‘Ensinem seus filhos a amar’: o apelo da mãe do menino de 9 anos que se matou após bullying por homofobia

Jamel havia contado há pouco tempo para sua mãe que era gay (Foto: Arquivo Pessoal) – Jamel Myles havia contado para a mãe que era gay há pouco tempo e disse que não se importaria de compartilhar com outras pessoas por ter orgulho disso. Quatro dia depois de começar a quarta série, ele foi encontrado morto em casa.
BBC

Leia Também:Menino de 9 anos comete suicídio após revelar a colegas de escola que era gay
“Você quer saber como é estar morto enquanto ainda está vivo? Perca um filho. É doloroso. Seu coração se parte a cada segundo, e você não sabe o que fazer. A vida deixa de ser justa.”

Leia Pierce descreve assim seu sentimento ao lidar com o suicídio de seu filho, Jamel Myles, de 9 anos. O menino se matou após sofrer, durante quatro dias, bullying por homofobia em sua escola em Denver, nos Estados Unidos, segundo sua mãe.gay

“Estou acabada. Se não fosse por minha filha, não sei o que faria”, disse ela à BBC.

Pouco tempo antes, Jamel havia contado para Leia que era gay. O menino disse que não se importaria de compartilhar isso com outras pessoas, porque tinha “orgulho” de ser gay.

“Tenho certeza de que ele contou isso para alguém (na escola) que achou que aquilo não era certo e decidiu perseguir ele. Já vi crianças perseguirem as outras por muito menos”, diz Leia.

    “Tenho certeza que ele contou para alguém, e isso se espalhou.”

Em reação ao caso, a Denver Public Schools (DPS), órgão responsável pelas 207 escolas públicas da cidade e do Condado de Denver, disse que conselheiros para situações de crise estão disponíveis para os estudantes.

Também que enviou cartas para as famílias da Escola Primária Joe Shoemaker, onde Jamel estudava, informando sobre esses serviços.

O documento dizia que a morte do menino “foi uma perda inesperada para a comunidade da escola” e alerta pais sobre sinais de que as crianças estão passando por situações de estresse.

   “A escola me disse que vai trabalhar pela prevenção de suicídios, mas não podemos fazer isso e nos esquecer de combater o bullying. Tenho certeza que a escola sabia que ele sofria bullying”, diz Leia.

Um porta-voz do DPS, Will Jones, disse à BBC que o distrito está “profundamente comprometido a garantir que todos os membros da comunidade escolar sejam tratados com dignidade e respeito, independentemente de sua orientação sexual, identidade de gênero e status transgênero”.

Seu comunicado acrescenta que os responsáveis pelo sistema escolar estão tomando as medidas para “garantir que estudantes LGBTQ+ consigam estudar com dignidade”.

As políticas e práticas, disse Jones, incluem programas antibullying e “materiais de orientação que respeitam totalmente identidades de gênero (inclusive pelo uso de pronomes e banheiros de preferência)”.
‘As crianças estavam falando para ele se matar’

Leia diz sentir-se responsável pela morte de Jamel justamente por não ter notado que seu filho sofria bullying.

“Como sua mãe, eu deveria ter percebido sua dor, que ele estava sofrendo, e não fiz isso. Eu me sinto responsável por não ter visto a dor nos olhos do meu bebê.”

Jamel foi encontrado morto em sua casa na quinta-feira. Ele havia começado a quarta série há quatro dias.

“Meu filho e minha filha mais velha eram muito próximos. Meu filho voltou da escola e contou para ela que as crianças estavam falando para ele se matar”, diz Leia.

“Ele não me procurou, e isso me machuca. Porque eu teria entendido, eu o teria defendido. Fico triste que ele tenha pensado que essa era a opção disponível.”

Leia conta que Jamel era um menino “mágico”. “Ele entrava em um lugar e fazia qualquer pessoa se sentir amada e especial. Ele tinha esse jeito especial. Se você estivesse mal, ele faria de tudo para que você ficasse bem. Ele ia se tornar algo grandioso.”
‘Não tem problema ser diferente’

Leia diz que gostaria de passar uma mensagem para outras crianças que, como Jamel, se identificam como gays.

“Diria que elas são lindas e especiais e não há nada nelas de diferente que deva fazê-las se sentirem menos amadas. Sejam gays ou não, elas deveriam sentir que, aonde forem, serão tratadas de forma igual a qualquer outra criança.”

