Segurança infantojuvenil –

Paiva Netto

Abuso e exploração sexual infantojuvenil. Assuntos que não podem ser ignorados. Problemas de magnitude global que exigem alerta constante de todos nós, principalmente dos pais e dos governos. Nada melhor que procurarmos caminhos eficientes em prol da assistência aos pequeninos. Juntamos nossos esforços aos de numerosas organizações do Terceiro Setor e aos do próprio governo no combate a essa terrível violência.
A Boa Vontade TV (Oi TV — Canal 212 — e Net Brasil/Claro TV — Canais 196 e 696), no programa Sociedade Solidária, trouxe elucidativa entrevista com a professora Dalka Chaves de Almeida Ferrari, membro da diretoria do Instituto Sedes Sapientiae, de São Paulo/SP, e coordenadora-geral do Centro de Referência às Vítimas de Violência (CNRVV).
A segurança das crianças e dos jovens, segundo a professora Dalka, carece de uma mobilização geral: “Trata-se de trabalho contínuo que merece uma atenção constante da política pública para fazer esse enfrentamento. E hoje são necessárias a capacitação e a sensibilização dos hotéis, com seus gerentes e todo o corpo de trabalho, dos taxistas, do pessoal da rodoviária, dos ônibus, dos aeroportos. Se for pensar em política, todos os ministérios teriam que ser capacitados para fazer esse enfrentamento”.

Quebrar o pacto do silêncio
Durante sua conversa com o sociólogo Daniel Guimarães, apresentador do Sociedade Solidária, a professora Dalka Ferrari enfatizou também a imprescindível providência de proteção da criança dos abusos sexuais nos ambientes doméstico e social: “Quebrar o pacto do silêncio, conseguir falar desse assunto, porque ainda é muito velado, é meio tabu dentro da sociedade. Se a gente tiver jovens esclarecidos, conscientizados, sensibilizados sobre os cuidados que têm que ter com o próprio corpo, os limites que são dados, eles se sentirão bem e não deixarão que esse corpo seja invadido. Então, é quase que uma reeducação do autoconhecimento. A pessoa tem que se conhecer, saber exatamente o que ela quer para sua vida, os riscos que pode correr com os envolvimentos”. (…)
E prossegue, enfática: “Isso tudo é algo que precisa ser discutido, porque, se a gente não conscientizar, desde a criança, o adolescente, o jovem até os pais, os educadores, que cuidam dessa criança e desse adolescente todo dia, a gente não vai fazer esse problema vir à tona. As pessoas têm vergonha de falar, não querem enfrentá-lo. E, à medida que o jovem ficar autônomo, sabendo como se defender, ele poderá ajudar outro jovem, poderá ser um multiplicador desses conhecimentos”.
Psicóloga, especialista em violência doméstica, ela reforça: “Então, o objetivo maior de tudo isso é fazer com que eles conheçam (…) quais são as situações perigosas em que podem se envolver, ou em que precisam se defender dentro e fora da família. Porque é assim: a proteção dos pais existe por um tempo, mas há uma hora que vai depender da criança e do jovem fugirem, saírem ou pedirem ajuda por causa do risco que estão enfrentando”.
Estamos tratando de tema realmente complexo e que deve ser salientado e discutido na mídia, em casa, nas igrejas, nas escolas, nas universidades, no trabalho, em toda a parte, de modo a ampliarmos a guarda em torno da infância e da juventude. E tenhamos em nossas agendas o Disque 100 (Disque Direitos Humanos), para fazer denúncias, procurar ajuda.

Riscos das novas gerações
Aproveitemos, então, o 18 de maio (Dia Nacional de Combate ao abuso sexual contra crianças e adolescentes) para refletir seriamente sobre o futuro das novas gerações, ameaçadas, desde já, pela prática hedionda de crimes como a exploração sexual. Sem contar o crescimento da violência envolvendo-as, as inomináveis pedofilia e efebofilia, até em ambientes nos quais devem imperar a segurança e o desenvolvimento socioafetivo: o lar e a escola.
Hoje, esses problemas não mais se restringem a meninos e meninas que se encontram tristemente abandonados pela rua. Há crianças que vivem em moradias aos pedaços, nas favelas, embaixo dos viadutos, como vemos na mídia, ou mesmo outras que residem em belos apartamentos e casas que são, no entanto, tão indigentes, tão carentes quanto aquelas que não têm um travesseiro sobre onde reclinar a cabeça.
Urge que todos, cidadãos e os órgãos constituídos, mudem esse quadro.
Não me canso de afirmar que a estabilidade do mundo começa no coração da criança. Protegê-la é acreditar no futuro.
José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com

