Homem vence luta com cobra gigante na Indonésia

Píton de 7,8 metros de comprimento foi morta após atacar indonésio

Uma píton gigante, com 7,8 metros de comprimento, foi morta após atacar um homem na Indonésia. As imagens foram registradas pela polícia de Batang Gansal, na ilha de Sumatra, e divulgadas nesta quarta-feira (4).

De acordo com a agência AFP, os moradores mataram a cobra após o feito do “lutador” e exibiram a cabeça. O cadáver do réptil foi cortado, frito e depois comido pela comunidade. Ainda segundo a agência, o animal quase cortou o braço do homem. O caso ocorreu no último sábado, 30 de setembro.

Fonte: ORMnews.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
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CCJ do Senado altera regras para demissão de servidor público

Desempenho do servidor será avaliado anualmente por uma banca julgadora. Matéria ainda passará por três comissões

Por: O Globo 4 de Outubro de 2017 às 22:10 Atualizado em 4 de Outubro de 2017 às 22:10
Por nove votos a favor e quatro contrários, a Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou nesta quarta-feira regras para a demissão de servidor público estável por “insuficiência de desempenho”, aplicáveis a todos os poderes, nos níveis federal, estadual e municipal. A regulamentação tem por base o substitutivo apresentado pelo relator, senador Lasier Martins (PSD-RS), ao projeto de lei da senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE). A matéria ainda passará por três comissões.

De acordo com o texto, o desempenho funcional dos servidores deverá ser apurado anualmente por uma comissão avaliadora e levar em conta, entre outros fatores, a produtividade e a qualidade do serviço. Deve ser garantido o direito ao contraditório e à ampla defesa.

No texto da senadora Maria do Carmo, a responsabilidade pela avaliação de desempenho seria do chefe imediato de cada servidor. Ao justificar sua opção por transferir a tarefa a uma comissão, Lasier Martins afirmou que nem sempre o chefe imediato é um servidor estável, mas sim um comissionado sem vínculo efetivo com a administração pública.

O relator disse que também pesou na sua decisão temores de entidades representativas dos servidores, expostas em debate na CCJ. Para as entidades, não seria razoável deixar exclusivamente a cargo da chefia imediata uma avaliação que levaria à exoneração de um servidor estável. Segundo ele, uma decisão de tamanha gravidade corre o risco de ser determinada “por simpatias ou antipatias no ambiente de trabalho”.

Quanto à periodicidade das avaliações, Maria do Carmo havia sugerido que ocorressem a cada seis meses. Ao justificar a opção por processos com periodicidade anual, Lasier afirmou que seis meses seria um intervalo de tempo “muito curto” para a realização das avaliações, gerando carga de atividades que nem todos órgãos públicos estariam aptos a cumprir com a necessária eficiência.

Fatores de avaliação

De acordo com o substitutivo, a apuração do desempenho do funcionalismo deverá ser feita entre 1º de maio de um ano e 30 de abril do ano seguinte. Produtividade e qualidade serão os fatores fixos de avaliação, associados a outros cinco fatores variáveis, escolhidos em função das principais atividades exercidas pelo servidor no período. Estão listados, entre outros, “inovação, responsabilidade, capacidade de iniciativa, foco no usuário/cidadão”.

Demissão

A possibilidade de demissão estará configurada, segundo o substitutivo, quando o servidor público estável obtiver conceito N (não atendimento) nas duas últimas avaliações ou não alcançar o conceito P (atendimento parcial) na média tirada nas cinco últimas avaliações. Quem discordar do conceito atribuído ao seu desempenho funcional poderá pedir reconsideração ao setor de recurso humanos dentro de dez dias de sua divulgação. A resposta terá de ser dada no mesmo prazo.

Eficiência

Ao defender sua proposta, Maria do Carmo disse que seu objetivo não é prejudicar os “servidores públicos dedicados”, “que honram cotidianamente os vencimentos que recebem e são imprescindíveis para o cumprimento das atribuições estatais”. Disse ser necessário levar em conta que, quando não há a perda do cargo de um agente público negligente, sérias consequências derivam dessa omissão.

“A sociedade se sente lesada, porquanto desembolsa pesados tributos para o correto funcionamento da máquina pública que, por sua vez, não lhe retorna o investimento em bens e serviços. Além disso, a mensagem passada aos servidores responsáveis e que prestam bem o seu papel é de que não vale a pena o esforço, pois aquele funcionário que não trabalha e sobrecarrega os demais jamais será punido”, argumentou.

