PF prende 33 pessoas em operação contra pedofilia e pornografia infantil

Polícia identificou criminosos em site russo onde pedófilos se encontravam.
Entre os presos, há jovens, idosos, profissionais liberais e servidores.

A Polícia Federal cumpriu os mandados judiciais em 14 estados. Três pessoas foram presas preventivamente no Pará e em São Paulo por abusar de menores. Ao cumprir os outros mandados, os policiais também prenderam pessoas em flagrante, porque estavam com arquivos pornográficos no computador ou compartilhando esse material, que foi apreendido.

A polícia identificou os criminosos num site russo, tido como um ponto de encontro de pedófilos no mundo todo. Lá, eles se encontravam, trocavam contatos para depois compartilhar os arquivos.

“A partir dali começavam a manter contato por outros meios, por e-mail, por telefone, por redes sociais, e por essa forma privada que compartilhavam, trocavam informações dessa natureza”, explica o delegado da Polícia Federal, Flávio Setti.

Os investigadores começaram a monitorar o site em 2010, depois que um estudante, preso em Curitiba, revelou a existência da página. Entre os presos na operação desta terça, segundo a polícia, há jovens de 19 e 20 anos, um idoso de 80, profissionais liberais, além de dois funcionários públicos de alto escalão, que usavam os computadores do trabalho para armazenar pornografia infantil.

A Polícia Federal informou que não divulga os nomes dos presos para proteger as vítimas. Os agentes também encontraram estrangeiros envolvidos nessa rede de pedofilia. As informações foram repassadas à Interpol e a polícias de outros países, como Estados Unidos, França e Rússia.

Fonte: Jornal Nacional.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
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Amarrada e encapuzada, jovem é estuprada dentro de carro em SP; autor foi preso

Policiais conseguiram chegar a tempo de impedir que o homem continuasse praticando o ato.

Um homem foi preso após estuprar uma jovem, na madrugada desta terça-feira (25), em Cubatão (SP). Ela foi encontrada amarrada, sem roupa e encapuzada. Os policiais conseguiram chegar a tempo de impedir que o suspeito continuasse praticando o ato.

A jovem de 17 anos contou à Polícia Militar que estava andando junto com um amigo próximo à Rua Cruzeiro do Sul. Eles foram abordados por um homem que atirou na direção deles e obrigou a garota a entrar no carro dele.

Jovem foi amarrada dentro do carro (Foto: Divulgação/PM)
Jovem foi amarrada dentro do carro (Foto: Divulgação/PM)

A PM recebeu a denúncia sobre o caso e foi até o local verificar a ocorrência. Os policiais encontraram o carro, do mesmo modelo indicado na denúncia, e observaram que havia uma movimentação interna.

Eles encontraram a garota encapuzada, com os braços amarrados e sem calça. Dentro do carro, os policiais também encontraram um revólver com cinco munições, sendo uma deflagrada e outras duas com cápsulas de cocaína.

O criminoso foi identificado como Eliede Alves de Araujo, de 59 anos. O garoto que estava junto com a jovem reconheceu o homem como sendo o autor do disparo. Ele foi levado para a Delegacia Sede de Cubatão e responderá pelos crimes de tentativa de homicídio, estupro e posse de entorpecentes.

Fonte: G1 .
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Justiça determina internação de cinco jovens acusados de estupro coletivo em escola

Escola em Bom Jesus do Itabapoana, onde ocorreram casos de estupro coletivo

A 1ª Vara Criminal de Bom Jesus de Itabapoana, no Noroeste Fluminense, decretou, nesta segunda-feira, a internação provisória de cinco menores acusados de participarem de um estupro coletivo numa escola estadual do município. Uma adolescente, de 13 anos, foi abusada sexualmente por 14 jovens, na quadra do Colégio Estadual Padre Mello, onde o caso teria acontecido.

Segundo as investigações, cinco adolescentes envolvidos foram apreendidos, na manhã desta segunda-feira, por suspeita de participação. O jovem apontado pela vítima como namorado é alvo de um dos mandados de busca apreensão.

