TRF derruba liminar que impedia enfermeiros de requisitar exames

Em Belém, o Conselho Regional de Enfermagem do Pará, comemorou a decisão do tribunal

O  presidente do Tribunal Regional Federal da 1ª Região acatou recurso contra a liminar da 20ª Vara Cível do Distrito Federal, que impedia a requisição de exames por enfermeiros, prejudicando o atendimento a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). A liminar está suspensa até o julgamento do mérito do processo.

Recurso da Advocacia-Geral da União apontou que a liminar baseou-se em “premissas equivocadas” e representou “indevida ingerência do Poder Judiciário na execução da política pública de Atenção Básica do Sistema Único de Saúde”, gerando “grave lesão à ordem público-administrativa e à saúde pública”.

A solicitação de exames de rotina e complementares é realidade consolidada no Brasil desde 1997, quando foi editada a Resolução Cofen 195/97 (em vigor). A consulta de Enfermagem, o diagnóstico de Enfermagem e a prescrição de medicamentos em protocolos são competências dos enfermeiros estabelecidas na Lei 7.498/1986, regulamentada pelo Decreto 94.406/1987 e pela Portaria MS 2.436/2017.

A restrição imposta pela decisão liminar afetou o atendimento a milhares brasileiros, atrasando ou inviabilizando exames essenciais, inclusive pré-natais, além de interromper protocolos da Estratégia de Saúde da Família, prejudicando programas como o acompanhamento de diabéticos e hipertensos (“hiperdia”), tuberculose, hanseníase, DST/Aids, dentre outros.

O Conselho Federal de Enfermagem (Cofen)  permanece firme na missão constitucional de regular e fiscalizar a profissão, e continuará tomando todas as medidas judiciais necessárias para salvaguardar o pleno atendimento à população.

“O bom-senso prevaleceu. Os profissionais de Enfermagem poderão continuar fazendo o que sabem e fazem bem: cuidar da Saúde das pessoas”, comemorou o presidente do Cofen, Manoel Neri. “É uma retumbante vitória da Enfermagem e do Sistema Único de Saúde”.

Em Belém, o Conselho Regional de Enfermagem do Pará, também comemorou a decisão do TRF. ” Essa liminar já estava prejudicando o atendimento de pacientes que dependem dos serviços de enfermagem em todo Estado”, disse o presidente do Coren/Pa, Mario Antonio Moraes Vieira.

Fonte: ORMNews.
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STF mantém constitucionalidade da lei de regularização fundiária na Amazônia

O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) julgou, nesta quarta-feira (18), a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4269, que questionava a constitucionalidade de dispositivos relacionados à regularização de terras da Amazônia Legal, definidos pela Lei 11.952/2009. Os Ministros mantiveram a constitucionalidade dos itens questionados pelo Ministério Público Federal.

Na sessão de julgamento, foi firmado o entendimento de que a regularização de terras ocupadas por quilombolas ou comunidades tradicionais não pode ocorrer em nome de terceiros. Também foi definido que a dispensa de vistoria prévia para regularização de pequenas propriedades rurais só pode ocorrer de modo fundamentado.

A Procuradoria-Geral da República (PGR), autora da ação, sustentava que um dispositivo da lei questionada abria espaço para que fosse possível a interpretação de que terras ocupadas por quilombolas ou comunidades tradicionais amazônicas poderiam ser regularizadas em nome de terceiros, ao contrário do que ocorre com os indígenas. Como tratam-se de terras destinadas ao exercício de atividades culturais e identitárias, sustenta, não podem ser objeto de comércio.

Quanto ao dispositivo relativo à regularização de pequenas propriedades sem vistoria prévia, a PGR alega que a dispensa da vistoria prévia poderia abrir espaço para fraudes, possibilitando a emissão de títulos a pessoas que não ocupam ou cultivam essas áreas, ou averiguar a ocorrência de conflitos fundiários.

