PRF divulga edital com vagas no Pará e salários de quase R$ 10 mil

 Pará terá 81 vagas sendo o Estado com maior número (Foto: Divulgação/PRF)

As inscrições do aguardado concurso público da Polícia Rodoviária Federal (PRF) serão recebidas a partir da próxima segunda-feira, 3 de dezembro. A confirmação foi divulgada pela própria banca organizadora, o Cebraspe. Acompanhe o edital! 

O concurso atenderá a demanda de 17 unidades da federação entre elas o estados do Pará.


Os interessados poderão confirmar a participação até o dia 18 de dezembro. Com isto, a liberação do edital de abertura de inscrições pode ocorrer a qualquer momento, já constando, inclusive, a aba do novo certame no site da organizadora.

De acordo com declaração recente do diretor-geral da corporação, Renato Dias, a aplicação das provas deve ocorrer em março. O concurso será para o preenchimento de 500 vagas para o cargo de policial rodoviário. Para concorrer ao cargo é necessário possuir curso de nível superior em qualquer área de formação, além de carteira de habilitação a partir da categoria “B”.

A jornada de trabalho dos servidores é de 40 horas semanais. A remuneração inicial é de R$ 9.931,57, já considerando o auxílio-alimentação de R$ 458. Além disso, de acordo com a lei 13.371, sancionada pelo presidente Michel Temer em 2016, os servidores contarão com mais um reajuste, em janeiro, quando o salário passará a ser de R$ 10.357,88.

Assim que iniciadas, as inscrições poderão ser feitas somente pela internet, na página eletrônica do Cebraspe, pelo site da organizadora CEBRASPE. Os interessados também devem ficar atentos aos horários. No dia 3, as inscrições poderão ser feitas a partir das 12 horas, enquanto no dia 18, o encerramento das inscrições ocorrerá às 20 horas, pelo horário de Brasília.

PREPARAÇÃO!

Pensando na sua aprovação nesse concurso, o DOL Concursos indica a melhor plataforma online do mercado. Nela você vai encontrar o conteúdo completo de tudo que deverá ser cobrado pela banca organizadora. O material é baseado nos certames anteriores do órgão e contará com o cronograma de estudos personalizados, audioaulas, fórum de dúvidas, simulados online com correção em tempo real. O candidato também  terá acesso ao banco com mais de 800 mil questões de concursos. Não perca tempo, comece agora mesmo seus estudos!

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) é um órgão do Ministério da Justiça e faz parte do Poder Executivo Federal. Apesar de ser uma polícia ostensiva, uniformizada, não é militarizada, ou seja, não se submete à hierarquia militar. Sua principal atribuição é realizar a fiscalização e o policiamento ostensivo das rodovias federais.

A PRF atua nas rodovias federais e nas áreas de interesse da União. Desse modo, muitas vezes, a PRF trabalha em parceria com outras instituições, como Ministério Público do Trabalho (MPT), Polícia Federal (PF), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Receita Federal, Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama), entre outras, cujas áreas de atuações são as mais diversas.

Existem duas carreiras efetivas na corporação, sendo elas a de policial rodoviário federal e a de agente administrativo. Os policiais rodoviários federais trabalham executando as atividades fim da PRF, como planejamento de operações, fiscalizações de trânsito, combate à criminalidade.

Já os agentes administrativos realizam as atividades meio, que permitem a execução das atividades fim. Como pagamento de folha dos servidores, confecções de documentos, movimentação de processos.

(Com informações do JC Concursos)

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Doe sangue

Por:Paiva Netto – Ao doar sangue, você se torna a diferença entre a vida e a morte para aquele que necessita de transfusão. Um pedido recorrente do Ministério da Saúde é “que as pessoas sejam doadoras também durante o período das férias, para que o estoque dos bancos de sangue nos hemocentros esteja assegurado”.(Foto:Reprodução)-

Atendamos a essa convocação. Saiba antes se você possui as condições físicas ideais para ser um doador. Seu gesto de Caridade pode salvar muitas vidas. Procure um hemocentro perto de sua casa.

Deus tem muitos sinônimos

Tudo que do Amor Divino nasce é verdadeiramente sublime. De certo, firmado nessa realidade, o dramaturgo e poeta francês Victor Hugo (1802-1885) ensinava que “o Espírito se enriquece com aquilo que recebe, e o coração, com o que dá”. Ora, sem o Amor, que é Deus, o ser humano vive desgovernado, longe da Verdade, que é a Palavra Dele. (Evangelho de Jesus, segundo João, 17:17: “Pai, Tua Palavra é a Verdade”.)

