Ebola: Banco Mundial disponibilizará R$ 451 milhões em ajuda

O Banco Mundial fez o anúncio aos líderes africanos e também aos 35 presidentes africanos

O Banco Mundial anunciou no final da noite de ontem (4) que vai disponibilizar cerca de 149 milhões de euros (cerca de R$ 451 milhões) para ajudar a Guiné, a Libéria e Serra Leoa a conter o surto de ebola, que já matou 887 pessoas na África. O financiamento ajudará a fornecer suplementos médicos, pagar profissionais de saúde e atender a outras prioridades para conter a epidemia e tentar evitar futuros surtos da doença, explicou o Banco Mundial.

O presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim, que é especialista em doenças infecciosas, disse que tem acompanhado a disseminação do vírus e está “profundamente triste” com a forma como o ebola contribuiu para a quebra dos “já fracos sistemas de saúde nos três países.” “Estou muito preocupado porque muito mais vidas estão em risco, a menos que consigamos parar a progressão da epidemia”, disse, em comunicado.

O Banco Mundial fez o anúncio aos líderes africanos e também aos 35 presidentes que estão em Washington para participar na Cimeira EUA-África.

Uma estimativa inicial do Banco Mundial e do FMI apurou que a Guiné perderia 1 ponto percentual no crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), passando de 4,5% para 3,5% em um ano devido à epidemia.

O ebola já matou 887 pessoas na África, de acordo com um relatório da Organização Mundial da Saúde divulgado hoje. Segundo o documento já foram notificados 1.603 casos da doença na Guiné, na Libéria, em Serra Leoa e na Nigéria.

Fonte: ORMNews.

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Unicef afirma que conflito em Gaza já matou 392 crianças

Órgão da ONU estima que 370 mil menores precisem de ajuda urgente

Os bombardeios do Exército de Israel em Gaza deixaram 392 crianças mortas e 2.502 feridas, segundo a Unicef, que calcula em 370 mil o número de menores que necessitam urgentemente de ajuda psicológica.

“A ofensiva teve um impacto catastrófico e trágico nas crianças. Se levarmos em conta o que estes números representam para a população de Gaza, é como se tivessem morrido 200 mil crianças nos Estados Unidos”, afirmou Pernille Ironside, chefe da Unicef em Gaza, segundo a EFE.

Nesta terça-feira (5), Israel anunciou a retirada de suas tropas da cidade de Gaza para posições defensivas, 15 minutos antes do cessar-fogo de 3 dias proposto pelo Egito e aceito por israelenses e as facções palestinas, incluindo o Hamas, entrar em vigor

Ironside ressaltou que não há eletricidade e que os sistemas de água potável e saneamento não funcionam, por isso o perigo de doenças transmissíveis e de diarreia -que pode ser fatal em menores de cinco anos- é iminente.

“É preciso se levar em conta o tamanho da Faixa de Gaza, são 45 quilômetros de comprimento por entre seis e 14 de largura. Não há uma só família que não tenha sido diretamente afetada por alguma perda”, disse.

“A destruição é total. Usaram armamentos horríveis que provocam terríveis amputações. E isto se passou na frente dos olhos das crianças, que viram morrer seus amigos e seus pais”, afirmou a funcionária.

Por isso a Unicef calcula que 370 mil crianças necessitarão ajuda psicológica para superar o trauma. “Levemos em conta que uma criança que tem sete anos já passou por três ofensivas, a de 2008-2009, a de 2012 e a de agora. Imaginem o impacto que isso pode ter tanto nas crianças menores como nas quais já entendem o que isso significa”, afirmou.

Os bombardeios israelenses afetaram 142 escolas em Gaza, incluídas 89 da Agência das Nações Unidas para os Refugiados Palestinos (UNRWA), enumerou Ironside, que lembrou os ataques diretos a três colégios da ONU.

Fonte: ORMNews.

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Israel anuncia retirada de tropas da Faixa de Gaza

Anúncio foi feito pouco antes da entrada em vigor da trégua de 72 horas

As forças militares israelenses anunciaram nesta terça-feira a retirada de todas as suas tropas da Faixa de Gaza, a poucos minutos da entrada em vigor da trégua de 72 horas mediada pelo Egito entre Israel e o Hamas.

