Doze apostas dividem mais de R$ 130 milhões na Quina de São João; veja os números

Doze apostas acertaram os cinco números da Quina de São João e, com isso, seus donos terão direito a um prêmio de R$ 11.622.069,29. Os números premiados são: 06 – 07 – 13 – 14 – 26.

Com prêmio total que passou dos R$ 130 milhões, a Quina de São João foi sorteada pela Caixa na noite deste sábado (24) em Campina Grande (PB). O prêmio deste concurso não acumula.

A quadra teve 4.311 apostas vencedoras, com prêmio de R$ 2.516,56. Já o terno saiu para 236.205 jogos, com prêmio de R$ 69,06. Outras 4.786.382 apostas acertaram o duque, ganhando R$ 1,87.

Para apostar na Quina, basta escolher de 5 a 15 números, entre os 80 disponíveis. O apostador que acertar 5, 4, 3 ou 2 números recebe o prêmio da respectiva faixa.

A Quina tem sorteios de segunda a sábado, sempre por volta das 20h (horário de Brasília). O preço da aposta simples, com 5 números, é R$ 1,50. Os jogos podem ser feitos até as 19h do dia do sorteio.
Por UOL
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
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Sarney Filho não cumpre promessa: Projeto de Lei do Jamanxim ainda não chegou ao Congresso

O acordo que permitiu que o presidente Michel Temer vetasse a medida provisória que adequava a área da Floresta Nacional do Jamanxim à ocupação dos colonos amazônidas foi feito mediante o compromisso do Governo de enviar ao Congresso de um Projeto de Lei no mesmo dia dos vetos. Até agora o governo não enviou o tal Projeto de Lei. Veja aqui.

De acordo com o Jornal O Estado de São Paulo, o governo ainda prepara o texto o conteúdo semelhante, que poderá ser analisado pelo Congresso já a partir da próxima semana. Previsto para ser votado em plenário e em regime de urgência, o texto prevê que a zona ocupada por colonos por ocasião da criação da Floresta Nacional do Jamanxim, em 2006, serão convertidos em Área de Proteção Ambiental (APA), modalidade que permite ações produtivas como agricultura e pecuária.

Um acordo já foi selado com o governo no último fim de semana, conforme admitiu o próprio ministro do ½ Ambiente, José Sarneyzinho Filho, em um vídeo gravado com o senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA). Na segunda-feira, quando os vetos foram publicados pelo governo, o presidente Michel Temer comunicou à modelo Gisele Bundachem, que havia solicitado a medida.

O próprio Sarney Filho informou que o Projeto de Lei seria enviado ao Congresso com parecer favorável do ICMBio no mesmo dia da publicação dos vetos no diário oficial. Mas até o momento nenhum projeto de lei de iniciativa do Executivo chegou ao Congresso.

A Folha de São Paulo informa que o projeto será apresentado por Rodrigo Maia, no Exercício da Presidência, amanhã, sexta-feira, 23 de junho. Segundo a Folha, o projeto já estaria pronto.

Este blogger quase que nada não sabe, mas desconfia de muita de coisa. Eu acho que Sarney Filho não cumprirá o acordo. Primeiramente, porque ele não quer; segundamente, porque os escalões inferiores do ICMBio não darão parecer favorável a um tal projeto.

Este blogger sugere que a bancada do Pará aperte as orelhas de Sarney Filho. Em especial, este blogger sugere que o Senador Jader Barbalho procure o Sarneyzão, o pai do Ministro Sarneyzinho. Se há alguém no mundo capaz de obrigar Sarneyzinho a cumprir qualquer acordo, essa alguém é Sarneyzão.

Este blogger sugere também que o pessoal de Novo Progresso, Jacareacanga, Itaituba e imediações mobilizem a bancada para derrubar o veto de Temer no Congresso. Ainda que não consigam, a mobilização pela derrubada do veto é útil para forçar o envio do Projeto de Lei ao legislativo. Este blogger já passou instruções de como se derruba um veto presidencial.

