Menino de 10 anos é picado por jararaca na cama enquanto dormia em fazenda em MT

Menino de 10 anos foi picado por jararaca na cama enquanto dormia em fazenda em Lucas do Rio Verde — Foto: Arquivo pessoal

Criança foi transferida para o Hospital Regional de Sorriso porque o hospital em Lucas do Rio Verde não teria um soro específico para a picada da cobra.
Um menino, de 10 anos, foi picado por uma cobra na cama enquanto dormia na madrugada desta sexta-feira (5). O Ataque ocorreu em uma fazenda no município de Lucas do Rio Verde, a 360 km de Cuiabá.

Chamados pela criança por volta das 4 horas, os pais foram até o quarto, acenderam a luz e viram a cobra na cama. O menino foi socorrido às pressas ao Hospital São Lucas, em Lucas do Rio Verde.

A cobra seria uma jararaca, uma serpente venenosa.

A criança teve que ser transferida para o Hospital Regional de Sorriso, a 420 km de Cuiabá, onde foi medicada. O hospital em Lucas do Rio Verde não teria o soro específico.

A direção do hospital informou que a criança está internada na ala da pediatria da unidade. Ela foi medicada, recebeu antialérgico e soro antibotrópico. O estado do menino é considerado estável.

O hospital disse ainda que a criança recebeu quatro, das oito doses de soro antibotrópico, que estão disponíveis na unidade. O menino vai passar por exames, e os médicos irão avaliar se ele deve receber mais doses do soro.

Jararaca

A jararaca chega a medir 120 centímetros. Existem mais de 30 variedades deste gênero no Brasil. A jararaca é conhecida também como caiçara, jaraca, jararacão e jararaca-dormideira. Atualmente ela é encontrada até em áreas degradadas.

De hábitos noturnos e apesar de perigosa, a jararaca foge ao ser avistada.

Por Denise Soares, G1 MT

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Menino de 10 anos foi picado por jararaca na cama enquanto dormia em fazenda em Lucas do Rio Verde — Foto: Arquivo pessoal
Menino de 10 anos foi picado por jararaca na cama enquanto dormia em fazenda em Lucas do Rio Verde — Foto: Arquivo pessoal

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
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Baratas estão evoluindo e podem se tornar impossíveis de matar, diz estudo

(Foto:Reprodução)-Insetos estão resistentes a diversos venenos em spray

Um estudo da Universidade de Purdue, publicado na revista científica Live Science, mostra que a baratas já estão nascendo resistentes a venenos em spray e o processo ocorre de forma rápida.

A pesquisa diz que espécies Blattella germanica, comumente encontradas na Alemanha, já vêm ao mundo com “proteção evoluída” a produtos químicos com os quais elas ainda nem tiveram contato, processo evolutivo chamado de resistência cruzada. Os filhotes não só resistiram ao pesticida a que seus pais foram expostos, como, inesperadamente, mostraram sinais de resistência a outras classes de inseticidas, de acordo com o estudo.

Segundo o co-autor da pesquisa, Michael Scharf, em um futuro nada distante, elas serão praticamente imunes a produtos químicos. “Baratas que desenvolvem resistência a múltiplas classes de inseticidas de uma só vez tornarão o controle dessas pragas quase impossível apenas com produtos químicos.”

Os pesquisadores testaram os efeitos de três inseticidas em populações de baratas encontradas em prédios de Danville, Illinois, e em Indianapolis, Indiana, durante seis meses. Eles também provaram a resistência das baratas a inseticidas ao longo de várias gerações, com testes feitos em laboratório.

Na maioria dos casos, as populações de baratas permaneceram estáveis ou aumentaram, e os pesticidas foram considerados “ineficazes” na redução da praga, por conta da resistência cruzada. “Baratas que desenvolvem resistência a múltiplas classes de inseticidas de uma só vez tornarão o controle dessas pragas quase impossível apenas com produtos químicos”, explicou Scharf.

E como seremos salvos?
O cientista destaca os seres humanos precisarão de estratégias mais complexas para exterminar baratas. Medidas simples como melhoramento do saneamento básico, aspiradores para sugá-las, armadilhas – além da boa e velha chinelada – provavelmente serão mais eficazes para o trabalho.

Fonte:Redação Integrada com informações do Metrópoles

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Irmãos constroem avião artesanal com motor de Fusca em cidade de Mato Grosso

O avião artesanal foi projetado pelos irmãos Paulo Henrique Sá Ribeiro, 19 anos, e Claudemir Sá Ribeiro, 20, que vivem na na zona rural do município de Colniza (a 700 quilômetros de Sinop). Apaixonados pela aviação, os jovens contam que iniciaram a construção há cerca de dois anos.

Utilizando materiais descartados, estrutura de madeira, plástico e fibra de vidro, os aspirantes a pilotos projetaram e estão edificando a aeronave na propriedade da família. Claudemir, que pretende ser engenheiro aeronáutico, explica que desde crianças nutriam o sonho de construir uma aeronave, mas não dispunham de recursos para bancar o projeto. “Há dois anos iniciamos a construção, que é a realização de um sonho pessoal que começou na nossa infância”.

