Ex-secretário de Meio Ambiente está desaparecido em Novo Progresso

O empresário “Valdeir de Paula Peres”  (Foto) foi visto pela última vez no sábado (10), ele saiu em sua camioneta e nunca mais foi visto, saiu por volta das 22:00 horas de sua residência. Valdeir trabalha com projetos e coleta de  resíduos ambientais, é Biólogo e foi secretário de Meio Ambiente na gestão do ex-prefeito Osvaldo Romanholi.

Os familiares do empresário registraram um B.O (Boletim de Ocorrência) na delegacia de policia Civil de Novo Progresso comunicando o desaparecimento de Valdeir Paula Peres.

Segundo a irmã de Valdeir, ele saiu no sábado em uma camioneta Toyota/Hilux de cor  preta, placa KAU 0432 e nunca mais foi visto, e não voltou para casa, ela publicou no facebook pedindo ajuda e deixou os telefones para quem souber do paradeiro informar: Fones (93) 98111 22911/ (62) 99636 3957

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Por Jornal Folha do Progresso

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”

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Excesso de chuvas atrapalha colheita de soja em Novo Progresso

A chuva tem comprometido algumas lavouras de soja na região de Novo Progresso.

“Produtor de Novo Progresso já perdeu 80 hectares com 60% de avariados”

“Cargas apresentam até 35% de umidade, quando o padrão esperado é de, no máximo, 14%, ; umidade compromete a qualidade da soja”.

Soja pronta para colheita com agua da chuva.
Soja pronta para colheita na lavoura  com agua da chuva.

Os produtores de Novo Progresso estão enfrentando sério problema nesta safra [2017/2018] com excesso de chuva impede que as máquinas façam a colheita dos grãos. Quando as chuvas cessam  as máquinas trabalham na lavoura, mas os grãos são colhidos úmidos, por isso, tem carga chegando aos armazéns com quase 40% de umidade, quando o padrão esperado é de, no máximo, 14%, informação repassada ao Jornal Folha do Progresso.

A reclamação é geral entre os produtores em Novo Progresso – “A gente nem espera mais  o sol sair. Nessa hora tem que medir o tamanho do prejuízo, ver o que vai deixar na lavoura apodrecer e quanto você vai conseguir salvar”, disse o  produtor João Piran.

 “O custo, neste momento, aumenta pra todo mundo.  Trinta por cento da carga é água, então, o custo do frete, naturalmente, fica 30% mais caro. ”, disse o gerente  Eliseu Andrade do secador que recebeu com mais de 30% em Novo Progresso.

Soja com 20%de avariados. (Foto- Eliseu Andrade)
Soja com 20%de avariados. (Foto- Eliseu Andrade)

É fácil de somar os prejuízos “Para um caminhão que carrega 48 mil quilos, dá algo em torno de 10 mil quilos de desconto. É bastante, quase 200 sacos para um caminhão que está levando de 700 a 800 sacos” ( calculo da redação).

A alta umidade nas lavouras causa transtornos no armazém que recebe os grãos. Com os grãos úmidos, o trabalho fica bem mais demorado.

A reportagem entrou em contato com secadores de Novo Progresso e Vila Isol; repassaram ao Jornal Folha do Progresso que  praticamente 100% das cargas estão chegando com índice acima do normal.

“Se o tempo estivesse bom e não chovendo, como está, a soja recebida teria de 14 a 15% de umidade. Hoje, a nossa media é de22%/ 25%. Já chegou cargas aqui com quase 40% de umidade”, informou administrador  do secador Eliseu Andrade de Novo Progresso.

A diferença é percebida até mesmo na hora em que os caminhões vão para o tombador. Os grãos não descem com facilidade por causa da alta umidade e acabam grudando, formando blocos. Com isso, é preciso esperar um pouco para que se desprendam. E, durante a secagem, o trabalho também tem sido mais demorado, disse.

A demora na retirada da soja da lavoura pode interferir também na qualidade da soja. Isso porque a alta umidade aumenta as chances de fermentação, os chamados grãos ardidos.

“Os secadores da região [Castelo,cachoeira ,Novo Progresso] repassaram para o Jornal Folha do Progresso que trabalham com dificuldade”, muito  grão ardido esta chegando, para este ardido nós temos um índice padrão de 8%. Acima disso, cobra-se do cliente, o prejuízo é para todos, argumentam.

