Comunidade de várzea de Santarém, no rio Amazonas, faz primeira despesca de pirarucu criado em tanque

80% será dividido entre os comunitários e aplicado no melhoramento do manejo – Créditos: (Foto:Agência Santarém de Notícias)

Comunitários de Santa Maria do Tapará, localizada na várzea santarena, Rio Amazonas, iniciaram na manhã desta quarta-feira (10) a despesca de pirarucus criados em tanque. A iniciativa conta com a parceria da Prefeitura de Santarém, via Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma).

“Esse projeto de manejo no tanque começou há três anos. Tínhamos um tanque que foi iniciado, mas não terminamos. Em 2016, ocorreu a ampliação, recebemos doações de 100 alevinos e hoje estamos fazendo a captura para a revenda”, relatou o presidente da Associação de Moradores da Comunidade Santa Maria do Tapará, Raimundo Sousa.
A localidade realiza em novembro de cada ano o Festival do Pirarucu. Os animais usados na culinária durante a programação são retirados dos lagos que banham a comunidade. Agora os moradores tem mais uma alternativa de renda.
“Isso é um sonho. Para termos peixe tanto fora quanto no período do defeso os comunitários uniram as forças. Fazemos todo o trabalho voluntário de fiscalização do tanque e ajudamos na alimentação”, comemorou o morador José Almeida.

O pirarucu está protegido pelo período do defeso, mas os exemplares criados em tanque podem ser comercializados desde que tenham a autorização de órgão competente.
“A Semma emitirá a autorização de despesca. Assim, os moradores poderão fazer o comércio na cidade em restaurantes e mercados. É uma forma de assegurar os cuidados com o meio ambiente, observando a legislação vigente e gerar renda aos comunitários”, informou o fiscal ambiental Welton Sousa.

Durante 30 dias a estimativa é retirar 500 quilos. Nesta quarta-feira (10) foram retirados ao menos 80 quilos. No próximo sábado (13) será realizada nova despesca.

A renda será revertida em 20% para a Associação, sendo que 80% dividido entre os comunitários e aplicado no melhoramento do manejo.

Por:Agência Santarém de Notícias

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Autismo e desafios da inclusão

Paiva Netto

Para ampliar a conscientização de todos, alguns temas devem estar sempre em pauta. Um deles é o autismo, que atinge mais de dois milhões de brasileiros e representa 70 milhões de pessoas no mundo, cerca de 1% da população mundial, conforme dados da Organização das Nações Unidas (ONU).
O diagnóstico precoce pode fazer enorme diferença no desenvolvimento do indivíduo. Este, ainda que seja portador de limitação física ou psíquica, possui a extraordinária capacidade para se adaptar e alcançar importantes objetivos de vida. O mundo está repleto de exemplos. O que falta, às vezes, é o devido investimento no Capital de Deus, ou seja, na própria criatura humana.

Sintomas e cuidados
Alguns autistas apresentam determinadas habilidades que superam as da média da população. “Eles têm bastante facilidade para números, decorar, resolver expressões matemáticas e para várias questões diferenciadas da vida. Mas não conseguem dar funcionalidade a isso”, explica a assistente social Simone Bruschi.
Um ponto que prejudica o acompanhamento especializado do autista é, num primeiro momento, a negação do problema, situação frequente no seio familiar. Simone, integrante da Associação Brasileira de Assistência e Desenvolvimento Social (Abads), em entrevista ao programa Sociedade Solidária, da Boa Vontade TV (Oi TV — Canal 212 — e Net Brasil/Claro TV — Canais 196 e 696), comenta: “Quando falamos do autismo, abordamos algo que não se pode identificar por exame de sangue, eletroencefalograma, tomografia. E o diagnóstico é muito difícil de ser aceito pela família. Existe a avaliação clínica — que é muito rica —, porém, os familiares sempre questionam: ‘Ah, não. Acho que pode ser algo diferente’”.
Nesses casos, de acordo com Simone, devem-se buscar outros profissionais, inclusive para que também eles se envolvam na vida dessa família, dessa criança ou desse adolescente.
É fundamental procurar um especialista ao perceber na criança qualquer indício constante de preferir ficar sozinha, de apatia diante dos brinquedos, de não reclamar por ser deixada no berço, em vez do colo dos pais. “Existem famílias que só começam a levar para o tratamento na idade escolar, quando o professor sinaliza: ‘Olha, o seu filho precisa de auxílio’. Quanto mais cedo o diagnóstico, maiores as possibilidades de tratamento.”
Simone ressalta que “algumas pessoas com autismo podem apresentar uma deficiência intelectual, mas não é necessariamente uma regra”.
E aí entra um desafio, o de inserir no mercado de trabalho portadores de deficiência intelectual. “É mais fácil — não sei se posso usar essa expressão — contratar um jovem com deficiência física, por conta das acessibilidades existentes, do que alguém com deficiência intelectual, para o que não temos ainda a tecnologia assistiva. Por isso, é um desafio para o consultor de emprego apoiado. Ele tem de ir à empresa e provar que a pessoa com transtorno é capaz. É necessário um trabalho de sensibilização tanto com os empregados e colaboradores quanto com os empregadores e a família”.
É preciso ampliar as condições para a inclusão social dos portadores de qualquer deficiência, seja física, seja intelectual.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com