Fonte: ORMNews.
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Fim da Estabilidade – Nova regra facilita demissão de servidor público estável

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (4) regras para a demissão de servidor público estável por “insuficiência de desempenho”, aplicáveis a todos os Poderes, nos níveis federal, estadual e municipal. A regulamentação tem por base o substitutivo apresentado pelo relator, senador Lasier Martins (PSD-RS), a projeto de lei (PLS 116/2017 – Complementar) da senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE). A matéria ainda passará por três comissões, a começar pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS).

Debate de quase duas horas antecedeu a votação, encerrada com nove votos favoráveis à proposta e quatro contrários. Pelo texto, o desempenho funcional dos servidores deverá ser apurado anualmente por uma comissão avaliadora e levar em conta, entre outros fatores, a produtividade e a qualidade do serviço. Deve ser garantido o direito ao contraditório e à ampla defesa.

No texto de Maria do Carmo, a responsabilidade pela avaliação de desempenho seria do chefe imediato de cada servidor. A justificar sua opção por transferir a tarefa a uma comissão, Lasier Martins afirmou que nem sempre o chefe imediato é um servidor estável, mas sim um comissionado sem vínculo efetivo com a administração pública.

O relator disse que também pesou na sua decisão temores de entidades representativas dos servidores, expostas em debate na CCJ. Para as entidades, não seria razoável deixar exclusivamente a cargo da chefia imediata uma avaliação que levar à exoneração de servidor estável. Segundo ele, foi citado o risco de uma decisão de tamanha gravidade ser determinada “por simpatias ou antipatias no ambiente de trabalho”.

Quanto à periodicidade das avaliações, Maria do Carmo havia sugerido elas ocorressem a cada seis meses. Ao justificar a opção por processos com periodicidade anual, Lasier afirmou que seis meses seria um intervalo de tempo “muito curto” para a realização das avaliações, gerando carga de atividades que nem todos órgãos públicos estariam aptos a cumprir com  a necessária eficiência.

Fatores de avaliação

De acordo com o substitutivo, a apuração do desempenho do funcionalismo deverá ser feita entre 1º de maio de um ano e 30 de abril do ano seguinte. Produtividade e qualidade serão os fatores avaliativos fixos, associados a outros cinco fatores variáveis, escolhidos em função das principais atividades exercidas pelo servidor no período. Estão listados, entre outros, “inovação, responsabilidade, capacidade de iniciativa, foco no usuário/cidadão”.

A ideia é que os fatores de avaliação fixos contribuam com até metade da nota final apurada. Os fatores variáveis deverão corresponder, cada um, a até 10% da nota. A depender da nota final, dentro de faixa de zero a dez, o desempenho funcional será conceituado dentro da seguinte escala: superação (S), igual ou superior a oito pontos; atendimento (A), igual ou superior a cinco e inferior a oito pontos; atendimento parcial (P), igual ou superior a três pontos e inferior a cinco pontos; não atendimento (N), inferior a três pontos.

Demissão

A possibilidade de demissão estará configurada, segundo o substitutivo, quando o servidor público estável obtiver conceito N (não atendimento) nas duas últimas avaliações ou não alcançar o conceito P (atendimento parcial) na média tirada nas cinco últimas avaliações. Quem discordar do conceito atribuído ao seu desempenho funcional poderá pedir reconsideração ao setor de recursos humanos dentro de dez dias de sua divulgação. A resposta terá de ser dada no mesmo prazo.

Também caberá recurso da decisão que negar, total ou parcialmente, o pedido de reconsideração. Mas essa a possibilidade só será aberta ao servidor que tiver recebido conceito P ou N. O órgão de recursos humanos terá 15 dias, prorrogáveis por igual período, para decidir sobre o recurso.

Esgotadas todas essas etapas, o servidor estável ameaçado de demissão ainda terá prazo de 15 dias para apresentar suas alegações finais à autoridade máxima da instituição onde trabalha. O substitutivo deixa claro também que a insuficiência de desempenho relacionada a problemas de saúde e psicossociais poderá dar causa à demissão, mas apenas se a falta de colaboração do servidor no cumprimento das ações de melhoria de seu desempenho não decorrer exclusivamente dessas circunstâncias.

