EUA detalham operação que levou à captura de Nicolás Maduro na Venezuela

— Foto: TV Globo ) – O líder do partido do ditador venezuelano revelou que na hora dos ataques, Maduro não estava na residência oficial do Palácio Miraflores, mas sim em outra casa, dentro do Forte Tiuna: um complexo militar altamente protegido, no sudeste de Caracas.

Maduro já vinha usando esta outra residência por causa dos riscos à sua segurança.

O general Dan Caine, chefe do estado maior americano, disse que a operação foi batizada de Resolução Absoluta.

Ela levou meses de preparação e colaboração entre todas as forças armadas e a inteligência dos Estados Unidos.

De acordo com a agência de notícias Reuters, a CIA infiltrou espiões, um deles próximo a Maduro, para monitorar cada movimento do ditador.

“Descobrimos pra onde ele ia, onde morava, para onde viajava, o que ele comia, o que vestia, quais eram seus animais de estimação”, afirmou o general.

Leia mais> Governo venezuelano diz desconhecer paradeiro de Maduro e exige de Trump “prova de vida imediata” após operação dos EUA

*Donald Trump afirma que forças dos EUA capturaram Nicolás Maduro após ataques à Venezuela

*Maduro e esposa serão julgados em tribunal de Nova York, diz Procuradoria-geral dos EUA

Clique no link e assista https://g1.globo.com/jornal-nacional/video/entenda-como-tropa-de-elite-dos-eua-capturou-nicolas-maduro-dentro-de-fortaleza-militar-14226131.ghtml

O sinal verde para a operação foi dado por Trump há quatro dias, e as equipes só esperavam o tempo abrir em Caracas para fazer o ataque com menos nuvens. Nesta sexta à noite, as condições ficaram favoráveis.

Parte da capital venezuelana estava sem luz, segundo Trump, por uma ação dos Estados Unidos.

Depois de passar por uma região montanhosa, soldados da tropa de elite do Exército americano — a Delta Force — chegaram de helicóptero ao Forte Tiuna às duas da manhã em Caracas, três da manhã no Brasil.

O presidente Donald Trump postou uma foto de Maduro na embarcação. De orelhas e olhos cobertos, o ditador segurava uma garrafa d’água, aparentemente algemado. (Foto>Reprodução)
O presidente Donald Trump postou uma foto de Maduro na embarcação.
De orelhas e olhos cobertos, o ditador segurava uma garrafa d’água, aparentemente algemado.
(Foto>Reprodução)

Militares venezuelanos dispararam contra as aeronaves.

Os americanos furaram o bloqueio e começaram a percorrer a fortaleza atrás de Maduro.

Trump disse que o ditador e a esposa correram para entrar num bunker. Segundo Trump, eles não conseguiram fechar a porta a tempo, foram presos e levados de helicóptero.

No caminho, as forças americanas voltaram a ser atacadas, mas concluíram a missão sem baixas.

Às 5h30 da manhã, hora do Brasil, Nicolás Maduro e a esposa chegaram ao navio de guerra Iwo Jima.

O presidente Donald Trump postou uma foto de Maduro na embarcação.

De orelhas e olhos cobertos, o ditador segurava uma garrafa d’água, aparentemente algemado.

Maduro e a esposa foram levados de avião a um aeroporto militar no norte do estado de Nova York. Quando a aeronave pousou, agentes do FBI, a Polícia Federal americana, subiram a bordo. Já estava escuro quando Maduro e a esposa desembarcaram, cercado pelas forças de segurança. Eles foram conduzidos a um hangar e depois transferidos de helicóptero para a cidade de Nova York.

Em sua mansão na Flórida, o presidente Donald Trump assistiu à captura de Maduro em tempo real, ao lado do secretário de Guerra, Pete Hegseth, do diretor da CIA, John Ratcliffe, e do general Dan Caine.

Segundo a agência de notícias Reuters, soldados americanos chegaram a criar uma réplica exata da casa protegida de Maduro para praticar como entrariam.