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Homem é surpreendido por jararaca dentro de motor de motocicleta

Animal foi resgatado pelos bombeiros e solto em uma área de mata, longe do perímetro urbano.
Cobra é encontrada dentro de moto em Campo Verde (MT) — Foto: Corpo de Bombeiros – MT

Um morador de Campo Verde, a 139 km de Cuiabá, foi surpreendido por uma jararaca, na segunda-feira (8). A cobra estava próximo ao motor da motocicleta dele, embaixo do banco.

O proprietário da moto chamou os bombeiros para resgatar o animal. Ele contou que costuma desligar um fusível para economizar bateria, quando não vai usar o veículo.

Quando ele levantou o banco para fazer o desligamento, encontrou a jararaca.

Quando os bombeiros chegaram, a cobra havia se instalado em uma área ainda mais difícil de retirá-la, abaixo do farol traseiro.

A equipe de resgate precisou retirar peças da motocicleta para conseguir remover a cobra. A jararaca foi solta em uma área de mata, fora do perímetro urbano.

Por G1MT
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Cobra é encontrada dentro de moto em Campo Verde (MT) — Foto: Corpo de Bombeiros - MT
Cobra é encontrada dentro de moto em Campo Verde (MT) — Foto: Corpo de Bombeiros – MT

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Fazendeiro de 82 anos é preso depois de colar as genitais da esposa de 24 com medo de ser CORNO

Foto: Divulgação – Um idoso de 82 anos de idade foi preso no interior de Amazonas depois de colar a genitais de sua esposa com super bonder, sua esposa foi levada às pressas para o hospital e sofreu complicações médicas e dor excruciante.

O idoso que é fazendeiro, disse aos policiais que colou as genitais da mulher com medo de ser corno, “Era o único jeito de segurar ela, ela fica o dia todo em casa sozinha mexendo no Whatsapp e facebook e eu passo o dia mexendo com gado e não tenho tempo de ficar de olho nela.

Conforme a delegada, a agressão aconteceu na última quarta-feira, na fazenda em que o casal mora, no interior do estado do AM. o acusado teria colado as partes intimas da mulher enquanto ela dormia.

O suspeito, que não tinha passagem pela polícia, teve a liberdade provisória decretada pela Justiça e responderá pelos crimes de lesão corporal, violência doméstica e liberdade.

Fonte: Folha Brasil News

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Fao aprova novas normas para conter propagação das pragas

Foto:© Fornecido por AFP Oliveiras infectadas pela bactéria Xylella fastidiosa em Gallipoli, Itália, em uma imagem de 11 de fevereiro de 2016

Novas medidas para evitar a propagação de pragas e doenças de plantas foram aprovadas pelo organismo internacional encarregado de seu controle, informou nesta terça-feira em Roma a FAO.

A Convenção Internacional de Proteção Fitossanitária (CIPF) – a única organização internacional responsável pelo estabelecimento e implementação de padrões fitossanitários reconhecidos pelos governos em todo o mundo e pela Organização Mundial do Comércio – aprovou as novas normas durante sua reunião anual na sede da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).

As normas incluem protocolos para impedir pragas altamente invasivas, como a Xylella fastidiosa e a mosca-da-fruta oriental, que atacam principalmente frutas tropicais.

