Jovem que agrediu professora em SC não foi morto a tiros
Blog especializado em inventar notícias falsas para o WhatsApp publicou que adolescente foi executado com oito tiros
Assim como a maioria das notícias de grande repercussão, o caso da agressão de um aluno de 15 anos a uma professora dentro de uma escola municipal no interior de Santa Catarina, na última segunda-feira, é tema para boatos espalhados no WhatsApp e em redes sociais.
Circula nos últimos dois dias a notícia falsa de que o adolescente que agrediu a professora Márcia de Lourdes Friggi teria sido executado com oito tiros, em um possível “crime de vingança”. A lorota foi publicada originalmente no blog Whats Diário, que reúne um acervo de notícias falsas, e replicada em outros sites, como A voz das cidades e Reclame Boca.
Veja abaixo o boato:
Um jovem de 15 anos foi executado na tarde hoje (23) com mais de 8 tiros. O crime aconteceu em Santa Catarina. De acordo com a polícia, o motivo do crime pode ter sido uma vingança já que o menor (aluno) espancou uma professora violentamente, o caso repercutiu no país inteiro. Os autores do crime ainda não foram identificados. A polícia segue investigando o caso e nas próximas horas teremos mais informações sobre o caso.
À parte uma vírgula mal colocada e outra ausente, este é um caso raro de boato propagado na internet em que não abundam erros de pontuação e grafia, como o Me engana que eu posto frequentemente alerta. A informação, nem por isso, deixa de ser a mais pura ficção.
A foto do corpo ensanguentado na notícia, ao lado da do rosto ferido de Márcia Friggi, não é do adolescente que a agrediu no Centro de Educação de Jovens e Adultos (CEJA), um supletivo local que funciona dentro de um galpão junto com outras três unidades de ensino na cidade de Indaial (SC). O jovem não foi morto, nem agredido por justiceiros.
A imagem mostra o corpo do alagoano João Elcimário Gomes, assassinado com cinco tiros aos 29 anos, em setembro de 2013. O crime aconteceu dentro da casa de Gomes, em Toritama (PE), cidade a cerca de 170 quilômetros de Recife.
A outra foto publicada pelo Whats Diário para dar ares de verdade à lorota, do suposto investigador responsável pela apuração do assassinato, é do delegado Francisco Costa, conhecido como Barrêtta, da Polícia Civil do Piauí. A imagem foi retirada de uma reportagem publicada no portal G1 no dia 31 de julho, que tratava do assassinato de dois jovens em Teresina (veja abaixo).
Outro indício de que a notícia publicada pelo Whats Diário é falsa é a ausência dessa informação em grandes veículos de imprensa, que têm coberto o caso da agressão à professora em Indaial desde o princípio.
Fonte: VEJA. “Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.” Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br
Imprensa mundial usa tom crítico sobre ação de Temer na Amazônia
Publicações como ‘The Guardian’, ‘The New York Times’ e ‘Le Monde’ repercutem críticas de Gisele Bündchen e ambientalistas ao aval para mineração na região
O decreto em que o presidente Michel Temer (PMDB) extinguiu a Reserva Nacional do Cobre e seus Associados (Renca) foi amplamente veiculado por jornais estrangeiros. As publicações destacaram as críticas feitas pela modelo Gisele Bündchen e por ambientalistas. Também chamaram a atenção para a extensão de 47 mil metros quadrados da área, localizada na região amazônica, entre os estados do Pará e do Amapá, que Temer liberou para a mineração.
O jornal britânico The Guardian afirmou que o Brasil aboliu “uma grande reserva amazônica no ‘maior ataque’ em 50 anos”. A definição foi dada pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), entrevistado pelo veículo. Segundo o Guardian, críticos alertaram para danos irreversíveis na região. Já o espanhol El País diz que a medida abre caminho para permitir latifúndios e o corte de árvores e lembra que o desmatamento aumentou nos últimos anos. Já o americano The Washington Post diz que a medida de Temer foi recebida sob várias críticas.
‘The Guardian’ (Reino Unido): Brasil extingue enorme reserva na Amazônia no maior ataque em 50 anos (Guardian/Reprodução)
‘El País’ (Espanha): Brasil abre a porta para novos planos de desmatar a Amazônia (Reprodução/Reprodução)
The Washington Post’ (EUA): Decreto abre Amazônia brasileira para mineração sob críticas (Reprodução/Reprodução)
O português Público disse que “Temer deixa ir as árvores em troca do ouro”. Posicionamento crítico também adotou o francês Le Monde, afirmando que “dez milhões de hectares da Floresta Amazônica estão abertos à exploração mineral”. A rede CNBC, dos Estados Unidos, destacou que o Brasil abriu uma área “duas vezes maior do que Nova Jersey” para a mineração.
