Pais devem acompanhar o acesso de crianças à internet

Acesso à internet e às redes sociais exige cuidados nas férias

Julho é o mês das férias escolares e, com elas, vêm a preocupação de muitos pais sobre como os filhos aproveitam o tempo livre. O acesso à internet e às redes sociais é uma das formas de passar o tempo, mas deve ser feito com cuidado para não prejudicar as crianças e adolescentes.

Especialistas concordam que o acesso à rede mundial é um caminho sem volta, e a proibição do uso não é a melhor opção para os pais. O presidente da organização não governamental Safernet, Thiago Tavares, diz que a melhor estratégia continua sendo o diálogo, a conversa franca e a relação de confiança que deve existir entre pais e filhos.

“Da mesma forma que você conversa com seus filhos sobre os riscos que existem ao sair na rua, na escola, no cinema, você diz para ele não aceitar bala de estranhos, você também deve orientá-lo em relação ao uso seguro da internet”, diz. Ele recomenda também o uso de versões customizadas de sites e aplicativos, que selecionam o conteúdo apropriado para crianças.

O especialista não recomenda o monitoramento dos filhos com o uso de softwares espiões. Segundo ele, esses programas passam uma falsa sensação de segurança e podem comprometer a relação de confiança entre pais e filhos. “Proibir o uso da internet não adianta. E monitorar o que seu filho faz por meio de softwares espiões também não ajuda, porque quebra uma relação de confiança e é ineficiente, porque as crianças não acessam a internet de um único dispositivo”, justifica.

Espaço público

A mestre em psicologia clínica Laís Fontenelle orienta aos pais acompanhar os acessos virtuais dos filhos da mesma forma como é feito no mundo real. “O mesmo cuidado que tem de ter na internet é o cuidado que tem de ter em um espaço público. Os pais têm de monitorar da mesma forma que monitora a casa do amigo que o filho vai, a praça que vai frequentar, a festa, porque é como se fosse um espaço público, só que virtual”, explica.

No caso de crianças não alfabetizadas, o acesso à internet precisa sempre ser feito com a supervisão de um adulto, diz a psicóloga. “A mediação é imprescindível principalmente para crianças que não estão alfabetizadas. Elas vão com o dedinho no touchscreen [tela do celular ou tablet] e podem cair em um conteúdo que não é adequado para elas, e não têm a maturidade para lidar com o conteúdo que está ali”, adverte.

A psicóloga também “puxa a orelha” dos pais, alertando para a responsabilidade do exemplo dado às crianças. “Não adianta a gente fazer um overposting dos nossos filhos nas redes sociais, expondo tudo que acontece na vida deles: ‘ganhou um peniquinho, comeu a primeira papinha’ e dizer para eles não fazerem isso. Se a gente não sabe lidar com esses limites claros sobre o que pode ser publicizado sobre a intimidade das nossas vidas, eles nunca vão saber”, diz Laís.

Os principais riscos do uso da internet por crianças e adolescentes são os acessos a conteúdos inapropriados para a idade, como pornografia, a exposição da privacidade em redes sociais, o cyberbulling e a exposição da intimidade, principalmente na adolescência. “Os casos de vazamento de nudes [fotos de nudez] não param de crescer ano a ano”, diz o presidente da Safernet. Além disso, há o perigo do contato com estranhos, que pode resultar em tentativas de assédio, aliciamentos ou golpes.

Uma pesquisa divulgada no ano passado pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil mostrou que 87% crianças e adolescentes entre 9 e 17 anos têm perfil em redes sociais, e 66% acessam a internet mais de uma vez por dia. Segundo o estudo TIC Kids Online Brasil, 11% dos entrevistados acessaram a internet antes dos 6 anos de idade.

Trem-bala

A jornalista Melissa Gass levou um susto quando viu que o canal no Youtube da filha Lívia, de 7 anos, tinha mais de 15 mil visualizações. O sucesso veio quando a menina postou um vídeo dançando o hit Trem-Bala, da cantora Ana Vilela. “Como ela não posta muita coisa, eu não esperava, mas por causa desse vídeo acabou tendo uma repercussão maior. É muita exposição, a gente fica meio preocupado”, conta a mãe.

Em seu canal, Lívia mostra brincadeiras, músicas, livros e até receitas culinárias. “Eu gosto de ser famosa”, diz a menina, que também participa de aulas de canto, dança e vai começar a fazer teatro.

