Moradores contam ‘causos’ após aparição de onça-pintada no centro de cidade no Pantanal de MT
Distância entre o local onde o animal está e o centro de Cáceres é de cerca de 100 metros. Há duas semanas, a onça se ‘mudou’ para uma ilha no Rio Paraguai.
Onça-pintada foi fotograda em ilha no Centro de Cáceres (MT) -A nova moradora do centro de Cáceres, a 220 km de Cuiabá, está chamando atenção e mexendo com a imaginação dos moradores do lugar. Há duas semanas, uma onça-pintada adotou uma ilha, que fica às margens do Rio Paraguai, como morada.
A distância entre o local onde o animal está e o cais, que fica na praça central da cidade, é pouco mais de 100 metros. Mas, segundo os ambientalistas, apesar de saber nadar, é pouco provável que a onça atravesse o rio.
Mas, como Cáceres é uma região de pescadores, os ‘causos’ sobre o felino já começaram a se espalhar.
A aposentada Ana Maria Pinheiro Leite, já ouviu alguns.
“Me falaram que ela entrou em uma casa, que a porta estava aberta, e pegou um cachorrinho. Será que é verdade?”, contou.
Não é rara a aparição de onças nas proximidades das cidades da região pantaneira. Mas, o que tem despertado a curiosidade da população e dos pesquisadores, é o fato deste animal permanecer por tanto tempo num mesmo lugar e, muito próximo da zona urbana.
Segundo a Sema, o animal é uma fêmea possivelmente prenhe (Foto: Wagner Antonio de Souza Jr/Arquivo Pessoal)
A polícia ambiental está acompanhando o caso e, de acordo o capitão Marcos Barros, o animal é monitorado constantemente.
“Estamos monitorando o comportamento dela e conscientizando a população para não se aproximar muito, nem tentar alimentar o bicho, apenas observar de longe”, disse o capitão.
Por Ianara Garcia, TV Centro América Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP – JORNAL FOLHA DO PROGRESSO no (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.
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Nelson Mandela
Por:Paiva Netto- Neste artigo, presto uma homenagem ao centenário do ilustre advogado e extraordinário líder político Nelson Rolihlahla Mandela, primeiro presidente negro da África do Sul, governando-a de 1994 a 1999. Ele destemidamente lutou contra o apartheid, desumano regime de segregação racial que, por tanto tempo, infelicitou o extremo sul do continente africano.
Mandela retornou, em 5 de dezembro de 2013, à Pátria Espiritual e, em 18 de julho de 2018, completaria 100 anos. Ser humano digno de admiração, foi Prêmio Nobel da Paz em 1993, tendo sido condecorado no Brasil, para honra nossa, em 1997, com a Comenda da Ordem do Mérito da Fraternidade Ecumênica, láurea concedida pelo ParlaMundi da LBV, em Brasília/DF.
Hoje, Madiba, como era afetuosamente chamado, segue o seu ativismo pela causa da liberdade, agora, na condição de Espírito Eterno.
Lembro-me de reportagem de uma equipe do SBT que acompanhou uma aula no Conjunto Educacional Boa Vontade, em São Paulo/SP, sobre a importância de Mandela para a democracia e a Paz.
O respeito às diversas culturas e a vivência fraterna e ecumênica que diariamente despertamos nas crianças ficam demonstrados neste depoimento da aluna Lara Vitória, então com 8 anos: “Nós aprendemos desde pequeninos na escola que somos todos iguais e não importa se somos negros, brancos, de outras religiões. O que importa é o Amor que temos uns pelos outros”.
Pedagogia pela Paz
“A instrução promoverá a compreensão, a tolerância e a amizade entre todas as nações e grupos raciais ou religiosos, e coadjuvará as atividades das Nações Unidas em prol da manutenção da paz.” É um trecho do Artigo 26 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que completará, em 10 de dezembro, 70 anos.
Irmanada a esse preceito, em 4 de junho de 2018, na Oliver Street School, em Newark/Nova Jersey, ocorreu bela cerimônia de conclusão do programa Estudantes de Boa Vontade pela Paz, desenvolvido pela LBV dos Estados Unidos nos colégios norte-americanos, por meio da Educação com Espiritualidade Ecumênica.
De forma dinâmica e entusiasmada, 367 alunos entre 5 e 10 anos participaram da solenidade. A iniciativa visa incentivar a liderança solidária entre os educandos e favorecer um ambiente escolar livre de violência.
