Vereadora é agredida após denúncia de ocupação irregular de cargo

Ocorrência foi registrada na cidade de Serra Azul, no interior de São Paulo

A vereadora Elizabeth de Paula Nascimento (PV), da cidade de Serra Azul (SP), foi agredida pela mãe da técnica de enfermagem Shirlaine Oliveira, investigada por ocupar irregularmente um cargo na rede municipal de saúde. A agressora, Cleonice da Silva Oliveira, acredita que a parlamentar foi a autora da denúncia feita junto ao Tribunal de Contas do Estado.

Segundo o G1, a Polícia Civil instaurou inquéritos para apurar a agressão e, ainda, uma ameaça feita à vereadora pelo irmão da técnica de enfermagem.

Shirlaine nega ambas as acusações e fez boletim de ocorrência contra Elizabeth alegando injúria e lesão corporal, pois, de acordo com ela, a parlamentar teria iniciado as agressões.

Fonte: Notícias ao Minuto.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
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Hospital Central do Exército abre Residência Médica

No DOU de 06/11, seção 3, página 18, está publicado o Edital No – 1, de 23/10/ 2017, em que o Diretor do Hospital Central do Exército (HCE) dá conhecimento de que realizará processo de seleção pública para provimento de vagas dos Programas de Residência Médica (PRM) para o ano de 2018.1, em diversas especialidades.

O valor da taxa de inscrição é de R$ 300,00, e deve ser feita de 21 a 24/11/ 2017, exceto sábados, domingos e feriados, das 08:00 às 11:00h, no Departamento de Ensino e Pesquisa do Hospital Central do Exército (DEP/HCE) – Rua Francisco Manuel, 126 – Triagem – Rio de Janeiro – RJ – CEP 20911-270 – TEL 3891-7214. 3.2.4.

Fonte: DOL.
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MST está destruindo torres de energia para fazendas não produzirem #boato

Boato – Membros do MST estão destruindo torres de geração de energia elétrica para que grandes agricultores não produzam e entrem em falência. Vídeo mostra tudo. (Foto Reprodução Youtube).

Muito longe dos grandes centros, uma batalha acontece no Brasil. De um lado, grandes fazendeiros que defendem que o “Brasil caminha” só por causa deles. Do outro, grupos como o MST que defendem a reforma agrária. Em meio a confrontos por terra, algumas discussões deixam o campo e vão parar nas cidades, nos palanques políticos (com grupos bem definidos defendendo os lados) e, claro, na internet. Na discussão, “vale tudo”. Até boato.

É justamente o que acontece na história de hoje. Circula na internet e informação de que o Movimento dos Sem Terra (MST) está praticando uma nova estratégia: destruir torres de geração de energia para que as fazendas não possam produzir e o governo tire as suas terras. “O MST já está destruindo as torres de energia no Rio Grande do Sul para que os grandes agricultores não produzam alimentos, para irem a falência e o governo tomar suas terras”, diz um texto.

Junto ao texto, viral no WhatsApp, aparecem imagens de pessoa destruindo a tal torres de transmissão. Outra versão da história, publicada por grupos contrários ao MST, dá conta de que o caso aconteceu na Bahia e foi organizado pelo movimento. Leia uma das versões do texto que circula online (reprodução do Facebook):

Print da notícia falsa que fala que o MST está destruindo torres de energia no Rio Grande do Sul
Print da notícia falsa que fala que o MST está destruindo torres de energia no Rio Grande do Sul

MST está destruindo torres de energia para fazendas não produzirem?

Como foi possível perceber, temos duas histórias bem diferentes circulando na internet e relacionadas ao mesmo vídeo. Depois de algumas análises, conseguimos perceber que uma delas é “totalmente falsa” e a outra é “50% falsa”. Quer entender o porquê? Vamos aos fatos.

 Print da notícia falsa que fala que o MST está destruindo torres de energia. PS: o perfil não é do juiz Sérgio Moro

Print da notícia falsa que fala que o MST está destruindo torres de energia. PS: o perfil não é do juiz Sérgio Moro

Para descobrir se realmente se trata de um ataque do MST, fomos buscar pela origem do vídeo. Ele foi gravado em 02/11/2017, na Bahia. Essa informação já elimina totalmente a história de que o MST está destruindo as tais torres no Rio Grande do Sul. Por sinal, não encontramos nenhum registro sério de que isso teria acontecido no Sul do Brasil. Ou seja, a história é totalmente falsa.