— As Forças de Defesa de Israel serão realocadas em posições defensivas fora da Faixa de Gaza e vamos manter essas posições defensivas — afirmou o porta-voz tenente-coronel Peter Lerner.

O anúncio foi feito pouco depois das forças terrestres israelenses terem concluído sua principal missão na guerra de Gaza de destruir túneis escavados por guerrilheiros palestinos, informaram as duas principais emissoras de rádio de Israel, citando fontes militares.

Ao menos 32 das passagens subterrâneas de infiltração, e dezenas de eixos de acessos, que também serviam para transportar mercadorias, foram localizados e explodidos antes de entar em vigor às 2h da manhã (horário de Brasília) a trégua mediada pelo Egito entre o Hamas e Israel, segundo a Rádio Israel e a Rádio do Exército.

CESSAR-FOGO PERMANENTE SERÁ DISCUTIDO NO CAIRO

“Após a aceitação do cessar-fogo temporário, convocamos lideranças israelenses e palestinas para que venham ao Cairo para discutir um cessar-fogo permanente, e esperamos que a região se estabilize em breve”, afirmou em comunicado, o ministro egípcio das Relações Exteriores, Sameh Shoukry.

O porta-voz do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, Mark Regev, confirmou que o governo de Israel aceitou a proposta. De acordo com o diário israelense “Haaretz”, uma delegação israelense partirá para a capital egípcia para participar das negociações.

Dois ataques foram registrados em Jerusalém nesta segunda-feira, deixando um israelense morto e seis feridos, no que parece ser uma reação à ofensiva israelense na Faixa de Gaza. Os episódios de violência, descritos pela polícia como atos terroristas, ocorrem após o Hamas acusar Israel de violar uma trégua unilateral de sete horas e levaram ao reforço do policiamento na cidade. Imediatamente após o início do cessar-fogo temporário, um bombardeio sobre um campo de refugiados na Cidade de Gaza matou uma menina de 8 anos e deixou 29 pessoas feridas. Horas depois, Israel retomou a ofensiva contra Gaza, antes do fim do período estabelecido para a trégua humanitária. Enquanto foguetes eram disparados contra Israel, o Egito pressionava os palestinos para decretarem um cessar-fogo de três dias.

Em um bairro de judeus ultraortodoxos em Jerusalém, um homem dirigindo uma escavadeira atropelou um pedestre e virou um ônibus antes de ser baleado e morto por policiais. O pedestre morreu e mais cinco pessoas ficaram feridas — o motorista do ônibus, três passageiros e um policial.

O motorista do trator foi identificado como Mohammed Naif Ja’abis, um árabe por volta dos 20 anos, morador de Jerusalém Oriental. Ja’abis deixou a área de construção, andou cerca de 50 metros e atingiu o israelense e o ônibus.

Militantes palestinos realizaram investidas semelhantes no passado usando veículos de construção civil. Mas embora a polícia afirme que ele já tivesse se envolvido em um problema de segurança anteriormente, a família negou que ele fosse um terrorista e considerou o episódio um acidente.

Algumas horas depois, perto da Universidade Hebraica de Jerusalém, um atirador abriu fogo ferindo um soldado gravemente no estômago. As forças de segurança realizam uma caçada na tentativa de deter o agressor, que fugiu em uma moto.

— Suspeitamos que este foi um ataque terrorista — disse Yossi Parienti, chefe de polícia de Jerusalém, ao Canal Dois.

O caso levou a um reforço do policiamento em Jerusalém, com agentes de outras cidades sendo enviados para o local. A segurança será aumentada em bairros árabes e judeus onde possam ocorrer atritos. As autoridades alertaram para os moradores tomarem cuidado.

A área do porto de Tel Aviv também teve a segurança reforçada, após um homem ameaçar por telefone explodir uma bomba. O interlocutor, que não se identificou, afirmou que estava prestes a realizar um atentado, mas teria decidido recuar e voltar para sua casa, em Hebron.