A britânica BBC apontou que a reserva extinta por Temer era maior do que a Dinamarca. O alemão Deutsche Welle citou que a área tem extensão superior à da Noruega. O americano The New York Times destacou as respostas do governo à modelo Gisele Bündchen e afirmou que o território holandês caberia dentro da reserva.
O americano Bloomberg disse que o governo não anunciou como planeja vender os direitos das terras para empresas que estão interessadas em explorar os minerais. A CNN Money ressaltou que o governo quer encorajar o crescimento econômico a partir da liberação de 10% de todas as áreas protegidas de floresta para a mineração. “A verdadeira escala da mineração no país não é conhecida, porque operações ilegais e pequenas são difíceis de rastrear”, pontuou o veículo. O árabe Al-Jazeera também foca o lado econômico da medida e ressalta que o governo prometeu que as leis ambientais serão cumpridas.
Fonte: VEJA. “Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.” Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br
Quando ensinar dói
Um rosto ensanguentado escancarou a violência nas escolas, mal que se alastra com a escalada do crime e envergonha o Brasil no ranking mundial
Com o olho direito inchado e o sangue de um corte no supercílio escorrendo pelo rosto, a professora de português e literatura Marcia Friggi, de 51 anos, estremeceu na semana passada as redes sociais e, a partir delas, o país. Marcia, que dá aula para adolescentes e adultos em um supletivo em Indaial, no leste de Santa Catarina, levara um soco na cara de um aluno de 15 anos. Ela ia começar a falar de gramática e resolveu checar se alguém se distraía com o celular. Ele tinha um livro no colo. Ela, desconfiada, mandou que o pusesse sobre a carteira. Ele respondeu com um palavrão. Ela lhe ordenou que saísse da sala. Ele a atacou primeiro com o livro, depois com os punhos, na sala da direção. “O último soco me jogou na parede”, postou a professora junto com a foto. Era o primeiro dia de aula e o primeiro dia do aluno naquela escola, onde Marcia leciona há quatro anos — um dos dois empregos nos quais a mestra pós-graduada ganha 4.100 reais por mês.
Fonte: VEJA.com “Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.” Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br
Bombeiros retomam buscas de vítimas de naufrágio na Bahia
Embarcação, com capacidade para 162 passageiros, levava um total de 124 pessoas
Corpo de Bombeiros, polícia militar, civil, federal e a Marinha retomam na manhã desta sexta-feira (25) as buscas por possíveis novas vítimas do naufrágio da lancha Cavalo Marinho I, que tombou na manhã de quinta-feira (24) na baía de Todos-os-Santos deixando 18 mortos.
A embarcação, com capacidade para 162 passageiros, levava um total de 124 pessoas, entre elas quatro tripulantes e quatro policiais militares. Até esta noite, 91 pessoas foram resgatadas com vida e encaminhadas a unidades de saúde da região.
O acidente aconteceu por volta das 6h30. Chovia muito, o mar estava agitado e a lancha iniciava uma travessia estimada em cerca de 40 minutos entre o município de Vera Cruz, na ilha de Itaparica, até Salvador.
As autoridades não divulgaram o número de quantas pessoas ainda estariam desaparecidas.
No final da tarde de quinta-feira (24), horário em que a maré encheu, uma nova rodada de buscas havia sido realizada pelos Bombeiros, mas nenhum novo corpo foi identificado. A prefeitura chegou a anunciar duas novas vítimas, mas voltou atrás e corrigiu a informação.
Os bombeiros chegaram a usar lanchas emprestadas por moradores de Salvador e da Ilha de Itaparica que são donos de embarcações.
Os corpos de 15 das 18 vítimas do naufrágio da lancha que afundou na baía de Todos-os-Santos foram identificados pela Polícia Técnica da Bahia até o final da noite desta quinta (24).
Entre as vítimas estavam dez mulheres, três homens e dois bebês – Darlan dos Santos Queiroz Julião, 2 anos, e Davi Gabriel Martim, de seis meses.
Cinco vítimas foram levadas para o IML de Salvador e outras dez foram encaminhadas para Santo Antônio de Jesus, cidade a 90 km de Vera Cruz.
