Corpo de brasileira é resgatado de vulcão na Indonésia após 7 horas de operação

O trabalho de retirada do corpo começou às 8h, horário local (22h da terça-feira, no horário de Brasília). Sete socorristas participaram da operação complexa que exigiu acampamento no local durante toda a noite anterior. | Foto:Reprodução

Juliana Marins foi encontrada sem vida após aguardar quatro dias por resgate no vulcão Rinjani; ela teve seu corpo retirado do local nesta quarta-feira (25).

Após ser encontrada sem vida em uma cratera próxima ao vulcão Rinjani, na Indonésia, as equipes de salvamento do país asiático continuaram as operações de resgate da brasileira Juliana Marins.

O corpo da jovem natural de Niterói (RJ) foi resgatado do local nesta quarta-feira (25), durante uma operação que durou sete horas e mobilizou equipes especializadas da Agência Nacional de Busca e Resgate indonésia (Basarnas). Ela foi localizada a 600 metros de profundidade.

O trabalho de retirada começou às 8h, horário local (22h da terça-feira, no horário de Brasília). Sete socorristas participaram da operação complexa e que exigiu acampamento no local durante toda a noite anterior.

Quatro socorristas desceram até onde estava o corpo, a 600 metros de profundidade. Outros três permaneceram a 400 metros para apoio logístico.

Resgate do corpo da brasileira mobiliza autoridades indonésias

O chefe da Basarnas, Marechal do Ar TNI Muhammad Syafi’i, coordenou pessoalmente o resgate. “Espero que o processo de evacuação da vítima possa funcionar de forma suave e segura, como todos esperamos”, declarou a agência em comunicado oficial.

O corpo de Juliana foi içado em maca especial e transportado até uma base do parque. Em seguida, foi levado para um posto de comando em Sembalun e depois conduzido por aeronave até o Hospital Bhayangkara.

Brasileira morreu após dias sem resgate no Monte Rinjani

Juliana Marins escorregou durante trilha no Monte Rinjani, na ilha de Lombok. Ela despencou 300 metros de uma ribanceira e ficou presa no precipício. O acidente aconteceu na última sexta-feira (20) e a brasileira permaneceu no local por quatro dias.

As primeiras tentativas de resgate foram impedidas por condições climáticas adversas. Equipes localizaram pertences da vítima antes de encontrar o corpo, o que ajudou a orientar as buscas na região vulcânica.

Dificuldades da família de Juliana Marins

O pai da brasileira, Manoel Marins, relatou dificuldades para chegar na Indonésia. O conflito no Oriente Médio levou o Catar a fechar o espaço aéreo, o que obrigou mudanças na rota de viagem. A família conseguiu chegar ao país e acompanha os procedimentos.

A morte de Juliana foi confirmada pela família nas redes sociais, pelo Itamaraty e pelo governo indonésio.

As autoridades indonésias não divulgaram a causa da morte de Juliana Marins nem o horário exato do óbito. Uma perícia médica será realizada antes da liberação do corpo para repatriação ao Brasil.

Após a entrega oficial do corpo ao hospital, “o processo de repatriação ou procedimentos posteriores ficarão a cargo das autoridades e da família”, informou o chefe da Basarnas à televisão indonésia.

Monte Rinjani atrai turistas

O Monte Rinjani é um dos destinos mais procurados por turistas na Indonésia devido às paisagens vulcânicas espetaculares. No entanto, as trilhas apresentam desafios técnicos e riscos. Juliana Marins fazia um mochilão pela Ásia quando decidiu fazer a trilha no vulcão.

 

LEIA TAMBÉM:

Juliana Marins é encontrada sem vida na Indonésia após quatro dias presa em encosta de vulcão, diz família

Jovem encontrada morta em vulcão na Indonésia era parente de líder religioso de Novo Progresso

 

Fonte:UOL e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/06/2025/06:00:29

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Em um mês, número de mortos buscando alimentos em Gaza chega a 516

Na manhã de hoje, aconteceu mais um massacre que resultou na morte de 50 palestinos, segundo o Ministério da Saúde local, controlado pelo Hamas. (Foto:© Getty Images)

O número de palestinos famintos assassinados tentando buscar ajuda nos pontos de distribuição de alimentos controlados por Israel chegou a 516 pessoas nesta terça-feira (24), desde que a controversa Fundação Humanitária de Gaza (GHF) passou a operar na região, há cerca de um mês.

Na manhã de hoje, aconteceu mais um massacre que resultou na morte de 50 palestinos, segundo o Ministério da Saúde local, controlado pelo Hamas.