Voto do relator

Em seu voto, o ministro Edson Fachin, relator, explicou que a Constituição Federal, em seu artigo 216, e o Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT), no artigo 68, conferem proteção especial aos territórios ocupados pelas comunidades “com modos tradicionais de criar, fazer e viver e pelos remanescentes quilombolas”. No entanto, essa tutela constitucional, segundo o ministro, não pode ser verificada no dispositivo legal em análise. “Mostra-se deficiente ou fraca a proteção conferida pelo parágrafo 2º do artigo 4º da lei às terras tradicionalmente ocupadas pelas comunidades quilombolas e outras comunidades tradicionais que vivem na Amazônia Legal”, disse. Segundo Fachin, o dispositivo permite interpretar que é possível que terceiros não integrantes dos grupos identitários tenham acesso a essas terras e, se comprovados os demais requisitos, à respectiva regularização fundiária.

Dessa forma, para o ministro, para assegurar a conformidade da legislação com os objetivos do constituinte, deve-se afastar qualquer interpretação que permita a regularização fundiária das terras ocupadas por quilombolas e outras comunidades tradicionais da Amazônia Legal em nome de terceiros ou de modo a descaracterizar o modo de apropriação da terra por esses grupos.

Pequenas propriedades

O ministro relator também firmou entendimento quanto à regularização de pequenas propriedades, conferindo interpretação conforme a Constituição para impedir a simples dispensa da vistoria prévia, como prevê o texto legal. Com isso, deu parcial provimento ao pedido da PGR, que pedia a declaração de inconstitucionalidade do artigo 13 da lei.

De acordo o voto de Fachin, o ente federal deve utilizar-se de todos os meios para assegurar a devida proteção ambiental e a concretização dos propósitos da norma, para somente então ser possível a dispensa da vistoria prévia como condição para inclusão da propriedade no programa de regularização fundiária de imóveis rurais de domínio público na Amazônia Legal.

O ministro acrescentou que, embora a União tenha informado haver outras formas de fiscalização do cumprimento dos requisitos para a regularização das pequenas propriedades na Amazônia Legal – quais sejam, informações do IBGE, Incra, Inpe, além da realização de operações de combate a fraudes e à grilagem –, a ausência do laudo de vistoria assumiu maior gravidade após a edição da Lei nº 13.465/2017, que modificou vários dispositivos da Lei nº 11.952/2009. A nova redação, explica, não mais prevê referida exigência.

Acompanharam integralmente o relator os ministros Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Luiz Fux, Ricardo Lewandowski, Celso de Mello e Cármen Lúcia.

Divergência parcial

O ministro Alexandre de Moraes divergiu do relator somente em relação ao artigo 13 da lei. Moraes entende que o laudo prévio pode ser dispensado mediante declaração do ocupante, devidamente comprovada por meio de documentação. Para o ministro, salvo indícios de fraude, de simulação, deve-se presumir a boa-fé da declaração do ocupante, para se evitar que a cada novo procedimento haja a necessidade de uma investigação. Esse entendimento foi acompanhado pelo ministro Gilmar Mendes.

Improcedência

O ministro Marco Aurélio votou no sentido da total improcedência da ação, pois entendeu que “não cabe confundir interpretação conforme, que pressupõe dispositivo legal com duplo sentido, com aditamento à lei aprovada pelo Congresso Nacional e muito menos com aditamento a partir de possíveis desdobramentos administrativos na observância dessa mesma lei”.

Fonte: Código Florestal, com informações do STF e foto de Nelson Jr./SCO/STF.
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Novo Progresso inicia plantio de soja da safra 2017/2018

(Foto área pronta para o plantio) – O plantio da safra 2017/2018 de soja começou em Novo Progresso, ainda não foi divulgado o tamanho da área que será plantada nesta safra.

Conforme levantamento feito pelo Jornal Folha do Progresso nesta semana , há pequenas áreas já semeadas em Novo Progresso.

Falta de chuvas atrasou o plantio da safra de soja 2017/2018, os sojicultores progressenses atrasaram para iniciar a semeadura da oleaginosa por causa do tempo desfavorável. Sem chuvas e com o tempo extremamente seco em Setembro, o início do plantio foi adiado para outubro.

“O produtor não deve arriscar e começar o plantio, ele tem que fazer uma lavoura com segurança”, esta é a narrativa  da maioria dos produtores de Novo Progresso.

Nesta mesma época do ano passado, o plantio já estava bem adiantado na região. Com a falta de chuva no mês de Setembro, o plantio, começou  na segunda quinzena do mês de outubro, deixou um alerta aos produtores  tem que se preocupa com plantio do milho “segunda safra”, a janela de plantio ficou mais apertada.

