Mãe flagra estupro da filha de 4 anos durante festa de aniversário da menina no Piauí, diz polícia
Suspeito está internado no Hospital Regional Justino Luz, em Picos — Foto: Reprodução/TV Clube
Suspeito do abuso é tio-avô da criança e foi agredido por algumas pessoas logo após o crime.
A mãe de uma menina de 4 anos flagrou a própria filha sendo estuprada durante a festa de aniversário da criança. A delegada Ana Patrícia Leal informou ao G1 nesta quarta-feira (13) que o autor do crime é tio-avô da criança e está hospitalizado depois de ter sido agredido por algumas pessoas. O caso aconteceu na noite do domingo (10) em Picos, Sul do Piauí.
“Esse senhor veio de outro estado para cá, chegou no sábado (9) e ficou na casa de uma parente, que foi convidada para o aniversário e o chamou. Durante a festa, a mãe sentiu falta da menor e quando foi procurar flagrou ele apalpando as partes intimas da menina”, afirmou a delegada Ana Patrícia Leal.
Segundo a delegada, o suspeito deixou a residência em seguida, mas as pessoas que estavam na festa tiveram conhecimento do ocorrido. “Houve um tumulto, várias outras pessoas ficaram sabendo. Ele foi agredido, mas a polícia foi acionada, fez a prisão dele e em seguida levou para o hospital”, contou.
Ana Patrícia Leal colheu o depoimento do suspeito nesta quarta-feira (13), no Hospital Regional Justino Luz. “Ele nega, diz que não lembra. Que chegou bêbado no aniversário e consumiu mais bebida lá. Ele passou por cirurgia e segue internado, mas quando sair vai direto para a penitenciária, porque a prisão dele foi convertida em preventiva”, disse a delegada.
Picos
Por: Lucas Marreiros, G1 PI
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Homem degola basset de 2 meses na frente do dono de 13 anos; veja o vídeo
Homem degola basset de 2 meses na frente do dono de 13 anos; veja o vídeo (Foto: Reprodução)
Um crime bárbaro contra um animal indefeso chocou o Brasil na terça-feira (5).
Lindoberson Rocha Alves, de 32 anos, foi preso após degolar uma cachorra de dois meses, da raça basset, chamada “Belinha”. A crueldade foi feita na frente do filho da tutora do animal, um adolescente.
Taura Lopes, dona de Belinha, publicou no seu Facebook a indignação à barbaridade que fizeram com seu animal de estimação. “É com muita indignação que venho posta esse fato que me ocorreu hoje por volta de meio dia, esse sujeito por nome Lindolberto que infelizmente é meu vizinho no bairro Serra Dourada, Cuiabá-MT, degolou cruelmente a facãozada com vários golpe na frente do meu filho, uma criança de 13 anos que inclusive está assustado em pânico”, contou, em uma publicação.
Em sua defesa, o vizinho disse que Belinha teria invadido sua propriedade e matado duas galinhas. Lindoberson ainda alegou que não tinha a intenção de cortar o pescoço da cadela, apenas viu Belinha atacando as aves e usou o facão para tentar apartar o ataque.
Mas Taura diz que a tese do vizinho não convence, pois o animal tinha apenas 2 meses de idade e não costumava sair de casa. “Mas isso não justifica essa tamanha maldade. Ela era criada dentro de casa todo tempo, jamais tivemos ocorrência dela mata outros animais até porque ela era brincalhona e um filhote”, contou.
Assista ao vídeo:
https://youtu.be/_FGAPKi4Ugo
Belinha fugiu por um descuido do filho de Taura e, quando ele foi atrás da cadela, se deparou com a cena bárbara.
“Quando se deparou com a cachorra sendo degolada a fação logo em seguida veio me informar assustado, que foi esse momento do vídeo, onde eu fui ao encontro e me deparei com a cena mais monstruosa que já vi”, disse Taura, que filmou o momento em que o vizinho traz Belinha morta, pelas patas traseiras, e a joga no chão.
A PM encaminhou o homem para prestar depoimento e vai responder por crime de maus-tratos. Taura continua indignada, pois, segundo ela, o vizinho continua solto.
(Com informações de VG Notícias)
Por:(Diário Online).