Fonte: Agência Brasil.
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MP-759- STF suspende aprovação da MP da regularização fundiária pelo Senado

Com decisão, via liminar do ministro Luís Roberto Barroso, proposta que permite regularização de imóveis em terras griladas e enterra reforma agrária volta à Câmara. Advogados questionam texto

São Paulo – O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso concedeu liminar que suspende os efeitos da aprovação do Projeto de Lei de Conversão (PLV) 12/2017 pelo plenário do Senado. Com isso, o texto retorna à Câmara e os deputados deverão rediscutir as emendas em dez dias corridos a partir do seu recebimento.

Barroso também determina que o presidente Michel Temer (PMDB) devolva o PLV ao Congresso, para que não seja sancionado. Enquanto durar o prazo concedido, permanece em vigor o texto original da medida provisória.

O pedido de concessão de liminar faz parte do mandado de segurança impetrado por senadores e deputados do PT que questionam as irregularidades na tramitação do projeto no Senado, onde foi aprovado em 31 de maio, antes de seguir para sanção de Michel Temer (PMDB). A petição foi protocolada no último dia 10.

O PLV tem origem na MP 759, enviada ao Congresso em 23 de dezembro de 2016. Mais conhecido como MP da regularização fundiária, o projeto  permite, entre outros pontos, a regularização de grandes condomínios construídos em terras griladas, a compra de lotes da reforma agrária por ruralistas após dez anos da titulação e a venda de terras na Amazônia.

Os parlamentares questionam irregularidades na tramitação e a redação dada às emendas na comissão mista que discutiu a MP. De acordo com eles, oito das 732 emendas tiveram seu sentido totalmente alterado no texto que seguiu ao plenário do Senado.

A decisão de Barroso está sendo comemorada. A advogada especialista em regularização fundiária e integrante do Instituto Brasileiro de Direito Urbanístico (IBDU), Rosane Tierno, avalia que a liminar reconhece as falhas ocorridas na votação. “Isso fortalece nossos argumentos para a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) que deveremos ingressar. Além do mais, o governo está agonizando e muita coisa pode acontecer nesse 10 dias. A validade da MP já expirou, o que é objeto de questionamento na Justiça”, diz Rosane.

A MP tem validade de 60 dias, prorrogável por 60. Com a aprovação do PLV, há mais 15 dias úteis, relativos ao prazo para sanção presidencial. “Se a liminar anula a aprovação do PLV, já se passaram 139 dias, 19 além do prazo de validade”, lembra a advogada.

Assinam o mandado os senadores petistas Gleisi Hoffmann (PR), Lindbergh Farias (RJ), Humberto Costa (PE), Paulo Rocha (PA), Maria de Fátima Bezerra (RN), Maria Regina Sousa (PI), Paulo Paim (RS), José Pimentel (CE) e os deputados Afonso Florence (BA), Paulo Teixeira (SP) e João Daniel (SE).

Da Redação Jornal Folha do Progresso

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Evangélica que faz filmes pornôs diz que trabalho não interfere na religião

Ela é jovem, inteligente, bonita, cristã e atriz de filmes pornográficos. Em sua avaliação Deus não julgará ninguém pelo que se passou pelos órgãos genitais, e sim pelo que se passa no coração.

Atuar em filmes adultos exige coragem, pois ainda é uma profissão bastante criticada pela sociedade. Foram essas críticas que atingiram a atriz brasileira Kamilla Werneck, após afirmar ser membro de uma igreja evangélica.

Werneck disse que sua profissão não atrapalha a sua fé e que Deus está preocupado com o seu coração e “julga somente isso”. Segundo a atriz, seu trabalho não interfere em sua crença.

Fonte: afolhabrasil.
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Índios isolados atacam madeireiro com flechada entre Acre e Peru

O caso ocorreu dia 3 de junho mas só recentemente foram divulgadas informações e imagens acerca do incidente.
No começo de Junho, índios não contatados atacaram um homem que supostamente estaria trabalhando para madeireiros na região do Rio Pariamanu, no departamento de Madre de Dios, no Peru.