Para que o protótipo ganhe os ares, o motor utilizado pelos irmãos foi o de um Fusca, de 40hp. Tudo está sendo feito de forma artesanal pelos próprios construtores – que esperam realizar todos os testes necessários e realizar o primeiro voo ainda esse ano. As instruções foram buscadas em manuais de manutenção, livros e imagens sobre aeronaves, além de vários vídeos e filmes.

Paulo Henrique conta que já investiram quase R$ 10 mil – fruto de economias e auxílio de amigos. “Nosso objetivo é seguir a profissão de aeroviário. Estamos empenhados e temos esperança de conseguir finalizar o projeto e fazer o avião decolar”, conta o caçula, destacando que os irmãos sonham ainda em ingressar na Força Aérea Brasileira e, futuramente, serem pilotos miliares de avião caça.

Os jovens esperam conseguir patrocínio e ajuda de especialistas para finalizar o projeto. Para isso, contam com o apoio de amigos e familiares. Uma das pessoas que estão imbuídas na tarefa é o vereador do município Oseia Pereira Guedes.

O parlamentar tem buscado interessados em apoiar os garotos financeiramente e também na divulgação do projeto. Ele argumenta que é preciso que as autoridades busquem meios e parcerias visando incentivar a elaboração de ideias talentosas.

“Apesar das dificuldades, os meninos nunca desistiram do sonho e esperam que algum empresário se sensibilize com esse projeto e realize a doação de horas máquinas para que possa ser construída uma pista em sua propriedade para que o avião realize a primeira decolagem”.

Só Notícias/Gazeta Digital (fotos: Colniza Notícias)

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(fotos: Colniza Notícias)
(fotos: Colniza Notícias)

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Pacientes estão demandando uso medicinal da cannabis, dizem médicos

Foto:Divulgação / Polícia Federal – Pacientes com diversos diagnósticos que não estão obtendo avanços com tratamentos tradicionais se interessam, cada vez mais, pelo uso medicinal da maconha. Essa percepção é compartilhada por diversos médicos reunidos neste fim de semana, no Rio de Janeiro, para a segunda edição do Seminário Internacional “Cannabis Medicinal, um Olhar para o Futuro”.

Segundo eles, a demanda crescente é influenciada pelos avanços científicos, pela cobertura da mídia e pela possibilidade de liberação do cultivo para fins medicinais, tema de uma consulta pública aberta pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “Não há dúvidas de que a demanda continuará crescendo cada vez mais. Precisamos estar preparados para atendê-la”, disse o neurologista Eduardo Faveret, diretor do Centro de Epilepsia do Instituto Estadual do Cérebro Paulo Niemeyer, unidade vinculada ao governo do Rio de Janeiro.

Essa conclusão é compartilhada pelo ortopedista Ricardo Ferreira, especialista no tratamento clínico e cirúrgico de dores crônicas e patologias da coluna vertebral. “Pacientes têm buscado a melhora de sua qualidade de vida e procuram médicos que possam prescrever. Tenho recebido cada vez mais pacientes que já chegam com histórico de dores refratárias à métodos tradicionais, que foram tratados por outros médicos sem sucesso”, disse.

Ricardo disse que passou a se interessar pelo uso medicinal da maconha quando estava buscando alternativas para casos em que os remédios disponíveis no mercado se mostravam ineficazes. “Fui vendo que haviam evidências cada vez mais fortes do potencial do uso da cannabis para tratamento das dores crônicas. Em países como a Holanda e o Canadá e em alguns estados do Estados Unidos, já haviam estudos com conclusões nessa direção”.

Desde 2015, a Anvisa autoriza a prescrição médica da cannabis. A dificuldade fica por conta da obtenção do produto. Com a comercialização proibida no Brasil, os medicamentos precisam ser importados. De posse da receita médica, o paciente precisa assinar um termo de responsabilidade e aguardar a autorização da Anvisa. A importação por empresas, para distribuição no Brasil, é vetada. A autorização é concedida de forma individual para cada paciente.

A exceção é o Mevatyl, também conhecido como Sativex, que foi aprovado pela Anvisa e chegou nas farmácias do país no ano passado. Ele tem sido indicado, por exemplo, para alguns pacientes com esclerose múltipla, doença na qual ocorre a inflamação e destruição da mielina, camada protetora das células nervosas.

Segundo a Fioruz, existem hoje no Brasil mais de 8 mil pacientes autorizados a importar remédio à base de cannabis para diversos tipos de doenças. Desde o aval da Anvisa, em 2015, o ortopedista calcula ter prescrito esses medicamentos para mais de 300 pessoas. “Uns 150 seguiram os procedimentos para obter autorização de importação e conseguiram efetivamente o produto. E desses, metade conseguiu alívio significativo da dor e continua utilizando. Hoje faço cerca de 120 consultas semanais. Em 10 delas, em média, eu indico a cannabis. Continuo fazendo cirurgias, continuo prescrevendo remédios tradicionais. A cannabis entra como mais um arsenal terapêutico, sobretudo para os casos que não respondem às terapias tradicionais”, disse.

Substâncias
O Seminário Internacional “Cannabis Medicinal, um Olhar para o Futuro”, que ocorre até amanhã (30), no Instituto Europeu de Design (IED), é fruto de uma parceria entre a Associação de Apoio à Pesquisa e Pacientes de Cannabis Medicinal (Apepi) e a Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz), instituição científica vinculada ao Ministério da Saúde. A iniciativa também conta com o apoio da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).

