto Tadoshi pediu exoneração do cargo nesta quarta-feira.

Segundo a Secretaria de Saúde de Mato Grosso, muitos dos problemas no Hospital Regional de Sorriso são de gestão local. Como por exemplo, a demora no envio das notas fiscais de serviços a serem pagos pela pasta ou a falta de documentação necessária para liberar o pagamento como a certidão negativa do fornecedor.

A diretora regional do hospital, Lígia Leite, que respondia pela gestão da unidade também pediu demissão e não conseguimos contato com ela para comentar o assunto.

No lugar, assumiu o cargo a enfermeira Luciele Benin, que diz estar tomando pé da situação e que por enquanto ainda não é possível fazer um diagnóstico. Mas afirmou que o hospital não corre risco de desabastecimento.

Luciele afirma ainda que estão mantidos os atendimentos de urgência e emergência, além das internações. Já as consultas e os atendimentos laboratoriais continuam suspensos.Mato Grosso

Fonte: EBC.
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