Em depoimento, menor diz que agrediu professora após ser xingado

Por Veja.com Eduardo Gonçalves  – Professora agredida por aluno – Márcia Friggi: Márcia Friggi, professora da refe pública de ensino que foi agredida dentro da escola em Santa Catarina © Reprodução Márcia Friggi, professora da refe pública de ensino que foi agredida dentro da escola em Santa Catarina

O garoto de 15 anos que agrediu a professora Márcia de Lourdes Friggi com socos e tapas numa escola em Indaial, no interior de Santa Catarina, prestou nesta quarta-feira depoimento à Polícia Civil – o conteúdo foi obtido por VEJA.  De cabeça baixa, o garoto disse que se arrependia do que havia feito, mas tentou minimizar a brutalidade do seu ato. Explicou que partiu para a agressão depois de ter sido xingado por ela e que não lhe deu um soco, mas sim um empurrão no rosto – a sua unha teria arranhado o supercílio, o que provocou o sangramento.

A polícia não comprou a versão. Primeiro, porque o olho direito de Márcia ficou inchado depois da agressão. Segundo, por não acreditar que uma professora experiente como ela, com 12 anos de magistério, diria palavrões a seus alunos. Os delegados, no entanto, alertaram o depoente de que não era aconselhável mentir no depoimento – ele estava acompanhado da mãe e do advogado e a sua identidade não será revelada por se tratar de um menor de idade.

A agressão ocorreu na manhã da última segunda-feira no Centro de Educação de Jovens e Adultos (CEJA), um supletivo local que fica num galpão junto com outras três unidades de ensino. O adolescente havia faltado nas duas semanas anteriores. E a professora iniciaria o curso de português naquele dia. Era, portanto, o primeiro dia dos dois.

O estranhamento entre eles se deu logo no início da aula, quando Márcia avisou que estava proibido o uso de celulares na sala. Ela olhou, então, para o menino e o viu com um livro no colo. Pensou que ele poderia estar mexendo no aparelho telefônico debaixo da carteira e pediu para que ele colocasse o livro em cima da mesa. O garoto foi ríspido: “Eu boto onde eu quiser. Vá se f.”. A professora, então, mandou-o para a sala da diretoria, ao lado. A partir dali, segundo a professora, ele se levantou e jogou o livro em direção à sua cabeça – ela desviou. Já o garoto contou que atirou o livro no chão e disse que não tem um celular.

Diante da diretora e da secretaria, o adolescente negou tudo. A professora se irritou e começou a dizer que ele estava mentindo, que a sala inteira era testemunha, até que o garoto se lançou sobre ela. Márcia caiu no chão, enquanto o menino foi contido pela diretora e pelos alunos, que a essa altura já estavam fora da sala. Por fim, ele ficou trancado numa sala até que a sua mãe chegasse para buscá-lo. Uma funcionária chegou a lhe questionar por que havia feito isso – mas ele se manteve calado, com a cabeça baixa.  A diretora e a secretária que presenciaram o ocorrido irão prestar depoimento nesta quinta-feira à polícia, o que deve ser imprescindível para fechar o caso.
Violência em casa

O garoto ainda contou à polícia que sempre viveu num ambiente de muita violência. Disse que assistia ao seu pai, alcoólatra, bater em sua mãe e que ele próprio às vezes era vítima. Numa oportunidade, teria ficado até em coma, relatou, acrescentando que estava frequentando a igreja evangélica e que não fazia uso de drogas.

O menor foi levado para depor numa viatura descaracterizada, que entrou pelos fundos da delegacia. A polícia temia que ele pudesse ser linchado pela comunidade, dada a repercussão do caso, mas ninguém apareceu. Um dia antes, professores vestidos de preto foram até a frente da prefeitura manifestar solidariedade à Márcia. “Estamos todos dilacerados”, dizia um dos cartazes. Era a mesma frase usada pela professora para descrever no Facebook a agressão. Na postagem, incluiu foto dela na sala da diretoria, com o sangue escorrendo pelo rosto. “Estou dilacerada por saber que não sou a única, talvez não seja a última”, escreveu.

