Sinusite deixa homem com cabeça gigante e sem poder trabalhar
Romulo foi diagnosticado pelos médicos com um quadro grave de sinusite | Reprodução
Quem tem crise de sinusite sabe que o incomodo chega a ser grande, algumas vezes. Mas no caso de Romulo Pilapil, um filipino de 56 anos, esse tipo de inflamação tornou sua vida um pesadelo.
Sofrendo de um quadro de sinusite definido como grave pelos médicos, o inchaço causado pela inflamação fez sua cabeça ficar quatro vezes maior que o tamanho normal.
Romulo conta que começou a sentir os sintomas há três anos. Eram coceira nos olhos, nariz vermelho, entre outros. Apesar de receber medicações, ele não viu a situação melhorar. Sua última visita a um posto de saúde foi há cerca de um ano, pois ele não tem dinheiro para continuar o tratamento.
De acordo com informações do jornal britânico Metro, um profissional da saúde de Ornoc, onde Romulo mora, sugeriu que ele fosse se tratar na capital do país, Manila, mas isso seria mais caro ainda.
Agora, ele segue em agonia, sem poder enxergar e exercer sua profissão de carpinteiro. A mulher e os três filhos de Romulo estão tendo que trabalhar para garantir que o pai da família tenha algum sustento.
Ainda que o diagnóstico médico seja de sinusite, Romulo nunca mais fez outros exames para entender a situação, de fato.
Autor: Thomás de Souza/(Com informações de Metrópoles)
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: WWW.folhadoprogresso.com.br E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br e/ou e-mail: adeciopiran_12345@hotmail.com
Fraude de azeite está mais aprimorada e utiliza óleos de origem desconhecida, diz governo
Ministério da Agricultura prepara para novembro uma lista dos azeites proibidos para comercialização — Foto: Reprodução/TV Vanguarda
Ministério da Agricultura diz que ficou mais difícil responsabilizar quem adultera o produto. Veja dicas de como evitar e denunciar falsificação.
A fraude de azeites no Brasil está mais especializada, com empresas utilizando óleos de origem desconhecida, o que pode ser um risco para o consumidor, alertam fiscais do Ministério da Agricultura.
Além disso, fábricas clandestinas dificultam a punição dos falsificadores. Assim, o governo também tem lançado mão da “punição solidária”, multando as lojas que vendem esses produtos adulterados. Foram pelo menos 30 em 1 ano.
5 maneiras de saber se o azeite não é uma fraude
No início deste mês, o governo retirou de circulação do Brasil 6 marcas que adulteraram o produto, a última vez que isso tinha ocorrido em escala nacional foi em 2017.
A identificação das empresas responsáveis pela falsificação foi possível por causa de uma operação policial em São Paulo que fechou fábricas clandestinas de azeite, quase 1 mês antes.
Os auditores contam que, antes das fábricas clandestinas, era mais simples descobrir os falsificadores porque as empresas tinham CNPJ e endereços registrados.
“As empresas perceberam onde foram pegas e aprimoraram a fraude”, explica o coordenador de qualidade vegetal do ministério, Hugo Caruso.
“A fraude ficou criminosa. As empresas e importadoras estão em nomes de laranjas e os registros são falsos. Desta forma, a nossa estratégia agora é atuar com as polícias e responsabilizar solidariamente o supermercado que vende o produto fraudado”, diz o fiscal agropecuário Cid Rozo.
Ao responsabilizar o comércio que vendeu o produto ilegal, os fiscais do governo irão destruir o produto falsificado, multar o estabelecimento e denunciá-lo ao Ministério Público.
O valor máximo da punição federal é de R$ 500 mil, dependendo do tipo de infração, a quantidade flagrada e o valor comercial do azeite. O comércio também pode sofrer punições por crimes ao consumidor, com multas ainda maiores (veja mais abaixo).
Os consumidores que desconfiam de uma marca de azeite podem fazer uma denúncia ao Ministério da Agricultura por meio do telefone 0800 704 1995.
O que é um azeite fraudado?
Segundo o Ministério da Agricultura, é considerado azeite de oliva “o produto obtido somente do fruto da oliveira, excluído todo e qualquer óleo obtido pelo uso de solvente, ou pela mistura com outros óleos, independentemente de suas proporções”. Ou seja, o uso de qualquer outro produto no azeite já se torna uma fraude.