“Os massacres diários em torno dos pontos de controle de ajuda humanitária dos Estados Unidos (EUA) e do sionismo na Faixa de Gaza continuam, representando um dos crimes mais hediondos conhecidos na era moderna, atraindo inocentes famintos para emboscadas, onde são assassinados e mortos”, disse o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), em nota.

As mortes são confirmados por organizações não governamentais que atuam em Gaza e pelas agências da ONU. Vídeos que circulam quase diariamente nas redes sociais mostram multidões famintas correndo, enquanto metralhadoras são disparadas.

Israel alega que tiroteios anteriores ocorreram devido a aproximação de “suspeitos” em direção aos soldados.

O Ministério da Saúde de Gaza calcula ainda que 3,7 mil pessoas ficaram feridas devido aos massacres nos centros da GHF, fundação apoiada por Israel e Estados Unidos (EUA). A organização é a única autorizada a distribuir alimentos na região.

O chefe da Agência de Refugiados Palestinos (UNRWA), Philippe Lazzarin, rotulou os pontos de distribuição da GHF de “armadilha mortal”. Em declaração à imprensa no último domingo (22), o chefe do Escritório de Assuntos Humanitários da ONU (Ocha) para Gaza, Jonathan Whittall, relatou o que tem ocorrido nos pontos da GHF.

“Desde que o bloqueio total foi parcialmente levantado – há pouco mais de um mês – pessoas têm sido mortas quase diariamente enquanto tentam obter comida. Observamos um padrão assustador de forças israelenses abrindo fogo contra multidões que se aglomeram para obter alimentos”, disse o funcionário da ONU.

Whittall disse ainda que muitos são mortos por forças israelenses enquanto esperam por comida ao longo das rotas para Gaza.

“Há poucos dias, mais de 60 pessoas foram mortas e centenas ficaram feridas quando um tanque abriu fogo contra uma multidão que aguardava a chegada de caminhões de comida”, completou.
Fome em Gaza

A UNRWA sustenta que o alimento distribuído pela GHF é insuficiente, que os cerca de 2 milhões de palestinos em Gaza estão passando fome e que as crianças estão morrendo por desnutrição.

“Somente em maio, mais de 5 mil crianças foram tratadas por desnutrição aguda. Isso representa um aumento de quase 50% em comparação a abril e um aumento de 150% em comparação a fevereiro”, disse à agência da ONU.

O chefe da UNRWA, Philippe Lazzarini, sustenta que em todo território palestino ocupado – que inclui a Cisjordânia e Jerusalém Oriental –, ocorre a implementação de um projeto de longa data para minar a viabilidade do Estado palestino e retirar os palestinos da Palestina.

“A infraestrutura pública é sistematicamente destruída para que os palestinos não possam retornar, e a demografia dos campos é permanentemente alterada. A anexação está progredindo de forma constante”, disse, em reunião com ministros de relações exteriores da Organização para Cooperação Islâmica (OCI).

A ONU diz que tem 6 mil caminhões com ajuda humanitária na fronteira de Gaza sem permissão para entrar. Israel alega que a ajuda seria “desviada” para o Hamas. A entrada de ajuda humanitária para população civil é uma exigência do direito humanitário internacional (DHI) que vendo sendo violado por Israel com apoio dos EUA.

Entenda

A atual fase do conflito na Faixa de Gaza começou em outubro de 2023, após um ataque surpresa do Hamas a vilas ao Sul de Israel, matando 1,2 mil pessoas e fazendo cerca de 220 reféns, conforme dados divulgados pelo governo israelense.

O Hamas sustenta que o ataque foi uma resposta ao cerco de mais de 17 anos imposto a Gaza e também uma resposta à ocupação dos territórios palestinos por Israel.

Quando o estado de Israel foi fundado, em 1948, estima-se que 750 mil palestinos tenham sido expulsos de suas terras, dando início ao drama dos refugiados.

Em resposta ao ataque do Hamas de 7 de outubro, o Exército israelense iniciou uma ofensiva sem precedentes contra Gaza, deslocando mais de 90% da população e destruindo a maior parte da infraestrutura local, ação que vem sendo considerada um genocídio por diversos países e organizações internacionais.

O governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu tem defendido a ocupação permanente de Gaza e encoraja a emigração dos palestinos do local. Segundo Israel, o objetivo é resgatar os reféns que ainda estão com o Hamas e eliminar o grupo completamente.

O número de palestinos famintos assassinados tentando buscar ajuda nos pontos de distribuição de alimentos controlados por Israel chegou a 516 pessoas nesta terça-feira (24), desde que a controversa Fundação Humanitária de Gaza (GHF) passou a operar na região, há cerca de um mês.