A decisão será encaminhada ao Ministério Público do Rio que analisará se cabe eventual recurso. O processo corre em segredo de justiça. Ainda nesta semana, segundo o Tribunal de Justiça, começará a fase de instrução probatória, que consiste na demonstração da verdade dos fatos afirmados pelas partes, ao se contradizem, mutuamente, com as respectivas alegações.

Se comprovada a participação dos adolescentes, a pena pode chegar a três anos em casa de acolhimento. A adolescente vai passar por tratamento médico e psicológico e é acompanhada pelo Conselho Tutelar.

Fonte: EXTRA.
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Denúncias de maus-tratos em clínicas psiquiátricas sobem 49% no País

A cada três dias, uma denúncia de maus-tratos em unidades psiquiátricas é recebida pelp Ministério dos Direitos Humanos

Abuso sexual, restrição alimentar, castigos, trabalho forçado, cárcere privado e até agressões com luvas de boxe e eletrochoque. Essa é a extensa lista de maus-tratos relatada pelos pacientes da comunidade terapêutica Ibanez Lattanzio, em Araçoiaba da Serra, no interior de São Paulo. O fechamento do local, na semana passada, mostra que, mesmo após a reforma psiquiátrica no País, há 16 anos, pacientes com transtornos mentais seguem sendo vítimas de negligência e crueldade em centros médicos que deveriam tratá-los.

Números inéditos de um relatório do Ministério dos Direitos Humanos comprovam que o caso de Araçoiaba da Serra não é exceção.

A cada três dias, uma denúncia de maus-tratos em unidades psiquiátricas é recebida pela pasta. Em 2016, foram 143 queixas de violações ocorridas em manicômios, hospitais psiquiátricos ou casas de saúde feitas ao Disque 100. O aumento é de 48,9% em relação a 2015, quando 96 casos do tipo foram relatados.

A unidade Ibanez Lattanzio, entidade privada que atua como comunidade terapêutica (serviço de acolhimento e tratamento de usuários de drogas), foi interditada após denúncias de irregularidades chegarem ao conhecimento do Ministério Público Estadual (MPE) e da Vigilância Sanitária municipal. No aspecto da higiene, a Prefeitura encontrou o local sujo, sem ventilação e com mau cheiro. O MPE entrou na Justiça contra a clínica ao descobrir que o local realizava internações forçadas de pacientes, o que contraria a legislação das comunidades terapêuticas, cuja previsão é de só entrarem pacientes dependentes químicos que concordam com o tratamento.

“Era um grande depósito de gente. Tinha dependentes químicos graves, jovens que vivem de clínica em clínica, idosos com histórico de alcoolismo ou simplesmente início de demência e até pacientes com outros problemas psiquiátricos”, relatou à reportagem uma agente de saúde que já visitou o local e pediu anonimato. “Eles ficavam internados por anos. A família pedia a internação, contratava um serviço de resgate que praticamente sequestrava o paciente na própria casa e o levava para a clínica. Um médico da própria unidade dava o atestado para a pessoa ficar internada contra a vontade.”

No último dia 14, a Justiça determinou, a pedido do MPE, o fechamento da ala das internações forçadas. Cerca de 80 internos foram soltos em massa, saíram a pé e tomaram o rumo da cidade, caminhando pela Rodovia Raposo Tavares. Parte deles ainda está desaparecida e o MPE pediu à Justiça que a entidade seja multada em R$ 1 mil por paciente não localizado ao dia.

Alguns dias depois, a Vigilância Sanitária fechou todos os espaços do centro e levou cerca de 200 pacientes para um ginásio municipal, de onde eles foram sendo retirados aos poucos por familiares.

Foi após a interdição total que a Prefeitura recebeu as denúncias de maus-tratos, como agressões e abuso sexual. A Prefeitura disse que irá encaminhar as queixas ao MPE.

Uma estudante de Direito de 23 anos, que ficou internada por sete meses na instituição em 2014, relatou à reportagem trauma com o tratamento. “Faço terapia até hoje. Havia punições até com murros e água gelada. Os ‘disciplinas’ (outros pacientes) é que aplicavam o castigo.” Ela diz ter entrado em depressão após sair da clínica. “Muitas vezes ficávamos abandonados”, conta ela, que foi internada por causa do vício em cocaína.

