Mulher corta pênis do próprio irmão ao descobrir que filha pequena foi estuprada
Caso ocorreu na cidade de Francisco Alves, no Paraná (Reprodução/StreetView)
A Polícia Civil do Paraná investiga o caso de uma mulher que cortou o pênis do próprio irmão, um adolescente de 13 anos, depois que o garoto teria confessado estuprar a filha dela, uma menina de apenas 3. A criança e o autor do suposto crime teriam ficado sozinhos quando a mãe dele, avó da menina, pediu que ele trocasse a fralda da pequena, que voltou chorando bastante.
De acordo com a Polícia Militar (PM), a avó relatou que a neta chorava bastante e quis saber o que ocorreu depois de mandar que o filho fosse trocar a sobrinha. Eles estavam em uma igreja e o adolescente levou a criança para casa sozinho, a poucos metros do local, na cidade de Francisco Alves.
A mãe da garotinha foi buscá-la na casa da avó e, ao dar banho na filha, teria visto lesões nos órgãos genitais dela. A mulher procurou o irmão e, ao questioná-lo, teria obtido a confirmação de que o adolescente tentou estuprar a sobrinha. Em um momento de fúria, ela então pegou uma faca e atacou o irmão, cortando o pênis dele. “Ela disse que em um momento de fúria, quando o adolescente confessou o abuso, ela se apoderou de uma faca e decepou o genital dele”, explicou o delegado responsável pelo caso, Thiago Soares, em entrevista para a TV Obemdito Umuarama.
O delegado explicou ainda que dois procedimentos foram instaurados: um para apurar o suposto estupro cometido pelo adolescente e outro contra a irmã dele, por ter cortado o pênis do garoto. A mulher responderá por lesão corporal gravíssima, mas foi liberada por falta de flagrante. Ela compareceu à delegacia nessa segunda-feira (10).
A Polícia Civil ainda aguarda resultado de exame realizado pelo Instituto Médico Legal (IML) para confirmar se a menina de 3 anos foi ou não estuprada. O adolescente, por sua vez, foi levado para um hospital e transferido mais tarde para a UTI do Hospital Cemil, em Umuarama. Ele não teve o pênis reimplantado, mas apesar disso tem estado de saúde considerado estável.
De Redação BHAZ Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: WWW.folhadoprogresso.com.br E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br e/ou e-mail: adeciopiran_12345@hotmail.com
Casal de idosos morre com diferença de cinco minutos
Eles estavam em quartos separados e quando enfermeira foi dar a notícia sobre a morte de um, o outro havia morrido O casal Delvino Zanco e Maria Soleni Zanco (Reprodução/ Facebook)
O casal Delvino Zanco, de 74 anos, e Maria Soleni Zanco, 72, morreu com apenas cinco minutos de diferença nesta segunda-feira (10), em Passo Fundo (RS), conforme o Hospital São Vicente de Paulo. Eles estavam internados havia cinco dias. Casados há 50 anos, marido e mulher tinham recebido alta, mas retornaram à unidade de saúde.
A neta, Chaiane Zanco, de 24 anos, relatou que os avós estavam em quartos separados, em uma mesma ala do hospital. A mãe de Chaiane e um tio estavam no quarto do avô e receberam a notícia da morte dele, devido a uma parada cardíaca. Nesse instante, uma enfermeira entrou no local para avisá-los de que Maria Soleni havia morrido.
Delvino completou 74 anos nessa segunda-feira. Ele havia descoberto ter leucemia há cerca de dois meses. De acordo com a assessoria de imprensa do hospital, a baixa imunidade do paciente resultou num agravamento da pneumonia que ele havia contraído, e o idoso morreu às 9h25 de segunda-feira.
Já Maria Soleni possuía histórico de três casos de acidente vascular cerebral (AVC). Com sequelas, já havia passado por outras internações. Seu estado, segundo a neta, estava delicado, e se complicou nos últimos dias também devido a uma pneumonia. A morte dela foi registrada às 9h30 do mesmo dia que a do marido.
“A gente sabe que é difícil, mas foi bonito (vê-los partindo juntos)”, disse Chaiane ao G1. “Eles sempre ficaram juntos, a vida inteira. Nesses mais de 50 anos, não se separaram nunca. Minha avó ria de tudo, e o vô viveu a vida dele pra fazê-la dar risada. Ele gostava de fazer piadas.”