As tensões elevaram-se em Jerusalém no último mês após o início da ofensiva em Gaza e o assassinato de um adolescente palestino na cidade por israelenses para vingar a morte de três jovens israelenses sequestrados e mortos na Cisjordânia.

Não houve reivindicações imediatas de responsabilidade pelos ataques nesta segunda-feira, mas um porta-voz do Hamas exaltou a investida:

— Nós louvamos as operações heroicas e bravas em Jerusalém, que vêm como uma reação natural aos crimes e massacres pela ocupação contra o nosso povo em Gaza.

Fonte: ORMNews.

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Ebola já matou 887 pessoas em países da África este ano

Os números foram divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS)

O vírus ebola já matou 887 pessoas este ano, em quatro países da África. Libéria, Serra Leoa e Guiné concentram o surto da doença, e na Nigéria, onde foi confirmada uma morte, há dois casos do vírus em pessoas que trabalham na área de saúde e em uma pessoa que viajou para a Guiné.

Os números foram divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), e revelam que em apenas dois dias (31 de julho e 1º de agosto) foram notificados 163 novos casos, e morreram 61 pessoas com a doença. Entre casos confirmados, prováveis e suspeitos incluindo as 887 mortes, a OMS registrou 1.603 casos de virus ebola, que está se disseminando mais rapidamente do que as organizações podem controlar.

Desde o começo do surto, em março, a Guiné teve 485 casos, com 358 mortes; a Libéria contabilizou 468 casos, dos quais 255 mortes; Serra Leoa teve o maior número de infectados, com 646 casos, incluindo 273 mortes.

Na última sexta-feira (1º), a diretora-geral da OMS, Margaret Chan, esteve em reunião com os presidentes dos três países onde o surto está instalado para planejar ações de combate à epidemia. Para a diretora, a situação está fora de controle.

Segundo a agência portuguesa de notícias Lusa, dois norte-americanos contraíram a doença na Libéria, e pelo menos um deles recebeu um remédio experimental para tratar a doença. O médico Kent Brantly e a missionária Nancy Writebol apresentaram febre, vômitos e diarreia, sintomas da doença, em julho, e os exames de laboratório confirmaram da doença.

Fonte: ORMNews.

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Israel e palestinos concordam com cessar-fogo de 72h

Trégua começa na manhã de terça-feira. Egito convoca líderes para discutir cessar-fogo permanente

Israel e as facções palestinas concordaram com um novo cessar-fogo de 72 horas na Faixa de Gaza. “Após a aceitação do cessar-fogo temporário, convocamos lideranças israelenses e palestinas para que venham ao Cairo para discutir um cessar-fogo permanente, e esperamos que a região se estabilize em breve”, afirmou em comunicado, o ministro egípcio das Relações Exteriores, Sameh Shoukry.

O cessar-fogo terá início às 8h da manhã (hora local) desta terça-feira. O porta-voz do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, Mark Regev, confirmou que o governo de Israel aceitou a proposta. De acordo com o diário israelense “Haaretz”, uma delegação israelense partirá para a capital egípcia para participar das negociações.

Dois ataques foram registrados em Jerusalém nesta segunda-feira, deixando um israelense morto e seis feridos, no que parece ser uma reação à ofensiva israelense na Faixa de Gaza. Os episódios de violência, descritos pela polícia como atos terroristas, ocorrem após o Hamas acusar Israel de violar uma trégua unilateral de sete horas e levaram ao reforço do policiamento na cidade. Imediatamente após o início do cessar-fogo temporário, um bombardeio sobre um campo de refugiados na Cidade de Gaza matou uma menina de 8 anos e deixou 29 pessoas feridas. Horas depois, Israel retomou a ofensiva contra Gaza, antes do fim do período estabelecido para a trégua humanitária. Enquanto foguetes eram disparados contra Israel, o Egito pressionava os palestinos para decretarem um cessar-fogo de três dias.

Em um bairro de judeus ultraortodoxos em Jerusalém, um homem dirigindo uma escavadeira atropelou um pedestre e virou um ônibus antes de ser baleado e morto por policiais. O pedestre morreu e mais cinco pessoas ficaram feridas — o motorista do ônibus, três passageiros e um policial.

