‘Metralhadora do Rambo’ apreendida pela PM é de brinquedo

‘Metralhadora do Rambo’ apreendida pela PM é de brinquedo. (Foto: Divulgação/PM)- Uma análise da Delegacia Especializada em Armas Munições e Explosivos (Desarme) constatou que a suposta metralhadora M60 apreendida pela PM em Parada de Lucas, na Zona Norte do Rio, é uma arma de Airsoft. De acordo com a assessoria de imprensa da Polícia Civil, trata-se de um armamento de pressão com munição plástica, usada para treinamento e entretenimento.
A suposta metralhadora apreendida na última quinta-feira pelos policiais militares do 16º BPM (Olaria) chegou a ser comparada com arma utilizada pelo personagem Rambo. A arma de airsoft será encaminhada ao Serviço de Perícias de Arma de Fogo do Instituto de Criminalística Carlos Éboli da Polícia Civil para exames periciais.

O armamento chamou atenção de especialistas consultados pelo EXTRA, pois nunca foi apreendida uma metralhadora M60 no Rio.
Fonte:Extra

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Filho é preso suspeito de matar mãe com golpes de facão

Assassinato ocorreu neste domingo (10), na cidade de Catuípe, localizada no Noroeste do Rio Grande do Sul.

Um jovem, de 20 anos, foi preso em flagrante por suspeita do assassinato da própria mãe com golpes de facão neste domingo (10), na cidade de Catuípe, localizada no Noroeste do Rio Grande do Sul.

De acordo com o G1, os policiais encontraram Vanilde Fatima Dornelles, de 45 anos, já sem vida no banheiro. Seu filho disse aos policiais que se tratava e um caso de suicídio. O jovem era o único que estava em casa no momento da morte. No entanto, apresentou um álibi falso para os agentes.

“Ele disse que a mãe tinha se matado, algo que seria impossível em virtude dos tamanhos do corte. Ele era a única pessoa que estava com ela na hora do crime, e depois ainda apresentou um álibi dizendo que estava com a namorada na hora do crime, mas os horários não batiam”, disse o delegado Ricardo Miron, que registrou a ocorrência.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Grávida ateia fogo em ex-companheiro em rua de Belo Horizonte

O servente de pedreiro Júnio Henrique da Costa Cruz, de 30 anos, sobreviveu ao ataque

Uma mulher jogou álcool e ateou fogo no seu ex-companheiro na madrugada desta segunda-feira (11) em Taquaril, na região Leste de Belo Horizonte. O servente de pedreiro Júnio Henrique da Costa Cruz, de 30 anos, sobreviveu ao ataque.

De acordo com o jornal ‘O Tempo’, a vítima teve 30% do corpo queimado, principalmente no rosto e no braço direito. Júnio Henrique foi socorrido no Hospital de Pronto-Socorro João XXIII.

A irmã da vítima, Juvelaine Gomes da costa, de 30 anos, disse que a suspeita – identificada apenas como Mari – estava grávida de sete meses.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Recém-nascida é encontrada dentro de mochila com bilhete: ‘Cuide bem dela’

Criança foi deixada em frente a uma casa no bairro Pereirinha, em Penápolis (SP). Polícia investiga o caso.

Um bebê recém-nascido foi abandonado na manhã desta segunda-feira (11) em uma rua no bairro Pereirinha, em Penápolis (SP).

A criança estava dentro de uma mochila e enrolada em um cobertor. Ela foi deixada na frente de uma casa. Junto com o bebê, havia também um bilhete escrito à mão: “Olá, queria que vocês cuida-se [sic] da minha filha, pois não tenho condições de cuidar dela pois não tenho família e nem uma casa. Ela se chama Yasmin, por favor cuide bem dela.”

De acordo com a polícia, quem encontrou o bebê foi uma mulher que passava pelo local e ouviu choro da criança.

A polícia afirma que a recém-nascida ainda estava com o cordão umbilical. A equipe do Corpo de Bombeiros foi acionada e prestou os primeiros socorros.

O bebê foi levado para o pronto-socorro de Penápolis e passa bem. Segundo a Santa Casa da cidade, a criança deve ter nascido de 39 semanas, tem 44 centímetros e pesa 2,3 quilos.