(Com informações do G1)
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: WWW.folhadoprogresso.com.br E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br e/ou e-mail: adeciopiran_12345@hotmail.com
Anvisa aprova proposta que pode liberar o cultivo de maconha medicinal para indústria e ciência
Atualmente, plantio de maconha no Brasil é probido, mas algumas ações judiciais garantiram o direito limitado de algumas pessoas à prática — Foto: Reuters/Ivan Alvarado
Propostas de cultivo da planta de Cannabis sativa para fins medicinais e científicos e de produção de medicamentos com base na substância ainda precisam passar por consulta pública antes de poderem entrar em vigor; plantio doméstico segue proibido.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, na tarde desta terça-feira (11), duas propostas preliminares que podem liberar o cultivo da planta de Cannabis sativa no Brasil para fins medicinais e científicos, além da produção de medicamentos nacionais com base em derivados da substância. Agora, as propostas devem ser publicadas no Diário Oficial da União e submetidas a uma consulta pública. Leia:http://www.folhadoprogresso.com.br/anvisa-vota-nesta-terca-propostas-preliminares-sobre-o-cultivo-de-maconha-no-brasil/
O plantio doméstico de maconha por pessoas físicas e para o consumo recreativo continuará proibido no país. Os documentos preveem que apenas empresas possam cultivar a planta em ambientes controlados sob supervisão da Anvisa e de autoridades policiais, e que a venda seja feita diretamente para a indústria farmacêutica ou entidades de pesquisa. (veja abaixo os detalhes das duas propostas).
Votação foi unânime
Todos os quatro diretores aprovaram os textos que foram elaborados pela área técnica da agência, enfatizando a necessidade de que a consulta pública garanta à população transparência e divulgação dos dados e evidências a respeito do tema.
Os quatro diretores da Diretoria Colegiada iniciaram a 14ª reunião pública de 2019 por volta das 10h desta terça. Às 13h15, três dos quatro diretores já haviam aprovado a proposta. O último voto a favor das propostas foi proferido às 13h30.
Veja qual foi a ordem de votação:
Willian Dib (diretor-presidente da Anvisa): votou a favor das propostas sem alteração nos textos
Alessandra Soares (diretora): acompanhou o relator
Fernando Mendes (diretor): acompanhou o relator
Renato Porto (diretor): acompanhou o relator
A primeira proposta é para uma resolução que regulamente os requisitos técnicos e administrativos para o cultivo de Cannabis sativa para fins medicinais e científicos. Já a segunda é uma proposta de resolução para definir procedimentos específicos para registro e monitoramento de medicamentos feitos com base em Cannabis sativa ou seus derivados e análogos sintéticos.
Ambos os documentos ainda deverão passar por uma consulta pública, incluindo uma audiência pública para debater o tema, ainda sem data marcada.
O que propõem as duas resoluções
Cultivo
Uma das resoluções a serem avaliadas tem como objetivo a regulamentação dos requisitos técnicos e administrativos para o cultivo da planta com fins medicinais e científicos – desde o plantio até a fase de secagem e distribuição.
A resolução prevê o cultivo somente em sistemas de ambiente fechado e por pessoas jurídicas. O cidadão comum (pessoa física) não poderia ter pés de maconha em casa. Para cultivar, seria preciso ter uma autorização especial da Anvisa e supervisão da Polícia Federal.
Diretoria Colegiada da Anvisa avalia propostas de consulta pública para aprovação do plantio de maconha no Brasil — Foto: Rafaella Vianna/TV Globo Diretoria Colegiada da Anvisa avalia propostas de consulta pública para aprovação do plantio de maconha no Brasil — Foto: Rafaella Vianna/TV Globo
Essa inspeção da agência reguladora exigiria, entre outras coisas, um rígido sistema de segurança com controle de acesso por biometria, alarmes e proteção de janelas duplas. Além disso, o local não pode ter identificação externa.
A venda e a entrega da planta produzida seriam somente para instituições de pesquisa, fabricantes de insumos farmacêuticos e fabricantes de medicamentos. O transporte teria de ser feito em veículos especiais.