Para Melissa, não tem como proibir o acesso das crianças à internet, mas é preciso monitorar as atividades dos pequenos na rede. “A tecnologia é uma realidade. Com um ano de idade, ela mexia no celular, então não tem como fugir. Quando a gente proíbe, é pior, porque vai fazer escondido. Então a gente monitora, acompanha, incentiva o que pode incentivar”, explica.

Entre as orientações que os pais dão para Lívia, estão não seguir canais de adultos e não comentar nem trocar mensagem privada com desconhecidos. “A gente fala que têm adultos que querem fazer maldades para as crianças, então que ela tem de tomar cuidado, a gente dá essa orientação”, diz Melissa. A mãe também monitora as redes sociais da filha e, quando vê algo suspeito, desabilita o contato.

Fonte: ORMNews.
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Índios ocupam obra da Usina São Manoel no norte de MT

 Índios de uma aldeia localizada próxima à obra da usina São Manoel, região norte do estado de Mato Grosso, ocupam desde o último sábado (15), a área de alojamento do canteiro de obras. Informações extraoficiais são de que eles tiveram acesso ao canteiro de obras por uma propriedade rural que fica na divisa do empreendimento. Os índios estão armados com arcos e flechas, além de homens, mulheres também fazem parte do movimento. Segundo uma fonte, as obras estão paradas, os índios trancaram o acesso ao canteiro. Mais de 700 pessoas que trabalham na obra estão em Alta Floresta, pois não voltaram para a usina. Nossa reportagem tentou contato com a assessoria de imprensa do empreendimento, mas os profissionais estavam em trânsito e até o fechamento desta matéria, não conseguimos informações por parte da empresa sobre quais são as reivindicações dos índios.

Fonte: noticiaexata.
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Usuário reclama de maconha vencida e denuncia traficante para a PM em Minas O suspeito de tráfico foi flagrado com um cigarro de maconha, R$ 85 em dinheiro e um celular

Insatisfeito com a qualidade da maconha comprada em Cataguases, na Zona da Mata mineira, um homem ligou para a Polícia Militar e denunciou o traficante, que acabou detido pela corporação na última terça-feira.

Segundo a PM, o comprador da droga resolveu denunciar o tráfico nas imediações de um posto de saúde da cidade pelo 190 após comprar a droga que ele considerou vencida e de má qualidade.

Na denúncia feita por telefone, o comprador afirmou que o traficante estava oferecendo cigarros de maconha para os transeuntes já prontos para uso e embalados em um plástico transparente.

Já conhecendo o homem apontado pelo denunciante, os militares foram ao local e não encontraram o vendedor de drogas no ponto informado, mas aumentaram o rastreamento e conseguiram localizá-lo em um beco próximo.

Ele ficou nervoso com a situação e acabou flagrado com um cigarro de maconha, R$ 85 em dinheiro e um celular, o que para a Polícia Militar caracterizava a venda da droga no varejo. Segundo a corporação, o homem começou a se contradizer quanto à procedência do material e não soube explicar o que faria com a maconha.

Os policiais fizeram mais levantamentos e descobriram uma ocorrência de tráfico em que o jovem de 19 anos já tinha sido preso. Ainda segundo a PM, o pai dele foi chamado no local e reprovou a atitude do filho.

Fonte: Diario de Pernambuco.
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Carteira de motorista vencida vale como documento de identificação

Os cidadãos agora podem utilizar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) vencida como documento de identificação.

A decisão do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), publicada em 29 de junho deste ano, atesta que a validade se refere apenas à vigência da permissão para dirigir e dos exames de aptidão.

O presidente do Contran, Elmer Coelho Vicenzi, explicou que a proposta, coordenada pelo Ministério das Cidades, partiu de dúvidas da população.

“Foi observado que havia opiniões divergentes na sociedade, pontos de vista conflitantes. A população queria saber se a CNH vencida poderia valer como documento de identificação. A questão então foi levada à consultoria jurídica”, contou. “Entendeu-se que a CNH vale como documento de identificação, mesmo se vencida, afinal os vários elementos de segurança, cerca de 28, dão confiabilidade à carteira.”

Segundo o presidente, não há prazo para a CNH ser usada como documento de identificação. “É uma decisão que, acredito, favorece toda a sociedade. Acaba com uma controvérsia, uma situação que ficava ao julgo das pessoas. Vantagem, a principal foi a segurança jurídica”, atesta.

