Prefeitura e IBGE se reúnem para planejamento do Censo 2020 em Novo Progresso

(Foto:ASCOM Prefeitura) -A reunião aconteceu no plenário da Câmara Municipal e o principal assunto foi a importância desse censo demográfico que é feito a cada 10 anos para levantar informações sobre quantidade populacional, idade, escolaridade e outras inúmeras informações extremamente importantes para o município.

Na manhã desta quinta-feira 24 de Outubro de 2019, foi realizada no plenário da Câmara Municipal uma reunião para abordar e planejar a execução do Censo 2020 em Novo Progresso. Promovido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o encontro contou com a presença de secretários, diretores e funcionários de departamentos da Prefeitura Municipal, vereadores e representantes de entidades do município.
Com início programado para agosto de 2020, o município contará com a participação de recenseadores [Nº NÃO DIVULGADO], contratados através de concurso a ser divulgado. As informações foram transmitidas pelo chefe da agência do IBGE de Santarém Edilberto Figueira de Castro.
A primeira reunião foi para apresentar estratégias a serem aplicadas nas captação de dados com apresentação de mapa para auxiliar os recenseadores, supervisores entre outros. Novo Progresso tem pelo ultimo senso de 2010 um pouco mais de vinte sete mil  habitantes, dados estes questionados pelo município que acredita em numero maior. O numero de habitantes influencia para captação de recursos federais e estaduais.
O Prefeito Ubiraci Soares, deixou  a disposição a estrutura municipal para ajudar  no Senso e que mais informações serão noticiadas nos meios de comunicação oficiais da Prefeitura Municipal de Novo Progresso.

O Censo Demográfico será realizado no período de agosto a outubro de 2020 em toda a extensão territorial do município

Por:JORNAL FOLHA DO PROGRESSO
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Políticos do Mato Grosso defende a revisão da divisa entre Pará e Mato Grosso

(Foto:Reprodução) – A reunião aconteceu no Gabinete do Governador Mauro Mendes nesta segunda-feira, dia 21 de outubro, com presença do senador Wellington Fagundes, deputados estaduais e prefeitos do extremo norte do Estado.

No encontro, o governador prometeu envidar esforços necessários, obedecendo o rito processual que já vem sendo adotado ao longo dos 15 anos dessa ação. “Faremos tudo que técnico e juridicamente for possível para recuperarmos estas terras”, disse o governador no encontro.
A revisão dos limites territoriais entre o estado do Pará e Mato Grosso tramita há 15 anos no STF[ Supremo Tribunal Federal].
O município de Novo Progresso e Jacareacanga tem maior território no estado do Pará,no Mato Grosso a fronteira divide entre os municípios de Alta Floresta, Guarantã do Norte, Matupá, Novo Mundo, Paranaíta, Peixoto de Azevedo, Santa Cruz do Xingu, Santa Terezinha e Vila Rica.
São mais de dois milhões de hectares em disputa. O Estado do Mato Grosso questiona na justiça alegando que  houve um equívoco cometido pelo antigo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, em 1922, o limite territorial legalmente definido entre os estados, no extremo oeste da linha divisória, seria o “Salto das Sete Quedas” e não a “Cachoeira das Sete Quedas”.

(Foto:Reprodução internet)
(Foto:Reprodução internet)

Entenda o caso
O Estado de Mato Grosso, por meio da Procuradoria-Geral do Estado (PGE) entrou com uma ação contra o Estado do Pará, em 2004, solicitando uma revisão do limite territorial legalmente definido entre os estados, no extremo oeste da linha divisória, denominado “Salto das Sete Quedas”. Os limites foram acordados entre os estados ainda em 1900, porém com a revisão geográfica de 1922 e erro na linha divisória traçada.
Atualmente, a área de 2,2 milhões de ha pertence ao estado do Pará e, de acordo com a PGE, foi definida como território paraense indevidamente, pois considerou como ponto inicial do extremo oeste a denominada Cachoeira das Sete Quedas e não o Salto das Sete Quedas, como deveria ser, segundo a defesa.