A autorização para cultivo valeria por 2 anos, podendo ser renovada, e haveria uma cota de cultivo e controle de estoques e de liberação do produto.
Medicamentos
A segunda resolução tem como objetivo definir procedimentos específicos para registro e monitoramento de medicamentos à base de cannabis, seus derivados e análogos sintéticos. Isso inclui os fitoterápicos.
A regulamentação se aplica aos medicamentos nas formas de cápsula, comprimido, pó, líquido, solução ou suspensão (misturas) com administração por via oral.
As próprias empresas deveriam pedir à Anvisa o registro para produção desses medicamentos. Atualmente, há somente um medicamento com cannabis registrado no Brasil, o Mevatyl.
Não haveria uma lista prévia de doenças: a agência analisará registro por registro, conforme os pedidos. Medicamentos já registrados em outros países deverão apresentar relatório técnico de avaliação do remédio emitido pelas respectivas autoridades reguladoras.
O registro inicial teria validade de 3 anos e as renovações seguintes, de 5 anos. Geralmente, para os outros medicamentos, o primeiro registro já vale por 5 anos.
Depois de aprovado o registro, a empresa teria 30 dias para definição do preço máximo e 365 dias para colocar o remédio no mercado. A resolução já prevê a venda em farmácias. A maioria deve ser com retenção de receita médica, mas cada caso seria analisado individualmente.
Neste momento, a Anvisa não tem nenhum pedido de registro pendente.
Haveria, pela proposta, um monitoramento do mercado com fiscalização constante e canais de atendimento para dúvidas de consumidores.
Cannabis faz a diferença no tratamento de câncer
Regras atuais
Atualmente, é proibido cultivar a planta de cannabis em território brasileiro. A lei determina que quem produz a cannabis para consumo pessoal está sujeito à prestação de serviços à comunidade e ao comparecimento a programa educativo, sem fazer ressalva ao uso médico.
Mas, nos últimos anos, a Anvisa e o Poder Judiciário já deram alguns passos no sentido de liberar o cultivo da planta para fins medicinais e científicos. Veja alguns deles abaixo:
Janeiro de 2015: Retirada do canabidiol da lista de substâncias de uso proscrito, abrindo caminho para facilitar a comercialização de medicamentos com a substância no país;
Março de 2016: Autorização da prescrição de remédios à base de canabidiol e THC no Brasil;
Janeiro de 2017: Registro do primeiro remédio à base de maconha no Brasil, o Mevatyl, droga já aprovada em outros 28 países;
Abril de 2017: A Justiça Federal na Paraíba autorizou uma associação de João Pessoa a cultivar maconha para fins exclusivamente medicinais;
Maio de 2017: Inclusão da Cannabis sativa na Lista Completa das Denominações Comuns Brasileiras (DCB) sob a categoria de “planta medicinal”.
A ideia é que, ao regulamentar o cultivo da planta, caia o custo da produção de medicamentos com base na Cannabis sativa, e que se reduza também o número de ações judiciais para compra de remédios não registrados no Brasil.
Pacientes que sofrem de diversas doenças podem ser beneficiados com a mudança na regras, entre eles os que têm esclerose múltipla, autismo e dores crônicas oncológicas.
As propostas avaliadas nesta terça não preveem a liberação do cultivo nem do consumo de maconha para fins recreativos.
Por G1 e TV Globo Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: WWW.folhadoprogresso.com.br E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br e/ou e-mail: adeciopiran_12345@hotmail.com
Anvisa vota nesta terça propostas preliminares sobre o cultivo de maconha no Brasil
— Foto: Reuters/Ivan Alvarado -Ideias para liberar o cultivo da Cannabis sativa para fins medicinais e científicos serão avaliadas nesta terça pelos diretores da agência, mas ainda precisarão passar por consulta pública.
Maconha é cultivada em fundação em Santiago, no Chile. Estudo avaliou que canabidiol é eficaz contra forma rara de epilepsia .
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) começa a decidir, nesta terça-feira (11), o conteúdo de duas propostas que pretendem regulamentar o cultivo de maconha para fins medicinais e científicos no Brasil. Caso sejam aprovados, ambos os documentos ainda deverão passar por uma consulta pública, incluindo uma audiência pública para debater o tema, ainda sem data marcada.