Se você não crê na existência do Pai Celestial, não se sinta excluído pela minha afirmativa. Pense então em bom senso, porque quem não o exercita também vive em desgoverno.

Deus tem muitos sinônimos, tais como Amor, Fraternidade, Solidariedade, Compaixão, Clemência, Generosidade, Misericórdia, Altruísmo, Justiça e tudo o mais que valoriza a criatura humana, conduzindo-a à Paz consigo mesma, extensivamente aos outros.

A Face Divina

Por consequência, o Criador não apoia manifestações de ódio em Seu Santo Nome. Muito apreciável, portanto, esta admoestação de Martinho Lutero (1483-1546): “Não desejo que as pessoas lutem em favor do Evangelho pela força e pelo morticínio. O mundo tem de ser conquistado com a palavra de Deus”.

A que Deus se refere o Reformador? Certamente que não ao antropomórfico, criado à imagem e semelhança do homem, mas a respeito Daquele, definido por João Evangelista, na sua Primeira Epístola, 4:16: “E nós conhecemos e cremos no Amor que Deus tem por nós. Deus é Amor. E aquele que permanece no Amor permanece em Deus, e Deus, nele”.

E tamanha é a compreensão que Lutero tinha de Deus que o versículo de sua preferência na Bíblia fala por si mesmo, a quem tem “olhos de ver e ouvidos de ouvir”: “De tal maneira amou Deus ao mundo, que lhe deu o Seu Filho Unigênito, de forma que todo aquele que Nele crê não pereça, mas tenha a Vida Eterna”. (Evangelho do Cristo, segundo João, 3:16.)

O velho pregador germânico sabia que não há outro caminho, senão o do Amor, sinônimo de Caridade.

Outro sábio da História, Dante Alighieri (1265-1321), em A Divina Comédia, escreveu: “O Amor é a energia que move os mundos”.

Por isso, viver afastado Dele é sofrer a orfandade da Alma. O Deus Divino não tem bigode nem barba. A Sua Face é o Amor.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor. paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com

 

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Índios plantam e vendem soja há 15 anos em MT com mão de obra própria e capacitada e recebem elogio do presidente da Funai

Indígenas saem das aldeias para estudar e se capacitar e depois retornar para trabalhar na atividade agrícola. Eles estão criando cooperativa para a venda do grão.

Índios da etnia Paresí estão criando uma cooperativa para a compra de insumos e a venda da produção de soja. A etnia cultiva soja e comercializa os grãos há 15 anos. O cultivo ocupa dez mil hectares divididos em nove áreas e a previsão é que os grãos sejam cultivados em 15 mil hectares no ano que vem.

A organização da agricultura do povo Paresí chamou a atenção do presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Wallace Bastos, que foi até as aldeias para ver de perto o plantio. Segundo ele, a atividade pode servir de exemplo para outras comunidades.

“O trabalho deles é espetacular, isso tem que ficar de exemplo para as outras comunidades que queiram empreender nesse tipo de atividade. É um modelo de sucesso, um “case” de sucesso que tem que ser copiado pelo Brasil todo. O nosso principal papel aqui é a interlocução com outros órgãos, com o Ibama, para que eles consigam mesmo plantar em toda a área, fazer as colheitas, fazer isso preservando a questão ambiental”, afirmou.

Os maquinários comprados com recursos próprios estão nas lavouras concluindo o plantio. Arnaldo Zunizakae, um dos responsáveis pela atividade agrícola, afirma que a intenção é buscar tecnologia para produzir mais na mesma extensão de terra.

Um plano de gestão territorial foi feito recentemente pelo povo indígena Paresi para os próximos 50 anos e nesse planejamento eles preveem a ampliação dessa área em até 50 mil hectares, futuramente, mas vai depender de estudo e da necessidade.

O plantio neste ano está quase no fim, mas a comercialização do grão dessa safra ainda não foi feita. Pensando em melhorar a comercialização é que eles estão montando essa cooperativa.

“A coperativa é uma necessidade para poder nos representar comercialmente, nós trabalhamos antes com a associação, mas ela não comporta a questão de compra e venda dos produtos e por isso foi necessária a criação de cooperativa para trabalhar somente com a questão da agricultura para a compra dos insumos como a venda do produto produzido aqui”, explicou Arnaldo.

A cooperativa valoriza a mão de obra indígena. Os índios foram qualificados para a atividade e estudaram foram da terra indígena.