“Essa postagem colocou a gente no noticiário nacional. Agressão verbal deve acontecer todos os dias, em todas as escolas do país. Mas agressão física contra um professor é algo que realmente choca a humanidade. Foi a notícia de maior repercussão da nossa comunidade”, disse o prefeito de Indaial, André Moser (PSDB), pego de surpresa com a projeção do caso. Ele considerou o episódio “lamentável” e “isolado” e disse que a declaração da professora foi relevante para suscitar o debate sobre a violência nas escolas, mas ponderou que era importante não enviesar pelo lado político. Num momento informal antes da entrevista, o prefeito chegou a brincar que a professora queria ser deputada federal.
Cidade pacata

Formada por imigrantes alemães e italianos e à sombra da vizinha Blumenau, a cidade de Indaial tem cerca de 65.000 habitantes, segundo o último censo do IBGE, de 2016. Até então, o episódio de maior repercussão lembrado pelos moradores se deu na eleição de 2004, quando um candidato a prefeito comemorava a vitória já em cima do palanque, até que foi avisado de que o tribunal eleitoral se esquecera de contabilizar os votos de uma urna. No fim, saiu vencedor o candidato adversário com a diferença de apenas um voto.

A pacata cidade catarinense não é exatamente o retrato da educação precária do país. Está longe dos problemas dos grandes centros urbanos, como falta de vaga em escolas e creches e os altos índices de criminalidade. No ano todo, teve apenas um homicídio – no caso, o de um bandido que foi morto pelos donos da casa que ele assaltava – e 40 registros de assalto, roubo e furto, segundo o delegado José Klock, que também é suplente de vereador.

Por outro lado, assim como outras cidades brasileiras, Indaial tem uma grande incidência de crimes contra a mulher. “Envio por mês para a Justiça pelo menos 30 inquéritos da Lei Maria da Penha”, disse ele.

O delegado pretende concluir o inquérito sobre a agressão na escola até esta sexta-feira. A promotora de justiça Patricia Dagostin Tramontin tem telefonado todos os dias para a delegacia para saber sobre o andamento do caso. Ela já anunciou que irá pedir a internação do garoto, dada a sua reincidência – no ano passado, ele cumpriu trabalhos comunitários por ter agredido um colega de sala.  “Eu me sinto na obrigação de pedir a medida mais grave, que é a internação. Para que ele entenda a consequência dos seus atos”, afirmou ela.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
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Morre o bebê de 1 ano, vítima do naufrágio na Bahia

Outras 18 pessoas faleceram em tragédia na Baía de Todos os Santos

Um bebê de 1 ano está entre as vítimas fatais do naufrágio de uma embarcação na Baía de Todos os Santos, em Salvador, na Bahia. A criança foi retirada do mar e levada para uma ambulância, onde, segundo a Secretaria municipal de Saúde, os médicos tentaram reanimá-la durante duas horas, mas sem êxito.

Outras 18 pessoas morreram, segundo o Comando do 2º Distrito Naval, no naufrágio de uma embarcação com 129 passageiros, além de quatro tipulantes, segundo a Associação dos Transportadores Marítimos da Bahia (Astramab). A tragédia ocorreu durante uma viagem de Mar Grande a Salvador na manhã desta quinta-feira.

A busca por sobreviventes continua, horas após o naufrágio. Três equipes da Capitania dos Portos e três navios da Marinha do Brasil continuam trabalhando no local do acidente, próximo à Ilha de Itaparica.

Em apenas dois dias, o número de mortos em naufrágios no Brasil já chega a 39. No Pará, subiu para 21 o número de mortos no acidente com a embarcação clandestina “Capitão Ribeiro” no Xingu.

A Secretaria informou ainda que está encontrando grande dificuldade para prestar o atendimento, devido ao número de embarcações, várias delas de pequeno porte. Além disso, a nota enviada à imprensa informou que todas as UPAS estão preparadas para receber às vítimas, além de vagas nas salas vermelhas para atender os casos mais graves.

— O socorro realizado pelas embarcações do Distrito Naval já resgatou 21 pessoas, que estão sendo encaminhadas para atendimento médico por medidas de segurança para verificar a condição de cada um. Elas não estão gravemente feridas, mas precisam dessa triagem médica. Não temos mais informações a respeito do que causou o naufrágio — disse o comandante Flávio Almeida.

O naufrágio da lancha “Cavalo Marinho 1”, da empresa “CL” e com capacidade para 162 pessoas, ocorreu por volta das 7h, quando saía de Mar Grande, na Ilha de Itaparica, com destino a Salvador.

Fonte: O Globo.
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Nova contagem reduz a 18 o número de mortos em naufrágio na Bahia

Trinta e quatro pessoas foram resgatadas de tragédia na Baía de Todos os Santos

RIO — Após uma contagem feita pelo Instituto Médico-Legal de Salvador, o número oficial de mortos no naufrágio na Baía de Todos os Santos, na Bahia caiu para 18, segundo o comandante do 2º Distrito Naval, o capitão-tenente Flávio Almeida. Inicialmente, o número divulgado era 23.