A primeira proposta é para uma resolução que regulamente os requisitos técnicos e administrativos para o cultivo de Cannabis sativa para fins medicinais e científicos. Já a segunda é uma proposta de resolução para definir procedimentos específicos para registro e monitoramento de medicamentos feitos com base em Cannabis sativa ou seus derivados e análogos sintéticos.
Regras atuais
Atualmente, é proibido cultivar a planta de cannabis em território brasileiro. A a lei determina que quem produz a cannabis para consumo pessoal está sujeito à prestação de serviços à comunidade e ao comparecimento a programa educativo, sem fazer ressalva ao uso médico.
Mas, nos últimos anos, a Anvisa e o Poder Judiciário já deram alguns passos no sentido de liberar o cultivo da planta para fins medicinais e científicos. Veja alguns deles abaixo:
Janeiro de 2015: Retirada do canabidiol da lista de substâncias de uso proscrito, abrindo caminho para facilitar a comercialização de medicamentos com a substância no país;
Março de 2016: Autorização da prescrição de remédicos a base de canabidiol e THC no Brasil;
Janeiro de 2017: Registro do primeiro remédio à base de maconha no Brasil, o Mevatyl, droga já aprovada em outros 28 países;
Abril de 2017: A Justiça Federal na Paraíba autorizou uma associação de João Pessoaa cultivar a manipular maconha para fins exclusivamente medicinais;
Maio de 2017: Inclusão da Cannabis sativa na Lista Completa das Denominações Comuns Brasileiras (DCB) sob a categoria de “planta medicinal”.
A ideia é que, ao regulamentar o cultivo da planta usada para produzir maconha no país, o custo da produção de medicamentos com base na Cannabis sativa caia, e que se reduza também o número de ações judiciais para compra de remédios não registrados no Brasil.
Pacientes que sofrem de diversas doenças podem ser beneficiados com a mudança na regras, entre eles os que têm esclerose múltipla, autismo e dores crônicas oncológicas.
As propostas a serem avaliadas nesta terça não preveem a liberação do cultivo nem do consumo de maconha para fins recreativos.
Maconha: droga ou remédio?
Entenda os efeitos do uso da maconha no organismo humano
Cannabis faz a diferença no tratamento de câncer
Cannabis faz a diferença no tratamento de câncer
Julgamento da Anvisa
No julgamento desta terça, que terá início às 10h, a Diretoria Colegiada da agência definirá que tipo de regras poderão ser postas em prática para permitir esse cultivo. A reunião também deve decidir sobre como o Brasil deve regulamentar o registro e monitoramento de medicamentos que tenham como base a cannabis medicinal.
Além dos quatro diretores do colegiado, mais de 30 representantes de entidades já estão inscritos para comentar o assunto durante o julgamento.
O teor das propostas também poderá ser alterado durante a discussão e os votos dos diretores, que podem pedir vista e suspender a votação até uma data futura. Uma vez aprovadas, as propostas ainda deverão ser publicadas no “Diário Oficial da União”, e entrar em consulta pública sete dias depois disso.
O objetivo inicial da Anvisa é que o conteúdo das propostas seja submetido à consulta durante um período de 60 dias. Em seguinda, uma nova proposta deverá ser elaborada com base na consulta e, então, submetida à votação definitiva pela Diretoria Colegiada.