Além dos médicos e pesquisadores brasileiros, estão reunidos no evento especialistas do Chile, da Espanha, da Argentina, da Colômbia, do Peru e do Panamá. Eles discutem as evidências dos benefícios para pacientes com câncer, epilepsia, dores crônicas, alzheimer, esclerose múltipla, entre outros. Substâncias como o canabidiol e o tetraidrocanabinol (THC) já possuem reconhecidos efeitos ansiolíticos, antidepressivos e anti-inflamatórios.

“Essas são as duas substâncias mais estudadas clinicamente. Mas há outras. Há um arsenal terapêutico de canabinoides e terpenos. E isso varia de planta para planta. Tem cannabis que é rica em canabidiol, outras em THC. A genética da planta interfere no tipo de óleo que ela vai oferecer. Aqui no Brasil, as que se cultivam são geralmente mais ricas em THC. O THC tem várias aplicações terapêuticas. Mas tem que ter um controle da dosagem, acompanhamento, observar a questão de idade”, alertou Feveret.

Ele destaca avanços na neurologia e na oncologia. “Já há pesquisas clínicas em fase 2 revelando uma melhora muito grande para pacientes com glioblastoma multiforme, o tipo mais grave do câncer cerebral. A cannabis aumentou bastante a sobrevida média, melhorou a qualidade de vida”, disse. O neurologista também cita investigações que apontaram melhores resultados de radioterapia quando o tratamento é associado ao uso da maconha.

As substâncias podem servir de base para pomadas, chás, óleos, manteigas. Fumar também tem efeitos terapêuticos, mas médicos afirmam que o efeito tem menor duração. A forma de uso deve ser definida na prescrição, considerando diversos fatores como o problema a ser tratado, a idade e a condição física do paciente

Cidadania
Pacientes e familiares de pacientes com os mais variados diagnósticos também participam do seminário. “Eles são muito ativos nos eventos científicos, formam associações, acolhem outros pacientes e seus familiares. É um processo em que há muita cidadania envolvida e muita consciência, disse Feveret.

Vendo desde 2013 a cannabis melhorar a qualidade de vida de sua filha com epilepsia, a advogada Margarete Brito é uma das principais mobilizadoras da sociedade civil do Rio de Janeiro em torno do assunto. Coordenadora da Apepi, que organiza o seminário junto com a Fiocruz, ela já ganhou prêmios internacionais e teve sua história relatada no Documentário “Ilegal – A vida não espera”.

“Hoje a possibilidade que tem para os pacientes é basicamente os importados, que acabam tendo alto custo. Um paciente gasta, no mínimo, R$ 1,5 mil por mês. Para conseguir fazer essa importação do remédio, além de ser caro, é muito demorado e burocrático. Mesmo seguindo todo o procedimento, às vezes ainda fica parado na alfândega. Enfim, é muito complicado. Esse é o motivo de estarmos nessa luta”, explicou.

Ela acredita que a realidade possa melhorar com uma regulamentação do cultivo para fins medicinais. Alguns pacientes conseguem aval da Justiça para plantar individualmente. Em 2017, a Associação Brasileira de Apoio Cannabis Esperança (Abrace), entidade sediada em João Pessoa, obteve judicialmente o direito de produzir óleos a partir da maconha para tratamento de pacientes associados. É a única entidade no país hoje com autorização para o cultivo coletivo. Há duas semanas, a Apepi moveu uma ação com a expectativa de obter o mesmo direito da Abrace.

Ao mesmo tempo, uma consulta pública da Anvisa sobre o tema está aberta até o dia 19 de agosto e qualquer cidadão ou instituição pode opinar. “Esperamos que essa regulamentação atenda a real demanda dos pacientes. Que não fique apenas na produção empresarial, mas também dê acesso ao cultivo coletivo para que associações possam produzir a planta e seus extratos dentro de critérios de boas práticas tanto agrícolas, como farmacológicas”, disse o ortopedista Ricardo Ferreira.

Poe:Agência Brasil

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SEMMA-NP realizou o I Seminário de Meio Ambiente

DSC_1668A Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Novo Progresso/PA realizou no dia 05 de junho de 2019, no Centro de Eventos Scremin, o I SEMINÁRIO SEMMA-NP, em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, com o tema CIÊNCIAS DO AMBIENTE: COADUNANDO TEMAS, CONTEÚDOS E AÇÕES.

O I Seminário SEMMA-NP colocou em discussão temas como licenciamento e fiscalização ambiental, impactos dos agrotóxicos, gestão ambiental e sustentabilidade, gerenciamento de resíduos sólidos, mineração e cuidados com o meio ambiente, bem como legislação minerária.

Sendo os temas apresentados por especialistas, mestres e doutores da área, socializando o conhecimento técnico-científico relacionado à área ambiental com o envolvimento de conteúdos multidisciplinares, estimulando um amplo debate entre os palestrantes, os mediadores e o público ouvinte com foco no estudo do meio ambiente e desenvolvimento de práticas sustentáveis.

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O evento, pioneiro na Região, contou com o apoio da Prefeitura Municipal de Novo Progresso/PA e com importantes parceiros, sendo eles: a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade – SEMAS/PA, o Instituto Federal do Pará – IFPA Campus Itaituba e a Associação Brasileira dos Metais Preciosos – ABRAMP.