Fonte: Portal Brasil.
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REPERCUTIU NA WEB-Foto de alunos da UFG com camiseta pedindo ‘menos amor’ e promovendo agrotóxico

Estudantes de agronomia aparecem em imagem durante palestra de órgão estadual ligado à agricultura. Associação diz que não quis fazer apologia ao uso de herbicidas, e que se trata de uma brincadeira com o nome de uma bebida.

Uma foto com estudantes do curso de agronomia da Universidade Federal de Goiás (UFG) causou repercussão nas internet devido às camisetas usadas por dois deles, com os dizeres: “Menos amor, mais glifosato, por favor”. O produto é um tipo de agrotóxico potente usado para matar ervas daninhas em plantações e, se aplicado de forma incorreta, pode causar danos graves às lavouras, segundo especialistas.

A Associação Atlética Acadêmica Agronomia, que confeccionou as vestimentas, informou ao G1 que o intuito não era fazer apologia ao herbicida, e que foi criada uma “polêmica sem sentido” sobre o caso. Segundo o grupo, o “glifosato” da camiseta faz referência ao nome de uma bebida preparada pelos estudantes há anos, e não ao agrotóxico.

O G1 não conseguiu contato com os estudantes que aparecem na foto até a publicação desta reportagem.

A imagem foi feita no último dia 8 de junho, logo após uma palestra da Agência Goiana de Assistência Técnica, Extensão Rural e Pesquisa Agropecuária (Emater). Na ocasião, duas servidoras do órgão, que também aparecem na foto, falaram sobre o uso de soja na alimentação humana. A apresentação ocorreu dentro do Agro Centro-Oeste Familiar (Acof), evento anual que, desta vez, foi organizado e aconteceu dentro da UFG, em Goiânia.

A foto, juntamente com uma reportagem sobre o evento, foi publicada tanto no site quanto nas redes sociais da Emater. Porém, em virtude da repercussão negativa, todas foram excluídas.

Em nota enviada ao G1, a assessoria de imprensa da Emater informou que não tem “qualquer ligação com a produção ou o incentivo ao uso da camiseta”. Destacou ainda que, por respeitar o direto à liberdade de expressão, “não realizou qualquer tipo de censura relacionada ao uso da camiseta”.

Por fim, a agência pontuou que “reconhece, colabora e incentiva toda e qualquer prática sustentável de produção agropecuária apoiada em procedimentos seguros e ambientalmente corretos, afiançados pela legislação vigente”.

A UFG, também por meio de nota, se manifestou dizendo que a instituição não tem “qualquer ligação com a produção ou o uso da camiseta usada pelos estudantes e que defende o uso de práticas sustentáveis de produção, de acordo com a legislação vigente”.

‘Não é apologia’, diz Atlética

O presidente da Assosiação Atlética, o estudante Guilherme Lima, criticou a polêmica criada sobre o caso e disse que a camiseta não tem como ideia fazer qualquer tipo de apologia ao uso da substância. Ao G1, ele afirmou que o termo “glifosato”, neste caso, remete ao nome de uma bebida.

“Todo curso tem seu ‘mé’ (sic), que é uma bebida característica. Cada um coloca o nome relacionado ao curso, algo engraçado e distorcido do que realmente é. A gente usa o sentido contrário das coisas. A polêmica foi criada pelo politicamente correto, que pegaram apenas um lado da história”, afirmou.

Ainda de acordo com Lima, a tal bebida do curso de agronomia já é chamado de glifosato há alguns anos. A associação chegou a comercializar as camisetas pelo Instagram ao preço de R$ 30. Porém, o universitário disse que venda se restringiu ao último semestre, uma vez que novos modelos são criados neste período.

Apesar de não acreditar que a situação interferiu de forma negativa, o presidente da associação revelou que ficará mais atento para que situações similares não voltem a ocorrer.

“Vamos tomar mais cuidados. Estamos em um período que qualquer coisa que você diz ou faz, tomam partido e acabam te prejudicando”, salienta.

Riscos do glifosato

Um dos defensivos agrícolas mais vendidos no combate a ervas daninhas, o glifosato é considerado bastante forte. Conforme explica o zootecnista e técnico em agropecuária Antelmo Teixeira Alves, sua aplicação direcionada da forma incorreta pode causar danos graves às lavouras. “A aplicação deve ser direto sobre a erva daninha que está causando o problema”.