STF
A ação Cível Originária (ACO 714), entrou na pauta de julgamento do Supremo Tribunal de Justiça (STF),  pela ultima vez no dia 27 de Julho de 2019NA, porém foi suspensa após leitura do parecer da Procuradora-Geral da República, Raquel Dodge, que manifestou pela improcedência do pedido. O presidente da Corte, ministro Dias Toffóli, determinou a continuação do julgamento no próximo semestre.

A disputa inclui os royalties de usinas instaladas na região em litígio.

Por:Adecio Piran para o Jornal Folha do Progresso

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A SEMMA-NP realiza campanha do “Consumo Consciente”

consumo2O Setor de Educação Ambiental da SEMMA-NP em visita às Secretarias e Departamentos Municipais está promovendo junto aos funcionários públicos do município boas práticas ambientais, demonstrando que o esforço de cada um pode resultar em mudanças de comportamentos que levam a atitudes ambientais corretas.

A campanha denominada “Consumo Consciente” conta com palestras e entrega de materiais como: folders explicativo/orientativo, sacolas de lixo personalizado para carros e copos personalizados que irão substituir os copos descartáveis. O objetivo da campanha é envolver os servidores públicos de uma forma geral na importância do consumo consciente, que os levem a reflexão sobre os principais atores e fatores responsáveis pelos impactos ambientais e formas de gestão para mitigação desses impactos, sendo eles também agentes propagadores de boas práticas ambientais.

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O projeto “Consumo Consciente” começa pelo poder público municipal (secretarias e departamentos) e se estenderá às escolas municipais, no intuito de conscientizar a comunidade escolar, que influenciará positivamente a localidade em que está inserida, através da discussão sobre os inúmeros problemas ambientais que o mundo vem enfrentando e a adoção de 10 dicas/práticas para um consumo consciente na busca por um mundo melhor.

Para o Secretário Municipal de Meio Ambiente, Sr. Juliano Simionato, “é importante que a comunidade tenha o conhecimento da existência de esforços concretos na adoção de comportamentos e atitudes ambientalmente corretas”. A campanha está direcionada aos servidores municipais, estudantes e a comunidade em geral, informando sobre vários temas ligados à efetivação da política ambiental em prol do consumo consciente. “Nossa intenção é de que todos possam assumir esses compromissos de forma individual e coletiva, adotando as boas práticas no nosso dia-a-dia”, concluiu o Secretário.

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Fonte/Fotos: SEMMA-NP




PRF de Santarém efetuou duas prisões de foragidos na Br 163 em Novo Progresso

(Fotos:— Foto: PRF/Divulgação)- As operações aconteceram no mês de Setembro de 2019, entre eles um foragido condenado a mais de 43 anos de prisão

Acusado de duplo homicídio qualificado é preso pela PRF durante fiscalização na BR-163
Ao verificar a documentação de um condutor, PRF de Santarém descobriu que ele foragido da Justiça de São Paulo.

Um homem condenado pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, à pena de 43 anos, 6 meses e 20 dias de prisão por duplo homicídio qualificado, foi preso na quinta-feira (12) pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Santarém, oeste do Pará, durante fiscalização no Km 309, da BR-163, no município de Novo Progresso.

Lero Antônio tem condenação de mais de 43 anos de prisão por duplo homicídio qualificado (Foto:PRF)
Lero Antônio tem condenação de mais de 43 anos de prisão por duplo homicídio qualificado (Foto:PRF)

Segundo a PRF, era por volta das 18h50, quando a equipe do Grupo de Policiamento Tático, em fiscalização no km 309 da BR-163 fez abordagem do veículo Montana Sport, e ao verificar a documentação do condutor Lero Antonio de Souza, constatou a existência de um mandado de prisão contra ele, registrado no Banco Nacional de Monitoramento de Prisão (BNMP), expedido pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, em 16/08/2016 e válido até 24/04/2021.