A participação do público foi expressiva tanto nas inscrições on line como através de inscrições presenciais no dia do evento. Outro destaque positivo foi a ampla participação dos presentes no momento das intervenções ao final de cada uma das seis palestras.

Na cerimônia de abertura do evento a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, através do Secretário Municipal de Meio Ambiente – Juliano César Simionato, fez a entrega de Placas de Homenagem ao Prefeito e Vice-prefeito de Novo Progresso/PA, aos representantes da Conselho Municipal de Meio Ambiente – COMAM, da SEMAS/PA, do IFPA – Campus Itaituba e da ABRAMP. Sendo o Secretário de Meio Ambiente também agraciado com uma placa de homenagem.

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Já no decorrer do evento, foram entregues Placas de Homenagem aos Secretários das Secretarias Municipais parceiras da SEMMA-NP – Sec. de Agricultura, Sec. de Indústria e Comércio, Sec. de Obras e Sec. de Educação – e aos Ex-Secretários de Meio Ambiente da SEMMA-NP.

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Durante a cerimônia de encerramento do evento, o Secretário Juliano Simionato já confirmou a realização do II Seminário SEMMA-NP no ano de 2020, atendendo à solicitação do público presente, ocasião em que reiterou que o envio dos Certificados do I Seminário será para o e-mail dos participantes.

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E, com uma avaliação positiva do evento, o I Seminário SEMMA-NP foi encerrado com um jantar comemorativo.

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Lixeiras que serão instaladas na Orla do Lago Municipal, Avenida Jamanxim, Avenida João Atiles, Avenida Brasil.

Fonte/Fotos: ASCOM/SEMMA-NP




Desmatamento na Amazônia Legal atinge 797 km² em maio- Pará responde por 40%

Observatório do Clima aponta ataque de Bolsonaro a povos tradicionais e ao meio ambiente (Mayke Toscano/Gcom-MT)

Pará responde por 40% do total detectado de áreas desmatadas
O Imazon – Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia divulgou nesta sexta-feira (21) o Boletim do Desmatamento (SAD), que mostra a perda de uma área de 797 km² na Amazônia Legal no mês de maio deste ano, um aumento de 26% na comparação com o mesmo período de 2018, quando foi registrado o desmatamento de 634 km² de florestas.

A tendência de aumento segue também no acumulado de agosto de 2018 a maio de 2019, que apresentou um aumento de 22% de áreas desmatadas em comparação com o mesmo período do ano anterior.

O boletim mostra, ainda, que um terço do desmatamento se deu em Unidades de Conservação (34%). A Área de Proteção Ambiental Triunfo do Xingu, no Pará, foi a UC mais desmatada, com 132 km². Ainda no mesmo estado, a Floresta Nacional do Jamanxim e a Estação Ecológica Terra do Meio também registraram números críticos: 23 km² e 12 km² de devastamento, respectivamente. Isso revela que essas áreas, que deveriam ter desmatamento zero, estão sob severo ataque.

O Pará foi o estado que registrou maior índice de desmatamento, com 40% do total detectado pelo SAD, seguido pelo Amazonas (20%) e Mato Grosso (19%). O Estado também lidera o desmatamento na região, no acumulado de agosto de 2018 a maio de 2019, com 1.110 km² (30% de variação).

Já na degradação florestal, quando existe o corte seletivo das árvores ou ação de queimada, o Amazonas liderou o ranking com 48% do total de 76 km² degradados na Amazônia Legal.
Redação Integrada
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Brasil pode liderar ‘nova economia florestal’ com reflorestamento de espécies nativas e madeira certificada

Floresta Nacional do Tapajós — Foto: Marcelo Brandt/G1 -Representantes do setor que atua na exploração comercial de madeiras estudam modelos de mercado que conciliam exportações, lucro e preservação das florestas.
Com investimentos na restauração de áreas nativas e a ampliação das vendas de madeira certificada, o Brasil poderia se tornar um líder global do que alguns especialistas do setor de florestas chamam de “uma nova economia florestal”.

Representantes de ONGs e empresas ligadas à exploração comercial e à certificação de madeiras atualmente estudam formas de promover concretamente um modelo de mercado que concilie o lucro com a preservação das florestas e as metas de reflorestamento.

Apostas de longo prazo no manejo de florestas seriam parte do processo. Isso envolve:

Reflorestar áreas de florestas nativas desmatadas;
Conciliar a produção de madeiras com outras culturas agrícolas;
Produzir mais madeira certificada, cuja origem não só obedece a lei, mas segue parâmetros de sustentabilidade ainda mais rígidos. (Entenda, abaixo, como saber se a madeira tem boa origem.)

Recuperar florestas nativas

Os principais produtos do setor florestal atualmente são madeira, papel e celulose. Boa parte da madeira brasileira é exportada. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) mostram que em 2018 o Brasil vendeu para o exterior o equivalente a R$ 3,2 bilhões em madeira e seus derivados (madeira serrada, compensada, laminada, em painéis, obras de marcenaria, etc).

Embora o setor venha expandindo as exportações nos últimos dez anos (veja o gráfico abaixo), o diretor do programa de florestas do “World Resources Institute” no Brasil (WRI Brasil), Miguel Calmon, avalia que ainda é possível aumentar em muito as vendas internacionais.