O caso vai ser investigado pela Delegacia da Mulher. A pessoa que deixou a criança no local poderá responder por abandono de incapaz.

Fonte: ORMNews.
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Após casos de abuso no transporte, cresce demanda por carros dirigidos por mulher

Só nas últimas semanas, houve aumento de 146% no número de pedidos por ‘motorista mulher’ em aplicativos

Mulher no volante, perigo constante? Pelo contrário. Casos recentes de violência de homens contra passageiras em transportes públicos e particulares fizeram disparar a procura por motoristas mulheres. Só na última semana de agosto e nos primeiros dias de setembro, a 99, que tem a opção “motorista mulher” em seu aplicativo, percebeu aumento de 146% no número de corridas nessa modalidade no Rio, se comparado com a semana anterior.

— Um motorista de um aplicativo já pegou o meu pé e subiu a mão para meu joelho. Achei que não chegaria em casa neste dia, abri o celular para chamar a polícia — lembra a atriz Maria Augusta Montera, de 22 anos, que, desde o dia do lançamento, utiliza a opção “motorista mulher” da 99.

Disponível nas categorias táxi e carro particular (99POP), o serviço não prevê cobrança extra e já tem mais de duas mil motoristas cadastradas. Uma delas é Vanessa Crispim, de 32 anos, que nota o alívio das passageiras quando a veem chegar ao volante:

— Os últimos casos de assédio assustaram muito as mulheres. Fiz um número muito maior de corridas por dia desde então. Uma amiga já me ligou de noite depois de sair para beber e implorou para eu ir buscá-la, porque ela tinha medo de chamar um motorista e ele alterasse a rota no meio do caminho.

O Táxi Rosa, mais uma opção com o mesmo serviço no Rio e em Niterói, já conta com cerca de mil usuárias cadastradas. O aplicativo está temporariamente indisponível, para troca de plataforma, e a empresa oferece o transporte por telefone (ligação ou Whatsapp) e pelo Facebook.

— As passageiras ficavam surpresas (de ver uma mulher na direção) e pediam meu número. Uma foi passando para outra, e já não tinha como atender a todas. Assim surgiu a ideia de convidar outras mulheres para dirigir. Tenho passageiras que se recusam a entrar se o motorista for homem — conta a fundadora do Táxi Rosa, Denise Azevedo, que informou um aumento de cerca de 30% nas corridas após as últimas notícias de assédio.

Milhares de downloads

O Lady Driver é outro aplicativo que tenta driblar o assédio com serviço de mulheres só para mulheres. Disponível desde março em São Paulo, já iniciou o cadastramento de motoristas mulheres no Rio para começar a funcionar por aqui no mês que vem.

Gabriela Correa criou o Lady Driver após sofrer assédio de motorista de aplicativo. Ela conta que, após o caso do homem que ejaculou em mulher dentro de um ônibus em São Paulo, em 29 de agosto, o app teve mais de 50 mil downloads em uma semana. Na véspera, a escritora gaúcha Clara Averbuck havia denunciado no Facebook ter sido estuprada por um motorista da Uber.

— Cerca de 90% dos motoristas são homens. Trazer mulher para a direção é mostrar a todas que elas podem tudo. Sofri com o assédio, e, agora, quero levar bom atendimento e segurança para todas — diz.

O FemiTaxi, outro app exclusivo para mulheres, disponível no Rio desde maio, registrou crescimento de 164% no número de chamadas na última semana de agosto.

— O ideal seria que os apps exclusivos para mulheres não precisassem existir, que elas pudessem pedir carro de madrugada sem medo, mas a realidade é outra, e as usuárias buscam, cada vez mais, serem conduzidas por outra mulher. Tanto passageiras como motoristas se sentem mais seguras — diz Helena Rodrigues, diretora de relacionamento do FemiTaxi, que, só na capital carioca, conta com 80 motoristas.

Fonte: ORMNews.
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‘Achei que não ia sobreviver’, diz catarinense que estava no olho do furacão Irma

Casal de Joinville viveu terror em quarto de hotel nas Ilhas Virgens Britânicas.