Ao longo de dez meses, em parceria, educadores da LBV e professores do local orientaram crianças e adolescentes sobre o tema “Esporte é Vida, não violência! Juntos fazemos um gol pela Paz!”. O programa teve como objetivo a valorização das diferenças culturais existentes no planeta com a exposição intitulada “Viagem ao Mundo”. Os alunos foram os protagonistas dessa ação, transformando cada classe em uma “embaixada” de forma que conhecessem um pouco da cultura de algumas nações, sendo elas a Argentina, o Brasil, o Equador, a França, a Itália e a Rússia. Os educadores atuaram apenas como mediadores nessa atividade, enquanto que as próprias crianças promoviam o aprendizado sobre cada país.
O embasamento desse esforço dos educadores vem das etapas do MAPREI (Método de Aprendizagem por Pesquisa Racional, Emocional e Intuitiva) — a metodologia de aplicação da Pedagogia do Afeto (para crianças de até 10 anos) e da Pedagogia do Cidadão Ecumênico (a partir de 11 anos), que trabalhamos nas escolas da LBV no Brasil.
Nos Estados Unidos, como em muitos outros países, o problema da violência nas escolas é preocupante. E, segundo me informa o representante da LBV na ONU, Danilo Parmegiani, nossa Pedagogia, com a sua Cultura de Paz, tem obtido relevantes resultados em terras norte-americanas, pois todos percebem os benefícios de conciliar o currículo formal com a experiência da Boa Vontade em ação.
A notícia nos mostra o alcance da Espiritualidade Ecumênica entre os estudantes. Em É Urgente Reeducar! (2010), ressalto que ela é o berço dos mais generosos valores que nascem da Alma, a morada das emoções e do raciocínio iluminado pela intuição, a ambiência que abrange tudo o que transcende ao campo comum da matéria e provém da sensibilidade humana sublimada, a exemplo da Verdade, da Misericórdia, da Generosidade, da Moral, da Ética, da Honestidade, do Amor Fraterno.
José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
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A Funai divulgou imagens inéditas de um índio isolado na floresta em Rondônia
Índio da tribo Tanaru vive isolado há 22 anos. (Foto: Reprodução/Funai)- Último sobrevivente de tribo, índio vive solitário há 22 anos em floresta de Rondônia
Índio de Terra Indígena Tanaru foi visto pela primeira vez por equipes da FPE Guaporé em junho de 1996. Membros foram mortos por fazendeiros, segundo Funai.
No meio da mata no interior do estado de Rondônia, o último sobrevivente de uma tribo indígena resiste ao contato com a civilização do homem branco. Motivos para a decisão não faltam. Após ter os últimos membros da tribo mortos por fazendeiros em 1995, o “índio solitário” mantém tradições, costumes e sabedorias que desaparecem aos olhos incrédulos dos caras pálidas.
A primeira vez que foi visto pela Frente de Proteção Etnoambiental Guaporé (FPE Guaporé), sediada em Alta Floresta (RO), foi em junho em 1996. O achado ocorreu após informações de um grupo de madeireiros que apontavam a existência de um índio, uma cabana, armadilhas e um buraco que, posteriormente, serviria de apelido ao aldeado.
“Chegamos a ficar duas horas em frente a cabana para convencê-lo a sair, mas ele se armou dentro dela”, lembra o servidor da Fundação do Índio (Funai), Altair Algayer, também coordenador da FPE Guaporé.
Após confirmada a existência do sobrevivente da Terra Indígena (TI) Tanaru, a Funai se utilizou de dispositivos legais para a interdição da área. Assim, por meio da Portaria do Presidente da Funai nº 1040, de 16 de outubro de 2015, a área demarcada de 8.070 hectares teve sua interdição prolongada por mais 10 anos.
Índio Isolado da TI Tanaru – O sobrevivente que a Funai acompanha há 22 anos
As primeiras interdições já haviam acontecido na década de 1990, quando houve a confirmação sobre um índio isolado.
Os indígenas da TI Tanaru são vítimas de eventos históricos na Amazônia desde 1980, onde a colonização desenfreada, a instalação de fazendas e a exploração ilegal de madeira em Rondônia, provocou sucessivos ataques aos povos indígenas isolados que viviam nessas regiões, resultando em expulsões de suas terras e mortes.
E foi em um último ataque de fazendeiros, no final de 1995, que o grupo da TI Tanaru, provavelmente já pequeno, segundo equipe local, se transformou em apenas uma pessoa. Os culpados jamais foram punidos.
A Funai, desde então, realizou 57 incursões de monitoramento do “indígena solitário” nos últimos 10 anos, além de 40 viagens para ações de vigilância e proteção da TI Tanaru.
As imagens que correram o mundo, mostrando o “índio do buraco”, foram obtidas por acaso, durante ações da FPE Guaporé no interior da TI Tanaru. A Funai afirma que, graças aos monitoramentos da área, há cinco anos não são registradas invasões de madeireiros, desmatamentos e presença de pessoas estranhas dentro dos limites da TI.