Carreiras de Estado

O texto de Maria do Carmo estabelecia um processo de avaliação de desempenho diferente para servidores de carreiras exclusivas de Estado, como policiais, procuradores de órgãos de representação judicial, defensores públicos e auditores tributários. Essas categorias poderiam recorrer à autoridade máxima de controle de seu órgão caso houvesse indeferimento total ou parcial de recurso contra o resultado da avaliação. A exoneração por insuficiência de desempenho também dependeria de processo administrativo disciplinar específico.

Lasier Martins mudou a proposta com a justificativa de que poderia haver inconstitucionalidade na medida. Na reformulação desse dispositivo, ficou estipulado que a exoneração por insuficiência de desempenho de servidores vinculados a atividades exclusivas de Estado dependerá de processo administrativo específico, conduzido segundo os ritos do processo administrativo disciplinar.

Emendas

Onze emendas foram apresentadas ao projeto, mas Lasier acatou apenas duas, apresentadas pelo senador Humberto Costa (PT-PE), de modo parcial. Uma delas garante prioridade aos servidores avaliados com insuficiência de desempenho nos programas de capacitação e treinamento dos respectivos órgãos. A emenda também livraria o servidor nesta condição de ser penalizado com o conceito “P” (atendimento parcial) ou “N” (não atendimento) nas próximas avaliações caso seu órgão não fornecesse a reciclagem exigida. Esse parte da emenda, porém, não foi aproveitada.

Lasier aproveitou o ponto referente à necessidade de os órgãos priorizarem a oferta de programas de capacitação e treinamento aos servidores com insuficiência de desempenho. Entretanto, considerou “descabido” o bloqueio das avaliações posteriores de quem está nessa faixa, na hipótese de a reciclagem não ter sido ofertada.

A segunda emenda se refere ao processo de desligamento dos servidores que exercem atividades exclusivas de Estado. Nesse caso, ele adotou a proposta para que a exoneração por insuficiência de desempenho dependerá de processo administrativo específico, além de sugestão para deixar claro, como queria Humberto Costa, que a decisão final nesse caso competirá à autoridade máxima da instituição.

A base das alterações sugeridas por Humberto Costa foi o parecer do senador Romero Jucá (PMDB-RR) a projeto de lei da Câmara (PLC 43/1999- Complementar), de autoria do Executivo, que também disciplinava a perda de cargo público por insuficiência de desempenho do servidor estável. Esse projeto foi arquivado em 2007, sem que a Câmara dos Deputados se manifestasse sobre o substitutivo oferecido por Jucá e aprovado pelo Senado.

Eficiência

Ao defender sua proposta, Maria do Carmo disse que seu objetivo não é prejudicar os “servidores públicos dedicados”, “que honram cotidianamente os vencimentos que percebem e são imprescindíveis para o cumprimento das atribuições estatais”. Disse ser necessário levar em conta que, quando não há a perda do cargo de um agente público negligente, sérias consequências derivam dessa omissão.

“A sociedade se sente lesada, porquanto desembolsa pesados tributos para o correto funcionamento da máquina pública que, por sua vez, não lhe retorna o investimento em bens e serviços. Além disso, a mensagem passada aos servidores responsáveis e que prestam bem o seu papel é de que não vale a pena o esforço, pois aquele funcionário que não trabalha e sobrecarrega os demais jamais será punido”, argumentou.

Lasier concordou com Maria do Carmo sobre a necessidade “premente” de regulamentação do processo de avaliação de desempenho do servidor público. Apesar de enxergar a estabilidade não só como um direito, mas também como uma garantia de que a atividade estatal será exercida com maior impessoalidade e profissionalismo, o relator na CCJ observou que esse instituto “não pode ser uma franquia para a adoção de posturas negligentes ou desidiosas pelo servidor”.

Rejeição

Durante a discussão, o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) apresentou voto em separado pela rejeição. Justificou que sua divergência não se fundamentava na “defesa cega” de supostos privilégios dos servidores, esse um discurso de defensores do Estado mínimo e do desmonte das políticas públicas. Segundo ele, a proposta ainda motiva dúvidas tanto técnicas quando a respeito de seus objetivos.

— Há dúvidas razoáveis sobre seus fins políticos reais, direcionados, em alguma medida, a favorecer um expurgo arbitrário do serviço público, com vistas à redução do tamanho do Estado, numa perspectiva econômica ortodoxa, arcaica e, sobretudo, autoritária — sustentou.

Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), que pediu verificação de presença na votação, disse que o momento não é próprio, nem a forma do projeto serve para abrir um debate tão importante. Para ela, há o risco de se cometer inúmeras injustiças com os servidores. Lamentou que nove emendas suas tenham sido rejeitadas e a apontou hipótese de vício constitucional no projeto, pois iniciativas referentes a carreiras de servidores caberiam apenas ao Executivo.

“Meritocracia”

A senadora Ana Amélia (PP-RS) disse não associar o projeto com o fim da estabilidade, mas, sim, como defesa da “meritocracia”. Outros senadores, como Eduardo Braga (PMDB-AM), mesmo defendendo a proposta, disse que ainda há necessidade de aprimoramento, que podem ser feitos nas próximas comissões que analisarão a matéria.

O senador Armando Monteiro (PTB-PE) concordou com a tese de Braga de que o desempenho do servidor muitas vezes é prejudicado pela falta de condições de trabalho, mas disse que isso não é motivo que que não se façam avaliações de desempenho.

— É possível identificar às vezes, em precaríssimas condições materiais, servidores que se superam em meio a essas limitações e dão belos exemplos cotidianamente do seu compromisso e, verdadeiramente, daquilo que eles internalizam como sendo a sua missão — afirmou Monteiro.

A senadora Simone Tebet (PMDB-MS) votou a favor, mas também apontou a possibilidade de vício de constitucionalidade. No caso de leis complementares, que se aplicam a todos os poderes e entes federativos, ela afirmou que só é possível legislar em relação a normas gerais, e não específicas, como faz o projeto. A senadora chegou a defender o adiamento da votação para que o assunto fosse melhor estudado, mas observou que ajustes podem ainda ser feitos nas demais comissões.

Fonte: DOL, com informações Agência Senado.
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Delegado não descarta envolvimento de ex-funcionários em incêndio de prefeitura no Nortão

A Polícia Civil de Nova Bandeirantes (525 quilômetros de Sinop) está trabalhando com pelo menos três linhas de investigações relacionadas ao incêndio que destruiu a prefeitura, na última segunda-feira. O delegado Vinícius de Assis Nazário, explicou, ao Só Notícias, que não está descartado o envolvimento de ex-funcionários e também a utilização do fogo para destruição de arquivos que poderiam comprovar a realização de licitações irregulares das gestões anteriores.

“Nós temos também a possibilidade de envolvimento de ex-funcionários, que foram demitidos pelo atual prefeito. Pode ser uma retaliação por conta das demissões ou por causa das investigações da Delegacia Especializada em Crimes Fazendários e Contra a Administração Pública (Defaz). Vamos trabalhar com as informações que nós temos e levantar mais elementos para requerer prisões”, afirmou.

O delegado adiantou que já foram ouvidas mais de oito testemunhas, porém preferiu não divulgar o teor desses depoimentos. “Estamos trabalhando com três linhas de investigação, mas nenhuma delas se confirmou e não podemos divulgar ainda. O prefeito já levantou alguns suspeitos e estamos apurando. Existe a possibilidade de ser uma dessas pessoas indicadas por ele. Porém, ainda não temos uma prova concretar para indiciar e pedir a prisão de alguém. A investigação ainda está na fase preliminar. No memento, não podemos adiantar nada do que essas pessoas nos contataram”.

Vinícius de Assis disse ainda que o incêndio surpreendeu as autoridades policiais e os moradores da região. “Surpreendeu à polícia e os moradores pela ousadia. A prefeitura ficava a poucos metros da delegacia e do quartel da Polícia Militar. Renderam o vigilante e deixaram claro que fariam a ação criminosa. Essa frieza como praticaram o crime nos surpreendeu. Além disso, ocorreu logo após a operação para combater crimes fazendários contra a administração”.

Conforme Só Notícias já informou, a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) de Alta Floresta deve apontar, nos próximos 15 dias, as causas do incêndio que destruiu a prefeitura. O perito criminal, Alan Figueiredo, explicou que foram coletadas amostras das cinzas e encaminhada ao laboratório para serem analisadas. “O objetivo é constatar se houve a utilização de algum combustível para dar início e acelerar a propagação do fogo no prédio. Preliminarmente foi possível constatar que as chamas atingiram com mais intensidade alguns setores como o de finanças, tesouraria e recursos humanos. Nestes locais, funcionários informaram que ficavam muitos documentos importantes da prefeitura. O laudo dessas constatações deve ser entregue à polícia. Visualmente não foi possível apontar o local que iniciou incêndio”, disse.

