Libéria decreta estado de emergência para combater Ebola

De 1711 casos registrados de infectados, 932 morreram

A presidente da Libéria, Ellen Johnson-Sirleaf, declarou um estado de emergência nesta quarta-feira para lutar contra um surto de Ebola, alegando que a escala da epidemia representa uma ameaça à segurança estatal.

“O governo e o povo da Libéria requerem medidas extraordinárias para a sobrevivência do nosso Estado e para a proteção das vidas do nosso povo”, disse ela em comunicado oficial.

“Eu… declaro estado de emergência em toda a República da Libéria a partir de 6 de agosto de 2014 por um período de 90 dias.”

Libéria, Serra Leoa e Guiné são os três países mais afetados pelo surto de Ebola na África Ocidental. O número de mortos chegou a 932 até 4 de agosto, em um total de 1.711 casos registrados, de acordo com balanço da Organização Mundial da Saúde desta quarta-feira.

Fonte: ORMNews.

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Rússia autoriza Snowden a ficar mais três anos no país

Ex analista da NSA poderá circular livremente e viajar ao exterior

O ex-analista da Agência Nacional de Segurança (NSA) Edward Snowden, que revelou a e espionagem maciça dos EUA, recebeu visto de residência na Rússia por três anos, segundo anunciou nesta quinta-feira seu advogado, Anatoli Kucherena, citado pela agência russa Interfax. A medida está em vigor desde 1 de agosto. Ele poderá circular livremente e viajar para o exterior, informou o advogado.

Snowden havia solicitado no mês passado a renovação do seu asilo político temporário na Rússia, onde vive desde 23 de junho do ano passado. Mas só poderá obter a cidadania russa após viver no país por cinco anos. Ele é acusado de espionagem pelos EUA, após entregar a jornalistas milhares de documentos secretos sobre os programas de vigilância secreta do governo Obama. Suas revelações criaram crises diplomáticas com vários países, entre eles Brasil e Alemanha, gerando enorme desconfiança.

Fonte: ORMNews.

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Imagens de satélite mostram destruição após ofensiva em Gaza

Segundo instituto da ONU, cerca de 2 km² de plantações foram destruídos.
Autoridades palestinas estimam que reconstrução custará até US$ 6 bilhões.

Imagens de satélite divulgadas nesta semana pelo Instituto das Nações Unidas para Treinamento e Pesquisa (Unitar, na sigla em inglês) dão uma da destruição que oconflito entre o grupo islâmico Hamas e Israel deixou ao longo do pequeno território da Faixa de Gaza.

Além da devastação de construções, a região também teve um forte impacto na agricultura. Isolada e sob bloqueio de Israel, a Faixa de Gaza sofre sérias restrições à produção e abastecimento de comida.

Um mapa apresentado pelo instituto mostra que 2 km² (2 mil hectares) de plantações foram destruídos ou seriamente afetados durante o conflito, que entrou em uma trégua de 72 horas nesta terça-feira (5).

Imagem de satélite mostra plantações agrícolas destruídas em confronto entre Hamas e Israel (em amarelo) (Foto: Unosat/United Institute for Training and Research)
Imagem de satélite que detecta os danos nas plantações na Faixa de Gaza durante confronto entre Hamas e Israel. Campos destruídos aparecem em amarelo. (Foto: Unosat/United Institute for Training and Research)

Destruição
Em outras imagens foram indicados com pontos vermelhos os locais destruídos durante a ofensiva militar. Em uma delas (abaixo), captada no nordeste de Gaza, bem próximo à fronteira com Israel, é possível ver a concentração de imóveis destruídos.

Só nesta região, que inclui áreas da Cidade de Gaza, Toffah, Shija’ia e Shaaf, o instituto contabilizou 1.118 estruturas atingidas, sendo que 700 delas foram totalmente destruídas. As comparações foram feitas com imagens captadas em 6 de julho, dias antes do início do confronto, e 25 de julho, quando a ofensiva militar já durava mais de 15 dias.

