Trump é eleito pessoa de 2024 pela revista Time

Trump foi eleito a pessoa do ano de 2024 pela revista ‘Time’. — Foto: Reprodução/Time

Presidente eleito dos EUA em novembro, republicano teve ‘impressionante retomada política’ neste ano, segundo a revista norte-americana. Trump já havia sido a pessoa do ano em 2016, quando ascendeu à Casa Branca pela 1ª vez. Trump tocou o sino da bolsa de Nova York nesta quinta.

O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, foi escolhido nesta quinta-feira (12) como a pessoa do ano de 2024 pela revista “Time”.

O republicano fez “uma impressionante retomada política” neste ano, segundo a publicação norte-americana: se em maio ele estava sentado no banco dos réus em um tribunal de Nova York recebendo uma condenação criminal, em novembro ele retornava ao cargo mais poderoso do mundo ao vencer a democrata Kamala Harris para um segundo mandato, não consecutivo, como presidente dos EUA. Trump toma posse em 20 de janeiro de 2025.

Segundo a “Time”, Trump remodelou o eleitorado americano nas eleições deste ano, mobilizando jovens eleitores do sexo masculino que o impulsionaram à “notável” vitória, para atingir uma vitória contundente, vencendo no voto popular pela primeira vez e conquistando todos os estados-chave.

Esta é a segunda vez que Trump é eleito pessoa do ano pela “Time”. A primeira foi em 2016, quando ele foi eleito presidente dos EUA pela primeira vez. Na edição deste ano, o republicano desbancou personalidades como a própria Kamala, o bilionário Elon Musk, a princesa Kate Middleton, Yulia Navalnaya, viúva do opositor russo Alexei Navalny, e o premiê israelense Benjamin Netanyahu.

O editor-chefe da “Time”, Sam Jacobs, afirmou no programa “Today” da rede “NBC” nesta quinta que Trump foi “para o bem ou para o mal, quem teve a maior influência nas notícias em 2024”.

“Trata-se de alguém que realizou um retorno histórico, que remodelou a presidência americana e está reorganizando a política dos Estados Unidos. É difícil contestar o fato de que a pessoa que está prestes a ocupar o Salão Oval é a mais influente no noticiário”, disse Jacobs.

De fato, Trump foi presença constante na mídia durante o ano, seja pelo julgamento pelo caso Stormy Daniels, seja pelas suas falas polêmicas, como a de que imigrantes haitianos estariam comendo cachorros em Ohio, ou por suas promessas de campanha de deportação em massa e de níveis históricos de crescimento econômico.

Trump construiu sua imagem como um rico empresário do ramo imobiliário, algo que o destacou como estrela do reality show de TV “O Aprendiz” e durante sua campanha presidencial. Ele venceu a eleição em parte ao canalizar as ansiedades dos americanos sobre a capacidade da economia de sustentar a classe média. Leia mais sobre quem é Donald Trump aqui.

Trump há muito tempo demonstra fascínio por aparecer na capa da revista “Time”, em que fez sua primeira aparição em 1989. Ele afirmou falsamente deter o recorde de aparições na capa, e o The Washington Post informou em 2017 que Trump tinha uma foto falsa de si mesmo na capa da revista pendurada em vários de seus clubes de golfe.

Também nesta quinta-feira, Trump tocou o sino da Bolsa de Valores de Nova York, tradicional cerimônia de abertura das vendas de ações do dia. Esta é a primeira vez que o republicano participa do evento, considerado um marco da cultura e da política, com celebridades e líderes empresariais sendo convidados nos últimos anos.

Ex-democrata, astro da TV, réu e presidente: Relembre a trajetória de Trump

Nascido em 1946 em Nova York, Donald Trump tem atualmente uma fortuna estimada em cerca de US$ 6,5 bilhões (cerca de R$ 32 bilhões), fruto de seu conglomerado de empresas que inclui redes de hotéis, resorts, cassinos e campos de golfes dentro e fora dos Estados Unidos. O republicano, que já foi filiado ao partido democrata, também tem toda uma carreira como personalidade da TV, que o alçou à fama e o projetou para a política.

Foi com Roy Cohn, o polêmico advogado que representou mafiosos de Nova York e é considerado o grande mentor de Donald Trump, que o republicano aprendeu o lema que desde então vem guiando sua trajetória: “sempre clame vitória, jamais admita a derrota”.

Trump aplicou o ensinamento não só ao contestar sua derrota nas eleições em 2020, que perdeu para Joe Biden. Mas também quando conseguiu convencer credores a perdoarem a maior parte de uma dívida de US$ 900 milhões que fez na década de 1990.

Mas a trajetória de Trump também abarca processos judiciais, 18 denúncias de crimes sexuais, três casamentos, cinco filhos, dez netos, uma mudança de partido e muitas falas polêmicas — só nesta campanha eleitoral, ele disse que deve prender adversários políticos e colocar o Exército atrás de cidadãos dentro e fora dos EUA e prometeu a maior deportação de imigrantes na história de seu país.

Trump tem cinco filhos, fruto de casamentos com Ivana, Marla Maples e Melania Trump, com a qual é casado há mais de 20 anos.

Foi também com a ajuda de seu mentor Roy Cohn que o então magnata migrou para a TV, nos anos 2000. Ele estrelou o programa “O Aprendiz”, reality show no qual Trump escolhia um participante para trabalhar com ele — os outros todos eram “demitidos”. Daí ele tirou um slogan que usa até hoje, o “você está demitido”.