Entre as vítimas levadas para Santo Antônio de Jesus estão Darlan Queiroz Reis Julião, Dulciana dos Santos Queiroz e Dulcelina Machado dos Santos. Neto, mãe e avó foram reconhecidos por familiares. Os corpos foram liberados e serão enterrados nesta sexta (25) no Cemitério Municipal de Mar Grande, em Vera Cruz.
Fonte: Notícias ao Minuto. “Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.” Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br
O INSS on line para um país de descamisados
Em 2001, o então Secretário Executivo do Ministério da Previdência anunciou aos quatro ventos: “Vem aí a aposentadoria on line” a partir de 2001. Escrevi um artigo “Aposentadoria via internet e a via da sonegação”, colocando o pé atrás. Era ousadia demais. A proposta não vingou. O senhor dos Exércitos não gostou do meu artigo, mas paciência.
Seu sucessor propôs povoar o país com quiosques de Previdência, com a nova marca. Acreditava que a marca e os quiosques resolveriam os problemas da Previdência. Não foi levado a sério.
Mais tarde, em 2003, foi proposta a extinção do INSS e que os benefícios previdenciários fossem concedidos pelos Correios. Nessa época, o INSS tinha 35 mil servidores, 6 mil estagiários e 4 mil terceirizados, 20 milhões de beneficiários 23 milhões de contribuintes. Foi mais radical, mas a proposta não vingou. Mesmo porque os Correios surgiram para outras finalidades.
Outro ministro começou a instalar INSS em cidades com mais de 20 mil habitantes, considerando que o Brasil não é Suíça nem Portugal. É um pais continental. Muitos levavam 10 dias de canoa para chegar a uma unidade do INSS na região Norte. O Prevbarco ia ao encontro deles. Outros vãos de ônibus ou “paus de arara” ao encontro de um posto. O importante era levar o INSS ao segurado!
No governo Dilma, o ministro da Previdência Social propôs a Previdência digital, empolgado com as transformações digitais que assolaram o planeta e colocando o INSS na vanguarda mundial do conhecimento científico e tecnológico. O Orkut acabou, o Face surgiu, o WhatsApp ainda não invadira a terra e a proposta não vingou.
O presidente do INSS, subordinado a um ministro virtual, atuante na omissão e omisso na atuação, vem de espalhar nas redes sociais que o Brasil vai ter um INSS on line. Encomendou um “package” de TI que poderá levar o INSS a dispensar seus 31 mil servidores, com automação e robotização: um INSS sem cérebro e sem alma! Tudo estará resolvido por terminais instalados em estações de metrô, aeroportos e ônibus, shoppings, magazines, supermercados.
Isto com o INSS sendo a maior seguradora social da América Latina, a 2ª. Receita do Brasil, apesar da Receita Federal, com 80% de sua receita de fonte, sem intervenção da Receita, o maior instrumento de redistribuição de renda do Brasil, que transfere mais renda para os 75% dos 5.600 municípios do que o Fundo de Participação dos Municípios, com 33,5 milhões de beneficiários, 65 milhões de contribuintes, uma rede de 1.500 unidades de atendimento e 50 milhões de teleatendimento/ano.
Os gestores, em trânsito, pelo INSS, pensam que estão descobrindo a roda. Não sabem que a Dataprev junto com o Banco do Brasil, Serpro e o IBGE, são pioneiros e vanguarda em Tecnologia da Informação-TI no Brasil. Desde 1974 que o INSS inova com a Dataprev em programas nas áreas de benefícios, arrecadação, assistência social. Foram inúmeras as conquistas já estendidas aos segurados e beneficiários: Vejam no agendamento, nos pagamentos, cessação automática de benefícios, no reconhecimento de direitos, na carta aos que vão se aposentar.
Tais gestores acham que o Brasil é como Alemanha e EUA, acreditam piamente que os brasileiros são todos alfabetizados e todos dominam a informática e computadores, por causa da loteria esportiva, dos jogos, das redes sociais. Sonham com robôs concedendo benefícios através de uma servidora digital e virtual…
Estes gênios superiores de nossa raça ignoram os efeitos da cibernética no processo produtivo. Tudo porque os bancos soltam foguetes depois que desempregaram milhões de trabalhadores com a automação bancária. Cretinamente proclamam que se libertaram dos grevistas… outros segmentos estão desempregando, até no setor rural começaram a chegar tratores guiados por controles remotos. Os cartões de credito e de debito mudaram o mercado, o dinheiro vivo foi substituído pelo chip, os taxistas morreram com a Uber, os jornais com a internet, as televisões com o YouTube e o Netflix, os classificados com a OLX, as bancas de jornais hoje vendem sorvetes, gás água, jogo do bicho e brevemente carvão. Já chegarão os carros sem motoristas e as pizzas em drones.