O prefeito Valdir Pereira dos Santos (PR) apontou que o incêndio pode ter sido criminoso e afirmou que dois homens encapuzados renderam o vigilante e atearam fogo. “Eles renderam o servidor e disseram que iram fazer um ‘servicinho’ na prefeitura. Queriam saber onde era a minha sala, mas o guarda apontou para o outro lado e neste local o fogo começou”.

Um novo prédio será alugado pela administração municipal para funcionar a prefeitura, mas ainda não há prazo para iniciar os atendimentos.
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Fonte: Só Notícias.
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Arma de guerra apreendida em comunidade da Zona Oeste poderia destruir blindados

A Polícia Militar anunciou a apreensão de um artefato com características de lança-rojão encontrado em uma comunidade de Santa Cruz, Zona Oeste do Rio, na manhã desta quarta-feira. Durante a tarde, o delegado titular da 36ª DP (Santa Cruz), onde o caso foi registrado, confirmou que o objeto – localizado em um terreno abandonado na área do Rola – se trata de uma arma de guerra verdadeira, conforme perícia realizada com apoio do Esquadrão Antibombas.

Ao analisar as imagens para o EXTRA, o diretor da Associação Brasileira de Profissionais de Segurança (ABSEG) no Rio de Janeiro e especialista em armas Vinícius Domingues Cavalcante identificou o armamento como sendo uma ‘armbrust’, de fabricação alemã e largamente produzida durante o período da Guerra Fria. Ela é considerada um lançador de foguete descartável, de um único tiro; e anti-tanque, ou seja, projetada para destruir carros de combate e outros veículos blindados.

“O tubo é descartável depois do disparo e, pelas fotos, dá para ver a munição dentro (o foguete vermelho de ponta), mas daí a considerar que o foguete é ‘vivo’, que está em condições de disparo, é mais complexo”, diz Cavalcante.
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Armas como a ‘armbrust’ são de uso restrito das Forças Armadas.

“Nós já encontramos aqui lançadores de foguete M-72 (Law 66 mm), um outro tipo, em condições de uso, e a criminalidade nunca usou. A diferença é que o M-72 tem inscrições na lateral do tubo ensinando o soldado analfabeto como vai disparar. Um monte de Forças Armadas na América Latina, inclusive em países limítrofes com o Brasil (como Argentina, Peru, Colômbia e Venezuela), utilizavam o M72. A única que usava o armbrust, como o que foi encontrado hoje pela polícia, era o Chile. O fato de existir no Exército Chileno não é significativo para explicar como é que um deles apareceu numa favela do Rio de Janeiro”, destaca o profissional, salientando que nunca teve a oportunidade de ter um exemplar do Armbrust nas mãos para examinar, como já fez com o M-72 e o AT-4.

O especialista acredita que, mesmo tendo em mãos um artefato com capacidade de disparar projéteis de 67 mm e com um alcance de fogo efetivo de 300 m, criminosos não estariam aptos a manuseá-lo:

“Eu acredito que o potencial dessa arma deja muito mais de dissuasão psicológica do que efetivamente uma coisa que algum criminoso vá disparar contra um veículo policial, por exemplo. Pode destruir um caveirão? Talvez possa, dependendo do tipo de foguete que está dentro, mas eu pergunto: quem dos criminosos teria condições de operá-lo e faria um disparo certeiro com ele. Essa arma não é empregada no Brasil e esse modelo deixou de ser fabricado há mais de 12 anos”, afirma Cavalcante.

Durante a incursão pela comunidade do Rola nesta quarta-feira, os PMs também recuperaram uma moto roubada e apreenderam drogas, sendo 540 papelotes de cocaína e 118 trouxinhas de maconha.

Fonte: EXTRA.
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Após confundir câncer com espinha, mulher faz alerta sobre doença

Kari Cummins, uma mãe de 35 anos que mora com a família na Califórnia, nos Estados Unidos, evitou o dermatologista por anos, mesmo expondo sua pele ao sol e fazendo sessões de bronzeamento constantemente. Um dia, a mulher notou uma marca estranha em seu queixo, mas achou que se tratava de uma espinha — e ignorou o que era, na verdade, o sinal de um câncer de pele.