Imagem de satélite mostra destruição (pontos em vermelho) em assentamento no nordeste da Faixa de Gaza.  (Foto: Unosat/United Institute for Training and Research)
Imagem de satélite mostra imóveis destruídos (pontos vermelhos) no nordeste da Faixa de Gaza. Ícones pretos indicam mesquitas, escolas e hospitais (Foto: Unosat/United Institute for Training and Research)

Na comparação de imagens aproximadas feitas por satélites é possível ver detalhes do rastro de destruição deixado pelo conflito.

Numa delas é possível identificar prédios da cidade de Beit Lahia, no extremo norte da Faixa de Gaza, que desapareceram após bombardeios. Áreas verdes também foram totalmente devastadas.

Antes e depois de área em Beit Lahia, na Faixa de Gaza, mostra destruição causada por guerra de Israel e Hamas.  (Foto: Unosat/United Institute for Training and Research)
Área em Beit Lahia, na Faixa de Gaza, antes (esquerda) e depois da ofensiva de Israel (Foto: Unosat/United Institute for Training and Research)

A área de Beit Lahia captada pelos satélites teve 200 estruturas destruídas, metade delas totalmente.

O início da reconstrução das regiões afetadas em Gaza vai depender do fim do conflito atual entre Israel e o Hamas, além da ajuda internacional. O ministério palestino de Finanças calcula que as necessidades mais urgentes da reconstrução requerem entre US$ 4 bilhões e US$ 6 bilhões – entre R$ 9 bilhões e R$ 13,6 bilhões.

Mulher retira pertences de orpedui destrupido em Beit Lahiya, no norte da Faixa de Gaza (Foto: Adel Hana/AP)
Mulher retira pertences de prédio destruído em Beit Lahia, no norte da Faixa de Gaza (Foto: Adel Hana/AP)

Cidade em ruínas
Beit Hanun, uma das cidades mais afetadas pela guerra na região norte da Faixa de Gaza, uma análise preliminar do Unitar contabilizou 439 estruturas atingidas – 214 delas totalmente destruídas.

Antes e depois de área em Beit Hanun, na Faixa de Gaza, com destruição causada pela guerra.  (Foto: Unosat/United Institute for Training and Research)
Antes e depois de área em Beit Hanun, norte de Gaza. (Foto: Unosat/United Institute for Training and Research)

No início da trégua, na terça-feira, os moradores da região voltaram às suas casas, porém só encontraram escombros.

Desde o primeiro dia da ofensiva militar na Faixa de Gaza até o início da trégua, 1.875 pessoas morreram, incluindo 430 menores de idade e 243 mulheres no lado palestino, segundo o ministério da Saúde. No lado israelense, morreram 64 soldados e três civis.

Irmãos palestinos sentados diante do prédio onde moravam na cidade de Beit Hanun, destruída durante conflito entre Israel e Hamas na Faixa de Gaza (Foto: AFP Photo/Marco Longari)
Palestinos sentados diante do prédio onde moravam na cidade de Beit Hanun, destruída no conflito entre Israel e Hamas na Faixa de Gaza (Foto: AFP Photo/Marco Longari)
Fonte: G1.

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Paciente espanhol com ebola segue estável em hospital de Madri

Missionário Miguel Pajares foi infectado pelo vírus na Libéria.
Ele chegou à Espanha nesta quinta-feira (7).

O primeiro europeu infectado com o vírus Ebola que matou mais de 932 pessoas na África Ocidental, o padre espanhol Miguel Pajares, estava em estado estável em um hospital em Madri nesta quinta-feira, após ter sido buscado na Libéria, disseram representantes do setor de saúde.
Pajares, de 75 anos, estava trabalhando para uma organização não governamental na Libéria e foi repatriado junto a sua colega Juliana Bohi, uma freira que não contraiu a doença.