Na manhã de hoje, aconteceu mais um massacre que resultou na morte de 50 palestinos, segundo o Ministério da Saúde local, controlado pelo Hamas.

“Os massacres diários em torno dos pontos de controle de ajuda humanitária dos Estados Unidos (EUA) e do sionismo na Faixa de Gaza continuam, representando um dos crimes mais hediondos conhecidos na era moderna, atraindo inocentes famintos para emboscadas, onde são assassinados e mortos”, disse o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), em nota.

As mortes são confirmados por organizações não governamentais que atuam em Gaza e pelas agências da ONU. Vídeos que circulam quase diariamente nas redes sociais mostram multidões famintas correndo, enquanto metralhadoras são disparadas.

Israel alega que tiroteios anteriores ocorreram devido a aproximação de “suspeitos” em direção aos soldados.

O Ministério da Saúde de Gaza calcula ainda que 3,7 mil pessoas ficaram feridas devido aos massacres nos centros da GHF, fundação apoiada por Israel e Estados Unidos (EUA). A organização é a única autorizada a distribuir alimentos na região.

O chefe da Agência de Refugiados Palestinos (UNRWA), Philippe Lazzarin, rotulou os pontos de distribuição da GHF de “armadilha mortal”. Em declaração à imprensa no último domingo (22), o chefe do Escritório de Assuntos Humanitários da ONU (Ocha) para Gaza, Jonathan Whittall, relatou o que tem ocorrido nos pontos da GHF.

“Desde que o bloqueio total foi parcialmente levantado – há pouco mais de um mês – pessoas têm sido mortas quase diariamente enquanto tentam obter comida. Observamos um padrão assustador de forças israelenses abrindo fogo contra multidões que se aglomeram para obter alimentos”, disse o funcionário da ONU.

Whittall disse ainda que muitos são mortos por forças israelenses enquanto esperam por comida ao longo das rotas para Gaza.

“Há poucos dias, mais de 60 pessoas foram mortas e centenas ficaram feridas quando um tanque abriu fogo contra uma multidão que aguardava a chegada de caminhões de comida”, completou.

A UNRWA sustenta que o alimento distribuído pela GHF é insuficiente, que os cerca de 2 milhões de palestinos em Gaza estão passando fome e que as crianças estão morrendo por desnutrição.

“Somente em maio, mais de 5 mil crianças foram tratadas por desnutrição aguda. Isso representa um aumento de quase 50% em comparação a abril e um aumento de 150% em comparação a fevereiro”, disse à agência da ONU.

O chefe da UNRWA, Philippe Lazzarini, sustenta que em todo território palestino ocupado – que inclui a Cisjordânia e Jerusalém Oriental –, ocorre a implementação de um projeto de longa data para minar a viabilidade do Estado palestino e retirar os palestinos da Palestina.

“A infraestrutura pública é sistematicamente destruída para que os palestinos não possam retornar, e a demografia dos campos é permanentemente alterada. A anexação está progredindo de forma constante”, disse, em reunião com ministros de relações exteriores da Organização para Cooperação Islâmica (OCI).

A ONU diz que tem 6 mil caminhões com ajuda humanitária na fronteira de Gaza sem permissão para entrar. Israel alega que a ajuda seria “desviada” para o Hamas. A entrada de ajuda humanitária para população civil é uma exigência do direito humanitário internacional (DHI) que vendo sendo violado por Israel com apoio dos EUA.

A atual fase do conflito na Faixa de Gaza começou em outubro de 2023, após um ataque surpresa do Hamas a vilas ao Sul de Israel, matando 1,2 mil pessoas e fazendo cerca de 220 reféns, conforme dados divulgados pelo governo israelense.

O Hamas sustenta que o ataque foi uma resposta ao cerco de mais de 17 anos imposto a Gaza e também uma resposta à ocupação dos territórios palestinos por Israel.

Quando o estado de Israel foi fundado, em 1948, estima-se que 750 mil palestinos tenham sido expulsos de suas terras, dando início ao drama dos refugiados.

Em resposta ao ataque do Hamas de 7 de outubro, o Exército israelense iniciou uma ofensiva sem precedentes contra Gaza, deslocando mais de 90% da população e destruindo a maior parte da infraestrutura local, ação que vem sendo considerada um genocídio por diversos países e organizações internacionais.

O governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu tem defendido a ocupação permanente de Gaza e encoraja a emigração dos palestinos do local. Segundo Israel, o objetivo é resgatar os reféns que ainda estão com o Hamas e eliminar o grupo completamente.

