Descaso – Hospital sem soro fisiológico

Já está faltando soro fisiológico no Hospital Municipal de Novo Progresso. A situação tende a piorar, segundo alerta enfermeiro!!

A falta de soro no hospital municipal chamou atenção para o descaso com atual administração daquele hospital como os munícipes.

O Alerta chegou até redação do Jornal Folha do progresso através de denuncia de usuário no WhatsApp do Jornal Folha do Progresso (93 98404-6835).

O hospital está sendo administrado pelo ex-vice-prefeito e ex- vereador  Eloido Bertollo.

Mensagens enviada ao Secretário sem resposta
Mensagens enviada ao Secretário sem resposta

Conforme relatos da denunciante ela teve que procurar o medicamento na farmácia, e o enfermeiro lhe repassou que a situação está para piorar, as última unidades de luvas estariam acabando no estoque.

O Jornal Folha do Progresso enviou a denuncia e a solicitação para o Secretario de Saúde “Eloido Bertollo”, o mesmo recebeu via whatsApp e não respondeu.

O Prefeito Ubiraci Soares (PSC)  respondeu ao Jornal Folha do Progresso que vai se iterar do assunto, para ele todos os recurso da saúde são repassados devidamente a secretaria e cabe ao secretário as providências da pasta.

Da Redação Jornal Folha do Progresso

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”

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Caçamba da prefeitura cai em ponte na Vicinal Progresso

O acidente com o caminhão caçamba VW/26.280 6×4 ocorreu no último sábado (17/06) no interior do município de Novo Progresso na vicinal Progresso, na ponte sobre o rio Bandeirantes a aproximadamente 15 Km da sede do município.
A redação do Jornal Folha do Progresso entrou em contato com o secretário de Obras Sr. José Lopes, o mesmo informou que no sábado o maquinário estava trabalhando no tapa buraco e patrolamento das ruas e as caçambas puxando as cargas de cascalho.
José Lopes disse que foi para sua casa almoçar e até então o maquinário e as caçambas estavam todos na garagem da secretaria, quando foi próximo as 12:00 horas chegou a noticia do caminhão caçamba caído na ponte do rio Bandeirantes.IMG-20170619-WA0123
Segundo o secretário o motorista “Donizette Monteiro Oliveira” foi levar uma carga de areia vicinal a dentro sem autorização da secretaria (para terceiros) , momento que ocorreu o acidente.

José Lopes disse a reportagem que por “Deus” não ocorreu nada com o motorista, que o mesmo já foi afastado  do  quadro de funcionários, nós trabalhamos com responsabilidade e este ocorrido foi um ato de irresponsabilidade do motorista, que jamais poderia ter acontecido –  ainda mais sem autorização da secretaria de Obras, relatou.
Fonte/Fotos: Redação Jornal Folha do Progresso – Fotos: WhatsAppIMG-20170619-WA0126
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Temer Veta MPps que reduziriam áreas de preservação ambiental

BRASÍLIA – Às vésperas de embarcar para agenda ambiental na Noruega, o presidente Michel Temer vetou duas Medidas Provisórias (MPs) que reduziriam áreas de preservação ambiental. Nesta segunda-feira, ele vetou integralmente a MP 756 e parcialmente a MP 758, e deve provocar o Congresso nos próximos dias a analisar novamente essas questões, também por meio de um projeto de lei com urgência.
Temer viajaria para Rússia e Noruega no fim da manhã desta segunda-feira, mas o embarque foi adiado para a tarde. Se não se manifestasse sobre essas MPs nesta segunda-feira, prazo limite, as sanções teriam de ser feitas por Rodrigo Maia, presidente da Câmara que assume o lugar de Temer nesta semana. As alterações devem ser publicadas no Diário Oficial nesta terça-feira.
A MP 756, vetada integralmente, flexibilizava os critérios de uso da Floresta Nacional (Flona) do Jamanxim, no Pará, transformando parte dela em Área de Proteção Ambiental (APA). A Flona seria reduzida de 1,3 milhão de hectares para 813 mil hectares.
Já a MP 758, vetada de modo parcial, previa a exclusão de cerca de 860 hectares do parque nacional para dar passagem à estrada de ferro Ferrogrão, próxima à BR-163. Temer deixou o texto mais parecido ao que fora enviado pelo Planalto para o Congresso, com 100 mil hectares a menos transformados em APA — portanto, 100 mil hectares a menos de flexibilização do uso dessa área.