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Homem alega ‘legítima defesa’ pra explicar agressão à companheira de 19 anos de idade

Advogado de agressor admite que cliente amarrou a companheira
Lesões em Keilla Carneiro contradizem a versão de legítima defesa (TV Anhanguera/ Reprodução)

Leandro Sousa Sampaio, técnico em telecomunicações de 33 anos, admitiu ter espancado a mulher, mas alegou “legítima defesa”, segundo o advogado Euler Antônio de Araújo. O suspeito foi preso por espancar Keilla Carneiro de Carvalho, de 19. Segundo Euler de Araújo, seu cliente apenas revidou a uma agressão que estava sofrendo durante uma discussão, em Posse, região nordeste de Goiás.

O defensor admitiu que Leandro Sousa amarrou a vítima, mas negou ter sido por 36h, como foi alegado pela vítima, mas por “uns 7 minutos”. A jovem continua internada.

Leandro se entregou à polícia, em Alvorada do Norte, distante 58 km de Posse e foi detido na terça-feira (21). “Ele revidou as ações que ela praticou contra ele, ele praticamente agiu em legítima defesa. Ele está todo machucado”, disse Araújo ao G1.

De acordo com o advogado, Leandro e Keilla vinham se desentendo e o seu cliente disse que iria embora. Porém, segundo o advogado, a vítima trancou a porta, não o deixou partir e o empurrou. Depois, disse o advogado, partiu para cima dele e também o mordeu. Ainda segundo a versão do advogado do agressor, a vítima pegou um pedaço de madeira e desferiu na cabeça de Leandro. Keilla afirmou que desferiu o golpe por estar sendo estrangulada.

O relato da vítima à polícia é bem diferente, sobre o caso que aconteceu na madrugada de quinta-feira (16), na residência onde o casal mora. Segundo Keilla, após ser espancada, ela teve os pés e mãos amarradas, ainda foi amordaçada e assim ficou por cerca de 36h.

O delegado Alexandre Câmara, responsável pelo caso, afirma que as lesões encontradas em Keilla contradizem a versão de legítima defesa.

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Multinacionais financiam desmatamento na Amazônia

Defensoras do meio ambiente em seus países, multinacionais financiam desmatamento na Amazônia(Foto:Agência Brasil)

Relatório da ONG Internacional Amazon Watch repercute no mundo. Levantamento aponta empresas européias e norte-americanas como grande financiadoras do desmatamento na Amazônia
Pecuária, plantio de soja, indústria madeireira. Qual a primeira palavra que vêm à sua mente quando relaciona qualquer uma dessas atividades produtivas com a Amazônia? A maioria deve ter respondido desmatamento, e essa resposta não está de todo errada. A criação de gado, o plantio de grãos como a soja e a extração de madeira ilegal estão entre as atividades que mais desmatam na região.

Mas você já se perguntou quem financia tudo isso? A ONG internacional Amazon Watch, com sede nos Estados Unidos, não só fez essa pergunta como apresentou a resposta em um relatório que levanta questões sobre a responsabilidade de nações ricas – e das suas empresas – no desmatamento da Amazônia brasileira. A organização listou 27 empresas europeias e norte-americanas cuja cadeia produtiva foi ligada ao desmatamento ilegal na região, basicamente por meio da importação de produtos como carne bovina, couro, soja e madeira.

O relatório, que ganhou destaque internacional com reportagem no jornal norte-americano The Guardian e no francês Le Monde, analisou ainda as remessas de 56 empresas brasileiras envolvidas no desmatamento ilegal para o exterior como forma de demonstrar que importadores da Europa e da América do Norte compraram, sem culpa, de fornecedores brasileiros mesmo que estes tenham recebido multas das autoridades ambientais.