“Nos últimos 15 anos os Estados Unidos e China se mantiveram como principais destinos das exportações de madeira serrada tropical do Brasil”, diz ele.

De acordo com o Forest Stewardship Council (FSC), conselho responsável pelas normas de certificação de madeiras, o setor florestal emprega diretamente cerca de 610 mil pessoas no Brasil.
Exportação de madeira do Brasil e seus manufaturados
A forte queda no ano de 2009 foi consequência da crise econômica internacional
Em Bilhões de R$

Florestas plantadas de eucalipto e de pinus no Brasil somam mais de 6,7 milhões de hectares — Foto: Divulgação
Florestas plantadas de eucalipto e de pinus no Brasil somam mais de 6,7 milhões de hectares — Foto: Divulgação

O Brasil tem a segunda maior cobertura florestal do mundo – o que inclui florestas naturais e plantadas – ficando atrás apenas da Rússia. No total, são 516 milhões de hectares de florestas brasileiras. Estima-se que, sozinha, a Amazônia tenha mais de 300 milhões de hectares em florestas tropicais (uma área maior do que toda a Argentina).

Mas enquanto empresas dos Estados Unidos investem cerca de US$ 100 bilhões (R$ 386 bilhões) ao ano em projetos comerciais de reflorestamento, o Brasil se aproxima dos US$ 35 bilhões (R$ 135 bilhões).

Desse total, Calmon explica que o investimento em florestas nativas é quase zero. Além disso, uma parte expressiva da madeira comercializada no Brasil ainda vem do desmatamento ilegal.

O grande desafio, portanto, é como ampliar a produção de madeira sem aumentar o desmatamento. Calmon avalia que é preciso combinar a silvicultura (cultivo de florestas exóticas, principalmente de pinus e eucalipto) a práticas de reflorestamento com espécies nativas do Brasil.

    “O Brasil é muito promissor. Temos uma ótima taxa de crescimento de florestas e uma ampla demanda por reflorestamento.” – Miguel Calmon, do WRI Brasil.

Técnicos do setor, como os da Embrapa, vêm realizando estudos para chegar a propostas concretas de como recuperar áreas desmatadas plantando árvores típicas de cada bioma do país.

Uma vez restauradas, essas florestas também podem ser exploradas comercialmente, desde que haja um manejo adequado: é preciso que sempre se mantenha um nível mínimo de área de floresta e que não se faça o chamado “corte raso”. Esse corte derruba a planta por inteiro, como é normal em florestas de eucalipto e pinus.

“É preciso promover investimento em reflorestamento de florestas nativas que deem retorno financeiro”, afirma Calmon. “Mas é um negócio de longo prazo. O investimento inicial é pesado e não temos ainda um histórico. Nunca uma empresa de capital aberto reportou resultados de reflorestamento de florestas nativas [no Brasil].”

Conciliar a madeira com outras culturas

Entre as espécies nativas com valor econômico, o WRI Brasil lista 30 que vêm sendo estudadas e que apresentam bom potencial para a Mata Atlântica e a Amazônia. Entre elas estão a castanha, o paricá, a araucária, o jequitibá rosa, o pau-brasil, os ipês e o mogno, por exemplo.

30 espécies nativas do Brasil com potencial econômico
Mata Atlântica     Amazônia
Araucária     Castanha
Pau-marfim     Paricá
Jequitibá rosa     Freijó cinza
Jacarandá-da-bahia     Andiroba
Louro-pardo     Tatajuba
Vinhático     Ucuúba
Aroeira do sertão     Mogno
Jatobá     Copaíba
Jenipapo     Ipê amarelo
Pau-brasil     Angelim vermelho
Guanandi     Morototó
Aderne     Parapará
Ipê felpudo     Quaruba verdadeira
Ipê roxo     Marupá
Canafístula     Cumarú
Fonte: WRI Brasil

A primeira questão que se levanta, no entanto, é se essas árvores podem crescer tão rapidamente quanto as espécies usadas em florestas plantadas. O eucalipto, por exemplo, é economicamente viável porque se adapta a diferentes regiões e já é possível derrubá-lo com apenas 5 a 7 anos de idade.

Mas o paricá da Amazônia, por exemplo, apresenta taxa de crescimento equivalente à do eucalipto e já vem sendo usado há mais de uma década no plantio experimental para produção de madeiras.

As pesquisas com espécies nativas têm com um dos desafios encontrar formas de estimular o crescimento das plantas para fins comerciais, mas respeitando seu ritmo natural, para que a qualidade da madeira não seja prejudicada. “Não adianta encher a floresta de adubo se a madeira não for de qualidade”, diz Calmon.

Num período de transição, seria possível integrar as florestas plantadas com plantações de florestas com espécies nativas. Além disso, pode-se plantar numa mesma área árvores para produção de madeiras e plantas de outras culturas agrícolas. O café e o cacau, por exemplo, podem se beneficiar da sombra de árvores maiores.

Como são espécies da flora brasileira, árvores nativas poderiam, segundo a lei atual, até mesmo compor áreas de preservação, como as Reservas Legais, num plano de “manejo florestal sustentável”. Na Amazônia, atualmente esse manejo de florestas nativas permite retirar algo como 3 a 5 árvores a cada 30 anos, no mesmo hectare de terra.