Hoje, segundo a Funai, o indígena vive próximo à divisa de quatro municípios no sul do estado, mais precisamente em Corumbiara, município distante a pouco mais de 700 quilômetros de Porto Velho.
Altair Algayer explica que demandou muito tempo até que imagens pudessem ser feitas. “Não é somente chegar e ver o índio. Das poucas vezes que conseguimos localizá-lo, ele fugiu rapidamente. Não dá tempo de tirar uma máquina e fotografar ou filmá-lo”, afirma o servidor da Funai.
As únicas imagens que comprovam a existência do “índio solitário” foram feitas quando ele não estava perto. “Apenas uma vez, cheguei a olhá-lo muito próximo, mas não tive como registrar esse momento. Por ele não entender nossa língua, usei vários gestos”, disse.
O registro mais extenso é da morada do índio: uma cabana, popularmente conhecida como tapiri, estrutura feita com lascas e cascas de madeira, palmeiras e troncos de pau, coberta com palha do chão até o teto.
Cabana construída pelo índio isolado conhecida como Tapiri. (Foto: Reprodução/Funai. )
Só que as propriedades construídas pelo índio solitário têm um toque especial: a existência de um buraco. Até hoje, a FPE Guaporé localizou 48 moradias semelhantes a do índio.
“A primeira coisa que ele faz é cavar um buraco. Depois, constrói a casa. A ação, aparentemente, não tem função nenhuma aos nossos olhos, mas acredito que a prática esteja ligada à sua religião. Somente ele pode explicar a função disso. Ele não dorme lá dentro e não guarda nada. A rede é armada em cima do buraco”, explica Altair.
“A primeira coisa que ele faz é cavar um buraco. Depois, constrói a casa. Acredito que a prática esteja ligada à sua religião”, disse servidor da Funai, Altair Algayer (Foto: Reprodução/Funai.)
“Ele é o maior símbolo da resistência de um povo que luta por sua vida”, reflete Ivaneide Bandeira. (Foto: Reprodução/Funai.)
Altair também acredita que as ferramentas de ferro, encontradas com ele em 1996, indicam que houve uma proximidade com outras pessoas antes do primeiro contato com os servidores da Funai.
“O contato dele com nossa sociedade foi muito próximo, pois haviam estradas feitas por madeireiros na floresta. Ele possivelmente andou junto com essa ocupação, onde com certeza, pegou ferramentas que ficavam pelo caminho”, supõe.
Mas, nem mesmo as ferramentas resistem ao tempo. Quando a equipe vê que já não estão boas, doam outras.
“Ele aceita facão, machado e panelas em alguns casos, somente quando são deixados perto de sua casa. Doamos também algumas sementes, já que ele perdeu todo o seu cultivo em 1996. Hoje, o índio mantém um cultivo de batata, mandioca, mamão para subsistência”, explica o servidor.
A decisão de tribos indígenas de se isolarem na mata, distantes do homem branco e de sua cultura é um fato ainda comum no estado de Rondônia, segundo Altair.
“Em 1995, havia um grupo com quatro pessoas, que não tinha mais condições genéticas de se reproduzirem entre eles. No município de Alvorada d’Oeste, há um grupo isolado com três pessoas na terra indígena de Uru-Eu-Wau-Wau e outros na fronteira com o Mato Grosso”, lembra.
O isolamento, aos olhos do servidor, parece lógico para a maioria das tribos, já que os primeiros contatos com o homem branco resultaram em confrontos e perda de territórios. “Acho que eles pensam que a experiência não foi muito boa, então não vale a pena nos aproximarmos desse pessoal”, reflete Altair.
Essa hipótese é compartilhada pela presidente de uma organização de defesa étnico ambiental no estado, a ambientalista e indigenista Ivaneide Bandeira, que ajudou na demarcação da TI Tanuru.
“Ele viu seu povo morrer. Penso que acabou desenvolvendo um medo e raiva do homem branco. Ele não confia em ninguém. Logo, não quer contato com quem destruiu seu povo. Ele não sabe em quem confiar. Ele está fugindo de qualquer contato”, afirma a ambientalista.
Mas a solidão também preocupa a equipe da Funai, pois estando sozinho, o indígena solitário pode ser picado por algum animal ou se machucar e não ter ninguém para ajudá-lo. “Em situação de emergência ele deverá enfrentar muita dificuldade. As atividades que ele desenvolve hoje também podem ser comprometidas devido à idade avançada (50 a 60 anos)”, explica o servidor Altair.
Para a ambientalista e indigenista Ivaneide Bandeira, o índio solitário representa algo muito maior.