Relatório aponta que empresas estrangeiras financiam desmatamento na Amazônia Relatório aponta que empresas estrangeiras financiam desmatamento na Amazônia (Agência Brasil)
Relatório aponta que empresas estrangeiras financiam desmatamento na Amazônia Relatório aponta que empresas estrangeiras financiam desmatamento na Amazônia (Agência Brasil)

Em um dos exemplos citados, uma madeireira com sede em Benevides, na Grande Belém, exportou quase 400 toneladas de madeira para as empresas francesas, apesar de seu proprietário ter sido multado em R$ 2,2 milhões por desmatamento ilegal.

“Este relatório é um convite para pedir [a essas empresas] que repensem, e para agir como vigilante sobre os piores atores no Brasil e, em último caso, sobre o regime Bolsonaro”, disse um dos autores do relatório, Christian Poirier, fazendo referência à nova política econômica brasileira de expansão do agronegócio na Amazônia. “Isto não é um ataque, mas um alerta – as empresas precisam melhorar suas cadeias de fornecimento e seus portfólios financeiros”, completou.

O relatório faz ainda um alerta para a retomada do crescimento do desmatamento na Amazônia. Em queda, após fortes contestações políticas no início de 2000, os índices voltaram a subir de forma galopante nos últimos 10 anos. É cita, como exemplo, a bacia do Rio Xingu, no Pará, onde 8,5 mil hectares de floresta foram cortadas somente nos dois primeiros meses de 2019. Um aumento de 55% se comparado com o mesmo período, no ano passado.

Fobte:Equipe | Conexão AMZ
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Em Manaus- Venezuelanas que pedem dinheiro nas ruas são flagradas bebendo cerveja em bar

(Foto: Reprodução) -Uma imagem de duas venezuelanas que ficam em semáforos pedindo esmolas, dividiu opiniões na internet.

A foto que viralizou mostra duas mulheres venezuelanas bebendo em uma mesa de um bar da cidade de Manaus. Segundo informações, as duas são conhecidas por pedirem dinheiro para comprarem comida para seus filhos em casa.

A imagem causou bastante revolta e alguns motoristas da capital do Amazonas informaram que não irão mais ajudar as imigrantes.

O que você acha sobre a atitude das mulheres?

(Com informações do Portal CM7)
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Ex-ministros do Meio Ambiente contra o desmonte de Bolsonaro

Uma inédita frente de ex-ministros do Meio Ambiente contra o desmonte de Bolsonaro

Sete ex-ministros do meio ambiente, reunidos nesta quarta na USP. (FOTO:NELSON ALMEIDA AFP)
Oito antecessores de Ricardo Salles acusam o atual Governo de promover uma “política sistemática, constante e deliberada de destruição das políticas meio ambientais”
Todos os ex-ministros do meio ambiente vivos desde que a pasta foi criada, em 1992, assinaram um comunicado conjunto e se reuniram nesta quarta-feira em São Paulo para lançar um alerta para a sociedade brasileira. E para o mundo. Rubens Ricupero, Gustavo Krause, José Sarney Filho, José Carlos Carvalho, Marina Silva, Carlos Minc, Izabella Teixeira e Edson Duarte acusaram o Governo do ultradireitista Jair Bolsonaro (PSL) de colocar em prática em pouco mais de quatro meses uma “política sistemática, constante e deliberada de desconstrução e destruição das políticas meio ambientais” implementadas desde o início dos anos de 1990, além do desmantelamento institucional dos organismos de proteção e fiscalizadores, com o Ibama e o ICMbio. A imagem de unidade que ofereceram por cima de suas diferenças ideológicas, incluindo a que foi prejudicada e o que foi beneficiado pelo dramático impeachment de Dilma Rousseff, dá uma ideia da gravidade de sua denúncia.

O grupo acusa o presidente e o atual ocupante da pasta, Ricardo Salles (NOVO), de estarem revertendo todos as conquistas das últimas décadas. Conquistas que “não são de um governo ou de um partido, mas de todo o povo brasileiro”, segundo destacou mais de uma vez Marina Silva, que ocupou o Ministério entre 2003 e 2008, além de ter sido candidata a presidência da República nas últimas três eleições. Silva e seus seis colegas que compareceram à reunião desta quarta (Gustavo Krause não pôde estar presente) destacaram que, ao contrário do que prega Bolsonaro, a defesa da natureza, da biodiversidade e o combate às mudanças climáticas não são compatíveis com o desenvolvimento econômico. Todo o contrário. Silva afirmou que o Brasil “depende do meio ambiente para ser a potência agrícola e mineradora que é”, destacando que o país crescia uma média de 3% e impulsionava o agronegócio ao mesmo tempo que reduzia em 80% o desmatamento da Amazônia.