O mandado de prisão preventiva é decorrente de decisão condenatória pelo crime de duplo homicídio qualificado. A equipe realizou a prisão de Lero Antonio e o encaminhou à Delegacia de Polícia Civil de Novo Progresso para a realização dos procedimentos cabíveis.

Segundo a PRF, foi necessário o uso de algemas, em razão do risco de fuga e para garantia da integridade física da equipe, do próprio detido e de terceiros.

Outra prisão

Outro condutor que estava com mandado de prisão preventiva em aberto e foi flagrado pela fiscalização da PRF, na BR-163, foi Adriano Alves Silva.

Durante fiscalização no Km 310, às 22h de quinta-feira (12), a equipe PRF abordou o veículo Gol, e ao consultar o documento do condutor, foi verificado que existia contra ele Mandado de Prisão pelos crimes de furto, receptação e falsificação de documento público, expedido pela Comarca de Colider-MT (3ª Vara Criminal).

Foi dada voz de prisão ao denunciado, que foi encaminhado à delegacia de Polícia Civil de Novo Progresso para realização do procedimento legal.

Conforme a Delegacia de Novo Progresso repassou ao Jornal Folha do Progresso , os presos aguardam transferência para cumprir pena na comarca onde foram condenados.

 Adriano Alves Silva estava com mando de prisão preventiva em aberto — Foto: PRF/Divulgação

Adriano Alves Silva estava com mando de prisão preventiva em aberto — Foto: PRF/Divulgação

 

Jornal Folha do Progresso com informações PRF e  G1 Santarém

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PF fez busca em sede e residência do Presidente do SINPRUNP em Novo Progresso

(Foto:Divulgação PF) – A operação “Pacto de Fogo” deflagrada na manhã desta terça-feira(22), apreendeu documentos na sede do sindicato e na residência o  computador pessoal de Agamenon Menezes, que é presidente dos produtores rurais [SINPRUP] em Novo Progresso.
Agamenon  Menezes, Presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Novo Progresso (Sinprunp), estava em Brasília, foi a esposa que atendeu a ação policial.

O presidente  em entrevista a imprensa nacional e internacional, divulga que  o Jornal Folha do Progresso inventou o dia do fogo, e não explica o aumento em 300% dos incêndios no dia 10 de Agosto.

(Foto:Reprodução)
(Foto:Reprodução)

“O Jornal Folha do Progresso procurou junto ao cadastro nacional de requerimento agrário e não encontrou propriedade rural em nome do líder Sindical Agamenon Menezes”.
Os policiais cumpriram outros três mandados de busca e apreensão, mas não informaram quais foram os alvos.

Por: Jornal Folha do Progresso

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Cidade e interior ficam sem água no final e inicio de semana em Novo Progresso

O comunicado foi feito pelas redes sociais da Empresa Aguas de Novo progresso nesta Segunda -Feira(21).(Foto:Ilustrativa)

Outra vez a empresa responsável pelo abastecimento de agua em Novo Progresso,deixa os consumidores sem agua na torneira.

O comunicado foi feito pelas redes sociais da “Águas de Novo Progresso” Segundo a companhia, a previsão é de que o serviço seria normalizado às 18h30 de sábado, mas o problema prolongou até segunda-feira em alguns bairros.

Veja o comunicado;

COMUNICADO DE DESABASTECIMENTO EM NOVO PROGRESSO

A Águas de Novo Progresso informa que, devido a uma manutenção emergencial neste sábado (19.10), o abastecimento está prejudicado no município.

Técnicos da empresa já trabalham na manutenção para que o fornecimento de água seja normalizado de forma gradativa a partir das 18h.

A concessionária pede a compreensão da população pelo transtorno causado e orienta que a água dos reservatórios internos e caixas d’água seja utilizada apenas para atividades essenciais.

Para mais informações a Águas de Novo Progresso está à disposição pelo atendimento 24h nos números 0800 647 6060 (ligação de telefone fixo e celular).