Por Adecio Piran /Jornal Folha do Progresso

Área desecada para plantio soja em Novo Progresso)
Área dessecada para plantio soja em Novo Progresso)

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Cerca de 300 milhões podem ter dengue; maioria não sabe

Situação é preocupante já que casos secundários podem se manifestar de forma mais grave1

A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que cerca de 396 milhões de pessoas são infectadas pelo vírus da dengue ao redor do mundo por ano. Dessas, apenas 96 milhões apresentam os sintomas da doença e aproximadamente 294 milhões têm dengue assintomática, ou seja, não manifestam os sinais e sintomas e nem chegam a saber que foram infectadas pelo vírus por meio do mosquito Aedes Aegypti.

“Essa situação é alarmante, pois há possibilidade do indivíduo infectado pela segunda vez ter mais chance de desenvolver a forma grave da doença, que pode levar ao óbito”, explica a Diretora Médica da Sanofi Pasteur, Sheila Homsani. São quase 300 milhões de pessoas – mais do que toda a população brasileira – que correm maior risco de, em uma infecção secundária, desenvolver dengue grave, sem nem saberem que já foram contaminadas pelo vírus uma primeira vez1, 2.

Diferença entre dengue clássica e grave

Segundo a classificação da OMS, a dengue pode ser classificada como: clássica com ou sem sinais de alarme e dengue grave³. A doença sem sinais de alarme apresenta sintomas como febre alta (acima de 38º), enjoo, manchas avermelhadas na pele, dor de cabeça e muscular, diminuição de leucócitos no sangue – células de defesa do nosso organismo – e “teste do torniquete positivo”, ou seja, fragilidade dos vasos capilares3. Já com sinais de alarme, o paciente manifesta também vômito persistente, dor abdominal, acúmulo de líquidos, edemas (inchaço), sangramento de mucosas e aumento da concentração de células vermelhas no sangue com concomitante queda de plaquetas, o que pode aumentar os sangramentos3.

Já o paciente que desenvolve dengue na forma grave, apresenta também sangramento intenso, choque e disfunção de órgãos3.

Segundo Sheila Homsani, circulam de forma imprevisível pelo mundo quatro tipos de vírus da dengue (sorotipos 1, 2, 3 e 4). “Não há correlação entre gravidade e sorotipo da dengue. Um indivíduo que seja infectado por qualquer um dos 4 sorotipos pode desenvolver a forma grave da doença”, explica.

Não há tratamento específico contra o vírus da dengue, apenas os sintomas podem ser tratados com medicação específica, além de repouso e hidratação3. O melhor caminho no combate à doença é a prevenção3.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Liberdade de Suzane Von Richthofen será decidida em até 60 dias

Pedido de soltura foi protocolado em junho deste ano

Dois psicólogos e um psiquiatra vão avaliar, em até 60 dias, se Suzane Von Richthofen, de 32 anos, poderá cumprir os anos restantes de sua pena pela morte dos pais em liberdade.

De acordo com a Folha de S. Paulo, a Justiça negou o pedido da condenada de ser avaliada por funcionários da própria Penitenciária de Tremembé, no interior de São Paulo, onde Richthofen cumpre pena de 39 anos.

Como é praxe a avaliação ser feita por funcionários do presídio, a defesa alegou que Richthofen está sendo vítima de “pré-juízo e pré-julgamento”.

Há um ano, a pena foi progredida para regime semiaberto. O pedido de liberdade foi protocolado em junho.

Richthofen teve direito a saída temporária pela oitava vez na última quarta-feira (11).

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Famílias de crianças mortas em creche denunciam falta de apoio

Algumas famílias informaram que pensam em entrar na Justiça por indenização

Sobreviventes e familiares das vítimas do ataque à creche Gente Inocente, de Janaúba, em Minas Gerais, se queixam da falta de ajuda do governo e informaram que podem entrar na Justiça por indenização. O incêndio causado pelo vigia Damião Soares Santos, de 50 anos, provocou a morte dele próprio, além de nove crianças e da professora Heley de Abreu Silva Batista, 43. Outras 50 pessoas ficaram feridas. A denúncia é que, além de acompanhamento piscológico, as famílias não estariam recebendo nenhuma outra forma de auxílio.