“Agora eles voltaram para trabalhar aqui dentro com maquinário próprio, nosso, e fazendo com que eles permaneçam no território valorizando o trabalho como pessoas que estudaram para isso”, explicou.

Desde 2003, os indígenas plantam soja em Campo Novo do Parecis. Além da renda com o grão, a mão de obra é dos próprios índios que conseguem trabalhar na terra.

Um desses trabalhadores é o Blairon Deblair Zunizakae, de 20 anos, que é operador de plantadeira.

Nascido e criado na aldeia, ele estudou fora e agora pode contribuir para o crescimento econômico da própria comunidade.

“Trabalhar dentro da própria casa, para o povo da gente, acho que é uma coisa que não tem preço, antes eu trabalhava fora na lavoura do branco. Hoje trabalho dentro de casa com salário ótimo, podendo estar em casa todo dia e mais ainda fazer isso para o povo da gente acho que não tem coisa que pague isso”, contou.

Nas 64 aldeias espalhadas em cinco municípios vivem 2.500 pessoas.No ano passado, a produtividade das lavouras foi de 58 sacas por hectare e neste ano os indígenas esperam colher em média 60 sacas.”A expectativa é muito boa para dar continuidade num projeto que começou há 15 anos, fazendo com 100% de mão de obra indígena, maquinários indígenas, inclusive pela nossa cooperativa e a expectativa é muito boa uma boa colheita aqui”, enfatizou Arnaldo Zunizakae.

Fonte: G1 MT

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Índia e morta por onça em MT e ICMBio estuda remoção de felino

Câmeras são instaladas em mata após índia ser morta por onça em MT e ICMBio estuda remoção de felino(Foto:Reprodução G1)
Pajé Kuianap Kamayurá, de 56 anos, colhia raízes quando foi atacada e morta pelo animal. Onça “autora” do ataque foi identificada e deve ser capturada e retirada da comunidade indígena.

A morte de uma indígena em um ataque de uma onça-pintada, na região do Parque Nacional do Xingu, em Mato Grosso, mobilizou pesquisadores e representantes da Fundação Nacional do Índio (Funai) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Os órgãos estudam a possibilidade de capturar e remover o animal da comunidade indígena.

O ataque, ocorrido em maio deste ano na Aldeia Yawalapiti, no Alto Xingu, assustou indígenas e causou a preocupação das autoridades.
A pajé Kuianap Kamayurá, de 56 anos, colhia raízes quando foi atacada e morta pelo animal. Depois disso, supostas aparições de onças, a princípio em um número maior do que o comum, foram relatadas pelos indígenas em quatro comunidades indígenas do Alto Xingu.

Os índios também afirmaram que cães foram atacados e mortos pelas onças. Os relatos e a morte da pajé levaram o ICMBio e a Funai a criarem ações conjuntas para evitar outro ataque e acalmar os indígenas.

Segundo Rogério Cunha de Paula, biólogo e coordenador-substituto do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Carnívoros (CENAP/ICMBio), 30 câmeras, chamadas de armadilhas fotográficas, foram instaladas em lugares onde os indígenas relataram terem visto as onças.

Foram colocadas câmeras em uma amostragem de 300 km quadrados em comunidades indígenas: Aldeia Piyulaga, Aldeia Ipavu, Posto Avançado Leonardo Villas-Bôas e Saídão da Fumaça.

De acordo com a Funai, os órgãos planejavam a captura e a remoção de onças, além de criar um estudo das condições que possam causar prejuízo à biodiversidade, assegurando a proteção dos índios.

Na avaliação de Rogério Cunha, os casos de ataque de onça a indígenas são raríssimos.

Ele integrou a equipe que fez a identificação das onças nas aldeias Yawalapiti, Ipawu, Piyulaga e no Posto de Serviços Médicos Leonardo Villas-Bôas – local onde aconteceu o ataque à pajé Kuanap Kamayurá.

“Essa indígena mora na margem da floresta e ela saiu sozinha para colher raízes, quando aconteceu o ataque. As filhas ouviram os gritos e acharam o corpo”, relatou Rogério.onca-d-reverso
Após o ataque

Depois do ataque, representantes da Funai e do instituto começaram a investigar as ocorrências envolvendo pessoas e onças na região. A ideia era tentar desvendar por que as onças estão chegando tão próximas às aldeias e o quanto isso representava de risco para as comunidades indígenas.