EBOLA
Vírus mortal tem sua maior epidemia
áfrica em alerta
história da doença misteriosa
perguntas e respostas
A Libéria declarou Estado de emergência por conta da crise do Eebola.
“Os pacientes chegaram bem, embora desorientados. Ambos agora estão em quarentena”, disse o representante de saúde de Madri Javier Rodriguez em uma coletiva de imprensa.
O avião médico que voou da Libéria trazendo Pajares e Juliana de volta à Espanha pousou em uma base militar de Madri pela manhã (horário local), e os dois pacientes foram escoltados pela polícia para o hospital Carlos 3º.
O hospital esvaziou todo o sexto andar para tratar os dois pacientes, de acordo com um sindicato do setor de saúde.
Altamente contagioso, o ebola, que ainda não possui cura, mata mais da metade das pessoas que o contraem. Vítimas sofrem de febre, vômito, diarreia e hemorragia externa e interna.

Fonte: G1.

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Para israelenses, conflito em Gaza não teve um vencedor

Pesquisa aponta que para 51% nenhum dos lados teve triunfo

Para a maioria dos israelenses a guerra na Faixa de Gaza não teve um vencedor, segundo uma pesquisa realizada na última terça-feira, após a entrada em vigor de um cessar-fogo de 72 horas.

De acordo com a pesquisa, 51% dos israelenses entrevistados consideram que nem Israel nem o Hamas triunfaram, enquanto para para 36% o exército israelense obteve a vitória e para 6% os palestinos saíram vitoriosos.

A pesquisa mostra ainda que 56% dos israelenses consideram que o objetivo do governo – destruição dos túneis entre Gaza e o território israelense – foi alcançado de ‘forma parcial’.

Além disso, 71% dos entrevistados consideram ‘excelente’ ou ‘boa’ a forma como o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu comandou a operação ‘Barreira Protetora’.

Na operação, iniciada em 8 de julho, morreram mais de 1.850 palestinos, em sua maioria civis, 64 soldados israelenses e três civis residentes em Israel.

A pesquisa ouviu 442 pessoas representativas da população israelense e tem margem de erro de 5,2%.

Fonte: ORMNews.

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Passageiros empurram trem para soltar homem preso

Ele prendeu a perna em vão de 5 cm entre o trem e a plataforma

Um grupo de passageiros e funcionários de uma estação de trem em Perth, na Austrália, conseguiu empurrar uma composição para soltar um homem que havia ficado preso entre o vagão e a plataforma.

O homem, não identificado, estava embarcando na estação Stirling em plena hora do rush na manhã desta quarta-feira (6), quando escorregou e prendeu sua perna no vão entre o trem e a plataforma.

Imediatamente, uma multidão se formou à sua volta para tentar soltá-lo, sem sucesso.

Cerca de 50 pessoas presentes então se juntaram para empurrar o trem o suficiente para abrir o vão por alguns centímetros e permitir que o homem retirasse a sua perna.

O homem não sofreu ferimentos graves e embarcou em outro trem para chegar ao trabalho, no centro da cidade.

As imagens do incidente foram divulgadas pela Public Transport Authority of Western Australia, a agência responsável pelo transporte na região.

Fonte: No Poder.

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Egito inicia mediação para trégua duradoura em Gaza

Mediadores já se reuniram com israelenses e receberão palestinos. Cessar-fogo entrou em seu segundo dia sem combates na Faixa de Gaza.

Os mediadores egípcios se reuniram no Cairo com uma delegação israelense e nesta quarta-feira terão um encontro com os negociadores palestinos, como parte das conversações para uma trégua duradoura em Gaza, além do cessar-fogo de 72 horas em vigor desde terça-feira.

O cessar-fogo, obtido com a mediação do Egito e dos Estados Unidos, entrou no segundo dia e nenhum combate foi registrado até o momento na Faixa de Gaza.