FLONA NOVO MAPA QUE FOI VETADO- (Icmbio)
FLONA NOVO MAPA QUE FOI VETADO- (Icmbio)

O Ministério do Meio Ambiente e a Coalização Brasil Clima, Florestas e Agricultura, que representa mais de 150 entidades, haviam pedido os vetos integrais a essas matérias. Temer e o ministro da pasta, Sarney Filho, terão agenda ambiental na quinta-feira e sexta-feira em Oslo, na Noruega, que é a principal e primeira financiadora do Fundo da Amazônia, com aporte de R$ 2,8 bilhões desde 2009.
Na noite deste domingo, Sarney Filho declarou em vídeo que costurou com Temer o envio de um projeto de lei em regime de urgência sobre essas matérias. O ministro afirmou que havia grande possibilidade de “insegurança jurídica”.
O Ministério Público Federal (MPF) havia criticado a redução de áreas de preservação por Medidas Provisórias, com poucos debates. No começo do mês, uma campanha na internet encabeçada pelo MPF criticava o “retrocesso ambiental”, e teve participação de integrantes da força-tarefa da Operação Lava-Jato e de celebridades.
“A supressão dos espaços territoriais especialmente protegidos somente é permitida por meio de lei formal, sob pena de ofensa ao princípio da reserva legal”, escreveu o MPF em nota técnica.

Extra Online

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Contra MP 756/758-WWF protesta em Brasília contra medidas que reduzem limites de florestas

Com balão de ar quente, WWF protesta em Brasília contra medidas que reduzem limites de florestas

Um balão de ar quente de 30 metros de altura foi o protagonista de um protesto realizado pela ONG WWF Brasil na manhã deste domingo, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília.

A organização não governamental, uma das maiores na luta por questões ambientais, pede o veto de Michel Temer às medidas provisórias  756 e 758, que liberam uma área de cerca de 597 mil hectares na Amazônia para exploração.

Leia Também:Maior grileiro de terras da região do Jamanxim é o ICMBio

Com a mensagem “Pela Amazônia, VETA TUDO, Temer!”, os manifestantes ressaltaram que termina nesta segunda-feira o prazo para que o presidente vete as medidas. As principais áreas liberadas pelas MPs abrangem 86 mil hectares da Floresta Nacional do Floresta Nacional (Flona) do Jamanxim e mais de 101 mil hectares do Parque Nacional de Jamanxim, ambas unidades de conservação localizadas no oeste do estado do Pará.

Leia Também:Rede Globo usa quatro minutos do Jornal Nacional para detonar Novo Progresso

Na prática, o Parque do Jamanxim acabará. Em seu lugar, será criada a área de proteção ambiental (APA) Rio Branco. Ao fazer essa reclassificação, a área poderá ser usada para retirada de madeira, agropecuária e mineração, além de poder ser comprada e vendida por particulares.

A principal preocupação em mexer na classificação do Parque Nacional do Jamanxim era liberar áreas para a construção da ferrovia EF-170, a chamada Ferrogrão, que tem previsão de ser construída numa área paralela à rodovia BR-163, ligando o Mato Grosso ao porto de Itaituba, no rio Tapajós, no Pará.

Balão de ar quente da ONG WWF Brasil foi inflado na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, em protesto contra MPs 756 e 758 Foto: Marco Antônio Teixeira / WWF Brasil
Balão de ar quente da ONG WWF Brasil foi inflado na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, em protesto contra MPs 756 e 758 Foto: Marco Antônio Teixeira / WWF Brasil

Por G1
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Maior grileiro de terras da região do Jamanxim é o ICMBio

(Agente da repressão ambiental do Ibama destrói máquinas de uma serraria na Amazônia Foto: Felipe Werneck – /Ibama) –
No final do ano passado o presidente Michel Temer fez publicar a Medida Provisória 756/2016 recuando os limites da Floresta Nacional (Flona) do Jamanxim com o objetivo de retirar de dentro da Unidade de Conservação as 257 famílias de colonos que ocupam a região de Novo Progresso, no Pará, desde os anos 70. A mudança viria para tentar conciliar a ocupação antrópica estimulada pelo Governo na ocasião da construção da BR-163, que liga Cuiabá, no Mato Grosso, a Santarém, no Pará.