 

Fonte: Redação g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/12/2024/14:55:33

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VÍDEO: Tubarão pula para dentro de barco de pescadores na Coreia do Sul

Tubarão pula em barco na Coreia do Sul — Foto: g1

Animal surpreendeu pescadores que pescavam na costa de Gyeongsang do Sul, na costa sudeste sul-coreana. Pescadores não se feriram, e tubarão foi devolvido ao mar.

Pescadores na Coreia do Sul levaram um enorme susto quando um tubarão pulou para dentro do barco em que estavam.

Os pescadores estavam a bordo de uma embarcação de grande porte na costa de Gyeongsang do Sul, província na costa sudeste da Coreia do Sul. Um deles filmava a pescaria no momento em que um tubarão-mako saltou do mar e foi parar dentro do barco.

https://twitter.com/i/status/1866926230198427971

O animal, de 100 quilos, atingiu de raspão o rosto de um dos pescadores, mas, segundo o grupo, eles não ficaram feridos. Eles disseram que também conseguiram devolver o tubarão ao mar alguns minutos depois — o vídeo mostra como ele se debate fortemente dentro do barco.


Foi uma experiência arrepiante. Tenho pescado a vida toda e um tubarão nunca pulou no barco”, disse o pescador atingido no rosto. “Talvez este peixe estivesse tão desesperado para ser capturado que veio até nós.”


Fonte: g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/12/2024/15:15:38

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Polícia dos EUA prende suspeito de matar CEO de seguradora em Nova York

Atirador foi flagrado por uma câmera de segurança dentro de um carro — Foto: Reprodução/Redes sociais

Atirador fugiu após o crime, na semana passada, e está sendo procurado desde a quarta-feira (4). Suspeito foi identificado como Luigi Mangione, de 26 anos.

A polícia da Pensilvânia, nos Estados Unidos, prendeu o suspeito de ter matado o CEO da seguradora de saúde UnitedHealthcare em Nova York, nesta segunda-feira (9). Ele foi identificado como Luigi Mangione, de 26 anos, segundo as autoridades.

O CEO da UnitedHealthcare, Brian Thompson, de 50 anos, morreu após ser baleado em frente a um hotel de luxo em Manhattan na quarta-feira (4). O atirador conseguiu fugir, e a polícia de NY estava há dias fazendo uma grande operação de busca, com helicópteros, cães farejadores, análise de câmeras e até mergulhadores.

Mangione foi detido em uma unidade do McDonald’s em Altoona, na Pensilvânia. A cidade fica a 375 km de Nova York. Ele foi preso com uma arma similar à usada no crime, além de documentos de identidade falsos.

“Até agora, a informação que estamos recebendo de Altoona é que a arma parece ser uma arma fantasma que pode ter sido feita em uma impressora 3D, capaz de disparar uma bala de 9 mm”, disse Joseph Kenny, chefe dos investigadores de Nova York.

A polícia informou que um dos documentos falsos encontrados com o suspeito foi usado pelo atirador para fazer check-in em um hostel de Nova York antes do crime. Roupas que estavam com o homem, incluindo uma máscara facial, também são semelhantes às usadas pelo atirador.

Segundo as autoridades, a polícia foi acionada por uma testemunha que deu descrições que batiam com as do homem que estava sendo procurado.

Policiais revelaram ao jornal “The New York Times” que o homem preso escreveu um manifesto criticando os planos de saúde dos EUA.

Nesta segunda-feira, a polícia disse que encontrou um documento de três páginas com textos sugerindo que Mangione tinha “má vontade em relação às empresas americanas”. A declaração ainda falava sobre a motivação e a mentalidade do suspeito.

Os registros apontam que Mangione nasceu no estado de Maryland e teve passagens pela Pensilvânia, onde fez faculdade, além da cidade de São Francisco, na Califórnia. O último endereço conhecido dele era em Honolulu, no Havaí.

O Departamento de Polícia de Nova York informou que acredita que o atirador tenha agido sozinho. Além disso, as autoridades disseram que, aparentemente, o atirador não estava tentando fugir do país.

O suspeito ainda será interrogado por investigadores da Polícia de Nova York.

A prisão do suspeito acontece um dia depois de a polícia de Nova York ter divulgado duas novas fotos do homem que assassinou Thompson. Qualquer informação que levasse à prisão do criminoso, foragido desde quarta-feira (4), poderia render uma recompensa de R$ 300 mil, paga pelo FBI, e de outros R$ 60 mil, ofertados pelas autoridades de segurança da cidade.

➡️Onde aconteceu o disparo? Thompson, de 50 anos, morreu após ser baleado em frente a um hotel de luxo em Nova York, nos Estados Unidos, por volta de 6h45 de quarta-feira (4), pelo horário local. O prédio fica na ilha de Manhattan e próximo de vários pontos turísticos da cidade, como o Central Park.

A principal hipótese é que o criminoso tenha deixado a cidade de Nova York em um ônibus logo após o assassinato.

Na sexta-feira (6), uma mochila do foragido foi descoberta no Central Park pelos investigadores depois de uma grande varredura por lagos, poços e bosques. A polícia não revelou o que havia na bolsa.

Identidade desconhecida

Os investigadores tentam apurar se o atirador poderia ser um funcionário descontente ou um cliente da seguradora, afirmou o chefe de detetives Joseph Kenny.

A polícia tem vídeos do homem entrando em uma estação de ônibus, mas não tem imagens dele saindo, o que leva a acreditar que ele deixou a cidade, afirmou Kenny.

