Ministério da Saúde decreta fim de surto de febre amarela

Pasta anunciou ainda a ampliação das áreas onde a vacinação contra febre amarela deverá ser feita de forma rotineira para toda a população

Crianças de todo o País passarão a ser vacinadas contra a febre amarela a partir do próximo ano. A estratégia foi recomendada por um comitê assessor ao Ministério da Saúde, que a partir de agora deverá definir como a medida será colocada em prática.

“Em cidades menores, a cobertura poderá ser feita por meio de campanhas, para haver maior aproveitamento das doses”, afirmou a coordenadora do Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde, Carla Domingues.

Em outros locais, a vacinação poderá entrar na rotina. A inclusão da vacina de febre amarela para crianças de todo o País vem sendo estudada pelo Ministério da Saúde desde o início do ano. Como informou o jornal O Estado de S. Paulo em janeiro, técnicos aguardavam apenas o fim da epidemia para que a medida fosse anunciada.

Nesta quarta-feira, 6, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, declarou o fim do surto, o pior registrado no País desde que registros da doença começaram a ser contabilizados.

A reportagem apurou que a definição sobre como a estratégia de inclusão da vacina para todas crianças de 9 meses depende de disponibilidade do imunizante. Técnicos da área temem que, uma vez incorporada a recomendação, não haja disponibilidade da vacina para todos os postos do País.

Para evitar o desabastecimento, a equipe agora avalia qual seria o aumento da demanda para definir por onde e quando a nova estratégia de proteção começará a ser colocada em prática. Uma das possibilidades é de que campanhas sejam feitas em ciclos, começando por locais considerados de maior prioridade até alcançar todos os municípios brasileiros.

O Ministério da Saúde anunciou ainda a ampliação das áreas onde a vacinação contra febre amarela deverá ser feita de forma rotineira para toda a população. Também por causa do limite de produção do imunizante, a ideia é priorizar neste momento cidades da Bahia e São Paulo.

Em virtude do surto, São Paulo aumentou esse ano em 44 o número de cidades consideradas de risco. “Essas áreas vão permanecer com essa recomendação permanente, como já é praxe. Mas a equipe avalia agora também a possibilidade de que outras cidades entrem também para esse mapa onde a vacinação é de rotina”, disse Carla.

O Brasil enfrentou este ano a pior epidemia de febre amarela da história. Até 1º de agosto, foram confirmados 777 casos e 271 óbitos pela doença. Para conter o avanço, o Ministério da Saúde intensificou a vacinação em 1.121 municípios nos Estados de Minas Gerais, Rio, São Paulo, Espírito Santo e Bahia.

Do total, no entanto, apenas 205 cidades estão com a cobertura vacinal acima de 95%, considerada a ideal. A média nos Estados ainda é considerada baixa, em 60,3%. O ministro da Saúde afirmou ser necessário o esforço para que os índices de população imunizada aumentem.

Mas mesmo com esses baixos índices de cobertura, o ministro avalia que o risco de uma epidemia de febre amarela no próximo verão é menor. “A expectativa é de que não haja um novo ciclo com grande número de casos”, disse. Além da leve melhora na cobertura vacinal, ele atribuiu a maior tranquilidade ao fato de que a Febre Amarela ocorre tradicionalmente em ciclos. Epidemias geralmente ocorrem a cada 7 ou 8 anos

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Acre é o estado que mais realiza transplante de fígado na Amazônia

Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) pousou no Aeroporto Internacional de Rio Branco às 5 horas desta quinta-feira, 17. Junto com os primeiros raios de sol, chega a esperança para um paciente de 37 anos, diagnosticado com cirrose hepática causada por vírus das hepatites B e D.

A aeronave transporta um fígado que em poucas horas entrará para as estatísticas de transplantes realizados no Acre.

O Acre é o estado que mais realiza transplantes de fígado na Região Norte e segundo levantamento da Associação Brasileira de Transplantes de  Órgãos (ABTO), foi nos primeiros três meses de 2017, o segundo estado que realizou, proporcionalmente, mais transplantes de fígado no Brasil, ficando atrás apenas do Distrito Federal.