O motorista do trator foi identificado como Mohammed Naif Ja’abis, um árabe por volta dos 20 anos, morador de Jerusalém Oriental. Ja’abis deixou a área de construção, andou cerca de 50 metros e atingiu o israelense e o ônibus.

Militantes palestinos realizaram investidas semelhantes no passado usando veículos de construção civil. Mas embora a polícia afirme que ele já tivesse se envolvido em um problema de segurança anteriormente, a família negou que ele fosse um terrorista e considerou o episódio um acidente.

Algumas horas depois, perto da Universidade Hebraica de Jerusalém, um atirador abriu fogo ferindo um soldado gravemente no estômago. As forças de segurança realizam uma caçada na tentativa de deter o agressor, que fugiu em uma moto.

‘Suspeitamos que este foi um ataque terrorista’, disse Yossi Parienti, chefe de polícia de Jerusalém, ao Canal Dois.

O caso levou a um reforço do policiamento em Jerusalém, com agentes de outras cidades sendo enviados para o local. A segurança será aumentada em bairros árabes e judeus onde possam ocorrer atritos. As autoridades alertaram para os moradores tomarem cuidado.

A área do porto de Tel Aviv também teve a segurança reforçada, após um homem ameaçar por telefone explodir uma bomba. O interlocutor, que não se identificou, afirmou que estava prestes a realizar um atentado, mas teria decidido recuar e voltar para sua casa, em Hebron.

As tensões elevaram-se em Jerusalém no último mês após o início da ofensiva em Gaza e o assassinato de um adolescente palestino na cidade por israelenses para vingar a morte de três jovens israelenses sequestrados e mortos na Cisjordânia.

Não houve reivindicações imediatas de responsabilidade pelos ataques nesta segunda-feira, mas um porta-voz do Hamas exaltou a investida:

‘Nós louvamos as operações heroicas e bravas em Jerusalém, que vêm como uma reação natural aos crimes e massacres pela ocupação contra o nosso povo em Gaza.’

Fonte: ORMNews.

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Droga secreta contra o vírus ebola foi usada em americanos

Remédio experimental nunca tinha sido testado em humanos mas reverteu os sintomas do médico Kent Brantly em uma hora

Três frascos de uma droga experimental secreta, armazenados em temperaturas abaixo de zero, foram levados à Libéria na semana passada em um último esforço para salvar dois missionários americanos que tinham contraído ebola, de acordo com uma fonte familiarizada com os detalhes do tratamento que deu as informações à rede de TV americana CNN.

Em 22 de julho, o médico Kent Brantly acordou febril. Temendo o pior, ele imediatamente se isolou. Os sintomas de Nancy Writebol começaram três dias depois e um exame de sangue rapidamente confirmou a infecção em ambos, depois que eles apresentaram sintomas de febre, vômito e diarreia. Horas depois da aplicação do medicamento secreto, ambos teriam apresentado melhoras significativas.

Acredita-se que os dois missionários americanos, da organização Samaritan’s Purse, contraíram ebola de um terceiro profissional de saúde no hospital da Libéria, embora a investigação dos Centros de Controle de Doenças ainda não tenha sido divulgada.

Um representante do Instituto Nacional de Saúde teria entrado em contato com o Samaritan’s Purse na Libéria e oferecido o tratamento experimental, conhecido como ZMapp, para os dois pacientes, segundo a CNN.

A droga foi desenvolvida pela empresa de biotecnologia Mapp Biopharmaceutical. Os pacientes foram informados que se tratava de um tratamento nunca tentado antes em humanos mas testado com sucesso em macacos.

De acordo com documentos da empresa, quatro macacos infectados com ebola sobreviveram após terem feito o tratamento dentro de 24 horas após a infecção. Dois dos quatro macacos adicionais que iniciaram a terapia dentro de 48 horas após a infecção também sobreviveram. Um macaco que não foi tratado morreu no prazo de cinco dias de exposição ao vírus.