“As conversas indiretas entre os palestinos e os israelenses estão avançando”, disse um representante egípcio, deixando claro que ambos os lados não estão se encontrando cara a cara. “Ainda é muito cedo para falarmos de resultados, mas estamos otimistas.”

Após a reunião no Cairo, Izzat al Rishq, membro do gabinete político do movimento islamita Hamas, disse que as autoridades egípcias asseguraram que empregarão o “máximo esforço” para cumprir com as exigências palestinas no conflito com Israel.

O dirigente palestino qualificou de “responsável” o encontro, no qual a delegação palestina ressaltou suas exigências, sobretudo o fim da ofensiva e do embargo sobre Gaza.

O representante do Hamas negou estar disposto a aceitar um acordo de paz que não “esteja ao nível dos sacrifícios” feitos pelo povo palestino. “Nosso povo não aceitará que continue a ocupação israelense, que é a base dos crimes”, afirmou.

Trégua e retirada O exército israelense se retirou totalmente do território palestino na terça-feira, quase um mês depois do início de uma ofensiva que deixou, segundo o ministério palestino da Saúde, 1.875 mortos, incluindo 430 menores de idade e 243 mulheres. No lado israelense morreram 64 soldados e três civis.

Os mediadores egípcios se reuniram durante a noite com negociadores israelenses e devem ter um encontro durante a quarta-feira com a delegação palestina, segundo fontes palestinas que pediram anonimato.

A delegação palestina inclui integrantes do movimento Hamas, que controla a Faixa de Gaza e é o principal alvo de Israel.

Os palestinos devem apresentar suas exigências aos mediadores, funcionários do serviço secreto do Egito.

Mas durante a noite, um líder do Hamas rejeitou categoricamente uma das condições apresentadas pelos israelenses para uma trégua prolongada: o desarmamento dos combatentes do Hamas e de outros grupos armados da Faixa de Gaza.

“Mataremos quem tentar tomar nossas armas”, escreveu Ezzat al-Rishq no Twitter.

Em Gaza, onde meio milhão de pessoas saíram de casa em meio a um mês de intenso bombardeio, alguns moradores deixaram abrigos da ONU e voltaram para bairros onde quarteirões inteiros foram destruídos por ataques israelenses de artilharia, ao passo que o cheio de corpos em decomposição impregnava o ar.

Ruas em cidades no sul de Israel, as quais vinham sofrendo ataques diários de foguetes vindos da Faixa de Gaza, estavam repletas de crianças brincando.

Palestinos passam por prédio destruído ao voltar para Beit Lahiya nesta quarta-feira (6) (Foto: Suhaib Salem/Reuters)
Palestinos passam por prédio destruído ao voltar para Beit Lahiya nesta quarta-feira (6) (Foto: Suhaib Salem/Reuters)
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Para israelenses, conflito em Gaza não teve um vencedor

Pesquisa aponta que para 51% nenhum dos lados teve triunfo

Para a maioria dos israelenses a guerra na Faixa de Gaza não teve um vencedor, segundo uma pesquisa realizada na última terça-feira, após a entrada em vigor de um cessar-fogo de 72 horas.

De acordo com a pesquisa, 51% dos israelenses entrevistados consideram que nem Israel nem o Hamas triunfaram, enquanto para para 36% o exército israelense obteve a vitória e para 6% os palestinos saíram vitoriosos.
A pesquisa mostra ainda que 56% dos israelenses consideram que o objetivo do governo – destruição dos túneis entre Gaza e o território israelense – foi alcançado de ‘forma parcial’.

Além disso, 71% dos entrevistados consideram ‘excelente’ ou ‘boa’ a forma como o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu comandou a operação ‘Barreira Protetora’.

Na operação, iniciada em 8 de julho, morreram mais de 1.850 palestinos, em sua maioria civis, 64 soldados israelenses e três civis residentes em Israel.