A região é palco constante de conflitos entre amazônidas e as forças do Ibama em decorrência das ocupações já existentes por ocasião da criação da Flona do Jamanxim em 2006. É também nessa região que fica a Reserva Garimpeira do Tapajós, reconhecida pela Portaria nº 882/1983 do Ministério de Minas e Energia, que estabeleceu uma região na qual foram assentados os garimpeiros retirados de outras regiões da Amazônia nos anos 80. O próprio Ministério do Meio Ambiente estima uma população entre 30 a 40 mil amazônidas envolvidas na região da Reserva Garimpeira.

O Ministério do ½ Ambiente confessa na exposição de motivos da Medida Provisória, que o acirramento dos conflitos envolvendo o Ibama e a população local, tanto na gestão das áreas protegidas, como na execução das ações de repressão, resultou em “uma escalada na violência contra agentes públicos, com o aumento de confrontos armados, emboscadas, e infelizmente mortes”. Ainda de acordo com a Exposição de Motivos a “crescente dimensão social” dessa guerra civil teria sido a principal razão para a redução da Flona do Jamaxim (Veja aqui a íntegra de exposição de motivos).

Até aí tudo bem. Ocorre que a Medida Provisória inventou a Área de Proteção Ambiental (APA) do Jamanxim. Uma nova Unidade de Conservação, que não apenas englobou a área retirada da Flona, mas ampliou a área de proteção em mais de 230 mil hectares envolvendo outras centenas de famílias de colonos até então fora da guerra civil com o Ibama.

De acordo com a Exposição de Motivos, a nova APA do Jamanxim, vai “recategorizar uma área com aproximadamente 304 mil ha, criando uma nova Área de Proteção Ambiental, que por sua vez será acrescida de uma nova área com aproximadamente 230 mil ha, ficando essa nova unidade de conservação com aproximadamente 534 mil ha.” Área de Proteção Ambiental do Jamanxim pegará toda a margem esquerda do Rio Jamanxim (linha branca), quase no limite da zona urbana da cidade de Novo Progresso.

Embora, o artigo 8º da Medida Provisória afirme que “as áreas rurais ocupadas e incidentes na Área de Proteção Ambiental do Jamanxim poderão ser regularizadas em conformidade com a Lei 11.952″, que criou o Terra Legal, os colonos que conseguirem os títulos de propriedade precisarão seguir o Plano de Manejo da Unidade ainda por ser elaborado e não poderão vender animais aos frigoríficos da região por força de acordo já assinados com a indústria.

O ato do Ministério do ½ Ambiente pegou pelo menos outros 373 propriedades cadastradas no CAR, além das 257 famílias já envolvidas na guerra civil com os agentes do Ibama por ocasião da criação da Flona em 2006.

A Flona do Jamanxim foi uma imposição do governo em troca da licença ambiental para o asfaltamento da BR-163 na época em que Marina Silva era ministra do meio ambiente. O Governo sabia que estava criando uma unidade de conservação em área onde já havia ocupação humana. Mas o ambientalismo marinista esperava conseguir expulsar as pessoas da floresta.

Desde a criação da Flona em 2006, os agentes do Ibama e das forças policias se abateram contra os homens e mulheres que tiveram as vidas violadas pelo ato de criação da unidade de proteção ambiental. Com multas, prisões e ameaças o braço armado do ambientalismo radical fez o que pode para expulsar sitiantes, fazendeiros e garimpeiros da região.

Leia Também:Ministro antecipa Veto das MPs 756/758/759 por Michel Temer;Assista o Vídeo

Mas houve resistência. O amazônida, como um tipo especial de sertanejo, é antes de tudo um forte. Os esforços do exército civil das ONGs ambientalistas nunca foram capazes de expulsar a todos.