Um bom exemplo é que o paciente desse transplante de fígado é da cidade de Caracaraí, no estado do Roraima.

Eligellson Silva Gomes, diagnosticado com cirrose hepática, ficou sabendo que o Acre fazia transplante de fígado pela internet e ouviu relatos de transplantes bem sucedidos realizados pela saúde acreana. Como o transplante era a única alternativa para continuar vivo, veio ao estado em busca de uma consulta para avaliação.
A complexa logística para a realização de um transplante

O grande dia chegou. A Central de Transplantes do Acre recebeu a informação de um doador compatível do sexo masculino em Belém, capital do Pará, vítima de traumatismo crânio-encefálico. Aí começava a complexa logística até o fígado chegar às mãos da equipe médica responsável pelo transplante no Hospital das Clínicas.

“A logística para a realização de um transplante é realmente grande e complexa. Ela começa na captação, que é sempre de uma morte de forma inesperada de alguém que tem boa saúde. Isso ocorre nos horários mais imprevistos, então a equipe de transplantes vive em permanente sobreaviso 24 horas para realizar a captação em qualquer lugar do país”, explica Thor Dantas, chefe do serviço de Infectologia e Hepatologia do HC e médico da equipe de transplante.
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Thor explica também a importância da sincronia dos procedimentos. “O receptor de um órgão que também está em fila de espera fica sempre alerta, pois pode ser chamado a qualquer hora.”

O médico lembra ainda que há um prazo para garantir que o órgão chegue em condições de ser transplantado. “O órgão precisa ser implantado em um tempo limite, que varia dependendo das condições do fígado, do doador e do receptor. Além disso, a cirurgia toma um tempo muito longo. Então é um trabalho muito complexo.”

Com mais este transplante, a saúde do Acre chega ao 302º procedimento realizado no Hospital das Clínicas, sendo 191 de córnea, 86 de rim e, agora, o 25º de fígado. Somando-se os procedimentos realizados por meio do Tratamento Fora de Domicílio (TFD), são mais de 600 transplantes.

Fonte: Agência AC.
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Homem que abusava de mulheres em ônibus na Paulista é condenado a 2 anos de prisão por crime de 2013

Justiça de SP condenou Diego Novais na segunda-feira (4) por crime cometido há quatro anos na região da Avenida Paulista. Ele já está preso por estupro ocorrido no sábado (2).

A Justiça de São Paulo condenou na segunda-feira (4) o ajudante geral Diego Ferreira de Novais, de 27 anos, a dois anos de prisão em regime fechado por um crime contra a dignidade sexual cometido contra uma mulher em 2013 na região da Avenida Paulista. O G1 apurou nesta terça-feira (5) que a decisão foi do juiz Antonio de Oliveira Angrisani Filho, da 27ª Vara Criminal do Fórum da Barra Funda.

Diego já está detido desde o último sábado (2), mas por outro crime. Ele foi indiciado por estupro após esfregar o pênis em uma empregada doméstica dentro de um ônibus. Ao todo, ele já cometeu 17 ataques sexuais contra mulheres. No domingo (3), um juiz determinou que ele ficasse preso preventivamente até seu eventual julgamento.

A condenação de segunda-feira, porém, se refere a um ataque que ele teria cometido em 13 de setembro de 2013. Ele foi acusado de tocar as partes íntimas da vítima, uma estudante, dentro de um coletivo.

Casos antigos

Diego também foi denunciado em uma publicação no Facebook em dezembro de 2016. Uma mulher fez um relato de que ele estava se masturbando no ônibus e tirou fotos dele.

Na publicação, a jovem contou que estava no ônibus quando percebeu que um homem estava com a mão direita na calça, “e a outra segurava a mochila de uma forma que escondesse de quem passasse pelo corredor”.

Ela escreveu que demorou para aceitar que aquilo estava acontecendo. “A gente lê e lê casos na internet, mas quando você está passando por essa situação sempre fica aquela dúvida”.

“Sério, que bosta, nojo, levantei a voz, expus mesmo, fiz escândalo”. Segundo ela, ninguém se manifestou e Diego “levantou na hora para fugir do ônibus”.