DROGA IMPEDE QUE O VÍRUS CONTAMINE NOVAS CÉLULAS- Os familiares de Brantly e Writebol contaram que os dois sabiam do caráter experimental da droga e consentiram seu uso. Brantly só foi tratado depois de nove dias com a doença.

O medicamento é um anticorpo monoclonal desenvolvido em ratos. Esses roedores foram expostos a fragmentos do vírus ebola e, em seguida, os anticorpos gerados no sangue dos ratos foram colhidos para criar o medicamento. A droga atua impedindo o vírus de entrar e infectar novas células.

O vírus ebola provoca febre hemorrágica viral, que faz parte de um grupo de vírus que afeta vários sistemas orgânicos no corpo. Os sintomas incluem febre repentina, fraqueza, dor muscular, dor de cabeça e garganta seca. Em seguida, começam os vômitos, diarreia, comprometimento da função dos rins e fígado – às vezes com sangramento interno e externo.

O ZMapp chegou ao hospital na Libéria onde Brantly e Writebol estavam sendo tratados na quinta-feira de manhã. Os médicos foram instruídos a permitir que os frascos descongelassem naturalmente, sem qualquer calor adicional. A expectativa era de oito a 10 horas antes de o medicamento pudesse ser administrado, de acordo com uma fonte familiarizada com o processo.

Brantly pediu que a primeira dose fosse dada a Writebol, porque como ele é mais jovem que ela, achava que tinha mais chances de combater a doença sozinho, e ela concordou. No entanto, como o primeiro frasco ainda estava descongelando, a condição de Brantly deu uma guinada súbita para o pior.

Brantly começou a passar muito mal e começou a respirar com dificuldade. Ele disse aos médicos “eu vou morrer”. E aí ele e os médicos decidiram que ele tomaria a primeira dose intravenosa do medicamento. Uma hora depois a condição de Brantly estava quase revertida: a respiração melhorou, a erupção sobre seu tronco desapareceu quase por completo e os médicos descreveram o quadro como “milagre”.

Na manhã seguinte, Brantly já conseguiu tomar banho sozinho antes de voar de volta aos EUA.Writebol também recebeu o medicamento. Sua resposta não foi tão sensacional, segundo as fontes, mas depois da segunda dose ela reagiu à droga e foi considerada estável o suficiente para voltar aos EUA, onde espera chegar nesta terça-feira.

O ZMapp ainda não foi aprovado para uso em humanos nem passou pelo processo de testes clínicos com padrões de segurança e eficácia. Com a recente experiência no médico e na missionária o medicamento pode cair em “uso compassivo” na regulação do FDA, agência que regulamenta medicamentos e alimentos nos EUA, o que significa que seu uso pode ser permitido ainda na fase de investigação.

Obter a aprovação para uso compassivo é muitas vezes longo e trabalhoso, mas no caso de Brantly e Writebol, eles receberam a medicação dentro de sete a 10 dias após a sua exposição ao vírus ebola.

Em 30 de julho, a Agência de Redução de Ameaça de Defesa, um braço do militar responsável por quaisquer ameaças químicas, explosivos biológicos, radiológicos, nucleares e de alto rendimento, deram um financiamento adicional para Mapp Biofarmacêutica devido a “resultados promissores”.

Fonte: ORMNews.

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Termina trégua humanitária de 7 horas estabelecida por Israel em Gaza

Palestinos acusaram Israel de quebrar trégua com morte de menina.
Moradores de Gaza foram até suas casas durante o período.