A solução encontrada pelo Ministério do Meio Ambiente na gestão de Sarney Filho foi transformar a zona ocupada da Flona em Área de Proteção Ambiental para evitar os conflitos diretos com os amazônidas e matá-los lentamente por meio da asfixia econômica do plano de manejo da unidade. Não satisfeito, o Ministério resolveu ampliar a zona de asfixia incluindo no esquema centenas de famílias que antes estavam fora das unidades de conservação.

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No fim das contas foi o ICMBIo quem grilou as terras da região do Jamanxim ao criar as Unidades de Conservação sobre áreas já ocupadas pelo povo da Amazônia.

Tenho acompanhado as manifestações das ONGs e dos atores de Holywood pelo veto ao texto dado pelo Congresso Nacional à Medida Provisória nº 756. Os Deputados e Senadores alteraram o texto no sentido de proteger o povo da Amazônia. As ONGs e os atores de Holywood são contra, querem a proteção da floresta, mas nenhuma das manifestações que vi até agora faz qualquer referência à necessidade de proteção as pessoas.

Por Redação Jornal Folha do Progresso com Codigo Florestal

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Ministro antecipa Veto das MPs 756/758/759 por Michel Temer;Assista o Vídeo

Governo sede as pressões Ambientalistas e anuncia o veto das MPs 756/758/759-

Em meio a crise política instalada no País onde continua o impasse em torno da permanência de Michel Temer no Palácio do Planalto, o governo contraria os deputados federais e os senadores  e antecipa que vai vetar as   MPs 756/758/759; entre elas as que reduziam áreas de florestas e beneficiaram os produtores rurais de Novo Progresso e região.

A aprovação destas medidas foi duramente  criticada por ambientalistas (WWF,IMAZON,GREENPEACE), que acusam os congressistas  de aproveitar a fragilidade do governo para aprovar medidas que ampliarão o desmatamento e o risco de desastres ambientais em nossa região!

Para os Produtores rurais e moradores de Novo Progresso e região as propostas visam estimular a economia e desfazer equívocos dos últimos governos.

Três das iniciativas que serão vetadas foram aprovadas recentemente pelo congresso nacional  – são as Medidas Provisórias 756, 758 e 759.

As duas primeiras,  reduzem a Floresta Nacional do Jamanxim e o Parque Nacional do Jamanxim, no Pará, e o Parque Nacional de São Joaquim, em Santa Catarina.

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*Gisele Bündchen pede para Michel Temer vetar MP 756 e 758 que beneficia região de Novo Progresso

*MMA, ONGs ambientalistas e grande jornal se enfurecem com aprovação das MPs 756/758

A MP 759 entre outros pontos, a medida permite a comercialização de lotes de reforma agrária e amplia as categorias de propriedades rurais que podem ser regularizadas pelo programa Terra Legal.

A aprovação das três medidas gerou duras reações do Ministério do Meio Ambiente, de ONGs ambientalistas que investiram pesado na mídia Nacional para chamar atenção  detonando com à região  sudoeste do Pará, para eles é uma das regiões amazônicas mais afetadas pelo desmatamento ilegal nos últimos anos.

O Ministério do Meio Ambiente divulgou um vídeo junto com Senador Flexa Ribeiro (PSDB) antecipando sua vitoria com a resposta antecipado do Presidente  Temer que vai vetar as MPs 756 e 758. Para o MMA (Ministério de Meio Ambiente), as medidas representam “um retrocesso diante dos esforços do governo brasileiro para cumprir com os compromissos que assumiu sob o Acordo de Paris para combater o aquecimento global”.

Para os Ambientalistas  as MPs “prejudicarão os investimentos no país, afastando investidores e consumidores exigentes de sistemas produtivos sustentáveis”.

Bastidores

No decorrer da semana que antecede ao prazo para que o  Presidente Temer vete parcial ou integral ou assine as MPs, deputados, ministros e senadores  anunciaram que o Presidente assinaria as MPs sem veto; virou politicagem nas redes sociais -divulgaram áudio – incluindo o Senador Jader Barbalho (PMDB) seu filho Ministro Helder Barbalho (PMDB) e o deputado José Priante (PMDB), que anteciparam a vitória que viriam junto com o povo comemorar assinatura das MPs. Não passou de ânimos acirrados e politicagem antecipada, tudo foi água abaixo após um vídeo divulgado neste sábado (17) onde o Ministro Sarney Filho (PV), divulgou que as MPs serão vetadas.