— Além do IML, onde estão 13 corpos, cinco outros mortos foram levados para Salvador — explicou o comandante.

Entre os mortos, um bebê de 1 ano, informou o Comando do 2º Distrito Naval, no naufrágio de uma embarcação com cerca de 130 passageiros na Baía de Todos os Santos, além de quatro tipulantes, segundo a Associação dos Transportadores Marítimos da Bahia (Astramab). O acidente ocorreu durante uma viagem de Mar Grande a Salvador na manhã desta quinta-feira. O socorro está sendo realizado neste momento por três equipes da Capitania dos Portos e mais três navios da Marinha do Brasil, nas proximidades da Ilha de Itaparica.

Em apenas dois dias, o número de mortos em naufrágios no Brasil já chega a 39. No Pará, subiu para 21 o número de mortos no acidente com a embarcação clandestina “Capitão Ribeiro” no Xingu.

A Secretaria Municipal de Saúde de Salvador informou que 34 vítimas foram levadas para atendimento no terminal náutico do comércio, incluindo um bebê de um ano, que foi reanimado durante duas horas pelo médico dentro de uma ambulância, mas não resistiu e morreu. Cinco ambulâncias do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) estão prestando socorro às vítimas. Três estão no terminal marítimo do comércio e duas foram encaminhadas para a ilha de Mar Grande, além de uma lancha.

VÍTIMAIS MAIS GRAVES ESTÃO INDO PARA SALVADOR

Em nota, a Secretaria de Saúde informou que cerca de cem vítimas do acidentes já foram atendidas pelas equipes que estão no local. No começo desta tarde, médicos reguladores do Samu realizam visitas à UPA de Mar Grande e ao Hospital de Itaparica com objetivo de identificar os pacientes mais graves e coordenar a transferência dos mesmos para unidades hospitalares com suporte de alta complexidade na capital.

Em Salvador, o 16º Centro de Saúde do Pau Miúdo recebeu três homens resgatados no naufrágio. Dois realizam exames complementares no postos e outro já foi regulado para o Hospital Geral do Estado (HGE). As emergências da rede municipal estão de prontidão para receber os pacientes que necessitarem de encaminhamento para Salvador.

Pela manhã, a Secretaria informou que estava encontrando grande dificuldade para prestar o atendimento, devido ao número de embarcações, várias delas de pequeno porte. Além disso, a nota enviada à imprensa informou que todas as UPAS estão preparadas para receber às vítimas, além de vagas nas salas vermelhas para atender os casos mais graves.

— O socorro realizado pelas embarcações do Distrito Naval já resgatou 21 pessoas, que estão sendo encaminhadas para atendimento médico por medidas de segurança para verificar a condição de cada um. Elas não estão gravemente feridas, mas precisam dessa triagem médica. Não temos mais informações a respeito do que causou o naufrágio — disse, logo no começo dos trabalhos, o comandante Flávio Almeida.

O naufrágio da lancha “Cavalo Marinho 1”, da empresa “CL” e com capacidade para 162 pessoas, ocorreu por volta das 7h, quando saía de Mar Grande, na Ilha de Itaparica, com destino a Salvador.

A Polícia Militar informou que uma das vítimas foi socorrida e levada de helicóptero para o Hospital do Subúrbio, em Salvador. A aeronave do Grupamento Aéreo (Graer) e a 5ª Companhia Independente da Polícia Militar da Ilha de Vera Cruz auxiliam nas buscas. Outras vítimas estão sendo levadas para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Mar Grande e também para ao Hospital Geral de Itaparica.

Em nota, o presidente Michel Temer lamentou as tragédias no Pará e na Bahia: “A Presidência da República lamenta profundamente a perda trágica de dezenas de vidas em acidentes com embarcações no Pará e na Bahia. O presidente Michel Temer manifesta, neste momento de dor, sua solidariedade às famílias das vítimas e coloca a estrutura do governo federal para ajudar nas buscas e no apoio aos sobreviventes.

As providências para apurar as causas dos acidentes e punir os responsáveis estão sendo tomadas, em todas as três esferas de governo.”, diz a nota.

O governador da Bahia, Rui Costa (PT), afirmou, por meio de nota em sua página ofical no Facebook, lamentar profundamente o acidente, manifestando sua solidariedade aos familiares das vítimas.