A mãe de Jamel ainda gostaria de dizer algo para os pais de outras crianças.

“Ensinem seus filhos a amarem. Que é tudo bem ser diferente, porque somos todos diferentes. Ninguém é igual, e se fossemos iguais esse mundo seria muito chato. Nossas diferenças nos tornam iguais. Ensinem compaixão aos seus filhos. Ensinem respeito. Ensinem a aceitarem mais uns aos outros”, diz Leia.

“Ensinem que, se você não gosta de algo ou alguém, que está tudo bem ficar quieto e se afastar, que não é necessário dizer sempre coisas ruins, que é bom chegar para alguém e dizer ‘Ei, você é especial, você é lindo’, porque todo mundo tem dor dentro de si e todo mundo precisa de palavras de apoio.”

Leia diz que não quer que ninguém passe pela mesma dor que ela enfrenta neste momento.

“Meu filho disse que queria mudar o mundo e dar amor às pessoas. Ele não pode mais fazer isso agora, mas eu posso passar as palavras dele à frente, porque todo mundo precisa ouvir isso. Uma alma tão gentil deixou esse mundo por algo tão cruel, e quero que meu filho saiba que ele mudou o mundo para melhor por ser quem era.”
Por BBC

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LBV-A Caridade pura não aceita egoísmo

Paiva Netto – Quem se integra no verdadeiro espírito da Caridade não mais aceita o egoísmo. Deus é quem nele habita. E este sentido de Fraternidade, Solidariedade, Generosidade, que é Deus, vive em todos e por todos os seus Irmãos em humanidade. Disse o Buda (aprox. 556-486), o iluminado mentor que nasceu na Índia: “O sofrimento é universal; a causa do sofrimento são os desejos egoístas; a cura do sofrimento está em libertar-se dos desejos; o modo de livrar-se dos desejos é através de uma perfeita disciplina mental”.

Deus é Caridade. Em sua Primeira Epístola, 4:8 e 16, João Evangelista explica que “Deus é Amor”. Ora, Caridade é sinônimo de Amor. Todos precisam dele, o mundo necessita de Caridade. Eis a Estratégia Divina para a perfeita condução dos povos, quando os seres humanos alcançarem que Política plena é aquela que, cuidando do cidadão, infere que este, além de corpo, também possui Alma. Diante desse Ser completo, teremos uma nação integrada na Solidariedade Ecumênica, portanto Social, Altruística. Quando isso ocorrer, o sofrimento, incluído o psíquico, passará ao largo. Afinal, vivemos o terceiro milênio. Algo terá de mudar, nem que demore mil anos.

Erigir um Império de Boa Vontade

Paiva Neto (Foto João Preda)José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor. paivanetto@lbv.org.br — ww.boavontade.com
Paiva Neto (Foto João Preda)José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor. paivanetto@lbv.org.br — ww.boavontade.com

A Caridade, na sua expressão mais profunda, deveria ser um dos principais estatutos da Política, porque não se restringe ao simples e louvável ato de dar um pão. É o sentimento que — iluminando a Alma do governante, do parlamentar e do magistrado — conduzirá o povo ao regime em que a Solidariedade é a base da Economia, entendida no seu mais amplo significado. Isso exige uma reestruturação da Cultura, por intermédio da Espiritualidade Ecumênica e da Pedagogia do Afeto, no meio popular e como disciplina acadêmica. Contudo, no campo intelectual, que o seja sem qualquer tipo de preconceito que reduza, em determinadas ocasiões, a perspectiva de grandes pensadores analíticos, pelo fato de alguns deles se submeterem a certos dogmatismos ideológicos e científicos, o que é inconcebível partindo de mentes, no supino, lucubradoras. Até porque a Ciência é pródiga em conquistas para o bem comum. Mas também, no seio dela, houve os que muito sofreram incompreensão, por causa do convencionalismo castrador, mesmo de certos pares que apressadamente os prejulgavam. Vítimas deles foram Sócrates, Bias, Baruch Spinoza, Dante Alighieri, Galileu Galilei, Semmelweis, William Harvey, Samuel Hahnemann, Maria Montessori, Luiza Mahin, dr. Barry J. Marshall, dr. J. Robin Warren e outros nomes célebres, universalmente acatados.