“Com o aumento do comércio e das viagens, os riscos de espalhar pragas para novas áreas através das fronteiras estão agora mais altos do que nunca”, disse Bukar Tijani, vice-diretor geral da FAO.

A FAO estima que entre 20 e 40% da produção agrícola mundial seja perdida a cada ano por causa de pragas.

As doenças das plantas custam à economia mundial cerca de US$ 220 bilhões por ano e insetos invasores, cerca de US$ 70 bilhões, segundo a entidade.

As novas normas também incluem melhores métodos de fumigação, devido a reclamações que são prejudiciais à saúde humana e ao meio ambiente.

A mosca oriental da fruta (Bactrocera dorsalis) afeta árvores como abacateiro, bananeira, goiabeira e a mangueira em pelo menos 65 países.

A Xylella fastidiosa é uma bactéria letal que ataca cultivos de importância econômica, como a oliveira, os cítricos, as ameixas e as videiras.

Desde 2015 está propagando-se rapidamente das Américas à Europa e à Ásia.

Uma vez que a Xylella fastidiosa se infiltra em uma planta, permanece nela, privando-a de água até morrer ou se debilitar a ponto de não produzir seus frutos.

Somente na Califórnia, as perdas na produção vinícola devido à Xylella fastidiosa foram de 104 milhões de dólares por ano. Na Itália, a bactéria acabou com 180.000 hectares de olivas – com numerosas olivas centenares – e constitui uma ameaça não somente para a economia italiana, como também para a de todos os países mediterrâneos.

Por:msn.com

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Divisa orienta sobre presença e contato humano com caramujos gigantes africanos

Divisa orienta sobre presença e contato humano com caramujos gigantes africanos
Reprodução/TV Mirante

Em 2018, moluscos que são hospedeiros de parasita transmissor de doenças foram encontrados em área específica no município.

Lento e perigoso. É assim que o caramujo africano é caracterizado pela velocidade que se locomove e pela periculosidade que representa à saúde humana. O molusco é hospedeiro de parasitas transmissores de doenças que podem levar à morte.

Em 2019 ainda não houve registros na Divisão de Vigilância em Saúde (Divisa) quanto a infestação dessa espécie de caramujo em Santarém, no oeste do Pará. Já em 2018, o setor de endemias da Divisa atendeu uma ocorrência.

A área onde foram encontrados os moluscos ficava ao lado de um frigorífico na Avenida Borges Leal. No terreno a equipe recolheu todos os caramujos encontrados e fez o devido descarte, com queima e enterrando o que sobra para não haja contato com seres humanos.caramujo 2Chuva e calor são as condições perfeitas para o aparecimento do caramujo africano — Foto: Fernanda Bonilha/G1
Orientação

Em casos onde as pessoas encontrem caramujos, a Divisa orienta que as pessoas evitem o contato direto com o molusco e acionem imediatamente o setor de endemias para que faça o recolhimento correto dos locais infestados e descarte em local seguro.

Outra recomendação dada por especialistas é que seja feita a higienização de verduras, legumes e frutas. Estes alimentos devem ser lavados em água corrente e ser deixado de molho por 30 minutos em solução de hipoclorito de sódio a 1% (uma colher de água sanitária diluído em um litro de água filtrada), caso seja feito o consumo dos alimentos in natura.

Transmissão de doenças

Sem predadores naturais e com condições climáticas favoráveis, os moluscos se reproduzem em grande velocidade. Um deles pode gerar até 300 crias em apenas um ano.

Os caramujos causam perigo por transmitirem doenças como a angiostrongilose abdominal, uma doença que provoca perfuração no intestino e sintomas semelhantes aos de apendicite.

A angiostrongilíase meningoencefálica também pode ser transmitida por eles e pode levar à morte. As formas de contágio são pela ingestão do parasita, seja pelo manuseio do caramujo ou de alimentos contaminados pelo muco deles.

O caramujo africano foi introduzido ilegalmente no Brasil na década de 1980, no estado do Paraná, com o intuito de substituir o escargot, uma especialidade da culinária francesa. A criação da espécie foi proibida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), e muitos donos de criadouros liberaram os caramujos na natureza, sem tomar as devidas providências.