No caso da Previdência, não será fácil substituir o papel, o processo físico, o espaço, a perícia, a comprovação e a certificação de dados, uma legislação complexa e sofisticada com 400 mil leis, decretos, portarias, instruções normativas, sobre benefícios, que inibem, mas não impedem e não acabam com fraudes e irregularidades. O INSS chegou a ter 800 km de arquivos…. Muita modernização foi efetivada. Há muitos passos a vencer e não serão vencidos com a dispensa em massa de servidores e a realização de concursos para robôs e controles remotos e drones. Os “cérebros eletrônicos com” botões de ferro e seus olhos de vidro” não substituirão o servidor, como a maquina não substituirá o homem.
Levará tempo para que o INSS não tenha um servidor. O INSS não será digital de forma unilateral. O INSS será digital quando o país for digital e isto não está nos nossos radares. O Estado brasileiro ainda não é digital.
Muito do que está ruim na Previdência é consequência de um fato que ninguém menciona. A Cultura Previdenciária construída em 94 anos – com base no Direito Administrativo (gestão), do Direito Previdenciário (Procuradoria) e Direito Financeiro Previdenciário (Arrecadação) foi destroçada com ida dos Procuradores para a AGU e dos Auditores Fiscais para a Receita Federal. Dos 31 mil servidores técnicos e analistas, pelo menos 10 mil estão para se aposentar e não a tem a quem transferir o conhecimento e a cultura previdenciária. Daí os “insights” dos arrivistas e dos que não tem compromisso com a Previdência.
(*) Paulo César Regis De Souza é vice-presidente executivo da Associação Nacional dos Servidores Públicos da Previdência e da Seguridade Social-Anasps.
Fonte: Imprensa ANASPS. “Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.” Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br
Jovem que matou ex e cunhado alega legítima defesa: ‘Muito ciumenta’
O suspeito diz que a namorada teria pego uma faca de cozinha
Assassino confesso da ex-namorada e do irmão dela, Matheus Fernandes da Silva, de 22 anos, alegou legítima defesa à Polícia Civil. O crime ocorreu no domingo (20).
Segundo informações do G1, o jovem foi preso em Guarujá, no litoral de São Paulo, depois de ter se apresentado voluntariamente, na quinta-feira (24), à delegacia.
De acordo com familiares das vítimas, os irmãos Nathália Aparecida dos Santos Silva, de 20 anos, e Matheus Santos Silva, de 14, foram encontrados esfaqueados dentro de casa. Testemunhas informaram que viram o suspeito, com um corte na mão, fugindo do local do crime.
À polícia, Matheus afirmou que tinha um relacionamento com Nathália há cerca de um ano, mas sempre com idas e vindas. Ele contou que a jovem era “muito ciumenta” e que “sempre lhe batia”.
Após dormir na casa da jovem, Matheus disse que, pela manhã, contou à namorada que iria para a casa da mãe e, ao final daquele domingo, ainda visitaria a tia de um amigo em São Vicente. Ele também teria revelado que haveria uma festa no local.
Contudo, de acordo com o suspeito, Nathália não teria aceito que ele fosse ao evento. “Já vai encontrar a outra”, teria dito a jovem. “É isso mesmo, chifre trocado não dói”, respondeu o rapaz, ao referir-se a uma suposta traição da jovem, que em seguida teria pego uma faca de cozinha.
No depoimento, o jovem, então, contou que Nathália tentou atacá-lo e o feriu em uma das mãos. Em seguida, após a faca cair no chão, ele pegou o objeto cortante. Pelo relato, o rapaz atingiu a ex-namorada, sem saber onde, no momento em que ela tentava desarmá-lo.
Nesse momento, o irmão da jovem, que também se chamava Matheus, saiu do quarto e avançou no cunhado, “dizendo que iria lhe matar”. Após uma briga corporal, o suspeito atingiu o adolescente com a faca, que também acabou morrendo no local.