“Se caso houve contato direto com as outras espécies que se quer defender, toda a plantação será eliminada”, afirma.

O produto está disponível em lojas agropecuárias e só pode ser adquirido mediante apresentação de um receituário agronômico. Ele pontuou que existem pesquisas que tentam relacionar o uso do glifosato com casos de câncer, mas não há nenhuma comprovação científica dessa situação.

A aplicação deve seguir os padrões do fabricante e ser realizada por profissional qualificado, utilizando todos os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). Também devem ser respeitadas questões de horário e climáticas.

Alves, que também é chefe de gabinete da Emater com 30 anos de experiência na área, criticou a exposição dos estudantes e disse que o órgão tem o compromisso de orientar para uma cultura de produção de alimentos cada vez mais saudáveis.

Fonte: G1.
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Homem é engolido por cobra e filma a aterrorizante experiência

Paul Rosolie, um naturalista americano, usou uma roupa protetora e cobriu-se com sangue de porco para tentar convencer uma anaconda de que ele seria sua próxima refeição. Depois que ela pareceu desinteressada, ele a provocou para fazer com que ela se defendesse.

O momento foi filmado para um programa chamado “Eaten Alive” do Discovery Channel.

Rosolie estava tão confiante no design da roupa que ele estava mais preocupado com a segurança da cobra do que sua própria. “Eu não queria causar stress demais à cobra. Queria ter certeza de que a roupa seria suave e não machucaria a cobra”, disse Rosolie. “Eu realmente não tive medo. Nós testamos essa roupa e trabalhamos com especialistas, então sabíamos que eu estaria a salvo.”

Em meio a uma reação de ativistas de direitos animais que acreditam que a anaconda foi torturada ao ser forçada a comer Rosolie, um homem muito maior do que sua presa habitual, ele respondeu que a cobra estava ilesa e que o experimento foi projetado para arrecadar dinheiro para salvar a habitat do animal.
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“Eu queria fazer algo que impressionaria as pessoas”, disse Rosolie ao New York Post. “O que estou tentando fazer com isso é trazer um grande grupo de pessoas que não saberiam necessariamente o que está acontecendo na Amazônia.”

“Uma vez que as pessoas vêem o show, são elas que se tornam apoiantes”, disse ele. “É uma pequena dissonância legal – todos estão contra mim, mas eu sou o cara que esteve lá na selva tentando proteger essas coisas”.Discovery Channel

Rosolie, que é nativo de Nova Jersey e que visitou pela primeira vez a Amazônia aos 18 anos, passou 60 dias caminhando pela floresta tropical no Peru com uma equipe de cerca de uma dúzia de pessoas à procura da anaconda certa para participar da atividade.

No processo, a equipe também iniciou o primeiro estudo científico de anacondas na natureza, anotando o peso, comprimento e sexo de cada cobra que encontraram. Eles também levaram amostras de sua pele para testar o mercúrio, um subproduto da indústria de mineração de ouro que está invadindo o habitat da criatura. Segundo os criadores do show, o objetivo é promover uma arrecadação de fundos para salvar o habitat da cobra.

Confira abaixo a experiência:

https://youtu.be/aHfaz7z2z-U

Fonte: Daily Mail
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Produção de soja e milho crescerá 40% em oito anos em Mato Grosso

A produção de soja e milho de Mato Grosso em 2025 é estimada em 85 milhões de toneladas, sendo 46 milhões (t) da oleaginosa e 39 milhões (t) do cereal. O avanço projetado para os próximos 8 anos é de 40%, já que a estimativa para a safra deste ano é de 60,7 milhões (t), sendo 31,2 milhões (t) de soja e 29,5 milhões (t) de milho. O principal desafio para o setor agropecuário é a abertura de mercado para a produção crescente deste e dos próximos anos.

As oportunidades e os acordos para o comércio internacional foram debatidos na sexta-feira (7) durante o 6º Fórum Mais Milho, realizado em Primavera do Leste (a 244 km de Cuiabá), que contou com a presença de 22 embaixadores de países parceiros do Brasil. Só para se ter uma ideia, nos últimos 12 anos, a produção de soja aumentou 83,5%, saindo das 17 milhões (t) em 2005 para as 31,2 milhões (t) este ano. O milho avançou 767% no mesmo período, saindo de 3,4 milhões (t) colhidas em 2005 para 29,5 milhões (t) estimadas para esta temporada.