“O que predominava eram empresas que importavam óleo lampante [impróprio para consumo, feito de olivas mofadas]. Eles misturavam, em média, de 5 a 10% de lampante com óleo de soja e vendiam como azeite”, conta Rozo.
“Agora, surgiram as fábricas clandestinas e sabe-se lá o que elas usam [no azeite falso]”, prossegue Cid Rozo.
A mudança no tipo fraude começou a ser percebida após 2017, quando uma operação conseguiu mapear empresas e importadoras envolvidas na adulteração do produto.
A Oliva, associação que representa o setor do azeite, afirma que o produto é um dos mais falsificados do mundo e que a forma de adulteração foi evoluindo com o aumento do rigor na fiscalização.
“As marcas que faziam fraude reportavam que era um produto brasileiro e agora reportam para empresas do exterior, já que sabem que o azeite é, em grande parte, importado”, afirma a presidente da Oliva, Rita Bassi.
Como é o teste para descobrir se o azeite é fraudado
Para descobrir se o azeite é falso ou não, o Ministério da Agricultura conta com um aparelho de infravermelho portátil que consegue fazer uma análise preliminar do produto dentro do supermercado.
Equipamento permite análise rápida sobre os azeites que estão sendo vendidos no supermercado — Foto: Ministério da Agricultura
Se a máquina indicar um possível desvio, a amostra é enviada para um dos dois laboratórios do governo, localizados em Goiás e Rio Grande do Sul. O teste envolve reagentes químicos, aparelhos de fotometria, cromatografia e espectrometria.
Nesta avaliação, são verificados todos os critérios que determinam um azeite.
Caso a análise de laboratório mostre que houve adulteração, o importador (em caso de produtos vindos do exterior) ou o responsável por embalar o produto no Brasil podem ser multados. Se os fiscais não encontrarem a empresa, o estabelecimento comercial que vendeu o produto é autuado.
Quando o produto é retirado do mercado
Para que o produto seja retirado do mercado, a investigação precisa comprovar que a fraude é contínua e envolve mais de um lote do produto. O ministério mobiliza fiscais de todo o país para que localizem o azeite suspeito em supermercados e os levem para análise.
Caso todas as amostras demonstrarem que houve falsificação, a comercialização da marca fica proibida.
Se nem todas as unidades do produto apontarem para uma fraude, a importadora ou embaladora do azeite deve retirar o lote com problema das lojas, fazendo um recall.
Comprei um azeite fraudado. O que eu faço?
Se o consumidor comprou um azeite que foi retirado de circulação pelo Ministério da Agricultura, ele pode pedir o reembolso diretamente para o estabelecimento onde fez a compra, apresentando nota fiscal e o produto sem violação.
O diretor de fiscalização do Procon-SP, Carlos César Marera, explica que, se a loja ou mercado negar a restituição, a instituição pode ser acionada para intermediar a devolução do dinheiro.
A reclamação em São Paulo pode ser feita no site da fundação. Já em outros estados, a recomendação é que procurem o Procon da região ou utilize o site consumidor.gov.br.
“Se os mercados ainda estiverem vendendo, estarão agindo contra a lei. Com a denúncia do consumidor, nós vamos averiguar e o local pode ser multado”, diz Marera.
No caso do estado de São Paulo, a multa para quem vender um azeite proibido pode variar entre R$ 665,42 a R$ 9,96 milhões, dependendo da receita do comércio.
O Procon pede que os consumidores façam denúncias sobre estabelecimentos que estejam vendendo o produto proibido.
Como evitar um azeite adulterado
Segundo Caruso, do Ministério da Agricultura, ajudar o consumidor a evitar uma fraude é o grande desafio do momento. Mas, a pedido do G1, ministério e produtores deram algumas dicas para evitar comprar um azeite fraudado.
Preços: a dica principal, de acordo com eles, é verificar os preços. Azeites com valores menores que a média são um sinal de alerta para o consumidor.
Marcas conhecidas: a associação Oliva recomenda que, para quem não tem tanto conhecimento sobre o produto, procure por marcas já conhecidas e que opte por garrafas com vidro escuro, já que esse tipo de embalagem protege melhor as propriedades do azeite.
Análises de paladar e olfato: essa técnica pode ter pouca efetividade, pois, dependendo do óleo misturado, fica impossível atestar que o que está na garrafa é 100% azeite. Outro entrave é que o consumidor precisa ter um paladar muito apurado.