Soja se perdendo na lavoura (Divulgação)
Soja se perdendo na lavoura (Divulgação)

No secador da Fazenda  “ESTÂNCIA MEDIANEIRA” em Novo Progresso  , o gerente do Secador  Eliseu Andrade repassou ao Jornal Folha do Progresso que já recebeu grãos com 16% até 20 % de avariados, em um caso o produtor perdeu 80 hectares , com 60 % de avariados,relatou.

A possibilidade dos problemas permanecerem pelos próximos dias a meteorologia aponta chuva para mês de fevereiro na região sudoeste do estado incluindo Novo Progresso.

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Dnit vistoria obra e diz que fluxo de caminhões de soja volta ao normal na BR-136 na região de Novo Progresso

(Exército recupera atoleiro na serra em Moraes Almeida -Foto Emerson Ruteski)

A BR 163 na região de Novo Progresso onde existe maior trecho de rodovia sem pavimentação.

A equipe visitou o atoleiro em  Moraes Almeida, para ver em loco o trecho na serra onde tem impedido o trafego  na rodovia.

Chegou nesta quarta-feira (07) em Novo Progresso  diretor de Infraestrutura Rodoviária do DNIT, Luiz Antônio Garcia, Antônio Galvan presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) e o General Dantas do exército, para vistorias nas obras da rodovia BR 163 na região de Novo Progresso.

A vistoria teve inicio no trecho onde o Dnit tem mantido uma operação para tapar buraco que vem sendo realizado pela  empresa “Fratello Engenharia”, que é responsável pelo trecho de 68 km entre a Vila Isol e a cidade de Novo Progresso. O Valor da obra é orçado em R$ 21 milhões.

“A empresa foi flagrada colocando terra para tapar buraco na rodovia, o custo da obra esta orçado em R$ 21 milhões.

A equipe na companhia do Vice-prefeito Gelson Dil (PMDB) de Novo Progresso, informou que percorreram aproximadamente 100 km saindo da cidade de Novo Progresso sentido Mato Grosso.

Luiz Antônio Garcia (Dnit), Gelson Dill, (vice -Prefeito NP)Antônio Galvan (Aprosoja)
Luiz Antônio Garcia (Dnit), Gelson Dill, (vice -Prefeito NP)Antônio Galvan (Aprosoja)

Para o diretor de Infraestrutura Rodoviária do DNIT, Luiz Antônio Garcia, a situação é grave neste trecho e medidas emergências precisam ser tomadas.Em visita ao canteiro de obras da Fratello, Luiz Antonio, exigiu um empenho maior na execução dos serviços, ele quer mais equipes na rodovia e  ordenou que a empresa não coloque mais terra para tapar buraco, “daqui pra frente vamos ter que colocar pedra e cimento com lama asfáltica pra cobrir os buracos”, disse. Luiz Antonio quer mais agilidade da Fratello e pediu para que o Prefeito de Novo Progresso formalize uma comissão com engenheiros do município e entidades representativas para fiscalizar os serviços da Fratello neste trecho. O contrato de serviços entre DNIT e Fratello é para tapar buraco em 68 km da  rodovia, no trecho construído pela empresa Três Irmãos, com o valor de R$ 21 milhões.

Moraes Almeida

General Dantas (Foto Emerson Ruteski)
General Dantas (Foto Emerson Ruteski)

A equipe visitou o atoleiro em  Moraes Almeida, para ver em loco o trecho na serra onde tem impedido o trafego  na rodovia.

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), após a visita , informou  que não há mais carretas retidas no trecho não asfaltado da BR-163, na região de Novo Progresso, no Pará. “A fila de caminhões parados chegou aos 70 km pela rodovia”.

O fluxo havia sido comprometido nos últimos dias em virtude das fortes chuvas que caem na região amazônica.

Com estiagem de três dias possibilitou ao exército realizar serviços naquele trecho –  foi retirado a lama e outro material compactou a estrada, posteriormente foi aplicado uma camada de  lama asfáltica , que esta sendo usada como preventivo e corretivo, para reduzir a penetração de água naquele local.

Após o espalhamento da camada de lama asfáltica, é necessário aguardar um período denominado de cura, que varia geralmente de 1 a 3 horas, quando exposta ao sol.

A rodovia liga Cuiabá, em Mato Grosso, a Santarém, no Pará, e é a principal opção rodoviária de escoamento pelo Arco Norte do país.