As câmeras registraram quatro fêmeas de onça-pintada e um macho considerado o suposto responsável pelo ataque à pajé. Ele foi o animal mais registrado pelas câmeras rondando o perímetro das aldeias.

Também foram feitas 29 entrevistas com indígenas da região onde aconteceram os acidentes envolvendo pessoas e animais domésticos, como os cães.

“Espalhamos câmeras com sensor de presença e calor nas aldeias onde os índios relataram terem visto as onças. Queremos saber qual o risco de novos ataques e quão vulnerável estão os indígenas”, declarou o biólogo.

Na expedição de identificação das onças, a equipe instalou, em 20 locais diferentes, as armadilhas fotográficas para avaliar, além da presença dos animais, a frequência de ocorrência desses bichos ao redor e entre as aldeias.

O projeto focou especificamente na região onde foi registrada a morte da indígena.
Risco pequeno

O CENAP/ICMBio diz que não percebeu disparidade na quantidade de onças na região das comunidades indígenas. Também alerta que não há motivo para pânico ou medo das onças, que sempre rondaram as aldeias.

“Analisando as informações coletadas concluímos que o risco [aos indígenas] não é grande. O risco maior é da onça, que se acostumou com a família. A onça, quando se depara com o ser humano, tem uma tendência, de mais de 90% de correr e fugir. Essa onça estava, por mais de um ano, se alimentando dos cachorros da casa da mulher que foi atacada”, avaliou Rogério.

A onça-pintada identificada como “autora do ataque” pode ser um animal mais velho ou que está doente, na avaliação do instituto. Os analistas perceberam que ela anda muito devagar e possivelmente tem algum tipo de lesão na coluna.

    “Na captura vamos ver se é um bicho que perdeu a capacidade de caça. Ele não é um animal que vai caçar humanos, mas é intolerante e, em vez de fugir, pode ter o risco de atacar”, comentou o biólogo.

Depois de capturada, a onça passará por avaliação médica. Caso esteja debilitado, o animal será colocado em cativeiro para recuperação. Ele será solto em um lugar afastado, longe de humanos, se os analistas perceberem que a onça está com uma saúde e condicionamento adequados.

A data da captura ainda será definida.

Fonte: G1 MT.

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Novembro Azul: entenda por que o diagnóstico precoce do câncer de próstata faz a diferença

RIO — Não há alternativa: para não ser vencido pelo câncer de próstata, o homem deve se consultar anualmente com o urologista, mesmo quando não há suspeita da doença. A visita ao médico deve acontecer a partir dos 50 anos, idade que cai para 45 quando para quem tem histórico da patologia na família.

Segundo especialistas, a causa do câncer de próstata ainda não é conhecida, o que dificulta a definição de medidas de prevenção. Por outro lado, há diferentes formas de tratamento, que têm maior chance de funcionar quando o problema é descoberto em seu estágio inicial. Por isso, a campanha do novembro azul mostra as formas de se evitar a fase avançada do câncer de próstata.

— Depois do câncer de pele, o câncer de próstata é o mais frequente nos homens. São cerca de 70 mil casos e em torno de 15 mil mortes por ano, segundo dados do Ministério da Saúde. Na fase inicial, ele é assintomático, silencioso. E o novembro azul existe para mostrar que há grande chance de cura com o diagnóstico precoce. Quando descoberto no início, a possibilidade de recuperação é de 95%. Então, se toque, procure seu médico para saber se há alguma alteração na próstata — afirma o professor de urologia da UERJ Ronaldo Damião.

Urologista do Hospital de Câncer de Pernambuco, o doutor Luiz Henrique Araújo diz que a doença atinge um em cada seis homens ao longo da vida, sendo mais incidente entre 50 e 70 anos. Ele reforça que não há uma causa específica para o câncer de próstata, mas aponta que cerca de 10% dos diagnósticos são associados a fatores hereditários.

— O urologista deveria ser para o homem o que o ginecologista é para a mulher. Em todas as fases, ele deveria procurar o urologista. Na idade mais jovem, o médico pode ajudar na prevenção de doenças sexualmente transmissíveis; na avaliação da fertilidade e na prevenção de tumores de uma forma geral, como o de bexiga e o de pênis. É uma especialidade relevante também para as mulheres, que podem tratar incontinência urinária e cálculo renal, por exemplo — esclarece Luiz Henrique Araújo.