“A Rede Globo com as ONGs Ambientalistas aproveitaram da  fragilidade de Temer e detonaram as medidas – tipo um absurdo proposto no atropelo, sem defesa, porque  sabiam que o governo não iria se insurgir contra as votações”. lamentável!!

“O Prazo final pra o Presidente Temer (PMDB) se posicionar sobre as MPs vence nesta segunda-feira (19)”.

Ministro Sarney  justifica o veto em segurança jurídica -Assista o Vídeo

https://youtu.be/anqlfSqIhn4

 

 

 

Da Redação Jornal Folha do Progresso

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Motorista que morreu em acidente de caminhonete era do Paraná

Motorista Leandro de Souza Silva
Motorista Leandro de Souza Silva

Veículo capotou na pista na manhã desta quinta-feira (15), quando seguiam para uma fazenda próxima a Novo Progresso.

O acidente foi registrado na rodovia BR-163 no perímetro urbano próximo ao DETRAN na saída da cidade de Novo Progresso sentido Mato Grosso. O motorista  da Camionete Hilux placa AQB-4800 da cidade de Cruzeiro do Oeste-PR , foi identificado como  “Leandro de Souza Silva” (Foto)  de 26 anos- morreu no local. Ele era recente morador em Novo Progresso e veio do estado do Paraná. O corpo de Leandro de Souza Silva foi transladado para cidade de  Faxinal daquele estado onde deve ser  sepultado nesta sexta-feira (16).

Leia Também:Grave acidente deixa um morto no perímetro urbano de Novo Progresso

Matheus Freitas
Matheus Freitas

O acidente aconteceu por volta das 06h20mn; na camionete estava o motorista Leandro de Souza Silva de 26 anos,   Matheus  Freitas e Junior Gomes. O Acidente acontece às 06h45mn da manhã desta quinta-feira (14), segundo acidente1informações os três seguiam para uma fazenda onde iriam marcar bovinos, a causa do acidente pode ter ocorrido a perca de controle da direção, o motorista morreu no local, marca de sangue ficou na rodovia, a camionete capotou varias vezes, os dois jovens sofreram escoriações pelo corpo.

O jovem Matheus Freitas perdeu o pai há pouco mais de um ano atrás ele é filho do Saudoso Rodrigo Freitas, que morreu imprensado em um caminhão boiadeiro em Novo progresso.

Eles postaram no Facebook e agradeceram apoio de amigos e por estarem vivos. Veja;

Postagem do Facebook
Postagem do Facebook

Redação Jornal Folha do Progresso

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Aconselhado pelo governador do Pará, Alckmin cancela viagem ao estado

“Governador paulista visitaria porto, estrada e projeto ferroviário destinado ao escoamento de grãos”

Geraldo Alcmin (PSDB) Já havia confirmado que visitaria o município de Novo Progresso!

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), o presidente do Instituto Teotônio Vilela, José Aníbal, e o deputado Arnaldo Jardim (PPS-SP) fariam uma viagem nesta sexta-feira (16) ao estado do Pará. Visitariam um porto, percorreriam trechos de uma estrada e conheceriam um projeto ferroviário para o escoamento de grãos – Ferrogrão – elaborado pela consultoria EDLP. Os planos, no entanto, foram abortados após o governador paraense, o também tucano Simão Jatene, aconselhar Alckmin a deixar a visita para depois. Jatene disse a Alckmin haver confusão com a concessionária do porto que seria visitado e conflitos agrários no entorno da BR-163.

Para políticos da região de Santarém, Pará, o que Jatene fez foi afastar Alckmin de um local em que o governador paraense coleciona adversários. Santarém é o epicentro de um movimento que pleiteia a criação de mais uma unidade federativa: o estado de Tapajós, que se separaria do Pará.

Alckmin tem visitado outros estados como parte do seu sonho de se candidatar ao Planalto em 2018.