 

Fonte:Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/06/2025/07:00:29

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Navio que transportava veículos novos para o México afunda semanas depois de pegar fogo

Navio com três mil novos carros, destinados a um importante porto no México, afundou perto do Alasca na segunda-feira (23) (Foto:Divulgação / Rota de Férias)

Embarcação com 3 mil carros afundou perto do Alasca, guarda costeira dos EUA diz que ‘não há poluição visível’

Um navio de carga que estava entregando veículos novos para o México afundou no Oceano Pacífico Norte, semanas depois que os membros da tripulação o abandonaram após não conseguirem apagar um incêndio a bordo.

O Morning Midas afundou na segunda-feira, 23, em águas internacionais perto do Alasca, informou a empresa administradora do navio, a Zodiac Maritime, com sede em Londres.

“Não há poluição visível”, disse um porta-voz da Guarda Costeira dos EUA no Alasca. “Neste momento, também temos embarcações no local para responder a qualquer poluição”.

Os danos causados pelo fogo, agravados pelo mau tempo e pela infiltração de água, fizeram com que o porta-aviões afundasse em águas com cerca de 5.000 metros de profundidade e a cerca de 770 quilômetros de terra, segundo comunicado da Zodiac Maritime.

O navio estava carregado com cerca de 3.000 veículos novos destinados a um importante porto no México. Não ficou imediatamente claro se algum dos carros foi removido antes de afundar e a empresa não respondeu imediatamente às mensagens nesta terça-feira, 24.

 

Fonte: Estadão Conteúdo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/06/2025/06:00:29

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Jovem encontrada morta em vulcão na Indonésia era parente de líder religioso de Novo Progresso

Juliana Marins, de 26 anos caiu em trecho perigoso do Monte Rinjani e não resistiu à espera pelo resgate. Corpo foi localizado por equipes de busca nesta terça-feira (24).

A brasileira que teve sua morte confirmada após ficar desaparecida por quatro dias no vulcão, na Indonésia, era prima do pastor Rodrigo Marins, conhecido líder religioso da Igreja Batista de Novo Progresso, no sudoeste do Pará.

A jovem desapareceu no dia 21 de junho de 2025 durante uma trilha e foi encontrada morta após dias de buscas intensas. O caso teve repercussão internacional e mobilizou autoridades locais.

Aos familiares, amigos e à comunidade da Igreja Batista, deixamos nossos sentimentos e solidariedade.

Leia mais-

Fonte: Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/06/2025/13:44:04

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Trump acusa Irã e Israel de violação do cessar-fogo: ‘não sabem o que estão fazendo’

Soldados israelenses trabalham em meio aos escombros de prédios residenciais destruídos por um ataque de míssil iraniano que matou várias pessoas na região de Bersheba, em Israel, nesta terça-feira, 24 de junho de 2025. (BERNAT ARMANGUE/ASSOCIATED PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO)

Presidente americano alertou Israel para não lançar mais bombas contra o Irã

Irã e Israel teriam violado o acordo de cessar-fogo anunciado pelo presidente presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na segunda-feira (23/6). A informação foi dada pelo próprio Trump, em entrevista a jornalistas na manhã desta terça-feira (24/6), antes de viajar para a cúpula da OTAN em Haia.

Trump disse que “não estava feliz” com nenhum dos lados, particularmente com Israel, que teria “desistido” logo após concordar com trégua, segundo o presidente americano. “Lutam tanto e com tanta força que não sabem o que estão fazendo”, disse, sobre os dois países.

Mais cedo, Trump alertou Israel, por meio das redes sociais, para não lançar mais bombas contra o Irã. “Israel. Não jogue essas bombas. Se fizer isso, será uma violação grave. Traga seus pilotos para casa, agora!”, escreveu o presidente.

Nesta terça-feira, Israel Katz, ministro da Defesa israelense, confirmou ter ordenado aos militares que realizassem novos ataques contra alvos em Teerã. A medida foi tomada, segundo ele, em resposta ao que ele chamou de mísseis iranianos disparados em uma “violação flagrante” do cessar-fogo.

O exército iraniano negou ter lançado qualquer míssil e afirmou que os ataques israelenses continuaram por uma hora e meia além do horário previsto para o início do cessar-fogo.

 

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/06/2025/14:33:14

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Homem é deportado de Dubai por causa de tatuagens no rosto: ‘Era o meu país favorito’

Homem tem entrada barrada em Dubai por causa de tatuagens faciais (Reprodução/Redes Sociais)

Turista britânico alegou que foi impedido de entrar nos Emirados Árabes Unidos por conta das tatuagens faciais; ele viajava com a companheira e a filha

Um turista inglês teve as férias dos sonhos transformadas em frustração após ser deportado de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, assim que desembarcou no país. Jordan Howman, de 34 anos, afirma que foi impedido de entrar no território devido às tatuagens que cobrem praticamente todo o seu rosto.