O atirador fez questão de esconder a identidade com uma máscara durante quase todo o tempo, inclusive durante o ataque e enquanto comia, mas deixou um rastro de evidências.

Como aconteceu o crime?

O atirador chegou a Nova York no dia 24 de novembro e disparou contra Thompson 10 dias depois, fora da conferência anual de investidores de sua empresa, em um hotel a apenas alguns quarteirões do Radio City Music Hall e do Rockefeller Center.
O atirador desceu de um ônibus que partiu de Atlanta e fez várias paradas ao longo do caminho, informou o chefe dos detetives. A polícia não explicou onde ele pegou o ônibus. Os investigadores têm uma lista de passageiros, mas nenhum deles precisou fornecer um documento de identidade ao embarcar.
Os investigadores acreditam que o suspeito usou um documento de identidade falso. Eles também estavam tentando obter informações de um celular encontrado ao longo da rota de fuga do atirador.

Foto sem máscara

Fotos do suspeito, tiradas no saguão de um albergue na Upper West Side de Manhattan, parecem ser a única vez em que ele removeu a máscara, explicou o chefe dos detetives. As imagens mostram o homem sorrindo no saguão de um albergue onde se hospedou.

“Não vamos resolver isso em 60 minutos. Estamos passando cuidadosamente por cada pedacinho de evidência que conseguimos encontrar. Eventualmente, quando a prisão for feita, teremos que apresentar todos esses fatos a um juiz e jurados, então estamos tomando nosso tempo, fazendo tudo direito e garantindo que vamos alcançar justiça para essa vítima e encerramento para sua família.”

Quem era o CEO?

Thompson trabalhava na UnitedHealth Group havia 20 anos. Desde 2021, ele dirigia a divisão de seguros da empresa, a United Healthcare. Como CEO, o executivo liderava um negócio que oferece cobertura de saúde para mais de 49 milhões de norte-americanos.

O executivo morava em Minnesota e estava em Nova York para a conferência anual de investidores da empresa. A UnitedHealth cancelou o evento que havia acabado de começar após a notícia.

A United Healthcare é a maior fornecedora de planos para a versão privada do programa de saúde Medicare do governo dos Estados Unidos. Esse pacote é voltado para pessoas com 65 anos ou mais.

O grupo como um todo é um dos maiores do mundo em receita e tem negócios em vários países. No Brasil, a UnitedHealth foi dona da operadora de planos de saúde Amil até 2023.

 

Fonte:  Redação g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 09/12/2024/17:09:31

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Mundo do rodeio perde uma das suas maiores lendas da arena

O luto tomou conta no mundo do rodeio ao final da tarde deste sábado, 07, quando a Cia. Paulo Emílio anunciou a morte do Touro Mexicano, que deixa um legado de títulos e emoção, marcando o fim de uma maior das lendas das arenas.

A Cia. Paulo Emílio, uma das maiores referências no cenário de rodeio no Brasil, anunciou com profundo pesar a morte do touro Mexicano. Conhecido como “Iron Bull”, Mexicano era símbolo de força, coragem e excelência no rodeio brasileiro, acumulando títulos impressionantes e criando momentos memoráveis para a companhia e o público.

Mexicano não era apenas um animal de competição; ele era uma verdadeira lenda nas arenas. Sua presença intimidava competidores e encantava espectadores, consolidando seu status como um dos grandes ícones do rodeio nacional. Durante sua carreira, trouxe orgulho à Cia. Paulo Emílio, renomada pela excelência na seleção de animais de alto desempenho.

Uma Cia. Paulo Emílio e sua contribuição para o rodeio

A Cia. Paulo Emílio é sinônimo de tradição e inovação no universo do rodeio. Desde sua fundação, a empresa tem se dedicado a oferecer momentos inesquecíveis para os fãs do esporte, sempre priorizando a segurança e o bem-estar dos animais e competidores. Mexicano era um dos principais representantes desse compromisso, destacando-se por sua força e imponência.
Comoção nas redes sociais

O anúncio da morte do touro Mexicano gerou uma onda de homenagens e mensagens de pesar nas redes sociais. Muitos expressaram tristeza pela perda e relembraram os momentos emocionantes que ele proporcionou. “Nosso eterno Iron Bull”, comentou Paulo Emílio, reforçando a importância do animal para a história da companhia. Perfis como o @rioaltoriopreto expressaram solidariedade: “Nossos sentimentos!”. A comoção evidencia o impacto de Mexicano não apenas nos rodeios, mas também no coração daqueles que acompanhavam sua trajetória.

“Nosso eterno Iron Bull”, comentou Paulo Emílio, reforçando a importância do animal para a história da companhia.

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Um legado eterno

Mexicano deixa um vazio nas arenas e uma imensa saudade em todos que tiveram a oportunidade de presenciar sua grandeza. Seu legado será eternizado como símbolo de garra e excelência no rodeio brasileiro, perpetuando a história da Cia. Paulo Emílio como uma das mais prestigiadas do país. O touro Mexicano destacou-se por sua agressividade e técnica apurada, desafiando inúmeros competidores ao longo de sua carreira. Ele consolidou-se como um dos touros mais respeitados e admirados do rodeio brasileiro, sendo temido nas arenas por sua habilidade em desestabilizar os concorrentes.