“Todas as forças do Governo do Estado estão mobilizadas para dar assistência e prestar socorro às vítimas. Estou acompanhando pessoalmente esta difícil operação desde cedo e todas as providências foram tomadas imediatamente, com o reforço dos nossos efetivos nas áreas da segurança e da saúde pública. Deus está conosco neste momento difícil e confiamos no empenho das equipes de resgate”, registrou o governador.

Por causa do acidente, a prefeitura de Salvador cancelou a coletiva para lançamento do Réveillon de Salvador, que estava marcada para esta quinta-feira. Uma nova data será anunciada em breve, segundo a assessoria.

O prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM-BA), também se manifestou nas redes sociais, ressaltando que “uma equipe de psicólogos e assistentes da Secretaria Municipal de Promoção Social e Combate à Pobreza está no local para prestar atendimento social e psicológico”.

“Neste momento de profunda dor, presto minha solidariedade às vítimas e familiares do acidente em Mar Grande. Todos os órgãos da Prefeitura estão envolvidos para ajudar nessa hora difícil”, disse. “Vamos todos fazer uma corrente de fé”, completou ACM Neto.

Relembre o Caso: Barco naufraga com 129 pessoas na Bahia

Caso no Pará: Embarcação que saiu de Santarém naufraga em Porto de Moz

Fonte: O Globo.
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‘Ele vai pagar’, diz mãe de aluno que bateu em professora

O aluno de 15 anos que agrediu a professora Marcia Friggi em uma escola municipal de Indaial (SC), a 170 quilômetros de Florianópolis, conviveu durante a infância com um histórico de violência familiar. Quando era mais novo, o adolescente tentou impedir o pai de bater na mãe e levou um soco no rosto. Ele ficou dois dias internado devido aos ferimentos.

Quem conta é sua mãe, que trabalha na cidade como diarista – a família não será identificada nesse texto, conforme determina o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Ela e o filho viviam em uma cidade do interior do Mato Grosso. A mulher relata que o pai do adolescente era alcoólatra e a agredia com frequência. Há seis anos, relata, se mudaram para o Sul, buscando viver em paz.

Segundo ela, o rapaz assistiu a uma entrevista da professora à TV e afirmou que está arrependido da agressão, que aconteceu quando ela pediu que mantivesse os livros em cima da mesa. “Ele disse que, quando percebeu, já estava em cima da professora. Falou que não conseguiu se segurar”, diz. “Tenho medo de me culparem. Estou lendo as notícias no celular, uma pessoa disse que meu filho não merecia nem estar vivo. Eu não apoio o que ele fez, não sou mãe sem vergonha. Ele vai pagar por isso, mas não quero que nada de pior aconteça a ele.”

O garoto cumpriu trabalhos comunitários no ano passado por ter agredido um colega de sala. Como o jovem é reincidente, a promotora da Infância e Juventude de Indaial, Patrícia Dagostin Tramontin, disse que pedirá à Justiça a internação de até seis meses num Centro de Atendimento Socioeducativo Provisório (Casep), órgão destinado ao cumprimento de medidas socioeducativas por menores infratores. “Se é o melhor para o meu filho, eu aceito. Vou fazer o quê?”, lamentou a mãe, chorando.

Fonte: MSN.
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Barco naufraga com 129 pessoas na Bahia

Por Estadão  © Foto: Reprodução)-Uma embarcação naufragou na manhã desta quinta-feira, 24, próximo à Ilha de Itaparica, na localidade de Mar Grande, na Bahia. Segundo o comandante Flávio Almeida, do 2º Distrito Naval, 129 pessoas estavam na embarcação. Uma das vítimas foi transportada para o Hospital do Subúrbio, em Salvador. Um helicóptero faz o traslado das vítimas. Já foram resgatados 22 corpos de vítimas fatais.

A Polícia Militar foi acionada e atuou por meio do Grupamento Aéreo (Graer) e da 5ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM/Ilha de Vera Cruz), que  também já prestou socorro a algumas vítimas para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Mar Grande e ao Hospital Geral de Itaparica.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública da Bahia, dois helicópteros da Polícia Militar da Bahia foram enviados ao local, assim como ambulâncias do Corpo de Bombeiros. Além disso, uma equipe de mergulhadores também está à caminho. Ainda de acordo com a secretaria, um chamado sobre o incidente, pelo 190, foi aberto às 6h30 desta manhã.
Tragédia no Pará

As buscas por desaparecidos no naufrágio da embarcação “Capitão Ribeiro”, no Pará, foram retomadas na manhã desta quinta-feira, 24, pelo Corpo de Bombeiros, a Defesa Civil do Estado e a Secretaria de Estado de Segurança Pública. O acidente ocorreu na noite desta terça-feira, 22, no rio Xingu, entre as cidades de Porto de Moz e Senador José Porfírio, no sudoeste paraense.