Um casal de Joinville viveu momentos de pânico em um quarto de hotel durante a passagem do furacão Irma pelas Ilhas Virgens Britânicas, no mar do Caribe. Neste domingo (10), eles relataram à NSC TV que estavam na cidade de Tortolla, capital da ilha, na última quarta-feira (6) quando o tempo virou e a situação ficou sem controle. O veleiro em que o casal morava e viajava afundou após a passagem do furacão.

A dentista Mauriane Conte e o analista de sistemas Luiz Fernando da Silva viviam em um veleiro, chamado de Cascalho, e, ao saberem da passagem do furacão, reservaram vagas em um hotel da marina, fizeram estoque de comida e água. Eles, no entanto, não imaginavam que o Irma causaria uma destruição tão grande.

“A gente sabia que a situação era complicada e que tudo o que estava solto no chão ia voar. E foi isso que aconteceu. Nos só sentíamos pedaços de árvores, de troncos, batendo na nossa janela. Nós chegamos a duvidar que a nossa casa fosse aguentar”, disse Mauriane.

Terror no hotel

“O momento mais difícil foi quando pensei que ia arrebentar a porta do quarto [do hotel] e levar o teto. Achei que não ia sobreviver”, complementou Luiz.

Apesar de estarem seguros em um quarto de hotel, viveram momentos de grande tensão e medo.

“Nós colocamos mesa na porta, almofadas, um armário bem pesado e mesmo assim sentíamos a porta vibrar. A força do vento era muito forte. Meu amigo, que também estava lá, e eu, nos revezávamos para pressionar o armário na porta. Foi mais ou menos uma hora assim. Dava cãibra no braço, mas fomos resistindo. As meninas já estavam no guarda-roupa embutido”, contou Luiz.

“Houve momentos em que eu achei que não ia sobreviver”, disse Mauriane.

Cascalho afundou após passagem do furacão (Foto: Mauriane Conte/Arquivo Pessoal)
Cascalho afundou após passagem do furacão (Foto: Mauriane Conte/Arquivo Pessoal)

Adeus, Cascalho

O casal morava dentro do veleiro Cascalho há pelo menos cinco anos e costumava fazer viagens no barco. Segundo Luiz e Mauriane, o barco estava amarrado para enfrentar furacões de categoria cinco, nível mais elevado na escala de furacões.

Além disso, eles tomaram todos os procedimentos necessários para não deixar o veleiro afundar. Ainda assim não adiantou, outro barco caiu de ponta cabeça em cima do veleiro e o afundou. Sobraram apenas algumas roupas e um chinelo.

“Eu olhei pela janela do hotel, abri bem rápido e não vi mais o nosso barco. Antes eu via o mastro. Foi aí que eu disse que o Cascalho se foi”, lamentou Luiz.

Ajuda a quem ficou

Além das Ilhas Virgens Britânicas, o furacão Irma atingiu na última quarta o México e Cuba. Os ventos na região chegaram a 290 Km/h, deixaram rastros de destruição, dezenas de desabrigados e 10 mortos.

“A gente são sabe o que fazer, não tem o que fazer. A gente não sabe o que fazer amanhã, não tem rumo”, desabafou Mauriane.

Fonte: G1
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Homem tatuado é detido ao se masturbar para mulher e criança

A Polícia Militar prendeu na última quarta-feira (6), Felipe Messias, de 34 anos, em flagrante, por pratica de masturbação para uma mulher e uma criança de sete anos, em Ponte das Bandeiras, zona norte de São Paulo, segundo o portal G1.

Segundo detalhes da polícia, agentes do Garra conseguiram prender Felipe, que tentava fugir do local, ao entrar em um ônibus, próximo a uma praça.

Em depoimento, Felipe disse que teria bebido e que tinha acabado de urinar, em um poste. O mesmo negou que estivesse fazendo a prática ilícita, por lei.

Felipe foi autuado pelo artigo 233 do Código Penal (prática de ato obsceno em local público) e também no artigo 218-A (prática de ato libidinoso diante de menor de idade). O homem pode ter uma pena de até cinco anos de reclusão.

Fonte: DOL com informações do G1.
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MPF pede indenização por desmatamento de mais de mil hectares de floresta na região do Jamanxim

O Ministério Público Federal (MPF) entrou com ação contra Joel de Assis por desmatar mais de mil hectares de floresta nativa no município de Itaituba, oeste paraense. O dano do desmatamento é equivalente à retirada de mais de 13 mil caminhões de madeira e o valor do dano material causado é de mais de R$ 8 milhões.