A comunidade afirma que os pacientes saíram “por vontade própria” e que o centro “não teve como impedir a evasão dos mesmos”. No mesmo município, outros 12 centros de internação passam por fiscalização do MPE. “Sabemos que algumas não têm sequer alvará de funcionamento”, diz a promotora Maria Aparecida Castanho.

Em nota, a clínica afirmou que a interdição foi uma medida “açodada” e que a ordem judicial determinava a interdição só da ala de internação voluntária. “A clínica entende que houve falta de cuidado na atitude dos envolvidos no processo para com os pacientes em tratamento que foram levados para a cidade de Araçoiaba da Serra sem suas refeições e sem medicamentos.” O advogado do centro terapêutico, Anésio Lima, negou os maus-tratos e prepara medidas judiciais para “restabelecer a verdade dos fatos”. Já a prefeitura disse que vai pedir ressarcimento dos custos que teve para atender internos retirados da clínica.

Outros casos

Assim como a Ibanez Lattanzio, outras comunidades terapêuticas do Estado têm sido denunciadas por maus-tratos. Relatório do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo, finalizado em 2016, revela violações de direitos humanos em 40 estabelecimentos do tipo espalhados por 28 cidades.

A partir de inspeções e relatos de pacientes, o conselho descobriu nas unidades problemas como trabalho forçado, hipermedicalização, más condições de higiene, castigos físicos, retirada de pertences pessoais e restrição de contato com famílias.

Em Goiás, uma comunidade terapêutica de Corumbaíba foi interditada em fevereiro após investigação do Ministério Público. O local – cujo nome não foi informado – é alvo de denúncia por cárcere privado, ao manter internados à força, além de descumprir regras de higiene.

Para Marcos Garcia, psicólogo da Universidade Federal de São Carlos (UFScar), as práticas adotadas em algumas dessas unidades se comparam às dos manicômios.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Armadilha fotográfica registra onça pintada em área de reflorestamento na Embrapa Agrossilvipastoril

Na última terça-feira, dia 11 de julho, às 17h01, uma das armadilhas fotográficas instaladas no experimento de restauração de reserva legal da Embrapa Agrossilvipastoril, em Sinop (MT), registrou a imagem uma onça pintada. A foto confirmou a presença do animal, cujas pegadas já haviam sido vistas anteriormente em diversos pontos do centro de pesquisa.

O registro encantou e assustou muitos embrapianos. Enquanto por um lado a preocupação é com a segurança das pessoas que transitam pelo campo e também pela segurança do gado, por outro a presença do felino é um sinal positivo para a pesquisa que avalia diferentes formas de recomposição de reserva legal e de como a fauna e flora retomam a ocupação das áreas antes desflorestadas.

Para o pesquisador Ingo Isernhagen, responsável pelo experimento, a presença da onça é um bom sinal para a saúde do ecossistema, mostrando como a restauração pode ajudar na preservação.

De acordo com o biólogo Patrick Lazari, responsável pelo monitoramento da fauna no experimento, dificilmente essa onça tem sua moradia no local do registro da foto. Como a mata que passa na Embrapa segue um curso d’água e se liga ao rio Teles Pires, com grande extensão de mata ciliar, ela a usa como um corredor de passagem.

“Por mais que tenha curral com gado ali próximo, como até hoje não se registrou nenhum ataque, é sinal que ela não está ali pelos bovinos. Até porque na região ainda têm muitos animais que são presas para ela, como cateto e queixada”, afirma.

Trabalhos de rastreamento feito com onças pintadas mostram que os animais chegam a circular por um raio de mais de 100 km.

Cuidados

Mesmo antes da foto já era sabido que onças transitavam pela região da Embrapa. Além da onça pintada, onça parda também já foi avistada na área por empregados. Porém, para maior tranquilidade de quem transita pela região, são muito raros os casos de ataque de onças a seres humanos, sendo mais comum o ataque a animais domésticos.

De toda forma, Patrick diz que com ou sem o registro de onça, vale sempre a recomendação de não andar sozinho em regiões de mata e estar sempre atento ao seu entorno.

Fauna

O registro fotográfico da onça pintada faz parte do monitoramento da fauna no experimento de restauração de reserva legal. O trabalho é coordenado pelo biólogo Patrick Lazari, da Unemat, com apoio da UFMT.