A embarcação saiu de Santarém e tinha como destino final Vitória do Xingu, ambos no Pará. Dentre as vítimas já identificadas, havia uma criança de um ano, além de adultos entre 18 e 61 anos. Segundo o proprietário da embarcação, 48 pessoas, dentre passageiros e tripulantes, estavam a bordo.

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Noticia Falsa -Jovem que espancou professora dentro de escola é executado com 8 tiros.

Jovem que espancou professora dentro da escola foi executado com 8 tiros?
É verdadeira ou falsa a notícia afirmando que o menor que espancou a professora Márcia Friggi dentro da escola foi executado com 8 tiros?

A notícia (acompanhada de fotos) foi publicada em vários sites e blogs no dia 23 de agosto de 2017 e conta o trágico fim o jovem de 15 anos que teria sido executado com 8 tiros como vingança pela agressão feita contra uma professora!

De acordo com a reportagem, o crime teria acontecido em Santa Catarina e o motivo do crime – segundo a Polícia – teria sido uma vingança já que o menor (aluno) espancou uma professora violentamente.

Ainda segundo o que diz na reportagem, o caso repercutiu no país inteiro e os autores do crime ainda não foram identificados.

Nas fotos que acompanham a matéria podemos ver um rapaz caído no chão, com o corpo todo coberto de sangue e cheio de marcas de balas…

Será que essa história é verdadeira ou falsa?

Aluno que espancou a professora na sala de aula foi morto com 8 tiros! Será verdade? (foto: Reprodução/Facebook)
Verdade ou farsa?

No dia 21 de agosto de 2017, a professora de Língua Portuguesa Márcia Friggi levou um soco na cara dado por um aluno de 15 anos dentro da sala de aula! O caso ocorreu em uma escola municipal em Santa Catarina e, segundo o relato da professora, após ela pedir para que o aluno tirasse um livro do meio das pernas e colocasse em cima da mesa, o rapaz teria se negado e ofendido a professora. Após relatar o ocorrido na direção da escola, o jovem começou a agredir a professora com socos, deixando Márcia ferida no supercílio.

O rapaz foi encaminhado às autoridades, que confirmaram que o agressor já tinha passagens anteriores. No dia 23 de agosto de 2017, o menor deu depoimento na polícia, o que invalida a afirmação de que ele havia morrido nesse dia!

Além disso, diferente do que a “notícia” afirma, o assunto não apareceu em nenhum jornal – local ou nacional. Podemos encontrar essa afirmação apenas em sites e blogs que copiaram um artigo publicado em um blog especializado em disseminar notícias falsas chamado Whats Diário.
A foto usada na fake news

A imagem de um rapaz caído no chão e todo ensanguentado é de um crime ocorrido em setembro de 2013, na cidade pernambucana de Toritama. A vítima se chamava João Elcimário Gomes e tinha 29 anos quando foi assassinado com 5 tiros!
Conclusão

A notícia afirmando que o menor que agrediu a professora Márcia Friggi dentro da sala de aula teria sido executado com 8 tiros é falsa!  

Esta foto foi divulgada hojê nas redes sociais foi de um crime ocorrido em 2013.
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LEIA FALSA NOTICIA

Um jovem de 15 anos foi executado na tarde hoje (23) com mais de 8 tiros.
O crime aconteceu em Santa Catarina.De acordo com a polícia, o motivo do crime pode ter sido uma vingança já que o menor (aluno) espancou uma professora violentamente, o caso repercutiu no país inteiro. Os autores do crime ainda não foram identificados. A polícia segue investigando o caso e nas próximas horas teremos mais informações sobre o caso.
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Relembre o Caso: Professora leva surra de aluno de 15 anos após expulsá-lo da sala

Fonte: http://www.whatsdiario.com/
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Operação do Ibama na Amazônia luta contra o desmatamento; veja imagens

As colunas de fumaça sobre Apuí, no sul do Amazonas, podem ser vistas a alguns quilômetros de distância, em meio ao verde fechado da floresta amazônica, em um sinal de que as queimadas e o desmatamento voltaram a dominar a região.
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Os sinais da devastação feita pelo fogo estão por toda a cidade, dos caminhões levando toras de madeira nobre pelas estradas ao fogo que contamina o ar na cidade, irrita olhos e narizes.