Natural de Crewe, em Cheshire (Inglaterra), Jordan desembarcou no Aeroporto Internacional de Dubai acompanhado da esposa, Theresa, de 38 anos, e da filha adolescente, Kaic, de 16, com planos de passar cinco dias no que ele descreveu como seu “país favorito no mundo”. No entanto, a entrada foi barrada ainda na imigração.

“Era o meu país favorito, mas isso estragou completamente. Agora nunca mais vou voltar. Perdi todo o meu dinheiro por causa de um desenho no meu rosto”, desabafou em entrevista ao tabloide britânico Daily Star.

Segundo Jordan, o rosto tatuado, com desenhos geométricos e palavras como “abençoado” e “família”, nunca foi um problema nas visitas anteriores ao emirado. Ele diz ter sido surpreendido com a abordagem dos agentes da imigração após escanear seu passaporte.

“Não tive problemas nas outras vezes. Mas dessa vez, ao chegarmos, escaneei meu passaporte e estava prestes a passar pela segurança, quando um funcionário do aeroporto nos puxou de lado”, contou ele. “Estávamos prestes a colocar nossa bagagem de mão na esteira quando o rapaz disse: ‘Sigam-me'”, acrescentou.

Ainda conforme o britânico, a decisão teria partido de um oficial de imigração sênior, que ordenou que ele deixasse o país imediatamente. No dia seguinte, às 14h30 da tarde de quinta-feira (12), ele foi embarcado de volta para Manchester, na Inglaterra. “Só quando o avião pousou é que devolveram meu passaporte”, completou.

Apesar da experiência traumática, Howman afirma que não existe uma lei clara que proíba a entrada de pessoas tatuadas no rosto no país.

Fonte: Estadão Conteúdo/ Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/06/2025/11:32:55

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Noiva é morta a tiros ao sair da própria festa de casamento

Noiva Crédito: Shutterstock

Um dos atiradores morreu ao ser atropelado em tentativa de fuga.

Uma noiva de 27 anos foi morta a tiros na madrugada deste domingo (22) ao sair de sua própria festa de casamento em Goult, pequena cidade de mil habitantes no sul da França. O ataque ocorreu por volta das 4h30 (horário local), quando o casal se despedia dos convidados no salão comunitário onde a celebração havia acontecido. O marido, de 25 anos, e uma criança de 13 anos ficaram gravemente feridos.

De acordo com fontes ligadas à investigação, um grupo de homens encapuzados abriu fogo contra o casal. Em meio ao ataque, os recém-casados tentaram fugir de carro e, durante a manobra, atropelaram um dos atiradores, que também morreu no local. Os demais conseguiram fugir.

Segundo a CNN, o casamento tinha cerca de 100 convidados. “Um veículo parou atrás deles, bloqueando o caminho, com uma quantidade de indivíduos mascarados dentro”, diz uma nota das autoridades. “Essas pessoas então desceram do carro e começaram a atirar na direção das vítimas, com aparentemente vários tipos diferentes de armas”.

O prefeito Didier Perello afirmou que uma violência do tipo é inédita na cidade. “Goult é uma vila tranquila, que nunca viveu eventos desse tipo. Vinte e quatro horas depois, ainda estamos em choque (…), é sobretudo a raiva que nos move hoje”, disse ele.

A polícia francesa suspeita que o crime esteja relacionado a um acerto de contas no tráfico de drogas. Uma grande operação foi deflagrada na região para prender os outros envolvidos no ataque. Até o momento, as autoridades não divulgaram os nomes da vítima nem do suspeito morto. O caso continua em investigação.

Fonte: CNN/ Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/06/2025/10:49:16

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Juliana Marins é encontrada sem vida na Indonésia após quatro dias presa em encosta de vulcão, diz família

Juliana Marins: Saiba quem é a brasileira que caiu durante trilha em vulcão na Indonésia — Foto: Reprodução/Instagram

Jovem de 26 anos caiu em trecho perigoso do Monte Rinjani e não resistiu à espera pelo resgate. Corpo foi localizado por equipes de busca nesta terça-feira.

A jovem Juliana Marins, de 26 anos, foi encontrada morta nesta terça-feira no Monte Rinjani, na ilha de Lombok, Indonésia, após cair em uma ribanceira e permanecer presa por quatro dias em uma encosta de difícil acesso, sem água, comida ou abrigo. A confirmação foi feita pela família nas redes sociais.