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Aranha venenosa é encontrada em Manaus e Iranduba, no Amazonas
Espécie é a segunda mais venenosa e ainda não havia registros na capital- Foto: Foto: Rogério Machado/SMCS-Curitiba
Pequenas, porém muito perigosas para os seres humanos, as aranhas do gênero Loxosceles amazonica, conhecidas como aranha-marrom, aranha-violino ou reclusa-marrom, foram encontradas em Manaus (AM). A espécie venenosa foi recentemente descoberta em meio ao lixo em áreas do Centro e alguns bairros como Cidade Nova, bem como no município de Iranduba, na área rural da Vila de Paricatuba, no Amazonas.
Quem detectou a presença do aracnídeo na cidade foi o pesquisador e estudante de doutorado em entomologia no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Marlus Queiroz de Almeida. “Ela é muito comum no Brasil e é a que causa o maior número de acidentes do País, mas ainda não tinha sido encontrada aqui”, explicou ao Portal Amazônia.
O registro foi publicado pela revista especializada Acta Amazonica, sob o título ‘Muito tempo sem ver: Expansão dos registros de Loxosceles amazonica (Araneae: Sicariidae) para o estado do Amazonas, Brasil’. Segundo a publicação, as aranhas Loxosceles são encontradas nas Américas, África e na Europa. Elas não são agressivas e a maioria dos acidentes ocorre por contatos não intencionais, uma vez que elas se escondem facilmente em roupas, lençóis e pequenos espaços.
“Ainda não havia sido encontrada a Loxosceles amazonica em Manaus. Não sabemos se foi introduzida, sua origem aqui, mas as populações estão aumentando porque não existem medidas de prevenção. Elas se reproduzem facilmente e podem ser transportadas pelo lixo”, afirmou.
A picada é indolor, mas as consequências são sérias. O veneno da aranha-marrom possui atividade proteolítica e hemolítica, que podem causar acidentes com complicações graves e até levar à morte. No Brasil, 12 espécies podem ser encontradas. A Loxosceles amazonica tem relatos de ocorrência no Pará, Tocantins, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Mato Grosso.
Segundo Almeida, não existiam registros da L. amazonica na coleção de invertebrados de institutos do Estado até agora e, por isso, pesquisas precisam ser realizadas para saber motivo de seu aparecimento. “Pelo que vi, elas podem se reproduzir em várias épocas, mas precisamos de um estudo maior dessa especie. Além disso, também precisamos alertar a população, que deve ter mais atenção com a limpeza”, disse.
Maranhão
Três pessoas foram internadas após serem picadas por uma aranha-marrom, em São Luís, no Maranhão, conforme reportagem do G1 Maranhão publicada nesta quarta-feira (9). O universitário Otávio Jansen foi mordido pela aranha dentro de casa enquanto dormia, e só percebeu que alguma coisa estava errada quando um dos seus dedos do pé começou a inflamar.
“Inicialmente aparentava ser só um calo, não doía, não inflamou, não tinha nada de diferente do que um pequeno machucado. Só que com o passar dos dias, começou um processo inflamatório muito forte. Simplesmente fazer a limpeza e passar uma pomada no local já não estava fazendo efeito”, contou.
Dicas
As aranhas-marrons, assim como outros aracnídeos, entram facilmente por tubos de ventilação, espaços entre portas e janelas, entre outras pequenas áreas. O ideal é observar se estes locais tem teias e fazer limpeza periódica e balançar calçados ou roupas antes de usar.
Fonte:clarissa.bacellar/portalamazonia Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.
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Com aparência estranha, bodó é um peixe que vale mais do que imaginamos
A aparência dele pode até ser feia, mas o sabor é indescritível (Foto:Estrutura do bodó pode ser toda aproveitada. Foto: Diego Oliveira/Portal Amazônia) – Sabe de quem estamos falando? Dele mesmo, o acari, mais conhecido no Amazonas como bodó. O peixe é comum em igarapés e rios do Estado, sendo um dos principais alimentos na mesa dos ribeirinhos. O cascudinho apesar de assustador, revela-se um peixe com grande potencial econômico e nutricional.
O bodó possui distribuição restrita, é encontrado desde o rio Ucayali, no Peru, até a foz do rio Tapajós, no Pará. É um peixe de água doce da ordem dos Siluriformes (bagres) e família Loricariidae, que agrupa os cascudos e acaris. A reprodução da espécie acontece entre os meses de outubro e maio. O corpo do peixe é revestido por placas e espinhos que servem para defesa contra predadores naturais, como por exemplo, os botos. De hábitos noturnos, os bodós vivem agrupados em casais e na natureza tendem a se unir em blocos.