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Para chefe de fiscalização do Ibama, envolvidos no “dia do fogo” se uniram para queimar a floresta

O caso aconteceu em 10 de agosto, quando o Inpe registrou um aumento de 300% no número de queimadas em Novo Progresso, no Pará (Na foto a queimada criminosa na Parna Jamanxim/Foto: Victor Moriyama/Greenpeace/24/08/2019)

Manaus (AM) – Em entrevista exclusiva à agência de jornalismo independente Amazônia Real, Hugo Loss – coordenador de Operações de Fiscalização, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em Brasília – falou pela primeira vez sobre o “dia do fogo”, data que se tornou conhecida internacionalmente quando madeireiros e fazendeiros “tocaram fogo” na floresta no 10 de agosto, no entorno da BR-163, em Novo Progresso, no sudoeste do Pará.

Após uma denúncia divulgada dias antes no jornal Folha do Progresso, servidores do Ibama pediram apoio ao Governo do Pará e ao Ministério da Justiça, mas a Polícia Militar e a Força Nacional de Segurança não foram liberadas a tempo para impedir os crimes ambientais.

O número de queimadas realmente aumentou em Novo Progresso naquele dia: foi um acréscimo de 300%, em 24 horas, segundo o monitoramento pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

“O dia do fogo, por exemplo, foi uma coisa nova e mostrou que os envolvidos estavam articulados nacionalmente. Eles se uniram e determinaram que, naquele período, eles iriam queimar a floresta”, disse Hugo Loss.

A pedido do Ministério Público Federal no Pará, um inquérito investiga as ocorrências do “dia do fogo” em Novo Progresso, mas até o momento não foi divulgada a conclusão da investigação ou a prisão dos acusações por crime ambiental.

Na semana passada, o coordenador de Operações de Fiscalização do Ibama, Hugo Loss veio a Manaus para participar do seminário “Dinâmica do Desmatamento e das Queimadas no Amazonas em 2019”. O evento foi realizado no dia 15 de outubro pela Força-Tarefa Amazônia do Ministério Público Federal. Participaram do encontro representantes do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), pesquisadores da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), assim como procuradores e representantes da sociedade civil.

Loss já foi chefe do Ibama no Amazonas e hoje está em Brasília, na Coordenação de Operações de Fiscalização, da Diretoria de Proteção Ambiental do órgão. Quando atuou no Amazonas, ele participou da Operação Arquimedes, na qual o Ibama e a Polícia Federal apreenderam madeira explorada ilegalmente em Terras Indígenas (TIs) e Unidades de Conservação (UCs) no sul do estado, sendo que a maior parte da carga era para exportação. Leia Amazônia em Chamas: 90% da madeira exportada são ilegais, diz Polícia Federal.

De 1º de janeiro a 30 de setembro deste ano, o bioma Amazônia registrou 66.750 focos de queimadas, segundo o monitoramento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). No mesmo período de 2018, foram 46.968, ou seja, 42,11%.

Já o desmatamento na Amazônia no acumulado de janeiro a agosto deste ano aumentou 92%, conforme os dados do sistema Deter-B, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe): foram 6.404,3 km² contra 3.336,9 km², registrados no mesmo período em 2018. Os dados servem para nortear ações preventivas do Ibama.

O coordenador de Operações de Fiscalização do Ibama esteve à frente das ações de combate a crimes florestais no período dos incêndios florestais deste ano. Em uma delas, em agosto, ele e outros servidores, incluindo agentes federais, foram recebidos a tiros por garimpeiros na Terra Indígena Ituna Itatá, que fica entre os municípios de Altamira e Senador José Porfírio, no sudoeste do Pará. Leia, a seguir, a entrevista com Hugo Loss.

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Operação do Ibama em Espigão do Oeste, Rondônia-(Foto: Fernando Augusto/Ibama)

Amazônia Real –  Qual a maior dificuldade para atuação do Ibama na Amazônia atualmente?

