Bahia registra primeira morte vítima de febre amarela

Homem, de 49 anos, estava internado desde quarta-feira (10) na UTI

A Prefeitura de Itaberaba, na Bahia, registrou neste domingo (14) a primeira morte vítima de febre amarela do Estado.

O homem, de 49 anos, foi internado na última quarta-feira (10) no Hospital Couto Maia, em Salvador, com diagnóstico da doença. A diretoria do hospital informou que o paciente passava férias em São Paulo, de onde retornou no início desta semana. Ele estava na UTI (Unidade de Tratamento Intensivo).

Vacina

A vacina com a dose padrão contra a febre amarela está disponível em todos os postos de saúde públicos de Salvador. Somente na capital, mais de 1 milhão de pessoas entre 9 meses e 59 anos precisam ir às unidades médicas.

Os estados da Bahia, São Paulo e Rio de Janeiro vão fazer campanha de vacinação com doses fracionada e padrão contra febre amarela. A medida foi anunciada pelo Ministério da Saúde nesta terça-feira (9), e tem como objetivo, de acordo com a pasta, evitar a expansão da doença em áreas próximas de onde há circulação atualmente.

Fonte: R7 Notícias.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
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Mulher mata vizinha a facadas por causa de vaga de emprego em SP

Outras duas irmãs da vítima, que estavam com ela no momento da discussão, ficaram feridas. Crime aconteceu em Santos

Uma jovem de 24 anos foi morta a facadas pela vizinha, na noite deste sábado (13), em Santos, no litoral de São Paulo. Segundo informações de familiares, a autora do crime queria a vaga de emprego da vítima, Érica Oliveira da Silva, e há dias elas discutiam sobre o assunto. Além da jovem, a suspeita feriu outras duas irmãs da vítima. Até o momento, ninguém foi preso.

Érica era assistente administrativa em uma empresa de concreto localizada no bairro Monte Cabrão, onde mora. Segundo a irmã da vítima, Rafaela Oliveira da Silva, há dias ela e a vizinha, identificada pela Polícia Civil como Angélica da Cruz, discutiam sobre o emprego da irmã. “Ela estava desempregada e queria a vaga da minha irmã. Sempre que a Érica passava, elas se provocavam. Isso acontecia todos os dias”, explica.

Por volta das 20h deste sábado, Érica, Rafaela e mais duas irmãs voltavam para casa quando Angélica as viu na rua e começou a provocar a vítima. “Eu não lembro o que foi que ela disse, mas sei que ela gritou algo e minha irmã começou a retrucar. Elas começaram um bate-boca e o pai, o irmão e o marido da agressora saíram para ajudar.”

Segundo Rafaela, durante a discussão, o pai de Angélica segurou Érica para que ela ficasse imóvel enquanto a filha esfaqueava a vítima. A faca foi entregue à suspeita pelo próprio marido que, segundo testemunhas, também teve participação no crime. Rafaela foi a única das quatro irmãs que não teve ferimentos e, imediatamente, solicitou o socorro. “A ambulância demorou muito, decidimos não esperar e meus pais levaram elas para o Pronto Socorro de carro”, relembra.

Érica deu entrada no Pronto Atendimento Médico (PAM) da Rodoviária já sem vida. Débora Oliveira da Silva, de 32 anos, e Daniele Alves de Oliveira, de 27, foram transferidas para o Hospital Santo Amaro em estado grave. Daniele passou por procedimento cirúrgico e se encontra na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), com ferimentos no pulmão e intestino. Débora está em observação.

Segundo a polícia, logo após a briga, Angélica fugiu do local e não foi mais vista. Os familiares da suspeita foram até a Delegacia Sede de Santos prestar depoimento sobre o caso e, em seguida, foram liberados. “O que queremos, agora, é justiça para todos eles, todos devem pagar. Ela não conseguiria matar a minha irmã e machucar as outras duas sozinha”, desabafa Rafaela. A Polícia Civil realiza diligências neste domingo (14) para tentar localizar Angélica.

Fonte: ORMNEWS.
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Jornalista morre após levar choque ao cantar dentro de piscina em SC

Vítima sofreu uma parada cardiorrespiratória

Um jornalista de 34 anos morreu na tarde deste domingo (14) em Balneário Rincão (SC) após levar um choque. De acordo com o Corpo de Bombeiros, a vítima sofreu uma parada cardiorrespiratória em seguida.

Segundo o G1, o homem estava em uma festa no momento do incidente, que ocorreu por volta das 16h50. Testemunhas relataram que foi pedido que a vítima cantasse, e ele levou um choque ao segurar o microfone dentro da piscina.