Fonte: ÉPOCA.
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Rede Globo usa quatro minutos do Jornal Nacional para detonar Novo Progresso

Mídia tenta massacrar Novo Progresso  para pressionar Temer a vetar MP que diminui Unidades de Conservação na região.

Emissora, até então aliada dos ambientalistas, após um bom tempo ter se esquecido das mazelas do município, aparece nesta quinta-feira (15) detonando com o Município de Novo Progresso.

A Rede Globo, uma das principais aliadas dos ambientalistas, parece odiar Novo Progresso! “A medida se aprovada vai beneficiar “Ezequiel Castanha” o maior desmatador da Amazônia -Esqueceram do Povo!

Leia Também:MMA, ONGs ambientalistas e grande jornal se enfurecem com aprovação das MPs 756/758

Nesta sexta-feira (15) usou do seu programa de maior audiência em Rede Nacional para atingir o Prefeito da cidade e envolvê-lo em crimes ambientais ; o objetivo pressionar o governo Michel Temer a vetar as medidas provisórias 756/758/759 que reduzem áreas de conservação ambiental e aumenta o tamanho das áreas para legalização  na Amazônia de de 1.250 (mil duzentos e cinquenta) para 2,500 (dois mil e quinhentos hectares.

Com a noticia em forma de denúncias incluiu o prefeito Macarrão como  desmatador da “Flona Jamanxim” e ressuscitou o considerado maior desmatador da Amazônia Ezequiel Castanha.

A direção da Rede Globo resolveu dar grande destaque ao assunto na edição do Jornal Nacional desta quinta-feira (15), atitude no mínimo comum da emissora quando se trata de questões ambientais.

A Rede Globo é o forte aliado dos ambientalistas (ONGs), mais recente foi a Famosa Gisele Bicman que  pediu ao presidente para vetar as MPs, o Jornal Folha de São Paulo enviou correspondente para região e com o IBAMA focaram os garimpos e extração de madeira ilegal, maquinas queimadas foi o destaque  da reportagem.

Leia Também:Gisele Bündchen pede para Michel Temer vetar MP 756 e 758 que beneficia região de Novo Progresso

Por todos os lados vemos o tradicional esforço midiático para, diante da irrupção de fatos irracionais, aleatórios ou arbitrários, racionalizar ou dar algum sentido para o fato, muitas vez de forma atabalhoada, sem provas materiais usam de nomes das autoridades do município para forçar o presidente em vetar as MPs aprovadas pelos deputados e senadores.

Artistas , famosos  e ambientalistas  são mobilizados em cima da hora para tentar dar uma explicação lógica diante das câmeras. Quase sempre esses ambientalistas difamam sem conhecimento de causa, esquecem que em Novo Progresso vivem pessoas de bem que estão aqui porque o governo federal as trouxe e as abandonou, agora querem proibi-las de simplesmente gerar emprego e renda para o país (produzir). “VAMOS INTEGRAR A AMAZÔNIA PRA NÃO ENTREGAR AOS ESTRAGEIROS-1970”.

O Presidente Da República Michel Temer (PMDB) tem até segunda-feira 19 de junho para decidir sobre as Medidas Provisórias 756/758/759.

Veja o Vídeo

https://youtu.be/zy-MvfwZEBs

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Folha de São Paulo- Nota de Repudio dos Vereadores de Novo Progresso é noticia

Mudança no parque Jamanxim, no PA, abre caminho para garimpo
 Foto   Divulgação-     Parque do Jamanxim, que pode perder 12% de sua área

Proposta com o objetivo declarado de “organizar e regularizar o processo de ocupação”, a APA (Área de Proteção Ambiental) Rio Branco abre caminho para a mineração e o desmatamento em uma das florestas mais preservadas do Pará. Aprovada pelo Congresso, sua criação depende agora do aval do presidente Michel Temer (PMDB).

Com 101 mil hectares e localizada no município de Trairão (PA), a APA é um desmembramento do Parque Nacional do Jamanxim, no sudoeste do Pará, que corre o risco de perder 12% de sua área.

Na proposta original da Medida Provisória 758, o parque Jamanxim perderia 862 hectares da área original, por causa da construção da ferrovia Ferrogrão. Por outro lado, teria a área aumentada em 51 mil hectares, expansão derrubada pelo Congresso.