O atual ministro Ricardo Salles lançou uma nota rebatendo seus colegas. “O atual governo não rechaçou, nem desconstruiu, nenhum compromisso previamente assumido e que tenha tangibilidade, vantagem e concretude para a sociedade brasileira”, destacou. “Mais do que isso, criou e vem se dedicando a uma inédita agenda de qualidade ambiental urbana, até então totalmente negligenciada”.
Esforço “destrutivo”

Os antigos ministros deixaram claro que o panorama atual é desolador. Todos fizeram questão de sublinhar que, apesar de diferenças ideológicas, cada um deles manteve o legado de seus antecessor e o rumo das políticas ambientais ao mesmo tempo que trabalhava em novas políticas e diretrizes para preservar a riqueza ecológica brasileira. Rubens Ricupero, ministro do Governo Itamar Franco entre 1993 e 1994, descreveu que o atual governo faz um esforço “malévolo e destrutivo contra algo que o Brasil construiu com tanto esforço”.

As medidas “retrógradas” tomadas pelo Governo Bolsonaro neste assunto são muitas e diversas: transferir para o Ministério da Agricultura a demarcação de terras indígenas e o Serviço Florestal Brasileiro, a perda da Agência Nacional de Águas para o Ministério de Desenvolvimento Regional, a extinção da Secretaria de Mudança Climática, o assédio aos fiscais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), responsáveis por aplicar multas ambientais para poluidores e desmatadores, além das ameaças de desmantelar áreas protegidas, reduzir o Conselho Nacional do Meio Ambiente eliminar o Instituto Chico Mendes (ICMbio). Além disso, o governo Bolsonaro passou a indicar militares e policiais militares para os cargos de chefia do IBAMA e do ICMbio com a desculpa de que podem conferir um maior poder de política para os organismos. “Nada contra eles, mas são pessoas que não possuem a agenda ambiental”, disse Izabella Teixeira (2010-2016). Tudo isso compromete, segundo o documento assinado, o papel de protagonista exercido globalmente pelo país e indica retrocessos nos esforços realizados para reduzir as emissões de gás carbônico.

Sem uma mudança de rumo, advertiu Silva, “vão transformar nosso em país em um exterminador do futuro. Isso não podemos permitir”. Já Ricupero incentivou que os jovens ocupem ruas e praças, como vem acontecendo na Europa e nos Estados Unidos, para pressionar o Governo contra o desmantelamento das políticas ambientais. Teixeira afirmou, por sua vez, que “o Brasil não pode ser a rainha má do Game of Thrones do meio ambiente”. As consequências das ações e inações do atual mandatário “serão dramáticas e irreversíveis” para a ecologia, a economia e a sociedade, afirmou Silva. Os mais jovens são os que irão sofrer de maneira mais intensa.

Os ex-ministros explicaram que este “não é um ponto de chegada, mas sim um ponto de partida”. Querem aproveitar a crescente sensibilização planetária com a crise climática e as greves de adolescentes na Europa para estabelecer um diálogo com a sociedade civil que estabeleça uma frente contra essas políticas regressivas. E dizer basta.

Silva apelou para a cidadania que, recordou, deu a vitória a um candidato que prometeu durante a campanha eleitoral acabar com a gestão ambiental. “Agora é o povo brasileiro que tem que avaliar se quer um país sem suas florestas”. Os ministros incluíram o Governo Bolsonaro em seus constantes apelos ao diálogo e a unidade diante de um tema crucial para o futuro.

Bolsonaro anunciou na campanha que eliminaria o Ministério do Meio Ambiente e prometeu que, assim como Donald Trump, tiraria o país do Acordo de Paris contra as mudanças climáticas. O ultraconservador finalmente não cumpriu com as duas promessas. Contudo, com suas decisões posteriores, conseguiu esvaziar o Ministério: nomeou Ricardo Salles, “um ministro anti-meio ambiente”, debilitou notavelmente os sistemas de proteção florestal dos povos indígenas, essenciais na preservação da biodiversidade. Como se fosse pouco, em palavras de Carlos Minc (2008-2010), “colocou uma pistola na mão dos agressores, poluidores e desmatadores, enquanto que os defensores do meio ambiente tiveram suas mãos atadas”.