Fonte: G1.
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Japoneses defendem caça e consumo de animais selvagens

Jornal japonês defende que animais como javalis e cervos são ameaças à agricultura. “Uso da carne para consumo humano seria um progresso”, defende editorial

Um dos maiores jornais do Japão, o Yomiuri Shimbun divulgou neste domingo (3) um editorial polêmico. Os editores afirmam que o país vem realizando ‘investimentos elevados’ para combater animais que ‘devoram a agricultura e outros produtos’ e defendem que a caça desses animais pode ser útil principalmente para o consumo de carne.

“A expectativa é que essas criaturas incômodas, que causam tantos danos às comunidades das montanhas, possam ser efetivamente utilizadas para revitalização [financeira] das comunidades e para outros propósitos”, destaca o editorial.

A redação do jornal argumenta ainda que a carne de javalis, cervos e outros animais selvagens possuem baixo teor de gordura, gosto distinto e que podem ser utilizada para preparos diferentes, com tempero de curry ou mesmo para hambúrgueres.

O editorial destaca também que há municípios, cooperativas agrícolas e restaurantes que utilizam e fazem marketing de carnes exóticas para atrair turistas. A redação defende ainda que novas técnicas e receitas podem colaborar com a economia.
Os animais e a agricultura

Estima-se que os animais selvagens causam à agricultura japonesa um prejuízo anual de cerca de 20 bilhões de ienes (R$ 572 milhões, aproximadamente), sendo os javalis e os cervos responsáveis por 60% desses danos. Além disso, nos últimos anos houve aumento na erradicação desses animais: 750 mil javalis e cervos foram mortos em 2014. Desses, apenas 10% foram utilizados para consumo humano.

“Do ponto de vista de não desperdiçar a vida dos animais mortos, o uso da carne para consumo humano é um progresso”, destaca o editorial.

Segundo o jornal, atualmente os animais abatidos são transportados para instalações apropriadas, onde são desmembrados e preparados para armazenagem. Existem cerca de 500 locais desse tipo gerenciados pelo poder público e privado. O ‘problema’ é que são instalações de pequena escala, que não podem suprir as demandas de restaurantes e outros estabelecimentos nas atuais circunstâncias.

O ministério da agricultura do Japão planeja construir outros locais de armazenamento de animais de caça em 12 áreas do país, para servir como modelo. “Pessoas qualificadas devem desmembrar os animais, para cortar e empacotar a carne nas instalações, o que vai exigir um alto grau de supervisão sanitária”, explica o jornal, que destaca ainda que os locais devem ser rentáveis se dispuserem de 1 mil a 1,5 mil animais por ano e conseguirem efetivamente distribuir a carne.

De acordo com o editorial, esses esforços podem ajudar na redução do desperdício, mas admite que animais selvagens são repletos de doenças e parasitas: “Qualquer carne com risco para consumo deve ser descartada, garantindo a segurança sanitária acima de tudo”.

Outro ponto abordado é sobre os caçadores para garantir a distribuição de carne: “Há cerca de 200 mil licenciados atualmente, menos da metade de 1975, e essas pessoas também estão envelhecendo”.

Fonte: GAZETA DO POVO.
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“Não existe floresta virgem”, diz novo estudo global

Pesquisa de revista científica americana revela que há pelo menos 45 mil anos seres humanos causam impacto em florestas tropicais no Sri Lanka, Austrália, Nova Guiné, México e Amazônia

Seu amigo verde e abraçador de árvores vai ter um chilique: não existe mata virgem. Pode ter um pouco, aqui e ali. Mas não é nada significativo.
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Os seres humanos estão deflorando essa virgindade faz pelos menos 45 mil anos. E isso é uma boa notícia, pois mostra que esforços modernos de conservação podem aprender com o passado, como mostra o primeiro estudo analisando o impacto global dos seres humanos sobre as florestas tropicais –no Sri Lanka, na Austrália e Nova Guiné, no México e na Amazônia brasileira.