Em suma, a Caridade, sinônimo de Amor, é uma Ciência especial, a vanguarda de um mundo em que o ser humano será tratado como merece: de forma humana, portanto, civilizada. Estaríamos, assim, erigindo um Império de Boa Vontade neste planeta, o estado excelente para o Capital de Deus, que circula por todos os cantos e não mais pode aceitar especulação criminosa de si mesmo. (…)

Esta ponderação da educadora e escritora brasileira Cinira Riedel de Figueiredo (1893-1987) vem ao encontro do que anteriormente abordamos: “De cada homem e cada mulher depende o aprimoramento de tudo quanto nasce, cresce, vive e se transforma sobre a Terra, porque, de fato, nada morre. Existe uma contínua transmutação, e devemos ser os guias para que essa transformação se faça uma ascensão constante, tornando-se cada vez mais bela e mais perfeita para representar melhor a vida que a anima”.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor. paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com

 

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Alunas dançam funk dentro de sala de aula na presença de professor e colegas, em Aparecida de Goiânia; vídeo

Alunas dançam funk dentro de sala de aula na presença de professor e colegas, em Aparecida – Imagens mostram quatro adolescentes rebolando. Seduce disse que vai orientar para que a atividade ‘não mais ocorra em ambiente escolar’ e ‘tomará providências’ quanto ao docente.

Um vídeo mostra quatro alunas dançando funk durante dentro de uma sala de aula do Colégio Estadual Jardim Nova Era, em Aparecida de Goiânia, Região Metropolitana da capital (assista acima). As adolescentes estavam viradas de frente para o quadro negro e rebolavam ao som de uma música. Outros estudantes assistem a apresentação. Em nota, a Secretaria de Educação, Cultura e Esporte de Goiás (Seduce) confirmou que um professor estava no local.

Nas imagens, os estudantes que estão sentados nas carteiras brincam e dão risadas. Não é possível afirmar qual música era tocada. O comunicado da Seduce não informa a data em que o vídeo foi gravado, nem qual sala e de que séries são os estudantes. O órgão diz que tomou conhecimento do vídeo pela imprensa.

A Seduce pontuou que vai enviar uma equipe ao colégio para averiguar “o objetivo do projeto e, a partir disso, prestará as orientações pedagógicas necessárias para que esse tipo de atividade não ocorra mais em ambiente escolar”.

Em relação às alunas, a Seduce avalia que “cabe orientar e conscientizar e não punir”.

Por fim, a secretaria afirma que “tomará as devidas providências” e relação ao professor que estava na sala de aula no momento da dança.

https://youtu.be/2vx4yzha46o

Por Silvio Túlio, G1 GO

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Batalha brutal pela sobrevivência

Paiva Netto-No dia a dia, cada vez mais se faz notar a crescente concorrência que existe não apenas entre as grandes empresas, grupos, cartéis, monopólios, trustes, mas, sobretudo, individualmente entre as próprias criaturas. Apesar disso, para que se possa ferozmente subsistir em um planeta bastante selvagem, elas não podem soçobrar às pressões desagregadoras do cotidiano. Claro que não estou me referindo à competitividade sadia, por exemplo, a que ocorre no futebol. Afinal, Esporte é melhor do que guerra.

Diante do quadro de tensões, dificuldades e desafios da vida, é lamentável como tem sido comum recorrer-se a substâncias tóxicas, com a ilusão de se encontrar uma válvula de escape ou alegrias duradouras. Tudo isso é um tremendo engano! Nosso refúgio permanente deve ser Deus, o Cristo, o Espírito Santo, nossas famílias, os verdadeiros amigos, a vivência da Caridade, entre outros sublimes valores.

 O corpo humano não combina com álcool

Infelizmente uma parcela da população não está sabendo como suportar a batalha diária pela sobrevivência, que se tornou, sob vários aspectos, brutal. Tal estado de ânimo tem servido de brecha para as investidas do “lobo invisível” (os espíritos obsessores, uma realidade que precisamos combater com oração), que passa a maldosamente empurrar os invigilantes e incautos para os vícios. Por esse motivo, sempre faço questão de publicar na revista JESUS ESTÁ CHEGANDO! mensagens que nos chegam do Mundo Espiritual com marcantes alertamentos.