Por: Geovane Brito, G1 Santarém — Pará

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Amigos capturam peixe com mais de 1 metro e 42 quilos no interior do Acre

(Foto:Reprodução)-O jundiá açu estava sendo perseguido por um boto cor-de-rosa, quando foi avistado pelo grupo
Durante viagem para visitar comunidades da zona ribeirinha de Porto Walter, interior do Acre, neste domingo (31), o vereador Guarsonio Melo, capturou, junto com amigos, um peixe de 1,5 metro e 42 quilos. Ele conta que o jundiá açu estava sendo perseguido por um boto cor-de-rosa, quando foi avistado pelo grupo.

Melo contou que chegava à comunidade Lindauvos, quando ficou observando o boto que tentava capturar o pescado. Segundo ele, o peixe, por três vezes, se aproximou da margem do rio e saiu fora da água.

“Passei lá uns quinze minutos e o boto jogou ele no seco por três vezes e eu só observando do outro lado do rio. Aí, chamei um colega meu e outro senhor da comunidade e quando chegamos lá, ele estava com toda cabeça no seco, mais de meio metro fora da água”, contou.

Melo contou que nunca tinha visto um peixe deste tamanho e por isso fez uma postagem nas redes sociais contando o caso e garantiu que não é história de pescador.
“Eu já tinha ouvido contarem muito sobre peixe desse tamanho, mas nunca tinha me deparado com um assim”, falou o vereador.
Para abater o pescado, um dos moradores da comunidade usou uma arma de caça. Segundo Melo, o peixe foi divido entre os moradores da comunidade. “Trouxe 16 quilos para minha casa e o restante foi feita a divisão pelos moradores de lá mesmo”, afirmou.

Por:Redação/jornalismo@portalamazonia.com

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Pesquisa indica peixes que podem ser consumidos por brasileiros

Povo Paumari pesca pirarucu-(Foto:Divulgação/Opan/Adriano Gambarini)

Guia de Consumo Responsável de Pescado, da WWF-Brasil, pesquisou 38 espécies de peixe de maior valor comercial

O Guia de Consumo Responsável de Pescado, lançado hoje (2) pela WWF-Brasil, organização não governamental que integra a rede do Fundo Mundial Para a Natureza (WWF), pesquisou 38 espécies de peixe de maior valor comercial, que são as mais procuradas pelos consumidores.

Do material avaliado, 58% ou o equivalente a 22 espécies foram classificados na categoria vermelha, como espécies oriundas de pescarias ou fazendas não sustentáveis e, que por isso, não devem ser consumidas. É o caso do camarão-rosa e do tubarão-azul (ou cação).

Na categoria amarela, foram listadas oito espécies, correspondentes a 21% do total, entre as quais se encontram a tilápia e o bonito listrado. Embora sejam provenientes de fontes que mostram algum risco à sustentabilidade, essas espécies podem ser consumidas, mas com moderação.

Na categoria verde, foram incluídas também oito espécies (21%) mais seguras para serem consumidas, como o salmão rosa e alguns tipos de moluscos.

A gerente do Programa Marinho da WWF-Brasil, Anna Carolina Lobo, especialista em gestão ambiental, observou que entre as espécies de pescado situadas na lista verde e recomendadas para consumo, nenhuma é produzida no Brasil, como o salmão, por exemplo, que vem do Chile. Somente na aquicultura, o país tem quatro espécies cultivadas na categoria verde, que são o mexilhão, a ostra do pacífico, a ostra do mangue e a vieira.

O guia revela ainda que, das principais espécies consumidas no Brasil e avaliadas pelo WWF-Brasil, apenas 28% têm opção de produtos com certificação quanto à sustentabilidade de pesca ou cultivo.

As espécies de maior valor comercial estão mais ameaçadas de extinção, como o camarão, por exemplo. Polvo e lagosta são outras espécies ameaçadas. “Estão acabando. Daqui a pouco, as pessoas vão parar de consumir” porque não há mais disponibilidade”, afirmou Anna.

Fonte:Agência Brasil

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COMO TIRAR ESPINHA DO TAMBAQUI: ‘UM GARIMPO DE OURO’

Exemplar de tambaqui (Colossoma macropomum, Cuvier, 1818)-COMO TIRAR ESPINHA DO TAMBAQUI: ‘UM GARIMPO DE OURO’ – Gente de Opinião

* Atendendo a solicitações de amigos, tais como Oswaldo Morales e Emanuel Fulton Madeira Casara e de outros tantos irmãos e amigos e assíduos leitores desta ESPINHA NA GARGANTA — para que falássemos sobre ‘como tirar espinha do tambaqui’ e comentar sobre atividades afins.