Minc também advertiu que o atual Governo “está autorizando diariamente novos agrotóxicos cancerígenos que já estão proibidos nos Estados Unidos e na Europa”. E que podem, além de tudo, acabar com as abelhas, “essenciais para manter a biodiversidade”. Outro exemplo dado foi o arquipélago de Abrolhos, uma área de mais de 900 quilômetros quadrados próxima do Estado da Bahia que é protegida, o que permitiu que as baleias Jubarte pudessem sair da lista de animais em perigo de extinção. Porém, o Governo quer liberar a extração de Petróleo na região.

Os ex-ministros também garantiram que irão manter diálogo com instituições e organismos internacionais e que, se necessário, poderão acionar a Justiça para tentar impedir algumas ações do Governo. Advertiram também que as consequências para o Brasil no campo internacional podem ser graves: vão desde a perda de credibilidade e de poder de articulação até o fechamento de mercados para os produtos brasileiros. Algo que já começa a acontecer: recentemente, Salles cancelou um giro pela Europa devido às críticas dirigidas ao Brasil por causa da atual gestão ambiental.

Fonte:EL PAÍS
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Decreto de Bolsonaro permitirá que 255 mil possam andar armados nas ruas

Mudança facilita o porte e acesso a armas de fogo e munições
Limite de compra subiu para 1 mil cartuchos (para cada arma de uso restrito) e para 5 mil (arma de uso permitido) (Foto:Fabio Teixeira/Getty Images)

O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta terça-feira, 7, decreto que facilita o porte de arma de fogo e o acesso a munições para caçadores, atiradores esportivos e colecionadores (CACs), além de praças das Forças Armadas com mais de dez anos de serviço. Levantamento do Instituto Sou da Paz, com base em informações oficiais do Exército, de dezembro, aponta que a medida vai permitir que 255 mil CACs tenham permissão para andar armados.

Entre as principais mudanças, segundo o Planalto, está o aumento do limite de compra para 1 mil cartuchos (para cada arma de uso restrito) e para 5 mil (arma de uso permitido). Segundo Bolsonaro, o texto foi discutido por mais de dois meses. “Não é um projeto de segurança pública. É, no nosso entendimento, algo mais importante: um direito individual daquele que, por ventura, queira ter uma arma.” O texto oficial do decreto não havia sido divulgado até as 23 horas.

No discurso, Bolsonaro destacou que os CACs terão permissão para transportar uma arma municiada e pronta para uso no trajeto entre a casa (ou o acervo) e o local das atividades. Embora essa autorização para atiradores já estivesse prevista em uma portaria do Exército, de 2017, ela ganha força com o decreto.

Importação

Segundo o presidente, o decreto também vai regulamentar a importação no País. “Nós quebramos também o monopólio e isso entra em vigor em 30 dias”, afirmou. Hoje, a Taurus detém o mercado de armas. A taxação da atividade, porém, ainda será discutida. “Você não podia importar e, agora, acabamos com isso aí. Mesmo havendo similar aqui, você pode importar armas e munições”, disse.

Outra mudança que aparece no texto do Planalto é que o porte passa a ser vinculado à pessoa, e não mais à arma. “Isso quer dizer que o cidadão não mais precisa tirar um porte para cada arma”, diz o texto. O conceito de residência também deve mudar, com o porte passando a valer em toda a extensão da área particular. “Inclusive quando se tratar de imóvel rural, âmbito no qual o cidadão estará livre para a defesa de sua propriedade e de sua família contra agressão”, afirma o governo.

Tanto apoiadores quanto críticos afirmam que o decreto representa um “passo fundamental” para esvaziar o Estatuto do Desarmamento, de 2003. Como é uma lei, no entanto, o estatuto só poderá ser alterado pelo Congresso. “Não temos mais uma política nacional voltada ao desarmamento”, avaliou o presidente do Movimento Viva Brasil e líder do movimento pró-armas, Bene Barbosa. “O grande problema (do Estatuto) é que ele se tornou desconexo com a realidade social após o referendo de 2005.”