Hugo Loss – Nos últimos dez anos, tivemos uma redução de cerca de 45% no nosso quadro de pessoal. Dos fiscais que permanecem na ativa, 25% estão em abono de permanência [poderiam se aposentar, mas optaram por permanecer no trabalho]. Claro que sabemos não ser possível  ter dez mil fiscais, ou um para cada infrator, pois não é factível. Por isso, investimos em tecnologia – como monitoramento por satélite e inteligência na fiscalização – para desmantelar as organizações criminosas especializadas em ilícitos ambientais. Mas, apesar disso, a gente percebe que a redução gradativa de pessoal, sem renovação e por mão de obra mais atualizada, prejudica a fiscalização.

Amazônia Real – Como está a situação da base do Ibama, entre os estados do Amazonas, Acre e Rondônia em Humaitá?

Loss – Após o incêndio criminoso, cometido por garimpeiros, depois de uma operação de combate às atividades ilícitas no rio Madeira, a base não foi reconstruída. Como não há pessoal, nossas unidades nas cidades do interior também estão sendo fechadas, o que impede a capilaridade do órgão. Não que aquela unidade vá executar, de fato e sozinha, o trabalho de fiscalização, mas elas ajudam em questões de logística e para conhecimento do local, levantamento de informações. No cenário de hoje, é difícil quem está na ponta atuar na fiscalização; por isso, fazemos remanejamento de equipes, recrutando servidores de todo o Brasil para atuar na Amazônia. A existência de bases em cidades do interior é importante para que possamos manter uma articulação local para viabilizar as equipes em campo.

Amazônia Real – E como vocês estão atuando em Apuí, uma das cidades com maior número de queimadas no Brasil?

Loss – Apuí é uma das cidades que mais recebe nossa atenção. Desde março estamos enviando equipes para lá.

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Desmatamento para criação de gado em Apuí, próxima a Flona Urupadi, no Amazonas
(Foto: Daniel Beltrá/Greenpeace/19/02/2017)

Amazônia Real – O que não funcionou?

Loss – Apuí é a principal frente de desmatamento no sul do Amazonas, mas a nossa atuação local, durante este ano, com certeza foi importante para que a situação não fosse ainda mais grave. A questão é que, hoje, conseguimos mobilizar, no máximo, duas equipes no município para não desguarnecer outras frentes de combate ao desmatamento. No contexto atual, quando precisamos de mais gente em determinado lugar, temos que retirar pessoas de outro local.

Amazônia Real – Quantas pessoas o Ibama tem em Apuí?

Loss – Chegamos a ter 137 pessoas durante o ano de 2019 empregadas no sul do estado do Amazonas, sendo que a maior parte desse efetivo foi empregado em Apuí e KM 180 da BR-230.

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Combate a garimpo em Aripuanã, no Mato Grosso (Foto: Polícia Federal/10/2019)

Amazônia Real – Mas mesmo assim não foi o bastante para evitar os ilícitos ambientais?

Loss – Nós combatemos sim! Mas é claro que não é possível combater plenamente o ilícito ambiental em um contexto onde as ações de fiscalização estão fragilizadas. Não adiantaria colocar centenas de fiscais em campo, sendo que a própria atuação do Ibama está sendo questionada. A causa do desmatamento, do fogo, é multifacetada. Não é só por causa de supostas fragilidades na fiscalização ou por fragilidades de ações ostensivas mais incisivas na área. São várias causas.

Amazônia Real – Essa fragilidade, a qual o senhor se refere, é ou não alimentada pelo discurso anti ambiental do governo federal?