Drones e aviões de guerra acompanharam a operação de longe para garantir a segurança das tropas.

A equipe Delta Force, que capturou Maduro, é um grupo de elite do Exército, especializado em missões contra terrorismo e resgate de reféns.

Foi essa equipe que, há exatos 36 anos, se infiltrou no Panamá e prendeu o ditador do país, Manuel Noriega.

Nicolás Maduro e a esposa, Cília Flores, serão julgados em um tribunal no sul de Manhattan, em Nova York. A audiência de custódia deve acontecer na segunda-feira (5).

O Departamento de Justiça já determinou o confisco de bens do casal e apresentou quatro acusações:

*Conspiração para praticar narcoterrorismo
*Conspiração para importar cocaína para os EUA
*Uso de armas de guerra em crimes de tráfico
*Conspiração armada ligada ao narcotráfico

O crime de narcoterrorismo sozinho tem pena mínima de 20 anos de prisão.

Também vão responder às acusações o filho de Maduro, o atual ministro do Interior da Venezuela, Diosdado Cabello, o ex-ministro da pasta e o chefe do cartel de traficantes “Tren de Arágua”.

Complexo Militar da Venezuela onde Maduro foi capturado (Foto>Reprodução)
Complexo Militar da Venezuela onde Maduro foi capturado (Foto>Reprodução)

Fonte: JN/G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/01/2026/08:11:46

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Governo venezuelano diz desconhecer paradeiro de Maduro e exige de Trump “prova de vida imediata” após operação dos EUA

Foto: Reprodução | Em pronunciamento transmitido em rede nacional na manhã deste sábado (3), a vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, classificou os ataques como uma violação do direito internacional e da Carta das Nações Unidas, e afirmou que o governo venezuelano considera a ação uma agressão contra a soberania nacional.

Na manhã deste sábado (3), a vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou que o governo venezuelano desconhece o paradeiro do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama Cilia Flores após uma operação militar conduzida pelos Estados Unidos.

A declaração foi feita em pronunciamento transmitido em rede nacional, durante um programa matinal, horas depois de ataques militares registrados em território venezuelano. Segundo relatos oficiais, as ações atingiram a capital Caracas e os estados de Miranda, Aragua e La Guaira.

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Ainda neste sábado, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou por meio das redes sociais a realização da operação, afirmando que Nicolás Maduro e sua esposa teriam sido capturados e retirados do país em uma ação conjunta envolvendo forças especiais e a polícia norte-americana.

No pronunciamento, Delcy Rodríguez classificou os ataques como uma violação do direito internacional e da Carta das Nações Unidas, e afirmou que o governo venezuelano considera a ação uma agressão contra a soberania nacional. Ela declarou que, diante da situação, o Executivo decretou estado de comoção externa e determinou a ativação dos planos de defesa integral do país, com mobilização das Forças Armadas, da polícia e de estruturas civis.

O ministro da Defesa, Vladimir Padrino, também se manifestou, afirmando que a Venezuela irá resistir à presença de tropas estrangeiras em seu território.

Testemunhas relataram explosões e a presença de fumaça em áreas de Caracas por cerca de 90 minutos durante a madrugada. No cenário internacional, o governo da Colômbia declarou preocupação com a escalada do conflito, enquanto Cuba condenou a ação militar, classificando-a como criminosa.

Até o momento, não há confirmação independente sobre o paradeiro de Nicolás Maduro nem detalhes adicionais sobre a situação da liderança venezuelana após a operação.

Fonte: Portal Giro e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 03/01/2026/07:22:26

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Maduro e esposa serão julgados em tribunal de Nova York, diz Procuradoria-geral dos EUA

(Foto: Reprodução) – O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, será julgado pela Justiça dos em um tribunal de Nova York, anunciou neste sábado (3) a procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi.

Segundo Bondi, Maduro e sua esposa, a primeira-dama Cilia Flores, foram formalmente acusados pelos seguintes crimes:

  • Conspiração para narcoterrorismo;
  • Conspiração para importação de cocaína;
  • Posse de metralhadoras e dispositivos explosivos;
  • Conspiração para posse de metralhadores.