Em dois períodos de 30 dias em que as câmeras ficaram instaladas, já foram registrados animais como quati, tatu peba, tamanduá bandeira, lobinho (lobete), anta e ouriço.

Além dos médios e grandes animais, outros grupos de pesquisadores têm feito feito o acompanhamento da fauna de insetos, repteis, anfíbios e da microbiota do solo na área de recomposição da reserva legal.

O objetivo desse trabalho é ver como ocorre o retorno da fauna usando diferentes estratégias de revegetação, como plantio de mudas, semeadura direta, semeadura a lanço e regeneração natural.

Ao mesmo tempo são feitas avaliações sobre o desenvolvimento das árvores, diversidade de espécies e avaliação econômica das diferentes estratégias de recomposição da reserva legal.

Fonte: painelagroeconomico
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Travestis e transexuais poderão solicitar inclusão do nome social no CPF

Orientações foram divulgadas nesta quinta-feira (20) pela Receita Federal após a publicação de instrução normativa.

Transexuais e travestis poderão ter o nome social incluído no documento de Cadastro de Pessoas Físicas (CPF). Para isso, basta que compareçam a uma unidade de atendimento da Receita Federal e peçam a inclusão. O cadastro será feito imediatamente e o nome social passará a constar no CPF, acompanhado do nome civil.

As orientações foram divulgadas hoje (20) pela Receita Federal após a publicação de instrução normativa sobre a questão no Diário Oficial da União desta quinta-feira (20). O nome social constará dos documentos “Comprovante de Inscrição” e “Comprovante de Situação Cadastral” no CPF.

O nome social é a designação pela qual a pessoa travesti ou transexual se identifica e é socialmente reconhecida.

Decreto publicado em abril do ano passado, assinado pela então presidente, Dilma Rousseff, estabelece que os órgãos e as entidades da administração pública federal direta, autárquica e fundacional, em seus atos e procedimentos, devem adotar o nome social da pessoa travesti ou transexual, de acordo com seu requerimento. O decreto estabeleceu prazo de um ano para  órgão e entidades se adequarem à norma. A instrução da Receita visa cumprir a determinação.

O decreto assegura a travestis e transexuais o direito de requerer, a qualquer momento, a inclusão de seu nome social em documentos oficiais e nos registros dos sistemas de informação, de cadastros, de programas, de serviços, de fichas, de formulários, de prontuários e congêneres dos órgãos e das entidades da administração pública federal direta, autárquica e fundacional.

Fonte: ORMNews.
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OMS alerta para alta nos casos de resistência do vírus HIV

De acordo com especialista, tomar os remédios de forma errada é a maneira mais comum de criar uma versão resistente.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta para uma tendência crescente de resistência do vírus HIV às drogas disponíveis. O órgão divulgou nesta quinta-feira (20) um novo relatório com base em estudos. O texto destaca que em seis dos 11 países pesquisados na África, Ásia e América Latina mais de 10% das pessoas que começaram o tratamento antirretroviral tinham uma cepa do vírus resistente a medicamentos do mercado – veja quais são os países no gráfico abaixo.

O Brasil está na lista dos países com registro de resistência do vírus em novos pacientes, mas com índice menor que 10% – por enquanto, foram reportados 1.391 casos. A organização diz que o crescimento dessas taxas, mesmo que ainda lento, poderia minar o progresso internacional no tratamento e prevenção da doença.

A resistência do HIV é causada por uma mutação em sua estrutura genética, o que impede o bloqueio da replicação do vírus pelo remédio e o tratamento se torna ineficaz. Todos os medicamentos existentes contra vírus hoje correm o risco de se tornar parcialmente ou totalmente insuficientes contra a doença.

O médico especialista e pesquisador da Faculdade de Medicina da USP, Esper Kallas, diz que ter uma versão resistente do vírus é um alerta, mas não é motivo para pânico: o HIV pode se tornar resistente a um tipo de remédio, mas resta uma cartela grande disponível. Segundo ele, são mais de 20 tipos de pílulas contra a doença.