“Ele exemplifica a resistência de um povo que sofre massacre constantemente em nome do agronegócio. A luta de um homem que mostra a inercia do Estado referente a proteção dessas áreas e que falha em prevenir o genocídio de povos indígenas no Brasil. Isso mostra que muita coisa precisa ser feita para impedir que o mesmo aconteça aos 113 povos isolados pelo Brasil, sendo oito no estado de Rondônia. Ele é o maior símbolo da resistência de um povo que luta por sua vida”, reflete a ambientalista.
Mesmo após perder tudo, inclusive seu povo, o “índio solitário” provou que, mesmo sozinho, é possível sobreviver. O fato é que, mesmo optando pelo isolamento ou pelo contato com a sociedade, o último sobrevivente da tribo Tanaru levará consigo uma civilização inteira.
Por Pedro Bentes, G1 RO Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO no (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.
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Oito aeronaves foram apreendidas com mais de 2,5 toneladas de drogas neste ano em MT
Avião com 150 kg de maconha faz pouso forçado em fazenda, piloto alega que foi sequestrado e é preso em Jaciara (Foto: Polícia Militar de MT)
Somente nesta semana foram duas grandes apreensões em Jaciara e em Pontes e Lacerda.
Oito aeronaves foram apreendidas carregadas com entorpecente entre os meses de janeiro a julho deste ano em ações policiais contra o tráfico internacional de drogas em Mato Grosso.
As apreensões resultaram em mais de 2,5 toneladas de diversos tipos de droga.
Somente nesta semana foram duas grandes apreensões.
Boliviano e dominicano foram presos em Pontes e Lacerda após pouso forçado (Foto: Polícia Civil/Divulgação)
Na segunda-feira (16), um dominicano e um boliviano foram presos com 340 kg de droga depois de fazerem um pouso forçado na zona rural de Pontes e Lacerda, a 483 km de Cuiabá. De acordo com a Polícia Civil, a droga avaliada em R$ 5 milhões era trazida da Bolívia.
Avelino Astácio Santana, de 59 anos, nacional da República Dominicana, e o boliviano José Arias Aguirre, de 47 anos, devem responder por tráfico internacional de drogas e associação criminosa.
Droga retirada de aeronave que fez pouso forçado (Foto: Polícia Civil-MT/Divulgação)
As diligências em busca da aeronave começaram após boatos da suposta queda do avião a cerca de 60 km da zona urbana do município.
Os policiais foram até o local indicado e encontraram a aeronave de pequeno porte abandonada. O avião tinha a bandeira da Bolívia pintada. Sete sacos com cocaína, foram encontrados.
Os policiais encontraram seis malas com 132 tabletes que, segundo o piloto, seria maconha (Foto: Polícia Militar de MT)
Outro caso, dessa vez na terça-feira (17), resultou na apreensão de um avião carregado de maconha. A aeronave fez um pouso forçado em uma fazenda na região de Jaciara, a 142 km de Cuiabá.
Aeronave foi abordada pela polícia após pousar em pista clandestina em Denise (MT) (Foto: Gefron-MT)
Segundo informações da Polícia Militar, o piloto e um passageiro estavam na aeronave. Houve tiroteio entre os suspeitos e o piloto acabou detido. Dentro da aeronave os policiais encontraram 132 tabletes de maconha guardados em várias mochilas. A carga ultrapassou 150 kg de maconha.
Em junho deste ano, uma aeronave que transportava aproximadamente 420 kg de cloridrato de cocaína proveniente da Bolívia foi apreendida pela polícia após pousar em uma pista clandestina em Denise, a 208 km de Cuiabá.
Em outra situação, em Barra do Bugres, piloto fez pouso forçado em estrada de terra e fugiu em seguida (Foto: FAB/ Divulgação)
Segundo a polícia, o piloto abasteceria a aeronave no local antes de seguir com a droga para o Porto de Santos (SP). Na sequência, a droga seguiria para a Europa. Um suspeito foi baleado e morreu nessa situação.
Aeronave interceptada pela FAB e Polícia Federal (Foto: PF/Divulgação)
Por G1 MT
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DST pouco conhecida se alastra e alarma médicos por resistência a antibióticos
Infecção causa dores, secreções e, no caso das mulheres, pode levar à infertilidade
(Foto/ Asscom/Sesa ES_) – Uma infecção sexualmente transmissível pouco conhecida pode se transformar em uma superbactéria resistente a tratamentos com antibióticos mais conhecidos, segundo um alerta feito por especialistas europeus.
A Mycoplasma genitalium (MG), como é conhecida, já tem se mostrado resistente a alguns deles e, no Reino Unido, autoridades de saúde trabalham com novas diretrizes para evitar que o quadro vire um caso de emergência pública.