* Para tanto, estou atendendo, prontamente, a estas solicitações por considerar um tema muito oportuno e de suma importância para contribuir com a população que consume no dia-a-dia este alimento regional, rico em proteína, com muitas espinhas para se livrar — o com riscos de engasgamento, em crianças e adultos — e considerado como um prato típico da culinária regional de toda a Região Amazônica.

* Qual a importância do pescado na dieta humana?

RESPOSTA:

Em termos comparativos, a importância das proteínas do pescado se equipara a de outros produtos de origem animal, no que tange a aminoácidos, além de conterem todos os que são considerados essenciais, a exemplo da valina, alanina, lisina, isoleucina, metionina, treonina, triptofano, histinina, fenilalanina e leucina.

* Quais os constituintes principais do pescado na dieta humana?

RESPOSTA:
Quando se refere aos componentes químicos do pescado, lembra-nos o alto valor biológico de suas proteínas. Apesar de conhecermos os constituintes mais importantes encontrados no alimento, provenientes do músculo do pescado podem-se, também, citar outros elementos de menores importâncias, porém, vitais para uma boa alimentação, tais como: (i) sais minerais; ii) vitaminas e (iii) gorduras, considerados como alimentos de alto valor nutritivo para as diversas fases da vida, passando pela infância, adolescência, maturidade e a velhice.

* Para começo de história, você deve se conscientizar de que a higiene e a sanidade na elaboração de produtos pesqueiros são ingredientes indispensáveis para a obtenção de um produto pesqueiro, com boa qualidade — com higiene e palatável, sem implicar em maiores riscos na preparação e degustação de alimentos em todas as fases e idades, especialmente para aqueles que têm pouca experiência e ausência de habilidade na hora de saborear peixes da bacia amazônica, com abundantes espinhas que exigem muita cautela e determinados cuidados para não causar acidentes de engasgamento de ‘espinha na garganta’.

* Escolha sempre exemplares da espécie tambaqui (Colossoma macropomum, Cuvier, 1818) com as seguintes características físico-químicas e organolépticas, de um peixe fresco e saudável e que apresentem os seguintes pré-requisitos:

ü olhos brilhantes;

ü guerras avermelhadas;

ü textura consistente;

ü escamas brilhantes;

ü odor agradável;

ü anus e papila genital fechados.

* As principais causas da decomposição do pescado podem ser consideradas como de natureza física, química e bacteriológica daí a necessidade de um manuseio cuidadoso, evitando pancadas no produto, efetuando, quando possível, a evisceração, higienização e lavagem com água limpa e abaixamento da temperatura.

* Os termos ‘higiene’ e ‘sanidade’ são quase sempre confundidos. Enquanto ‘higiene’: significa asseio e limpeza — quando a indústria pesqueira tem por finalidade evitar que o produto se contamine; por outro lado, a ‘sanidade’: é o estado de são — se refere à manutenção deste produto, em bom estado de conservação, por meios químicos ou físicos, sem alterações de suas qualidades nutricionais.

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Como descobrir e extrair a linha principal de espinhas do tambaqui.COMO TIRAR ESPINHA DO TAMBAQUI: ‘UM GARIMPO DE OURO’ – Gente de Opinião

* Como você pode ver no corte ao lado, a espécie tambaqui tem uma linha de espinhas que se assemelham a uma risca e isto facilita o beneficiamento se tornando muito fácil se fazer os cortes, tangenciando suas laterais.

tirar espinnha tambaqui.png 3
Corte correto na linha das espinhas.     Após a remoção da linha de espinhas.
COMO TIRAR ESPINHA DO TAMBAQUI: ‘UM GARIMPO DE OURO’ – Gente de Opinião
* Pequenos e médios produtores rurais e piscicultores, varejistas e outros empreendedores ligados, direta e indiretamente, à atividade pesqueira, de vários municípios de Rondônia, estão abrindo um novo e promissor nicho de mercado — através do beneficiamento da espécie tambaqui e com a remoção de espinha e, assim, agregando valor que pode chegar a 100% do preço do custo de produção do pescado, com exclusividade para a espécie que virou o carro-chefe da piscicultura na região: o popular e mais preferido da culinária regional de pescado — o tambaqui.