O socorro tentou reaminar o paciente, mas ele não resistiu à descarga elétrica.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Mulher morta a facadas provocou suspeita com post nas redes sociais

Publicação teria sido o estopim para a morte de Érica de Oliveira da Silva

Morta a facadas no sábado (13) na cidade de Santos, no litoral paulista, a assistente administrativa Érica de Oliveira da Silva publicou nas redes sociais, na véspera do crime, um post provocativo à suspeita de ter cometido o assassinato

“Está passando fome, meu bem? Me fala, que até cedo meu emprego pra você, já que está oferecendo até o corpo, que por sinal é um lixo. Aceita: quem nasceu para ser cachorro, morre latindo”, dizia a publicação.

A família de Érica afirmou ao G1 que Angélica da Cruz tinha inveja pelo fato de a vítima estar empregada formalmente.

“A assassina estava desempregada e queria a vaga da minha irmã. Sempre que a Érica passava, elas se provocavam. Isso acontecia todos os dias. A postagem acabou piorando a situação e aconteceu o que aconteceu”, contou Rafaela Oliveira da Silva, irmã de Érica.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Homem vai cobrar dívida de R$ 5 e é esfaqueado por dois

Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) socorreu a vítima ferida e o levou até o Hospital Regional de Ariqueme

Um homem foi encontrado por policiais, após sofrer uma tentativa de de homicídio ao tentar cobrar uma dívida de R$ 5. A vítima foi esfaqueada duas vezes, pelo homem a quem cobrara a dívida e um outro, que estava no local quando chegou. O caso aconteceu na manhã desta sexta-feira (12), no Vale do Jamari, em Rondônia.

De acordo com informações do ‘G1’, ele havia ido na casa de um conhecido, no Setor 8, para cobrar uma dívida, quando iniciou-se uma discussão. Em seguida, um dos suspeitos pegou uma faca e foi em direção a vítima. Ao tentar se defender com o braço, ele foi ferido no pulso. O homem correu, mas foi atingido novamente na cabeça e nas costas.

Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) socorreu a vítima ferida e o levou até o Hospital Regional de Ariquemes. Os dois suspeitos não foram localizados e o caso foi registrado como tentativa de homicídio na Delegacia de Polícia Civil de Ariquemes, que investiga o ocorrido.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Surfista é atacado por tubarão em Fernando de Noronha

Mais um registro de ataque de tubarão a turista foi registrado no Arquipélago Fernando de Noronha, em Pernambuco. Desta vez, o alvo foi um surfista. Na tarde da última sexta-feira, 12, um rapaz identificado pelas iniciais R.D.F.B, de 20 anos, foi atacado quando surfava na famosa e badalada praia de Conceição. O ataque ocorreu no exato momento em que o rapaz caiu da prancha e foi jogado para perto do animal.

De acordo com informações da assessoria de imprensa da Ilha, a vítima é um baiano. Ele estava no Arquipélago com a família. Após o ataque, ele foi socorrido no Hospital São Lucas, em Noronha, com escoriações no antebraço esquerdo e passa bem.

O surfista levou 15 pontos, foi medicado com antibióticos e já recebeu alta. O episódio ocorreu por volta das 17 horas. Equipes do Corpo de Bombeiros (CB) e do Comitê de Incidentes com Animal Marinho do Estado estiveram presentes para acompanhar o caso.

Conforme informações repassadas pelos órgãos, o tubarão tinha aproximadamente dois metros. Eles consideram o episódio como ato de defesa e não de ataque, uma vez que se fosse para atacar os ferimentos teriam sido mais graves.

Fonte: Agência Estado.
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Uma em cada três universidades federais tem denúncia em cota racial

 ‘Estado’ compilou processos administrativos em 53 das 63 instituições e chegou a 595 estudantes investigados.

Uma em cada três universidades federais do País já investigou a matrícula de estudantes por suspeita de terem fraudado o sistema de cotas raciais. É o que mostra um levantamento do Estado nos processos administrativos instaurados pelas instituições, todos obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação. A maior parte das denúncias vem de movimentos negros. Para reduzir as fraudes, o governo federal quer formatar uma comissão para orientar análise visual dos alunos.

Das 63 federais no País, 53 responderam aos questionamentos. No total, há 595 estudantes investigados em 21 instituições de ensino. A maioria já teve a matrícula indeferida, mas parte conseguiu retornar aos estudos por liminares, contrariando as decisões administrativas.