O resultado deixa claro que as florestas tropicais eram ambientes não “naturais” ou “intactos” bem antes da agricultura e da industrialização de hoje. O estudo, publicado na revista “Nature Plants”, mostra que os seres humanos modificaram as ecologias florestais por dezenas de milhares de anos, usando técnicas que incluem a queima controlada, o manejo de espécies de plantas e de animais e o desmatamento seletivo.

Um detalhe interessante é que essa queima controlada criou ambientes abertos que incentivavam a presença de animais e o crescimento de plantas comestíveis.

“O melhor e mais antigo registro disso está nas cavernas de Niah, na ilha de Bornéu. Aqui havia ambientes de floresta quando os humanos chegaram há 45 mil anos, provavelmente incluindo alguns espaços abertos”, disse à Folha o líder da pesquisa, Patrick Roberts, do Max Planck.

“O que é significativo é que, quando o clima mais quente e úmido normalmente levaria à expansão florestal, há uma onda de queimadas que sugere que os humanos forçaram deliberadamente alguns locais a manter esse mosaico ambiental para ter acesso à mesma variedade de plantas e animais”, diz Roberts.

Ou seja, os velhos habitantes humanos da região aprenderam a entender a paisagem, mas também intervieram ativamente para modificá-la. “É difícil dizer com certeza se foi casual ou planejado, mas provavelmente envolveu uma aprendizagem de dinâmicas ambientais locais íntimas, que também vemos na estabilidade das estratégias de caça”, afirma o pesquisador.
Amazônia

O trabalho da equipe envolveu também uma análise do que aconteceu depois na Amazônia. Pesquisadores brasileiros vêm demonstrando como os antigos índios moldaram parte do ambiente, notadamente produzindo terrenos com um solo extremamente fértil, a “terra preta de índio”, e uma versão intermediária, a “terra mulata”. São os solos ditos “antropogênicos” –criados pelo homem.

Para Roberts, os dados da Ásia e Oceania são precisos. “Em termos de solos antropogênicos posteriores, na Amazônia, por exemplo, isso é menos claro. Na verdade, ainda é fortemente debatido se eles foram o resultado do movimento sistemático e das queimadas de manchas florestais à medida que as comunidades se moviam ou se foram criadas intencionalmente para aumentar a fertilidade”, diz o pesquisador do Max Planck.

Ele acha que a principal fonte de fertilidade do solo poderia ser, em muitos casos, o rio Amazonas, deixando sedimentos ao longo do seu curso durante as diferentes estações.

Já o efeito oposto –o desmatamento promover a infertilidade do solo– poderia também ter acontecido no passado, mas Roberts tem dúvidas.

“O exemplo clássico disso, mencionado por Jared Diamond em seu livro ‘Colapso’, vê os maias causando desmatamento maciço, erosão do solo e construção contínua de edifícios para as elites com a visão de que só os céus poderiam salvá-los. Contudo, mesmo neste caso, isso parece improvável”, relembra Roberts.

Monumentos e obras faraônicas nem sempre existiram em regiões tropicais. Notadamente não foi o caso do Brasil, apesar de haver instituições tradicionais que quase chegaram a ser estados.

Mas em todos esses locais há evidências de “gerenciamento de jardins”, ou de sistemas hídricos, integrando áreas agrícolas e urbanas ao ciclo ambiental natural. Essa “perspectiva de estruturas monumentais” pode impedir o pesquisador de ver o principal, como diz Roberts: “aqueles que realmente usam a terra podem prever e entender as mudanças e tendem a persistir muito mais –ainda há comunidades maias hoje!”, afirma.