Com o advento da tecnologia de remoção da espinha do tambaqui, o comerciante e varejista conseguem agregar valor ao seu produto, em até 100% e aferirem altos lucros.

No formato de um paradoxo, o alto preço cobrado pelo produto beneficiado — tambaqui sem espinhas, passando de R$ 6,00 (Seis reais/kg) para R$ 18,00 (Dezoito reais/kg) —, vem acarretando uma demanda insatisfeita deste produto no mercado, ‘in natura’ e beneficiado, e vem levando alguns atacadistas, varejistas, pequenos e médios vendedores a praticarem abusivos preços cobrados pelo produto, diante de sua escassez, nos principais mercados e pontos de venda do produto e abusarem dos consumidores que não têm alternativas e preferem pagar um alto preço por o pescado beneficiado e sem riscos à colocarem em xeque à integridade física de seus familiares, diante de tantas espinhas.

Veja na imagem, abaixo, a performace de uma ‘banda’ de tambaqui sem espinha, beneficiada, dentro das técnicas corretas de remoção de espinha de tambaqui. É uma tecnologia simples, que não exige sofisticação e que traz como resultados práticos:

· agregar valor ao produto;

· reduzir os riscos em acidentes com espinhas;

· facilitar o preparo do prato desejado;

· induzir a aceitação de consumo desta proteína animal;

· assegurar o escoamento da produção;

· geração de emprego e distribuição de renda;

· inclusão social;

· segurança alimentar.

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Produto preparado e sem espinha para ser preparado/COMO TIRAR ESPINHA DO TAMBAQUI: ‘UM GARIMPO DE OURO’ – Gente de Opinião
 

PENSAMENTO DO DIA

A remoção de espinha de tambaqui pode ser comparada a um garimpo: com tecnologia simples; lucro garantido; geração de emprego e renda; inclusão social; segurança alimentar e acessível a todos os produtores rurais e piscicultores.

Antônio de Almeida Sobrinho tem Graduação em Engenharia de Pesca – UFCE; Pós-Graduação pela FAO e UFRPE em Tecnologia do Pescado e Mestrado em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente – UNIR e escreve semanalmente nos seguintes Portais de Notícias:

* O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Portal Gente de Opinião não tem responsabilidade legal pela “OPINIÃO”, que é exclusiva do autor.

 

Por:Antônio de Almeida Sobrinho/gentedeopiniao.com.br

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Estudo sobre horário de verão termina semana que vem e seguirá para Bolsonaro

Na semana passada, o Parlamento Europeu votou pelo fim do horário de verão no continente a partir de 2021 (Foto:Pixabay)

Decisão não leva em conta apenas dados econômicos com a mudança nos relógios, mas outros fatores

O ministro de Minas e Energia (MME), Bento Albuquerque, informou nesta segunda-feira, 01, que a pasta encerrará na semana que vem um estudo sobre o horário de verão no Brasil. “O presidente (Jair) Bolsonaro mandou que eu estudasse e apresentasse a ele uma semana atrás essa questão, para ele poder decidir”, disse em Jerusalém.

Segundo o ministro, os estudos, que são permanentes no MME, estão em fase final de elaboração. A decisão, de acordo com ele, tem que ser feita neste momento e não leva em conta apenas dados econômicos com a mudança nos relógios, mas outros fatores, como sobrecarga, picos de consumo, por exemplo.

Albuquerque não quis adiantar sua posição sobre o tema. “Minha opinião técnica, vou dar para o presidente. Ele tem muito interesse. Quando o presidente quiser, estarei pronto, a partir da próxima semana”, disse, acrescentando que também não poderia dizer se Bolsonaro é contra ou a favor da mudança.

O estudo já estava em estágio avançado no governo de Michel Temer e havia um interesse do MME em terminar com as alterações de horário. Como se tratava de um tema muito polêmico em termos populares e já havia um clima de embate no País por causa das eleições, o governo decidiu deixar a decisão para a atual administração. Na semana passada, o Parlamento Europeu votou pelo fim do horário de verão no continente a partir de 2021.

Fonte:Agência Estado

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