Os acusados alegam que tiveram poucas informações sobre o indeferimento. “Eu me senti um lixo, sendo analisada pela aparência, como um objeto. Achei que haveria pelo menos uma entrevista. Acredito que tem fraudadores mesmo, mas no edital que participei era autodeclaração. Eu não fraudei nada”, diz uma aluna da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), que buscou advogada para manter a vaga.

Mas nos documentos analisados foram encontrados estudantes que se autodeclararam quilombolas mesmo sem nunca ter vivido em uma comunidade e alunos acusados por movimentos negros de serem brancos. O caso mais comum, no centro da polêmica, é o dos pardos, que muitas vezes são identificados – e denunciados – como “socialmente vistos como brancos” e, portanto, não deveriam utilizar o sistema, segundo os movimentos sociais.

Pelo mapeamento, cursos mais concorridos são o principal alvo de denúncias. Os mais recorrentes são Medicina e Direito, com casos em praticamente todas as instituições que têm ou já tiveram alguma sindicância. Com o surgimento cada vez mais frequente de denúncias, feitas principalmente por movimentos negros e pelos próprios colegas, parte das instituições começou a criar comissões de aferição da autodeclaração de raça feita pelos alunos. Mas a falta de padrão criou distorções.

Por isso, o governo do presidente Michel Temer decidiu reativar um grupo de trabalho, encabeçado pelo Ministério de Direitos Humanos e incluindo secretarias do Ministério da Educação e da Fundação Nacional do Índio (Funai), que deve finalizar um documento para dar base a comissões de aferição de autodeclaração da etnia dos estudantes em todas as universidades federais do País. Hoje, só parte das instituições faz esse procedimento.

O Estado apurou que o modelo que está sendo desenhado pelo governo federal prevê bancas com cinco pessoas, formadas de maneira diversificada tanto em gênero quanto em etnia dos avaliadores. Só novos alunos seriam avaliados, antes da matrícula, e o único critério seria a aparência do candidato. “O fenótipo (aparência) deve ser o primeiro aspecto a ser considerado. A questão do racismo no Brasil é de marca, e não de origem. As pessoas são reconhecidas socialmente enquanto negras pelos traços fenotípicos”, avalia Juvenal Araújo, secretário nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, órgão vinculado ao Ministério de Direitos Humanos (MDH).

A Universidade de Brasília (UnB) foi pioneira no método de aferição. Também primeira federal a utilizar cotas, em 2004, na instituição o candidato era fotografado e seu pedido de inscrição, com a foto, era analisado por uma comissão – que fazia a homologação. Este método deixou de existir a partir de 2013, quando entrou em vigor a lei federal que pedia somente a autodeclaração do estudante.

Debate

Entre os especialistas, não há consenso sobre as comissões. “Pode criar uma espécie de tribunal racial, no qual a população negra estaria, mais uma vez, alijada das decisões sobre a própria identidade e pertença. Quem comporia essas comissões? Quais seriam os critérios para a escolha dos homens e mulheres que decidiriam quem é ou não negro no Brasil?”, indaga a professora Inaê Santos, da Fundação Getulio Vargas-Rio e do Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC-FGV).

Já o especialista em ações afirmativas Frei David Santos diz que é essencial combater fraudes. “Essas práticas criminosas precisam ser atacadas exemplarmente, para garantir que os reais destinatários da medida sejam contemplados.”

Para entender: metade para o ensino público

A Lei 12.711/2012, sancionada em agosto de 2012, garante 50% das matrículas por curso e turno em todas as universidades federais e institutos federais de educação, ciência e tecnologia a alunos que estudaram integralmente no ensino médio público, seja em cursos regulares ou Educação de Jovens e Adultos (EJA). O restante das vagas fica para ampla concorrência.

As vagas reservadas são subdivididas. Metade fica para alunos de escolas públicas com renda familiar bruta igual ou inferior a 1,5 salário mínimo per capita e a outra metade para alunos de escola pública com renda familiar superior a 1 salário mínimo.

Há ainda uma porcentagem mínima correspondente à soma de pretos, pardos e indígenas (PPI) no Estado, que considera o último censo demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No Rio Grande do Sul, por exemplo, que registrou 15,6% de sua população como PPI, deve-se registrar essa quantidade nas cotas em todas as universidades federais para esta população.

Fonte: ORMNews.
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Divulgação do resultado do Enem é antecipado para 18 de janeiro

Mesmo prazo vale para os espelhos de correção das redações

Os resultados dos participantes com menos de 18 anos, comumente chamados de treineiros, serão liberados 60 dias depois da divulgação regular. O mesmo prazo vale para os espelhos de correção das redações. O acesso ao espelho de correção é uma forma de o participante saber como se saiu em cada uma das cinco competências avaliadas pela prova.