O delegado informou que, apesar de não haver flagrante, Matheus acabou preso por força da prisão temporária decretada pela Justiça. O caso foi encaminhado para o 1º DP da cidade, em Vicente de Carvalho.
Fonte: Notícias ao Minuto. “Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.” Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br
O corte de luz por falta de pagamento é proibido em todo território nacional!
O consumidor que não pagou uma conta de luz há mais de 90 dias não pode mais ter a eletricidade cortada – desde que as faturas posteriores à conta atrasada estejam quitadas. Essa é a nova determinação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para proteger o fiel pagador que, eventualmente, esqueceu de pagar uma fatura – que é antiga demais ou pode não ter sido enviada pela concessionária.
A regra está prevista na Resolução 414/2010 (que foi publicada no último dia 15 de março, editada para evitar confusões. Isso porque, às vezes, um morador tinha a luz cortada por causa do atraso no pagamento de um boleto em atraso há anos – em muitos casos quem deixou de pagar nem é mais o morador do imóvel.
“Não se pode penalizar o consumidor que por acaso esqueceu ou falhou no pagamento – e a concessionária teve 90 dias para lembrá-lo e não o fez. A distribuidora não pode cortar com base numa conta que ficou esquecida lá atrás, sendo que o consumidor fez os pagamentos posteriores. É para evitar esse tipo de situação”, diz Romeu Donizete Rufino, diretor da Aneel.
A mesma norma ainda prevê que a suspensão de fornecimento por falta de pagamento da conta de energia só poderá ser feita em dias úteis da semana e durante o horário comercial (8h às 18h), e não mais a qualquer momento como era possível antes. Isso porque, segundo Rufino, não é o corte que interessa ao consumidor e à concessionária, mas sim um serviço de boa qualidade e o pagamento em dia da fatura.
“Se houver um corte de energia no final do dia da sexta-feira, por exemplo, o consumidor poderia eventualmente pagar, quitar e só teria a energia de volta na segunda-feira. O propósito não é esse, não é deixá-lo sem energia. Essa medida vem para protegê-lo e não deixá-lo sem o serviço essencial no final de semana”, completa Rufino.
Fonte: sosvagas. “Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.” Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br
Produtor colhe cará gigante de quase 2 metros e 27 kg em MT
Raiz possui o mesmo tamanho do produtor Antônio Francisco da Silva. Técnico explicou que normalmente a raiz possui apenas 30 centímetros.
O produtor rural Antônio Francisco da Silva, de 56 anos, possui uma plantação de cará e inhame há nove anos em sua propriedade na zona rural de Tangará da Serra, a 242 km de Cuiabá. Mas, na última segunda-feira (21), teve uma surpresa. Colheu um cará gigante, de 1,70 metro e 27 kg. Ele contou que, normalmente, vende a produção, mas que, nesse caso, vai dividir com os vizinhos.
“Eu acho bonito e fico muito feliz. Poderia vendê-lo e ganhar dinheiro, mas esse eu vou distribuir para os vizinhos”, contou Antônio.
O técnico agrícola Alan Maran explicou que não é comum essas raízes plantadas crescerem tanto. “O tamanho normal de um cará é de aproximadamente 30 centímetros”, afirmou.
Essa é a segunda vez que o produtor colhe um cará com tamanho fora do comum em sua plantação. Há alguns anos foi surpreendido com uma raiz de 2 metros de comprimento. Fonte: G1 MT. “Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.” Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br
A polêmica decisão de Temer de abrir uma área gigante da Amazônia à mineração
Governo diz que medida vai revitalizar mineração brasileira e cumprirá regras de preservação, mas especialistas apontam impactos preocupantes; espaço, do tamanho da Dinamarca, havia sido protegido na década de 1980.
Em meados de 1980, uma região da floresta amazônica entre o Pará e Amapá comparada à Serra dos Carajás por seu potencial mineral despertava o interesse de investidores brasileiros e estrangeiros.
Para salvaguardar sua exploração, o então governo militar decretou em 1984 que grupos privados estavam proibidos de explorar a Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca), uma área de quase 47 mil km quadrados – maior que o território da Dinamarca. A ideia era que a administração federal pesquisasse e explorasse suas jazidas.
Nos anos seguintes, no entanto, o projeto avançou pouco, e a riqueza natural da área levou à criação de nove zonas de proteção dentro da Renca, entre elas reservas indígenas. A possibilidade de mineração foi, então, banida.