Fonte: AGRONegócio.
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Chineses compram porto paranaense por R$ 2,9 bilhões

Investidores dizem que negócio é apenas o primeiro passo de um plano de expansão na América Latina que demonstra “confiança na economia brasileira”

A operadora chinesa de terminais China Merchants Port (CMPort) anunciou a compra, por R$ 2,9 bilhões, de 90% do TCP, que opera o terminal ao lado do Porto de Paranaguá, um dos maiores da América do Sul. O negócio marca a entrada do grupo chinês na América Latina e foi anunciado como “crucial para a expansão global da empresa” e uma “demonstração de confiança na economia brasileira”, segundo Bai Jingtao, diretor administrativo da CMPort, com sede em Hong Kong.
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A transação abrange também a subsidiária TCP Log, que presta serviços logísticos como armazenagem e carregamento. Pelo acordo, a CMPort comprará 50% das ações da TCP que pertencem à Advent International e 40% das ações da empresa que pertencem aos acionistas fundadores da TCP – Galigrain S.A. (“Galigrain”), Grup Maritim TCB S.L. (“TCB”), Pattac Empreendimentos e Participações S.A. (“Pattac”), Soifer Participações Societárias S.A. (“Soifer”) e TUC Participações Portuárias S.A. (“TUC”). Advent, Galigrain e TCB venderão a totalidade de suas ações, enquanto Pattac, Soifer e TUC manterão, juntas, 10% do capital da empresa.

Anunciada no final de semana (03/09), a negociação envolvendo a TCP – empresa avaliada em aproximadamente R$ 3,2 bilhões (US$ 1 bilhão) –, é uma das maiores já realizadas no setor de terminais de contêineres na América Latina. A operação deve estar concluída até o final do ano, devendo passar, antes, pelas etapas de aprovação regulatória, incluindo o parecer do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).

Em abril de 2016, o governo federal renovou o contrato de arrendamento da TCP por mais 25 anos a partir de 2023, prevendo, entre as contrapartidas, a construção de dolfins exclusivos para a atracação de navios que fazem o transporte de veículos e a ampliação da retroárea, de 320 mil m2 para 477 mil m2.

O terminal operado pela TCP movimenta aproximadamente 10% do total de contêineres no país. Entre os produtos, estão carnes congeladas (segmento em que a TCP é líder de mercado), madeira, componentes para a indústria automotiva, químicos e equipamentos eletrônicos.
Planos de expansão

Os novos donos da TCP comandam uma das maiores operadoras globais de terminais de contêineres. A CMPort movimentou em 2016 mais de 95 milhões de TEUs (medida equivalente a um contêiner de 20 pés) . Na China, a empresa possui operações em Hong Kong, Shenzhen, Shanghai, Ningbo, Qingdao, Dailian, Tianjin, Zhanjiang e Xiamen Bay, entre outras. A empresa detém, ainda, terminais de contêineres nos Estados Unidos, Sri Lanka, Nigéria, Djibouti, Togo e Turquia, bem como em diversos países da Ásia e Europa.

“A TCP não é apenas o marco fundamental da China Merchants para entrar no Brasil, mas o futuro hub para o crescimento do fluxo de commodities e bens entre o Brasil e a China. A China Merchants Port também usará sua experiência global de operação portuária para ajudar a TCP a continuar sua história de sucesso como um dos principais líderes do setor portuário no Brasil e na América Latina”, destacou Bai Jingtao. “Esta aquisição histórica demonstra a confiança da CMPort na economia brasileira e seu compromisso em contribuir para o desenvolvimento da infraestrutura do país e para o crescimento do fluxo de negócios entre os países do BRICS”, acrescentou o executivo.

“A transação contribuirá para que a CMPort alcance seus objetivos comerciais, e, ao mesmo tempo, contribuirá para o desenvolvimento do comércio entre o Brasil e a China e para a relação de cooperação estratégica entre os dois países “, completou Hu Jianhua, vice-presidente executivo da China Merchants Group.