“Eu sempre tive a pele muito clara e limpa, então eu achei que a marca era um pouco incomum. No entanto, eu acreditei que não passava de um cravo ou um tipo estranho de acne adulta, já que nunca vi nada do tipo“, contou a dona de casa ao The Daily Mail. “Eu tenho a pele clara, e eu usei camas de bronzeamento durante os meus 20 anos e no começo dos meus 30 anos para conquistar um bronzeado bonito antes de tirar férias. Eu não era uma usuária frequente, e só fazia as sessões ocasionalmente, mas eu aprendi que não é necessário muito para que os raios UV acelerem o crescimento de um carcinoma, especialmente se você é tem a pele clara“, desabafou a mulher.

A mulher também revelou que cresceu ao lado de um lago e passava muito tempo no sol: “Eu acho que isso também não me ajudou!“, contou. Após ignorar a marca por muito tempo, a Kari decidiu ir ao médico, onde foi diagnosticada com um carcinoma de células escamosas, um tipo de câncer que precisa ser tratado com rapidez pois pode se espalhar para outros órgãos — curiosamente, a visita ao médico foi motivada pela mãe da jovem, que também tinha marcas estranhas no rosto. A mulher passou por uma cirurgia para tirar a massa, mas o procedimento a deixou com um buraco no queixo que precisou de 35 pontos para ser fechado. Atenção: imagens fortes.

“Se eu não tivesse retirado o câncer quando eu tirei, ele teria crescido ainda mais, teria atingido tecidos mais profundos e poderia ter se espalhado. Eu precisei tomar 35 pontos para fechar o buraco e ele demorou semanas até cicatrizar e, agora, eu tenho uma cicatriz bastante notável no meu rosto“, falou a mulher. “A princípio eu me senti mal, mas agora eu me sinto empoderada já que posso usar minha experiência para compartilhar a minha história na esperança de conscientizar alguém sobre a importância de cuidar da pele“.

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Após confundir câncer com espinha, mulher faz alerta sobre doença © Foto: Divulgação Após confundir câncer com espinha, mulher faz alerta sobre doença

A mulher, então, revela o que diferenciou a marca em sua pele dos cravos e espinhas comuns: “Eu tinha alguns caroços e escamações na pele, então uma biopse foi feita e eles encontraram indícios que eles eram potencialmente cancerígena. Ainda bem, o diagnóstico foi rápido, mas eu ainda precisei removê-los cirurgicamente. O caroço do meu queixo parecia um cravo ou espinha interno e, quando ele foi removido, eu não pude acreditar no que sobrou“.

Desde a cirurgia, Kari notou alguns novos caroços em sua testa e, após mais testes, os médicos chegaram à conclusão que eles também precisarão ser removidos cirurgicamente. “Isso pode acontecer com qualquer um. Infelizmente, eu negligenciei a minha pele e agora eu estou enfrentando as consequências. Também é importante que as pessoas saibam que cremes e produtos eles estão usando, já que muitos desses cosméticos têm químicos tóxicos que também são muito ruins para a pele“, aconselhou a mulher.

Fonte: MSN.
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Fisioterapeuta e professor preso por estuprar 2 crianças e 3 jovens

Crianças teriam sido violentadas nas aulas de artes marciais, enquanto abusos das vítimas mais velhas teriam acontecido durante sessões de fisioterapia

Um fisioterapeuta e professor de Kickboxing, de 43 anos, foi preso sob suspeita de estuprar duas meninas, um de 9 e outra de 10 anos e pelo menos mais três jovens, no Mato Grosso do Sul. Segundo informações do G1, o delegado acredita que o número de vítimas seja maior, por isso faz um apelo que as vítimas denunciem.

“Mesmo a polícia divulgando a prisão, algumas vítimas têm receio de falar. É importante que as pessoas denunciem. A gente imagina que o número de casos sejam muito maiores. Quanto mais vítimas denunciar, mais tempo ele vai ficar preso,” explicou o delegado Thiago Passos ao G1.

O homem, que não teve a identidade revelada, já responde à justiça por suspeita de estupro em 2016. Desta vez, as crianças teriam sido violentadas nas aulas de artes marciais, enquanto os abusos das vítimas mais velhas teriam acontecido durante sessões de fisioterapia, em residências em Brasilândia e em uma clínica em Três Lagoas.