A subida de caminhões com o grão pela rodovia federal preocupa as tradings, donas da carga, já que tem trechos em condições críticas. A lama formada pelas chuvas atola caminhões e impede o tráfego.

Aprosoja

Antônio Galvan presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), que acompanha a equipe disse que o setor busca melhoria na logística a BR 163 é alternativa mesmo com os obstáculos, mas disse da necessidade de implementar novas logísticas, como está sendo discutida a ferrovia, seja a Ferrogrão , para mudar os modais, mas agora não conseguimos sequer terminar as nossas rodovias então isso preocupa muito”, declarou.

Galvan é presidente da Aprosoja em  Sinop, a 503 km de Cuiabá no Mato Grosso.

Portos

Segundo noticiou ontem o site Valor, há nove navios com atracagem prevista para atracar nas próximas duas semanas no porto de Barcarena e outros seis no porto de Santarém, ambos no Pará. Eles deverão levar pouco mais de 860 mil toneladas de soja para China (principal destino), Espanha e Turquia.

Fonte: Jornal Folha do Progresso

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Trecho de atoleiro recuperado pelo Exército
Trecho de atoleiro recuperado pelo Exército

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Juíza mantém ação penal contra acusado de assassinar sinopense e forjar acidente em Novo Progresso

Juíza mantém ação penal contra acusado de assassinar sinopense e forjar acidente no Pará

A juíza da 1ª Vara Criminal de Novo Progresso (PA), Rafaela de Jesus Mendes, decidiu manter o recebimento da denúncia e a ação penal contra o principal suspeito de matar a sinopense Alayne Bento Martins, 23 anos (foto), no final de setembro de 2015, e forjar um acidente como consequência da morte. Em sua decisão, a magistrada apontou que “estão presentes os pressupostos processuais e as condições para o regular exercício da ação penal, posto que presentes indícios suficientes de materialidade e autoria”.

Ela analisou a alegação da defesa do réu de “falta de justa causa para o exercício penal em razão de vício no laudo de exame de corpo de delito”. Os advogados justificaram que o documento não foi assinado por dois peritos oficiais ou “duas pessoas idôneas”. Para a magistrada, tal argumento “não deve prosperar vez que o simples do laudo de exame cadavérico ter sido assinado por um único médico não tem o condão de invalidar a prova pois foi suficiente para demonstrar o óbito da vítima, e, portanto a materialidade delitiva”.

O advogado do réu, Alexandre Paiva, informou, ao Só Notícias, que a defesa ainda não foi comunicada oficialmente da decisão. Ele adiantou, no entanto, que não descarta recorrer, novamente, ao Tribunal de Justiça do Pará. “É o posicionamento da juíza e a defesa entende que não traz caráter prejudicial. Agora, vamos estudar se manejamos habeas corpus quanto à irregularidade do laudo pericial, uma vez que sustenta a versão, ou se enfrentaremos a questão no decorrer da instrução processual”.

Alexandre explicou que a defesa está “otimista” com a autorização dada pela juíza para admitir, no processo, o assistente técnico Luiz de Gonzaga Rodrigues Malcher, que atuará como perito contratado. “É um dos maiores experts do país. O que acontece é que existem várias inconsistências, mas, como o advogado não tem conhecimento aprofundado da medicina legal, faz-se necessária a entrada de um perito. Para esclarecer se as lesões são resultado de um acidente ou de um ato violento, como acusam o réu. Deixa-se de discutir o fato e passa a discutir questões técnicas”.

Rafaela marcou para o dia 23 de maio a audiência de instrução e julgamento. Na oportunidade, serão ouvidos o acusado e testemunhas.

Conforme Só Notícias já informou, em maio de 2016, a 6º Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu por unanimidade acatar a solicitação da defesa e conceder habeas corpus para libertar o suspeito. Desde então, ele aguarda o desfecho do processo em liberdade, apesar do STJ ter autorizado uma nova prisão “caso demonstrada a sua necessidade”.

O réu foi preso, no início de novembro de 2015, em Novo Progresso, onde Alayne morreu. De acordo com o delegado responsável pelas investigações, Daniel Mattos Matias Pereira, o réu alegou, ao depor, que a vítima caiu, acidentalmente, de uma caminhonete Dodge Ram, em movimento. No entanto, conforme Daniel, diversas contradições no depoimento teriam motivado o pedido de prisão preventiva.