O pedido do MPF à Justiça Federal tem como principal finalidade recuperar e reparar o dano ambiental causado. Dessa forma, o MPF pediu a condenação do acusado e o pagamento de indenização tanto por dano material, quanto por dano moral coletivo, derivados do desmatamento ilegal no valor total de cerca de R$ 16 milhões. O MPF pede, também, que o acusado recupere a área desmatada e fique suposto a pagar multa diária de R$ 50 mil, no caso de descumprimento.

O desmatamento ilegal na área foi constatado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), em agosto de 2014, durante uma vistoria na região. Ocorreu dentro da gleba federal do Jamanxim, região da Amazônia que hoje tem os maiores índices de desmatamento. Por se tratar de terras públicas federais, o acusado vai responder por dano a bem da União.

Além de desmatar em área pública, o acusado não tinha nenhum tipo de autorização para o desmatamento. Ele já foi multado em R$ 8 milhões pelo Ibama. Caso condenado, Joel de Assis pode perder o acesso a linhas de crédito e incentivos fiscais e pagar mais R$ 16 milhões em danos materiais e ambientais.

A ação vai tramitar da Vara de Itaituba com o número 913-34.2017.4.01.3908.

Fonte: MPF
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Menino com deficiência é deixado na escola enquanto colegas vão a passeio

Na semana passada, uma mãe de Belo Horizonte relatou pelo Facebook que o filho dela, de 9 anos, foi deixado na escola enquanto a turma tinha ido para o cinema. João, que tem paralisia cerebral e se locomove em cadeira de rodas, ficou das 7h às 11h20 circulando pelos corredores da escola municipal na companhia do cuidador dele, segundo a publicação.

“No dia 28, eles ligaram, falando que a escola ia ao cinema, mas ia deixar o João porque ele não iria gostar. Eu falei que ele gosta, já foi comigo e podiam levar ele. A escola falou ‘tudo bem’, mas eles não levaram”, contou ao E+ Adriane Cruz, de 41 anos, mãe do menino.

O passeio ocorreu no dia seguinte à ligação. Adriane conta que João chegou em casa todo alegre com um balão verde amarrado na cadeira de rodas, “como prêmio de consolação”. Ao descobrir pela responsável do transporte escolar que o filho não tinha ido ao cinema, a mãe diz que ficou arrasada.

Tendo passado por outras duas escolas municipais da cidade, a mãe diz que é a primeira vez que João vive essa situação. Desde maio na instituição atual, ele não é convidado ou levado para nenhum evento, nem mesmo para assistir a alguma apresentação dos colegas. “Neste ano, nem mesmo convidado à festa junina da escola foi. Motivos da escola: porque está frio, porque ele grita, porque levanta a perna, porque não sabem qual será a reação dele”, escreveu Adriane na rede social.

Com a repercussão do post (mais de 3 mil compartilhamentos no mesmo dia), o caso chegou à Secretaria de Educação de Belo Horizonte, que organizou uma reunião com a escola de João para o dia seguinte. “Falaram que não levaram porque acharam que ele ficaria nervoso, que ele grita e não iria gostar. Pediram desculpa e disseram que não vão mais fazer isso”, conta a mãe.

Porém, Adriane não acredita nas promessas. Presidente da Associação Mães que Informam (AMI), que defende a inclusão escolar, ela conhece outros casos semelhantes ao de João. Na última terça-feira, 5, ela participou de uma audiência pública na Câmara Municipal da cidade cujo tema era inclusão escolar.

“Nessa reunião, eu percebi que o que tem acontecido não são casos pontuais como a Secretaria de Educação fala, são casos permanentes, constantes, diários”, disse Adriane. Ela afirma que as audiências públicas têm sido um passo para que as mães possam falar sobre as dificuldades que enfrentam, mas, embora ouvidas, não são respondidas. “É um ouvir só para ser educado, mas não vão fazer nada”, lamenta.

Na publicação no Facebook, Adriane questiona quando os profissionais da educação estarão prontos para incluir. Segundo ela, os professores não recebem a capacitação adequada que o governo deveria oferecer para lidar com estudantes com alguma deficiência. “As mães tem de denunciar toda situação que acontece na escola do filho, mas nós não estamos contra a escola. Queremos que o governo capacite e estamos abertos para ajuda”, disse.