‘Sinto saudade de ser criança’: em uma década, gravidez de meninas de 10 a 14 anos não diminui no Brasil
Por que a China aposta na língua portuguesa
Mais de três décadas depois do decreto, nesta quarta-feira, o governo federal reabriu a área para a exploração mineral, numa iniciativa que gera expectativa de empresas e preocupação de pesquisadores e ambientalistas.
Assinado pelo presidente Michel Temer, o decreto nº 9.142 extingue a Renca e libera a região para a exploração privada de minérios como ouro, manganês, cobre, ferro e outros.
Em meio à crise econômica, o Ministério de Minas e Energia argumenta que a medida vai revitalizar a mineração brasileira, que representa 4% do PIB e produziu o equivalente a US$ 25 bilhões (R$ 78 bilhões) em 2016, mas que vinha sofrendo com a redução das taxas de crescimento global e com as mudanças na matriz de consumo, voltadas hoje para a China.
Críticas
O ministério garante que o decreto cumprirá legislações específicas sobre a preservação da área. Ou seja, áreas de proteção integral (onde não é permitida a habitação humana) e terras indígenas serão mantidas.
No entanto, a iniciativa foi bombardeada por especialistas brasileiros e estrangeiros, que acreditam que os prejuízos da mineração serão sentidos amplamente.
mapa Foto: BBCBrasil.com
“Não poderia ter uma notícia pior”, resumiu à BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, Antonio Donato Nobre, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe, que monitora o desmatamento da Amazônia) e do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).
Segundo o pesquisador, haverá impacto nas correntes marítimas que transportam umidade à região amazônica e que uma seca pode ser sentida até nos vizinhos do continente.
“Isso vai afetar toda a bacia amazônica e o continente sul-americano. É o mesmo que pegar uma pessoa pelo pescoço”, afirma Nobre.
‘Perdi 3 carros de luxo para o crack’: as histórias de usuários das classes média e alta
A Amazônia brasileira chegou a ter recorde de 80% na queda do desmatamento entre 2004 e 2012, segundo dados do Ministério do Meio Ambiente. Mas voltou a crescer nos últimos cinco anos – embora uma tendência comece a indicar novamente uma redução. Além disso, 2015 e 2016 foram anos recordes de queimadas na região, segundo dados do Inpe.
Áreas de proteção são essenciais para conter o desmatamento, ressalta Erika Berenguer, pesquisadora-sênior do Instituto de Mudança Ambiental da Universidade de Oxford.
“O maior impacto não será na área de mineração, mas indireto. Haverá um influxo de pessoas que levará a mais desmatamento, mais retirada de madeira e mais incêndios”, explica. “É uma visão muito simplista do governo de dizer que só uma área será afetada.”
“Fora que a mineração é altamente poluidora e tem poucos benefícios para a população local, vide a situação socioeconômica de Carajás”, acrescenta Berenguer.
Jazidas de Carajás
A Serra dos Carajás, no sudoeste do Pará, é vizinha da Renca e abriga parte das maiores jazidas de minério de ferro, ouro e manganês do mundo. Com a corrida de minérios a partir dos anos 1960, grandes centros urbanos se instalaram no entorno, pressionando o bioma dali.
O potencial geológico da Renca é semelhante ao de Carajás, segundo a organização WWF e o geólogo Onildo Marini, diretor-executivo da Agência para o Desenvolvimento Tecnológico da Indústria Mineral Brasileira (Adimb). Por isso é tão interessante para investidores.
“Essa região é altamente promissora para a exploração de diversos minérios”, afirma Marini.
O geólogo concorda que a abertura da área provocará “certo impacto” com a construção de rodovias, chegada de energia elétrica e de moradores. Mas defende que ele ficará restrito.
Indígenas do Xingu Foto: BBCBrasil.com
“As empresas exploradoras precisam manter um plano de manejo adequado, e as áreas de proteção integral não serão afetadas”, garante.
A fiscalização do local não impede o garimpo ilegal. Jos Barlow, da Universidade de Lancaster (Reino Unido), pesquisa a Amazônia há quase duas décadas e já esteve na estação ecológica do Jari, na borda sul da reserva.
“Eu conheço bem o Jari. Quando você está ali, escuta aviões de garimpeiros a cada 30 minutos. Todos estão pousando na Renca”, conta o professor de ciência da conservação.
O governo federal e Marini argumentam que a atividade mais extensiva no local vai inibir os garimpeiros ilegais. Já Erika Berenguer diz o contrário: com o corte de verbas de órgãos ambientais, a abertura da região vai dificultar ainda mais a fiscalização.