Endrigo Dalcin, presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), destacou a evolução da produção agropecuária estadual durante o evento, que teve o objetivo de demonstrar o potencial do Estado para a realização de negó- cios com os países convidados. “Quisemos ressaltar, acima de tudo, a qualidade do nosso produto, que se destaca perante os outros produtores, pois aqui plantamos na época da chuva e colhemos durante a seca, o que possibilita que o nosso milho seque naturalmente, não sendo necessário um processo industrial para secagem. Isto torna a qualidade do nosso grão superior ao de demais países”.

“E a nossa produção está crescendo aliada à preservação ambiental, pois a agricultura vai avançar sobre as áreas degradadas. No evento estiveram países com os quais já temos relação comercial e podemos estreitar o contato para exportar ainda mais”, explica.

Fonte: A Gazeta.
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Senado aprova projeto que prevê regras para vaquejada e rodeio; saiba quais

Texto foi aprovado em caráter terminativo pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte e seguirá para análise da Câmara se não houver recurso de senador para votação em plenário.

A Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado aprovou nesta terça-feira (4) um projeto que prevê regras para as práticas de vaquejada, laço, rodeio e outros esportes equestres.

O projeto foi aprovado em caráter terminativo pela comissão e seguirá para análise da Câmara dos Deputados se não houver recurso de senador para votação em plenário.

Tanto para a vaquejada quanto para laço, rodeio e outros esportes equestres, a proposta prevê que serão aprovados regulamentos específicos pelas respectivas associações ou entidades legais reconhecidas junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Esses regulamentos deverão contemplar regras que assegurem a proteção ao bem-estar animal e prever punições em caso de descumprimento.

Saiba abaixo quais são as regras aprovadas pelo Senado especificamente para a prática da vaquejada:

Assegurar água, alimentação e local adequado para o descanso dos animais;
Prevenir ferimentos e doenças por meio de instalações, ferramentas e utensílios adequados, além da prestação de assistência médico-veterinária;
Determinar a utilização de protetor de cauda em todos os bovinos;
Garantir a quantidade mínima de areia de 40 centímetros de profundidade na faixa em que o boi é derrubado.

Entenda a polêmica

A vaquejada – na qual um boi é solto em uma pista e dois vaqueiros, montados em cavalos, tentam derrubar o animal pelo rabo – foi proibida em outubro do ano passado pelo Supremo Tribunal Federal.

Ao derrubar uma lei do Ceará com regras para a realização desse tipo de evento, o STF considerou que a vaquejada impõe sofrimento aos animais e, portanto, fere princípios constitucionais de preservação do meio ambiente e proteção da fauna.

No mês passado, porém, o Congresso Nacional promulgou uma emenda à Constituição que considera como não cruéis as práticas desportivas que utilizem animais, desde que sejam manifestações culturais.

A nova norma viabilizou a vaquejada, uma vez que o presidente Michel Temer sancionou uma lei que levou a prática à condição de manifestação cultural.

Não há ainda, contudo, um projeto aprovado de forma definitva pelo Congresso Nacional com as regras específicas para o desenvolvimento dessas atividades.

Repercussão

O presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Cavalo Quarto de Milha (ABQM), Fábio Pinto, divulgou nota nesta terça na qual afirmou que a aprovação do projeto é um “importante avanço” e a regulamentação, “fundamental para garantir o bem-estar e a preservação das espécies”.

O Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal (FNDPA), que reúne organizações não governamentais em prol do bem-estar animal, entretanto, foi ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar derrubar a alteração Constitucional que viabilizou a realização de vaquejadas no país.

O FNPDA afirma na ação que a emenda promulgada pelo Congresso teve como motivação contornar a decisão do STF que proibiu a vaquejada.

Fonte: G1
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Ministério determina que frigoríficos recortem carne a ser exportada para os EUA

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) determinou a frigoríficos brasileiros que carnes in natura de cortes dianteiros a serem exportadas aos Estados Unidos sigam apenas na forma de recortes, cubos, iscas ou tiras. Segundo nota divulgada pela pasta, a medida visa a facilitar as negociações para retomar as vendas para aquele mercado.

No último dia 23, em coletiva de imprensa, o secretário executivo da pasta, Eumar Novacki, havia antecipado a determinação. O ministério acredita que os problemas comunicados pelo governo norte-americano são decorrentes da vacinação contra a febre aftosa, que poderia causar inflamações. O secretário garantiu que apenas a aparência fica comprometida e que o produto não oferece nenhum risco a saúde.