“Eu tenho conhecimento da deficiência cognitiva do meu filho e sei que ele não vai aprender como outras crianças, mas pode, sim, participar da escola em outros saberes, que é socialização e conhecimento cultural. Eu levo ele para o cinema, para conhecer os espaços culturais da cidade. Não é impossível de fazer”, diz.

O E+ entrou em contato com a Secretaria de Educação de Belo Horizonte que, até a publicação desta matéria, não enviou o posicionamento sobre o caso.

Fonte: MSN/Estadão.
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Turista brasileiro esfaqueado em Nova York relata ataque: ‘Veio por trás’

Mateus Machado, de 23 anos, ‘está bem’ após ser atacado por homem desconhecido

O turista brasileiro esfaqueado por um homem desconhecido em Nova York deu detalhes sobre como ele foi atacado, em frente ao Trump International Hotel and Tower, perto do Central Park, numa das áreas mais movimentada de cidade. Em entrevista ao GLOBO, o gaúcho Mateus Machado, de 23 anos, disse que estava fazendo uma foto do suntuoso prédio quando sentiu um esbarrão e, em seguida, percebeu que tinha sido ferido com uma faca nas costas, abaixo das costelas.

— Foi muito rápido. Parei na frente do Trump International Hotel, me escorei na grade para bater a foto. Quando estava saindo, dei uns cinco passos em direção ao Central Park. Veio um homem por trás de mim, me cravou uma faca e saiu correndo. A rua estava muito movimentada, vários turistas. Ninguém entendeu. Só fui dar conta quando levei a mão nas costas e fiquei com a mão ensanguentada — relatou o advogado, três dias após ser internado hospital New York Presbyterian.

Nascido e formado em Porto Alegre, Machado contou que não falou com o agressor antes ou depois da facada. Policiais suspeitam que o homem seja um morador de rua. Assustado, o gaúcho só contou sobre o ataque para a mãe dois dias depois do incidente. Ele queria se certificar de que estava bem antes de falar com ela.

Mateus ainda precisa passar por exames, mas diz que “está se recuperando bem”. Ele estava em Nova York apenas algumas horas, à espera de uma conexão para Roma, na Itália, que partiria na noite daquele domingo. O advogado seguiria para um congresso em Braga, no Norte de Portugal. Mas preferiu não revelar de imediato à mãe a mudança forçada de planos.

— Eu falei para minha mãe só ontem (terça-feira), dois dias depois. Esperei para saber o que estava acontecendo. Eu continuava falando com ela, mas não mencionava (o ataque). Ela ficou bem angustiada (quando soube), mas eu continuo tentando tranquilizar. Está tudo sob controle — ressaltou o brasileiro.

“Com a graça de Deus, agora está tudo bem. Logo o meu amado filho estará voltando”, escreveu no Facebook Solange Martins, aliviada.

SEM PISTAS DO AGRESSOR

Apesar da melhora, o advogado conta que não há previsão de alta. Nas redes sociais, o jovem frisou que é “difícil buscar o porquê de ser esfaqueado imotivadamente”. Ele também relatou a dificuldade de estar hospitalizado “do outro lado do mundo”, longe das pessoas que ama. “Mesmo diante dessas circunstâncias, tenho que extrair o lado bom e agradecer por estar vivo e por ser rodeado de pessoas do bem”, escreveu ao agradecer as manifestações de carinho.

De acordo com Mateus, a rua estava movimentada por vários turistas por volta de 13h30 no horário local (12h30m em Brasília). No momento do ataque, havia uma viatura da polícia na esquina. Os agentes e donos de food truck da localidade acudiram o brasileiro com lenços para enxugar o sangue até a chegada da ambulância.

— Fiz uma bateria de exames na hora que eu cheguei, e em nenhum momento foi falado em gravidade. Mas estou reagindo muito bem e continuo aqui por protocolo deles. Médicos brasileiros da minha família disseram que, se fosse no Brasil, eu provavelmente já teria alta. Tenho sido ouvido pela polícia todos os dias, mas não (o suspeito) não foi identificado — recordou.

Fonte: O Globo.
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