O Touro Mexicano figurou entre os 11 maiores touros da companhia, ao lado de lendas como Bandido, Agressivo e Bipolar. O falecimento do touro gerou uma onda de comoção entre fãs e profissionais do rodeio. Nas redes sociais, diversas homenagens destacaram os momentos marcantes proporcionados por ele e a saudade que deixará.
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A memória de uma lenda

A Cia. Paulo Emílio, por meio de suas plataformas oficiais, expressou profundo pesar pela perda de um de seus animais mais emblemáticos, reforçando o legado que Mexicano deixa para o esporte. A trajetória do touro Mexicano é um testemunho da dedicação e paixão que permeiam o universo do rodeio, e sua memória continuará viva entre aqueles que apreciam a cultura e tradição desse esporte. Mexicano será lembrado para sempre como um ícone que viveu intensamente e emocionou gerações.toro

Fonte:Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 08/12/2024/08:03:18

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Como Utilizar um Gerador de Números da Sorte para a Mega da Virada

Com o início do novo ano, os participantes podem ganhar prêmios que mudarão suas vidas na tão esperada loteria anual do Brasil, a Mega da Virada. Com milhões de participantes, escolher os números ideais pode ser tão complicado quanto encontrar uma agulha em um palheiro. Os geradores de números da sorte são um divisor de águas nessa situação. Essas soluções digitais simplificam o processo de escolha de números, proporcionando rapidez, facilidade e um toque de estratégia. Saber como esses geradores funcionam o ajudará a tirar o máximo proveito de sua experiência com a Mega da Virada, independentemente de seu nível de experiência em loterias.

Uma das vantagens mais significativas do uso de um gerador de números da sorte é sua perfeita integração com as plataformas digitais, o que torna mais fácil jogar Mega da Virada online. Esses geradores geralmente são integrados a sites e aplicativos de loteria on-line, permitindo que os usuários gerem rapidamente combinações e enviem suas apostas sem sair da plataforma. Essa conveniência elimina a necessidade de visitar lojas físicas de loteria, economizando tempo e esforço. Para aqueles que preferem apostar no conforto de suas casas, jogar on-line usando um gerador aumenta a acessibilidade. Isso garante que todas as oportunidades sejam aproveitadas durante esse evento altamente competitivo.

Benefícios do uso de um gerador de números da sorte

Conveniência

A escolha dos números pode levar muito tempo, principalmente quando se envia várias entradas. Os geradores automatizam esse processo e produzem resultados em segundos.

Estratégia aprimorada

Alguns geradores usam análise de dados, mesmo que sejam totalmente aleatórios. Elas podem, por exemplo, recomendar combinações com base em sorteios anteriores da Mega da Virada, dando aos consumidores uma sensação de estratégia bem informada.

Redução de erros

As ferramentas automatizadas eliminam erros humanos, como a seleção de números errados ou a repetição inadvertida de números.

Acessibilidade para apostas on-line

Como mais pessoas estão fazendo apostas on-line, esses instrumentos complementam as plataformas digitais, facilitando uma transição simples e fácil para os jogos on-line.

Dicas para usar os geradores de números da sorte de forma eficaz

Para tirar o máximo proveito de um gerador de números da sorte, considere o seguinte:

Experimente várias plataformas

Examine vários geradores para determinar se um deles oferece recursos que complementam sua abordagem. Enquanto alguns podem usar dados analíticos, outros podem priorizar a aleatoriedade.

Não dependa demais

Embora os geradores possam ser úteis, lembre-se de que a loteria é totalmente aleatória. Embora o uso de um gerador simplifique o processo de seleção, ele não garante o sucesso.

Incorporar as preferências individuais

Alguns jogadores preferem misturar números significativos, como aniversários ou datas de nascimento, com números gerados. A personalização parcial é possível em vários sistemas.

Examine informações anteriores

Se você for um jogador com inclinação analítica, veja se o gerador fornece informações sobre sorteios anteriores. Como resultado, suas escolhas podem se tornar mais estratégicas.

Ferramentas digitais versus métodos convencionais

Métodos convencionais de escolha de números

Os jogadores geralmente selecionam os números de acordo com superstições, padrões ou significados pessoais. Embora isso possa ser divertido, geralmente leva muito tempo e é propenso a preconceitos repetidos.

Geradores digitais de números da sorte

Em contrapartida, as tecnologias digitais enfatizam a objetividade e a eficiência. Elas atendem ao consumidor experiente em tecnologia que aprecia a facilidade de uso e o processo simplificado de apostas on-line.

Ao eliminar a necessidade de bilhetes físicos e permitir que os usuários apostem de qualquer local, a experiência on-line melhora significativamente a acessibilidade. Em comparação com as abordagens convencionais, isso melhora substancialmente a experiência do usuário para os usuários contemporâneos.

Resumindo

Os geradores de números da sorte oferecem a fusão ideal de facilidade, estratégia e tecnologia contemporânea e mudaram completamente a forma como os jogadores encaram a Mega da Virada. Independentemente de seu nível de experiência, essas ferramentas permitem que você escolha os números de forma mais rápida e eficiente, reduzindo os erros. Você pode se concentrar na emoção do sorteio e melhorar sua experiência na loteria ao combinar técnicas convencionais com inovação tecnológica. Está preparado para correr o risco? Dê o primeiro passo para realizar sua ambição com a Mega da Virada, investigando agora um gerador de números da sorte!