Nas palavras da diretora executiva do FSC, Aline Tristão, “manejo florestal não é desmatamento”.

“É uma atividade produtiva com baixo impacto florestal e social em áreas que se reconstituem e que, depois, podem ser novamente manejadas. Você vai poder usar aquela mesma área por mais tempo.” – Aline Tristão, do FSC

O que é a madeira certificada

Outra parte essencial da “nova economia florestal” é o processo de certificação das madeiras. A madeira certificada é aquela que, além de sair de árvores retiradas dentro dos termos da lei, adota exigências ainda mais rígidas quanto à produção.

Para que a madeira seja certificada, é preciso que a empresa se submeta voluntariamente a um monitoramento constante de suas práticas, seguindo os padrões internacionais do FSC, que, por sua vez, é um Conselho composto por diferentes membros do setor (empresas, ambientalistas, sindicatos, ONGs, etc).

Além disso, não se certificam florestas de áreas desmatadas no Brasil depois de 1994. E as empresas certificadas têm área de conservação em suas propriedades maior do que a legislação exige.

Existem vários tipos de certificados. Mas, basicamente, é preciso que a empresa atenda ao menos estes critérios essenciais:

Obter o licenciamento ambiental e o inventário florestal, ou seja, cumprir as leis vigentes;
    Ter o domínio de toda a área a ser manejada e um planejamento para a propriedade;
    Comprometer-se com o engajamento das comunidades do entorno no processo de produção – o que envolve respeito aos povos indígenas, tradicionais e os direitos dos trabalhadores;
    Utilizar de forma sustentável os diversos recursos da floresta, e não só a madeira;
    Seguir normas técnicas definidas pelo FSC na implementação das atividades de manejo.

 Selos do FSC para produtos de madeira certificada — Foto: Divulgação

Selos do FSC para produtos de madeira certificada — Foto: Divulgação

Quando o consumidor for comprar produtos de madeira, o selo FSC (abaixo) é a garantia de que esses critérios foram obedecidos. A empresa recebe o certificado por 5 anos, mas todo ano passa por auditoria para confirmar que continua seguindo os princípios.

Se tudo correr bem, a tora de madeira já vai para a indústria com o selo de certificação.

“Não é só a questão ambiental que é importante. É preciso empregar pessoas locais e ajudar a desenvolver a região”, diz Aline Tristão. “Você tem que, no mínimo, atender a legislação que existe: ambiental, social, trabalhista, mas também se envolver no engajamento das comunidades.”

 Plantio experimental de paricá na fazenda cristalina em São Domingos do Araguaia/PA — Foto: Divulgação/Ronaldo Rosa/Embrapa

Plantio experimental de paricá na fazenda cristalina em São Domingos do Araguaia/PA — Foto: Divulgação/Ronaldo Rosa/Embrapa

O FSC afirma que o Brasil tem 131 empresas do ramo florestal certificadas e ocupa atualmente o 6º lugar no ranking global de áreas certificadas: são cerca de 7 milhões de hectares certificados (área com tamanho equivalente ao da Irlanda). Desse total, 5 milhões são de plantações florestais e, o restante, de florestas nativas.
Áreas de florestas certificadas no Brasil
Do total de 7 milhões de hectares
Florestas plantadas: 71,43 %Florestas nativas: 28,57 %
Fonte: Forest Stewardship Council (FSC)

O Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora) é uma das associações que realiza a certificação seguindo as normas do FSC, acompanhando tanto a origem da madeira quanto as etapas pelas quais passou até se tornar o produto final (rastreabilidade).

Segundo o gerente de certificações da Imaflora, Leonardo Martin Sobral, toda atividade produtiva causa algum impacto negativo no meio ambiente. Mas um dos pontos principais da certificação é, justamente, a mitigação desses possíveis impactos.

O eucalipto de floresta plantada, por exemplo, tende a ressecar o solo. Portanto, é preciso que a empresa compense de alguma forma esse impacto com uma irrigação adequada, garantindo que as propriedades vizinhas também possam se manter produtivas.

“Isso vai desde o cumprimento do Código Florestal até a qualidade da água, a manutenção da biodiversidade, a proteção de áreas de alto valor para conservação. Se temos uma área de floresta nativa, com fauna endêmica da região, tudo isso precisa ser protegido e monitorado.” – Leonardo Martin Sobral, da Imaflora

A Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura estimou em 2016 que, por meio do combate à produção de madeira ilegal e duplicando as área de manejo florestal com madeira certificada, o Brasil poderia aumentar o seu Produto Interno Bruto (PIB) em R$ 3,3 bilhões ao ano. E a arrecadação de impostos cresceria cerca de R$ 250 milhões.

 Castanheiras em Itaúba/MT, em campo de pesquisa e transferência de tecnologia com a castanha-do-brasil — Foto: Divulgação/Gabriel Rezende Faria/Embrapa

Castanheiras em Itaúba/MT, em campo de pesquisa e transferência de tecnologia com a castanha-do-brasil — Foto: Divulgação/Gabriel Rezende Faria/Embrapa

Por Filipe Domingues, G1
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Biólogo brasileiro recebe prêmio internacional por projeto para salvar o pirarucu na Amazônia

(Foto:Reprodução)-Biólogo brasileiro recebe prêmio internacional por projeto para salvar o pirarucu na Amazônia

“O pirarucu é um peixe fantástico. Ele tem alimentado o povo amazônico desde os mais antigos registros dessa sociedade”, diz o biólogo João Vitor Campos e Silva.