“É possível detectar pelo paladar um gosto rançoso, que remete a falta de higiene ou armazenagem inadequada, mas esse é um método que ainda está começando no Brasil”, explica Rita.
Para ajudar o consumidor, o Ministério da Agricultura está preparando para novembro deste ano uma lista das marcas de azeite que foram retiradas do mercado.
Por Rikardy Tooge, G1 — São Paulo
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: WWW.folhadoprogresso.com.br E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br e/ou e-mail: adeciopiran_12345@hotmail.com
Estudo aponta aumento de câncer em população de 20 a 49 anos
O trabalho foi apresentado nesta quarta-feira (17), durante o Fórum Big Data em Oncologia, que ocorreu no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. O encontro foi organizado pelo Movimento Todos Juntos Contra o Câncer (TJCC).
De acordo com o estudo, houve aumento ainda na mortalidade por alguns tipos da doença. O maior percentual foi de câncer no corpo do útero, que subiu 4,2% por ano; seguido por cólon e reto com 3,2%, mama 2,5%, cavidade oral 1,2% e colo de útero 1%.
A líder do TJCC e presidente da Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale), Merula Steagall, disse que após pesquisas da Sociedade Americana de Câncer, divulgadas em fevereiro, nos Estados Unidos, identificando a ligação entre obesidade e o aumento nos casos de câncer em indivíduos mais jovens, especialistas do Observatório de Oncologia, que pertence ao TJCC, se dedicaram ao estudo para verificar o que ocorria no Brasil e analisaram dados gerados no setor de Saúde. Foram analisados dados do DATASUS e do Inca.
O resultado, além de um alerta, vai servir para indicar tipos de políticas que podem ser adotadas pelos gestores e impedir que a tendência tenha um crescimento maior.
“Os que aumentaram na incidência e na mortalidade eram cânceres relacionados ao tipo de vida. A gente está pressupondo que álcool, tabaco, alimentação não saudável e falta de prática de exercício podem estar refletindo no aumento de incidência”, detalhou Merula Steagall.
A pesquisadora ainda diz acreditar que o aumento da mortalidade se deu porque as pessoas procuram o tratamento em estágio avançado da doença. ”Como se espera que o câncer é uma doença depois dos 50 anos mais predominantemente, porque as células estão mais envelhecidas e começa uma produção irregular que acarreta no câncer, a pessoa entre 20 e 50 não está atenta para isso. O sistema não facilita o fluxo para ir rápido para um diagnóstico”.
No encontro, os especialistas destacaram dois fatores que contribuem para esses números: a falta de acesso a informações e aos tratamentos. “Esse fator da demora de acesso a um especialista e a um centro adequado também acarreta na mortalidade e a pessoa perde o controle da doença”, contou.
Merula acrescentou que em termos de tecnologia, nesses 20 anos, houve avanços, então, para o especialista é triste verificar que o progresso científico não teve impacto na vida das pessoas. “Não teve resultado para muitos tipos de cânceres. Dos 19 analisados, 10 aumentaram a mortalidade”, observou, destacando a importância da mídia no alerta e na divulgação da vida saudável.
“Você tem que planejar a sua terceira idade enquanto é jovem. Só que as pessoas jovens acham que a mortalidade para elas está distante. Falo isso como uma pessoa com doença genética e como a morte estava sempre próxima sempre me cuidei, me tratei, procurei fazer esportes e tive alimentação saudável. É importante alertar porque precisamos planejar o nosso envelhecimento.”
A médica mastologista, Alice Francisco, teve uma experiência própria com diagnóstico precoce. Ao fazer um exame de rotina para verificar um histórico familiar de hipotireoidismo ficou constatado, mesmo sem ter sintomas, que tinha câncer na tireóide. A avaliação foi há 12 anos, o tratamento foi feito, o tumor sumiu, mas dois anos depois voltou. “Precisei fazer novamente o tratamento. Foi uma coisa bem inesperada para a situação do meu diagnóstico naquele momento”, revelou.
Alice completou que foi muito importante ter o diagnóstico precoce e que pôde ver o quanto é relevante o impacto nos resultados dos tratamentos. A médica reforçou a necessidade de ter bons hábitos alimentares e físicos. “Para mim, isso foi muito importante e adaptar ao meu dia a dia. Hoje eu repercuto muito isso como profissional de saúde e estudo tudo. Uma das minhas linhas de estudo é a atividade física, então, mudou muito a minha forma de ser profissional depois de ter passado por isso”, indicou.