Um homem saiu ferido e as imagens da flecha fincada no peito dele, correram o mundo. “Flecha Mascho”, observou o sertanista acreano José Carlos dos Reis Meireles, um dos maiores especialistas em índios isolados da América Latina. Os Mascho­Piro, a que se refere Meireles, ora estão em território acreano ora no Peru.

O homem flechado foi identificado como Daniel Condeñ Santacruz e estava em um barco quando foi atacado. O caso ocorreu dia 3 de junho mas só recentemente foram divulgadas informações e imagens acerca do incidente. Condeña Santacruz está atualmente internado no hospital Santa Rosa de Puerto Maldonado.

A Federação Nativa de Madre de Dios (Fenamad), organização ambientalista e de defesa dos interesses das comunidades indígenas, lamentou o incidente e afirmou que o caso demonstra a necessidade de se ampliar a Reserva Territorial de de Madre de Dios, por onde perambulam isolados, para evitar novos conflitos no futuro.

Fonte: ngnoticiasnovaguarita.
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Ministro Sarney Filho debate com a Bancada Catarinense limites do Parque Nacional da Serra Catarinense

Os limites do Parque Nacional da Serra Catarinense entraram novamente em pauta na manhã deste sábado na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc). O Ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho reuniu-se com a bancada Federal Catarinense, o prefeito de Lauro Muller, Valdir Fontanella e representantes da comunidade do entorno do parque.

A deputada federal Carmen Zanotto destaca que ficou acordado o reenvio de um Projeto de Lei, na próxima segunda-feira, com urgência constitucional, no qual se manterá os limites conforme proposto pela bancada na Medida Provisória MP 756, já aprovada.

“Este é o resultado do projeto realizado em conjunto com a Bancada Catarinense, com os municípios atingidos, associações de moradores do entorno do parque e a Fundação do Meio Ambiente (Fatma). Corrigindo assim, as divergências do traçado do parque”, salienta a parlamentar.

A reserva ambiental abrange os municípios de Urubici, Bom Jardim da Serra, Grã-Pará, São Joaquim, Lauro Muller  e Orleans.

Histórico

O projeto (PL 4589) que tratava do assunto tramitava na Câmara Federal desde 2001 e só foi aprovado em 2016, a pedido da bancada catarinense, tendo em vista que o parque foi fechado. Para a reabertura precisava da realização de um plano de manejo e que o projeto fosse aprovado.

Em 2015, foi realizada uma audiência pública do ICMBio (Instituto Chico Mendes) para debater a reabertura do Parque Nacional São Joaquim. A oitiva contou com a participação da bancada catarinense, prefeitos, vereadores e representantes do governo estadual.

Logo após a aprovação da lei, descobriu-se uma divergência entre a área que constava no texto legal e o mapa de demarcação que constava do site oficial do ICMBio.

Fotos: Zé Rabelo/Gabinete Carmen Zanotto
Fotos: Zé Rabelo/Gabinete Carmen Zanotto

Silviane Mannrich
Por Agência de Notícias São Joaquim Online
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Piloto faz pouso na selva e passageiro filma tudo

O piloto de avião Elcides Rodrigues Pereira, 64, mais conhecido como ‘Peninha’, morreu horas após executar uma manobra de emergência, quando fez um pouso arriscado no rio Catrimani, na Terra Indígena Yanomami, no Estado de Roraima. O acidente aconteceu na quarta-feira (14).

Apesar de sobreviver à queda, Elcides acabou morrendo porque não conseguiu se sustentar na corda do helicóptero de resgate, despencou e foi levado pela correnteza do rio. As informações são da Folha Web.

O corpo dele foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros Militar três dias após o acidente, que também foi registrado em vídeo pelo técnico em enfermagem Ednilson Cardoso, 28, que também conseguiu sobreviver à queda.