Foi a paixão por esse peixe símbolo da Amazônia e o lindo trabalho pela sua proteção e pela recuperação de sua população que garantiram ao brasileiro, de 36 anos, ser um dos cinco ganhadores do Rolex Award for Enterprise 2019, premiação internacional, promovida pela marca de relógios suíça, que desde 1976, apoia o trabalho de “indivíduos excepcionais, que têm a coragem e a convicção de enfrentar grandes desafios – homens e mulheres com espírito de empreendedorismo, iniciando projetos extraordinários para tornar o mundo um lugar melhor”.

Chegando a medir até três metros de comprimento e a pesar 250 quilos, o pirarucu (Arapaima gigas) é o maior peixe de água doce e de escamas do mundo. Espécie nativa da Bacia Amazônica, ou seja, ele só é encontrado em lagos, remansos de rios, meandros abandonados e várzeas dos principais afluentes do Amazonas, e em nenhum outro lugar do mundo.

Infelizmente, no último século, a pesca predatória fez com que houvesse uma alarmante redução no número de pirarucus na região amazônica.

“Mesmo em lugares remotos, como próximo ao rio Juruá, as pessoas saem para pescar o dia todo e voltam sem nada para casa”, conta o brasileiro.

O projeto desenvolvido por Campos e Silva envolve o engajamento de comunidades locais, que são conscientizadas sobre a necessidade da conservação da espécie.

Elas constróem casas de madeiras perto de lagos e nesses locais impedem que a pesca predatória seja realizada.

Através do projeto, o biólogo conseguiu melhorar a geração de renda das comunidades participantes e também, estimular a igualdade de gênero, pois pela primeira vez, mulheres se beneficiam, economicamente, com a atividade pesqueira nessas áreas. O dinheiro que circula localmente também ajuda na melhoria da infraestrutura de escolas e postos de saúde. “Salvar o peixe é, portanto, um antídoto para a pobreza”, acredita Silva.

“O pirarucu é uma das espécies com maior importância cultural da Amazônia, então é muito fácil que as comunidades se engajem no projeto e fiquem animadas e querendo começar a realizar o manejo”, diz.

biologo2A preservação do pirarucu garante mais renda para
comunidades ribeirinhas

Conservação da espécie

Antes do início do projeto, em uma das comunidades do rio Juruá, a população de pirarucus beirava os 50 indivíduos. Atualmente já são mais de 4 mil.

E não é só. Outras espécies, como manatis, tartarugas e jacarés também estão sendo beneficiadas.

Este ano, o júri do Rolex Award for Enterprise escolheu os ganhadores entre quase 1 mil candidatos, de 111 países. Os cinco vencedores são cientistas que trabalham com meio ambiente, saúde e tecnologia e receberão investimento para seus trabalhos.
biologo3Foto:Reprodução/João Vitor, segurando o pirarucu, um gigante amazônico

No ano passado, o biólogo, nascido em Piedade, no interior de São Paulo, também venceu a 29ª edição do Prêmio Jovem Cientista, na categoria Mestre e Doutor.

Agora ele sonha em implementar seu projeto em outras 60 comunidades, localizadas em mais de 2 mil km do rio Juruá.

https://youtu.be/zpfr2OKzyro

Fotos: divulgação ©Rolex / Marc Latzel

Por:Suzana Camargo

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Estudo indica prejuízo de R$ 118 bilhões ao Brasil com a privatização de terras na Amazônia

(Foto:Divulgação – Imazon) –

O artigo aponta o avanço do desmatamento e perdas de bilhões de reais para os cofres públicos pela prática de cobrar abaixo do preço de mercado pelo hectare de médias e grandes posseiros que se apropriaram de áreas públicas
No estudo, os pesquisadores ampliaram a análise para todas as áreas que o governo pretende destinar para a futura privatização de posses irregulares (regularização fundiária) na Amazônia, abrangendo ao todo 27,8 milhões de hectares na Amazônia. (Divulgação – Imazon)

A sociedade brasileira poderá custear subsídios na ordem de R$ 118 bilhões (7% do PIB brasileiro) na venda de médias e grandes propriedades ilegalmente instaladas em áreas públicas na Amazônia, que podem levar a um avanço de 16 mil km² de desmatamento.

Essa é a estimativa do estudo “Stimulus for land grabbing and deforestation in the Brazilian Amazon” (Estímulo à grilagem e desmatamento na Amazônia Brasileira), que o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) publicou recentemente na revista científica Environmental Research Letters.

Prejuízo

O prejuízo financeiro ocorreria pela venda de terras abaixo do preço de mercado. Essa análise é uma expansão de uma nota técnica publicada em 2017 pelo Imazon e que foi usada como parte dos argumentos para questionar a constitucionalidade da nova lei em duas ações no Supremo Tribunal Federal (STF). Essas regras foram aprovadas pelo Congresso Nacional após a conversão da Medida Provisória 759/2016, conhecida como MP da Grilagem.