Segundo a presidente da Abrale, o objetivo da entidade é trabalhar junto com o Ministério da Saúde para a definição, entre outras medidas, de maior divulgação de informações sobre o que é a doença, como pode ser diagnosticada e quais são os fatores de risco.
No encontro, foi apontada a diferença de acesso das informações e à disponibilidade de tratamento entre as regiões do país, com maior dificuldade no Norte, no Nordeste e no Centro-Oeste. O diretor do Departamento de Informática do SUS (DATASUS/SE/MS), Jacson de Barros, que participou dos debates, reconheceu que é preciso qualificar mais as equipes de atendimento, que podem apresentar um diagnóstico precoce, facilitar o tratamento e em muitos casos evitar a morte do paciente. Para ele, isso pode também reduzir as sub-notificações. “A gente quer mudar a forma de disponibilizar os dados do DATASUS para que todo mundo consiga além do acesso, poder fazer estudos longitudinais, acompanhar o desfecho. A ideia é aprimorar todo esse sistema”, disse.
O diretor afirmou que falta infraestrutura para permitir o registro adequado da informação. Um estudo do ano passado dos hospitais que têm mais de 50 leitos mostra que mais da metade não tem prontuário eletrônico, ou seja, faz o básico quando o paciente entrou, se precisou ficar internado e quantos dias permaneceu na unidade, mas não é feita uma análise clínica. “Mesmo assim, com as informações que a gente tem ainda dá para sair muito suco de laranja, mesmo não tendo as informações clínicas”, afirmou.
Para resolver o problema das regiões onde há carência de acesso à informação, ao diagnóstico e ao tratamento, o diretor disse que o Ministério da Saúde está fazendo um mapeamento para adequar o primeiro atendimento a fazer o registro adequado. “Será um mapeamento baseado na classificação do IBGE, e para cada região vamos subsidiar soluções para investimento de infraestrutura na ponta e para melhor atender e registrar”, disse.
por Notícias Ao Minuto/Lifestyle Brasil Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: WWW.folhadoprogresso.com.br E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br e/ou e-mail: adeciopiran_12345@hotmail.com
Sucuri de cerca de 6 metros atravessa rodovia e para tráfego na BR-364 em MT
(Foto:Reprodução)-Animal atravessou trecho da rodovia na saída de Cuiabá, com sentido a Rondonópolis. Tráfego foi interditado para travessia do réptil, que mede cerca de 6 metros.
Uma sucuri de aproximadamente 6 metros interrompeu o tráfego na BR-364 na saída de Cuiabá com sentido a Rondonópolis, a 218 km da capital, ao atravessar a pista, no domingo (14). O flagrante foi feito por motoristas que acompanharam a travessia do animal.
Ao ser acionada, a Rota do Oeste — concessionária que administra o trecho da rodovia –, auxiliou na sinalização para que a cobra cruzasse a rodovia em segurança.
Um vídeo, que viralizou nas redes sociais, um motorista fica impressionado com o tamanho do animal.
“Essa criancinha está atravessando aqui agora. Olha o tamanho do brinquedo. Aqui é Mato Grosso, onde a sucuri para o trânsito para atravessar a avenida”, brincou um motorista.
Após a travessia do animal, o tráfego voltou a fluir normalmente.
Por G1 MT
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: WWW.folhadoprogresso.com.br E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br e/ou e-mail: adeciopiran_12345@hotmail.com
Tomar mais de 3 xícaras de café por dia eleva em 4 vezes o risco de pressão alta
A União Europeia taxa atualmente o café solúvel brasileiro em 9% (Foto:Marcelo Camargo/Arquivo/Agência Brasil)
Ingerir até três doses, no entanto, traz benefícios e ajuda a evitar doenças cardiovasculares
Qual a quantidade de café que pode ser tomada por dia por quem tem predisposição a ter pressão alta e que não vai ser prejudicial? Uma pesquisa realizada pela Universidade de São Paulo (USP) com 533 pessoas da cidade de São Paulo apontou que mais de três xícaras, das de 50 ml, podem aumentar em até quatro vezes a possibilidade de o problema se manifestar. Tomar até três xícaras, no entanto, traz benefícios e ajuda a evitar doenças cardiovasculares.