A Organização Mundial da Saúde classificou os tipos de resistência:

Resistência adquirida quando mutações ocorrem em indivíduos que já recebem as drogas;

Em pessoas que não tem histórico de ingestão de medicamentos do HIV e são infectadas por versões mais resistentes;

Em pacientes com exposição prévia aos remédios, iniciando ou reiniciando o tratamento: mulheres expostas aos medicamentos para prevenção da transmissão do HIV de mãe para filho; pessoas que receberam Profilaxia Pré-Exposição, ou pessoas que reiniciaram o tratamento após interrupção.

Mas o que torna um tratamento ineficaz ou faz um vírus criar uma mutação contra alguns remédios? De acordo com a OMS e com Kallas, a resistência ao HIV se desenvolve quando as pessoas não seguem o tratamento prescrito – esquecem de tomar no dia e horário certo e/ou pulam etapas, como também acontece com o combate às bactérias. A organização diz que esses pacientes podem transmitir os vírus resistentes para outras pessoas.

Das 36,7 milhões de pessoas que convivem com o HIV em todo o mundo, 19,5 milhões têm acesso a algum tipo de terapia antirretroviral. Uma tendência crescente de resistência às drogas da doença pode levar a mais infecções e mortes. Um modelo matemático da OMS prevê um adicional de 135 mil óbitos e 105 mil novas infecções nos próximos cinco anos, caso novas medidas não sejam tomadas. O custo adicional pode chegar a US$ 650 milhões.

Fonte: ORMNews.
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Morador de rua é encontrado morto na tarde mais fria dos últimos 4 anos em SP

Homem foi encontrado em Pinheiros e não tinha sinais de violência.

Um morador de rua foi encontrado morto na tarde desta terça-feira (18), em Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo. O corpo foi enviado ao Instituto Médico Legal (IML) sem sinais de violência e não há confirmação da causa da morte.

A capital paulista registrou a tarde mais fria desde 2013 com 10,2ºC no Mirante de Santana, Zona Norte, nesta terça, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Nos últimos anos, a temperatura só não foi mais baixa do que a registrada na tarde de 24 de julho de 2013, com 8,6ºC. À noite, a temperatura caiu ainda mais nesta terça, chegando a 8,3ºC. Em algumas regiões, a sensação térmica chegou a zero grau, em razão do vento.

Por volta das 16h30, a Polícia Militar recebeu pelo telefone 190 a informação de que um corpo estava sobre a calçada do cruzamento entre a Rua Teodoro Sampaio e a Avenida Doutor Arnaldo. Ele não tinha sinais de violência, o que indica que pode ter sido vítima do frio que chegou à cidade na madrugada de terça.

Segundo a última pesquisa da Prefeitura e Fundação Fipe, a cidade tem quase 16 mil moradores de rua. O prefeito João Doria afirma que o número chega atualmente a 25 mil.

A Prefeitura afirma que oferece 11.800 vagas de acolhimento na cidade. Os abrigos registraram filas na terça-feira.

Fonte: G1 .
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Ração com planta nativa pode enriquecer carne de peixe na Amazônia

Ração feita com uma planta nativa da Amazônia poderá fazer com que o peixe tambaqui tenha mais qualidade e seja mais saudável quando for consumido. A ração é resultado de pesquisa desenvolvida pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Amazônia Ocidental.

O estudo foi desenvolvido até agora com peixes muito jovens, que ainda não servem para consumo, mas a pesquisa já mostrou resultados animadores. Animais que se alimentaram com a ração apresentaram porcentagem aproximada de 0,6% de incorporação do ômega 3, valor superior aos peixes que não se alimentaram com a ração, cuja porcentagem de ômega 3 foi de 0,2% na composição centesimal.

O ômega 3 trabalha no organismo humano na prevenção das doenças do risco cardiovascular e na prevenção de algumas enfermidades neurodegenerativas como, por exemplo, a doença de Parkinson e o Mal de Alzheimer, por exemplo.

Os pesquisadores utilizam a planta amazônica Sacha Inchi (Plukenetia volubilis), rica em ácido linolênico, o ômega 3. Também chamado de óleo Inca, o óleo de Sacha Inchi é um produto nobre, valorizado no mercado por seu alto teor de ácido graxo ômega 3. A principal proposta do estudo foi aproveitar partes residuais da planta que pudessem ser incluídas na ração e agregar valor nutricional ao peixe.