Juliana caiu durante uma trilha guiada na madrugada da última sexta-feira (21), em um dos trechos mais perigosos da rota que leva ao cume do vulcão. Desde então, seis equipes de resgate atuavam em condições climáticas complicadas para tentar alcançá-la, com o apoio de dois helicópteros e equipamentos como uma furadeira industrial. O corpo foi localizado por uma das equipes que desceu pela encosta da região conhecida como Cemara Nunggal, entre 2.600 e 3.000 metros de altitude.

Comunicado da família — Foto: Reprodução
Comunicado da família — Foto: Reprodução

A operação foi marcada por chuvas, terreno instável e dificuldades de acesso, o que impediu o contato direto com Juliana desde o momento da queda. A causa da morte ainda será determinada pelas autoridades locais.

Quem era Juliana Marins?

Juliana era natural de Niterói, no Rio de Janeiro, e atuava como publicitária. Apaixonada por viagens e esportes ao ar livre, ela havia embarcado para um mochilão pela região do Sudeste Asiático desde fevereiro deste ano. Durante a viagem, a niteroiense visitou países como Filipinas, Tailândia e Vietnã.

Nas redes sociais, a publicitária publicou fotografias recentes da viagem. “Fazer uma viagem longa sozinha significa que o sentir vai sempre ser mais intenso e imprevisível do que a gente tá acostumado. E tá tudo bem. Nunca me senti tão viva”, escreveu em publicação do dia 29 de maio.

Juliana, após o acidente, não fez contato com a família diretamente, por falta de sinal. As informações chegaram até o Brasil por meio de um grupo de turistas que também fazia a trilha e conseguiram acionar pessoas próximas à vítima por meio de uma rede social, mandando mensagens para inúmeras pessoas após encontrarem o perfil dela.

Quatro dias de buscas intensas

A queda de Juliana mobilizou autoridades locais, voluntários, a equipe do Parque Nacional de Rinjani, além de amigos e familiares no Brasil. O parque chegou a fechar completamente o acesso turístico às trilhas para concentrar os esforços de resgate. Helicópteros foram acionados, mas encontraram dificuldades para pousar devido à neblina densa e às limitações de espaço aéreo.

A família acompanhava tudo do Brasil e fazia atualizações diárias nas redes sociais, mantendo viva a esperança de reencontrá-la com vida. Nas últimas 48 horas, uma furadeira foi levada até a montanha como parte de uma estratégia alternativa de resgate, e as equipes terrestres conseguiram avançar cerca de 400 metros da descida, estimando que Juliana estivesse a outros 650 metros abaixo.

Resgate no vulcão — Foto: Editoria de Arte
Resgate no vulcão — Foto: Editoria de Arte

Juliana caiu na região de Cemara Nunggal, uma área de encosta rochosa e instável na trilha que liga Pelawangan Sembalun ao cume do Monte Rinjani. Considerado um dos pontos mais perigosos da trilha, o local combina declives acentuados, terreno solto e ausência de proteções, o que o torna vulnerável a acidentes mesmo com guias presentes.

A altitude do ponto onde ela caiu está entre 2.600 e 3.000 metros, com forte variação climática e neblina. O sinal de celular praticamente não existe na região, e o resgate do corpo só foi possível por meio de descida com cordas e equipamentos de escalada, dificultando a resposta rápida nas primeiras horas após o acidente.

O relato do guia: “Não abandonei a Juliana”

O guia que acompanhava Juliana Marins pela trilha negou ter abandonado a publicitária antes de ela sofrer um acidente e precisar de resgate. Em entrevista ao GLOBO, Ali Musthofa confirmou os relatos da imprensa local de que aconselhou a niteroiense a descansar enquanto seguia andando, mas afirmou que o combinado era apenas esperá-la um pouco mais à frente da caminhada.

Ele disse ter prestado depoimento à polícia ainda no domingo, quando desceu da montanha. Segundo Musthofa, que aos 20 anos atua como guia na região desde novembro de 2023 e costuma subir o Rinjani duas vezes por semana, ele ficou apenas “três minutos” à frente de Juliana e voltou para procurá-la ao estranhar a demora da brasileira para chegar ao ponto de encontro.

— Na verdade, eu não a deixei, mas esperei três minutos na frente dela. Depois de uns 15 ou 30 minutos, a Juliana não apareceu. Procurei por ela no último local de descanso, mas não a encontrei. Eu disse que a esperaria à frente. Eu disse para ela descansar. Percebi [que ela havia caído] quando vi a luz de uma lanterna em um barranco a uns 150 metros de profundidade e ouvi a voz da Juliana pedindo socorro. Eu disse que iria ajudá-la — afirmou Musthofa. — Tentei desesperadamente dizer a Juliana para esperar por ajuda.