Segundo consta no processo, Alayne estaria bebendo com o suspeito em um bar. Ao entrar na caminhonete, o rapaz teria agredido Alayne, após esta ter se recusado a beijá-lo. Segundo o próprio réu, a vítima abriu a porta do veículo em movimento, se desequilibrou e caiu do automóvel.

Anteriormente, a mãe dela, Ana Cristina Bento de Oliveira, contestou a versão de que a filha morreu em decorrência do acidente. O acusado de cometer o crime é o ex-namorado de Alayne e, segundo Ana Cristina, a filha e o suspeito se relacionaram por cerca de oito meses e estavam separados. Alayne foi até a cidade paraense para passear na casa de amigos e teria encontrado o acusado.

A sinopense morreu dia 29 de setembro. Ela chegou a ser socorrida e encaminhada ao Pronto Atendimento de Novo Progresso, de onde foi transferida para uma unidade médica particular, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu. Ela foi sepultada em Sinop.
Fonte: Só Notícias/Herbert de Souza
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Com trégua da chuva, caminhões na BR-163 no Pará voltam a trafegar.

O Dnit prevê que, mantendo-se as condições de tempo seco, todos os caminhões serão liberados nesta quarta-feira (07). (Foto trecho recuperado pelo exercito -Arquivo)

Um congestionamento de 70 quilômetros se formou e mais de 3 mil caminhoneiros ficaram parados por mais de uma semana sem alimento e água.

Após oito dias de congestionamento, os caminhões que estão na BR-163, entre as cidades de Novo Progresso e Moraes Almeida, no Pará, desocupam a rodovia.

A fila entre Novo Progresso e Moraes Almeida ultrapassou os 70 km na rodovia.

*Parados em rodovia motoristas protestam cobram solução do DNIT

Com a estiagem desta semana o trafego foi liberando aos poucos, o exercito e PRF (Policia Rodoviária Federal) montaram bloqueio nas comunidades de Moraes Almeida para os caminhões que voltam dos portos [Miritituba/Santarém]  outro na comunidade de Santa Julia no município de Novo Progresso  para os caminhões que seguem para os portos.

Maquinas do exercito reboca os caminhões na serra.(Foto Reprodução)
Maquinas do exercito reboca os caminhões na serra.(Foto Reprodução)

As liberações foi por etapas na media de 100 caminhões por comboio, a expectativa que nesta quarta-feira (07) o transito seja totalmente liberado.

Dai para frente o sistema PARE e SIGA  será implantado naquele local até o termino da recuperação do trecho de atoleiro, informou.

A rodovia BR 163 é principal via pra transporte da safra do estado do Mato Grosso até os portos de Miritituba e Santarém no estado do Pará.

Entre o Município de Novo Progresso e Trairão existe um trecho de aproximadamente 100 km sem pavimentação , no entanto  não tem restrição para trafego, nos sentido Norte e /sul. O Exército realizou ações emergenciais na rodovia para melhorar a trafegabilidade. O atoleiro surgiu na serra próximo ao distrito de Moraes Almeida e com o tempo seco nesta semana o exercito conseguiu executar serviços de manutenção que deve solucionar o problema de imediato.

Prejuízos

Logística no Brasil preocupa agricultor e exportador de soja no início da colheita

Sergio Mendes, diretor-geral da Associação Nacional de Exportadores de Cereais (Anec), disse que problemas na BR-163 impactam a imagem do Brasil como um exportador de soja confiável.

Os dados da Anec mostram que um volume de 6,3 milhões de toneladas, ou 9 por cento da soja exportada no Brasil, foi enviado pelos portos de Santarém e Barcarena, na região norte, em 2017.

A BR-163 é a principal ligação entre as áreas de soja do Mato Grosso e os portos fluviais do norte.

Por Redação Jornal Folha do Progresso

Assista o Vídeo -atoleiro na serra da laranjinha;

https://youtu.be/_bCn8wRVehA

 

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Cesar Menotti, da dupla com Fabiano, faz post e fala sobre pane em avião e momentos de tensão

César Menotti agradece apoio de base aérea (Foto: Reprodução)

Cesar Menotti, da dupla com Fabiano, fez questão de falar por meio de seu Instagram os momentos de tensão que passou durante um voo. O sertanejo não perdeu tempo e aproveitou o post para agradecer ao apoio dos militares da base da Força Aérea Brasileira (FAB), localizada na Serra do Cachimbo, em Novo Progresso no Pará.