Ainda de acordo com Bondi, Maduro e Flores serão julgados por um tribunal do Distrito Sul de Nova York. Ela não informou se já há data para o julgamento e disse apenas que o processo começará “em breve”.

Na rede social Truth Social, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o país realizou um ataque de grande escala contra a Venezuela e que o presidente Nicolás Maduro foi capturado, junto com sua esposa, e retirado do país por via aérea. Segundo Trump, a operação foi conduzida em conjunto com forças de segurança americanas. Ele disse ainda que mais detalhes seriam divulgados posteriormente e anunciou uma coletiva de imprensa para as 11h (horário local; 13h em Brasília), em Mar-a-Lago, propriedade do presidente no estado da Flórida.
Na rede social Truth Social, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o país realizou um ataque de grande escala contra a Venezuela e que o presidente Nicolás Maduro foi capturado, junto com sua esposa, e retirado do país por via aérea.
Segundo Trump, a operação foi conduzida em conjunto com forças de segurança americanas. Ele disse ainda que mais detalhes seriam divulgados posteriormente e anunciou uma coletiva de imprensa para as 11h (horário local; 13h em Brasília), em Mar-a-Lago, propriedade do presidente no estado da Flórida.

Clique e Assista ao Vídeo – Maduro entra em desespero e diz que os EUA querem abertamente roubar os recursos de seu país “Eles já disseram: querem levar todo o petróleo da Venezuela, o ouro, as terras raras, as riquezas da Venezuela”

Um incêndio no Forte Tiuna, o maior complexo militar da Venezuela, é visto à distância após uma série de explosões em Caracas, em 3 de janeiro de 2026 (Foto:Gettey Imagens)
Um incêndio no Forte Tiuna, o maior complexo militar da Venezuela, é visto à distância após uma série de explosões em Caracas, em 3 de janeiro de 2026 (Foto:Gettey Imagens)

Fonte: G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 03/01/2026/08:11:46

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Donald Trump afirma que forças dos EUA capturaram Nicolás Maduro após ataques à Venezuela

Foto: Reprodução | Na madrugada deste sábado (3), uma série de explosões foi registrada em Caracas, capital venezuelana. Segundo a Associated Press, ao menos sete explosões foram ouvidas em cerca de 30 minutos. Trump afirmou ainda que mais detalhes sobre a ação serão divulgados durante uma coletiva de imprensa marcada para as 13h.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (3) que forças americanas realizaram um ataque de grande escala contra a Venezuela e capturaram o presidente Nicolás Maduro. A declaração foi feita por Trump em uma rede social.

Segundo a publicação, a operação teria sido conduzida por forças de segurança dos Estados Unidos e resultou na captura de Maduro e de sua esposa, que teriam sido retirados do país por via aérea. O presidente americano não informou o destino para onde o casal foi levado.

Trump afirmou ainda que mais detalhes sobre a ação serão divulgados durante uma coletiva de imprensa marcada para as 13h (horário de Brasília). Até o momento, autoridades venezuelanas não se pronunciaram oficialmente sobre a declaração.

Na madrugada deste sábado, uma série de explosões foi registrada em Caracas, capital venezuelana. De acordo com a Associated Press, ao menos sete explosões foram ouvidas em um intervalo de aproximadamente 30 minutos.

Moradores de diferentes bairros relataram tremores, ruídos de aeronaves e correria nas ruas. Parte da cidade ficou sem fornecimento de energia elétrica, especialmente nas proximidades da base aérea de La Carlota, localizada no sul da capital.

Vídeos que circulam nas redes sociais mostram colunas de fumaça saindo de instalações militares e aeronaves sobrevoando Caracas em baixa altitude. Até a última atualização, não havia confirmação independente sobre a autoria dos ataques nem sobre a situação do presidente venezuelano.