Pais da Paraíba criam associação para produzir remédios a partir da Cannabis
Pais da Paraíba criam associação para produzir remédios a partir da Cannabis
Por Rafaella Vianna, TV Globo Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: WWW.folhadoprogresso.com.br E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br e/ou e-mail: adeciopiran_12345@hotmail.com
Artista amazonense cria horóscopo inspirado em espécies da Amazônia; saiba qual seu signo ‘cabocão’
(Foto: Reprodução/Instagram)-Ao invés dos animais tradicionais, o artista plástico, Jorge Bandeira decidiu utilizar espécies tradicionais da Amazônia atribuindo características positivas e negativas
O horóscopo é um diagrama das posições relativas dos planetas e dos signos zodiacais, ele é usado pelos astrólogos para saber os traços de personalidade e prever os acontecimentos da vida de uma pessoa. Quem nunca pegou o jornal no domingo para saber as previsões da semana? Em Manaus, o artista plástico Jorge Bandeira fez a versão baré do horóscopo, entitulado ‘Horóscopo Cabocão’, mas ao invés dos animais tradicionais decidiu utilizar espécies tradicionais da Amazônia atribuindo características positivas e negativas; confira:Foto: Reprodução/Instagram Foto: Reprodução/Instagram
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: WWW.folhadoprogresso.com.br E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br e/ou e-mail: adeciopiran_12345@hotmail.com
Industria em Sinop no Mato Grosso inicia testes para produção de etanol
Foto: Inpasa – Inpasa Sinop inicia testes para produção de etanol
A usina de etanol da Inpasa, no município de Sinop, está em fase de conclusão. Esta semana a indústria iniciou os testes finais, aferindo equipamentos e calibrando os controles de automação. “Como é um processo complexo e automatizado, estamos fazendo testes de todos os equipamentos”, revelou o gerente da Inpasa Sinop, Fernando Alfini.
A projeção é de que a unidade inicie a produção de etanol de milho em escala industrial até o mês de julho. Segundo Alfini, a emissão das licenças ambientais não preocupam a empresa. “Estamos nas tratativas com a Sema, mas está caminhando muito bem. Como todos os nossos processo e principalmente a parte ambiental é tratada com muita seriedade e compromisso, não vamos ter problemas com a SEMA, já que estamos fazendo um pouco mais do que as normas exigem”, declarou o diretor.
A Inpasa S.A (Indústria Paraguaya de Alcoholes), irá investir R$ 600 milhões até a conclusão da unidade. As obras da Usina de Etanol iniciaram em fevereiro de 2018, em uma área de 150 hectares na entrada Sul de Sinop, às margens da BR-163.
A planta tem capacidade instalada para produzir 1,5 milhão litros de etanol por dia, consumindo 3 mil toneladas de milho a cada 24 horas. A estimativa da Inpasa é consumir 1 milhão de toneladas no primeiro ano de atividade. A matéria prima para indústria virá de Sinop e também dos municípios circunvizinhos.
Quando estiver em operação, a usina irá empregar 300 funcionários no quadro geral da empresa. O número baixo de postos de trabalho está diretamente relacionado a tecnologia embarcada na planta. A indústria é 100% automatizada. Todo o processo de produção será monitorado por uma sala de comando. Através dos painéis, os engenheiros controlarão toda a planta industrial.
O álcool combustível produzido abastecerá Sinop e região, mas menos de 15% deve ficar em Mato Grosso. A Inpasa foca nos mercados de Rondônia, Manaus e Belém como principais destinos para sua produção de etanol.
Além do etanol, a indústria vai produzir 1,5 milhão de toneladas DDG (Grão secos por destilação – em inglês), por ano. Esse produto secundário tem alta taxa de concentração proteica, sendo ideal para o trato animal.
A usina também produzirá cerca de 10,3 mil litros de óleo de milho e 60 mw de energia elétrica, dos quais 50% serão absorvidos pela própria planta e o restante comercializados. A Inpasa já instalou uma rede de alta tensão ligando a unidade a substação de energia da cidade.
Para que a logística seja fluída, a Inpasa fará um trevo com retorno de acesso sobre a BR-163, no km 817, bem em frente a sua planta industrial. Serão 9,5 mil metros quadrados de área construída, com 850 metros de extensão sobre a rodovia.
Fonte: Jamerson Miléski Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: WWW.folhadoprogresso.com.br E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br e/ou e-mail: adeciopiran_12345@hotmail.com
Pastor mata outro pastor durante briga por causa de bíblia
Paulo Germano da Silva (foto), de 58 anos, foi morto pelo pastor José Carlos da Silva -(Foto: Reprodução/Rádio Jornal/Jornal do Commercio) – O autor do crime foi preso em flagrante
Um pastor de uma igreja pentecostal matou outro pastor da mesma denominação com golpes de faca e pedra, na madrugada dessa quarta-feira, 29, em Timbaúba, Zona da Mata de Pernambuco. Após uma discussão por causa da bíblia, José Carlos da Silva, 54, deu facadas em Paulo Germano da Silva, 58. O autor do crime foi preso em flagrante e encaminhado para a delegacia do Município.