“Quero expressar aqui minha gratidão a todos os militares da Base Aérea do Cachimbo. Quando nosso avião deu pane e o piloto declarou emergência pra pouso fiquei tenso, quando ele disse que tínhamos autorização pra pousar na Base Aérea do Cachimbo fiquei aliviado pois ‘sabia que eles estariam lá’, a Força Aérea Brasileira. Minha gratidão ao Coronel Dall’Agnol, @joelsonnery e todos os militares da @fab_oficial que estiveram com suas mãos estendidas pra nós no momento da necessidade. Essa experiência me torna mais patriota. Que Deus abençoe nossos heróis da Força Aérea Brasileira. #FAB #serradocachimbo #solidariedade #vocelutacomotreinou”, disse ele.

Vale dize que no fim do ano passado, o cantor anunciou que ele e sua esposa Theonilha Menotti seriam papais: “Mesmo estando casados há quase dez anos, esta foi nossa primeira tentativa e olha só a supresa! Estamos muito felizes e gratos por sermos tão abençoados”, disse o cantor.

(Foto Divulgação)
(Foto Divulgação)

HENRIQUE E JULIANO TAMBÉM TIVERAM PANE EM VOO NO ANO PASSADO

A dupla sertaneja Henrique e Juliano ficou tensa em agosto do ano passado. Isso porque, o avião em que estavam sofreu um pane e precisou fazer um pouso de emergência.

“Vocês vão estranhar o nosso atraso, mas aconteceu um incidente que fez com que a gente se atrasasse”, disse Henrique em vídeo publicado no perfil oficial da dupla no Instagram. “O avião deu uma pane, a  cabine encheu de fumaça. Um cheiro forte de queimado e por motivos de segurança o piloto decidiu voltar para Palmas, pegamos outro avião e agora estamos indo para Fortaleza”, acrescentou.

Na legenda do vídeo, eles postaram: “Aô Fortaleza, contamos o carinho e a compreensão de vocês! Foi um susto mas já está tudo resolvido e até daqui a pouco!! Deus abençoe vocês e nos proteja também!”.

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Por TV Foco
Aaron Tura
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Avião de cantor sertanejo faz pouso forçado na base aérea em Novo Progresso-PA

(fotos: divulgação)- O avião do cantor sertanejo Cesar Menotti, que faz dupla com o irmão Fabiano, precisou fazer um pouso forçado na pista de Provas Brigadeiro Velloso, na base da Força Aérea Brasileira (FAB), na Serra do Cachimbo, em Novo Progresso, Pará (596 quilômetros de Sinop), esta tarde. Em uma rede social, ele disse que o piloto declarou emergência para pouso e que ficou tenso dentro da aeronave.

Leia Também:Cesar Menotti, da dupla com Fabiano, faz post e fala sobre pane em avião e momentos de tensão

“Quero expressar aqui minha gratidão a todos os militares da Base Aérea do Cachimbo. Quando nosso avião deu pane e o piloto declarou emergência para pouso fiquei tenso, quando ele disse que tínhamos autorização para pousar na Base Aérea fiquei aliviado. Sabia que eles estariam lá”. “Essa experiência me torna mais patriota”.

Os irmãos Cesar e Fabiano moraram em Sinop, na década de 80, quando a cidade ainda era pequena. Na época, eram garotos quando o pai trabalhava na extração de ouro em garimpos na região. A revelação que eles residiram no município foi feita durante uma apresentação em Lucas do Rio Verde, em 2007.

(Foto Divulgação)
(Foto Divulgação)

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Fonte: Só Notícias/Cleber Romero

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Assaltante de Novo Progresso é preso em Itaituba acusado de matar cabeleireiro em Santarém

Preso em Itaituba o suspeito de balear cabeleireiro no bairro Aeroporto Velho em Santarém.

Câmeras de monitoramento registraram o momento exato do crime. Dois jovens chegaram de moto. O carona desceu e sem tirar o capacete, entrou no salão atirando no cabeleireiro.

Ele foi flagrado por câmeras de segurança
Ele foi flagrado por câmeras de segurança

Foi preso na tarde desta segunda-feira (5), em Itaituba, no sudoeste do Pará, o jovem de 19 anos, suspeito de balear ainda pela manhã, dentro de um salão na avenida Marajoara, bairro Aeroporto Velho, o cabeleireiro Gustavo Sousa Oliveira, também de 19 anos. A vítima estava cortando o cabelo de um cliente quando foi atingida no pescoço.