Loss – Acho que primeiro ocorre uma articulação maior dos criminosos. O Dia do Fogo, por exemplo, foi uma coisa nova e mostrou pra gente que os envolvidos estavam articulados nacionalmente. Eles se uniram, se articularam pelas redes sociais e determinaram que, naquele período, eles iriam queimar a floresta. Com isso, os focos de incêndio aumentaram absurdamente naquele período e depois caíram gradativamente. Recentemente, vimos reportagens que mostram que os garimpeiros estão se articulando por meio de redes sociais também em nível nacional. Tudo isso, mostra que os criminosos estão mais organizados e com níveis mais elaborados de articulação e coesão. Fora isso, existe também a articulação dentro do Poder Público, como já foi mostrado pelo Ministério Público Federal em investigações recentes.

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Manifestantes protestam na rodovia BR 163 contra o Ibama e ICMBio (Foto: Divulgação/2019)

Amazônia Real – O senhor está falando de parlamentares como os da bancada ruralista?

Loss – Sim, alguns políticos que são eleitos dentro desse contexto de articulação que visando representar alguns setores atacam as instituições públicas, defendem mudanças na legislação no sentido de descaracterizar o crime e flexibilizar a proteção ambiental. Isso também é um reflexo desse novo nível de articulação.

Amazônia Real – Esses parlamentares dificultam a atuação do Ibama?

Loss – Sim, pois inserem, além o componente econômico, o político. Os discursos políticos tendem a alimentar essa lógica, porque é ela que promove a entrada dessas lideranças políticas no Estado. E isso, como pauta política, acaba se convertendo em um ataque aos órgãos que trabalham para desmantelar essas organizações criminosas como Ibama e Ministério Público. Isso se caracteriza como mais uma frente de ataque e fragilização ao nosso trabalho e reflete essa nova forma de articulação que vem se desenvolvendo ao longo do tempo.

Amazônia Real – Quais são os crimes mais difíceis de combater? Os ligados à expansão da soja, do gado ou da mineração ilegal?

Loss – Tudo dá trabalho.

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Operação Ibama e Polícia Federal na TI Vale do Javari destrói mais de 50 balsas de garimpo – (Foto: Ibama/PF/2019)

Amazônia Real – Mas em se tratando do sul do Amazonas?

Loss – É complicado afirmar se são os crimes ligados a isso ou aquilo. Cada caso é um caso. Não temos como afirmar se primeiro chega a grilagem e depois a pecuária ou vice e versa. É difícil dizer se essas coisas estão relacionadas. O que dá para perceber é que na dinâmica do desmatamento, a grilagem é algo muito forte, assim como a extração ilegal de madeira e a engorda de gado em áreas embargadas.

Amazônia Real – Esses crimes são intensificados pela ausência do Poder Público na Amazônia?

Loss – Não, pois acredito que o primeiro órgão público que chega à Amazônia é o Ibama. Quando o criminoso está desmatando, o primeiro documento que geralmente ele tem, como uma certidão de nascimento, é um auto de infração do Ibama. Não é só uma questão de ausência do Poder Público, é algo muito complexo para se reduzir a uma única causa. Exemplo disso são as vastas áreas desabitadas e sem a presença física do Poder Público e que não têm nenhum desmatamento, como no norte do Amazonas e Tabatinga, na fronteira com a Colômbia, que embora tenha um adensamento populacional grande, não tem um número expressivo de focos de desmatamento, assim como não tem a presença do Poder Público como tem em Apuí. O Poder Público é mais atuante em Apuí do que em Tabatinga. É difícil falar se é uma coisa ou outra de modo geral e em abstrato. Cada caso tem que ser analisado individualmente para que se possa entender.

Amazônia Real – Então o que foi que incrementou a situação em 2019 para que tivéssemos um grande número de queimadas?

Hugo Loss – Como falei, acredito que tenha sido uma maior articulação dos criminosos, maior legitimação dos crimes e uma tentativa de fazer uma releitura desses ilícitos, no sentido de entendê-los como uma atividade lícita ou um trabalho. Acredito que foi essa alternância na lógica de organização deles e essa tentativa de alteração na representação simbólica do que seria o crime ambiental: essa tentativa de descaracterizar aquela atividade como crime. A associação desses crimes ambientais a uma falsa ideia de desenvolvimento econômico e de progresso. Não se desenvolve um país rico como o Brasil debaixo do sabre de uma motosserra ou com mercúrio nos igarapés. Isso não é desenvolvimento, isso não é o futuro, isso é o passado.