 

Reúno aqui para vocês palavras do Irmão Flexa Dourada (Espírito) trazidas pelo sensitivo Cristão do Novo Mandamento de Jesus Chico Periotto, datadas de 3 de outubro de 2009 e 13 de novembro de 2010. Diz o diligente Amigo da Pátria da Verdade: “O Mundo Espiritual Superior sempre manda os fluidos revitalizantes para a boa saúde dos seres humanos. Agora, quando qualquer pessoa vive de exageros, não tem banho de fluidos que ajude. Quem toma álcool, por exemplo, vai acabando com tudo no organismo. A pessoa diz: “Ah, mas é tomar só um pouco. Um pouco faz bem à saúde”. Álcool não faz bem para nada. O organismo não foi feito para consumir álcool. Aqui de Cima [do Mundo Espiritual], não conhecemos ninguém que tenha na Terra ficado com a saúde boa por isso. Vejam, os efeitos da bebida alcoólica são tão devastadores, mas, às vezes, não são imediatos. Isso vai acontecendo, acontecendo, para a frente, para o futuro. Mas, um dia, a doença vem. Muitas pessoas vão desenvolver moléstias pelo corpo todo, por tudo isso. O cigarro é também uma das pragas da humanidade. Cigarro, bebidas alcoólicas e drogas. Tudo isso é suicídio!

 

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

paivanetto@lbv.org.brwww.boavontade.com

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Serviço – A Missão dos Setenta e o “lobo invisível” (Paiva Netto), 384 páginas. À venda nas principais livrarias ou pelo sitewww.clubeculturadepaz.com.br

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Estudo mostra ligação entre álcool e suicídio na faixa de 25 a 44 anos

Pesquisa foi feita pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP)
(Foto:  Marcelo Camargo/Agência Brasil) – Um estudo feito pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) divulgado este ano em um jornal científico reforçou a ligação entre o consumo de álcool e o suicídio. Foram analisados 1,7 mil casos na cidade de São Paulo entre 2011 e 2015 a partir de exames toxicológicos e mais de 30% das vítimas apresentavam diferentes concentrações de teor alcoólico no sangue. Entre os homens essa porcentagem chegou a 34,7%. A maior parte dos analisados (49%0 corresponde a adultos jovens, com idade entre 25 e 44 anos. Dentro dessa faixa etária mais de 61% apresentavam álcool no sangue.

Desde 2012, a taxa de suicídio em brasileiros de 15 a 29 anos subiu quase 10% de acordo com a edição de 2010 do Mapa da Violência, feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o suicídio é a segunda causa mundial de mortes entre pessoas dessa faixa etária – mais de 90% estão ligados a distúrbios mentais.

Segundo o psiquiatra Teng Chei Tung, coordenador dos Serviços de Pronto-Socorro e Interconsultas do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP, sob efeito do álcool as pessoas podem apresentar diminuição da capacidade de julgamento, do senso crítico e do autocontrole, assim como tendem a adotar comportamentos agressivos. Esse efeito pode ser ainda maior entre os adolescentes.

“O cérebro do adolescente ainda está em desenvolvimento e os efeitos do álcool são mais nocivos nessa idade, com impacto ainda maior sobre a tomada de decisões e o autocontrole. Estamos falando de uma faixa etária em que o imediatismo é mais evidente e a exposição ao álcool pode ser mais perigosa quando pensamos no risco para o suicídio”, explicou.

De acordo com Tung, é possível desenvolver programas educativos sobre o consumo de drogas e álcool entre os jovens, mas é preciso lembrar que há outros fatores que também merecem atenção como o bullying e transtornos psiquiátricos, como a depressão. “É importante lembrar que um transtorno mental como a depressão pode alterar a percepção que o indivíduo tem da realidade. Por isso, os casos de suicídio não devem ser encarados como expressão do livre-arbítrio.”

Campanha digital

No próximo mês será lançada a campanha digital #SAIADASOMBRA, para contribuir para as atividades educativas da campanha global Setembro Amarelo, que tem como foco o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, celebrado no próximo dia 10. A mensagem será lançada em forma de vídeo nas redes sociais com o objetivo de atingir os mais jovens. A campanha é feita em parceria com o Centro de Valorização à Vida (CVV) e o laboratório Pfizer.

“O objetivo desta vez é focar nos adolescentes e jovens que apresentam sinais de alerta em relação à depressão e à possibilidade de cometer suicídio num prazo próximo ou mediano. Nossa intenção é alertar, trazer informação e levar as pessoas a poder identificar esses sinais e, em seguida, ajudar, seja pessoalmente ou encaminhando para um profissional adequado”, disse o diretor médico da Pfizer, Eurico Correia.