Agora, vamos falar do outro texto: o que o MST causou a destruição de torres da Bahia. Como dito antes, o caso aconteceu em 02 de novembro de 2017, na fazenda Igarashi, em Correntina (BA). De acordo com esta matéria do G1, moradores da região, revoltados com constantes quedas de energia elétrica na cidade supostamente atribuídas à atividade da fazenda, fizeram um protesto.

Um “grupo mais exaltado” começou a quebrar as coisas da propriedade, inclusive as torres que geravam energia ao local. Detalhe: em momento algum é dito que são integrantes do MST que promoveram o protesto e tampouco que se tratava de uma ocupação de terras. A tal versão só foi aparecer alguns dias depois.

Sobre o caso, a própria Igarashi se pronunciou e negou que teria culpa das constantes quedas de energia na região. A Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia também negou que a acusação foi “sem embasamentos técnico-científico”. Porém, nem uma nem outra acusou o MST de ter realizado a ação.

Resumindo: a história que aponta que o MST está “destruindo torres de energia” no Rio Grande do Sul e Brasil afora foi baseada em vídeos que não estão relacionados ao Movimento dos Sem-Terra (por sinal, não conseguimos encontrar bandeiras do movimento no vídeo). Ou seja, mais uma história falsa que circula na internet.

Assista o Vídeo;

https://youtu.be/4cmG5PJ21-8

Por Edgard Matsuki /Boatos .org
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O Segredo foi revelado: O Câncer não é uma doença, mas sim a deficiência disto no corpo!

Otto Heinrich Warburg foi um dos maiores nomes da medicina no século 20.

Ele ganhou o Prêmio Nobel em 1931, mas teve no totalidade 47 indicações para receber essa premiação ao longo de sua vida.

Com o estudo “A pretexto principal e a prevenção do câncer”, de 1923, o médico alemão prova de forma consistente que a pretexto do câncer é a deficiência de oxigênio e que as células cancerosas alimentam-se de açúcar.

Ele disse: “Para o câncer, há unicamente uma pretexto sublime. Resumida em poucas palavras, a principal pretexto do câncer é a substituição da respiração de oxigênio nas células normais do corpo por uma fermentação do açúcar”.

A deficiência de oxigênio leva o corpo humano a um estado de acidez.

Dr. Warburg também descobriu que as células cancerosas são anaeróbias (não respiram oxigênio) e não podem sobreviver na presença de altos níveis de oxigênio, porquê é em um estado alcalino.

Segundo o prêmio Nobel de Medicina, “Todas as células normais têm uma exigência absoluta de oxigênio, mas as células cancerosas podem viver sem oxigênio – uma regra sem exceção”.

Ele também destacou: “Prive uma célula de 35% do seu oxigênio durante 48 horas e ela pode tornar-se cancerosa”.

A nossa dieta desempenha um papel fundamental na manutenção de níveis adequados do pH do corpo.

Um pH equilibrado significa o equilígarbo de ácido e alcalino em todos os fluidos e células do organização.

Para ser saudável e imune a doenças, nosso corpo deve lastrar o pH do sangue em um nível ligeiramente alcalino de 7,3.

Infelizmente, a dieta do varão moderno consiste principalmente de mantimentos tóxicos e formadores de ácido, porquê carnes e açúcares processados, grãos refinados e organismos geneticamente modificados.

Isso leva a um pH ácido, ou seja, a um sangue intoxicado.

A acidez do pH pode interromper as funções e atividades celulares.

Se permanecer excessivamente ácido, o pH pode levar a queda na isenção e a muitos problemas graves de saúde, porquê câncer, doenças cardiovasculares, diabetes e osteoporose.

Se você mantiver seu corpo em um estado de acidez por um longo período de tempo, ele vai açodar fortemente o envelhecimento.

Podemos sintetizar o que dr. Otto Warburg descobriu da seguinte forma: a maioria dos problemas de saúde surge devido à acidez do sangue.

E parasitas, bactérias patogênicas, vírus e fungos porquê a cândida prosperam em ambientes ácidos.

Por outro lado, um envolvente alcalino neutraliza bactérias e outros agentes patogênicos.