Durante estudos desenvolvidos pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), pesquisadores descobriram que o bodó é um dos peixes de água doce mais ricos da Amazônia. Dele pode se aproveitar tudo, até mesmo a casca, utilizada na produção de ração. Na tese de doutorado ‘Alterações pos-mortem e aproveitamento tecnológico do músculo de acari-bodó’, do pesquisador Fábio Tonissi Moroni, publicada em 2005, já era possível ver a importância nutricional do bodó.
Na pesquisa, Moroni mostra que parte do pescado é desperdiçado durante a comercialização. Segundo ele, nos períodos de safra, ocorre 50% de perda do bodó vendido nas feiras, apesar de ser negociado com os preços mais baixos do ano. A situação ainda é pior quando o bodó acaba morrendo nas bancas dos feirantes. “Ninguém compra bodó ‘frio’, ele é jogado nos corpos de água ou nos aterros sanitários”, destaca Moroni na tese.
Investimento No final de 2016, o especialista em tecnologia do pescado, Rogério de Jesus, realizou um workshop sobre o aproveitamento do bodó. O curso mostrou a importância de se investir em pesquisas sobre o pescado. “Nutricionalmente falando, o bodó é um peixe completo, com todas as características do cascado nutricional. Ele possui toda uma composição que o deixa no mesmo nível das demais espécies como o tambaqui, por exemplo. É de suma importância que outros pesquisadores também se interessem em buscar mais informações sobre ele”, comentou.
Preparo e farinha
Para os povos Tukano e Dessana, o bodó é conhecido como ia’ká. Existe uma forte influência da cultura indígena nas técnicas de preparo e conservação do cascudo. Antigamente, os indígenas assavam e enfumaçavam o bodó em uma grelha de madeira para que ele ficasse desidratado, o nome do processo era chamado de moquém. Dessa forma, o peixe podia ser armazenado durante semanas ou levado para viagens. Já para consumo imediato, os indígenas assam o peixe.
Com a vinda do colonizador para a Amazônia, o preparo do bodó sofreu algumas adaptações, por exemplo, o peixe passou a ser apenas assado, e não moqueado, sobre grelhas próximas ao fogo. Na mesma época, surgiu a famosa caldeirada de bodó, que acabou tornando-se um prato típico na Região Norte. Com o passar do tempo, outras receitas foram adaptadas para agregar mais valor ao sabor único do peixe.
Além das receitas tradicionais, o bodó também pode virar um tipo de farinha, popularmente conhecido como piracuí, ou farinha de peixe na língua indígena Nheengatú. Para transformar o cascudo em farinha é necessário pilar o peixe sem espinhas até reduzi-ló a pó, sendo então colocado sobre um forno. O processo continua com o esfarinhamento da carne até ficar completamente enxuto, o alimento é popular entre os ribeirinhos da região amazônica.
Segundo o pesquisador Rogério de Jesus, um estudo de viabilidade econômica sobre a farinha de piracuí também apresentou saldo positivo. Foi detectado que os benefícios diretos do investimento na produção do produto, bastante consumido na região são: aumento da oferta de emprego levada ao homem amazônico em seu local de origem; ingresso de divisas para o Estado; estimulo a redução da pressão de captura de espécies sob risco de extinção e aumento da oferta de alimento de alto valor nutricional. O que classifica este projeto como técnico, social e economicamente viável.
Bodó assado é um dos pratos favoritos dos amazônidas. Foto: Diego Oliveira/Portal Amazônia
Delícia na mesa
A empresária Maria do Socorro da Silva, trabalha há seis anos no Mercado Municipal Adolpho Lisboa. Na frente de seu restaurante, montado em um dos boxes da feira, uma churrasqueira com seis bodós chamam a atenção de quem passa. Quando é feito dessa maneira, o preparo do cascudo é mais simples. “A gente limpa o peixe, mas não o abre. A gente deixa assando por uns 20 a 30 minutos e está pronto para o consumo. Os clientes adoram saborear o bodó com limão e bastante farinha. É a forma como ele mais sai”, afirmou.