De acordo com a Polícia Militar, os dois estavam em um quarto, por trás da igreja pentecostal, que fica no Bairro Coronel Maranhão, quando iniciaram uma discussão relacionada à Bíblia. Durante o desentendimento, José Carlos pegou duas facas e golpeou o colega de congregação. A vítima ainda tentou correr, mas foi alcançada e levou pedradas.
Após a ação, José Carlos fugiu para a casa de uma irmã, onde poucas horas depois foi localizado e preso pela PM. Ele confessou que cometeu o homicídio.
Investigação
O caso foi registrado e será investigado pela 46ª Delegacia de Polícia de Timbaúba. O suspeito do crime será encaminhado para audiência de custódia no Fórum da cidade, onde será ouvido pelo juiz de Direito da Comarca de Timbaúba.
O corpo do pastor Paulo Germano da Silva foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML), no bairro de Santo Amaro, área central do Recife.
Do Jornal do Commercio
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: WWW.folhadoprogresso.com.br E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br e/ou e-mail: adeciopiran_12345@hotmail.com
Homem é preso suspeito de estuprar a filha de quatro meses
Caso foi registrado na 62ª delegacia de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro. (Reprodução / Google Street View / O Dia)
Prisão aconteceu durante a Operação Cronos II
Redação integrada de O Liberal com informações de O Dia
Policiais de uma delegacia na Baixada Fluminense prenderam na última terça-feira (28) um homem suspeito de ter estuprado a própria filha de quatro meses. O caso teria acontecido no dia 21 de fevereiro, quando a criança ficou sozinha com o pai.
Em depoimento à Polícia Civil, a mãe disse que percebeu as fraldas da criança ensanguentadas após realizar a troca, momentos depois. Foi quando ela procurou a delegacia para denunciar o pai da criança.
A menina foi encaminhada para atendimento médico e ao IML para a realização de um laudo. Um dia depois, o resultado comprovou que ela hava sido estuprada recentemente. Os policiais, então, pediram a prisão preventiva do suspeito.
A prisão do pai da criança aconteceu durante a Operação Cronos II, que cumpriu centenas de mandados de prisão contra encolcidos em crimes em todo o país. No Pará, a operação resultou na prisão de mais de 80 pessoas. Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: WWW.folhadoprogresso.com.br E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br e/ou e-mail: adeciopiran_12345@hotmail.com
Índio suspeito de abusar sexualmente de duas filhas é preso em Oriximiná
Marcelo Sampaio Mouro, 49 anos, nega o crime. Ele morava sozinho com as duas crianças.
Por Sílvia Vieira, G1 Santarém — PA
29/05/2019 10h22 Atualizado há 21 horas
Marcelo Sampaio, o Índio, suspeito de abusar sexualmente de suas filhas de 9 e 11 anos — Foto: Polícia Civil/Divulgação Marcelo Sampaio, o Índio, suspeito de abusar sexualmente de suas filhas de 9 e 11 anos — Foto: Polícia Civil/Divulgação
Marcelo Sampaio, o Índio, suspeito de abusar sexualmente de suas filhas de 9 e 11 anos — Foto: Polícia Civil/Divulgação
A Polícia Civil de Oriximiná, no oeste do Pará, sob o comando do delegado William Fonseca, cumpriu nesta terça-feira (28), mandado de prisão temporária contra Marcelo Sampaio Mouro, 49 anos, conhecido como Índio. Ele é suspeito de abusar sexualmente de suas duas filhas, uma de 9 e outra de 11 anos.
Segundo escrivão de Polícia Civil, Alessandro Rodrigues, o caso chegou à delegacia por meio de denúncia. A equipe de investigações fez diligências e conseguiu localizar duas testemunhas. “Elas confirmaram o fato relatando que flagraram o índio em um igarapé abusando de uma das filhas. Com base nas informações e dando sequência no nosso trabalho de enfrentamento de crimes sexuais contra crianças e adolescentes, o delegado Fonseca representou pela prisão do índio, e a justiça acatou”.
Ainda segundo o escrivão, quando a polícia chegou ao quilômetro 15 da PA-254, onde o índio morava, ele demonstrou surpresa, mas não ofereceu resistência à prisão. Na delegacia, ele foi informado sobre o motivo da prisão e a princípio, negou ter estuprado as filhas.