Pós-doutoranda no Departamento de Nutrição da Faculdade de Saúde Pública da USP (FSP-USP), a nutricionista Andreia Machado Miranda, principal autora do estudo, disse que os hábitos do indivíduo e a predisposição genética, isoladamente, já são fatores de risco conhecidos para a pressão arterial, mas ela e a equipe de pesquisadores se debruçaram nos impactos do consumo excessivo de café por pessoas saudáveis, mas com predisposição genética a ter hipertensão.
Para isso, utilizaram como base o Inquérito de Saúde do Município de São Paulo (ISA-Capital 2008), que foi realizado com 3 mil pessoas. “É um estudo muito completo com dados de estilo de vida, coleta de sangue e de DNA, informações bioquímicas e aferição da pressão arterial. Definimos como pressão arterial normal valores abaixo de 140 por 90 milímetros de mercúrio (mmHg). Acima disso, era considerado pressão alta”, explica a pesquisadora.
O grupo desenvolveu escores genéticos de risco e analisou o consumo de café dos participantes (menos de uma xícara, entre uma e três xícaras, e mais de três xícaras), além da pressão arterial deles.
“O consumo médio foi de duas xícaras e meia de café por dia. Nenhum dos participantes relatou o consumo de café descafeinado e quatro indivíduos falaram que consomem café expresso. O café é complexo. Ele é constituído por mais de 2 mil compostos químicos, entre eles, a cafeína, que aumenta os níveis da pressão arterial.”
A pesquisa mostrou que o grupo que tinha a pontuação mais elevada no escore genético e que bebia mais de três xícaras de café, a possibilidade de ter pressão alta era quatro vezes maior do que de quem não tinha a predisposição.
“Como a maior parte da população não sabe se tem a predisposição, porque são dados de exames que não são habitualmente feitos, a pesquisa pode ajudar toda a população a saber qual o consumo adequado que deve ser feito de café”, diz Andreia, que já realizou estudos sobre os efeitos do consumo da bebida.
Efeito protetor
“Em todos os nossos estudos, constatamos o efeito protetor para a parte cardiovascular. O café é rico em polifenóis, compostos bioativos que têm ação no organismo e só existem nos alimentos de origem vegetal. O organismo não produz. Diversos estudos têm mostrado uma contribuição na redução de doenças crônicas, como a cardiovascular. Por causa do poder antioxidante, melhora a vasodilatação e permite que a pressão arterial não aumente.”
Outro estudo realizado por Andreia apontou que o consumo de uma a três xícaras por dia traz benefícios para a saúde cardiovascular, como a regulação de um aminoácido chamado homocisteína, que está relacionado com episódios de enfarte e acidente vascular cerebral (AVC).
A pesquisa, apoiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), foi publicada na revista Clinical Nutrition.
O próximo passo do estudo é verificar o impacto do consumo de café em pacientes que já têm doenças cardiovasculares. “Agora, vamos identificar os efeitos nos pacientes que já sofreram um episódio de enfarte agudo do miocárdio ou angina instável e qual vai ser o impacto na sobrevida desses pacientes”, disse.
A previsão é de analisar, no período de quatro anos, dados de 1 085 pacientes atendidos no Hospital Universitário da USP.
Fonte:Agência Estado
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: WWW.folhadoprogresso.com.br E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br e/ou e-mail: adeciopiran_12345@hotmail.com
Publicação Nº 0184/2019- Construtora Jurema selecionando CURRÍCULO Lei do Aprendiz
CONSTRUTORA JUREMA LTDA, pessoa jurídica de direito privado, inscrita sob CNPJ nº 05.802.590/000.1-90, em cumprimento à Lei do Aprendiz de n° 10.097 de 2000, que promove a integração de adolescentes e jovens entre 14 e 24 anos no mercado de trabalho, vem por meio deste informar aos interessados, que a empresa está selecionando CURRÍCULO, os mesmos deverão ser enviados ao Setor Pessoal através do email: setorpessoal@construtorajurema.com.br.
Publicado Dia 17 de Julho de 2019 ás 11:03:47, por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: WWW.folhadoprogresso.com.br E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br e/ou e-mail: adeciopiran_12345@hotmail.com
Vídeo mostra barcos afundando em festival de pesca de Cáceres
O Festival Internacional de Pesca esportiva (Fipe), em Cáceres (205 km de Cuiabá) quase teve uma tragédia na manhã deste domingo (14), quando dois barcos, que tiveram problemas na largada da competição, afundaram.(Foto:Reprodução)_
Por sorte, a equipe organizadora do evento agiu rápido e conseguiu dar atendimento aos competidores, com isso, ninguém se feriu.