Mas a concorrência de Maria é acirrada. Não muito longe dali, o cozinheiro Lisomar Siqueira prepara uma caldeirada de bodó. O preparo é parecido aos dos demais peixes, com uma única diferença, o bodó vai inteiro para o prato. “Geralmente, a gente não desmembra o bodó, ele chega completo no prato da clientela. Ele pode não ser o peixe mais bonito do mundo, e muitas pessoas não tem coragem de provar, mas fica delicioso. Até o aroma da caldeirada do bodó é diferente”, disse.
Inspiração que deu certo
A participação do bodó na vida dos amazônidas não se resume somente a gastronomia. Em Manaus, o espaço cultural ‘A Casa do Parente’, realiza o ‘Festival do Bodó’. “Sempre fizemos almoços com bastante bodó, uma gama de pessoas aprecia esse peixe e desde que começamos com o projeto da ‘Casa do Parante’, fazemos eventos com o peixe no cardápio. A ideia de fazer o festival surgiu há três anos, mas conseguimos realizar a primeira edição apenas ano passado. A ideia é reunir a culinária regional e a música, além de outras manifestações artísticas”, explicou o cantor Gonzaga Blantez.
Para Blantez, o bodó é sinônimo de festa. E ele defende o peixe de quem fala de sua aparência. “Se você descer pelas beiras dos rios da Amazônia vai encontrar várias pessoas comercializando o bodó. Por isso que eu gosto de falar que onde tem bodó geralmente tem festa. Por esse motivo que faço a ligação do pescado com o festival”, contou o artista.
Fonte: Portal Amazônia
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Estrutura do bodó pode ser toda aproveitada. Foto: Diego Oliveira/Portal Amazônia
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Em estado grave, atleta de 15 anos ferido após incêndio será transferido
Foto: (Reprodução/O Liberal)
Jhonatan Cruz Ventura está com 40% do corpo queimado e irá para hospital referência no tratamento; outros dois permanecerão no Hospital Lourenço Jorge
Após a tragédia no CT do Flamengo, três sobreviventes foram levados para o hospital. Entretanto, Jhonatan Cruz Ventura, de 15 anos, está com 40% do corpo queimado e será transferido para o Hospital Pedro II, referência no tratamento de queimados. Ele está em estado grave e passa por cirurgia neste momento para remoção da pele queimada.
Francisco Diogo Bento Alves, também de 15 anos, está no CTI do Hospital Lourenço Jorge, com estado é considerado estável. Cauan Emanuel Gomes Nunes, 14 anos, está lúcido e conversando. Ambos estão em observação.
Na manhã desta sexta-feira, um incêndio atingiu parte da estrutura do CT Ninho do Urubu, que pertence ao Flamengo e fica na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Até o momento, Bombeiros confirmam 10 mortes e três feridos. Segundo informações, o Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 5h10 da manhã para controlar as chamas em um local que era utilizado como alojamento para as categorias da base.
Fonte:LANCE/O Liberal.
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Menino pega moeda escondido e mãe queima as mãos dele com ferro de passar
(Foto:Reprodução)- Manaus – Uma mulher de 24 anos foi presa, na noite desta terça-feira (5), suspeita de queimar as mãos do próprio filho, de 9 anos, com um ferro de passar, no bairro Novo Israel, zona norte de Manaus. A criança teve as mãos queimadas porque pegou uma moeda escondida da mãe, conforme afirmou o sargento Frank Silva, da 18ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom).
O menino ainda está com bolhas nas mãos e foi encaminhado ao Serviço de Acolhimento Institucional à Criança e ao Adolescente (Saica). A mãe, suspeita do crime, presta depoimento na sede da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca).
De acordo com o sargento Frank Silva, a mulher foi presa por volta das 18h30, após uma denúncia anônima, na casa onde mora com os dois filhos, de 9 e 6 anos, na Rua das Oliveiras, no bairro Novo Israel.
A tortura contra o menino aconteceu na última segunda-feira (4). A criança contou aos policiais que foi espancada e teve as mãos queimadas com um ferro de passar, após pegar uma moeda escondido da mãe. “A criança contou que pegou uma moeda do cofre sem a mãe saber, e o irmão dele falou para ela que ele tinha pego. Quando ela chegou do trabalho, trancou ele no quarto e queimou as mãos dele com o ferro”, relatou o sargento.