O atual CEO da TCP, Luiz Antonio Alves, permanecerá à frente da empresa. Os bancos BTG e Morgan Stanley atuaram como assessores financeiros dos acionistas vendedores na transação.
Sobre os fundadores da TCP

Criado em 1998 a partir de um consórcio de cinco empresas brasileiras e espanholas das áreas de infraestrutura e construção, a TCP se tornou concessionária do terminal de contêineres do Porto de Paranaguá após vencer uma licitação do Governo do Paraná em 1998. São elas:

•Galigrain S.A., subsidiária do Grupo Nogar, atua como prestadora de serviços de transportes e investe em empresas portuárias e de logística na Europa e na América Latina. www.en.gruponogar.es

•Grup Maritim TCB S.L., subsidiária da APM Terminals, gerencia 11 terminais de contêineres na Europa e na América Latina. www.apmterminals.com

•Pattac Empreendimentos e Participações S.A., holding do Paraná com atuação nas áreas de infraestrutura, concessões de rodovias, portos, gerenciamento de estacionamentos, entretenimento, energia renovável e logística. www.pattac.com.br/en

•Soifer Participações Societárias S.A., grupo paranaense com atuação nas áreas imobiliária, de shoppings centers, turismo, logística e agronegócios. www.gruposoifer.com.br

•TUC Participações Portuárias S.A., grupo com atuação nas áreas de energia, construção, rodovias, estacionamentos e portos. www.tucumann.com.br

Fonte: AGRONegócio.
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Projeto que facilita adoção é aprovado na Câmara e segue para o Senado

A votação foi simbólica (sem registro nominal de votos)

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou na noite desta segunda-feira (4) projeto que tem o objetivo de simplificar e acelerar procedimentos para adoção de crianças e adolescentes.

A votação foi simbólica (sem registro nominal de votos). O texto segue agora para votação no Senado.

Entre outros pontos, são estabelecidos prazos limites, hoje inexistentes, para que a Justiça esgote as tentativas de localizar os pais biológicos ou parentes próximos de uma criança abandonada (90 dias), além da sentença definitiva de adoção (até um ano).

É também dada prioridade, na fila de interessados, àquelas famílias que manifestarem preferência em adotar grupos de irmãos ou crianças com doença crônica ou deficiência física.

O texto estabelece ainda que os pais biológicos terão prazo de até 10 dias para desistir da doação, após a sentença de perda do poder sobre a criança -hoje não há prazo definido-, e estende aos pais adotivos os mesmos direitos trabalhistas reservados aos biológicos

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Mulher postou foto em 2016 de estuprador em ato obsceno em ônibus de SP

Jovem fez relato no Facebook de que Diego Ferreira Novais estava se masturbando no ônibus e tirou fotos dele.

O homem que já teve 17 passagens na polícia – e agora está preso – por crimes sexuais foi denunciado em uma publicação no Facebook em dezembro de 2016. Uma mulher fez um relato de que ele estava se masturbando no ônibus e tirou fotos dele.

Diego Ferreira de Novais, de 27 anos, foi detido duas vezes na semana passada por abusar de mulheres em ônibus na região da Avenida Paulista. Após a segunda prisão, a Justiça decidiu mantê-lo preso em audiência de custódia neste domingo (3).

Na publicação de dezembro de 2016, a jovem contou que estava no ônibus quando percebeu que um homem estava com a mão direita na calça, “e a outra segurava a mochila de uma forma que escondesse de quem passasse pelo corredor”.

Ela escreveu que demorou para aceitar que aquilo estava acontecendo. “A gente lê e lê casos na internet, mas quando você está passando por essa situação sempre fica aquela dúvida”.

“Sério, que bosta, nojo, levantei a voz, expus mesmo, fiz escandâlo”. Segundo ela, ninguém se manifestou e Diego “levantou na hora para fugir do ônibus”.
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‘Gratificada porque ele está preso’, diz última vítima

A última vítima do homem detido 17 vezes por crimes sexuais contra mulheres em São Paulo comemorou neste domingo (3) a decisão da Justiça em manter Diego Ferreira de Novais, de 27 anos, preso até ele ser julgado. O ajudante geral responderá pelo crime de estupro contra a empregada de 39 anos, cometido no sábado (2). Ele esfregou o pênis no corpo dela quando ela estava dentro de um ônibus no Centro da capital paulista.

“Eu me sinto grafitificada porque ele está preso. E querendo ou não eu ajudei a manter ele agora preso, e que nenhuma mulher mais corre o risco no momento de ser atacada por esse louco, doente”, disse a empregada, que aceitou falar com o G1 sob a condição de que seu nome e foto não fossem divulgados.

