Presidente Temer dá desconto de até 60% em multas por crimes ambientais

O presidente Michel Temer assinou um decreto que permite converter multas ambientais ainda não pagas em prestação de serviços, também na área ambiental. Quem aderir terá desconto de 60% nas multas.

Há no governo atualmente R$ 4,6 bilhões em multas ambientais passíveis de conversão, segundo Suely Araújo, presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Temer e Suely estiveram neste sábado (21) no Refúgio Ecológico Caiman, durante o 2º Encontro da Carta Caiman, em Miranda, no Pantanal de Mato Grosso do Sul.

Segundo o decreto, todos os recursos serão utilizados em projetos ambientais que serão definidos pelo governo federal.

Entre esses projetos, o deputado federal Sarney Filho (PV-MA), que deve reassumir o Ministério de Meio Ambiente logo após a votação na Câmara da segunda denúncia contra Temer, citou o de recuperação da Bacia do São Francisco, que deve ter edital publicado ainda este ano, e o do rio Taquari, em Mato Grosso do Sul, que deve ficar para o inicio de 2018, em razão da elaboração do plano de manejo da Bacia.

“Um aspecto interessante dessa regulamentação é que o projeto não pode ser na mesma área que motivou a multa, porque o infrator independente da conversão vai ter que fazer a recuperação da área e, além disso, ele vai ser responsável também pela área que ajudar a recuperar”.

Temer também assinou no evento uma medida provisória que estabelece novas regras para a aplicação de recursos de compensação ambiental de grandes projetos em unidades federais de conservação.

O presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Ricardo Soavisnki, diz que a medida vai destravar a utilização de R$ 1,2 bilhão para serem investidos na regularização fundiária de unidades como o Parque Nacional da Serra da Bodoquena, em Mato Grosso do Sul, e na melhoria da estrutura desses locais.

A medida provisória também amplia de seis meses para até dois anos a contratação de brigadistas para atuarem na prevenção e combate a incêndios em unidades de conservação.

Temer ressaltou que o anúncio destas ações demonstra o compromisso do seu governo com a questão ambiental, destacou que a assinatura não poderia ter ocorrido em local mais adequado do que uma reserva dentro do Pantanal e que o grande objetivo de sua gestão é assegurar que caminhem juntos os que produzem e os que defendem o meio ambiente.

O governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, disse que as medidas que transformam multas em serviços ambientais representam um importante avanço na legislação do setor no país e anunciou que a pecuária orgânica vai ter um incentivo em sua gestão.

Fonte: G1.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




“Ser corno” é a prática sexual preferida dos brasileiros, diz colunista

Fazer sexo em locais públicos; uso de roupas e uniformes sensuais; menage feminino: esses são alguns fetiches que as pessoas consideram, normalmente, como mais comuns e populares entre os brasileiros. Mas, segundo a colunista do UOL Mayumi Sato, o fetiche mais popular entre os homens do Brasil – e um dos mais estigmatizados – chama-se cuckold, ou a “prática sexual de ser corno”. Como diz o cantor Falcão em uma de sua composições: “Ele é corno, mas é meu amigo”.

De acordo com Mayumi, o cuckold é uma variação do menage masculino, na qual uma mulher e dois homens dividem a mesma cama, com pitadas de submissão e humilhação (sempre consensuais). A colunista afirma que a prática “é o que mais atrai pessoas e, principalmente, casais abertos a novas experiências sexuais”.

No cuckold, um casal procura um homem que terá relações sexuais com a mulher enquanto o companheiro assiste. E, dentro da prática, existem diversas variações possíveis: casais que curtem o fetiche com outros casais (e não com um solteiro); aqueles onde os homens não têm o menor contato físico; e casos onde esse contato está liberado ou é até desejado.

Muitos casais desejam, ainda, a inclusão de elementos de submissão e humilhação (predominantemente verbais), embora isso não é uma regra fixa.

Desejo pela traição

Segundo a colunista, o que mais atrai na prática do do cuckold é a “dinâmica da traição”: ainda que consensual, o interesse do marido é o de ver a sua esposa satisfazendo os seus desejos com outro homem.

Do ponto de vista feminino,existe satisfação em compartilhar (visualmente ou contando a ele) a respeito do ato.