Ração

Os resultados foram obtidos por meio da pesquisa denominada Sacha Inchi na nutrição de juvenis de tambaqui, financiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e coordenada pelo pesquisador da Embrapa Jony Dairiki.

“A ideia é que o peixe é o que consome, por isso, buscamos ingredientes novos para dar mais qualidade ao peixe”, diz o pesquisador. “O tambaqui é o peixe nativo mais produzido no Brasil. Por isso, tentamos trabalhar com essa espécie”, acrescenta.

Dairiki explica que a ração é a parte mais cara da criação de peixes. No Amazonas, essa é uma questão importante porque, pelo isolamento do estado, é necessário importar ou os ingredientes para fazer rações tradicionais, com farinha de soja, milho, farelo de trigo, entre outros, ou mesmo a própria ração, o que encarece ainda mais que em outras localidades.

“Queremos trabalhar com ingredientes hoje não convencionais para baratear e tentar sair um pouco dessa dependência de ingredientes de outros estados, que sofrem acréscimo de valor pelo frete”, diz. Os pesquisadores ainda irão realizar testes com peixes adultos já prontos para consumo, para medir o quanto conseguem absorver de ômega 3.

Consumo e produção de peixes

De acordo com o Ministério da Agricultura, o consumo de pescado no Brasil, que é de 14,4 kg por habitante/ano, superou o recomendado pela Organização Mundial da Saúde: 12 kg por habitante a cada ano.

Segundo Relatório da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), divulgado em 2016, o Brasil deve registrar crescimento de 104% na pesca e aquicultura até 2025. Segundo o estudo, o aumento na produção brasileira será o maior verificado na região.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que, em 2015, foram produzidas 483 mil toneladas de peixe, com incremento de 1,5% em relação a 2014. O tambaqui corresponde a 28,1% dessa produção, ficando atrás apenas tilápia – peixe exótico, ou seja, que não é nativo das bacias brasileiras – com 45,4%.

O ômega 3 é mais encontrado em alguns peixes, principalmente os de águas geladas e profundas. Sardinha, salmão e arenque são exemplos que mais se destacam com a substância. Porém, pesquisas com peixes amazônicos têm indicado também a presença de ômega 3, em menor quantidade. Alguns vegetais contêm a substância, ainda em menor quantidade que nos peixes. A linhaça é uma das fontes vegetais de ômega 3, além da Sacha Inchi.

Fonte: Agência Brasil.
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Agropecuária perdeu 340 postos de trabalhos em cinco meses

Nos últimos 12 meses, saldo negativo ficou em 959 desempregados no setor
O setor da agropecuária paraense perdeu 340 postos de trabalhos nos primeiros cinco meses do ano, com queda de 0,65% na geração de empregos formais. Nos últimos 12 meses, saldo negativo ficou em 959 desempregados. Os números são de uma pesquisa divulgada pelo Dieese-PA (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) nesta segunda-feira (17), com base em dados do Ministério do Trabalho.

Nos primeiros seis meses do ano, a agropecuária realizou 10.352 admissões, contra 10.692 desligamentos, gerando um saldo negativo de 340 postos de trabalhos. No mesmo período do ano passado, o setor perdeu 1.045 postos, portanto, número maior que o verificado este ano. A maioria dos estados teve queda na geração de empregos, com destaque para o Amazonas (-392), Rondônia (-349) e Pará (-340). Também no mesmo período, somente o Tocantins e o Amapá fecharam com saldo positivo de 321 e 48 postos, respectivamente.

Em relação aos últimos 12 meses, o saldo negativo ficou em 958 postos de trabalhos. No período analisado foram feitas 25.318 admissões, contra 26.276 desligamentos, e queda de 1,81% na geração de empregos. O estudo mostra que a maioria dos estados fechou com saldo negativo, com destaque para o Pará, seguido de Rondônia (-540), Acre (-256) e Amazonas (-224). Somente Tocantis e Roraima tiveram saldos positivos no período com a geração de 505 e 204 postos, respectivamente.

Fonte: ORMNews.
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