Ainda segundo Silva, a mãe presta depoimento na Depca, mas como não foi presa em flagrante, deve ser indiciada pelos crimes de tortura e maus tratos, e vai ser liberada para responder ao crime em liberdade.
por:Jucélio Paiva / redacao@diarioam.com.br Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.
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Noite inesquecível’-Empresário é preso após oferecer festa com rodízio de mulheres em Goiás
Polícia chegou ao local duas horas antes da festa começar; 12 garotas de programa estavam na casa de prostituição (Foto:Reprodução)
O dono de uma casa de prostituição na cidade Águas Lindas de Goiás, interior de Goiás, que pretendia oferecer aos clientes um rodízio sexual de mulheres foi preso na última terça-feira (5). A festa já estava com o 1º lote de ingressos esgotado, mas a Polícia Militar do município conseguiu impedir o evento, que recebeu o nome de “Open Xeca”.
“O serviço de inteligência da Polícia Militar acompanha as redes sociais e verificou que havia essa postagem de um local denominado Rancho do Patrão. Nesse post, o proprietário fazia o convite, vendendo ingresso a R$ 300 e oferecendo sexo enquanto o cliente conseguisse e com quantas prostitutas quisesse”, explicou o Subcomandante do 17º Comando Regional de Polícia Militar, o tenente-coronel Dakson Lima de Almeida.
A festa estava marcada para começar às 23h, mas a polícia chegou ao local duas horas antes. Uma operação foi montada com 18 militares, equipes da fiscalização de atividade urbana da prefeitura e a Secretaria Municipal de Trânsito. “A medida que as pessoas iam passando e viam a movimentação ficavam desestimuladas e não entravam. Nesse imóvel já estavam o proprietário, a mulher dele, cinco seguranças e 12 garotas de programa. No fundo do quintal a polícia encontrou 50 gramas de maconha que estavam enterradas”, explicou.
Ainda conforme a polícia, o suspeito, que não teve o nome divulgado e aparenta ter entre 35 e 37 anos, se reservou no direito de ficar calado. No entanto, as prostitutas contaram aos militares que receberiam R$ 300, cada, pela participação no evento. O restante do valor do ingresso ficaria como lucro do espaço de lazer.
Na casa não havia menores de idade. O flyer apontava que o evento seria fechado para 50 homens – que compraram o 1º lote da festa. No entanto, a polícia foi informada que o evento já estava no 2º lote. A casa de prostituição funcionava há menos de um ano no local, que fica às margens da BR-070.
“Isso tudo tem a tipificação criminal de rufianismo e favorecimento a prostituição. Logo, ele estava ocorrendo em crime e divulgado como se fosse algo comum”, destacou o policial.
O homem foi encaminhado à Delegacia de Plantão para prestar esclarecimentos. De acordo com a delegada da Delegacia de Mulheres da cidade, Ana Cristina Hasegawa, – para onde o caso foi encaminhado – o homem foi autuado por exploração sexual.
“Manter uma casa de prostituição não é crime. Crime é a exploração. Se a mulher é maior de idade e está no local de livre espontânea vontade não é configurado crime. No entanto, o delegado que estava de plantão no dia entendeu como exploração e o homem foi encaminhado ao sistema prisional”, explicou a policial.
A delegada tem dez dias – contando a partir da data do caso – para remeter o caso à Justiça.
Por:o Tempo/Carolina Caetano “Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.
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Criança sem cicatriz não precisa refazer vacina BCG, diz ministério
(Foto:Agência Brasil / Divulgação)
Estudos comprovaram eficácia da vacina também em crianças que não ficam com cicatriz após a aplicação
Crianças que não apresentarem cicatriz vacinal após receberem a dose contra a tuberculose – conhecida como BCG – não precisam ser revacinadas. A recomendação foi divulgada nesta terça-feira (5) pelo Ministério da Saúde e está alinhada com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Comitê Técnico Assessor de Imunizações.
Por meio de nota, a pasta informou que estudos comprovaram a eficácia da vacina também em crianças que não ficam com cicatriz após a aplicação. A orientação, segundo o governo federal, foi encaminhada aos estados e municípios na última sexta-feira (1º).
Prevenção
De acordo com o ministério, a principal maneira de prevenir a tuberculose em crianças é por meio da BCG, ofertada gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS). A dose deve ser dada ao nascer, nas maternidades, ou na primeira visita da criança ao serviço de saúde, o mais precocemente possível.