Fonte:  g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 03/01/2026/07:22:26

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Entenda como a conflito entre EUA e Venezuela evoluiu em 2025

A relação entre Donald Trump e Nicolás Maduro entrou em sua fase mais tensa após o avanço das ações militares dos EUA contra a Venezuela. | Reprodução/Fotos Públicas

Ofensiva contra o narcotráfico, bloqueio de petroleiros e ameaça de ação terrestre marcam a deterioração da relação entre Washington e o governo Maduro.

Há momentos na política internacional em que a sucessão de fatos deixa de soar episódica e passa a formar um enredo contínuo, feito de gestos calculados, recados simbólicos e demonstrações de força. Desde o início deste ano, a relação entre Estados Unidos e Venezuela vem sendo escrita nesse tom de crescente tensão, com o Caribe convertido em vitrine de uma escalada militar que combina discurso de segurança, combate ao narcotráfico, sanções econômicas e disputa de poder regional.

Foi nesse contexto que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na última segunda-feira (29) que forças americanas realizaram o primeiro ataque em território venezuelano desde o início da ofensiva de pressão contra o governo de Nicolás Maduro, um movimento que aprofunda o conflito entre Washington e Caracas e marca um novo estágio da crise bilateral. Confira a seguir a cronologia da escalada de tensão entre EUA e Venezuela.

PONTO DE INFLEXÃO

A chegada de Donald Trump à Casa Branca marcou o ponto de inflexão dessa nova fase. Logo em fevereiro, o governo americano designou oito organizações criminosas como grupos terroristas, entre elas o Tren de Aragua, de origem venezuelana. A decisão teve efeito imediato: abriu caminho para a deportação de centenas de venezuelanos acusados de integrar essas facções, enviados a El Salvador, onde o governo local teria recebido recursos para mantê-los em prisões de segurança máxima. A medida, no entanto, acabou parcialmente revertida após a Suprema Corte dos Estados Unidos determinar a suspensão das deportações com base em uma lei de guerra do século 18.

DEPORTADOS E TROCA DE PRISIONEIROS

Mesmo com o revés judicial, a ofensiva política não arrefeceu. Em março, mais de 200 venezuelanos já haviam sido deportados, enquanto Washington endurecia o discurso contra Caracas. Em julho, um raro gesto de distensão ocorreu com a troca de prisioneiros mediada pelo presidente salvadorenho Nayib Bukele: 252 venezuelanos que estavam detidos no Centro de Confinamento de Terroristas (Cecot) retornaram ao país em troca da libertação de dez cidadãos americanos e de outros presos considerados políticos pelos EUA.

RECOMPENSA DOBRADA

O mês de agosto trouxe nova escalada. Os Estados Unidos dobraram para US$ 50 milhões a recompensa por informações que levassem à prisão de Nicolás Maduro, acusado por Trump de ser “um dos maiores narcotraficantes do mundo”. Poucos dias depois, navios militares americanos foram deslocados para águas do Caribe próximas à costa venezuelana, sob a justificativa de combater o tráfico de drogas vindo da América Latina. A resposta de Caracas foi imediata: Maduro anunciou a mobilização da Milícia Bolivariana e abriu novos alistamentos voluntários.

AÇÃO MILITAR NO CARIBE

A partir de setembro, a tensão deixou de ser apenas retórica e ganhou contornos abertamente militares. Os EUA iniciaram uma série de ataques a embarcações no Caribe, alegando que os barcos transportavam drogas com destino ao território americano e mantinham vínculos com organizações classificadas como terroristas. O primeiro ataque, segundo Trump, matou 11 “narcoterroristas”. Dias depois, novos bombardeios se repetiram, acompanhados do envio de caças F-35 para Porto Rico.

Em sequência, vieram o segundo, o terceiro e outros ataques, sempre com o mesmo argumento: combate ao narcotráfico e às redes ilícitas associadas à Venezuela. Em outubro, um memorando vazado ao Congresso revelou que o governo Trump passou a considerar que os Estados Unidos estavam envolvidos em um “conflito armado não internacional” com cartéis de drogas, classificados como grupos armados não estatais responsáveis por ataques contra o país.