Buscas pelo tema

Para fazer a afirmação sobre a “preferência nacional”, Mayumi usou como base de dados os clientes do Sexlog (rede social de swing da qual a colunista é diretora de marketing) e fez uma análise sobre os termos que levam, todos os dias, pessoas novas ao site (e que portanto já se interessavam pelo assunto antes de conhecer a rede, segundo ela).

A colunista afirma ainda que a maior parte dos usuários é heterossexual, cisgênero e com idades a partir de a partir de 30 anos.

Fonte: DOL.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Marcelo Bretas acolhe pedido de transferência de Sérgio Cabral para presídio federal

Pedido foi feito pelo Ministério Público Federal (MPF) em interrogatório com discussões ásperas entre ex-governador e o juiz. “Representa alguma ameaça velada?”, perguntou.

O juiz Marcelo Bretas acolheu, nesta segunda-feira (23), o pedido de transferência do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB) para um presídio federal, feito pelo Ministério Público Federal (MPF) durante o interrogatório do político. A defesa deve entrar com um habeas corpus no Tribunal Regional Federal 2 (TRF-2) ainda nesta segunda.

O depoimento foi sobre a compra de joias para a ex-primeira dama Adriana Ancelmo com dinheiro de propina, segundo o MPF. O ex-governador citou supostos negócios da família do juiz no ramo de bijuterias, além da concretização da delação de Renato Pereira (ex-marqueteiro do PMDB) e informações do andamento do processo.

“Durante o interrogatório do senhor Sérgio Cabral, ele mencionou expressamente que, na prisão, recebe informações inclusive da família desse magistrado, o que denota que prisão no Rio não tem sido suficiente para afastar o réu de situações que possam impactar nesse processo”, afirmou o procurador Sérgio Pinel.

Bretas acolheu o pedido, afirmando que este tipo de declaração é incomum.

“Será que representa alguma ameaça velada? Não sei, mas fato é que é inusual”, questionou.

“É no mínimo inusitado que ele venha aqui trazer a juízo, numa audiência gravada, a informação de que recebe ou acompanha a rotina da família do magistrado. Deixa a informação de que apesar de toda a rigidez (do presídio no Rio), que imagino que haja, aparentemente tem acesso privilegiado a informações que talvez não devesse ter”, disse o juiz.

O advogado Rodrigo Rocca, que defende o ex-governador, criticou a decisão. Ele afirmou que não houve nenhuma ameaça por parte de Cabral.

“Se meus familiares mexem com pastel ou outro ramo não tem importância alguma para criar embaraço à Vossa Excelência ou a quem quer que seja, além de inusitado (o fato de aceitar a denúncia) violaria preceitos constitucionais”, disse.

Para ele, a decisão é também arbitrária. “Os presos entram e saem de lá e dizem coisas que nem sempre condizem com a verdade. Presumo que é verdadeira. Não diria que (a decisão) foi infeliz, diria que foi desnecessário”

Interrogatório de Sérgio Cabral tem discussão entre ex-governador e juiz Marcelo Bretas

O interrogatório começou com discussão entre os dois. O ex-governador disse que o Ministério Público Federal (MPF) faz um teatro, que está sendo injustiçado e chegou a dizer que Bretas — através da denúncia — busca projeção pessoal. O magistrado rebateu.

“Eu estou sendo injustiçado. O senhor está encontrando em mim uma possibilidade de gerar uma projeção pessoal, e me fazendo um calvário, claramente”, reclamou o ex-governador.

Cabral resumiu a denúncia como “um roteiro mal feito de corta e cola”. Ele respondeu às primeiras perguntas sobre a denúncia de compra de joias com dinheiro de propina citando que o magistrado deve conhecer o assunto já que sua família tem negócios no ramo de bijuterias.

“Não me senti confortável com acusado dizendo que minha família trabalha com bijuteria. Pode ser entendido de alguma forma como ameaça. Não recebo isso com bons olhos. Se a ideia é criar algum tipo de suspeição, quero lembrar que a lei veda que acusado crie suspeição, isso é muito óbvio”, rebateu Bretas.