A pequena cidade de 21 mil habitantes está no centro do recrudescimento das queimadas e do desmatamento na região amazônica. O boletim de focos de queimadas preparado pela Secretaria de Meio Ambiente do Estado do Amazonas coloca Apuí em primeiro lugar na primeira semana de agosto. As vizinhas Manicoré, Novo Aripuanã e Humaitá estão entre os 10 primeiros.

A região é a base da operação Onda Verde, que desde o dia 22 de julho –e durante um mês– levou agentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e agentes da Polícia Militar Ambiental do Amazonas a buscar e destruir acampamentos, multar desmatadores, recolher equipamentos.

Alguns dias depois dos agentes deixarem Apuí, os desmatadores voltaram a atuar. “É quase como enxugar gelo. Alguns se assustam, não voltam. Mas são os laranjas. Os grandes nem estão aqui”, disse à Reuters uma funcionária da fiscalização que preferiu o anonimato por temer ameaças.

Perto da divisa com Rondônia, a região sul do Amazonas – Estado que, de acordo com a ONG WWF, era um dos menos afetados pelo desmatamento– tem sofrido os efeitos da abertura da Rodovia Transamazônica e do avanço do arco do desmatamento em busca de novas terras para pastagem.

“Essa região do sul do Amazonas não estava inserida da área de alto controle. Faz uns 120 dias que observamos um pico muito alto no desmatamento”, disse à Reuters o agente do Ibama Jaime Pereira da Costa, coordenador da operação.

Fugindo da fiscalização, madeireiros têm vindo de Mato Grosso e Rondônia para desmatar na área. “O madeireiro migra, fugindo da fiscalização. É o primeiro a chegar. Primeiro vem a especulação madeireira, depois vem a pecuária e depois a soja e outras plantações. Aí fica difícil de segurar”, disse.

As queimadas que podem ser vistas em toda parte são a segunda etapa de uma economia predadora que começa com a retirada e venda de madeira de lei. Sem ter mais o que tirar, os madeireiros tocam fogo na mata e vendem a terra ilegalmente para pastagem.

A abertura de novas frentes de desmatamento já aparece nos dados do governo. Depois de chegar a seu índice mais baixo em 2012, com 4.571 quilômetros quadrados, o desmatamento na Amazônia Legal voltou a subir já no ano seguinte. De acordo com dados do Prodes, o sistema de monitoramento por satélite, as áreas desmatadas subiram 29 por cento entre 2015 e 2016, chegando a 7.989 quilômetros quadrados.

Os dados do último relatório do Deter –outro sistema de monitoramento por satélite, menos preciso, mas que revela pontos de atenção mês a mês– apontou que, em junho, 1.045 quilômetros quadrados da Amazônia estavam sob alertas para degradação da área florestal.

O ministro do Meio Ambiente, José Sarney Filho, afirma que registros do ministério indicam que o desmatamento voltou a cair. Os dados do Prodes 2016/2017 só devem sair em novembro, mas os números preliminares indicariam uma reversão da tendência.

“São dados preliminares, mas tudo indica que a curva está caindo. Estamos otimistas”, afirmou. O ministro garante que o governo voltou a investir pesadamente em operações, como a Onda Verde.

Fonte: Folha.UOL.
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Idosos que nunca contribuíram ao INSS podem receber benefício

As pessoas precisam ficar atentas aos diversos requisitos para conseguir o auxílio.

Idosos a partir dos 65 anos e deficientes físicos ou intelectuais de qualquer idade podem receber do INSS um salário mínimo mensal, atualmente em R$ 937, sem nunca ter contribuído para a Previdência Social.É o Benefício da Prestação Continuada da Lei Orgânica da Assistência Social (BPC/Loas), que está garantido a quem tem baixa renda. Pode ser buscado diretamente em uma agência do INSS. Mas é preciso ficar atento aos diversos requisitos para conseguir o auxílio.

Além do critério da idade (mais de 65 anos), há a condição de ter renda familiar inferior a um quarto do salário mínimo vigente por pessoa, ou seja, R$ 234,25. O idoso também não pode receber qualquer outro benefício da Seguridade Social ou de outro regime, inclusive o seguro-desemprego.

Já para o deficiente obter esse auxílio, é preciso estar impossibilitado de participar de forma ativa na sociedade e em igualdade de condições com as demais pessoas. Nesses casos, os beneficiários passam por perícia. É um benefício assistencial, por isso, não é necessário que o idoso ou deficiente tenha contribuído ao INSS. Sua função é dar renda mensal a quem não tem condições de trabalhar, no caso de deficientes e, no caso dos idosos, complementar uma renda familiar. É um auxílio de caráter alimentar, porém, muitas vezes, deixa de ser concedido porque as pessoas não sabem que têm direito.