A vacina também está disponível na rotina dos serviços para crianças menores de 5 anos e protege contra as formas mais graves da doença, como a tuberculose miliar e a meníngea.
Cobertura
Dados da pasta mostram que a BCG é uma das doses com maior adesão atualmente no Brasil. Em 2017, a vacina registrou 96,2% de cobertura em todo o país – acima do preconizado pelo ministério, de pelo menos 90%.
Em anos anteriores, a taxa ultrapassou os 100%, sendo 107,94% em 2011; 105,7% em 2012; 107,42% em 2013; 107,28% em 2014; e 105,08% em 2015.
“Os gestores têm até o mês de abril para atualizar, no Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunização (SIPNI), a situação vacinal local, mas dados preliminares já indicam uma cobertura, em 2018, de 87,5%.”
Fonte:Agência Brasil
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Mamografias periódicas evitam mortes por câncer de mama, diz estudo
Foto:Daniel Guimarães/a2img
Redução da mortalidade foi de 47% em 20 anos após o diagnóstico
Um estudo sueco mostrou que mulheres com câncer de mama que faziam a mamografia periodicamente apresentaram redução de 60% na taxa de mortalidade – 10 anos após o diagnóstico – em comparação àquelas que não faziam o exame regularmente. Segundo o levantamento, a redução da mortalidade foi de 47% em 20 anos após o diagnóstico, usando a mesma base de comparação.
O estudo, publicado por uma revista científica internacional, está sendo destacado pela Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) para lembrar o Dia da Mamografia, a ser comemorado nesta terça-feira (5). A entidade chama a atenção das mulheres para a necessidade de fazer o exame com frequência, já que a pesquisa indicou que as mulheres que fizeram o rastreamento tiveram a vantagem adicional da detecção precoce e receberam benefícios muito maiores, como terapias menos agressivas e menos mutiladoras.
“A diferença é atribuída à detecção precoce e ao tratamento em uma fase inicial da história natural do câncer de mama entre as mulheres que realizavam mamografia regularmente. Embora tenha sido dada muita atenção aos potenciais danos da participação de rastreamento mamográfico regular, pouca atenção foi dada aos danos de não participar do rastreamento regular”, disse o presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), Antonio Frasson.
Segundo Frasson, o maior dano por não fazer a mamografia regularmente é o aumento significativo do risco de morte, além de aumentar a possibilidade de a mulher ter um câncer de mama avançado, com necessidade de cirurgias mais extensas, com mais riscos e radioterapia e quimioterapia mais agressivas.
“Essas mulheres experimentam efeitos físicos e cognitivos adversos significativos e duradouros. Para cada morte por câncer de mama evitada pelo rastreamento mamográfico, uma mulher será poupada dos estágios terminais da doença e ganhará uma média de 16,5 anos de vida”, explicou.
A SBM recomenda que a mamografia seja feita anualmente para as mulheres a partir dos 40 anos.
Fonte:(Agência Brasil)
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Para a LBV, proteger a infância é acreditar no futuro
Iniciativa beneficiará crianças e adolescentes de famílias em situação de vulnerabilidade social
A Legião da Boa Vontade (LBV) iniciou mais uma importante campanha de mobilização social em apoio à educação brasileira: Criança Nota 10 — Proteger a infância é acreditar no futuro! A iniciativa visa angariar doações e entregar no início do ano letivo, 19 mil kits de material pedagógico para crianças e adolescentes atendidos pela Instituição e por organizações parceiras nas cinco regiões brasileiras.
Os kits são compostos por itens como mochila, cadernos, lápis, régua, canetas, estojo, dicionário entre outros. A campanha tem como objetivos principais auxiliar os pais que não dispõem de recursos financeiros para a compra do material escolar e motivar crianças e adolescentes a frequentar a escola e a continuar os estudos. Para a realização da campanha, a LBV conta com a solidariedade do povo e de seus colaboradores, voluntários, amigos e parceiros e o apoio imprescindível dos meios de comunicação para a divulgação dessa ação solidária.
As doações podem ser feitas no site www.lbv.org ou pelo tel. 0800 055 50 99. Outras informações ainda podem ser obtidas acessando as páginas oficiais da LBV no Facebook, no Instagram e no Youtube, por meio do endereço “LBVBrasil”.
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