O esforço é para identificar e tratar a bactéria de forma mais eficaz, mas também para estimular a prevenção, com o uso de camisinha.
O que é a MG?
A Mycoplasma genitalium é uma bactéria que pode ser transmitida por meio de relações sexuais com um parceiro contaminado.
Nos homens, ela causa a inflamação da uretra, levando a emissão de secreção pelo pênis e a dor na hora de urinar.
Nas mulheres, pode inflamar os órgãos reprodutivos – o útero e as trompas de falópio – provocando não só dor, como também febre, sangramento e infertilidade, ou seja, dificuldade para ter filhos.
A infecção, porém, nem sempre apresenta sintomas.
E pode ser confundida com outras doenças sexualmente transmissíveis, como a clamídia, que é mais frequente no Brasil.
Preocupação
A ascensão da MG ocorre principalmente no continente europeu, mas, no Brasil, o Ministério da Saúde diz que monitora a bactéria tanto pelo aumento da prevalência quanto pelo aumento da resistência antimicrobiana.
Como a infecção por essa bactéria não é de notificação compulsória no país, ou seja, as secretarias de saúde dos Estados e municípios não são obrigadas a informar os casos, não se sabe quantas são as pessoas atingidas.
No entanto, segundo o Ministério da Saúde, estudos regionais demonstram que ela “é muito menos frequente que outros agentes como a N. gonorrhoeae (responsável pela gonorreia) e Chlamydia trachomatis (responsável pela clamídia) – que, quando não tratadas, também podem causar infertilidade, dor durante as relações sexuais, entre outros danos à saúde.
No Reino Unido, por outro lado, o quadro preocupa, segundo a Associação Britânica de Saúde Sexual e HIV (BASHH, da sigla em inglês).
A associação afirma que as taxas de erradicação da bactéria após o tratamento com um grupo de antibióticos chamados macrolídeos estão diminuindo.
E que a resistência da MG a esses antibióticos é estimada em cerca de 40% no Reino Unido.
Um outro tipo de antibiótico, porém, a azitromicina, ainda funciona na maioria dos casos.
Diretrizes
Novas diretrizes detalhando a melhor forma de identificar e tratar a MG estão sendo lançadas, nesse contexto, no Reino Unido.
Já existem testes para detectar a bactéria, mas eles ainda não estão disponíveis em todas as clínicas da Inglaterra, onde os médicos podem, entretanto, enviar amostras para o laboratório da Public Health England – a agência executiva do Departamento de Saúde e Assistência Social – para obter um diagnóstico.
Peter Greenhouse, especialista em DSTs, recomenda às pessoas que tomem precauções.
No Brasil, o Ministério da Saúde afirma que “a realidade ainda é muito diferente da Inglaterra”, mas que é necessário identificar os casos e tratá-los “para interromper a cadeia de transmissão”.
“Vale destacar que a camisinha masculina ou feminina é fornecida gratuitamente pelo Sistema único de Saúde (SUS), podendo ser retirada nas unidades de saúde de todo o país”, lembra.
Por: G1 16 de Julho de 2018 às 15:43 Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP – JORNAL FOLHA DO PROGRESSO no (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.
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Os mais vulneráveis no foco da sustentabilidade planetária
LBV compartilha em evento da ONU boas práticas para fortalecimento das comunidades para lidar e reagir a desafios e situações adversas
Como desenvolver sociedades sustentáveis e resilientes em áreas rurais ou urbanas? Para responder a esta pergunta tão urgente e importante para um Planeta que sofre, cada vez mais, com os efeitos das mudanças climáticas e outros desafios socioeconômicos globais e locais, a Organização das Nações Unidas (ONU) realiza a Reunião de Alto Nível do Conselho Econômico e Social (Ecosoc), de 16 a 19 de julho, em Nova York, Estados Unidos.
A Legião da Boa Vontade apresenta recomendações às delegações governamentais, agências internacionais, autoridades e organizações da sociedade civil presentes neste evento. As boas práticas são resultado do trabalho desenvolvido pela LBV de sete países — Argentina, Bolívia, Brasil, Estados Unidos, Paraguai, Portugal e Uruguai— e reforçam fatores protetivos de comunidades e famílias em situação de vulnerabilidade social, mais suscetíveis aos efeitos das mudanças climáticas (inundações, estiagens e secas) e à falta de serviços básicos.
O documento apresentado pela LBV pode ser conferido na íntegra na edição especial da revista BOA VONTADE Desenvolvimento Sustentável 2018 (nos idiomas espanhol, francês, inglês e português). É possível fazer o download de um exemplar na versão digital por meio do aplicativo gratuito da BOA VONTADE, disponível para iOS e Android. Um dos destaques da publicação é a mensagem do diretor-presidente da LBV, José de Paiva Netto, intitulada “Conscientização hoje…”, no qual ele ressalta: “Nosso brado é este: Educar. Preservar. Sobreviver. Humanamente também somos Natureza”.