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Por: Izabel Santos

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Polícia Federal cumpre mandados de busca e apreensão no âmbito das investigações do “Dia do Fogo”

(Fotos Divulgação ) – Ação faz parte do esforço dos órgãos federais (Operação Verde Brasil) e visa recolher novas provas e elementos que auxiliem nas investigações de possíveis crimes ambientais praticados no Pará
Belém/PA – A Polícia Federal deflagrou, nesta terça feira 22/10, na cidade de Novo Progresso /PA, a Operação “Pacto de Fogo” que visa colher novas provas em investigação que apura associação criminosa suspeita de praticar crimes ambientais em reservas e Unidade de Conservação Federais na Amazônia.

Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão em residências e estabelecimentos ligados aos suspeitos com o intuito de obter novos elementos de informação sobre os crimes em apuração.

Leia mais: Dia do Fogo- Produtores planejam data para queimada na região

As investigações tiveram início a partir da divulgação, pela imprensa nacional, de que fazendeiros e produtores rurais da região de Novo Progresso teriam combinado a execução do chamado “Dia do Fogo”. Segundo estes órgãos de imprensa, em 10 de agosto de 2019 seriam iniciados incêndios em diversas localidades, inclusive Unidades de Conservação Federais na região.

A operação recebeu o nome ante a divulgação pela imprensa local e nacional de que diversas pessoas teriam combinado, em grupos de aplicativos de mensagem, a data para as ações criminosas.

Fonte: Comunicação Social da PF

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Ex-professora lança livro “A Caminho do Sonho” em Novo Progresso

Parabenizando / Novo Progresso – Pará 17/10/19
        

Olá, famílias progressenses! Quero dividir com vocês o meu orgulho de ser progressense e para isso eu Maria Daluz Ribeiro Boian escrevi um livro.  (A Caminho do Sonho: toda criança tem o direito de sonhar).
É uma forma de homenagear a todos as famílias progressenses e as famílias da Vicinal Celeste que estiveram envolvidos diretamente e indiretamente na Educação no ano 97. Dizer muito obrigada pela oportunidade no meu crescimento e desenvolvimento na minha carreira como educadora. Lembrando, que hoje não trabalho mais como professora. Portanto parabenizo a todos os educadores que realmente se preocupam com a educação de nossas crianças. Só com educação podemos transformar vidas e, é o professor quem prepara todas as profissões.
  O livro é baseado em fatos reais dos anos 80, 90. Porém são assuntos que ainda são discutidos nos dias atuais.
A luta pela realização de nossos sonhos depende de educação familiar e escolar. Quando se trata de educação escolar falamos de união/ participação de pais, alunos e professores. Não há como ensinar se não houver diálogo  companheirismo, solidariedade. Nessa simples história você vai encontrar muitas coisas atuais por se tratar de uma saga dos anos 80 e 90 nossa educação quase nada mudou.
A personagem Helena da história e tantas outras crianças representam nossas crianças de hoje que sonham em ser alguém na vida, mas muitas delas são barradas e impedidas em ter sonhos. Uns por violência, preconceito, sofrido dentro da escola; outros por não ter família não ter escola. No entanto são assuntos do agora.
       Uma história de ensinamento, luta solidariedade, incentivo, fé, esperança e realizações.
Ás crianças que sonha em ser alguém na vida, que nunca desista de lutar pela sua educação escolar e a realização de seu sonho. Mas para que isso aconteça não pode abandonar os estudos e seus fiéis amigos “livros”.  É atrás  da leitura que podemos nos transformar e conhecer o mundo,
Quem vai definir a realização de seu sonho, não é sua posição social seu  gênero sua cor sua religião ou etnia, mas sim, a sua educação.
Quem quiser conhecer um pouco mais sobre este livro entre neste link-
https://w w w.editorabuqui.com.br/product-page/a-caminho-do-sonho