Os estudantes podem usar o resultado das provas do Enem em processos seletivos para vagas no ensino público superior, pelo Sisu, para bolsas de estudo em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) e para obter financiamento pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Pedida a prisão de traficantes que enviaram cadáveres para rivais

Corpos de dois homens foram embrulhados em caixas de presentes e enviados a outros traficantes

Uma investigação da 38ª DP (Brás de Pina) identificou sete traficantes da Cidade Alta, em Cordovil, na Zona Norte do Rio, responsáveis pela invasão às favelas vizinhas Pica-Pau e Cinco Bocas, em outubro de 2017, que culminou com a execução de dois traficantes. Os corpos dos dois homens — identificados somente como Lorran e Gato — foram embrulhados em caixas de presentes e enviados aos rivais.

Foram pedidas à Justiça as prisões de Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, de 32 anos; Rodrigo Ribeiro da Silva, o Jeremias ou Mia, de 34; Rodnei de Menezes Andrade, o Baratão, de 38; Luis Carlos de Andrade, o Farinha, de 32; e Alan Felipe da Silva. Outros dois traficantes identificados como participantes da invasão já estão presos: Daniel Nunes, o Chapoca; e Rafael Felix da Silva Valadares, o Lulinha. Todos eles integram a facção Terceiro Comando Puro (TCP), que domina a Cidade Alta, e foram indiciados por tráfico de drogas e associação para o tráfico.

De acordo com a investigação, quem ordenou que os cadáveres fossem mutilados e enviados em caixas de presentes foi de Peixão, o chefe do tráfico da Cidade Alta. A determinação foi motivada pelo assassinato, dias antes, de um adolescente de 16 anos, identificado como Matheus William, durante uma tentativa de invasão de rivais de comunidades vizinhas, dominadas pelo Comando Vermelho (CV). Os corpos foram deixados na entrada da favela Pica-Pau, embrulhados com laço de fita.

Como revelou o EXTRA, no segundo semestre do ano passado, Peixão instituiu o “IPTU do crime” na Cidade Alta. Numa correspondência endereçada a todos os moradores, ele informava que “a partir do quinto dia útil de agosto, moradores irão pagar de R$ 5 a R$ 10 mensais para ajudar na segurança da comunidade”. Ao fim do texto, uma saudação acompanhava a assinatura: “Atenciosamente, a tropa do mano” — outro apelido do traficante.

No último Dia das Crianças, Peixão mandou distribuir presentes e montou uma gigantesca piscina na comunidade para angariar a simpatia dos moradores.

A disputa entre as facções rivais pelo controle da Cidade Alta já dura mais de um ano. Na última quarta-feira, houve nova tentativa de invasão de traficantes das favelas do Pica-Pau e Cinco Bocas à comunidade. Houve troca de tiros e o 16º BPM (Olaria) foi acionado. Nenhum criminoso foi preso.

Fonte: ORMNews.
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Jovem achada morta em condomínio de luxo disse em áudio que se mataria

Até o momento, o namorado de Gabrielly Teixeira, que já foi ouvido, não é considerado suspeito de cometer o crime

O advogado do namorado da jovem Gabrielly Teixeira Santos, de 20 anos, achada morta dentro do condomínio de luxo em Bertioga, no litoral de São Paulo, afirmou que entregará dois áudios de Whatsapp, em que a jovem afirma que iria se matar. A defesa afirma que fará a entrega à Polícia Civil, nesta sexta-feira (12).

Até o momento, o rapaz, que já foi ouvido, não é considerado suspeito de cometer o crime. De acordo com o ‘G1’, a polícia trabalha com a hipótese a situação tenha sido forjada para simular um suicídio. O homicídio, portanto, não foi descartado.

O corpo da jovem foi encontrado no sábado (6) com uma corda no pescoço, pendurada, mas não suspensa, no galho de uma árvore em um matagal na Riviera de São Lourenço. Para a polícia, a jovem morreu nas primeiras horas do dia 1º de janeiro.

Ela estava no condomínio porque naquele dia o namorado, que é DJ, tocaria numa festa de réveillon. No local, testemunhas afirmam que viram a dupla brigando em diferentes oportunidades. O rapaz de 30 anos é também empresário e publicitário. Em depoimento à polícia, após o corpo dela ter sido localizado, o rapaz afirmou que os dois discutiram por ciúmes.

Fonte: Notícias ao minuto.
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