Musthofa disse ter ligado para a empresa na qual trabalha para avisar sobre o acidente e pedir que acionassem o resgate.

— Liguei para a organização onde trabalho, pois não era possível ajudar a uma profundidade de cerca de 150 metros sem equipamentos de segurança. Eles deram informações sobre a queda de Juliana para a equipe de resgate e, após a equipe ter conhecimento das informações, correu para ajudar e preparar o equipamento necessário para o resgate — destacou o guia, segundo quem Juliana pagou 2.500.000 rúpias indonésias pelo pacote (o equivalente, na cotação atual, a cerca de R$ 830).

Histórico de acidentes

O caso de Juliana Marins reacendeu o alerta sobre os perigos escondidos nas belas trilhas do Monte Rinjani, um dos destinos mais procurados da Indonésia por turistas e montanhistas, mas também um dos mais desafiadores.

Nos últimos anos, o Monte Rinjani tem sido palco de uma série de acidentes graves, envolvendo tanto turistas estrangeiros quanto montanhistas locais. As trilhas traiçoeiras e o terreno acidentado já provocaram quedas fatais e resgates dramáticos.

Entre os casos mais recentes estão a morte de um montanhista malaio em maio de 2025; a queda de um adolescente indonésio em 2024; o acidente com um turista irlandês que milagrosamente sobreviveu a uma queda de mais de 200 metros; e o falecimento de um jovem israelense em 2022.

Leia também

Fonte: O Globo/ Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/06/2025/10:34:20

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Entenda o caso de homem preso por encenar casamento com menina de 9 anos na Disney

Homem teria reservado espaço na Disney Paris por cerca de £ 111 mil (o equivalente a R$ 820 mil) e convidado cerca de 100 pessoas (Foto: Arquivo, NSC Total)

Um britânico de 22 anos foi preso pela polícia francesa após participar de uma cerimônia falsa de casamento com uma menina ucraniana de nove anos no parque da Disney em Paris, no sábado (21). O homem alegou que se tratava de uma encenação para as redes sociais, de acordo com informações do jornal O Globo.

O homem teria reservado o espaço por cerca de £ 111 mil (o equivalente a R$ 820 mil) e convidado cerca de 100 pessoas. Funcionários do parque interromperam o evento ao perceber a presença da criança e acionaram as autoridades.

Além do britânico, foram detidos a mãe da menina, uma ucraniana de 41 anos, e dois cidadãos letões. Um deles, de 55 anos, afirmou ter sido contratado para interpretar o pai da noiva por 12 mil euros (R$ 75 mil) e só descobriu o envolvimento da criança no dia do evento.

Já os “convidados” teriam sido recrutados na internet para participarem de um “ensaio de casamento na Disney”. Os figurantes disseram que foram levados ao local em ônibus e receberam pulseiras rosas com os nomes dos “noivos”. Segundo a BFM TV, eles foram informados de que a filmagem era “estritamente confidencial”.

O suspeito disse à polícia que o objetivo era produzir um vídeo para a internet. Ao notarem a presença da criança, os funcionários da Disney suspenderam todas as atividades previstas. A menina estava de vestido de noiva e calçava saltos de dez centímetros.

O Ministério Público de Meaux confirmou a prisão do britânico, da mãe da criança e dos dois letões. O britânico e um dos detidos da Letônia tiveram a prisão preventiva prorrogada sob acusações de fraude e lavagem de dinheiro. Exames médicos na menina não revelaram sinais de violência.

“As investigações indicam que se tratava de uma encenação, com os convidados atuando como figurantes”, informou o Ministério Público.

A administração do parque afirmou em nota que, “após a identificação de importantes irregularidades”, as forças de segurança foram acionadas e intervieram prontamente. A Disney afirma que vai cooperar com as investigações. Os funcionários disseram que em hora alguma foram avisados de que seria uma encenação.

LEIA TAMBÉM:Polícia investiga evento de casamento com criança de 9 anos na Euro Disney

 

Fonte: jornal O Globo /Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/06/2025/07:04:54

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Trump diz que Irã e Israel concordaram com cessar-fogo completo; chanceler iraniano nega

Em uma rede social, presidente dos EUA afirmou o que conflito será encerrado dentro de 24 horas. Israel ainda não se pronunciou oficialmente.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta segunda-feira (23) que Israel e Irã chegaram a um acordo para um cessar-fogo. Segundo ele, o conflito será completamente encerrado a partir desta terça-feira (24).

Até a publicação desta reportagem, o governo de Israel não havia confirmado o acordo oficialmente. Já o chanceler iraniano, Abbas Araqchi, afirmou que não há acordo ou suspensão das operações militares.