O prognóstico da doença é feito pelo toque retal, que verifica se há algum nódulo na região prostática, e por um exame de sangue que mede a dosagem de uma proteína chamada Antígeno Prostático Específico (PSA), produzida na próstata. O professor Ronaldo Damião explica que, em um homem de 50 anos, o valor normal do PSA é de 2,5 a 4. Se as análises identificarem alguma alteração, é solicitada uma biopsia, para confirmar se existe ou não um tumor.

O doutor Luiz Henrique Araújo indica que, para homens abaixo de 65 anos, o limite de PSA é de 2,5. Já para aqueles acima dessa idade, o valor é até quatro. Cada caso, no entanto, deve ser estudado individualmente. Apesar da resistência que o toque retal pode gerar, o médico afirma que o exame de sangue não o substitui.

— O exame de PSA não é perfeito. De 10 a 15% de pacientes que têm o PSA normal apresentam alteração no toque. Por isso que todo paciente deve realizar os dois exames. O toque aumenta a possibilidade de o médico detectar um possível tumor. É um exame simples, rápido, indolor, dura de 10 a 15 segundos e não diminui a masculinidade do homem — afirma Araújo.

Esse tipo de câncer pode causar metástase, que é a dispersão para diversas partes do corpo pela corrente sanguínea, e levar o paciente à morte. Na fase inicial, a opção de tratamento é a chamada vigilância ativa, com exames a cada trimestre para verificar a progressão ou não do tumor. Nas situações mais graves, as alternativas são radioterapia, retirada da próstata ou bloqueio hormonal.

—  Se for um tumor benigno, o caminho é simplesmente acompanhar e tratar clinicamente. Uma vez diagnosticado o tumor agressivo, é preciso saber se está só na próstata ou fora também. Se for só na próstata, o paciente pode ser operado ou fazer radioterapia. Se também estiver fora da próstata, só radioterapia. Caso haja metástase, bloqueamos a testosterona, para amenizar a evolução da doença, mas, nesse estágio, não há mais chance de cura — explica Ronaldo Damião.

Em estágio avançado do câncer de próstata, o paciente pode ter retenção de urina e até urinar sangue. Outros sintomas próprios dessa fase são urinar com frequência maior do que a normal, levantando mais de três vezes à noite, por exemplo; e dor nos testículos. Feridas no pênis e dificuldades de ereção também podem ser sinais da doença.

— Se você quer ter a oportunidade de ver seus netos crescerem e se formarem, é preciso cuidar de sua saúde e garantir a longevidade — alerta Ronaldo.
Fonte:O Globo:Madson Gama*
*Estagiário sob supervisão de Renata Izaal
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Celebrar o Natal também é ajudar quem não tem o que comer

Além de todo o trabalho socioeducacional realizado diariamente em favor de milhares de crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos em situação de vulnerabilidade em todo o país, a Legião da Boa Vontade promove diversas campanhas de socorro às populações que enfrentam desafios sociais como a escassez de alimentos. Entre as iniciativas, a campanha Natal Permanente da LBV — Jesus, o Pão Nosso de cada dia!, realizada tradicionalmente pela Instituição, neste ano tem como meta arrecadar mil toneladas de alimentos não perecíveis (um milhão de quilos) e beneficiar 50 mil famílias atendidas nas cinco regiões brasileiras pelos programas socioassistenciais da Legião da Boa Vontade e também por organizações parceiras.

A campanha vem recebendo o apoio de colaboradores, voluntários, artistas, esportistas, empresários e estudantes, que estão mobilizando a população numa grande ação solidária para arrecadar os alimentos e, assim, proporcionar um Natal digno e sem fome a milhares de famílias. Diversos veículos de comunicação e profissionais da mídia também estão engajados na divulgação da campanha, que reforça a importância de celebrar o Natal ajudando também aqueles que não tem o que comer.

Sua atitude vale muito

O objetivo é entregar a cada família uma cesta contendo itens de acordo com os costumes de cada região, tais como: arroz, feijão, óleo, açúcar, leite em pó, macarrão, farinha de mandioca e de trigo, fubá, goiabada, massa para bolo, extrato de tomate, massa para cuscuz, carne de charque, entre outros. As doações para a campanha podem ser feitas no site www.lbv.org, pelo telefone 0800 055 50 99 ou ainda em uma das unidades de atendimento da LBV no Brasil (confira o endereço mais próximo acessando www.lbv.org/enderecos).