De acordo com o depoimento da companheira da vítima, o crime teve motivação passional, uma vez que o suspeito já havia tido um relacionamento afetivo com ela. Segundo relato feito pela jovem, que seria “pivô” do baleamento de Gustavo, o suspeito não aceitava o fim do relacionamento e já havia feito várias ameaças contra ela e contra o cabeleireiro.

Segundo o delegado Nelson Silva, diretor da 16ª Seccional de Polícia Civil de Santarém, a prisão do suspeito foi resultado de um trabalho conjunto das polícias Civil e Militar. “Houve a princípio uma investigação da Polícia Civil, que trabalhou junto com a Polícia Militar, e nós conseguimos identificar o Jonas. Isso foi importante porque nós passamos as informações para os municípios vizinhos e ele chegou em Itaituba agora à tarde. A Polícia Militar deteve o suspeito em Itaituba e ele foi apresentado na Seccional. Nossas equipes já estão indo buscá-lo para que ele seja colocado à disposição da Justiça, pois trata-se de um indivíduo de alta periculosidade”, relatou.

Ainda segundo o delegado, o suspeito já tem passagens pela polícia com crimes de assalto em Itaituba, Jacaraecanga, Novo Progresso, Santarém e Macapá, tentativa de homicídio e até um homicídio em Itaituba. E para escapar, utiliza outros nomes. “Já conseguimos identificar pelo menos três nomes diferentes que ele usa, o que dificulta o êxito dos procedimentos contra ele. É uma pessoa muito perigosa e você vê no vídeo que ele só não tirou a vida da vítima porque a pistola .40 que ele usava engasgou. Mesmo quando a vítima já estava no chão ele ainda tentou disparar três vezes”, disse.

Informações levantadas pela polícia indicam que o suspeito veio para Santarém em um carro vermelho, acompanhado de um outro homem. Mas, no momento do crime, o suspeito chegou em uma motocicleta.

Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde informou que Gustavo Sousa de Oliveira, passou por procedimento cirúrgico, apresentando quadro clínico estável. Ele permanece internado no setor de reanimação do Pronto Socorro Municipal (PSM).

Redação Jornal Folha do Progresso com informações do G1 Santarém

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BR-163 trecho na serra da laranjinha continua com restrição entre Novo Progresso e Moraes Almeida

BR-163 trecho na serra da laranjinha continua com restrição entre Novo Progresso e Moraes Almeida, no Sudoeste do Pará   (Caminhões param em Bloqueio na rodovia 163 -Foto Arquivo Jornal Folha do Progresso)

Maquinas do exercito reboca os caminhões na serra.(Foto Reprodução)
Maquinas do exercito reboca os caminhões na serra.(Foto Reprodução)

Após oito dias interditada foi aberto nesta segunda-feira (05) para trafego de caminhões que estavam parados na rodovia, voltou a fechar após as chuvas que caem com intensidade na região.

Fila de caminhões ultrapassou os 70 km, e motoristas protestaram queimando pneus sobre rodovia no domingo (04).

O tráfego na BR-163 permanece parcialmente interditado na manhã desta terça-feira (06) par que segue sentido  Novo Progresso para caminhões carregados, rumo aos portos de Itaituba (Miritituba) e Santarém.

Leia Também:Tapa Buracos do Dnit do Pará na BR 163 é com terra e pedra

Trecho da serra liso escorregadio impede o trafego.
Trecho da serra liso escorregadio impede o trafego.

De acordo com informações do Exercito Brasileiro coletadas pelo Jornal Folha do Progresso no local (Serra do Laranjinha), principal ponto que impossibilita a trafegabilidade  nos 80 km sem pavimentação  da rodovia BR 163 entre Novo Progresso e Miritituba, a rodovia vai  permanecer com bloqueio e esta funcionando com o sistema PARE e SIGA, ate que os serviços de manutenção e reparo naquele trecho seja totalmente concluído. Choveu muito nesta noite de segunda para terça-feira  e a rodovia esta interditada.

Leia Também:Tapa Buracos do Dnit do Pará na BR 163 é com terra e pedra

O Exercito montou sistema de rodízio em duas comunidades ; para quem segue para o Portos (Miritituba e Santarém)  são monitorados na comunidade de Santa Júlia no Município de Novo Progresso, eles seguem viagem após o exercito dar ordem.