A melhor forma de alcalinizar o corpo é, em resumo, pela alimentação saudável.

As folhas ricas em clorofila, o limão, o pepino, a cebola e o alho (todos crus) são poderosos alcalinizantes.

Se você quiser dar um impulso na alcalinização, aí vão duas ótimas receitas:

RECEITA 1

INGREDIENTES

1/3 colher (chá) de bicarbonato de sódio (use o vendido em farmácias)

2 colheres (sopa) de suco de limão espremido na hora

Uma vez que preparar: coloque o suco de limão no copo e vá adicionando o bicarbonato de sódio aos poucos.

A combinação de ácido/base começará imediatamente e fará um “fizz”, aquela reação típica de efervescentes.

Continue adicionando bicarbonato de sódio até que o fizz pare.

Em seguida, encha o copo com 200mL de água.

Hipertensos, por pretexto do bicarbonato, não devem consumir esta bebida alcalina.

Para eles, o melhor é a receita seguinte.

RECEITA 2

INGREDIENTES

2 litros de água

1 limão

Uma vez que preparar: ponha 2 litros de água numa jarra.

Golpe 1 limão em 8 partes, sem espremer e sem tirar a casca.

Deixe resfolgar durante 8 horas.

Depois, basta consumir a água alcalina ao longo do dia.

Fonte: dicaspravocee.
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Queda de raio mata 37 cabeças de gado em fazenda de São Patrício

A queda de um raio provocou a morte de 37 cabeças de gado em uma fazenda na cidade de São Patrício, a 188 km de Goiânia. O fazendeiro Luzair Batista Teixeira Júnior, de 23 anos, que ajuda a cuidar da propriedade, conta que todos os animais seriam vendidos em breve. O prejuízo estimado é de R$ 50 mil.

Segundo o jovem, ninguém na fazenda esperava a morte dos animais durante a chuva que caiu na madrugada de sábado (4). “Não era forte, estava bem leve a chuva. E, de repente, caiu esse raio. No dia seguinte ficamos preocupados e mandamos o vaqueiro ir dar uma olhada e ele achou todas mortas, algumas estavam uma em cima das outras”, contou Júnior.

Ele contou ainda que os animais estavam próximos a árvores. A hipótese é que elas tenham ido procurar abrigo para se esconder da chuva. “Eram 36 novilhos e uma vaca. Eles estavam separados porque seriam vendidos. O restante do gado estava em outra parte e sobreviveu. Sobrou cerca de 100 cabeças”, contou.

Os animais ainda não foram retirados do local onde morreram. “Ainda não sabemos como vamos fazer. Talvez tenhamos que arrumar uma pá carregadeira para conseguir tirar eles ou enterrar”, completou.

Fonte: G1 GO.
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Caixa d’água desaba sobre escola e mata três crianças em Sergipe

A caixa d’água pertence à Companhia de Saneamento de Sergipe (DESO) e caiu sobre o telhado da escola

A queda de uma caixa d’água deixou três crianças mortas e outras feridas na Escola Professor Osman dos Santos Oliveira, no Povoado Campo Grande, município de Nossa Senhora das Dores (SE). Segundo o G1, a informação foi confirmada pelo subtenente, Sobral da Polícia Militar da cidade.

A caixa d’água pertence à Companhia de Saneamento de Sergipe (DESO) e ficava ao lado da unidade escolar. A assessoria da empresa disse que uma equipe foi deslocada para o local do acidente.

Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e do Corpo de Bombeiros estão no local. O Instituto Médico Legal (IML) confirmou o chamado para o município, por volta das 15h.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Encontrada jovem de 19 anos que desapareceu após ir ao Enem

Familiares informaram que a garota foi encontrada em Campos do Jordão, mas não deram detalhes sobre o que ocorreu

A estudante Mariana Vakahara, de 19 anos, foi encontrada no fim da manhã desta segunda-feira, 6, após ter sumido no início da tarde de domingo, 5. O desaparecimento da garota foi percebido pela família apenas no fim da tarde, pois ela estava inscrita para participar do primeiro dia do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no campus Paraíso da Universidade Paulista (Unip), na zona sul da cidade de São Paulo.