Natal Permanente da LBV

Vale ressaltar que as ações da Legião da Boa Vontade são movidas pelo ideal de Fraternidade Ecumênica e tem como inspiração os ensinamentos e exemplos de Jesus, o Cristo Ecumênico. Desde 1940, a LBV instituiu o seu Natal Permanente numa campanha contra a fome e a pobreza e ao longo de quase 70 anos tem trabalhado para melhorar a qualidade de vida das populações menos favorecidas. Além do amparo imediato e da constante atuação nos campos da assistência social e da educação, que vêm mudando o destino de milhares de pessoas, a LBV tem tradicionalmente mobilizado a sociedade brasileira a fim de proporcionar um Natal melhor a famílias em todo o Brasil.

 

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Disputa entre irmãos para namorar uma jumenta acaba em morte no Pernambuco

TRIÂNGULO AMOROSO: Homem apaixonado por Jumenta mata o irmão depois de descobrir que ele também tinha relações com o animal (Foto: Ilustrativa -)
O caso dos irmãos que mantinham um relacionamento com uma jumenta repercutiu nesta semana. A situação ocorreu no município de Exu, no interior do estado de Pernambuco e divisa com o Cariri cearense.

O homem identificado como Antônio e conhecido como “Chico Doríco” se apaixonou pela jumenta e teve relações com o animal por cerca de quatro anos até descobrir que seu irmão também mantinha um caso com o animal, o relacionamento foi descoberto pelo pai de Antônio. Para acabar com a intriga entre os irmão, seu José negociou a jumenta, que foi trocada por um burro.

Antônio ficou revoltado e acabou matando o irmão a tiros de espingarda, o pai só não foi morto pelo filho porque fugiu do local. A situação ganhou repercussão na cidade pelo fato de ser um caso de zoofilia.

A Polícia Civil do município de Exu informou à Redação Web do Diário do Nordeste que repassará mais informações sobre a situação de Antônio na próxima segunda-feira (19). Em decorrência do feriado, o policiamento funciona em regime de plantão.

Fonte: CORVO NEWS

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Crack causa problemas em 86% dos municípios e leva violência ao interior do Brasil

(Foto:    Beto Macário/UOL)     Guarda municipal faz ronda no distrito de Luziápolis, em Campo Alegre (AL)

Era noite de uma quarta-feira e a Polícia Civil de Alagoas recebeu mais uma denúncia. Foi até uma passarela que ajuda pedestres a atravessarem a BR-101 no distrito de Luziápolis, no município de Campo Alegre (a 101 km de Maceió). No local, jovens usuários de crack faziam bloqueios e cobravam um pedágio entre R$ 2 e R$ 5 de quem quisesse passar.

“Com medo ou sem dinheiro para pagar, muitos pedestres estavam preferindo se arriscar a atravessar”, conta o delegado da cidade, Sidney Tenório. “Precisamos fazer uma ação para acabar com isso.”

Pequenos municípios do país começam a viver o processo chamado de interiorização do crack. A droga é distribuída a partir das capitais e causa uma série de impactos sociais em locais com menos recursos.

Com 25 mil moradores, o distrito é um retrato dos problemas relacionados ao consumo da droga, que atinge pelo menos 86% dos municípios brasileiros, de acordo com levantamento do Observatório do Crack, criado pela CNM (Confederação Nacional dos Municípios).

Segundo os dados da entidade, 4.813 dos 5.568 municípios relataram ter registrado problemas ligados ao crack. Em mais de 20% deles, o nível de gravidade desses problemas é classificado como alto.

(Foto:Beto Macário/UOL_) Moradores põem casas à venda após onda de violência na região de Luziápolis Crack chega às segundas e às quintas
(Foto:Beto Macário/UOL_)
Moradores põem casas à venda após onda de violência na região de Luziápolis
Crack chega às segundas e às quintas

A reportagem do UOL visitou o distrito considerado mais problemático em Campo Alegre em relação ao consumo de crack. Já se sabe que, em Luziápolis, a droga chega às segundas e às quintas-feiras, vinda da cidade vizinha, São Miguel dos Campos — ponto central de distribuição do crack para a região.

A violência se tornou rotina da pacata e pobre população do distrito. Na última sexta-feira (2), um assassinato e um sequestro foram registrados nas imediações. As duas vítimas teriam problemas envolvendo o uso de entorpecentes. Em agosto, na mesma região, um usuário foi retirado de casa e morto: Laerte Pereira, 21.

Sob a sombra do tráfico, vê-se no local muitas casas com placa de vende-se ou aluga-se. Apenas uma lei é cumprida à risca: a do silêncio. Durante visita do UOL, na quarta-feira (7), só um grupo de crianças conversou sobre a realidade local.