Para Barbosa, o decreto responde a reivindicações antigas da classe de atiradores esportivos, que formou a base de apoio a Bolsonaro. “O acesso a 50 munições acabava fazendo com que o proprietário legal de uma arma de fogo não conseguisse treinar”, afirmou.

Críticas

Pesquisadores e entidades de segurança pública defensoras do desarmamento criticaram as medidas. “Aos poucos, o presidente está desconfigurando o Estatuto”, diz Rafael Alcadipani, professor da FGV-EAESP. Diretor-presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o sociólogo Renato Sérgio de Lima foi na mesma linha. “O governo vai autorizar vários segmentos a ter porte e ainda diminuir a fiscalização, na base da boa-fé”, diz. “O Exército perde o poder de fiscalizar, vira só um lugar para registrar arma.”

O Sou da Paz, também defensor do desarmamento, soltou nota em que diz que “o presidente beneficia um pequeno grupo de indivíduos em detrimento da segurança pública – uma vez que há impacto real na sociedade com 255 mil pessoas que poderão andar armadas nas ruas”.

Ainda de acordo com o instituto, que usa dados obtidos via Lei de Acesso à Informação (LAI), o Exército tem hoje mais de 350 mil armas nas mãos de CACs. “São recorrentes os casos de desvio para o mercado ilegal.” Outra crítica é à ampliação do limite de munições. “Em 2018, atiradores desportivos compraram mais munições do que as Forças Armadas do Brasil, não sendo plausível alegar que enfrentem uma escassez.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Por:Mariana Haubert, Felipe Resk e Tulio Kruse – AE

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Carvoarias ilegais são destruídas em fazendas durante operação contra desmatamento em MT

A ação ocorreu no domingo (28) e foi divulgada nesta terça-feira (30) pelo Ministério Público (MPE) de Mato Grosso.
Carvoarias ilegais foram destruídas em fazendas em Itiquira — Foto: Ministério Público de Mato Grosso/Assessoria

Carvoarias ilegais que operavam sem licença foram destruídas em uma operação contra desmatamento no município de Itiquira, a 359 km de Cuiabá. A ação ocorreu no domingo (28) e foi divulgada nesta terça-feira (30) pelo Ministério Público (MPE) de Mato Grosso.

De acordo com a assessoria do MPE, policiais militares localizaram e destruíram carvoarias ilegais em duas fazendas, atendendo a uma solicitação da promotoria.

A operação foi realizada com base no projeto ‘Olhos da Mata’, que estabelece um procedimento operacional capaz de propiciar ao Ministério Público o uso de alertas de satélite para coibir o desmatamento ilegal em tempo próximo ao real.

A iniciativa visa também a preservação do clima, já que o desmatamento ilegal é a principal contribuição brasileira para o aquecimento global, cujas consequências podem impor efeitos nocivos não só para a biodiversidade, fauna e flora, como também para as principais atividades humanas, como a agricultura.

 Carvoarias ilegais que operavam sem licença foram destruídas em uma operação em Itiquira — Foto: Ministério Público de Mato Grosso/Assessoria

Carvoarias ilegais que operavam sem licença foram destruídas em uma operação em Itiquira — Foto: Ministério Público de Mato Grosso/Assessoria

Com base nos alertas do sistema por satélite, a promotoria recebe informações dos desmatamentos ocorridos na semana anterior ou até, na hipótese de uso de fogo, referentes a queimadas ocorridas no dia anterior.

Os alertas de desmatamento possuem a resolução de 30 metros por 30 metros, em áreas com mais de 60% de cobertura do solo com árvores acima de cinco metros de altura. O uso dessa tecnologia é completamente gratuito e não envolve emprego de recursos por parte do Ministério Público.

Os bens apreendidos para a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) em Itiquira e os envolvidos, que foram conduzidos em flagrante, responderão civil e criminalmente pelo dano ambiental.
Por G1 MT
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Altruísmo e bem-estar

Paiva Netto

Quem já não sentiu uma sensação de bem-estar ao socorrer o semelhante, seja por meio de uma palavra de incentivo ou da ação incisiva de amparo e socorro? Pois bem, esse sentimento prazeroso foi objeto de estudo liderado pelo neurocientista brasileiro Jorge Moll Neto, MD e Ph.D., pesquisador do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos. Ele também é diretor-presidente do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino. O trabalho foi publicado na revista científica PNAS (Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America).
O site da Academia Brasileira de Ciências traz esta conclusão do dr. Moll Neto: “Hoje sabemos que as boas ações estão relacionadas a um bem-estar mais prolongado do que as conquistas particulares, que têm um efeito momentâneo. Nós acreditamos que essa descoberta pode ter uma aplicação muito grande em termos de qualidade de vida e altruísmo”.