Fonte:Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 08/12/2024/08:03:18

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Presidente da Coreia do Sul sobrevive ao pedido de impeachment após boicote de seu partido

Yoon Suk Yeol — Foto: Chung Sung-Jun/Pool via REUTERS
Deputados do Partido do Poder Popular (PPP) deixaram o plenário de votação neste sábado (7). Oposição precisava de pelo menos oito votos do partido de Yoon Suk Yeol para aprovar o impeachment.

O presidente sul-coreano Yoon Suk Yeol sobreviveu a um pedido de impeachment no parlamento liderado pela oposição neste sábado (7), após a maioria dos parlamentares de seu partido boicotar a votação.

No início da votação, vários deputados aliados a Yoon Suk Yeol deixaram o plenário em protesto, a pedido do partido do presidente.

Enquanto os legisladores debatiam a moção, apresentada pelo principal partido de oposição, o Partido Democrata, apenas um membro do Partido do Poder Popular (PPP) de Yoon permaneceu em seu assento, enquanto outros dois retornaram durante a votação.

Segundo a oposição, ocorreu um boicote, já que o presidente só poderia ser retirado do cargo caso 2/3 do parlamento votasse a favor do impeachment — são 200 de seus 300 membros. Os partidos de oposição que apresentaram a moção de impeachment têm 192 assentos. Eles precisariam de pelo menos oito votos adicionais do Partido do Poder Popular.

A derrota da moção deve intensificar os protestos públicos pedindo a saída de Yoon. Uma pesquisa mostrou que a maioria dos sul-coreanos apoia o impeachment do presidente.

Manifestantes pedem o impeachment do presidente sul-coreano — Foto: Kim Hong-ji/Reuters
Manifestantes pedem o impeachment do presidente sul-coreano — Foto: Kim Hong-ji/Reuters

Pedido de desculpas

Yoon Suk Yeol foi acusado de violar seu dever constitucional e cometer um crime semelhante à traição ao declarar lei marcial na última terça-feira (3). Mais cedo, ele pediu desculpas e disse que decretou a lei marcial por desespero.

O discurso foi a primeira aparição pública do líder embaraçado desde que ele revogou a ordem de lei marcial na manhã de quarta-feira, apenas seis horas depois de ela ter sido declarada, e após o parlamento desafiar os cordões militares e policiais para votar contra o decreto.

“Estou muito arrependido e gostaria de pedir sinceras desculpas ao povo que ficou chocado”, disse Yoon. Entretanto, o presidente não apresentou sua renúncia. “Deixarei nas mãos do meu partido estabilizar a situação política no futuro, incluído o meu mandato”, acrescentou.

Decreto da lei marcial

Na terça-feira (3), Yoon acionou um dispositivo constitucional para implementar a medida, substituindo a legislação normal por leis militares, fechando a Assembleia Nacional e colocando setores como a imprensa sob controle do governo.

A lei marcial foi decretada em um contexto de baixa aprovação do presidente e de trocas de farpas entre o governo e os deputados. A medida pegou a Coreia do Sul de surpresa e expôs a crise política do país, que vem se agravando nos últimos meses.

Yoon defendeu o decreto como uma maneira de proteger a Coreia do Sul de aliados da Coreia do Norte que estariam infiltrados no país. A lei, no entanto, sofreu uma série de reações negativas e levou milhares de sul-coreanos às ruas.

Crise política

Em abril deste ano, o Partido Democrata — de oposição ao governo de Yoon — venceu com ampla vantagem as eleições parlamentares. Com isso, a legenda ampliou o controle da Assembleia Nacional, conquistando mais de 170 das 300 cadeiras da Casa.

À época, Yoon fez um pronunciamento prometendo mudanças no governo e políticas para estabilizar a economia na Coreia do Sul.

Enquanto isso, a oposição aprovou moções para investigar a primeira-dama. Todos os projetos acabaram sendo vetados pelo presidente.

No fim de novembro, o Partido Democrata rejeitou o orçamento do governo e avançou com um plano de revisão de gastos, cortando o equivalente a mais de R$ 17 bilhões. A medida irritou o gabinete presidencial, sendo que a porta-voz do governo chamou a ação de “tirania parlamentar”.

Ao anunciar a lei marcial, Yoon descreveu a oposição como “forças pró-Coreia do Norte, sem vergonha, que estão saqueando a liberdade e a felicidade” dos sul-coreanos.

 

Fonte: Redação g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 07/12/2024/11:31:08

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Pedra gigante cai em rodovia no Peru e mata três pessoas

Foto: Reprodução | Motorista foi único sobrevivente, após ser resgatado pela polícia; vítimas, originárias da China e de Taiwan, estavam no país por motivos comerciais.

Um acontecimento trágico foi registrado por câmeras no Peru quando na última segunda-feira, quando uma pedra gigante caiu sobre uma caminhonete devido a um deslizamento de terra de uma encosta e causou a morte de três pessoas de nacionalidade chinesa, que estavam no país por motivos comerciais. O condutor do veículo foi o único sobrevivente após uma operação da Polícia Nacional para o resgatar.

A sequência ocorreu na Rodovia Central, no km 98, em Cacray, distrito de San Mateo, província de Huarochirí. As autoridades explicaram à imprensa que o incidente ocorreu após a queda da pedra que rolou da montanha, algo comum naquela região. O acidente ocorreu em uma das rotas mais perigosas da região devido aos deslizamentos de terra, principalmente na época das chuvas.

Na gravação, publicada nas redes sociais, são vistos em um primeiro momento dois veículos brancos, uma caminhonete Toyota Hilux e uma van, parados na estrada enquanto outros veículos se deslocavam no sentido contrário. Mas depois disso, uma pedra gigante cai do morro em alta velocidade e atinge a cabine do caminhão. Com o impacto, o carro ficou completamente destruído e depois capotou.