De acordo com levantamento do UOL, a maioria das famílias vivem em situação de pobreza ou extrema pobreza. Os relatos incluem desemprego e falta de moradia. O prefeito de Janaúba, Carlos Isaildon Mendes (PSDB), afirmou que os R$ 800 mil arrecadados em doações estão guardados em uma conta bancária até que seja estudada uma forma adequada de uso.

“Estamos estudando a melhor forma de fazer isto, provavelmente, vamos pagar indenizações, fazer acordos, tudo sob a anuência do Ministério Público”, contou. O prefeito explicou ainda que os alimentos doados foram encaminhados aos hospitais que tratam das vítimas e de voluntários. O Ministério da Saúde disse, na ocasião da tragédia, que repassaria ao menos R$ 2 milhões para hospitais da região.

Algumas das mães das crianças falecidas declararam que receberam cerca de R$ 2 mil para custear os funerais e uma cesta básica. Famílias de sobreviventes reclamaram, por sua vez, da falta de informações sobre como, por exemplo, matricular os filhos em outras creches. Apesar de algumas voltarem às aulas nesta quinta-feira (19), outras ainda aguardam a Secretaria Municipal de Educação. A previsão da prefeitura é reabrir a Gente Inocente a tempo para o ano letivo de 2018.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Polícia impede entrada de indígenas na Câmara com gás e bombas

Com gás de pimenta e bombas de efeito moral, a Polícia Legislativa impediu, mais uma vez, a entrada de aproximadamente 100 indígenas na Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (18).

Indígenas são afastados da Câmara com gás de pimenta e bombas Indígenas são afastados da Câmara com gás de pimenta e bombas
Eles iriam participar de audiência pública na Comissão de Agricultura para debater a produção agrícola indígena, mas foram barrados. Em contrapartida, atiraram pedras e paus em uma das entradas da Câmara. Um grupo, no entanto, conseguiu entrar para acompanhar o controverso debate.

Segundo a coordenadora da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), Sônia Guajajara, apenas quem estava a favor do debate teve acesso ao Parlamento. “Na tal da conferência anti-indígena da agricultura, convocada pelos ruralistas, só entraram os arrendatários. As lideranças indígenas que vieram para contrapor esse absurdo foram impedidas de entrar e foram atacadas com bombas na frente do Congresso. Esse desgoverno quer mesmo é desterritorializar os povos indígenas. Estamos de volta aos anos 60. É a nova tentativa de reintegrar os povos indígenas à sociedade. Lembram-se dessa história?”, alertou Sônia.

A audiência, encabeçada pelo núcleo duro da bancada ruralista que tem interesse em arrendar as terras indígenas para ampliar suas monoculturas, foi deslegitimada por organizações e lideranças de várias regiões.

“Nilson Leitão, você está enganando índio. Você já tentou fazer isso na PEC 215 e agora está tentando de novo”, pontuou Paulinho Paiakan, liderança Kaiapó.

Nilson Leitão, que é um dos proponentes do debate, presidiu a comissão especial da PEC 215, que propõe passar para o Legislativo o poder de decidir sobre as demarcações de terras indígenas com a clara finalidade de frear o reconhecimento dos territórios destes povos; foi relator da CPI da Funai/Incra, que queria criminalizar antropólogos, indigenistas, chegando a propor a extinção da Funai; e é vice-presidente da comissão especial que analisa o PL 1610/96, que pretende liberar as terras indígenas para a exploração mineral.

“Sua real intenção é validar as propostas do agronegócio e do setor minerário para exploração econômica em terras indígenas. Eles estão querendo facilitar seu acesso aos territórios. É isso o que pretendem”, reforçou Sônia Guajajara.

“A soja está matando um ecossistema todinho para criar uma monocultura. Isso é sustentabilidade? Não! A sustentabilidade dos povos indígenas está na integração da nossa vida à natureza”, defendeu Benke Pianco, liderança do povo Ashaninka, no Acre.

Para o Instituto Raoni, entidade que representa mais de três mil indígenas do baixo Xingu, a audiência faz parte de mais uma ação anti-indígena. Em nota divulgada na última quinta-feira (11), a entidade diz saber os reais interesses dos proponentes do debate.