Familiares informaram que a garota foi encontrada em Campos do Jordão, mas não deram detalhes sobre o que ocorreu. Segundo o pai de Mariana, Eduardo Vakahara, a família teve um “palpite” que a jovem poderia ter ido para a cidade do interior paulista. “Todos os anos, nós passamos alguns dias em Campos (do Jordão). É a nossa viagem preferida em família e ela sempre falou que gostaria de morar por lá”, comentou ao jornal “O Estado de S. Paulo”.

A família não comentou sobre o estado de saúde e as circunstâncias do desaparecimento. “O alívio daquela sensação horrível é imensurável. Vou só confortá-la adequadamente”, completou o pai. Nas redes sociais, Carolina Naomi, irmã da jovem, agradeceu aos amigos e internautas que contataram a família. “Agradeço o apoio e o carinho de todos em busca de minha irmã. Peço desculpas por não conseguir explicar exatamente o que aconteceu. Ainda não tenho as informações certas”, escreveu no Facebook.

O desaparecimento de Mariana chegou a ser registrado no 78º Distrito Policial (DP Jardins). Por meio da assessoria de imprensa, a Unip afirma estar à disposição para colaborar com as autoridades e relatou ter permitido que a família da garota tivesse acesso às câmeras de segurança do campus Paraíso.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Caminhão invade escola e deixa 14 crianças feridas em Iguaba Grande

Caminhão desgovernado invade escola em Iguaba

Um caminhão desgovernado destruiu uma sala de aula da Escola Municipal Deputado Claudio Moacyr de Azevedo, no bairro de Iguaba Pequena, localizada em Iguaba Grande, na Região dos Lagos, na manhã desta segunda-feira. Cerca de 14 crianças ficaram feridas.

De acordo com os bombeiros, equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) fizeram atendimentos no local e encaminharam os feridos para o Pronto Socorro de Iguaba Grande. O ajudante do motorista, de 59 anos, ficou preso às ferragens e foi atendido pelos bombeiros.

Segundo a prefeitura de Iguaba, as crianças tiveram ferimentos leves. Algumas já foram liberadas. A prefeitura da cidade informou ainda que uma equipe da Secretaria municipal de Obras foi até o local para avaliar se o acidente prejudicou a estrutura da unidade.

As aulas estão suspensas durante esta semana e a Secretaria municipal de Educação vai providenciar outro espaço para realocar os alunos.

Fonte: EXTRA.
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Tragédia de Mariana não melhorou leis ambientais brasileiras

As coisas continuam como estavam há exatos dois anos, afirma o procurador da República José Adércio Leite Sampaio

O maior desastre ambiental da História do Brasil não foi suficiente para levar a mudanças significativas no licenciamento e na fiscalização de barragens do país. Como a maior parte da lama despejada na Bacia do Rio Doce pelo rompimento da Barragem de Fundão, da Samarco, em âmbito nacional as coisas continuam como estavam há exatos dois anos, afirma o procurador da República José Adércio Leite Sampaio, coordenador da força-tarefa do Ministério Público Federal em Minas Gerais sobre o desastre.

— Qual o cenário hoje? Projetos de lei que aumentavam o rigor foram arquivados. Continuam a faltar critérios objetivos na legislação para que se defina o que é uma barragem segura. Também nada mudou na fiscalização. O Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) continua com dois técnicos para 400 barragens em Minas. Faziam e fazem fiscalização por amostragem, sobre documentos e relatórios fornecidos pelas empresas. Fiscalização assim é absolutamente cartorial. É um cenário angustiante — diz.

Ele salienta que permanecem os mecanismos que preveem entregar ao empreendedor a autofiscalização de uma barragem. E, diz ele, Minas aprovou uma lei estadual que cria dificuldades para os órgãos licenciadores e dá ao secretário estadual o poder de decidir sobre uma licença, caso os prazos sejam descumpridos.

— Mesmo após uma tragédia dessas, a questão ambiental não recebeu a atenção merecida no Brasil — destaca.

De acordo com ele, se o licenciamento e a fiscalização da barragem tivessem sido feitos adequadamente, talvez o desastre não tivesse ocorrido:

— Mudaram a concepção da barragem, fizeram puxadinhos geotécnicos com licença para ampliar. A lei que permite isso continua como estava.