Segundo ele, as pessoas que têm sinais ou sintomas depressivos têm um sofrimento inerente à doença e à condição clínica pela qual estão passando. “É importante lembrar que as pessoas que têm depressão, de alguma maneira, estão sofrendo e, para algumas delas, a saída para esse sofrimento é o suicídio. Vamos ter isso em mente e reconhecer que há mitos que envolvem a doença”.

Correia ressaltou que é necessário ainda eliminar a ideia de que suicídio é uma consequência natural de uma série de situações na vida da pessoa. “Mais de 90% das pessoas que se suicidaram ou tentaram tem alguma doença envolvida. Não é questão meramente comportamental. Essa é uma das mensagens mais importantes: é uma morte evitável. Essa pessoa que tentou ou cometeu suicídio não precisava ter feito isso se a gente ouvisse, visse e desse atenção”, completou.

O presidente do CVV, Robert Paris, destacou que a entidade criou um serviço via chat com o intuito de atrair jovens. Segundo ele, a adesão desse público foi rápida. “Um dado que nos chamou muito a atenção é que no atendimento em geral cerca de 5% a 10% das pessoas manifestam intenção ou planejamento para o suicídio. Parece pouco, mas se pensarmos que temos 3 milhões de contatos por ano, isso significa um número de pessoas em alto risco e que, felizmente, estão pedindo ajuda de alguma maneira”.

Paris disse ainda que entre aqueles de 15 a 29 anos, a taxa dos que mostram planejamento ou intenção para suicídio é de 50%. “O jovem fala abertamente sobre isso. Ele pede ajuda e demonstra seu desespero. O problema é grave, estamos cada vez mais buscando voluntários para atender em todos os nossos meios de apoio, mas especificamente nesse. E buscamos trazer voluntários mais jovens.”

Mudanças bruscas de personalidade, alterações no desempenho escolar ou no trabalho podem ser sinais de que a pessoa sofre de algum transtorno que pode levar ao suicídio. Perda de interesse por atividades que antes eram prazerosas, isolamento familiar ou social, pessimismo, perda ou ganho inesperado de peso, frequência de comentários autodepreciativos ou sobre morte, ou a doação de pertences que antes o indivíduo valorizava também são sinais que devem ser notados.

Por: Agência Brasil 25 de Agosto de 2018 às 15:14 Atualizado em 25 de Agosto de 2018 às 17:17

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Canal adulto oferece conteúdo gratuito no WhatsApp e enlouquece internautas

Com lançamento previsto para 27 de agosto, o chamado ‘Grupo da Pelada’ irá compartilhar fotos e vídeos de graça por meio das redes. (Foto: Divulgação)

O canal brasileiro de conteúdo adulto Sexy Hot se prepara para lançar nos próximos dias um perfil voltado a compartilhar conteúdos gratuitos nos aplicativos WhatsApp e Telegram.

Conforme noticiado inicialmente pelo portal UOL, o produto é chamado de “Grupo da Pelada” e terá foco em distribuir imagens, fotos e vídeos por meio desses apps de mensagens – a novidade será lançada oficialmente em 27 de agosto.

“Aqui no Grupo da Pelada vale tudo, só não vale jogo sujo. Por isso, nada de #Novinha, #CaiuNaNet e #RevengePorn, tá? Até porque, pelada legal é pra profissionais”, afirma um texto na página da iniciativa.

Para receber os conteúdos do Grupo da Pelada pelo WhatsApp ou Telegram, os interessados precisam ter mais de 18 anos de idade e preencher um cadastro no site do Grupo da Pelada (www.grupodapelada.com.br).

(Com informações de IDG Now!)

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Pesquisadores alertam que conservar a Amazônia é questão ambiental, social e econômica

Amazônia – Pesquisadores defendem base científica capaz de subsidiar políticas públicas que atendam questões relacionadas à sociedade, biodiversidade, meio ambiente e economia da região
A Amazônia é única. É a maior extensão de floresta tropical e o único lugar onde a própria floresta controla seu clima interno, impactando o mundo todo. Com sua biodiversidade ímpar, a Amazônia possibilita a manutenção de serviços ecossistêmicos e limpa a atmosfera do planeta. Porém, para que haja um desenvolvimento social sustentável na região, é necessária uma forte base científica capaz de subsidiar políticas públicas que atendam questões relacionadas à população, biodiversidade, meio ambiente e economia.