De acordo com Trump, nas próximas horas, os dois países concluirão as operações militares que ainda estão em andamento. Depois disso, os ataques serão suspensos, e a guerra chegará oficialmente ao fim no prazo de 24 horas.

“Partindo do princípio de que tudo funcionará como deve, o que acontecerá, gostaria de parabenizar ambos os países, Israel e Irã, por terem a Resistência, Coragem e Inteligência para encerrar o que deve ser chamado de A GUERRA DE 12 DIAS”, publicou.

A agência Reuters informou que Trump e o vice-presidente J.D. Vance discutiram uma proposta de cessar-fogo entre Israel e Irã com o emir do Catar. A conversa ocorreu após o ataque iraniano a uma base americana no país, nesta segunda-feira.

Segundo a Reuters, uma fonte com conhecimento das negociações afirmou que Trump disse ao emir que Israel havia concordado com o cessar-fogo. Durante o diálogo, o presidente americano também pediu ajuda do Catar para convencer o Irã a aceitar o acordo.

A agência noticiou ainda que o Irã concordou com a proposta durante uma ligação telefônica com a participação do primeiro-ministro do Catar. Horas depois, no entanto, o chanceler do país negou que um cessar-fogo havia sido fechado.

Segundo Araqchi, o Irã só irá se comprometer com um cessar-fogo caso Israel interrompa seus ataques até as 4h pelo horário de Teerã — 21h30 desta segunda-feira em Brasília.

“Como o Irã deixou claro repetidamente: Israel iniciou a guerra contra o Irã, e não o contrário”, escreveu. “A decisão final sobre a cessação de nossas operações militares será tomada mais tarde.”

O chanceler disse ainda que o Irã continuou suas operações até o último minuto antes das 4h do horário de Teerã. Ele também agradeceu aos militares iranianos pela defesa do país.

O jornal The New York Times informou que um porta-voz das Forças de Defesa de Israel se recusou a comentar o anúncio feito por Trump. Já uma emissora israelense disse que o governo de Benjamin Netanyahu aceitou o acordo, desde que o Irã não faça novos ataques.

TrumpTrump diz que Israel e Irã acordaram cessar-fogo — Foto: Reprodução diz que Israel e Irã acordaram cessar-fogo — Foto: Reprodução
TrumpTrump diz que Israel e Irã acordaram cessar-fogo — Foto: Reprodução diz que Israel e Irã acordaram cessar-fogo — Foto: Reprodução

O anúncio de cessar-fogo acontece um dia depois de Trump falar que o Irã deveria ter uma mudança de regime e dois dias depois do bombardeio americano ao país.

Pouco antes da declaração de Trump, a imprensa estatal do Irã noticiou explosões em cidades iranianas. Além disso, autoridades iranianas ordenaram que moradores israelenses deixassem uma cidade próxima a Tel Aviv, enquanto militares israelenses exigiram a evacuação de iranianos em duas áreas de Teerã.

O conflito

A ofensiva começou no dia 13 de junho, quando Israel lançou uma operação preventiva para conter o avanço do programa nuclear iraniano. Nos últimos dez dias, dezenas de pessoas morreram e milhares ficaram feridas — a maioria civis, segundo autoridades dos dois países.

Desde o início do conflito, forças israelenses bombardearam alvos militares e nucleares em território iraniano. Em resposta, o Irã prometeu vingança e lançou mísseis contra Tel Aviv, Haifa e Jerusalém.

Israel alega que o regime de Teerã está próximo de obter uma bomba atômica. Por isso, o governo de Benjamin Netanyahu justificou os ataques como uma tentativa de neutralizar o que considera uma ameaça à existência do país.

No último fim de semana, os Estados Unidos lançaram um ataque contra alvos nucleares iranianos. O principal foco da operação americana foi a usina de Fordow. A instalação subterrânea fica a 80 metros da superfície e abrigava centrífugas para enriquecimento de urânio.

Nesta segunda-feira, o Irã retaliou o ataque e lançou mísseis contra uma base militar americana no Catar. Autoridades norte-americanas e catarianas afirmaram que os projéteis foram interceptados e que os danos foram mínimos. Não houve registro de mortes ou feridos.

A imprensa americana informou que o Irã avisou os EUA e o Catar sobre o ataque com horas de antecedência. O objetivo seria lançar uma resposta simbólica e que evitasse uma escalada no conflito.

INFOGRÁFICO - Arte explica ataque dos EUA ao Irã e resposta de Teerão. — Foto: Arte/g1

INFOGRÁFICO – Arte explica ataque dos EUA ao Irã e resposta de Teerão. — Foto: Arte/g1

Fonte: g1/ Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/06/2025/21:40:20

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com