Um vídeo feito por um espectador mostra o momento em que a largada da competição é realizada e na sequência o incidente envolvendo as duas embarcações. O fato aconteceu na praia do Daveron.
O coordenador das competições de pesca, Claudionor Duarte, disse que o fato é muito comum nos festivais, e segundo ele, ocorre quando os participantes não têm experiência com o barco, já que há formação de ondas em decorrência da quantidade de embarcações que saem ao mesmo tempo.
Ao todo, na competição de pesca embarcada com motor, 269 equipes participaram, sendo um recorde este ano para a categoria.
Por:MATO GROSSO MAIS Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.
https://youtu.be/9tgEzPteT7A
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: WWW.folhadoprogresso.com.br E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br e/ou e-mail: adeciopiran_12345@hotmail.com
Relator dá parecer favorável à criação da Estrada-Parque Caminho do Colono no Parque Nacional do Iguaçu (PR)
Serranópolis do Iguaçu (Foto:Reprodução) = Relator dá parecer favorável à criação da Estrada-Parque Caminho do Colono
O senador Elmano Férrer destaca que a criação de uma Estrada-Parque, no antigo leito da Estrada do Colono, poderia aumentar a proteção e a vigilância no interior do Parque
O senador Elmano Férrer (PODE-PI) apresentou, nesta quarta-feira (10), parecer favorável ao projeto de lei que cria a Estrada-Parque Caminho do Colono no Parque Nacional do Iguaçu (PNI). O parlamentar é o relator da matéria (PLC 61/2013) na Comissão de Serviços de Infraestrutura. O parecer segue agora para a votação na Comissão.
Em seu parecer, o senador Elmano destaca que a criação de uma Estrada-Parque, no antigo leito da Estrada do Colono, poderia aumentar a proteção e a vigilância no interior do Parque e diminuir o seu isolamento, uma vez que aumentaria o acesso de visitantes e de moradores da região às riquezas do Parque, estabelecendo um “grupo de defensores voluntários” dos recursos naturais. O senador destaca que atualmente é comum a presença de invasores, a exemplo de caçadores e palmiteiros, na região.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Outro ponto de destaque no relatório é a expansão das áreas abertas à visitação pública no PNI, já que atualmente o uso público se restringe à área das Cataratas do Iguaçu. “A reabertura da estrada harmoniza-se com a atual situação das áreas protegidas localizadas no país vizinho, a Argentina. O Parque Nacional Iguazú, área protegida da Argentina lindeira ao Parque Nacional do Iguaçu (ou seja, o lado argentino desse conjunto de áreas protegidas no entorno das Cataratas do Iguaçu), tem estradas pavimentadas no seu interior, que atualmente viabilizam o deslocamento dos visitantes brasileiros. A abertura da Estrada do Colono fomentaria o ecoturismo nessa região do Paraná”.
O relator destaca ainda os diversos requisitos para a criação e operação da Estrada-Parque, conforme as regras do projeto sobre horários de funcionamento, tipos de veículos – com vedação a veículos de carga -, estruturas para passagem de fauna, tipo de pavimentação, etc.
“No Brasil, um exemplo desse tipo foi recentemente implantado no estado de São Paulo: uma estrada-parque de 35 km que atravessa uma unidade de conservação de proteção integral, o Parque Estadual Carlos Botelho (PECB). Essa estrada objetiva assegurar a preservação ambiental e a sustentabilidade da região estimulando o desenvolvimento do ecoturismo responsável”, observou.
De autoria do então deputado federal Assis do Couto (PDT-PR), o projeto foi aprovado pela Câmara Federal em 2013 e, em função de um requerimento do então senador Roberto Requião (MDB-PR) ficou parado no Senado por cinco anos. No início de 2019, a matéria foi arquivada e o senador Álvaro Dias (PODE-PR) apresentou requerimento pedindo o seu desarquivamento e o projeto voltou a tramitar.
“Sempre existiu e existe uma esperança que esse assunto seja resolvido um dia. Para o bem do parque e para o bem da população. O movimento que a comunidade fez e continua fazendo é muito importante, o papel do senador Álvaro Dias também é importante e estou muito feliz pelo parecer do relator, um parecer bem fundamentado e que condiz com aquilo que a gente pensa e com o que a comunidade espera”, afirmou Assis do Couto.