Veja o registro impressionante:

https://youtu.be/LzLtoC8Zzic

Elcides era piloto na Táxi Aéreo Paramazônia e, de acordo com a FolhaWeb, morreu afogado durante o resgate realizado pela própria empresa – que disse não se pronunciar até obter mais informações sobre o caso.

O corpo do piloto foi encontrado cerca de 6 km de distância do local da queda do avião, e a 100 metros da Cachoeira do Poraquê. O velório e sepultamento foi realizado no sábado (17).

Fonte: DOL.
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Tiririca desabafa: O Brasil esqueceu de Deus por isso está assim

O deputado federal Francisco Everardo, mais conhecido como Tiririca, emocionou seus fãs e eleitores em entrevista concedida no Salão Verde da Câmara dos Deputados. Ao ser abordado por repórteres que o perguntaram sobre seu famoso slogan das campanhas de 2010 e 2014, onde pedia voto dizendo que “Pior que está não fica”. Todos esperavam mais uma piada mas o que ouviram foi profundo e profético, como nenhum outro político jamais teve coragem de dizer.

Era começo de noite em Brasília, numa segunda-feira vazia como quase todas no Congresso Nacional. Segundas e sextas são dias em que tradicionalmente deputados e senadores não comparecem às sessões legislativas. Não é o caso do deputado Tiririca, que por três oportunidades já se deparou com o Câmara dos Deputados completamente vazia, sendo o único que se fez presente na sessão plenária. Nesta segunda não foi diferente, ele era um dos poucos deputados realizando trabalhos nas comissões internas do Congresso. Ao sair de uma das reuniões por volta de 19h45min um grupo de quatro repórteres de TV o abordaram em clima de brincadeira e o perguntaram:

_ E aí Tiririca? Você também vai ser pego pela Lava Jato, heim? Vai ser delatado por propaganda enganosa. Você disse que “pior que está não fica” e ficou muito pior. O que você tem a dizer pros seus eleitores agora?

O deputado Francisco Everardo olhou seriamente para o repórter Altair Cardoso, e respondeu:

_ O que eu vou dizer para meus eleitores? É isso que você quer saber? Vou dizer que o Brasil esqueceu de Deus. Por isso está assim. Deus nos disse que ninguém acende uma luz para escondê-la dentro de uma caixa, e sim para colocar a luz no alto de uma casa e assim iluminar a todos que estão ali.

Sabe porque eu estou te dizendo isso? Acabei de sair de uma reunião onde me apresentaram um projeto que quer tirar todas os símbolos de Deus das escolas. Querem tirar a bíblia das escolas, os crucifixos e qualquer imagem que lembre da passagem de Jesus pela Terra. Estão querendo fazer isso dizendo que a Escola não deve ensinar religião. Mas isso não é ensinar religião. É apenas lembrar que temos um pai que ofereceu seu único filho pra nos salvar. Vão substituir a imagem de Jesus pela imagem do presidente. Isso é uma vergonha. Deus deve estar com muita vergonha de todos nós.

Enquanto eu for vivo vou lutar pela honra e pela glória do Senhor. O Brasil hoje está dividido entre pessoas que vivem, matam ou se matam por causa de um partido, ou um político. Pessoas que passam horas do seu dia brigando com amigos e familiares por causa de política. Estas mesmas pessoas não conseguem encontrar um só minuto do seu dia pra conversar com Deus. Estas mesmas pessoas estão querendo tirar Deus das escolas. Já tiraram da casa delas agora querem tirar do coração das crianças. Isso é muito triste, cara. Desculpa se eu não respondi com a piada que vocês esperavam. Mas aqui sou deputado, e estou muito triste com o rumo que o Brasil tá tomando. Não adianta mudar o político que senta na cadeira do presidente se o povo continua afastado de Deus…

Neste momento Tiririca se emociona e com lágrimas nos olhos diz:

_ Desculpa meu amigo, eu não estou bem pra responder a vocês hoje não. Outro dia a gente se fala melhor. Cara, Deus me tirou da fome, da seca e da depressão. Eu não sei nem o que dizer quando vejo que nossos políticos estão virando as costas pra ele… Fiquem com Deus! Amanhã a gente se fala. Hoje não dá…

Os repórteres ficaram em silêncio e também choraram. Respeitaram o desejo dele se retirar do local e tiveram uma aula prática de que nem todo político é igual.