É o que destacaram participantes no workshop “As dimensões científicas, sociais e econômicas do desenvolvimento da Amazônia”, realizado no dia 16 de agosto de 2018, em Manaus, pela FAPESP em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e com o Brazil Institute do Wilson Center, em Washington.

“É preciso ver a Amazônia a partir de vários aspectos diferentes. Ela não é um jardim botânico, pois não tem um funcionamento ou um impacto linear, e é chave para as mudanças climáticas globais”, disse Paulo Artaxo, professor no Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP) e membro da coordenação do Programa FAPESP de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais.

O funcionamento biológico da Floresta Amazônica regula o clima sobre a região. “A floresta controla o balanço de energia, o fluxo de calor latente e sensível, o vapor d’água e os núcleos de condensação de nuvem que vão intensificar o ciclo hidrológico. E isso só é possível se houver uma extensão muito grande de floresta. Quando ela é fragmentada, deixa de ter essa propriedade”, disse Artaxo, organizador do workshop, à Agência FAPESP.

Um exemplo do impacto da floresta está na sua capacidade de armazenar carbono da atmosfera, questão fundamental para as mudanças climáticas.

“Mas a capacidade da Floresta Amazônica em armazenar carbono e, de certa forma, limpar a atmosfera, está diminuindo. Há três décadas, era relativamente mais intensa que hoje. O problema é se a floresta passar a emitir mais dióxido de carbono que absorver, o que agravaria as mudanças climáticas. O que acontece com a Amazônia interfere no mundo inteiro”, disse Luiz Antonio Martinelli, professor do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena) da USP.

De acordo com Martinelli, a hipótese principal para a diminuição de estocagem de carbono tem relação com os eventos extremos, como a seca, que estão mais frequentes e intensos. Isso ocasiona a mortalidade das árvores e a consequente perda em estocar carbono.

“Talvez já estejamos vendo o efeito das mudanças climáticas na Amazônia. E um interfere no outro, ou seja, o evento extremo degrada mais a floresta, degradando a floresta ela emite mais CO2 e aumenta a intensidade e frequência dos eventos extremos”, disse Martinelli.

Serviços ecossistêmicos

Fora o evidente impacto ambiental das mudanças climáticas, há ainda consequências sociais e econômicas.

“Secas como as que tivemos em 2005 e 2010 provocaram um impacto social enorme. Municípios ficaram completamente isolados, sem água e alimentos, pois os rios são o transporte na região. Já as cheias extremas deslocam populações da beira de Manaus, por exemplo”, disse Artaxo.

Modelos climáticos têm previsto aumento significativo dos eventos extremos nas próximas décadas.

“O Brasil precisa ter um plano de adaptação para a Amazônia. O aumento da temperatura na região foi da ordem de 1,6 °C, enquanto a média no Brasil foi de 1,3 °C e a mundial de 1,1°C [desde o fim do século 19]. Então, a Amazônia, por estar em uma região tropical, por receber muita radiação solar, é uma região sensível ao aumento da temperatura e à redução da precipitação. Dá para imaginar o impacto socioeconômico de um dia de verão em Manaus com temperatura média aumentada em até 5 ºC. É o que pode acontecer no futuro”, disse Artaxo.

Um ponto a ser investigado é o dos diversos serviços ecossistêmicos da floresta, como o processamento de vapor d’água e a absorção de uma quantidade enorme de CO2 da atmosfera.

“O valor dos serviços ecossistêmicos que a Floresta Amazônica realiza equivale a US$ 14 trilhões. Atualmente, o preço da tonelada de CO2 no mercado internacional está em torno de US$ 100, e a Amazônia absorve uma quantidade gigantesca desse gás. Isso vale muito”, disse Artaxo.

Mas existe uma lista maior de serviços ecossistêmicos, como, por exemplo, o vapor d’água – essencial para a agricultura. Durante as apresentações no workshop, foi destacada a dependência da agricultura de todo o sul do Brasil e dos estados de Mato Grosso e Goiás pelo vapor d’ água processado pela Amazônia.

“Essa floresta é valorizada, é valorizável. Mas o seu modo de exploração atual, baseado em grandes projetos agropecuários, não beneficia necessariamente a população da região”, disse Artaxo.

Outro ponto destacado foi o crescimento nos últimos cinco anos do índice de desmatamento, que vinha decaindo consideravelmente nos últimos 30 anos.