“Usam droga direto aqui”, contou à reportagem um menino de 9 anos. “O cara que morreu usava droga. Quis depois se fazer de bonzinho, dizer que era crente, mas ele aprontava”, comentou o garoto, citando a morte de Laerte.

Beto Macário/UOL Usuários de crack utilizavam pontilhão para cobrar pedágio de moradores de Luziápolis Combustível de problemas
Beto Macário/UOL
Usuários de crack utilizavam pontilhão para cobrar pedágio de moradores de Luziápolis
Combustível de problemas

Segundo Mariana Boff Barreto, consultora do Observatório do Crack, não há dúvidas de que o problema se espalhou rapidamente pelas pequenas cidades do país, que têm dificuldade de enfrentar as consequências do tráfico e do consumo da droga.

“O crack é uma droga de alto poder ofensivo e um combustível para vários tipos de violência”, diz a pesquisadora. “Nessas cidades, cresceu muito o número de furtos, roubo, latrocínios, crimes também contra o próprio dependente, ou seja, vários tipos de violência correlacionada.”

A consultora acrescenta que, embora a base para o crack não seja produzida no Brasil, praticamente todas as outras etapas do processo que envolve a droga são realizadas no país.

“Há lacunas em todas áreas, como pouca fiscalização na fronteira”, avalia. “A gente faz fronteira com os maiores produtores de cocaína e maconha do mundo. Além disso, dentro dos municípios, tem o problema para trabalhar com o dependente e com o familiar.”

(Foto:Beto Macário/UOL)- Poucas pessoas circulam na região da BR-101 após onda recente de violência Plano sem propostas
(Foto:Beto Macário/UOL)-
Poucas pessoas circulam na região da BR-101 após onda recente de violência
Plano sem propostas

Em seu plano de governo registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) classifica a epidemia de crack, que diz ter sido “introduzido no Brasil pelas filiais das Farc”, como um problema urgente. Mas não há qualquer menção à política que será adotada no enfrentamento do problema.

Em entrevista em setembro, o novo presidente do GNCOC (Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas), Alfredo Gaspar de Mendonça, afirmou que o crack se tornou um problema grave e é responsável direto pelo aumento do número de mortes violentas nos estados das regiões Norte e Nordeste.

“O Norte e o Nordeste se tornaram o quintal do crime organizado que veio do Centro-Sul. Aqui se encontrou muita gente desempregada, muito jovem sem direção, que viu nas facções uma parcela de poder”, disse Mendonça. “A reboque, o Norte e o Nordeste foram os maiores depositários do crack.”

“O que o mercado do Centro-Sul não consumia, porque não era bom, mandaram para cá”, acrescentou. “Foi uma mola propulsora [dos altos índices de violência].”

Fonte:UOL/

Carlos Madeiro Colaboração para o UOL, em Campo Alegre (AL)… – Veja mais em https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2018/11/09/crack-droga-nordeste-violencia-causa-problemas-seguranca-86-dos-municipios-interior-brasil.htm?cmpid=copiaecola

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‘Loba do Tinder’ é presa após fazer sexo e extorquir homens e mulheres

Uma mulher de 29 anos, conhecida como “Loba do Tinder”, foi condenada a 2 anos e 7 meses de prisão em regime semiaberto, acusada de ameaçar, extorquir e coagir homens casados com quem se relacionava. Ela chegava a criar grupos do WhatsApp que incluía amigos e familiares das vítimas. O caso ocorreu no Distrito Federal.

A criminosa é Patrícia Coutinho Pereira. No celular dela, investigadores do Distrito Federal encontraram centenas de diálogos, entre eles uma série de ameaças, coações e extorsões. “Quero o dinheiro na minha conta amanhã ou vou chutar o balde”, dizia a “Loba do Tinder” após ter a ordem de depósito negada por uma das vítimas. A maioria dos homens era casado.

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Foto: Reprodução Facebook
Foto: Reprodução Facebook

A suspeita também se relacionava sexualmente com mulheres. Na maioria das vezes, aproveitava-se da distração das parceiras para tirar fotos sensuais sem que elas percebessem. Com o material em mãos, iniciava chantagens e ameaças. “Não vou parar até resolver. Quero o dinheiro na conta”, dizia Patrícia Coutinho por meio do aplicativo do WhatsApp

Em mensagem do WhatsApp, golpista ameaçava as vítimas e exigia valores altos. Foto: Divulgação Polícia Civil

Em mensagem do WhatsApp, golpista ameaçava as vítimas e exigia valores altos. Foto: Divulgação Polícia Civil
Em mensagem do WhatsApp, golpista ameaçava as vítimas e exigia valores altos. Foto: Divulgação Polícia Civil

Vítima chegou a pagar R$ 50 mil para golpista

Um dos homens, um servidor público federal, teria emprestado R$ 50 mil à Patrícia. A polícia também identificou diversas transferências bancárias feitas pela vítima em contas correntes que pertenciam à mulher.