PORTA-AVIÕES NO PACÍFICO

A escalada prosseguiu com uma sucessão quase diária de ofensivas. Ataques no Caribe e, pela primeira vez, no Oceano Pacífico, ampliaram o alcance da operação militar. O envio do porta-aviões USS Gerald R. Ford, o maior navio de guerra do mundo, à região foi interpretado por analistas como um divisor de águas na crise, simbolizando uma presença militar sem precedentes nas proximidades da Venezuela.

OPERAÇÕES SECRETAS EM TERRITÓRIO VENEZUELANA

Paralelamente às ações militares, Washington avançou no campo político e de inteligência. Trump confirmou ter autorizado operações secretas da CIA em território venezuelano e passou a falar publicamente sobre a possibilidade de ações terrestres. Em novembro, o governo americano anunciou que iria designar o Cartel de los Soles como organização terrorista, acusando Maduro e integrantes de seu governo de liderarem o grupo – acusações rechaçadas com veemência por Caracas.

SINAIS AMBÍGUOS

Em meio à escalada, surgiram sinais ambíguos. O jornal New York Times revelou que Trump e Maduro teriam conversado por telefone, discutindo inclusive a possibilidade de um encontro nos Estados Unidos. Oficialmente, a Casa Branca evitou comentar, enquanto o governo venezuelano classificava as ações americanas como “ameaças colonialistas”.

FECHAMENTO DO ESPAÇO AÉREO

No final de novembro, os Estados Unidos deram mais um passo ao anunciar o fechamento total do espaço aéreo “sobre e ao redor” da Venezuela, recomendando que cidadãos americanos deixassem o país. Em dezembro, novas sanções atingiram familiares de Maduro e empresas ligadas ao transporte de petróleo, culminando na apreensão de um petroleiro acusado de integrar uma rede ilícita de exportação entre Venezuela e Irã.

BLOQUEIO DE PETROLEIROS

O ápice da ofensiva veio com o anúncio de um bloqueio “total e completo” de todos os petroleiros sancionados que entram e saem da Venezuela. Trump afirmou que o governo Maduro havia sido classificado como organização terrorista estrangeira, acusando-o de terrorismo, tráfico de drogas e de pessoas. Dias depois, caças americanos sobrevoaram áreas próximas a Caracas, enquanto novos bombardeios a embarcações eram confirmados.

Segundo dados divulgados pelo próprio governo dos Estados Unidos, a operação já atingiu mais de 30 embarcações, com ao menos 107 mortos. Um balanço que evidencia que, mais do que uma crise diplomática, a relação entre EUA e Venezuela entrou em um ciclo de confronto direto, cujo desfecho permanece incerto — mas cada vez mais distante da simples troca de acusações.

Fonte: BBC News Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 31/12/2025/09:08:24

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Artista diz ter sido estuprada e estrangulada em cruzeiro em Portugal

Foto Reprodução| Uma artista de 29 anos diz que foi estuprada e estrangulada por um colega da tripulação do navio de cruzeiro MSC Musica, enquanto este estava atracado em Portugal, no último dia 6 de dezembro.

A mulher, que cumpria um contrato de seis meses como pianista e vocalista no MSC Musica, que faz a rota entre Espanha e Portugal até maio de 2026, acusou o homem que fazia dupla com ela de a estuprar e estrangular, em solo português.

A suposta vítima diz ainda que reportou a situação aos recursos humanos da empresa e à agência que a representa e que estes lhe disseram para “continuar a tocar com o agressor”, seguindo a velha máxima “show must go on” (o espetáculo continua, em português).

Por isso, decidiu regressar ao seu país e denunciar o caso às autoridades sul-africanas.

Segundo a mulher, “o comportamento inadequado” do colega, também músico, “começou com comentários de natureza sexual logo no início do contrato” e rapidamente “escalou para algo impróprio”.