A pesquisa ouviu 442 pessoas representativas da população israelense e tem margem de erro de 5,2%.

Por: O Globo

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Americana infectada com ebola na Libéria chega aos EUA para se tratar

Nancy Writebol ficará em ala especial de hospital de Atlanta.
Surto da doença é o maior registrado até agora com 1,6 mil infecções

O avião com o segundo cidadão americano infectado com ebola, a missionária Nancy Writebol, de 59 anos, chegou na manhã desta terça-feira a Atlanta, nos Estados Unidos, onde ela será tratada no Hospital Universitario de Emory, o mesmo onde está o médico Kent Brantly, que também está com a doença.
O hospital conta com uma ala especialmente concebida para o tratamento de doenças altamente contagiosas.
O avião que transportou Nancy também conta com uma sala de isolamento necessária, só tem capacidade para uma pessoa, por isso teve que retornar à Libéria para transportar a missionária depois que deixou Brantly no centro médico no último sábado (2). A aeronave pousou em Bangor, no estado americano de Maine, para reabastecimento, antes de seguir para Atlanta.

Bruce Johnson, o presidente da SIM USA, a associação de ajuda humanitária para a qual trabalha Nancy, disse para a emissora ‘MSNBC’ que a missionária ‘já consegue caminhar’.

Por outro lado, Tom Frieden, diretor dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, sigla em inglês) dos EUA, declarou no domingo que Brantly, de 33 anos, mostra sinais de ‘melhora’, o que considerou ‘encorajador’.

Brantly e Nancy apresentaram os sintomas do ebola – febre, vômitos e diarreia – durante seu trabalho na Libéria e exames de sangue posteriores confirmaram que ambos tinham a doença no final de julho.

O surto de ebola é o maior registrado até agora e, segundo dados da OMS divulgados nesta segunda-feira, já infectou 1.603 pessoas – das quais 887 morreram – em Serra Leoa, Guiné e Libéria, os três países mais afetados.

Americana Nancy Writebol é levada de ambulância para hospital de Atlanta (Foto: Todd Kirkland/AP)
Nancy Writebol foi levada de ambulância para hospital de Atlanta (Foto: Todd Kirkland/AP)
 Fonte: G1.

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Segunda vítima da doença nos EUA segue para Atlanta

O avião que transporta Writebol, de 59 anos, deverá aterrissar nesta quarta-feira (6), na Base Militar de Dobbins Air

O avião com a segunda vítima norte-americana infectada com o vírus ebola, a missionária Nancy Writebol, parte hoje (5) da Libéria com destino a Atlanta, nos Estados Unidos, onde será tratada no mesmo hospital que o médico Kent Brantly, também infectado.

O avião que transporta Writebol, de 59 anos, deverá aterrissar nesta quarta-feira (6), na Base Militar de Dobbins Air, de onde a doente será transportada para o Hospital da Universidade Emory de Atlanta, informou a imprensa norte-americana.

O avião, com uma sala de isolamento necessária para o transporte, só tem capacidade para uma pessoa, por isso teve de regressar à Libéria para transportar Writebol, depois de deixar Brantly no centro médico no sábado (2).

Bruce Johnson, o presidente de SIM USA, associação de ajuda humanitária para a qual trabalha Writebol, disse que ela está conseguindo andar.

Tom Frieden, diretor do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, informou, nessa segunda-feira (4), que Brantly, de 33 anos, apresenta sinais de melhora, o que considera “encorajador”.

Brantly e Writebol desenvolveram os sintomas do ebola – febre, vômitos e diarreia – durante o trabalho na Libéria. Análises do sangue confirmaram que eles tinham a doença, no fim de julho.

O surto de ebola é o maior registrado até agora e, segundo dados da Organização Mundial da Saúde divulgados hoje, já infetou 1.603 pessoas, das quais 887 morreram na Serra Leoa, Guiné e Libéria, os três países mais afetados.