A LBV distingue com a sua participação a educação para a Cidadania Ecumênica, ou cidadania global, como um instrumento indispensável para alcançar uma transformação permanente, que permitirá um presente e um futuro melhores para todos.
A Legião da Boa Vontade é uma organização da sociedade civil com status consultivo geral no Ecosoc desde 1999 e associada ao Departamento de Informação Pública da ONU (DPI) desde 1994. Essa condição lhe permite participar e contribuir para a discussão dos temas de desenvolvimento propostos pelo organismo internacional e seus países-membros.
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Ibama destrói maquinas de garimpos ilegais em reservas indignas de RO e MT
Maquinário destruído pelo fogo (Foto: DPF/Divulgação) – Garimpos ilegais em reservas indígenas de RO e MT são desativados Ação foi feita com apoio de soldados da Força Nacional. Materiais usados na extração de minérios foram destruídos pelos agentes.
A Polícia Federal (PF) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) desativaram, neste mês de julho, vários garimpos ilegais funcionando em três reservas indígenas de Rondônia e Mato Grosso. Dois helicópteros foram usados para sobrevoarem e transportarem os policiais até as terras indígena Sete de Setembro, Parque do Aripuanã e Terra Indígena Roosevelt.
Dragas foram destruídas pela PF e Ibama (Foto: DPF/Divulgação)
Segundo o Departamento da Polícia Federal (DPF) de Ji-Paraná (RO), que conduziu as investigações, 16 policiais federais, oito soldados da Força Nacional e oito agentes do Ibama percorreram as reservas na divisa entre os dois estados em busca de garimpos clandestinos.
Dezenas de maquinários foram encontrados extraindo minérios nas áreas de reservas.
Dois helicópteros foram usados na ação (Foto: DPF/Divulgação)
Após o flagrante de extração ilegal, os agentes incendiaram pás-carregadeiras e dragas, além de inúmeros acampamentos montados na floresta, às margens das áreas de garimpo. Segundo a DPF, estes pontos serviam como base paras as atividades ilegais. Ninguém foi preso pela garimpagem.
Ainda conforme a PF, o número e o valor dos materiais destruídos ainda estão sendo contabilizados.
Na operação, o Ibama lavrou Termos de Apreensão e de Destruição/Inutilização dos materiais achados nos garimpos e a PF instaurou inquérito para apurar a autoria da atividade criminosa. Ninguém foi preso pelos garimpos ilegais nas reservas.
Veja abaixo mais imagens da operação:
Agentes percorrem área de reserva em RO e MT (Foto: DPF/Divulgação)
Dois Helicóptero usado na operação em reservas (Foto: DPF/ Divulgação)
Maquinário destruído pelo fogo (Foto: DPF/Divulgação)
Agentes percorrem área de reserva em RO e MT (Foto: DPF/Divulgação)
Helicóptero usado na operação em reservas (Foto: DPF/ Divulgação)
Dois Helicóptero usado na operação em reservas (Foto: DPF/ Divulgação)
Área de garimpo é descoberta em floresta (Foto: DPF/Divulgação)
Dois helicópteros foram usados na ação (Foto: DPF/Divulgação)
Por Jonatas Boni, G1 RO, Porto Velho, in Jornal Folha do Progresso ( mudança de Titulo)
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Câncer provocado por talco obriga empresa a pagar R$ 18 bilhões em indenização
Indenização, em favor de 22 mulheres, é a maior já paga por acusação de que um produto da multinacional causa danos
(Foto: ReutersS/Lucas Jackson/Files) – A Johnson & Johnson foi condenada a pagar uma indenização equivalente a cerca de 18,3 bilhões de reais a 22 mulheres que alegam ter desenvolvido câncer de ovário ao usar talcos produzidos pela multinacional.
Uma corte no Missouri (EUA) concedeu, inicialmente, compensação no valor de 550 milhões de dólares e acrescentou 4,1 bilhões de dólares referentes à indenização punitiva.
A gigante farmacêutica, que nega as acusações e assegura que seus produtos não causam câncer ou contêm substâncias cancerígenas, enfrenta cerca de 9 mil processos judiciais envolvendo o talco que fabrica para bebês.
A empresa informou que está “profundamente desapontada” com o resultado do julgamento e pretende recorrer da decisão.
Foram seis semanas de julgamento, no qual as 22 mulheres e as famílias delas afirmaram que desenvolveram câncer de ovário depois de usar o talco para bebês e outros produtos em pó da empresa.