Os investigadores calculam que ela tenha enganado mais de 100 homens, a maioria deles casados. Com receio de expor a situação, as vítimas preferiam não denunciar os crimes às autoridades.

Patrícia ainda se passava por vítima. Durante o curso da investigação policial, ela registrou uma ocorrência falsa de violência doméstica (sob a Lei Maria da Penha) contra uma das pessoas com quem teria se relacionado. Teria também denunciado ao Ministério Público, de maneira caluniosa, o delegado responsável pelo caso, por abuso de autoridade.

 Foto: Divulgação Polícia Civil
Foto: Divulgação Polícia Civil

Ela ainda é acusada de ameaçar suas vítimas assim que elas tentavam romper o relacionamento. Exigia indenização, afirmando que havia sido enganada. E, caso se recusassem a fazer os pagamentos exigidos, difamava os homens em redes sociais e dizia que iria revelar tudo aos familiares deles. Também prometia “fazer barraco” no local de trabalho dos enganados.

A mulher agia não apenas no Distrito Federal. Nos últimos meses, segundo os investigadores, Patrícia também aplicava golpes no interior de São Paulo.

 Foto: Reprodução Facebook

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De acordo com as apurações, ela estaria trabalhando em um bordel, onde acabou extorquindo um de seus clientes e também a dona do estabelecimento. Mais uma vez, usou a tática de tentar difamá-los nas redes sociais.

Na página que a acusada mantém no Facebook, ela se apresenta como modelo, empresária e musa fitness. “Mulher que namora rico não é burra, é inteligente”, escreveu ela em uma de suas postagens.

 Foto: Reprodução Facebook

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Jornal Folha do Progresso /Fonte:Portal Metrópoles)
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Ibama apreende 20,8 mil arcos de violino fabricados com Pau-Brasil ilegal

Brasília (01/11/2018) – Agentes do Ibama apreenderam 20.804 arcos de violino fabricados com madeira de espécies ameaçadas de extinção em operação realizada nos estados de Minas Gerais, São Paulo e Espírito Santo. Nove empresas comerciantes e exportadoras do material apresentaram irregularidades e duas delas foram embargadas. O material seria vendido ilegalmente no país e, principalmente, no exterior. Também foram apreendidos 83m³ de Jacarandá da Bahia, 18m³ de Ipê e 9m³ de Pau Brasil. Os agentes desmontaram uma serraria irregular e apreenderam 19 máquinas. Foram aplicados 12 autos de infração, que totalizam R$9,7 milhões.

As empresas foram autuadas por não apresentar licenças ambientais, por descumprir embargos aplicados pelo Ibama e por manter em depósito madeira sem origem legal. Os agentes encontraram partes de instrumentos musicais fabricados com Jacarandá da Bahia (Dalbergia nigra) e Pau Brasil (Paubrasilia echinata), espécies que constam dos anexos I e II da Convenção sobre Comércio Internacional das Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção (Cites) e na lista vermelha de espécies ameaças de extinção do Ministério do Meio Ambiente. A primeira espécie foi adicionada ao anexo I da Cites em 1992 e não pode ser extraída. Já o Pau Brasil foi incluído no anexo II em 2007 e só pode ser extraído de planos de manejo.

“O Jacarandá da Bahia é muito valorizado na fabricação de instrumentos como violão e guitarra. Já o Pau Brasil, na fabricação de arcos de violino”, diz a coordenadora da operação Do Re Mi, a analista ambiental Lidiane Ribeiro. No caso do Pau Brasil, os principais consumidores da espécie no exterior são Alemanha, China, Coréia do Sul, Estados Unidos, França, e Japão. As espécies ocorrem no bioma Mata Atlântica.

“É fundamental que os artistas sempre se informem sobre a origem da madeira de seus instrumentos”, alerta o coordenador de Operações de Fiscalização do Ibama, Roberto Cabral Borges.

Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) relacionados:

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(Foto:Reprodução)
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