“Não ter essa floresta em um cenário futuro de aquecimento significa não ter um ativo econômico que terá muita importância para prevenir grandes prejuízos no futuro. Fora isso, se o Brasil quer ter uma meta além dos 7% da produção mundial [do agronegócio], é bom valorizar a conservação. Pois sem esse sistema gigante de irrigação, não será possível atingir essa meta. É uma questão econômica”, disse Paulo Moutinho, pesquisador sênior do Instituto de Pesquisas Ambientais da Amazônia (Ipam).

Mau exemplo

A importância de conservar a biodiversidade também foi debatida no workshop. Para Maria Teresa Piedade, pesquisadora do Inpa, é preciso criar um desenvolvimento sustentável que seja compatível com a biodiversidade e não o contrário. “A biodiversidade está aqui muito antes da nossa vinda e da região se tornar a última fronteira de acesso a bens e produtos”, disse.

Piedade orienta estudos de impacto na hidrelétrica de Balbina, obra da década de 1980 no município de Presidente Figueiredo (AM) e que tem desdobramentos até hoje.

“A hidrelétrica de Balbina tem sido apontada há tempos como um péssimo exemplo de sustentabilidade. Ela deslocou populações tradicionais indígenas, gerou massiva mortalidade de peixes e vários outros problemas. Fora isso, tem baixa eficiência”, disse à Agência FAPESP.

“Houve um achatamento da variação de secas e cheias do rio. Estamos verificando a ocorrência de mortalidade em massa de árvores das porções mais baixas e a entrada de espécies de terra firme nas porções mais altas, anteriormente colonizadas por árvores das áreas úmidas. Isso altera a biodiversidade local, a composição florística e o banco de sementes para peixes que utilizam os rios da região para se alimentar”, disse Piedade.

O workshop “As dimensões científicas, sociais e econômicas do desenvolvimento da Amazônia” terá continuação no dia 24 de setembro, no Wilson Center, nos Estados Unidos.

No evento, a intenção também será debater que o entendimento físico, químico e biológico da Amazônia auxilia na compreensão de suas fragilidades e resiliências, e que é preciso olhar para as dimensões sociais e econômicas da região de maneira integrada.

Mais informações: www.fapesp.br/eventos/amazon-workshop.

Por: Maria Fernanda Ziegler, de Manaus, Agência FAPESP

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Corpo de estudante de medicina encontrada morta no Paraguai é enterrado em MT com homenagens

Durante o cortejo, foram feitas homenagens à estudante (Foto: Arquivo pessoal) -Erika de Lima Corte, de 29 anos, foi encontrada morta em Pedro Juan Caballero, no Paraguai. O corpo dela foi enterrado no Cemitério Central de Barra do Garças.
O corpo da estudante de medicina Erika de Lima Corte, de 29 anos, encontrada morta em Pedro Juan Caballero, no Paraguai, foi enterrado no Cemitério Central do município de Barra do Garças, a 516 km de Cuiabá, no fim da tarde desta terça-feira (21).

Erika foi encontrada morta na madrugada da segunda-feira (20). Segundo a perícia, o corpo da vítima tinha marcas de pelo menos 16 perfurações na região do tórax e pescoço.

 Corpo de estudante é velado em Câmara de Vereadores (Foto: Ivan de Jesus/Centro América FM)

Corpo de estudante é velado em Câmara de Vereadores (Foto: Ivan de Jesus/Centro América FM)

O corpo dela foi velado na Câmara de Vereadores de Pontal do Araguaia, a 516 km de Cuiabá, onde a família dela mora.

Segundo familiares, antes de ser trasladado para Mato Grosso o corpo foi velado no Paraguai, onde era estudava e tinha amigos.

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A jovem é filha do ex-prefeito de Pontal do Araguaia, Raniel Antônio Corte, e da ex-secretária municipal de Educação, Marleide de Lima Corte. Erika foi servidora do município e trabalhou como enfermeira.

De acordo com o boletim de ocorrência, registrado pela polícia de Pedro Juan Caballero, o corpo foi encontrado com um pano branco sobre o rosto, no quarto de um apartamento.

A estudante tinha CNH brasileira e morava no Paraguai para cursar medicina (Foto: Carlos da Cruz)
A estudante tinha CNH brasileira e morava no Paraguai para cursar medicina (Foto: Carlos da Cruz)

Ela dividia a residência com a colega de faculdade, Milena Oliveira. À polícia, a jovem relatou ter saído de casa por volta de 17h e, quando retornou de madrugada, encontrou o corpo da colega no quarto.