O argumento principal dos defensores da APA é que, ao permitir a ocupação humana e atividades como garimpo e pecuária, ela vai regularizar posseiros que já estão no local desde antes da criação do parque, em 2006.
No entanto o ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), responsável pela administração do parque, afirma que a área da APA está praticamente intacta e que não há posseiros vivendo nela.
Caso seja criada a APA, a diminuição no grau de proteção permitirá atividades de garimpo licenciadas pela prefeitura de Trairão, município de 18 mil habitantes que sobrevive principalmente da extração ilegal da madeira e do ouro.

Em janeiro, a prefeitura foi multada pelo ICMBio por emitir uma licença de lavra dentro da Floresta Nacional de Altamira, atribuição exclusiva de órgãos federais. O megagarimpo, para extração ilegal de cassiterita, é vizinho ao parque Jamanxim e tem cerca de 6 km de extensão.
JAMAXIM MPA
“A área é vítima de saqueio madeireiro e de uma nova onda de garimpos, nisso se resume sua ocupação. Com a APA, podemos esperar a área ser tomada por grileiros. Aos crimes ambientais que hoje acontecem se somará o desmatamento”, afirma o cientista social Mauricio Torres, coautor do livro “Dono é quem desmata: conexões entre grilagem e desmatamento no sudoeste paraense”.

“A APA não regulariza absolutamente nada. Ao contrário, reduz uma unidade de conservação criada onde não havia ocupação de colonos para abrigar grileiros e outras atividades ilegais, diz.

EXTRATIVISMO

Morador do distrito Três Bueiros, que pertence a Trairão, o gaúcho Salatiel Antonio da Silva é uma das cerca de 180 pessoas que reivindicam uma área dentro da APA Rio Branco, mas diz que só ficam durante alguns períodos no local por causa da fiscalização ambiental.

“Eles garimpam topázio um pouquinho meio escondido, extraem açaí, palmito, copaíba, castanha, pesca”, afirmou. “Aqui, ninguém está pedindo área para desmatar nem um hectare”, disse Silva.

“É difícil entender o pessoal do Ibama. Já me disseram que eu não tenho direito por não ter derrubado nada. Aí eu perguntei: ‘Você está me incentivando a derrubar?’. Aí outro derrubou, e aí falaram que não tinha direito e chamaram de criminoso. Quem é que entende esse povo?”.

Ele afirma que comprou o direito de posse de um lote dentro do atual parque, em 1997. Com a APA, pretende reivindicar cerca de 2.500 hectares, junto com seus três filhos, de idades entre 34 e 38 anos.

CRÍTICA À REPORTAGEM

Os vereadores Francisco Gomes de Sousa (PSC-PA) e Jovenil Vargas (PPS-PA) apresentaram na Câmara Municipal de Novo Progresso (PA) uma moção de repúdio à reportagem “Redução de área protegida no PA beneficia latifúndios e até prefeito, de Fabiano Maisonnave, publicada na segunda-feira (12) na Folha.

No texto, os vereadores afirmam que são inverídicas as afirmações de que a medida provisória 756 vai regularizar e beneficiar o desmatamento e que as terras públicas foram invadidas e griladas.

Segundo os vereadores, as alterações na MP têm como finalidade a justiça social e reparar o erro da criação de reserva florestal em área já ocupada há mais de 30 anos.

A reportagem da Folha afirma que um dos beneficiados com a MP 756, que reduz a proteção de 486 mil hectares da Flona Jamanxim (PA), seria Ubiraci Soares da Silva, o Macarrão, garimpeiro e prefeito de Novo Progresso (PA) pelo PSC.

Silva reivindica 963 hectares da área. Na última quinta-feira (8), sua área na Flona Jamanxim foi flagrada, por fiscais do Ibama, com desmatamento ilegal em andamento. O prefeito tem multas somadas de R$ 1,9 milhão por crimes ambientais.

FABIANO MAISONNAVE
ENVIADO ESPECIAL A SANTARÉM (PA)
Por FOLHA UOL E JORNAL FOLHA DO PROGRESSO com titulo

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