Segundo a imprensa local, o motorista foi o único sobrevivente, que foi resgatado com vida por membros da Polícia Nacional e levado às pressas para o Hospital Matucana. Também participaram da operação equipes de resgate de Desarrollo Vial de los Andes e da promotora Ana María Cruz Escobar, que certificaram as mortes e providenciaram a transferência dos corpos para um necrotério próximo.

Em meio a uma operação que causou caos no trânsito, os corpos foram retirados, os destroços espalhados no asfalto e as bagagens foram revistadas para identificação. Conforme relatado pelo El Tiempo, as autoridades pediram que os motoristas tenham extrema cautela devido à instabilidade das colinas e às condições escorregadias da estrada.

Embora se soubesse que as vítimas eram chinesas, os seus nomes não foram revelados. A van branca está registrada em nome da empresa Jungle Fresh Organic SAC, que se dedica à exportação de produtos orgânicos como café e cacau, que depois são enviados para a Ásia. No veículo, a polícia encontrou panelas elétricas de arroz, jarras e eletrodomésticos.

Foi revelado que uma empresária da ilha de Taiwan, que era gerente geral da empresa proprietária do veículo, morreu no incidente. As outras duas mortes eram de pessoas do sexo masculino. Foi relatado que todos a bordo da caminhonete estavam no Peru para fechar contratos de trabalho.

A Polícia Nacional ainda está investigando o incidente, que provocou diversas reclamações de cidadãos sobre a insegurança dessa rota, uma das mais movimentadas, mas vulneráveis, do Peru. Por isso, exigem medidas preventivas, como barreiras de contenção e monitoramento das áreas mais críticas.

Fonte: O Globo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/12/2024/13:55:38

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Atirador que matou CEO de seguradora em Nova York deixou mensagem em munição, diz agência; polícia divulga foto do atirador

Imagem do suspeito de atirar e matar CEO da seguradora UnitedHealthcare em Nova York em 4 de dezembro de 2024. — Foto: Divulgação/ Departamento de Polícia de Nova York

Palavras escritas nas balas podem fazer referência a uma estratégia de seguradoras para não pagar indenizações, segundo polícia. Brian Thompson, 50, CEO da gigante de seguros de saúde UnitedHealthcare, morreu baleado em Manhatann. Polícia de Nova York faz caçada ao suspeito, que segue desaparecido.

O mistério em torno ao autor dos disparos que mataram o CEO de uma gigante de seguros de saúde dos Estados Unidos em Nova York na quarta-feira (4) aumentou. O suspeito, ainda não identificado e desaparecido, deixou uma mensagem criptografada nas balas que atingiram a vítima, segundo disseram à agência de notícias Associated Press (AP) fontes da investigação do caso.

Na quarta-feira, o CEO da UnitedHealthcare, Brian Thompson, de 50 anos, foi baleado e morto enquanto caminhava na porta do hotel Hilton, a alguns quarteirões de atrações turísticas da cidade. O suspeito, um homem encapuzado flagrado por câmaras, estava a pé e fugiu em uma bicicleta.

Segundo as fontes ouvidas pela AP, ele escreveu as palavras , “”negar” “defender” e “postergar” (deny, defend e depose) nas balas que atingiram Thompson. As palavras na munição, disseram ainda as fontes, podem ter sido uma referência às estratégias que as seguradoras usam para tentar evitar o pagamento de indenizações.

Pelo menos duas das palavras (“delay” e “deny”) podem fazer referência ao título de um livro escrito pelo advogado Jay Feinman, sobre as práticas das seguradoras para negar cobertura aos clientes. O subtítulo do livro é: “Por que companhias de seguro não pagam sinistros e o que você pode fazer a respeito”.

Nesta quinta (5), a polícia de Nova York ainda fazia uma intensa caçada ao suspeito, que seguia desaparecido até a última atualização desta reportagem, com helicópteros drones e cães farejadores.

Para ajudar nas buscas, a polícia também divulgou uma foto do homem no momento em que ele tira a máscara que estava usando no crime para pedir um café em uma cafeteria (veja acima).

Câmeras

Imagens mostram homem atirando contra CEO em Nova York e fugindo — Foto: NYPD
Imagens mostram homem atirando contra CEO em Nova York e fugindo — Foto: NYPD

Para tentar achar o suspeito, policiais estão fazendo uma devassa nas inúmeras câmeras espalhadas pela cidade. O próprio assassinato e os movimentos do atirador nos minutos anteriores e posteriores foram capturados em algumas dessas câmeras.

Os investigadores acreditam, com base em vídeos de vigilância e evidências coletadas na cena, que o atirador tinha algum treinamento prévio com armas de fogo e experiência com armas de fogo e que a arma estava equipada com um silenciador.

A comissária de polícia de Nova York, Jessica Tisch, disse que, embora os investigadores ainda não tenham estabelecido um motivo, não se trata um ato aleatório de violência.

“Muitas pessoas passaram pelo suspeito, mas ele parecia esperar pelo alvo pretendido”, disse Tisch. “Ao assistir ao vídeo, parece que ele é proficiente no uso de armas de fogo, pois conseguiu limpar os defeitos muito rapidamente”, disse o chefe de detetives da polícia nova-iorquina, Joseph Kenny.