Fonte: ORMnews.
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Professora leva surra de aluno de 15 anos após expulsá-lo da sala

Uma professora denunciou seu aluno após ter sido agredida por ele dentro da diretoria da escola. Marcia Friggi, que dá aulas no Centro de Educação de Jovens e Adultos em Idaial (SC), conta que o garoto de 15 anos ficou irritado quando ela pediu para ele colocar o livro sobre a mesa.

O aluno estaria com o livro apoiado na perna quando a docente fez a intervenção. Ele teria respondido com palavrões, e a professora o encaminhou para a diretoria, onde a discussão continuou. O jovem a acusou de mentir, mas ela afirmou que toda a classe tinha testemunhado o diálogo.

No local, a professora ainda estava falando quando ele começou a agredi-la. O último soco foi tão forte que a fez bater contra a parede, segundo o relato de Marcia. No texto que foi para as redes sociais, ela disse “estar dilacerada”, não apenas fisicamente, psicologicamente também. Afirmou ainda que se sentiu desamparada, e que sofre pela condição de trabalho dos professores nas escolas brasileiras.
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Leia o relato completo:

DILACERADA
Estou dilacerada. Aconteceu assim:
Ele estava com o livro sobre as pernas e eu pedi:
– Coloque seu livro sobre a mesa, por favor.
– Eu coloco o livro onde eu bem quiser.
– As coisas não são assim.
– Ahhh, vai se foder.
– Retire-se por favor.
Ele levantou para sair, mas no caminho jogou o livro na minha cabeça. Não me feriu, mas poderia. Na direção eu contei o que tinha acontecido. Ele retrucou que menti e eu tentei dizer:
– Como, menti? A sala toda viu… Não deu tempo para mais nada. Ele, um menino forte de 15 anos, começou a me agredir. Foi muito rápido, não tive tempo ou possibilidade de defesa. O último soco me jogou na parede.
Estou dilacerada por ter sido agredida fisicamente. Estou dilacera por saber que não sou a única, talvez não seja a última. Estou dilacera por já ter sofrido agressão verbal, por ver meus colegas sofrerem. Estou dilacera porque dilacera porque me sinto em desamparo, como estão desamparados todos os professores brasileiros. Estamos, há anos l, sendo colocados em condição de desamparo pelos governos. A sociedade nos desamparou. A vida…
Lembrei dos professores do Paraná que foram massacrados pela polícia, não teve como não lembrar.
Estou dilacerada pelos meus bons alunos, que são muitos e não merecem nossa ausência.
Estou dilacerada, mas eu me recupero e vou dedicar a minha vida para que NENHUM PROFESSOR BRASILEIRA passe por isso
NUNCA MAIS. (Não sei se cometi erro ao escrever, perdoem. )

Fonte: DOL Com informações de Gazeta do Povo.
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Desmatamento na Amazônia Legal cai 21% e interrompe crescimento após 5 anos, aponta Imazon

Segundo monitoramento de instituto, desmatamento acumulado na região nos últimos 12 meses, no entanto, equivale a quatro vezes a área da cidade de Salvador – índice só é menor que o dos últimos dois anos. Áreas protegidas concentram 20% do total desmatado.

O desmatamento na Amazônia Legal caiu 21% em um ano, interrompendo uma curva de crescimento após cinco anos. É o que mostram os dados do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), divulgados nesta terça-feira (22) com exclusividade pelo G1.

Entre agosto de 2016 e julho de 2017, período chamado de calendário de desmatamento e utilizado como parâmetro de medição por conta das condições climáticas locais, o desmatamento acumulado na área foi de 2.834 km² – isso equivale, no entanto, a quatro cidades de Salvador em área destruída. Trata-se de um índice menor apenas que o do ano passado (3.580 km²) e retrasado (3.323 km²) na série histórica.

Todos os estados da Amazônia Legal apresentaram queda no total das áreas desmatadas. A maior baixa foi encontrada no Tocantins, onde o desmatamento diminuiu 54%.
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Mato Grosso e Pará, os “campeões” históricos de desmatamento, também apresentaram quedas, mas seguem com taxas elevadas de áreas destruídas.

No caso de Mato Grosso, a diferença entre os dois anos foi de 15% – passou de 949,3 km² desmatados para 809,6 km². Proporcionalmente, porém, o desmatamento do estado, levando em conta seus vizinhos da região, cresceu. Entre agosto de 2015 e julho de 2016, Mato Grosso foi responsável por 26,5% do desmatamento total da Amazônia Legal. Nos 12 meses seguintes, o percentual subiu para 28,6%.