O valor de R$ 3,9 bilhões, um dos menores da história, será dividido entre Ibama e outros dez órgãos ambientais neste ano, anunciou o Ministério do Meio Ambiente.
‘Mudará para sempre’
Os pesquisadores também lembraram o evento de Mariana, o pior acidente da mineração brasileira, em 2015, quando uma barragem rompeu no município de Minas Gerais, destruindo vilarejos no entorno do Rio Doce.
“O desastre aconteceu em plena Minas Gerais, totalmente urbanizada, imagine o controle que se tem em lugares ermos como a Amazônia”, afirma Bereguer.
Jos Barlow também critica a iniciativa de Temer: “Isso mudará a área inteira para sempre”.
Ele alertou para problemas sociais na região, semelhantes aos que ocorreram em Belo Monte e Altamira, e a previsão de mudanças climáticas.
“Qualquer perda de floresta e entrada de agricultura e estradas vai baixar a resiliência das florestas para secas severas, aumentando incêndios florestais”, afirma.
Queimadas Foto: BBCBrasil.com
Em entrevista à BBC, Ghillean Prance, da organização Trustee Eden Project, da Inglaterra, considerou a quarta-feira do decreto “um dia triste para o meio ambiente da Amazônia”.
Perguntado sobre o argumento do governo de que as áreas ricas ambientalmente serão preservadas, ele afirmou: “Não acredito nisso. Há cada vez mais impacto ocorrendo nas reservas indígenas.”
E lembrou que o mercúrio usado na extração de ouro pode afetar populações locais. “Vilarejos já morrem de envenenamento de mercúrio na Amazônia”, disse.
Bom Futuro Foto: BBCBrasil.com
Processo de dois anos
A extinção do Renca é aventada desde 2015, quando começava-se a debater o marco regulatório para a mineração. Em novembro passado, representantes do CPRM, o serviço geológico brasileiro, testaram a popularidade da área com investidores numa conferência do setor em Londres.
E em abril deste ano, o Ministério de Ministério de Minas e Energia publicou uma portaria balizando os trâmites para a extinção da reserva – o decreto confirmou a mudança.
Antes mesmo da criação da Renca, na década de 1980, houve 160 requerimentos de mineração na área, segundo levantamento da WWF. A maior parte deles foi retirada, mas os que restaram, em torno de dez, terão prioridade na análise do governo de concessões.
Esses pedidos que deverão prosseguir compreendem uma área de 15 mil quilômetros quadrados, em torno de 30% do total da Renca. Para o restante da área, devem ser abertas licitações.
Fonte: BBC. “Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.” Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br
Em depoimento, menor diz que agrediu professora após ser xingado
O garoto de 15 anos que agrediu a professora Márcia de Lourdes Friggi com socos e tapas numa escola em Indaial, no interior de Santa Catarina, prestou nesta quarta-feira depoimento à Polícia Civil – o conteúdo foi obtido por VEJA. De cabeça baixa, o garoto disse que se arrependia do que havia feito, mas tentou minimizar a brutalidade do seu ato. Explicou que partiu para a agressão depois de ter sido xingado por ela e que não lhe deu um soco, mas sim um empurrão no rosto – a sua unha teria arranhado o supercílio, o que provocou o sangramento.
A polícia não comprou a versão. Primeiro, porque o olho direito de Márcia ficou inchado depois da agressão. Segundo, por não acreditar que uma professora experiente como ela, com 12 anos de magistério, diria palavrões a seus alunos. Os delegados, no entanto, alertaram o depoente de que não era aconselhável mentir no depoimento – ele estava acompanhado da mãe e do advogado e a sua identidade não será revelada por se tratar de um menor de idade.
A agressão ocorreu na manhã da última segunda-feira no Centro de Educação de Jovens e Adultos (CEJA), um supletivo local que fica num galpão junto com outras três unidades de ensino. O adolescente havia faltado nas duas semanas anteriores. E a professora iniciaria o curso de português naquele dia. Era, portanto, o primeiro dia dos dois.
O estranhamento entre eles se deu logo no início da aula, quando Márcia avisou que estava proibido o uso de celulares na sala. Ela olhou, então, para o menino e o viu com um livro no colo. Pensou que ele poderia estar mexendo no aparelho telefônico debaixo da carteira e pediu para que ele colocasse o livro em cima da mesa. O garoto foi ríspido: “Eu boto onde eu quiser. Vá se f.”. A professora, então, mandou-o para a sala da diretoria, ao lado. A partir dali, segundo a professora, ele se levantou e jogou o livro em direção à sua cabeça – ela desviou. Já o garoto contou que atirou o livro no chão e disse que não tem um celular.