O professor e fisioterapeuta foi preso na última sexta-feira (29), após uma das meninas relatar à mãe o abuso sofrido. Ele continua na 1ª Delegacia de Polícia Civil de Três Lagoas.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Pena pode ser leve para os 16 envolvidos no ‘maior assalto do mundo’

Os criminosos, que tiveram prisão decretada ontem (3), pretendiam roubar R$ 1 bilhão e fugir em sete carros blindados

Os 16 envolvidos na construção do túnel que resultaria no “maior assalto do mundo” ao Banco do Brasil de Santo Amaro, na Zona Sul de São Paulo, podem enfrentar penas leves, segundo a polícia. Os criminosos, que tiveram prisão decretada ontem (3), pretendiam roubar R$ 1 bilhão e fugir em sete carros blindados, apreendidos pela corporação nessa terça. Hoje (4), o túnel, de 500 metros, começou a ser concretado pela prefeitura.

Os suspeitos vão responder por tentativa de furto qualificado e associação criminosa, de acordo com informações do G1. A pena prevista para último crime é de três a oito anos de cadeia. Já o furto qualificado, de dois a oito anos de reclusão.

Como não houve a efetivação do roubo, relatou reportagem, a pena pode ser reduzida em até 2/3. Dos 16 homens que participariam da ação criminosa, apenas dois dois deles não tinham passagens pela polícia. O investimento feito pela quadrilha para a construção do túnel foi de R$ 4 milhões.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Senado aprova PEC que veda coligações e cria cláusula de desempenho

O plenário do Senado aprovou nesta terça (3), em dois turnos, a proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a coligação de partidos para eleições proporcionais e estabelece a cláusula de desempenho, que gradativamente impede a propaganda de rádio e TV e o repasse de dinheiro do fundo partidário a partidos pequenos.

Aprovada na semana passada pela Câmara, a emenda constitucional será promulgada pelo Congresso Nacional nos próximos dias para que possa valer nas eleições de 2018. No caso das coligações partidárias, a proibição valerá a partir de 2020.

Com aprovação unânime, as discussões entre os senadores foram rápidas, já que o projeto é originário do próprio Senado. Na Câmara, após várias semanas de debates, os deputados aprovaram a PEC 282/2016 (convertida no Senado em PEC 33/2017) mas, como a proposta foi alterada, precisou ser votada novamente no Senado. Até o momento, esta é a única proposição sobre a reforma política que valerá para o próximo pleito.
Desempenho

A emenda cria uma cláusula de desempenho para que os partidos só tenham acesso aos recursos do Fundo Partidário e ao tempo de propaganda gratuita no rádio e na televisão se atingirem um patamar mínimo de candidatos eleitos em todo o país.

A partir de 2030, somente os partidos que obtiverem no mínimo 3% dos votos válidos, distribuídos em pelo menos um terço dos estados, terão direito aos recursos do Fundo Partidário. Para ter acesso ao benefício, os partidos também deverão ter elegido pelo menos 15 deputados distribuídos em pelo menos um terço dos estados.

O mesmo critério será adotado para definir o acesso dos partidos à propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão. A mudança, no entanto, será gradual, começando pelo piso de 1,5% dos votos válidos e nove deputados federais eleitos nas eleições de 2018; chegando a 2% e 11 deputados eleitos, em 2022; a 2,5% e 13 eleitos em 2026, até alcançar o índice permanente de 3% e 15 eleitos em 2030.
Dois turnos

No primeiro turno, a PEC foi aprovada por 62 votos favoráveis e nenhum contrário. Com a quebra de interstício, que previa um intervalo mínimo de sessões para que a proposição fosse analisada novamente, os senadores confirmaram por 58 votos a 0 a aprovação da matéria.

“Nós, hoje, acabamos com essa coisa esdrúxula chamada coligações partidárias proporcionais. Também criamos a cláusula de desempenho, que vai moralizar a vida pública brasileira, diminuindo essa quantidade enorme de partidos”, disse o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE). Segundo ele, a nova emenda será promulgada até a próxima quinta-feira (5).

Fonte: MSN.
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Caso MAM: quem divulgou vídeo de menina no museu pode ser punido

A nova onda de fúria dos grupos conservadores em torno do registro de uma performance no MAM (Museu de Arte Moderna de São Paulo), em que uma criança da plateia, acompanhada da mãe, tocou o tornozelo de um homem nu, pode ter um desfecho mais complexo que a condenação da mostra desejada pelos críticos que reproduziram as imagens massivamente nas redes sociais nos últimos dias. Segundo o Ministério Público de São Paulo, que abriu inquérito para apurar o caso que ocorreu na semana passada, a pessoa que tornou as imagens públicas será investigada, assim como a conduta do museu em relação à classificação indicativa da exposição. “A pessoa que gravou [as cenas] pode ser responsabilizada pela propagação”, afirmou, nesta segunda-feira, o promotor Eduardo Dias, da Promotoria de Interesses Difusos e Coletivos da Infância e Juventude. E quem está divulgando a imagem, sem borrar o rosto da criança, também pode ser punido.