A artista grante que sempre recusou “educamente”, realçando que não queria “misturar negócios com prazer”. “Tentei limitar o contato, reduzir o tempo que passava no bar da tripulação para 10/15 minutos, mas tudo o que fiz foi infrutífero”, contou aos jornais locais.

Seis dias após chegar ao navio, no fim de um espetáculo, foi perseguida até à cabine, apesar de ter dito “repetidamente” ao colega que estava cansada.

E foi nessa ocasião que o suposto agressor a forçou a ter relações sexuais, “sempre sobre protestos”.

“Pedi para ele ir embora. Quando abri a porta, ele entrou à força, disse que ficaria apenas de 5 a 10 minutos mas acabou por sentando na minha cama e recusou-se a sair. Nesse momento me tocou de forma inapropriada e me estuprou”, assegurou, acrescentando que nem o fato de estar menstruada o fez afastar-se.

“Ele insistiu para que eu olhasse para ele, o que recusei a fazer. Quando terminou, foi embora como se nada tivesse acontecido”, adiantou.

Alguns dias depois, no bar da tripulação, o homem voltou a atacá-la. “Me agarrou pelo pescoço, tentou me estrangular. Depois disse ‘boa noite’ e sussurrou-me: ‘Vou para a minha cabine’, sorrindo, antes de ir embora”, finalizou a funcionária do MSC Musica.

Fonte O liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/12/2025/15:49:35

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Fugitivo entra em presépio, finge ser Rei Mago e quase engana autoridades

Foto Reprodução| Um imigrante irregular tentou escapar às autoridades italianas juntando-se a um presépio em tamanho real e fingindo ser uma das personagens do monumento; até prefeito local acreditou

Um homem vivendo de forma irregular na Itália tentou passar despercebido ao juntar-se a um presépio de tamanho real, na cidade italiana de Galatone. O hábil imigrante acabou sendo pego pelo prefeito da cidade que, porém, admite que à primeira vista foi enganado.

O suspeito, um homem de nacionalidade ganesa, de 38 anos, estava na mira das autoridades por ter resistido e agredido um agente da polícia. Além disso, já havia sido condenado a nove meses e meio de prisão por um tribunal em Bolonha antes de fugir para o sul, revela a imprensa italiana.

O homem, entretanto fugido em Galatone, na região de Apúlia, procurou abrigo nesta localidade. E foi no famoso presépio da Piazza Crocifisso que decidiu assentar casa.

O seu esquema foi descoberto pelo autarca local, Flavio Filoni, que na sua página de Facebook detalhou o sucedido.

Segundo o responsável, em uma visita ao presépio, deixou-se à primeira vista enganar, tendo inclusive pensado em enviar uma mensagem de parabéns aos responsáveis da obra pelo seu trabalho. Segundo ele, algumas das personagens estavam tão bem feitas que pareciam reais. Esta personagem em causa movia-se pelo presépio e interagia com outras personagens.

Um olhar mais atentou levou-o a perceber que algo não estava batendo certo e rapidamente alertou as autoridades, pensando tratar-se de alguém que precisava de ajuda.

“Graças à rápida intervenção da nossa Polícia Local, Polícia Estadual e Carabinieri, foi possível localizar e identificar uma pessoa que era um fugitivo procurado. Um resultado que confirma, mais uma vez, como é fundamental confiar plenamente no trabalho diário daqueles que garantem a segurança e a legalidade”, enalteceu o prefeito, acrescentando um agradecimento a “todas as mulheres e homens que guardam o nosso território com competência, atenção e dedicação”.

Fonte Mundo ao Minuto e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/12/2025/15:22:25

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Trump descartou Bolsonaro depois de vê-lo como ‘perdedor’, diz ex-embaixador dos EUA

Foto Reprodução| O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, “descartou” o ex-presidente Jair Bolsonaro depois que passou a considerá-lo um “perdedor”, segundo a avaliação do ex-embaixador americano John Feeley, em entrevista ao portal BBC News Brasil. Para Feeley, após Bolsonaro ser condenado e preso, Trump deixou de se importar com a situação do brasileiro.