Terminou às 17h na Faixa de Gaza (horário local, 11h de Brasília) o cessar-fogo estabelecido nesta segunda-feira (4) pelo governo de Israel de maneira unilateral para facilitar a entrada de ajuda humanitária e deixar que palestinos retornem às suas casas.
A trégua começou às 10h locais (4h de Brasília), e compreendia a suspensão dos ataques na maior parte da Faixa de Gaza, com excessão para a região de Rafah, no sul de Gaza, onde o exército israelense disse que continuaria operando.
Entretanto, os palestinos acusaram Israel de quebrar o cessar-fogo ao realizar um ataque sobre um campo de refugiados na cidade de Gaza que matou três pessoas, incluindo uma menina de 8 anos e deixou 29 pessoas feridas.
O porta-voz do Ministério da Saúde de Gaza Ashraf Al-Qidra disse que o ataque contra uma casa no campo Shati aconteceu depois do início previsto da trégua nesta segunda de manhã.
Uma porta-voz militar israelense disse estar apurando o que aconteceu no campo de refugiados. Segundo ela, quatro foguetes haviam sido disparado de Gaza desde o início da trégua, sendo que dois detonaram dentro de Israel. Não há relatos de mortes ou danos.
Em Jerusalém, um veículo pesado de construção civil bateu em um ônibus, num incidente que a polícia israelense disse ter sido um ataque palestino. Não havia passageiros no ônibus, mas um transeunte morreu após ser atropelado pelo veículo. A polícia disse ter matado a tiros o motorista, o qual, segundo a imprensa israelense, foi identificado como um palestino que vivia no leste de Jerusalém.
Vinte palestinos foram mortos nesta segunda, segundo os serviços de emergência. Deste total, 17 morreram antes da entrada em vigor do cessar-fogo, enquanto que os combates têm matado dezenas de palestinos todos os dias desde o início da ofensiva israelense em 8 de julho.
Israel anunciou um cessar-fogo para facilitar a chegada de ajuda humanitária e para permitir a entrada em casa de centenas de milhares de palestinos desabrigados devido ao conflito de quatro semanas.
O anúncio foi recebido com desconfiança pelo grupo islamita Hamas, que controla Gaza, e foi feito após a incomum repreensão dos Estados Unidos em decorrência do aparente ataque israelense no domingo a um abrigo administrado pela ONU, que matou 10 pessoas.
Busca por destroços
Durante o breve cessar-fogo, palestinos desabrigados há quase um mês devido ao conflito puderam voltar a suas casas.
Entretanto, o que muitos deles viram fizeram com que voltassem para os abrigos temporários em escolas administradas pela ONU.
Na principal via de acesso a Beit Lahiya, um bloco de grandes prédios de apartamentos onde moravam centenas de famílias de baixa renda parecia ter sido atingido por tiros de tanque, com danos grandes demais para serem consertados.

Fonte: G1.

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Ebola já matou 887 pessoas na África, diz OMS

Segundo a organização, foram registrados 1.603 casos.
Países afetados são Guiné, Libéria, Nigéria e Serra Leoa.

Novo balanço da Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgado nesta segunda-feira (4) aponta que a epidemia do vírus ebola na África Ocidental já matou 887 pessoas. Segundo a OMS, 1.603 casos foram confirmados até o dia 1º de agosto.
Os países afetados são Libéria, Guiné, Serra Leoa e Nigéria.
Segundo a OMS, o número de casos registrados na Nigéria subiu para quatro. Um deles é um médico que havia tratado um paciente infectado, segundo o Ministério da Saúde Local.
O médico havia participado do tratamento de Patrick Sawyer, que morreu em Lagos no mês passado após chegar ao país em um avião com origem na Libéria.
A vítima liberiana, Patrick Sawyer, trabalhava para o ministério das Finanças de seu país e tinha sido infectado por sua irmã antes de ir para Lagos via Lome, no Togo, para uma reunião de líderes africanos.
Visivelmente doente em sua chegada, foi imediatamente levado ao hospital First Consultants de Lagos, onde morreu em quarentena em 25 de julho.
Ajuda internacional
Instituições financeiras internacionais preparam pacotes de financiamento para Libéria, Serra Leoa e Guiné, países gravemente atingidos por um surto do vírus Ebola, disseram nesta segunda o presidente do Banco Africano de Desenvolvimento, Donald Kaberuka, e autoridades de outros bancos.
Kaberuka disse à Reuters que sua instituição vai desembolsar imediatamente um total de US$ 50 milhões destinados aos três países.
O Banco Mundial deve anunciar ainda nesta semana propostas semelhantes de financiamento, após a aprovação por sua diretoria, disseram autoridades bancárias.