Segundo o promotor, as imagens “expõem a dignidade” da criança. E por isso, o MP já pediu ao Google e ao Facebook que tirassem do ar, imediatamente, o vídeo, que circulou pelas redes sociais e WhatsApp desde o final da última semana. Procurada, a assessoria de imprensa do Facebook não respondeu aos questionamentos até o fechamento desta reportagem. Já o Google afirmou, por meio da sua assessoria, que “não vai comentar casos específicos”. O autor do vídeo ainda não foi encontrado, segundo o MP.

“Quem foi para lá [para a performance], talvez estivesse preparado para entender do que estava exposto”, diz o promotor. “As pessoas que viram o vídeo talvez não estivessem”. Por isso, o promotor ressaltou a importância de avisos sobre a restrição de produzir imagens no local. A assessoria de imprensa do MAM não soube informar se havia algum aviso proibindo ou restringindo fotos e vídeos

O inquérito foi aberto na sexta-feira, após uma série de reclamações chegarem ao MP por meio da ouvidoria. Grupos conservadores como os Ativistas Independentes e Nas Ruas, ambos a favor, por exemplo, da volta do voto em papel, e o Movimento Brasil Livre encabeçaram uma campanha nas redes sociais condenando o museu e a performance, acusando-os de pedofilia. O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), gravou, no sábado, um vídeo se manifestando contrário à performance. “É preciso respeitar a família, respeitar os direitos, respeitar as religiões, respeitar a liberdade alheia”, disse o tucano. No mesmo dia, um pequeno grupo foi até o Museu protestar e, segundo a assessoria de imprensa do MAM, ameaçou e a agrediu fisicamente e verbalmente os funcionários do local. Dois boletins de ocorrência foram registrados pelo Museu no sábado.

Além da questão da imagem, o MP também vai apurar a classificação indicativa da performance, que foi realizada na abertura da 35ª Panorama da Arte Brasileira – 2017 na última terça-feira, pelo artista Wagner Schwartz. Intitulada La Bête, a performance era uma homenagem à artista carioca Lygia Clark, que morreu em 1988. A artista era autora de uma peça de metal chamada Bicho, e o público podia manipular a obra durante as exposições. No caso de La Bête, o bicho era o próprio artista, nu. Por isso, para o promotor, a classificação etária é importante neste caso. “Temos que saber como foi feita a classificação indicativa, como ela evoluiu”, disse. De acordo com o MAM, havia três placas alertando para as cenas de nudez na performance: duas na entrada do Museu, e uma na entrada da mostra. Segundo o promotor, indicativo de nudez não é o ideal. “O mais adequado é quando [o aviso] vem com a idade [classificatória]”.

Ainda assim, Eduardo Dias lembra que os familiares da garota – ela estava acompanhada da mãe – têm o poder de autorizar que a criança participe deste tipo de evento, mesmo que houvesse uma classificação etária não condizente com a idade dela. “Isso não os desobriga, porém, de tutelar pela integridade física e moral da criança”, afirmou.

O inquérito do MP não tem prazo para ser finalizado. Pode ser arquivado, ou terminar em um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) – em que o museu deve se comprometer a ajustar alguns procedimentos – ou em uma ação civil pública, devido à exposição da criança.
Onda Queermuseu

O caso do MAM é mais um de uma série de exposições e manifestações artísticas que viraram alvo de grupos conservadores no último mês. Começou pela exposição Queermuseu, que foi suspensa do Santander Cultural, em Porto Alegre, no último dia 10, após uma série de protestos nas redes sociais. A maioria se queixava de que algumas obras promoviam blasfêmia contra símbolos religiosos e apologia à zoofilia e à pedofilia. Depois disso, outras mostras em Brasília, Jundiaí e Campo Grande também sofreram pressões.

No domingo, o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (PRB) publicou um vídeo nas redes sociais dizendo que a exposição Queermuseu não irá para o Rio. “Só se for para o fundo do mar”, disse, em tom jocoso, fazendo uma piada com o nome do museu que poderia acolher as obras, o Museu de Arte do Rio (MAR).

Fonte: MSN.
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