Na última terça-feira, também em um ônibus na Paulista, Diego chegou a ejacular sobre uma outra mulher. Na quarta-feira, no entanto, o juiz José Eugenio do Amaral Souza Neto entendeu não ter havido constrangimento ou violência contra a vítima e decidiu deixá-lo em liberdade. Neste domingo, após novo abuso no sábado, o juiz Rodrigo Marzola Colombini entendeu que ele cometeu mesmo o estupro e manteve a prisão.

17 passagens por crimes sexuais

Diego acumula 17 passagens na polícia por crimes sexuais cometidos contra mulheres. Veja cada caso abaixo:

2017

– 2 de setembro

Local: Avenida Brigadeiro Luis Antonio

Vítima: entre 30 e 40 anos

Esfregou o pênis no ombro da mulher e tentou impedi-la de fugir usando a perna

– 29 de agosto

Local: Avenida Paulista

Vítima: 23 anos

Ejaculou em mulher

– 12 de junho

Local: Avenida Paulista

Vítima: de 20 anos

Encostou o pênis no ombro da mulher

-1º de maio

Local: Alameda Santos

Vítima: 23 anos

Esfregou pênis na mão da mulher

– 2 de março

Local: Avenida Paulista

Vítima: 24 anos

Esfregou pênis no braço da mulher

– 19 de fevereiro

Local: Avenida Paulista

Vítima: 22 anos

Esfregou pênis na mão da mulher

2016

– 28 de novembro

Local: Avenida Paulista

Vítima: idade não informada

Se masturbou próximo a mulher

– 21 de novembro

Local: Metrô

Vítima: 17 anos

Esfregou pênis na adolescente

– 31 de outubro

Local: Avenida Brigadeiro Luis Antonio

Vítima: idade não informada

Esfegou pênis em passageira não identificada

2014

– 25 de novembro

Local: Cidade Ademar

Vítima: 21 anos

Quis tocar seios e ejaculou em ombro de mulher

2013

– 2 de fevereiro

Local: Avenida Washington Luiz

Vítima: 47 anos

Esfregou pênis no braço da mulher

2012

– 1º de agosto

Local: Americanópolis

Vítima: 23 anos

Sem informações detalhadas do que fez

– 17 de outubro

Local: Santo Amaro

Vítima: 27 anos

Mostrou pênis a mulher

2011

– 11 de fevereiro

Local: Rua Floriano Peixoto, Sé

Vítima: 22 anos

Sem informações detalhadas do que fez

– 6 de abril

Local: estação do Metrô Anhangabaú

Vítima: 33 anos

Sem informações detalhadas do que fez

– 30 de novembro

Local: Santo Amaro

Vítima: 27 anos

Sem informações detalhadas do que fez

2009

– 12 de dezembro

Local: Lapa

Vítima: 22 anos

Mostrou pênis para mulher

Fonte: G1.
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Vítima de estuprador decide ir trabalhar a pé: ‘Tenho medo de andar de ônibus’

Doméstica caminhou 3 km de casa ao trabalho nesta segunda após ser atacada no sábado por Diego Novais. No domingo, juiz manteve prisão de homem com 17 passagens por crimes sexuais.

Um dia após a Justiça decretar a prisão preventiva do homem detido 17 vezes por crimes sexuais contra mulheres em São Paulo, a última vítima estuprada por ele dentro de um ônibus voltou nesta segunda-feira (4) a trabalhar. Traumatizada, ela desistiu de pegar o coletivo pela manhã e, por segurança, decidiu caminhar a pé os 3 quilômetros de distância que separam sua casa do emprego.

“Tenho medo de voltar a andar de ônibus”, disse ao G1 a empregada doméstica cearense de 39 anos atacada no sábado (2) por Diego Ferreira de Novais, de 27. “Não me sinto segura ainda”.

O abusador sexual, que alega ter problemas psiquiátricos, se masturbou e esfregou o pênis na mulher. Ela se assustou e pediu ajuda a outros passageiros, que detiveram Diego e pediram para o motorista parar o veículo. A Polícia Militar (PM) foi chamada e levou o suspeito à delegacia.