A polícia divulgou várias imagens do atirador, que usava uma jaqueta com capuz e uma máscara que escondia a maior parte do rosto e não teria chamado atenção em um dia frio de inverno. Uma das imagens mostra inclusive que ele parou em um Starbucks antes do crime.

O departamento de polícia ofereceu uma recompensa de até US$ 10.000 (cerca de R$ 59.000) por informações que levassem ao suspeito.

Os investigadores também estão investigando se o homem havia pré-posicionado uma bicicleta como parte de um plano de fuga, disse o oficial. O suspeito fugiu em uma bicicleta e foi visto pela última vez andando no Central Park.

As autoridades estavam realizando análises de DNA e impressão digital em itens encontrados nas proximidades, incluindo uma garrafa de água, que eles acreditam que o suspeito pode ter descartado, disse o oficial.

Fonte: Associated Press e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/12/2024/16:22:01

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Presidente da Coreia do Sul declara lei marcial, e oposição vota para derrubar decreto

Manifestantes protestam em frente ao Parlamento da Coreia do Sul, em Seul, após presidente do país anunciar lei marcial, em 3 de dezembro de 2024. — Foto: Kim Hong-Ji/ Pool via AP
Medida foi adotada para detectar e conter “elementos pró-Coreia do Norte”, segundo presidente Yoon Suk Yeol, mas oposição o acusou de usar argumento para controlar Parlamento. Deputados declaram lei inválida, enquanto protestos contra Yoon tomam as ruas.

O governo da Coreia do Sul impôs nesta terça-feira (3) a lei marcial no país. O presidente argumentou que quer “limpar” o território de aliados da Coreia do Norte, mas a oposição acusou o governo de estar usando o conflito com Pyongyang para controlar o Parlamento.

A lei marcial restringe o acesso a direitos civis e substitui a legislação normal por leis militares, como limitações e controle da imprensa, ao Parlamento e às forças policiais. Todas as atividades políticas, incluindo manifestações, foram proibidas. Sites de notícias do país também relataram instabilidades em seus portais.

Não está claro, porém, se alguma medida concreta foi efetivamente tomada por Yoon. Milhares de manifestantes se reuniram para protestar em frente ao Parlamento, em Seul — até a última atualização desta reportagem, não havia registros de prisões ou repressão aos atos..

O acesso ao Parlamento foi fechado após a imposição da lei marcial (veja imagem acima), e forças especiais da polícia foram enviadas para conter manifestantes. Ainda assim, deputados conseguiram entrar no plenário e realizaram uma sessão de emergência na qual declararam a lei marcial inválida.

De acordo com a agência de notícias Yonhap, o próprio partido de Yoon pediu para que ele decretasse o fim do regime de exceção após o voto contrário do Legislativo.

Esta é a primeira vez que um governo da Coreia do Sul, que tem regime democrático e é aliado das principais potências ocidentais, decreta a lei marcial desde o fim da ditadura militar no país, na década de 1980.

O presidente sul-coreano, Yoon Suk Yeol, acusou a oposição de estar se aliando à Coreia do Norte — com quem a Coreia do Sul ainda está tecnicamente em guerra — para inviabilizar seu governo. Já a oposição, que tem maioria no Parlamento, afirmou que Yoon quer ampliar seus poderes.

Ele fez o anúncio decretando a lei marcial em um pronunciamento-surpresa emitido pelas TVs sul-coreanas no início da noite no horário local (manhã de terça pelo horário de Brasília).

No pronunciamento, Yoon, conservador que governa o país há dois anos, não especificou as ameaças da Coreia do Norte que justificam a imposição da lei e disse apenas que a medida foi adotada para detectar “elementos pró-Coreia do Norte”.

“Declaro lei marcial para proteger a livre República da Coreia da ameaça das forças comunistas norte-coreanas, para erradicar as desprezíveis forças antiestado pró-norte-coreanas que estão saqueando a liberdade e a felicidade do nosso povo, e para proteger a ordem constitucional livre”, disse Yoon.

No discurso, o presidente criticou movimentos feitos nesta semana pela oposição na Câmara dos Deputados, como uma moção de impeachment contra promotores do país — Yoon também foi promotor antes de assumir a presidência — e a rejeição a uma proposta de orçamento do governo.

Após o anúncio, centenas de pessoas foram ao Parlamento do país, na capital Seul, onde, segundo a imprensa local, forças militares já começaram a tomar o controle. Depois da votação, vários manifestantes celebraram a aprovação da derrubada da lei e pediram a prisão do presidente. As forças especiais que haviam entrado no Parlamento foram vistas deixando o local, segundo a imprensa do país.

O líder da oposição, Lee Jae-Myung, disse após a votação emergencial que a lei marcial é inválida e que, por isso, qualquer pessoa atuando sob essa medida está descumprindo a lei do país.

O governo ainda não havia se manifestado sobre a votação emergencial até a última atualização desta reportagem.

    Reações

O chefe da Polícia da Coreia do Sul criticou a medida e convocou uma reunião de emergência ainda nesta terça para debater a medida.

Membros do próprio governo também se disseram contra a imposição da lei marcial. O líder do Partido do Poder Popular, sigla do presidente, Han Dong-hoon, disse em uma postagem nas redes sociais que “a declaração da lei marcial é um erro” e que vai pará-la com a ajuda do povo.

O líder da oposição chamou a medida de inconstitucional e convocou todos os partidos a irem ao Parlamento, em Seul, para protestar contra a adoção da lei.