`Por:Maria Daluz Ribeiro Boian

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Frigorífico Redentor do MT e PA volta a pagar e a comprar boi- Salvação veio da China depois de semanas com problemas de solvência

Frigorífico se salva lastreando financiamento com recebíveis China e volta a pagar produtores – (Foto:Reprodução)
“Frigorífico Redentor do MT e PA volta a pagar e a comprar boi depois de semanas com problemas de solvência”
A habilitação da planta de Guarantã do Norte (MT) para exportar para a China está sendo a salvação do Frigorífico Redentor e, mais ainda, uma atenuante para os produtores que estavam sem receber. Aliás, também para os pecuaristas de Novo Progresso (PA), onde está a segunda unidade do Grupo Bihl. Com contratos com os chineses embaixo do braço, os bancos fizeram adiantamento de recebíveis.

Frigorífico do MT e PA volta a pagar e a comprar boi depois de semanas com problemas de solvência
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Em nota exclusiva ao Money Times, a direção da empresa confirma a operação, sem mencionar o valor devido para os 284 pecuaristas. Mas segundo se comenta nessa região fronteiriça de Mato Grosso-Pará, gira em torno de R$ 10 milhões.

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O acordo é para pagamento de 20% mensal em 6 parcelas para cada credor, sendo a primeira já depositada semana passada. Como acentua a nota, o adiantamento fornecido pelos bancos também é destinado à compra de bois China e garantir a volta normal dos abates e o começo das exportações, que, naturalmente, são o lastro para a tomada de recursos.

A crise do Redentor vem no embalo de indústrias médias e pequenas dependentes de mercado interno, em crise de consumo que se arrasta há mais de dois anos. De acordo com a informação passada pelo grupo, o fato de China ter habilitado praticamente só indústrias médias, ajudou a sustentar a atividade em várias regiões. O Redentor ficou 15 dias sem pagar e mais 10 a 15 dias parados, em setembro.

No caso de Guarantã do Norte, ainda há alguma concorrência perto, como o Frialto, de Matupa, e o JBS, de Alta Floresta. Só que enquanto o primeiro é pequeno, sem capacidade de absorver bois de outras praças, o JBS sozinho jogaria os preços lá para baixo. “Ainda bem que durou pouco essa crise e é muito importante para a nossa região”, informa um produtor que prefere não ter o nome divulgado. Ele embarca para o Redentor amanhã (21) 102 bois a R$ 148,00.
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A mesma impressão de alívio tem o presidente do Sindicato Rural da Cidade, Alberto Cesário, apesar de lamentar que para muitos a demora na quitação da dívida é problemática, especialmente os pequenos. “Ainda mais numa região com 60% da economia dependendo do boi”, argumenta ele.

Para os lados de Novo Progresso, a situação tem um complicador adicional. Embora o acordo contemple a todos os produtores das duas regiões, a planta paraense não é habilitada para a China, de modo que os abates de lá, abaixo da capacidade instalada de 700 cabeças /dia, são para mercado interno.

Na nota explicativa da empresa, há a expectativa de que a planta de Novo Progresso entre em processo de requerimento de habilitação para a China também, além do que se leva em perspectiva a possibilidade de Guarantã do Norte – com capacidade para 1,6 mil animais/dia, mas ainda com muito espaço para alcançar a marca -, absorver bois da região paraense.

O presidente do Sindicato Rural de Novo Progresso, Agamenon Menezes, entende que o acordo oferecido pelo grupo poderia ser melhor.  No entanto, como o Redentor está sozinho em muitos quilômetros, não há muita saída. O outro comprador mais próximo é pequeno e está em Santarém.

A ativação da planta, portanto, é importante para a cidade e para a região próxima, segundo também está otimista o vice-prefeito Gelson Dill.

JORNAL FOLHA DO PROGRESSO

Fonte:Money Times
Giovanni Lorenzon

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