O mundo precisa de compaixão
Pesquisas dessa importância trazem significativa lição, não somente por sabermos do sentimento benéfico que nos alcança, mas pelo que isso pode representar de efetivo e concreto na melhoria da sociedade. No meu ensaio literário O Capital de Deus (Editora Elevação), assevero: O que alguns até agora não compreendem é que Caridade é sinônimo de Amor, e, por isso, a menosprezam, como se pudessem viver sem ela. E quem pode viver sem Amor? A pessoa que disser que não quer ser amada é mentirosa ou se encontra enferma, o que para mim é o mesmo. Quem mente não tem saúde boa. Porém, no Novo Mandamento de Jesus, “Amai-vos como Eu vos amei. Somente assim podereis ser reconhecidos como meus discípulos” (Evangelho, segundo João, 13:34 e 35), o ser humano ama ao ser humano com o Amor que o Pai Celestial moldou como realidade divina, para que cada um de nós o siga.
Esse sentimento elevado constitui expressão sublimada de solidariedade, fraternidade, compaixão, generosidade (…) E tudo isso significa instinto de sobrevivência, pois se trata do respeito que todo cidadão deve ter para com os demais.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
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Estudo de Yale reativa atividade celular em cérebro de porcos horas após a morte

(Fonte:REUTERS / Ryan Woo)-Descoberta pode levar a avanços no tratamento de derrames e lesões cerebrais de humanos, disseram pesquisadores

Cientistas da Universidade Yale conseguiram restaurar a atividade celular básica em cérebros de porcos horas após suas mortes, em uma descoberta que um dia pode levar a avanços no tratamento de derrames e lesões cerebrais de humanos, disseram pesquisadores na quarta-feira.

Os cientistas enfatizaram que seu trabalho não chega nem perto de redespertar a consciência nos cérebros retirados dos porcos. Na verdade, o experimento foi concebido especificamente para evitar tal resultado, por mais improvável que seja.

Ainda assim, o estudo dá ensejo a uma série de questionamentos bioéticos, entre eles a própria definição de morte cerebral e as consequências possíveis para protocolos ligados à doação de órgãos.

A pesquisa resultou de esforços para intensificar o estudo do desenvolvimento cerebral, doenças e evolução. A principal aplicação prática é a perspectiva de permitir que os cientistas analisem exemplares de cérebros inteiros de grandes mamíferos em três dimensões, ao invés de fazê-lo por meio de estudos limitados a pequenas amostras de tecidos, disse a universidade norte-americana.

O estudo, apoiado pelos Institutos Nacionais de Saúde, não oferece nenhum avanço clínico imediato para humanos, segundo seus autores.

Os resultados do experimento, que serão publicados nesta quinta-feira no periódico científico Nature, vão de encontro aos princípios há muito aceitos de morte cerebral, que sustentam que a atividade celular vital cessa irreversivelmente segundos ou minutos depois que o fluxo de oxigênio e sangue é interrompido.

O rejuvenescimento limitado da função circulatória e do metabolismo celular nos cérebros de porcos, que foram retirados de animais abatidos em uma usina de processamento de carne, foi realizado quatro horas após a morte injetando uma solução química especial, criada para preservar o tecido, nos cérebros.

“O cérebro intacto de um grande mamífero retém uma capacidade antes subestimada de restauração da circulação e de certas atividades moleculares e celulares várias horas após a parada circulatória”, disse o principal pesquisador, Nenad Sestan, em um informe de Yale divulgado antes do estudo.

Os cientistas ressaltaram, porém, que os cérebros tratados não mostraram nenhum sinal detectável de atividade elétrica organizada associada a percepção, noção ou consciência.

“Definido clinicamente, este não é um cérebro vivo, mas é um cérebro celularmente ativo”, explicou Zvonimir Vrselja, coautor do estudo e pesquisador associado de neurociência.

Por:Reuters

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