Para quem retorna dos portos, a parada obrigatória e no distrito de Moraes Almeida, segundo a nota do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), o tempo de parada em Moraes Almeida é estimado em 9 horas, para os que saem de Novo Progresso 125 horas.

Leia Também:Tapa Buracos do Dnit do Pará na BR 163 é com terra e pedra

Já no trecho sem pavimentação  entre Aruri, Santa Luzia e Caracol no município de Trairão,  o clima está chuvoso, mas o tráfego flui normalmente, nos dois sentidos – Norte e Sul.

Em nota o DNIT informou que mais de 200 homens trabalham na região para retomar a trafegabilidade na rodovia BR 163 no sudoeste do estado do Pará.

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Por Redação Jornal Folha do Progresso

Assista o Vídeo;

https://youtu.be/_bCn8wRVehA

 

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BR-163 tem trânsito parcialmente liberado no Pará

Cerca de 2.500 (dois  mil e quinhentos ) caminhões  ficaram parados na BR-163 entre o município de Novo Progresso  e o distrito de Moraes de Almeida, distrito de Itaituba (PA). Os dois sentidos da rodovia teve caminhões parados.

Os caminhões não estavam conseguindo trafegar em uma serra onde o exército executa obras com o DNIT, eles não sobem a serra, a lama impede para os que retornavam e os que seguiam  até  porto de Miritituba, no município de Itaituba (PA).

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A situação durou por  oito dias, os motoristas ficaram sem alimentos e água potável – pediram socorro.

Uma fila de mais de 70 km de um lado da rodovia sentido Novo Progresso /Santarém foi formada – empresas do setor de transporte se uniram e distribuíram alimentos e água, para os motoristas. A fila também se estendeu entre Miritituba e Moraes de Almeida, os caminhões vazios também encontraram dificuldades para passar no atoleiro, o exército e PRF (Polícia Rodoviária Federal) controlam o trafego  no sistema PARE e SIGA.

Motoristas protestaram neste domingo (04) queimando pneus na rodovia, para chamar atenção do DNIT do Pará para providências. Leia:Parados em rodovia motoristas protestam cobram solução do DNIT

Motoristas usaram as redes sociais (WhatsApp e Facebook) para divulgar o descaso do governo com a categoria no estado do Pará.

Na manhã desta segunda-feira (05) o com a trégua das chuvas o trânsito foi liberado na altura da Serra de Moraes Almeida, o  trecho  exige cuidado. Homens do exército e DNIT trabalham no local  colocam pedras no eixo da rodovia para acabar com o atoleiro, no restante do trecho sem pavimentação o trafego é normal até o porto de Miritituba.  A fila ainda existe e aos poucos vai diminuindo.

Reclamação

O Motorista  , Edevaldo Gomes Ferreira , 46 anos, trabalha com caminhão da empresa transportadora comando diessel, entrevistado pelo Jornal Folha do Progresso, disse que roda pela região a mais de quatro ano, reclamou do  trabalho do DNIT no estado do  Pará – “é muito  ruim”, eu  só enxergo o pessoal trabalhando na rodovia no verão, e não fazem serviço que presta, já poderiam ter pavimentado tudo, a serra onde tem atoleiro eles nunca mexeram, agora rasparam e pioraram tudo, acabaram com a estrada, isto é uma vergonha, comentou e desabafou Edvaldo.

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Dnit

Em nota o DNIT  em Brasília divulgou nota explicando que este problema esta sendo solucionado, que as fortes chuvas ocasionaram os atoleiros, que uma empresa contratada atrasou os serviços, quando exército chegou no local para realizar a obra não parou mais  de chover, que o trafego vai ser normalizado naquele local.

BR 163 no Pará

Para quem trafega pela rodovia entrando no estado do Pará pelo Mato Grosso, tem que tomar cuidado, o trecho é de pouca sinalização e com pontos esburacados, a risco de acidente por todo trajeto, a rodovia tem oscilações com pavimentação danificada, as cabeceiras das pontes é outro ponto que exige atenção dos motoristas.

Em um trecho de aproximadamente 68 km , chegando na cidade de Novo progresso, toda extensão da rodovia é tomada por buracos e defeitos na pavimentação e com pouca sinalização. Este trecho foi construído pela empresa “Três Irmãos” que nunca concluiu a obra de pavimentação.

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Por Jornal Folha do Progresso

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