No novo estudo, os pesquisadores ampliaram a análise para todas as áreas que o governo pretende destinar para a futura privatização de posses irregulares (regularização fundiária) na Amazônia, abrangendo ao todo 27,8 milhões de hectares na Amazônia.

Esse total inclui 8,6 milhões de hectares que já estão em processo de receber título de terra pelo governo federal e uma área de 19,2 milhões de hectares que o governo federal indicou para futuros processos de regularização fundiária. Os dados das terras públicas para o estudo foram obtidos por meio da Lei de Acesso a Informações Públicas.

Riscos da expansão do desmatamento até 2027

Os pesquisadores também avaliaram os riscos da expansão do desmatamento até 2027 para a área de 19,2 milhões de hectares alocada para futura regularização. Se toda essa área for privatizada, é provável que ocorra a expansão da fronteira agropecuária, que é um dos grandes impulsionadores de desmatamento na região.

A pesquisa estimou o risco de aumento do desmatamento de até 1,6 milhão de hectares. A queimada para limpar esta área resultaria em emissões de até 6,5 megatoneladas de CO2, contribuindo para o aquecimento do planeta. Isso equivale a 15 anos de emissões do setor de energia no Brasil.

O que dizem os autores do estudo

De acordo com a pesquisadora associada do Imazon e primeira autora do artigo científico, Brenda Brito, a expectativa de lucro com a posterior venda dessas áreas tituladas a preços irrisórios representa um estímulo a novas invasões de terra pública e grilagem na Amazônia, “que é o roubo do patrimônio de todos os brasileiros”, pontuou.

“A sociedade brasileira não deve ser obrigada a subsidiar posseiros ilegais em terras públicas e ainda perder com a destruição das florestas, mas nossa análise indica que esse será o resultado dessa lei se a decisão de alocar toda essa área para privatização não for alterada”, acrescentou Brito.

O pesquisador associado do Imazon Paulo Barreto, que é um dos coautores do estudo, alerta que ao beneficiar grileiros que podem comprar terras abaixo do preço do mercado, o poder público desestimula o investimento para melhorar a produtividade das terras já desmatadas que são subutilizadas.

“Em 2014, havia na Amazônia cerca de 12 milhões de hectares de pastos sujos. Quando o governo não coíbe a grilagem ou vende a terra barata, fica mais barato desmatar terra pública do que investir para recuperar pastos degradados”, ponderou.

Recomendações

Os autores recomendam que o governo paralise a venda de terras públicas na Amazônia e submeta a uma revisão de cientistas e de organizações da sociedade civil e dos órgãos supervisores (como o TCU e MPF) a decisão de alocar a área de 19,2 milhões de hectares para privatização.

“Por lei existem demandas prioritárias nessas áreas, que impedem a sua privatização, como o reconhecimento de territórios indígenas, de comunidades tradicionais, de conservação e até de manejo florestal sustentável via concessões”, afimrou Brenda Brito.

Exemplo disso é que o estudo chama atenção para um milhão de hectares identificados como de interesse parcial para a Funai que foram incluídos nas áreas para privatização futura. “A inclusão nas áreas para privatização de locais que podem ter demandas para terras indígenas reforça a necessidade de paralisar a emissão de títulos privados nessas áreas e revisar a destinação dessas terras públicas”, alertou Brito.
Por:João Thiago Dias / Com informações do Imazon

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Raro e ameaçado de extinção, filhote de onça preta é encontrado perdido por morador em MT

Filhote de onça pintada é macho e está desnutrido — Foto: Sema-MT/Assessoria

Animal tem melanismo que ocasiona coloração preta na pele e ‘esconde’ pintas.
Um filhote de onça-pintada melânica foi resgatado, na quinta-feira (13), no município de Paranaíta, a 849 km de Cuiabá. De acordo com a equipe da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema), que fez o resgate, o animal de cerca de três meses é macho, estava sem a mãe e muito debilitado.

O animal também é conhecido como onça preta ou pantera negra. A aparição da pantera negra é motivo de celebração para os biólogos de todo o Brasil. Segundo os pesquisadores, a espécie está ameaçada de extinção.

A onça tem melanismo, que é uma alteração genética rara. A concentração de pigmento preto na pele ‘esconde’ as pintas comuns nesta espécie.

O animal foi encontrado em uma região de pastagem por um morador da região. Ele chegou a ficar com o filhote por uma semana, mas percebendo que ele estava muito debilitado, decidiu pedir apoio à Sema.

Filhote foi encaminhado para hospital veterinário e passará por tratamento antes de ser solto novamente. — Foto: Sema-MT/Assessoria
Filhote foi encaminhado para hospital veterinário e passará por tratamento antes de ser solto novamente. — Foto: Sema-MT/Assessoria

Em razão da desnutrição, o animal foi encaminhado para o Hospital Veterinário da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) de Sinop, a 503 km de Cuiabá.

Foram feitos alguns exames de sangue, clínico e morfobiometria. Os primeiros resultados apresentaram desidratação e desequilíbrio nutricional, além de uma baixa visão.

A ‘cegueira’ seria consequência do quadro nutricional, segundo a professora Elaine Conceição, responsável pelo setor de atendimento de animais silvestres do hospital.

Agora, ela vai receber medicação para reposição de vitaminas e, se melhorar, posteriormente será preparada para voltar à natureza.

Por G1MT

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