Das 22 mulheres que foram à Justiça em busca de indenização, seis morreram de câncer no ovário.
Os advogados das mulheres alegam que a Johnson & Johnson sabia que o talco estava contaminado com amianto desde os anos 1970, mas falhou em alertar os consumidores.
O talco é um mineral que, às vezes, pode ser encontrado no solo próximo ao amianto. A J&J nega que seus produtos contivessem amianto e insiste que o talco não causa câncer. A empresa acrescentou que vários estudos mostraram que seu talco é seguro e disse que o veredicto foi produto de um “processo fundamentalmente injusto”.
A agência dos EUA que controla a produção de alimentos e medicamentos, a FDA na sigla em inglês, pediu um estudo com diferentes amostras de talco, incluindo os da J&J, entre 2009 e 2010. Não foi encontrado amianto nessas amostras.
Mas o advogado de acusação disse na corte que tanto a FDA quanto a empresa usaram métodos de teste falhos.
AnálisePhilippa Roxby, repórter de saúde da BBC
Talco é seguro?
Há anos existe o receio de que o uso talco, particularmente em áreas próximas aos genitais, aumente o risco de câncer de ovário – mas as evidências não são conclusivas. A Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer classifica o uso de talco nos genitais como “possivelmente cancerígeno ” por causa dos indícios contraditórios.
Por que há debate sobre o tema?
O talco mineral em sua forma natural contém amianto e causa câncer. No entanto, o talco sem amianto tem sido usado em produtos para bebês e em outros cosméticos desde a década de 1970. Mas estudos sobre o talco livre de amianto dão resultados contraditórios.
Outros estudos argumentam que não há qualquer ligação entre uso de talco e o câncer. Apontam ainda que não há associação entre o talco em métodos contraceptivos, como diafragmas e camisinhas (que chegam perto dos ovários), e câncer.
Também não parece haver uma relação entre a doença e o tempo de exposição ou de uso, ao contrário do que acontece com o tabaco, por exemplo.
O que as mulheres devem fazer?
A instituição de caridade Ovacome diz que os indícios de um vínculo entre o uso de talco e risco de câncer são fraca. E, mesmo que o talco aumente o risco de câncer de ovário, estudos sugerem que esse incremento é de cerca de um terço.
A entidade salienta que esse aumento é pequeno e diz que câncer de ovário é uma doença relativamente rara.
Além disso, o risco de câncer de ovário é afetado por muitos fatores diferentes – hereditários e ambientais – e não apenas pelo uso de talco.
A entidade acrescenta: “Assim, mesmo que o talco aumente ligeiramente o risco, pouquíssimas mulheres que usam talco terão câncer de ovário. Além disso, se alguém tiver câncer de ovário e usou talco, parece improvável que foi essa a causa pela qual eles desenvolveram câncer.”
Sentença recorde
O valor da indenização é o maior que a J&J já foi condenada a pagar. Os danos punitivos normalmente são frequentemente reduzidos pelo juiz de primeira instância ou depois do recurso. A J&J já conseguiu reverter várias decisões dos tribunais, alguns delas por motivos técnicos, por meio de recursos.
Uma decisão anterior de um júri da Califórnia, em 2017, havia concedido US$ 417 milhões para uma mulher que afirmou ter desenvolvido câncer de ovário após usar os produtos da empresa, incluindo o talco. No entanto, essa decisão foi anulada e várias outras ações contra a J&J ainda estão por ser decididos.
A maioria das 22 mulheres que moveram a ação contra a J&J não é do Missouri. Os casos, contudo, foram reunidos numa só ação e a empresa deve usar isso no recurso no qual tenta reverter a sentença.
“Todo veredicto contra a Johnson & Johnson neste tribunal foi revertido após recurso e os múltiplos erros presentes neste julgamento foram piores do que aqueles nos anteriores que foram revertidos”, afirmou a empresa.
(Com informações de Paulo Magno)
Por: G1 13 de Julho de 2018 às 15:17
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Bebê morre em hospital no AM após médico sem registro no CRM receitar dosagem 10 vezes maior de remédio
Henzo Elias deu entrada em hospital com febre e vômito; Ministério Público investiga caso. Henzo teve edema cerebral e hemorragia intracraniana após dosagem errada de remédio (Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal)
O Ministério Público do Amazonas (MPE-AM) está investigando a morte de um bebê de 10 meses, que morreu no domingo (8), no Hospital Público de Santo Antônio do Içá, município a 881 km de Manaus. Um médico sem registro no Conselho Regional de Medicina prescreveu para a criança uma dosagem 10 vezes maior de um medicamento para tratar alergia.