Cabral estava preso desde maio em Benfica

Sérgio Cabral foi transferido no dia 28 de maio para a cadeia pública José Frederico Marquês, nova unidade prisional construída em Benfica, na Zona Norte do Rio. A ala em que ele fica é destinada a presos com nível superior e casos de não pagamento de pensão alimentícia. São 146 presos no local.

Antes de ir para Benfica, o ex-governador estava em Bangu 8. Ele foi preso no dia 17 de novembro do ano passado, na operação batizada como Calicute, resultado da ação coordenada entre as forças-tarefa da Lava Jato do Rio e do Paraná.

O ex-governador foi alvo de dois mandados de prisão preventiva, um expedido pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal do Rio de Janeiro, e outro pelo juiz Sérgio Moro, em Curitiba.

Fonte: G1.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Aluno de 14 anos incendeia escola após professor reclamar sobre atraso

Caso aconteceu no interior do Acre; material escolar foi destruído, e cem estudantes ficaram sem aulas

Um aluno de 14 anos ateou fogo à Escola Estadual Rural Vicente Brito e Sousa, em Feijó (AC), após um professor ter lhe chamado atenção por ele ter chegado atrasado à aula. O incêndio criminoso aconteceu na madrugada de sábado (21) e destruiu completamente o prédio.

De acordo com informações do G1, o adolescente teve a ajuda de Carlos da Luz Ribeiro, de 19 anos. Todo o material didático, merenda, computadores e outros objetos da escola foram destruídos pelas chamas. Quase cem alunos ficaram sem aula.

Ribeiro foi preso e encaminhado a um presídio e o adolescente está no Conselho Tutelar do município.

A coordenadora geral do Núcleo de Ensino da Secretaria de Educação do Acre (SEE-AC), Cardoci Paiva de Lima, informou que o órgão já está fazendo um projeto para a construção de uma nova escola no local.

Fonte: Notícias ao Minuto.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Pai de aluno que atirou diz que não sabia que o filho sofria bullying

Sobre a arma, ele garante que estava descarregada e que não sabe como o jovem teve acesso à munição

O pai do estudante de 14 anos que atirou contra colegas dentro do Colégio Goyases prestou depoimento na Delegacia de Polícia de Apuração de Atos Infracionais (Depai) na manhã desta segunda-feira (23). Ele chegou à delegacia acompanhado da advogada da família, Rosângela Magalhães, às 9h15 e ficou cerca de 1h30 por lá.

O pai, que é policial militar, não quis gravar entrevista. “Eu pretendo falar em outra oportunidade, em outro momento”, disse.

“Ele [pai] estava sereno, tranquilo, mas muito abalado com o que aconteceu. Ninguém sabia que ele sofria bullying, foi uma surpresa para todos”, revelou o escrivão Marcos Paulo Passos, que colheu o depoimento, ao “G1”.

À polícia, o pai contou que nunca recebeu reclamações do filho sobre bullying. Sobre a arma, ele disse que estava descarregada e que ficava guardada sobre o guarda roupas. Já a munição, estava guardada em uma gaveta em outro quarto. O policial militar falou ainda que não sabe como o filho localizou a chave. Ele contou também que o menino nunca teve acesso à arma, nem pediu para atirar.

A Polícia Civil apreendeu o tablete do estudante, que vai ser investigado para saber se o adolescente planejou o crime.

Fonte: Notícias ao Minuto.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Coordenadora de escola em Goiânia relata momentos de tensão e pavor

A coordenadora que convenceu o adolescente de 14 anos a parar de atirar contra a turma disse neste domingo (22) que não teve medo de abordar o aluno no Colégio Goyases, em Goiânia, e pediu calma ao estudante. Ao sair da sala junto com ele, Simone Maulaz Elteto revelou que o menino chegou a colocar a arma no corpo dela. Os tiros que ele já havia disparado causaram a morte de dois colegas e deixaram outros quatro feridos.

“Ele ficou com a arma posicionada no meu abdômen, a mão direita eu coloquei no ombro dele e a mão esquerda eu fui empurrando devagar a arma pro fundo da parede, em direção a uma sala que eu sabia que estava sem alunos”, contou Simone.

De acordo com Simone, ela ouviu o primeiro disparo e correu para ver o que estava acontecendo na sala do 8º ano, que fica no terceiro andar do colégio.