E para os que são ideologicamente contra o projeto por entender que ele pode, de alguma forma trazer prejuízos ambientais ao PNI, Assis do Couto ressalta que o “o projeto é fundamentalmente ambiental e contraria o fundamentalismo ambiental que sempre prevaleceu sobre este assunto. É hora de olhar para frente, agora vai”.
No Senado, o PLC será apreciado pelas Comissões de Serviços de Infraestrutura (CI); de Meio Ambiente (CMA); e de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR), cabendo à última a decisão terminativa.
Fonte: CATVE Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: WWW.folhadoprogresso.com.br E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br e/ou e-mail: adeciopiran_12345@hotmail.com
Casal é flagrado nu ao atravessar rodovia em Bebedouro, SP
Casal é encontrado nu na Rodovia Brigadeiro Faria Lima (SP-326), em Bebedouro, SP — Foto: Redes Sociais
Homem e mulher foram resgatados por equipe de concessionária na Rodovia Brigadeiro Faria Lima (SP-326). Eles estavam desidratados, foram medicados em hospital, e liberados.
Um casal foi encontrado nu na manhã desta terça-feira (9) na Rodovia Brigadeiro Faria Lima (SP-326) em Bebedouro (SP).
A mulher, de 21 anos, e o homem, que não teve a idade revelada, foram resgatados por funcionários da concessionária Triângulo do Sol e levados ao Hospital Municipal Júlia Pinto Caldeira. Segundo a unidade de saúde, os dois estavam agitados e desidratados. Eles foram medicados e liberados em seguida.
Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o homem e a mulher sem roupas. Eles saem do meio do mato, atravessam a primeira pista e cruzam o canteiro central da rodovia. A cerca de dois quilômetros, no km 377, há uma base da Polícia Militar Rodoviária, mas os agentes não chegaram a ser acionados.
Ainda não se sabe por qual motivo os dois estavam sem roupa na rodovia.
Não houve registro da ocorrência na Polícia Civil.
Casal é encontrado nu na Rodovia Brigadeiro Faria Lima (SP-326), em Bebedouro, SP — Foto: Redes Sociais Casal é encontrado nu na Rodovia Brigadeiro Faria Lima (SP-326), em Bebedouro, SP — Foto: Redes Sociais
Por G1 Ribeirão Preto e Franca Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: WWW.folhadoprogresso.com.br E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br e/ou e-mail: adeciopiran_12345@hotmail.com
Proibida a venda de seis marcas de azeite de oliva no Brasil
Produto adulterado pode ser prejudicial à saúde | Foto: Paulo Nunes / CP Memória
Produtos estariam sendo adulterados em fábrica clandestina de São Paulo
Produto adulterado pode ser prejudicial à saúde
O Ministério da Agricultura proibiu, nesta segunda-feira, a comercialização de seis marcas de azeite de oliva. A decisão foi tomada após equipes de fiscalização encontrarem produtos fraudados ou impróprios para o consumo. As marcas vetadas foram: Oliveiras do Conde, Quinta Lusitana, Quinta D’Oro, Évora, Costanera e Olivais do Porto.
A fiscalização descobriu azeites com problema em Alagoas, Goiás, Mato Grosso, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Santa Catarina e São Paulo. Os itens estavam em redes de supermercados e pequenos estabelecimentos de comercialização de alimentos. A identificação resultou de uma operação da Polícia Civil de São Paulo, que encontrou uma fábrica clandestina que adulterava azeites, misturando óleos para colocar no mercado garrafas sem azeite de oliva. Essa prática é fraude ao consumidor e crime à saúde pública. Após essa operação, foram testadas 54 marcas do produto.
PUBLICIDADE
Os comerciantes, como redes de supermercado, terão de informar os estoques restantes. Caso se recusem a fornecer informações sobre a presença desses produtos, podem ser autuados. A empresa pega vendendo produtos das marcas objeto da proibição poderá ser denunciada ao Ministério Público Federal e responsabilizada criminalmente, bem como punida com multas de R$ 5 mil por ocorrência.
O Ministério da Agricultura alerta os consumidores a desconfiar de azeites muito baratos, pois há boas chances de adulteração.
Por:Agência Brasil
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: WWW.folhadoprogresso.com.br E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br e/ou e-mail: adeciopiran_12345@hotmail.com