Para Carlos Eduardo Ferreira Pinto, diretor da Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa), o Brasil não aprendeu com o desastre:

— A legislação ambiental brasileira ficou como a lama de Mariana. Esse período de dois anos poderia ter servido para criar um novo marco regulatório da mineração. Mas não foi isso o que aconteceu. A lição da tragédia é que sem controle sobre os riscos, as consequências para a sociedade são maiores que as promessas de benefícios.

Germano Vieira, secretário-adjunto de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas, diz que o estado tem procurado reformular a fiscalização e, por decreto, em maio, proibiu a construção de barragens a montante, como Fundão. Segundo ele, um projeto de lei de regulamentação de barragens retornará à última comissão de primeiro turno.

— A lei terá mais força que o decreto. Mas ainda precisamos de mais. A questão da impunidade é importante. Enquanto houver impunidade haverá problemas. A Justiça também precisa avançar.

Fonte: ORMNews.
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Militares de outros países começam a chegar para exercício de simulação no AM

Brasil recebeu militares colombianos e peruanos na manhã deste domingo

Tropas militares de outros países começaram a chegar hoje (5) para participar do exercício militar de simulação de atendimento humanitário na selva amazônica, o AmazonLog 17, marcado para o período de 6 a 13 de novembro, em Tabatinga (AM), na tríplice fronteira com a Colômbia e Peru. Na manhã deste domingo, militares da Colômbia e Peru desembarcaram na base montada pelo Brasil para receber as tropas. Alguns soldados dos Estados Unidos também já estão na cidade. O restante da tropa norte-americana desembarca amanhã (6).

No total, devem participar da simulação cerca de 2 mil pessoas, dos quais, cerca de 500 são estrangeiras. Além de militares do Brasil (cerca de 1.550), Colômbia (150), Peru (120) e Estados Unidos (30), observadores de mais de 20 países devem acompanhar as ações, entre eles Alemanha, Argentina, Chile, Equador, México, França, Reino Unido, Espanha, Rússia e Venezuela. Também participam funcionários de órgãos federais e estaduais como a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), a Fundação Nacional do Índio (Funai), a Polícia Federal, a Receita Federal, entre outros.

O objetivo do exercício é criar diretrizes para socorro a vítimas em caso de catástrofes na região da tríplice fronteira amazônica. Serão realizadas simulações atendimento a vítimas de incêndios florestais, terremotos, secas, enchentes, acidentes com embarcações e também de medidas humanitárias para casos de grande contingente de deslocamentos humanos, como no caso de refugiados.

As simulações envolvem o uso de 13 helicópteros, 11 aviões, além de diversas embarcações para as ações de simulação de acidentes. Também serão realizados atendimentos de saúde para a população ribeirinha e comunidades indígenas do Brasil e dos países vizinhos. Alguns dos exercícios contarão com a participação de “figurantes”. Uma base militar multinacional foi montada para dar suporte a militares e socorro emergencial às “vítimas”.

O chefe do Estado-Maior Combinado da AmazonLog17, general de brigada Antonio Manoel de Barros, disse à Agência Brasil que a escolha da região se deve ao seu caráter estratégico e pelo desafio de se levar uma estrutura de apoio em uma região cujo acesso só ocorre por meio aéreo ou de barco. “As pessoas sabem das dificuldades da região Amazônica e da nossa fronteira e o Exército tem uma grande preocupação com a presença do Estado brasileiro na região”, disse.

De acordo com o general, em uma situação de catástrofe, os militares atuariam para dar suporte de infraestrutura para que outras agências governamentais, como as polícias Militar e Civil, Defesa Civil, Corpo de Bombeiros possam atuar. “Em uma situação de grave problema ou ameaça como uma endemia, uma seca, uma enchente e que se esgotam determinados recursos e que, no nosso caso, o governo federal é chamado a auxiliar e é aí que aparecem as Forças Armadas. Se tivermos que ser acionados, já estamos prontos para o jogo. Por isso é que estamos realizando esse exercício”, acrescentou.

A atividade envolve unidades de transporte, logística, manutenção, suprimento, evacuação e engenharia. No caso de catástrofes, por exemplo, isso implica o planejamento logístico de deslocamento de equipamentos, suprimentos e equipes até o local da ação. Além de preparar a área, é preciso pensar em como atender os feridos e evacuar as pessoas. No caso de Colômbia e Peru, a participação na simulação também servirá para que os países vizinhos adquiram experiências para oferecer ajuda humanitária em casos similares.

Fonte: ORMNews.
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