O Ministério Público do Paraguai, apontou dois suspeitos de terem cometido o crime. Segundo o órgão, os dois se encontraram com a vítima na noite anterior ao crime.

As investigações tentam apurar se algum deles teria entrado na casa da vítima. Segundo o promotor, Gabriel Segovia, a jovem estava solteira e não tinha relacionamentos amorosos.

Por G1 MT
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Erika Corte foi morta em Pedro Juan Caballero, fronteira com Ponta Porã, MS, onde estudava medicina. (Foto: Facebook/Reprodução)
Erika Corte foi morta em Pedro Juan Caballero, fronteira com Ponta Porã, MS, onde estudava medicina. (Foto: Facebook/Reprodução)

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
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LBV-Mobilização social em prol de mulheres e suas famílias

Campanha destaca histórias de mulheres que venceram desafios e transformaram suas vidas, graças à ação da LBV.

A Legião da Boa Vontade (LBV) inicia importante campanha de mobilização social com o objetivo de angariar recursos para fortalecer ainda mais as ações que realiza em todo o Brasil, por meio de suas 82 unidades de atendimento. Intitulada Eu ajudo a mudar, a iniciativa convida os diversos setores da sociedade a fazer doações para a manutenção dos programas socioeducacionais que a LBV desenvolve nas cinco regiões brasileiras em prol de crianças, adolescentes, jovens, adultos, idosos, gestantes e famílias em situação de vulnerabilidade social.

Nesta edição, a campanha destaca a importância da Solidariedade ao compartilhar a trajetória de mulheres batalhadoras que tiveram suas vidas transformadas graças ao imprescindível apoio e ao engajamento de colaboradores, amigos, parceiros e voluntários nas ações humanitárias da LBV. Os relatos dessas mulheres atendidas pela Instituição emocionam pelos desafios que enfrentaram para superar problemas como a depressão, a violência, a fome e o suicídio.

Para muitas famílias chefiadas por mulheres, a única esperança é a Solidariedade. Por isso, convidamos você a fazer parte dessa corrente e a colaborar para que a LBV continue gerando oportunidades, apoiando famílias, transformando vidas e mantendo os serviços que presta diariamente em favor das comunidades em situação de pobreza.

Acesse www.lbv.org/Historias e veja como a Solidariedade vem transformando a história de milhares de mulheres e de suas famílias.

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Fogo atinge fazendas e destrói cerca de 10 mil hectares de lavouras de milho em MT

Incêndio em lavouras de milho em Itiquira (Foto: Genuínio Aimi/ Arquivo pessoal) –
Da área queimada, dois mil hectares com lavoura de milho já estavam prontos para a colheita.

Fogo atinge fazendas e destrói cerca de 10 mil hectares de lavouras de milho em MT
Da área queimada, dois mil hectares com lavoura de milho já estavam prontos para a colheita.
Um incêndio ocorrido na terça-feira (14) atingiu sete fazendas no município de Itiquira, 359 km de Cuiabá. Segundo os produtores rurais, a área total que pegou fogo tem 10 mil hectares.

Destes, dois mil hectares com lavoura de milho já estavam prontos para a colheita.

Trator também foi destruído pelo fogo (Foto: Genuíno Aimi/ Arquivo pessoal)
Trator também foi destruído pelo fogo (Foto: Genuíno Aimi/ Arquivo pessoal)

O fogo se alastrou de uma propriedade para outra, pois ventava muito na região.
No restante da área, foi a palha do milho recém-colhido que pegou fogo.
O fogo também destruiu um trator e uma grade aradora em uma das propriedades. Ainda não se sabe o que provocou o incêndio.
Focos de calor
Mato Grosso registrou quase 7 mil focos de calor, de janeiro a agosto deste em ano, de acordo com um balanço divulgado pelo Corpo de Bombeiros, nessa quinta-feira (16). Ao todo, 6.902 focos foram registrados no estado.
Segundo os bombeiros, 75,96% dos focos de calor registrados no primeiro semestre 2018, ocorreram em propriedades privadas ou similares.

Do G1 MT/Por Dayanne Nogueira, TV Centro América

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 Rastros de destruição deixados pelo fogo (Foto: Genuínio Aimi/ Arquivo pessoal)

Rastros de destruição deixados pelo fogo (Foto: Genuínio Aimi/ Arquivo pessoal)

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