Já o Pará teve queda tanto no número absoluto de quilômetros quadrados desmatados (31% de queda) quanto na proporção total (passou de 28,8% para 25,2%). Como o estado apresenta números elevados de desmatamento (1.030,3 km² em 2015/2016 e 713,8 km² em 2016/2017), a sua queda é a mais representativa, segundo o Imazon.
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“Pará e Mato Grosso sempre foram dois estados que ‘competiam’ para ver quem desmatava mais. São os estados que têm mais atividades que exercem pressão na floresta. Mato Grosso tem histórico de cultivo de grãos e pastagem, e, no Pará, há as obras de infraestrutura, de hidrelétrica, de rodovias”, afirma Antônio Victor, pesquisador do Imazon e um dos coordenadores do Boletim do Desmatamento.

“Como o Pará é um dos estados que historicamente mais desmatam, a sua queda puxou a redução nacional.”

Segundo o pesquisador, como os dados do calendário do desmatamento 2016/2017 foram fechados nesta semana, o instituto ainda não conseguiu fazer um trabalho de análise e em campo para identificar o que motivou as quedas nos estados e na Amazônia Legal como um todo. Por isso, trabalha apenas com as bases estatísticas para indicar as tendências de desmatamento na região.

O monitoramento do Imazon é feito paralelamente ao oficial, que é o do sistema Prodes (Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal), do Inpe. Os dados oficiais de 2016/2017 ainda não foram divulgados.

As metodologias são distintas (os satélites utilizados para a medição diferem) e os números dos sistemas, por serem gerados com métodos diferentes, não podem ser comparados entre si.

O Imazon utiliza imagens do sensor Modis, que identifica desmatamentos com mais de 10 hectares de tamanho (já considerados grandes desmatamentos). A vantagem, segundo o pesquisador do instituto, é que o sensor consegue contornar bem a cobertura de nuvens, já que disponibiliza imagens diariamente. Já o Prodes utiliza imagens de vários satélites e identifica desmatamentos menores, mas disponibiliza imagens com menos regularidade, o que dificulta a execução de boletins mensais.

Áreas protegidas

Apesar das quedas, o instituto faz um alerta por conta dos altos níveis de desmatamento em áreas protegidas da floresta, algo que já aconteceu no ano anterior, mas se consolidou em 2017. Mais de 20% de todo o desmatamento na Amazônia Legal dos últimos 12 meses foram registrados em áreas de conservação ou terras indígenas. Elas apenas “perdem” para o desmatamento registrado em terras privadas. Em seguida, estão áreas desmatadas em assentamentos.

“Existe no país todo um debate para reduzir áreas protegidas. Está acontecendo uma pressão para que isso ocorra, e essa pressão acontece por meio do desmatamento”, diz Antônio Victor.

Em junho deste ano, o presidente Michel Temer vetou duas medidas provisórias que reduziam áreas protegidas na Amazônia. A Floresta Nacional do Jamanxim, no sudoeste do Pará, seria a mais atingida. Os projetos que saíram do Congresso reduziriam em mais de um terço o tamanho da reserva, de 1,3 milhão de hectares. Em julho, porém, o governo federal mandou para a Câmara dos Deputados um projeto de lei sobre o mesmo tema em regime de urgência. Segundo os ambientalistas, o novo projeto é pior ainda.

Segundo o pesquisador do Imazon, é possível ver a pressão pela diminuição de áreas protegidas de forma gráfica. “Em julho, os pontos de desmatamento se concentraram em uma área mais ao sul da floresta, entre Amazonas e Rondônia, em um cinturão de conservação. Dá para ver que existe uma pressão para esse desmatamento se deslocar e subir para áreas de floresta mais para cima.”

O pesquisador também chama a atenção para os dados isolados de julho, quando 544 km² de desmatamento foram detectados. Isso representa uma alta de 1% em relação a julho de 2016, quando o desmatamento somou 539 km².

No mês, a maior parte do desmatamento ocorreu em áreas privadas (61%). O restante foi registrado em unidades de conservação (22%), assentamentos de reforma agrária (15%) e terras indígenas (2%).

“A maior parte do desmatamento ocorre entre julho e setembro por conta da redução das chuvas, então é a partir de agora que começa a ter mais destruição. A área desmatada de julho deste ano foi basicamente a mesma da de julho do ano passado, então fica aí um alerta para os próximos meses”, diz Antônio Victor.

Fonte: G1 PA.
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