Fonte: afolhabrasil.
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STJ decide que Ibama não pode apreender papagaio de estimação de idosa na Paraíba

STF manteve posse de papagaio com idosa STF manteve posse de papagaio com idosa

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) não pode apreender o papagaio de uma idosa na Paraíba, segundo decisão do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Og Fernandes. O órgão alegava que animais silvestres em cativeiro irregular devem ser liberados em seu habitat natural ou entregues a zoológicos. O magistrado, no entanto, entendeu que a ave, chamada “Leozinho”, tinha hábitos domésticos e uma relação de afeto de 17 anos com Izaura Dantas, na Paraíba.

“A reintegração da ave ao seu habitat natural pode ocasionar-lhe mais prejuízos do que benefícios, tendo em vista que o papagaio, que já possui hábitos de ave de estimação, convive há cerca de 15 anos com a autora (…) o que inviabiliza a sua separação da dona e da casa onde vive”, ressaltou o magistrado na decisão.

Fernandes observou que havia “sérios indícios” de que Izaura era dona irregular do papagaio. Durante o processo, a idosa não apresentou qualquer licença, autorização ou nota fiscal da compra do animal que justificasse a posse. Mas pesou na deliberação o fato de Leozinho estar em convívio com a família por um longo período de tempo, com “claros sinais de adaptação ao ambiente doméstico”.

Trata-se de um precedente do STJ, cujos ministros já mostraram apoio ao princípio da razoabilidade na análise da posse de aves criadas em ambiente doméstico, por longa extensão de tempo, sem indícios de maus-tratos ou risco de extinção. Isso significa avaliar o caso concreto, de acordo com os efeitos que a decisão pode levar ao animal.

Fonte: EXTRA.
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Temer anuncia a Gisele Bündchen veto a MPs que beneficiavam desmatadores

Presidente informou à top model, no Twitter, que vetou ‘integralmente’ trechos que diminuíam área preservada da Amazônia. Segundo especialistas, legislação poderia favorecer ocupações ilegais.

O presidente Michel Temer anunciou nesta segunda-feira (19) no Twitter, em resposta à top model Gisele Bündchen e à ONG WWF, que vetou “integralmente” trechos de duas medidas provisórias aprovadas no mês passado pelo Congresso Nacional que poderiam diminuir a área preservada na Amazônia. Após o relato do peemedebista na rede social, a assessoria do Palácio do Planalto confirmou os vetos nas MPs 756 e 758.
Temer tinha até esta segunda para sancionar ou vetar as duas MPs. Segundo especialistas, a eventual sanção dos textos poderia favorecer ocupações ilegais de terras e beneficiar desmatadores da Amazônia.
Modelo mais famosa do planeta, Gisele Bündchen publicou nesta manhã, em sua conta pessoal no Twitter, mensagens em português e em inglês pedindo que o presidente da República vetasse os projetos polêmicos.
Na rede social, a top model afirmou, citando Temer, que “é nosso trabalho proteger nossa Mãe Terra”. “@MichelTemer, diga NÃO para reduzir a proteção na Amazônia!”, escreveu Gisele.
Em resposta à mensagem da modelo, Temer anunciou no Twitter que havia vetado integralmente os trechos da MP que reduziam a área protegida de uma reserva paraense. “@giseleofficial e @WWF, vetei hoje integralmente todos os itens das MPs que diminuíam a área preservada da Amazônia”, informou o presidente na rede social.