O presidente do Parlamento, também da oposição, disse que faria uma sessão de urgência na noite desta terça para debater o anúncio do presidente. Mas o Parlamento foi fechado, e todos os acessos a ele, bloqueados, segundo a agência de notícias sul-coreana Yonhap.

A Casa Branca disse que o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, está em contato com o governo da Coreia do Sul e monitorando “de perto” a situação. Estados Unidos e Coreia do Sul são aliados e vêm fazendo exercícios militares conjuntos nos últimos anos para marcar influência na região.

Tensão política interna

O anúncio da lei marcial ocorre também após semanas de fortes tensões políticas internas na Coreia do Sul, entre o governo e a oposição.

A gestão de Yoon Suk Yeol ficou enfraquecida após seu partido perder as eleições legislativas, em abril deste ano. No pleito, feito para renovar o Parlamento, a sigla de Yoon conquistou pouco mais de 100 cadeiras, enquanto o oposicionista Partido Democrático elegeu mais de 170 deputados e se tornou a principal força na Casa.

O resultado refletiu a queda de popularidade que o presidente vem sofrendo desde que ele assumiu o poder, em 2022. Ex-procurador, Yoon tem uma postura intransigente na relação com a Coreia do Norte e fez promessas de campanha polêmicas, como a de extinguir o Ministério da Igualdade de Gênero.

Ele também assumiu sucedendo uma série de crises políticas no país.

Em 2017, a então presidente, Park Geun-hye, foi afastada após ser pega em um escândalo de corrupção. Ela foi condenada a 24 anos de prisão no ano seguinte.

Antes dela, os ex-presidentes Chun Doo-Hwan e Roh Tae-Woo também cumpriram penas de prisão nos anos 1990 por motivos similares.

A medida também vem em um momento de escalada de tensões sem precedentes na última década entre as duas Coreias, ainda tecnicamente em guerra.

Só no último ano, a relação entre os dois países foi marcada por ameaças como um satélite espião, rompimento de acordo de não agressão, testes com mísseis balísticos internacionais, lançamento de foguetes em área de fronteira e até o despejo de balões transportando sacos com itens de lixo e fezes em território sul-coreano, em maio deste ano.

O fator chave para explicar a escalada nas tensões foi a suspensão, em novembro de 2023, pela Coreia do Norte, de um pacto de não agressão que os dois países mantinham desde 2018.

 

Fonte: Redação g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 03/12/2024/16:30:00

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Tumulto em partida de futebol na Guiné deixa 56 mortos

Briga em Guiné deixa mais de 50 mortos (Foto: Reprodução/ Redes Sociais)

Distúrbios começaram após a expulsão de um jogador nos minutos finais da partida, o que motivou protestos por parte dos torcedores e a intervenção das forças de segurança.

56 pessoas morreram no domingo (1) em N’Zérékoré, sudeste da Guiné, em um “tumulto” registrado após os protestos de torcedores contra as decisões do árbitro em uma partida de futebol, informou o governo nesta segunda-feira.


“As manifestações de descontentamento contra as decisões do árbitro incluíram lançamentos de pedras por parte de torcedores, o que provocou tumultos fatais”, afirmou o governo em um comunicado divulgado pela televisão estatal.

“Os hospitais estabeleceram um balanço provisório de 56 mortos”, completa a nota.


Testemunhas dos incidentes afirmaram que os distúrbios começaram após a expulsão de um jogador nos minutos finais da partida, o que motivou protestos por parte dos torcedores e a intervenção das forças de segurança.

Segundo a imprensa local, a partida era parte de um torneio dedicado ao comandante da junta militar da Guiné, general Mamadi Doumbouya, que chegou ao poder após um golpe de Estado em setembro de 2021 e, mais tarde, tomou posse como presidente.”

Tudo começou devido a um protesto por uma decisão do árbitro. Vários torcedores invadiram o gramado”, relatou à AFP uma testemunha que pediu para não ter o nome divulgado por segurança.

Fontes médicas de um hospital regional anunciaram na noite de domingo que os distúrbios deixaram “dezenas de mortos”.Diversos vídeos divulgados nas redes sociais, mas cuja autenticidade não pôde ser comprovada pela AFP, mostram vários corpos inertes.

A imprensa local informou que os hospitais e o necrotério da região entraram em colapso com a quantidade elevada de mortos e feridos.Outros vídeos registraram cenas de grande confusão nas ruas após o tumulto. A televisão estatal informou que jovens incendiaram uma delegacia durante a madrugada.

Apelo por calma

O primeiro-ministro do governo militar, Amadou Oury Bah, lamentou os incidentes e pediu calma em uma mensagem divulgada em sua página do Facebook durante a madrugada.”O governo lamenta os incidentes que mancharam a partida de futebol entre as equipes de Labé e N’Zérékoré”, escreveu o chefe de Governo.

“O governo está acompanhando a evolução da situação e reitera seu apelo de calma para que os serviços hospitalares não sejam perturbados no momento de socorrer os feridos”, acrescentou. Oury Bah prometeu punições para “os responsáveis pelos acontecimentos trágicos”.

Uma das poucas vozes dissidentes que restam na Guiné, a Frente Nacional para a Defesa da Constituição (FNDC), publicou um comunicado no qual expressa sua “indignação” com o que aconteceu e culpa a junta militar pela tragédia.

O que aconteceu “demonstra o uso cínico do esporte pela junta, explorando as imagens de mobilizações para uso político”, denunciou a frente pró-democracia.

Fonte: O Liberal  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/12/2024/13:07:45

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