As crianças foram encaminhadas ao Conselho Tutelar onde foram atendidas por uma psicóloga, e durante o atendimento a menina de 11 anos, confirmou que o pai cometia o abuso sexual. “A criança mais velha disse à psicóloga que um dia o pai abusava dela e no dia seguinte, da outra. Ou seja, ele abusava das duas meninas com as quais ele morava sozinho”, disse Alessandro Rodrigues.
Marcelo Sampaio que teria nascido em aldeia indígena já mora na cidade desde 1986. E de acordo com a polícia, ele tem todos os documentos pessoais e já trabalhou empregado no comércio, por isso a polícia considera que ele é conhecedor dos seus deveres e direitos, e não pode invocar a cultura indígena para justificar sua conduta em relação aos abusos praticados contra as duas filhas.
O escrivão informou que Marcelo Sampaio será enquadrado no artigo 217, do ECA, por estupro de vulnerável.
*Colaborou Márcio Garcia, de Oriximiná
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: WWW.folhadoprogresso.com.br E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br e/ou e-mail: adeciopiran_12345@hotmail.com
Mais 42 presos morrem dentro de cadeias no Amazonas
(Foto: Reprodução) -Ontem, briga entre detentos deixou 17 mortos em briga dentro de presídio
Quarenta e dois presos foram achados mortos dentro de cadeias em Manaus nesta segunda-feira (27), informou o Governo do Amazonas. Ontem, uma rebelião no no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj),já havia deixado 15 presos mortos. São 57 mortos em apenas dois dias. Além do Ipat, houve mortes no Centro de Detenção Provisório de Manaus (CDPM) e Unidade Prisional do Puraquequara.
Todas as mortes desta segunda tinha sinais de asfixia.
Veja onde ocorreram:
Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat) – 27 mortos
Unidade Prisional do Puraquequara (UPP) – 6 mortos
Centro de Detenção Provisória Masculino (CDPM 1) – 5 mortos, além de 4 feridos levados para atendimento médico
Compaj – 4 mortos
De acordo com a Seap, “neste momento, a situação está controlada e os presos estão na tranca”. A empresa que faz gestão prisional no Ipat, a Umanizzare, informou que um agente de socialização foi agredido pelos presos. Ele foi levado a um hospital de Manaus, com pequenas escoriações, mas passa bem.
Em nota, o governo do Amazonas diz que o governador Wilson Lima conversou hoje à tarde com o ministro da Justiça, Sergio Moro.
O Ministério da Justiça vai enviar ao Amazonas membros da Força-Tarefa de Intervenção Penitenciária, que atua quando há crise em cadeias e prisões. Integrantes da Força Nacional de Segurança Pública já estão atuando na área ao redor do Compaj.
Mortes no Compaj
Uma briga entre presos no Complexo Prisional Anísio Jobim (Compaj), em Manaus, deixou 15 mortos neste domingo (26), segundo informações do jornal Em Tempo. Familiares que estavam no local viram quando o primeiro detento foi morto, executado na frente da esposa no horário de visita. A partir daí, os ânimos se acirraram e se seguiram as outras mortes. As vítimas foram assassinadas asfixiadas ou perfuradas com escovas de dentes. A situação começou como uma briga entre duas facções rivais, de acordo com o jornal.
Em 2017, o Compaj teve uma rebelião com 56 mortos. Com mais de 17 horas de duração, esse foi considerado “o maior massacre” do sistema prisional do Amazonas.
Por:correio24horas Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: WWW.folhadoprogresso.com.br E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br e/ou e-mail: adeciopiran_12345@hotmail.com
Segurança infantojuvenil –
Paiva Netto
Abuso e exploração sexual infantojuvenil. Assuntos que não podem ser ignorados. Problemas de magnitude global que exigem alerta constante de todos nós, principalmente dos pais e dos governos. Nada melhor que procurarmos caminhos eficientes em prol da assistência aos pequeninos. Juntamos nossos esforços aos de numerosas organizações do Terceiro Setor e aos do próprio governo no combate a essa terrível violência.