O Brasil exporta para os Estados Unidos a parte dianteira do boi inteira, local onde o gado recebe a vacina contra a febre aftosa. Mesmo que não esteja aparente, alguma inflamação pode ser detectada quando a peça é cortada.

Após a Operação Carne Fraca, mercados como os dos Estados Unidos e da Comunidade Europeia determinaram a fiscalização de 100% da carne brasileira. No final do mês passado, os Estados Unidos suspenderam a importação de carne fresca do Brasil. As 15 plantas que realizavam a exportação para o país acumularam, de janeiro a maio, US$ 49 milhões na operação.

Negociação

No próximo dia 13 de julho, o diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), José Luis Vargas, e o coordenador-geral de Controle e Avaliação do Dipoa, Rafael Filipputti, se reunirão com autoridades sanitárias dos Estados Unidos, em Washington. O objetivo é discutir as medidas de controle adotadas depois que foram detectados abcessos na carne bovina in natura exportada ao mercado norte-americano.

Na última sexta-feira (30), encerrou o prazo para estabelecimentos industriais revisarem seus programas de autocontrole e implementem medidas adicionais de reinspeção. O Serviço de Inspeção Federal (SIF) também revisou seus planos de fiscalização nos estabelecimentos registrados no Mapa.

Por Agronotícias
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Com exaltação do imaginário caboclo, Caprichoso vence 52º Festival Folclórico de Parintins, no AM; Vídeo

Além das tradições caboclas e indígenas, o auto do boi-bumbá também foi relembrado durante espetáculo no interior do Amazonas.
Rainha do Folclore do Caprichoso, Brena Dianá, dançando no Festival de Parintins (Foto: Joel Arthus/Secom)

entre a sexta-feira (30) e o domingo (2), na ilha localizada a 369 km de Manaus. A conquista é 22ª vitória do boi azul. O bumbá Garantido, que também participou da disputa defendendo a cor vermelha, tentava o bicampeonato em 2017. A agremiação já venceu outras 30 edições do festival. Em uma delas, no ano de 2000, ocorreu um empate. A apuração das notas dos jurados que avaliaram Caprichoso e Garantido ocorreu na manhã desta segunda (3).
A festa é uma das principais manifestações populares da Amazônia. O evento atrai centenas de turistas para a cidade no interior do Amazonas anualmente no final do mês de junho.
De acordo com a Empresa Estadual de Turismo do Amazonas (Amazonastur), a estimativa é que o festival tenha movimentado R$117 milhões com a circulação de 70 mil turistas em Parintins.
Em cada uma das três noites, os dois bumbás desenvolveram temas específicos e encenaram lendas e rituais amazônicos. Ao todo, 21 itens foram avaliados a cada apresentação. Os itens são individuais e coletivos, distribuídos entre blocos: Artistico, Cênico, Coreográfico e Musical.

Além das tradições caboclas e indígenas, o auto do boi-bumbá também foi relembrado por ambas agremiações. Ele mostra a influência nordestina na formação cultural do Amazonas. Na história, Pai Francisco mata o boi preferido de seu Amo para saciar o desejo da esposa, Mãe Catirina, que está grávida. Ao tomar conhecimento da morte do boi preferido, a Sinhazinha da Fazenda fica desesperada. O boi é ressuscitado com o auxílio de um pajé indígena.

O Caprichoso desenvolveu a temática: “A Poética do Imaginário Caboclo”. Já o Garantido apresentou: “Magia e Fascínio no Coração da Amazônia”. As apresentações contaram com alegorias, danças, toadas regionais e shows pirotécnicos.
Apuração
A apuração dos votos iniciou por volta de 11h30 após a leitura dos pedidos de impugnações, que foram indeferidos. Torcedores acompanharam a contagem dos votos das arquibancadas do Bumbódromo. Confira a pontuação:
Primeira noite
Caprichoso 419,1
Garantido 417,6
Segunda Noite
Caprichoso 419,1
Garantido 419
Terceira Noite
Caprichoso 419,7
Garantido 418,9
Total
Caprichoso 1257,9
Garantido 1255,5
Melhor galera (torcida): Galera do Caprichoso
Caprichoso e Garantido encerram Festival Folclórico de Parintins 2017

 

https://youtu.be/llRxGQOuexQ

Por G1 AM
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