“As crianças estavam correndo, descendo as escadas e gritando que o aluno tinha ficado louco e estava atirando em todo mundo”, contou.

Ao chegar à sala, a coordenadora tirou uma aluna de dentro do local para evitar que fosse alvo de mais tiros.

“Eu ouvi primeiro a Marcela. Ela estava ferida. Eu tirei ela da mira, de onde ele pudesse alvejá-la novamente, entreguei ela para a professora e pedi que ligassem pra polícia. Ai fui até a sala, quando eu entrei, vi os alunos João Pedro, João Vitor e Isadora caídos feridos, e muito sangue. E ele [atirador]”, detalhou.

Como desarmou o aluno

Após tirar a estudante ferida da sala, Simone se aproximou do atirador.

“Me aproximei dele, não tive medo, coloquei a mão no ombro dele, perguntei: ‘O que houve, tá tudo bem?’ Ele tava um pouco alterado”, contou.

Em seguida, o adolescente atirou novamente.

“Ele deu um tiro pra trás da sala, para a parede. Aí eu falei: ‘Fica calmo, me dá a arma, entrega pra mim’. Ele não quis e ele falou quero que chame meu pai. Eu disse: ‘Já chamei seu pai, fique tranquilo, confie em mim, nós vamos resolver isso'”, relatou Simone.

Receio de mais tiros

A coordenadora saiu junto com o aluno em direção à biblioteca.

“Chegando no corredor, eu fiquei com muito medo de ele entrar nas salas onde tinham outros alunos. Eu tinha que impedi-lo”, disse, emocionada.

Para evitar que mais alunos se ferissem, Simone conta que se posicionou à frente dele e voltou a pedir calma e que lhe entregasse a arma, o que negou. Logo depois ela conseguiu segurar a mão dele com as duas mãos.

“Aí nos descemos as escadas, eu sabia que tinha pais de alunos, alunos, funcionários no térreo da escola. Na minha cabeça, eu sabia que tinha muita gente lá e não podia levar ele pra lá. Eu levei ele pra biblioteca, sempre segurando”, detalhou.

A coordenadora conta que o aluno só travou a arma ao chegar à biblioteca do colégio.

“Fiz ele sentar numa cadeira perto de uma mesa, fui me aproximando dele e levei a outra mão por cima da minha mão. Aí eu posicionei a mão dele pra baixo, de forma que a arma não ficasse apontada nem para ele nem pra mim. Aí falei ele: ‘Trava a arma, por favor. Então ele travou a arma'”, explicou.

Lodo depois, os policiais militares chegaram à escola e ordenaram que o adolescente se deitasse no chão. Em seguida, Simone saiu correndo da sala em busca de ajuda para pedir ambulâncias. Até então, ela não sabia que dois alunos tinham morrido.

A coordenadora disse que tirou coragem para abordar o aluno de sua formação, “da proposta de escola que se preocupa com o ser humano”. Por ter dialógo aberto com os estudantes, ela “tinha certeza” que o atirador a escutaria. Simone espera que todos se recuperem.

“Acho que eu vou crescer ainda mais, não nesse momento, mas vai me fazer crescer como ser humano. Ainda sinto muita dor pelos meus alunos que faleceram, pelos que estão em recuperação”, concluiu.

Atentado

O crime aconteceu na manhã de sexta-feira (20) em uma sala de aula do 8º ano do Colégio Goyases, no Conjunto Riviera, em Goiânia. Os disparos aconteceram no disparo entre duas aulas.

Segundo o delegado Luiz Gonzaga Júnior, responsável pelo caso, o autor dos disparos disse que sofria bullying de um colega e, inspirado em massacres como o de Columbine, nos Estados Unidos, e o de Realengo, no Rio de Janeiro, decidiu cometer o crime. Filho de policiais militares, ele pegou a pistola .40 da mãe e a levou para a unidade educacional dentro da mochila.

Os estudantes João Vitor Gomes e João Pedro Calembo, de 13 anos, morreram no local. Os outros quatro alunos baleados foram socorridos e levados a hospitais de Goiânia. Um deles, Hyago Marques, recebeu alta neste domingo e já se recupera em casa, mas outros três seguem internados.