MP 756

Pivô das queixas dos ambientalistas, a MP 756 foi vetada integralmente por Temer. A redação original da medida provisória enviada pelo governo ao Congresso ampliava os limites do Parque Nacional do Rio Novo, no Pará, diminuía uma parte da Floresta Nacional do Jamanxim, também no estado, e, como forma de compensação, criava a Área de Proteção Ambiental (APA) Jamanxim. Ao todo, a área preservada, pelo texto original, seria ampliada em 667 mil hectares.
Situado a 1,6 mil quilômetros de Belém – no sudoeste do Pará –, o parque ambiental do Jamanxim é um santuário de 1,3 mil hectares onde vivem espécies nativas da Amazônia.
A reserva, que tem regras de proteção rigorosas, foi demarcada, em 2006, por meio de um decreto assinado pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Em Jamanxim, são permitidas apenas atividades de pesquisa e exploração sustentável, como as praticadas por comunidades tradicionais de ribeirinhos e extrativistas. Por conta disso, 88% da floresta estão preservados.
No entanto, durante a tramitação do texto na comissão mista da Câmara e do Senado, a medida provisória foi alterada.

Os congressistas transformaram uma área de 486 mil hectares, que correspondem a 37% da floresta, em uma área de proteção ambiental.
As Apas têm regras de exploração menos rígidas, podendo ter suas terras ocupadas e exploradas, enquanto as florestas nacionais só podem ser habitadas por famílias que viviam na região antes da criação da unidade, usadas de forma sustentável e para fins científicos.
A alteração da categoria de preservação gerou duras críticas por parte de ambientalistas e do Ministério do Meio Ambiente.
Além de alterar a categoria de preservação da reserva paraense, os parlamentares também incluíram no texto da MP uma alteração no Parque Nacional de São Joaquim, em Santa Catarina.
O relator do projeto acatou emenda do senador Dalírio Beber (PSDB-SC) para excluir áreas do Parque Nacional de São Joaquim e mudar seu nome para Parque Nacional da Serra Catarinense.

gisele

MP 758

Inicialmente, a MP 758 alterava outro trecho da Floresta Nacional do Jamanxim para criar o Parque Nacional do Rio Branco no município de Trairão (PA). Michel Temer vetou parcialmente a proposta aprovada pelo Legislativo.
O presidente vetou a parte que tratava da alteração do parque em área de preservação ambiental.
Ao justificar o veto parcial, o governo argumentou que a modificação proposta alteraria substancialmente o regime de proteção de área do parque nacional, alcançando mais de 100 mil hectares.
Na avaliação do governo, essa mudança teria potencial de comprometer e fragilizar a preservação ambiental em uma região sensível da Amazônia.

Críticas de ambientalistas

Ambientalistas advertiam, antes do veto das MPs, que a legislação aprovada pelo Congresso Nacional poderia abrir caminho para a legalização de áreas invadidas por grileiros.
O Ministério do Meio Ambiente também se manifestou contra as mudanças feitas pelos congressistas na redação das duas medidas provisórias. A pasta recomendou que o presidente vetasse as duas propostas alegando que a versão final dos textos não estava de acordo com estudos ambientais e de ocupação.
O Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) analisou a área onde a nova Apa iria ser criada e descobriu que, nessa área, existem 334 ocupações embargadas pelo Ibama por desmatamento ilegal, totalizando 71 mil hectares de terras invadidas.
“É como se passasse uma mensagem de que o crime ambiental compensa, e uma aprovação da medida provisória nesse sentido seria extremamente negativo para toda a Amazônia, não apenas pra região da BR-163”, observou o pesquisador do Imazon Heron Martins.
Por outro lado, o presidente da Federação da Agricultura do Pará (Faepa), Carlos Xavier, defendia a medida provisória aprovada pelo Congresso. Segundo ele, a nova lei iria trazer desenvolvimento para a região amazônica.
“É para dar exatamente esta segurança, não só na área fundiária, na área social, mas, sobretudo, na área econômica. O que nós queremos é ter esse cuidado com o meio ambiente, mas que nós possamos também produzir”, ressaltou Xavier.

Fonte: G1.
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