Fonte: G1.

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Nigéria registra segundo caso do vírus ebola no país

O ministro nigeriano disse que 70 pessoas que mantiveram contato com o liberiano estão em observação, sendo que oito foram colocadas em quarentena

Autoridades nigerianas anunciaram hoje (4) o segundo caso de contaminação pelo vírus ebola na Nigéria, que ocorreu na capital Lagos, a maior cidade da África Ocidental. Trata-se de um médico local que assistiu o liberiano morto na Nigéria que havia sido contaminado pelo vírus. “Esse novo caso envolve um dos médicos que assistiram o liberiano morto com ebola”, disse o ministro nigeriano da Saúde, Onyebuchi Chukwu.

O doente liberiano infetado com o vírus chegou a Lagos no dia 20 de julho e morreu cinco dias depois, no primeiro caso de morte pela doença na Nigéria após a epidemia que afeta três países da África Ocidental – Libéria, Serra Leoa e Guiné-Conacri.

O ministro nigeriano disse que 70 pessoas que mantiveram contato com o liberiano estão em observação, sendo que oito foram colocadas em regime de quarentena em Lagos. Patrick Sawyer, que trabalhou no Ministério das Finanças do Líbano, foi infectado pelo vírus por uma irmã antes de viajar a Lagos para uma reunião de países da região.

Ele chegou a Lagos no dia 20 de julho, proveniente de Monróvia, após mudar de avião em Lomé, a capital do Togo. Quando chegou, já estava doente e foi conduzido diretamente para um hospital, onde morreu no dia 25 de julho, durante o período de quarentena. Por causa disso, o hospital foi fechado na semana passada por tempo indeterminado.

O segundo caso confirmado na Nigéria é o último na sequência da eclosão da epidemia do ebola, que já infectou 1.440 pessoas e provocou 826 mortes. Na Libéria, na Guiné-Conacri e em Serra Leoa, populares bloquearam as principais estradas de acesso às capitais, em protesto contra o abandono dos corpos de vítimas do vírus nas ruas ou em casas, durante dias.

A presidenta liberiana Ellen Johnson Sirleaf anunciou na semana passada o fechamento de escolas e a dispensa durante um mês dos funcionários governamentais “não essenciais”, em uma tentativa para travar a epidemia, que já contaminou 227 pessoas no seu país.

Na vizinha Serra Leoa, o presidente Ernest Bai Koroma “conclamou” hoje (4) a população para “intensificar os esforços na luta” contra o vírus ebola. O comércio, bares e restaurantes fecharam, os mercados e as ruas de Freetown permaneceram desertos, à exceção dos veículos do Ministério da Saúde que emitiam mensagens de prevenção.

Fonte: ORMNews.

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Índia procura por 600 pescadores após tempestades

Guarda Costeira recebeu vários pedidos de socorro, informou um autoridade do país

A guarda costeira indiana faz hoje (4) uma operação de busca por 600 pescadores desaparecidos, após uma tempestade atingir o Golfo de Bengala na noite de ontem (3). Segundo as autoridades, cerca de 40 embarcações não regressaram ao porto após uma tempestade na costa de Bengala, no Leste da Índia, afirmou um oficial da associação de pescadores.

“Temos tentado entrar em contacto com os barcos”, informou Bijan Maity, o chefe da Associação de Assistência aos Pescadores. Ele acrescentou que todas as tentativas “foram em vão”, devido às condições climáticas e em especial à tempestade”.

A guarda costeira já se preparava para procurar pelos pescadores com um navio e uma aeronave após receber “pedidos de socorro” da associação, informou um oficial. “A operação de busca começará em breve” afirmou o oficial da guarda costeira de Bengala, B.N. Mahato.

Durante tempestades anteriores na região, muitos capitães não conseguem regressar ao porto e procuram refúgio para seus navios e tripulação ao longo da costa, em portos de estados vizinhos como Orissa, ao Sul de Bengala.

As tempestades e ciclones na região matam centenas de pessoas todos os anos, destruindo casas em Bangladesh e nos estados costeiros da Índia Oriental.

Fonte: ORMNews.

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