Fonte: G1.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Jovem se despede de noivo que morreu duas horas antes de casamento: ‘Até breve’

Carlos Adriel e Paloma se casariam duas horas após acidente

Um jovem de 21 anos morreu duas horas antes de se casar com a noiva, em Baraúna, Rio Grande do Norte. Carlos Adriel da Silva queria fazer uma surpresa para a amada, mas bateu de moto no meio do caminho e não resistiu. Ele não usava capacete no momento da batida, segundo o G1. Abalada com a tragédia, a noiva Paloma Ismaelly prestou comovente homenagem ao homem que a deu seu primeiro beijo, o seu primeiro amor.

“Deus sabe o quanto sonhamos com o nosso casamento (…) mas infelizmente o sonho foi interrompido. Interrompido, e não acabado, porque eu sei que um dia eu te verei novamente, te abraçarei forte como fazíamos todos os dias e vou dar aquela brigadinha de leve por ter me deixado te esperando, quando deveria ter sido o contrário. A noiva é a única que pode atrasar, lembra?!”, escreveu a jovem de 18 anos.

Na postagem, ilustrada por uma foto do casal, Paloma descreve que “acordar e perceber que não é só um pesadelo” tem sido “uma das piores sensações”, algo que ela imaginava só acontecer em filmes que “todos odeiam o final”. Ela agradeceu pela amizade de Carlos Adriel, que a demonstrou tê-la amado “durante cada segundo da vida”.

“Eu não tive a oportunidade de ser conhecida como sua esposa diante dos homens, mas nós dois sabíamos que nossa relação ia bem além de qualquer status, nós já éramos casados pelo nosso amor, pela nossa cumplicidade que sempre foi imensa (…) Eu me conformo em saber que nós vivemos intensamente cada momento e eu vou continuar sentindo ele (nosso amor) aqui todos os dias”, destacou.

Paloma fechou o texto com um “até breve, meu noivo lindo”. Eles estavam juntos há quatro anos. O jovem foi velado na Assembleia de Deus da comunidade Juremal, neste domingo.

Fonte: EXTRA.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Secretaria de Saúde vai preencher 337 oportunidades, com salários de R$ 6.327

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES/DF) divulgou a abertura do concurso público que visa o preenchimento de 337 vagas (67 reservadas para candidatos com deficiência) na carreira médica do seu Quadro de Pessoal. O certame será executado sob responsabilidade do Instituto AOCP.

As oportunidades são para as especialidades de medicina intensiva/adulto, neonatologia, pediatria e anestesiologia, profissionais que receberão remuneração inicial bruta de R$ 6.327, em jornadas de 20 horas semanais.

INSCRIÇÕES

Os interessados poderão efetuar as inscrições no período de 14 de novembro a 10 de dezembro, através do site do Instituto AOCP. A taxa de inscrição é de R$ 245.

O concurso constará de prova objetiva, de caráter classificatório e eliminatório, composta de 50 questões nos temas de: língua portuguesa, legislação aplicada aos servidores do governo do Distrito Federal e realidade étnica, Sistema Único de Saúde e conhecimentos específicos. Essa prova está prevista o dia 21 de janeiro de 2018.

O certame terá validade de 2 anos, a contar da data de sua homologação, podendo ser prorrogado por igual período.

Fonte: DOL.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Confirmado concurso com 5.865 vagas na Polícia Militar do Amazonas

Boa notícia para quem aguarda pelo concurso da Polícia Militar do Estado do Amazonas (PM/AM), que foi anunciado em 2014. A Secretaria de Segurança Pública (SSP/AM) divulgou que o certame terá um total de 5.865 vagas.

De acordo com o órgão, o edital está previsto para ser publicado até dezembro deste ano. Ainda não foi definida a banca organizadora e nem revelados os detalhes sobre as provas.

A expectativa é de que o concurso da PM/AM ofereça chances nas carreiras de soldado e oficial, que foram as apresentadas anteriormente pelo então governador do Estado.Para concorrer ao posto de soldado será necessário possuir ensino médio completo; enquanto a função de oficial poderá exigir de nível médio ou superior, de acordo com a especialidade a ser oferecida.