 Feeley foi embaixador dos EUA no Panamá e hoje atua como diretor executivo do Centro para a Integridade da Mídia das Américas (CMIA). Ele deixou o governo americano em 2018, durante o primeiro mandato de Trump.

 Para ele, Trump não conhece muito sobre a situação política brasileira e sobre o ex-presidente.

“Posso quase garantir que ele não acorda todos os dias pensando no Brasil”, disse ele à BBC News Brasil. “E assim que Bolsonaro deixou de ser uma referência na política brasileira e o Estado de Direito e a Justiça democrática prevaleceram no Brasil, Donald Trump simplesmente o descartou”.

Segundo a avaliação do ex-embaixador, o revés jurídico de Bolsonaro o tornou um “perdedor” aos olhos de Trump. “Se há algo que Donald Trump não tolera são perdedores”, disse ele ao portal.

Feeley disse acreditar que o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, não desempenhou um papel importante em influenciar as ações de Trump a favor de Bolsonaro. Para o ex-embaixador, Rubio não “se importa” com o Brasil. O diretor do CMIA avaliou que o que convenceu Trump foi o lobby feito pelo ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente.

Depois que Bolsonaro foi condenado e Trump voltou atrás na imposição de tarifas ao Brasil, o presidente americano não admitiu o erro – segundo Feeley, uma atitude que ele tomou durante toda a vida.

Na avaliação dele, a suspensão das tarifas não foi resultado das negociações brasileiras, e sim um reflexo do comportamento errático de Trump. O ex-embaixador opinou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve “sorte” por Trump ter desistido das sanções ao Brasil.

“Eu encorajaria tanto Lula quanto praticamente qualquer líder a se manterem fora da órbita de Trump, na medida do possível, e a deixarem o sistema límbico de nossos laços econômicos, culturais e sociais continuar funcionando até que os Estados Unidos retornem a um nível mais normal de comportamento internacional aceitável”, afirmou Feeley.

Fonte O liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/12/2025/14:17:57

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Irmã de Messi sofre acidente grave nos Estados Unidos

Foto Reprodução| A empresária Maria Sol Messi, irmã do jogador de futebol Lionel Messi, sofreu um grave acidente de carro em Miami, nos Estados Unidos. Ela estava dirigindo uma minivan quando teve um mal súbito e bateu em uma parede. A batida provocou queimaduras no corpo e fraturas em duas vértebras, além de pulso e calcanhar quebrados.

A mãe de Lionel e Maria Sol, Celia Cinccittini, foi quem repassou as informações ao jornal argentino La Nación. Apesar da gravidade, a empresária está fora de perigo. Maria Sol se casaria no dia 3 de janeiro de 2026 com o treinador atuante no Inter Miami Julián Arellano, mas teve a cerimônia adiada devido ao acidente.

Fonte: O liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/12/2025/15:22:56

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Quem é o youtuber norte-americano preso por suspeita de crimes sexuais contra menores no Brasil

Foto Reprodução| Floyd L. Wallace Jr. é o nome do norte-americano suspeito e investigado por uma série de estupros de vulneráveis e exploração sexual infantil no Rio de Janeiro. Floyd foi preso na segunda-feira (22/12) no bairro da Liberdade, no Centro de São Paulo.

O homem também é conhecido no seu país de origem, os Estados Unidos, como um youtuber com histórico de envolvimento em confrontos com a polícia, prisões e polêmicas judiciais em diversos estados norte-americanos. Saiba mais sobre Floyd a seguir.
Quem é Floyd L. Wallace Jr. ?Floyd Wallace Jr. nasceu em 17 de dezembro de 1995. Nos Estados Unidos, Floyd possui um canal no YouTube sob o nome “Omaha Copwatch” e se apresenta como fotógrafo e defensor da Primeira Emenda da Constituição Americana. Ele é conhecido por filmar abordagens policiais para questionar a legalidade das ações das autoridades.

Fonte: O liberal  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/12/2025/15:17:20

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