A Boa Vontade TV (Oi TV — Canal 212 — e Net Brasil/Claro TV — Canais 196 e 696), no programa Sociedade Solidária, trouxe elucidativa entrevista com a professora Dalka Chaves de Almeida Ferrari, membro da diretoria do Instituto Sedes Sapientiae, de São Paulo/SP, e coordenadora-geral do Centro de Referência às Vítimas de Violência (CNRVV).
A segurança das crianças e dos jovens, segundo a professora Dalka, carece de uma mobilização geral: “Trata-se de trabalho contínuo que merece uma atenção constante da política pública para fazer esse enfrentamento. E hoje são necessárias a capacitação e a sensibilização dos hotéis, com seus gerentes e todo o corpo de trabalho, dos taxistas, do pessoal da rodoviária, dos ônibus, dos aeroportos. Se for pensar em política, todos os ministérios teriam que ser capacitados para fazer esse enfrentamento”.
Quebrar o pacto do silêncio
Durante sua conversa com o sociólogo Daniel Guimarães, apresentador do Sociedade Solidária, a professora Dalka Ferrari enfatizou também a imprescindível providência de proteção da criança dos abusos sexuais nos ambientes doméstico e social: “Quebrar o pacto do silêncio, conseguir falar desse assunto, porque ainda é muito velado, é meio tabu dentro da sociedade. Se a gente tiver jovens esclarecidos, conscientizados, sensibilizados sobre os cuidados que têm que ter com o próprio corpo, os limites que são dados, eles se sentirão bem e não deixarão que esse corpo seja invadido. Então, é quase que uma reeducação do autoconhecimento. A pessoa tem que se conhecer, saber exatamente o que ela quer para sua vida, os riscos que pode correr com os envolvimentos”. (…)
E prossegue, enfática: “Isso tudo é algo que precisa ser discutido, porque, se a gente não conscientizar, desde a criança, o adolescente, o jovem até os pais, os educadores, que cuidam dessa criança e desse adolescente todo dia, a gente não vai fazer esse problema vir à tona. As pessoas têm vergonha de falar, não querem enfrentá-lo. E, à medida que o jovem ficar autônomo, sabendo como se defender, ele poderá ajudar outro jovem, poderá ser um multiplicador desses conhecimentos”.
Psicóloga, especialista em violência doméstica, ela reforça: “Então, o objetivo maior de tudo isso é fazer com que eles conheçam (…) quais são as situações perigosas em que podem se envolver, ou em que precisam se defender dentro e fora da família. Porque é assim: a proteção dos pais existe por um tempo, mas há uma hora que vai depender da criança e do jovem fugirem, saírem ou pedirem ajuda por causa do risco que estão enfrentando”.
Estamos tratando de tema realmente complexo e que deve ser salientado e discutido na mídia, em casa, nas igrejas, nas escolas, nas universidades, no trabalho, em toda a parte, de modo a ampliarmos a guarda em torno da infância e da juventude. E tenhamos em nossas agendas o Disque 100 (Disque Direitos Humanos), para fazer denúncias, procurar ajuda.
Riscos das novas gerações
Aproveitemos, então, o 18 de maio (Dia Nacional de Combate ao abuso sexual contra crianças e adolescentes) para refletir seriamente sobre o futuro das novas gerações, ameaçadas, desde já, pela prática hedionda de crimes como a exploração sexual. Sem contar o crescimento da violência envolvendo-as, as inomináveis pedofilia e efebofilia, até em ambientes nos quais devem imperar a segurança e o desenvolvimento socioafetivo: o lar e a escola.
Hoje, esses problemas não mais se restringem a meninos e meninas que se encontram tristemente abandonados pela rua. Há crianças que vivem em moradias aos pedaços, nas favelas, embaixo dos viadutos, como vemos na mídia, ou mesmo outras que residem em belos apartamentos e casas que são, no entanto, tão indigentes, tão carentes quanto aquelas que não têm um travesseiro sobre onde reclinar a cabeça.
Urge que todos, cidadãos e os órgãos constituídos, mudem esse quadro.
Não me canso de afirmar que a estabilidade do mundo começa no coração da criança. Protegê-la é acreditar no futuro.
José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: WWW.folhadoprogresso.com.br E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br e/ou e-mail: adeciopiran_12345@hotmail.com