O bebê Henzo Matheus Pinto Elias chegou ao hospital de Santo Antônio do Içá com quadro de febre e vômito. O menino morreu na tarde de domingo, após passar seis dias internado na unidade. O MPE-AM investiga crimes de negligência, exercício ilegal da medicina e até crime de homicídio.
Henzo foi atendido pelo médico na unidade. Na receita assinada por ele, é recomendado o uso de dipirona e 25 miligramas de prometazina – medicamento usado para combater reações alérgicas.
À esquerda, uma cópia da receita prescrita pelo médico antes da correção da dosagem para 2,5 mg feita com caneta (direita) (Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal)
Depois que a medicação foi aplicada, o quadro clínico do bebê piorou. O pai do bebê, Rômulo Souza, conta que foi chamado pelo médico, que corrigiu a receita para 2,5 miligramas do medicamento.
“Meu filho já estava muito doente depois de dois dias, com essa superdosagem, essa overdose no seu corpo. Ele [médico] me chamou em particular, pediu a receita. Eu mostrei uma cópia e ele pegou uma caneta e acrescentou um ponto [entre o 2 e o 5]. Disse, ‘eu errei aqui’. Eu fiquei me perguntando, será se ele quis anular a prova?”, disse.
O menino foi transferido para o Hospital do Exército no dia 4 de julho, mas não resistiu. Na certidão de óbito da criança consta que a causa da morte foi edema cerebral e hemorragia intracraniana.
O pai do bebê prestou depoimento no Ministério Público. Um dos fatos mais graves da investigação é que o médico não tem registro no Conselho Regional de Medicina. Segundo o promotor de Justiça Carlos Firmino, tanto o médico como quem fez a contratação podem ser penalizados.
“Vai ser averiguado pelo promotor se o gestor agiu sabendo desse caso. Ele poderá ser responsabilizado também, porque é dever do gestor, do prefeito, ver se o médico que ele contrata tem as condições para atuar, que é o CRM. Jamais podem cometer esse erro. Além do mais, o Município pode sofrer uma ação de indenização por dano moral”, afirmou.
Em março deste ano, o Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) questionou a prefeitura de Santo Antônio do Içá por contratar cinco médicos sem CRM, incluindo o que atendeu Henzo, para trabalhar na cidade.
O médico tem diploma de medicina da Bolívia, mas não possui validação para atuar no Amazonas. Segundo o TCE-AM, ele não tem inscrição no Conselho Regional de Medicina ou vinculação ao “Programa Mais Médicos”, do Governo Federal.
Na ocasião, o prefeito Abrão Lasmar Magalhães informou ao TCE-AM que havia exonerado todos os médicos que não tinham registro. Agora, o Ministério Público quer saber por que a exoneração nunca aconteceu.
“Em tese pode ter acontecido o exercício irregular da medicina ou até o crime de homicídio culposo ou com dolo eventual, porque uma pessoa que não é médica, não tem CRM, e ministra erradamente fármacos e drogas, pode ocorrer o crime de homicídio com penas de até 30 anos de reclusão”, explicou o promotor.
O prefeito Abraão Magalhães Lasmar informou que o médico não faz parte do quadro de funcionários desde fevereiro, em razão de não ter apresentado o registro do Conselho. Segundo o prefeito, o médico estava atuando no hospital como voluntário por 10 dias, por conta da alta demanda. A reportagem não conseguiu localizar o médico.
(*colaborou Jamile Alves, do G1 AM)
Por Alexandre Hisayasu, G1 AM
Henzo teve edema cerebral e hemorragia intracraniana após dosagem errada de remédio (Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal)
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Onças são levadas em avião da FAB até região próximo a Alta Floresta para serem soltas
(Foto:Divulgação) – As duas onças-pintadas fêmeas criadas em cativeiro foram levadas por um helicóptero da Força Área Brasileira (FAB), até uma reserva às margens do rio São Benedito, em Jacareacanga, no Pará, localizada a cerca de 60 quilômetros da cidade de Alta Floresta. Elas foram colocadas em um cercado especial para adaptação e devem ser soltas no próximo ano.
A história foi contada pela equipe do Fantástico, ontem à noite. Para levar os animais até o local, em plena selva amazônica, foi montada uma megaoperação que contou com mais de 12 horas e milhares de quilômetros viajados, além de dezenas de profissionais, avião Hércules da FAB, helicóptero e um caminhão.
Os animais foram entregues quando eram filhotes por um fazendeiro ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), há cerca de dois anos. Elas foram levadas à Brasília, passaram por tratamento e recuperação. Depois, foram encaminhadas para uma fazenda, em Corumbá, no Mato Grosso do Sul, onde permaneceram até serem levadas na área de mata no estado paraense.
Fonte: Redação Só Notícias
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