“Nosso futuro depende do nosso território, livre de invasores e de parlamentares com opiniões e atitudes contrárias e que infere aos direitos indígenas. Aproveitamos a oportunidade para informar a todos que SIM, nós produzimos em nossas terras, produzimos nossos alimentos através de nossas roças tradicionais, utilizamos nossos rios para nos deslocar dentro dos nossos territórios e das nossas florestas para obter nossas caças/alimentos, além de realizar coleta de produtos da biodiversidade, como sementes de cumaru, pequi, óleo de copaíba, coleta de remédios tradicionais e de matéria prima para produção de nossos artesanatos tradicionais. E que para isso, não necessitamos destruir nossas riquezas naturais”, descreve a nota.

Fonte: Do PCdoB na Câmara.
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Justiça cassa mandatos de prefeita e vice após compra de voto com cachaça

Maria Eunice (PSB) e Baby Helenita (PRTB) também foram multadas em R$ 53,2 mil, de acordo com decisão da juíza Juliana Maroja (Foto G1) -Justiça Eleitoral cassou os mandatos da prefeita de Mamanguape, Maria Eunice do Nascimento Pessoa (PSB), e da vice dela, Baby Helenita Veloso Silva (PRTB), por compra de votos – com oferecimento de supostos empregos, dinheiro, combustível e cachaça – e por abuso de poder econômico durante as eleições municipais de 2016. A decisão foi proferida na terça-feira (17) pela juíza Juliana Duarte Maroja, da 7ª Zona Eleitoral, em Mamanguape, Litoral Norte paraibano.

A prefeita de Mamanguape informou que está em Brasília nesta terça-feira, mas que os advogados tomaram ciência da decisão e vão recorrer.

De acordo com a decisão, que ainda cabe recurso, a prefeita e a vice também foram declaradas inelegíveis pelo prazo de oito anos, e foram multadas em R$ 53.205, “considerando a condição econômica de cada uma”, a “gravidade das condutas” e “as temerárias consequências para o regime democrático”.

A Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) foi ingressada pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB), após suspeita de compra de votos feita pela então 2ª promotora de justiça da Promotoria de Justiça Cível de Campina Grande, Ismânia do Nascimento Rodrigues Pessoa da Nóbrega, filha da prefeita de Mamanguape, para a mãe. A promotora chegou a ser afastada pelo Conselho do MPPB.

De acordo com a investigação, a promotora, que se apresentou como coordenadora de campanha eleitoral de Maria Helenice, realizou um encontro na casa da então candidata a vice-prefeita, onde ofereceu valores, cargos e benefícios para que os vereadores da oposição resolvessem aderir à candidatura da chapa que venceu as eleições.

A reunião foi gravada pelo filho de uma candidata a vereadora, ambos participantes da reunião, que foram convidados a participar e segundo a pessoa que gravou, desconfiou do teor do encontro.

De acordo com a decisão da Justiça, “o objetivo das investigadas na citada reunião foi oferecer dinheiro e outras vantagens em troca de votos e apoio político, buscando desequilibrar o cenário do pleito, captando para si os votos direcionados aos candidatos a vereadores da oposição, enfraquecendo, incontestavelmente, a corrente política adversária já estabelecida”.

A testemunha disse, em juízo, que a promotora “ofereceu para os [vereadores] presentes a quantia de R$ 5 mil para subir no palanque para Eunice, R$ 500 por semana, gasolina, cachaça e outros gastos, bem como mais três empregos públicos, os quais não se exigia trabalhar”.

Ainda de acordo com a decisão, resta evidenciado que “a reunião foi minunciosamente articulada”, e que a tentativa de compra de voto dos que disputam o cargo eletivo de vereadores representa “uma estratégia de atingir o maior número de eleitores possíveis, pois ao angariar o voto do candidato a vereador, o corruptor não conta apenas com o voto dele, mas de todos aqueles que o seguem”.
Por G1/PA
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Governo anuncia queda de 16% na taxa de desmatamento na Amazônia

A taxa de desmatamento na Amazônia caiu 16 por cento entre agosto de 2016 e julho de 2017, de acordo com os dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais divulgados nesta terça-feira pelo governo federal; os dados apontam que o corte raso na Amazônia neste período foi de 6.624 km²; entre 2015 e 2016, o corte alcançou 7.893 km². De acordo com o ministro do Meio Ambiente, José Sarney Filho, os números representam uma queda de 76 por cento em relação a 2004, quando o governo federal iniciou o plano de controle do desmatamento da Amazônia

A taxa de desmatamento na Amazônia caiu 16 por cento entre agosto de 2016 e julho de 2017, de acordo com os dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais divulgados nesta terça-feira pelo governo federal.