A Polícia Civil o indiciou por estupro porque considerou que ele agiu com violência ao impedir a vítima de fugir. O mesmo entendimento teve a Justiça, que determinou que ele continue preso até um eventual julgamento. Posteriormente, será avaliado se ele será submetido a exames psiquiátricos para saber se é doente e se precisa de tratamento médico.

Sob a condição de que seu nome e rosto não fossem divulgados, a 17ª vítima de Diego voltou a falar com a reportagem nesta segunda. No domingo, ela já havia comentado que se sentiu “gratificada porque ele está preso”. Ouça abaixo o áudio da entrevista:

Traumatizada

“A imagem do pênis dele não sai da minha cabeça”, disse a mulher. “Estou querendo esquecer tudo isso.”

Trabalhando há 20 anos limpando casas, ela disse que é ‘forte’ e irá superar o trauma do que ocorreu para voltar a andar de ônibus. Casada e com filho, a empregada lembra das origens no Ceará. “Sempre batalhei. Sei que sou forte e vou conseguir. Me conheço. Não vai demorar muito para eu voltar a andar de ônibus”.

Na última terça-feira (29), também em um ônibus na Paulista, Diego chegou a ejacular sobre uma outra mulher. Na quarta-feira (30), no entanto, o juiz José Eugenio do Amaral Souza Neto entendeu não ter havido constrangimento ou violência contra a vítima e decidiu deixá-lo em liberdade. Neste domingo, após novo abuso no sábado, o juiz Rodrigo Marzola Colombini entendeu que ele cometeu mesmo o estupro e manteve a prisão.

Crimes sexuais ‘após coma’

No sábado, logo após ser detido, Novais disse ao delegado Rodrigo Camargo Nader, do 78º Distrito Policial, que os ataques sexuais a mulheres começaram a ocorrer depois que ele sofreu um acidente de carro em 2006 e ficou em coma por duas semanas e internado por dois meses.

Na decisão deste domingo que determinou a prisão preventiva, para que Diego fique detido até as conclusões do inquérito policial, o juiz Rodrigo Marzola Colombini considerou que neste momento era para analisar o flagrante, e que eventuais problemas psiquiátricos serão avaliados em “momento processual oportuno”.

Fonte: G1.
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Temer recua e suspende decreto para mineração por 120 dias- medida incluiu Flona Jamanxim

O presidente Michel Temer e o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, suspenderam por 120 dias o decreto que extinguia a Reserva Nacional de Cobre e Seus Associados (Renca), que altera os limites e reduz a Floresta Nacional e a Área de Proteção Ambiental do Jamanxim, em Novo Progresso, no Pará.

A medida, porém, é provisória e não garante a revogação do decreto.

Decreto foi suspenso por 120 dias para dar início ao debate entre sociedade e governo

O governo afirmou que a suspensão “se dá em respeito às legítimas manifestações da sociedade e a necessidade de esclarecer e discutir as condições que levaram à decisão de extinção da Renca”.

O ministério, que determinou o prazo de 120 dias, disse que vai dar início ao debate com o governo e a sociedade para que busquem alternativas com o intuito de proteger a região.

O decreto gerou mal estar para o governo federal, vindo tanto da oposição quanto de políticos de partidos da base do governo. Os principais bispos de 9 países amazônios disseram que o decreto é antidemocrático e uma ameaça política para o Brasil.

O governo chegou a publicar outro decreto no mesmo dia do decreto da extinção, apenas para deixar claro que ficaria de fora da área que seria destinada a exploração a terra ocupada por unidades de conservação da floresta, terras indígenas e região de fronteiras.

“O recuo é sinal de que o governo entendeu o recado de que não pode fazer o que bem entende na Amazônia sem antes ouvir a sociedade. A Amazônia é um patrimônio nacional e cabe ao Estado o dever constitucional de protegê-lo e não simplesmente entregá-lo à iniciativa privada”, disse Jaime Gesisky, especialista em Políticas Públicas do WWF-Brasil.
As informações são da “BBC”.

Créditos: iStock / Ildo Frazao

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