Diante da diretora e da secretaria, o adolescente negou tudo. A professora se irritou e começou a dizer que ele estava mentindo, que a sala inteira era testemunha, até que o garoto se lançou sobre ela. Márcia caiu no chão, enquanto o menino foi contido pela diretora e pelos alunos, que a essa altura já estavam fora da sala. Por fim, ele ficou trancado numa sala até que a sua mãe chegasse para buscá-lo. Uma funcionária chegou a lhe questionar por que havia feito isso – mas ele se manteve calado, com a cabeça baixa. A diretora e a secretária que presenciaram o ocorrido irão prestar depoimento nesta quinta-feira à polícia, o que deve ser imprescindível para fechar o caso.
Violência em casa
O garoto ainda contou à polícia que sempre viveu num ambiente de muita violência. Disse que assistia ao seu pai, alcoólatra, bater em sua mãe e que ele próprio às vezes era vítima. Numa oportunidade, teria ficado até em coma, relatou, acrescentando que estava frequentando a igreja evangélica e que não fazia uso de drogas.
O menor foi levado para depor numa viatura descaracterizada, que entrou pelos fundos da delegacia. A polícia temia que ele pudesse ser linchado pela comunidade, dada a repercussão do caso, mas ninguém apareceu. Um dia antes, professores vestidos de preto foram até a frente da prefeitura manifestar solidariedade à Márcia. “Estamos todos dilacerados”, dizia um dos cartazes. Era a mesma frase usada pela professora para descrever no Facebook a agressão. Na postagem, incluiu foto dela na sala da diretoria, com o sangue escorrendo pelo rosto. “Estou dilacerada por saber que não sou a única, talvez não seja a última”, escreveu.
“Essa postagem colocou a gente no noticiário nacional. Agressão verbal deve acontecer todos os dias, em todas as escolas do país. Mas agressão física contra um professor é algo que realmente choca a humanidade. Foi a notícia de maior repercussão da nossa comunidade”, disse o prefeito de Indaial, André Moser (PSDB), pego de surpresa com a projeção do caso. Ele considerou o episódio “lamentável” e “isolado” e disse que a declaração da professora foi relevante para suscitar o debate sobre a violência nas escolas, mas ponderou que era importante não enviesar pelo lado político. Num momento informal antes da entrevista, o prefeito chegou a brincar que a professora queria ser deputada federal.
Cidade pacata
Formada por imigrantes alemães e italianos e à sombra da vizinha Blumenau, a cidade de Indaial tem cerca de 65.000 habitantes, segundo o último censo do IBGE, de 2016. Até então, o episódio de maior repercussão lembrado pelos moradores se deu na eleição de 2004, quando um candidato a prefeito comemorava a vitória já em cima do palanque, até que foi avisado de que o tribunal eleitoral se esquecera de contabilizar os votos de uma urna. No fim, saiu vencedor o candidato adversário com a diferença de apenas um voto.
A pacata cidade catarinense não é exatamente o retrato da educação precária do país. Está longe dos problemas dos grandes centros urbanos, como falta de vaga em escolas e creches e os altos índices de criminalidade. No ano todo, teve apenas um homicídio – no caso, o de um bandido que foi morto pelos donos da casa que ele assaltava – e 40 registros de assalto, roubo e furto, segundo o delegado José Klock, que também é suplente de vereador.
Por outro lado, assim como outras cidades brasileiras, Indaial tem uma grande incidência de crimes contra a mulher. “Envio por mês para a Justiça pelo menos 30 inquéritos da Lei Maria da Penha”, disse ele.
O delegado pretende concluir o inquérito sobre a agressão na escola até esta sexta-feira. A promotora de justiça Patricia Dagostin Tramontin tem telefonado todos os dias para a delegacia para saber sobre o andamento do caso. Ela já anunciou que irá pedir a internação do garoto, dada a sua reincidência – no ano passado, ele cumpriu trabalhos comunitários por ter agredido um colega de sala. “Eu me sinto na obrigação de pedir a medida mais grave, que é a internação. Para que ele entenda a consequência dos seus atos”, afirmou ela.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br