Os dados apontam que o corte raso na Amazônia neste período foi de 6.624 km². Entre 2015 e 2016, o corte alcançou 7.893 km². De acordo com o ministro do Meio Ambiente, José Sarney Filho, os números representam uma queda de 76 por cento em relação a 2004, quando o governo federal iniciou o plano de controle do desmatamento da Amazônia.

O levantamento mostra que Pará e Mato Grosso, áreas ainda de grande fronteira agrícola, foram as que ainda registraram maior desmatamento, com 2.413 km² e 1.341 km², respectivamente, com quedas de 19 por cento e 10 por cento, em relação ao período anterior.

Tocantis, com 26 km², e Amapá, com 31 km², tiveram as menores áreas desmatadas. Ainda assim, o Amapá foi o único Estado onde houve crescimento do desmatamento, 82 por cento em relação ao ano anterior. Já Tocantins teve a maior queda, 55 por cento.

O ministro do Meio Ambiente afirma que a queda do desmatamento, depois de dois anos de crescimento – 27 por cento entre 2015 e 2016 e 24 por cento entre 2014 e 2015 – foi causada principalmente pelo aumento das ações de fiscalização e controle na Amazônia Legal.

“A fiscalização e o controle ajudam, mas não vai resolver. Só vamos acabar com desmatamento quando valorizarmos a floresta em pé”, disse Sarney Filho. “Estamos chegando no limite. Se não forem cumpridos os acordos internacionais, especialmente de pagamento por serviços ambientais, vai ser muito difícil de manter a queda do desmatamento.”

De acordo com o ministro, o Brasil vai defender na próxima Conferência das Partes sobre mudanças climáticas a imediata adoção do protocolo de pagamento por serviços ambientais. “São 25 milhões de pessoas morando na região amazônica. Essas pessoas não podem desmatar 80 por cento das suas terras. Precisamos dar alternativas a elas”, disse Sarney Filho.

Fonte: brasil247.
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Nota do Enem é aceita para ingresso em 27 universidades de Portugal

Primeiro convênio interinstitucional foi firmado em 2014, com a Universidade de Coimbra

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) fechou recentemente um convênio com o Instituto Politécnico da Maia (Ipmai), de Portugal, para que estudantes brasileiros possam usar as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como critério de ingresso na instituição. Com isso, já são 27 as instituições de ensino superior portuguesas que aceitam o Enem.

As instituições portuguesas que usam o exame podem definir qual será a nota de corte para o acesso dos estudantes brasileiros aos cursos ofertados. A revalidação de diplomas e o exercício profissional no Brasil dos estudantes que cursarem o ensino superior em Portugal estão sujeitos à legislação brasileira aplicável à matéria.

O primeiro convênio interinstitucional foi firmado em 2014, com a Universidade de Coimbra. Os convênios não envolvem transferência de recursos e não preveem financiamento estudantil por parte do governo brasileiro.

O Inep já tem 27 convênios com as seguintes instituições portuguesas:

Universidade de Coimbra

Universidade de Algarve

Instituto Politécnico de Leiria

Instituto Politécnico de Beja

Instituto Politécnico do Porto

Instituto Politécnico de Portalegre

Instituto Politécnico do Cávado e do Ave

Instituto Politécnico de Coimbra

Universidade de Aveiro

Instituto Politécnico de Guarda

Universidade de Lisboa

Universidade do Porto

Universidade da Madeira

Instituto Politécnico de Viseu

Instituto Politécnico de Santarém

Universidade dos Açores

Universidade da Beira Interior

Universidade do Minho

Cooperativa de Ensino Superior Politécnico e Universitário

Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias

Instituto Politécnico de Setúbal

Instituto Politécnico de Bragança

Instituto Politécnico de Castelo Branco

Universidade Lusófona do Porto

Universidade Portucalense

Instituto Universitário da Maia (Ismai)

Instituto Politécnico da Maia (Ipmai)

Fonte: ORMNews.
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