Em 2011, a PM lançou concurso com 2.473 vagas, sendo 2 mil para soldado, 29 para praça especialista, 39 para oficial de saúde e 405 para oficial combatente.

Fonte: DOL, com Jornal dos Concursos.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




‘Já perdoei. Foi uma fatalidade’, diz pai de menino morto por atirador

João Pedro Calembo era bom aluno, atuante na igreja e carinhoso

Aos 13 anos, João Pedro Calembo era bom aluno, atuante na igreja, carinhoso com os irmãos mais novos e queria ser engenheiro civil. Era aluno do Colégio Goyases há cerca de cinco anos e se preparava para concluir os estudos no Colégio Militar.

Quando não estava na igreja ou na escola, estava jogando futebol ou videogame. Ele foi a primeira vítima do atirador de 14 anos que, no final da manhã de sexta-feira (20) matou dois colegas e feriu outros quatro.

“João Pedro é mesmo cristão. Um dia chegou até mim e disse ‘pai, tenho um colega que sofre muito preconceito. Eu disse ‘meu filho, você tem que orar por ele’. Sempre ensinei a respeitar o próximo”, diz o publicitário Leonardo Calembo, 41, pai de João Pedro e dos dois irmãos dele, meninos de 6 e 8 anos.

João Pedro sentava na carteira imediatamente atrás da do atirador, no fundo da classe. Foi o primeiro a ser morto. O pai da vítima nega a versão que o atirador e colegas de turma contaram à polícia, de que João Pedro seria desafeto do menino que efetuou ao menos 11 disparos contra os colegas de classe.

Para os investigadores, o menino premeditou o crime por causa do bullying que sofria na escola. Colegas de escola disseram que o atirador era chamado de “fedorento” e relataram que o atirador chegou a receber um desodorante como provocação.

A polícia informou que o atirador disse em depoimento que se inspirou em duas outras tragédias envolvendo atiradores em escolas -o massacre de Columbine, em 1999, nos EUA, e o de Realengo, em 2011, no Rio.

“Não acredito nessa história de desodorante. Não existe essa história de desafeto. Bullying hoje é o nome novo a uma brincadeira que se faz há tantos anos”, diz o pai, presbítero da Igreja Batista Renascer, frequentada por João Pedro.

Para Leonardo, existe hoje uma “sociedade de filhos órfãos de pais vivos”. A arma utilizada no crime, uma pistola .40 da Polícia Militar, era usada pela mãe do menino, sargento da PM. O pai dele é major da instituição.

“Os pais hoje não conhecem seus filhos. Acredito que foi o caso. Os pais não tinham real ideia de que o filho precisava de ajuda”, afirma o pai do menino morto, que diz ter perdoado o atirador. “Eu já perdoei desde o início. Foi uma fatalidade.”

João Pedro morava com a família perto da escola. O pai estava em casa no momento da tragédia e estranhou a movimentação de helicóptero no local. “Minha esposa recebeu uma ligação da mãe de outro aluno. Até então, não sabíamos o que tinha ocorrido. Entrei na escola, mas não deixaram ir até a sala de aula. Quando pisei dentro da escola, me falaram que ele tinha falecido”, relembra o pai de João Pedro.

O avô paterno do menino, Ronaldo Calembo, 70, se assustou quando uma vizinha falou que havia ocorrido um tiroteio na escola do neto dele e ele não conseguiu falar com seu filho. “Minha nora disse ‘meu sogro, venha para cá urgente’. Pensei: aconteceu com meu neto”, relembra Ronaldo.

O avô descreve João Pedro como bom neto. “Educado, nasceu dentro da igreja.” Para ele, a escola poderia ter identificado antes alterações no comportamento do atirador. “Meu neto do meio dizia que o menino [o atirador] empurrava ele. Talvez tenha faltado um acompanhamento melhor da escola”, diz o avô.

João Pedro está sendo velado no cemitério Parque Memorial de Goiânia desde a madrugada deste sábado (21). O enterro deve acontecer no final da manhã. A mãe do menino, Bárbara, é consolada por parentes e amigos ao lado do caixão onde está João Pedro, com uma miniatura de fusca preto, paixão dele e do pai.

Fonte: Notícias ao Minuto.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br