EUA estão fora da COP 30

Trump bateu martelo pela não participação americana no evento | Divulgação/Instagram

Decisão do governo Trump de não enviar delegação à conferência em Belém marca afastamento dos EUA das discussões ambientais globais em um momento crucial para o planeta

A ausência de um dos principais protagonistas das negociações climáticas internacionais promete marcar a COP 30, que será realizada entre os dias 10 e 21 de novembro de 2025, em Belém, no Pará. Os Estados Unidos, maior economia do mundo e historicamente um ator-chave nas conferências da ONU sobre clima, não devem participar oficialmente do evento.

A decisão foi consolidada após o governo Donald Trump fechar o Escritório de Mudança Global do Departamento de Estado, responsável por articular a política climática internacional norte-americana.

Recuo climático: dos compromissos à ausência total

A ruptura com os acordos climáticos não é recente. Em janeiro deste ano, os EUA já haviam formalizado a retirada do Acordo de Paris, tratado internacional considerado essencial no combate ao aquecimento global.

Agora, o afastamento se intensifica com a exclusão da COP 30, justamente quando o evento ocorre pela primeira vez na Amazônia brasileira, região estratégica para a preservação ambiental global.

Analistas alertam que a ausência americana representa um vácuo diplomático de difícil reposição. Tradicionalmente, os Estados Unidos não apenas lideram compromissos financeiros e tecnológicos, como também influenciam as metas e o ritmo das decisões multilaterais. Sem a presença da delegação oficial, a COP 30 pode enfrentar desafios adicionais para garantir consensos globais.

Tensão bilateral acirra isolamento

Além das medidas internas, o agravamento das relações diplomáticas entre Brasil e Estados Unidos sob os respectivos governos atuais contribuiu para o afastamento. O governo Trump já deixou claro que não pretende reverter essa decisão, descartando qualquer chance de reaproximação antes do evento.

Para o Brasil, país anfitrião da conferência, o gesto norte-americano representa um sinal político negativo, mas também um desafio diplomático: manter o protagonismo do evento e avançar em compromissos concretos mesmo diante da ausência de um dos seus principais atores históricos.

A COP 30 segue confirmada e deve reunir delegações de quase 200 países. Mas a cadeira vazia dos Estados Unidos será, inevitavelmente, um dos temas mais comentados nos corredores da conferência.

Fonte: g1 MT e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 31/07/2025/08:10:00

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Ataque russo mata seis e fere mais de 50 em Kiev

Rússia atacou a Ucrânia com mísseis e drones na noite desta quarta-feira (30) (Foto:Reprodução / Vídeo Instagram zelenskyy_official).

Grande parte de um edifício residencial de nove andares desabou na Ucrânia

Um ataque russo com mísseis e drones atingiu Kiev durante a noite desta quinta-feira, 30. O incidente deixou seis mortos e mais de 50 feridos, de acordo com autoridades ucranianas.

Uma grande parte de um edifício residencial de nove andares desabou após ser atingido.

“Ataque de míssil. Diretamente em um edifício residencial. Pessoas estão sob os escombros. Todos os serviços estão no local”, escreveu o presidente ucraniano Volodimir Zelenski em seu Telegram oficial.

Fonte: Associated Press. e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 31/07/2025/06:00:46

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Brasil busca reação nos EUA após início morno na divisão de acesso do surfe

(Foto: Reprodução) – A Brazilian Storm chega em peso a Huntington com 13 representantes no masculino: Wesley Leite (foto), Rafael Teixeira, Peterson Crisanto, Igor Moraes, Jadson André, Mateus Herdy, Lucas Vicente, Deivid Silva, Ian Gouveia, Lucas Silveira, Michael Rodrigues, Samuel Pupo e Edgard Groggia

O US Open of Surfing dá sequência nesta quarta-feira à temporada 2025 do Challenger Series, a divisão de acesso do Mundial de Surfe. Tradicional palco em Huntington Beach, na Califórnia, o evento marca a terceira das sete etapas do circuito e é mais uma chance para os brasileiros engrenarem de vez na corrida por vagas na elite de 2026.

Após duas etapas, nenhum surfista do Brasil aparece entre os dez primeiros colocados do ranking masculino – zona de classificação para a elite mundial de 2026. Um cenário bem diferente do ano passado, quando o país dominou o circuito, com seis nomes no top-10 ao fim da temporada.

BRAZILIAN STORM

Agora, o momento é de reação. A Brazilian Storm chega em peso a Huntington com 13 representantes no masculino: Wesley Leite, Rafael Teixeira, Peterson Crisanto, Igor Moraes, Jadson André, Mateus Herdy, Lucas Vicente, Deivid Silva, Ian Gouveia, Lucas Silveira, Michael Rodrigues, Samuel Pupo e Edgard Groggia.

No feminino, o Brasil será representado por duas surfistas: Laura Raupp – que atualmente ocupa a sétima posição do ranking, no limite da zona de classificação – e Sophia Medina.

Entre os homens, Mateus Herdy (11º) e Lucas Silveira (13º) são os brasileiros mais bem colocados até aqui. Ambos já foram campeões mundiais júnior, mas ainda buscam sua primeira chance na elite.

AMEAÇAS

O desafio em Huntington, no entanto, promete ser dos grandes. Além dos talentos emergentes do Challenger Series, a etapa terá a presença de dois surfistas que nesta quarta-feira (30) já estão no Championship Tour: o japonês Kanoa Igarashi, atual número 3 do mundo e bicampeão do US Open (2017 e 2018), e o mexicano Alan Cleland, estreante na elite e atual campeão do evento na Califórnia.

No surfe, atletas do CT podem disputar etapas do Challenger – o que adiciona ainda mais peso e imprevisibilidade à competição.

Com a pressão por resultados e o histórico recente de sucesso, o Brasil entra no US Open com fome de vitórias e de vaga na elite. A janela do evento vai até 3 de agosto.

 

Fonte: Folhapress e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/07/2025/16:14:33

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Ministro Alexandre de Moraes é sancionado com Lei Magnitsky pelos EUA

Foto: Breno Esaki | Lei é usada para impor sanções econômicas a cidadãos acusados pelo governo dos EUA de “violações graves contra os direitos humanos”

O governo de Donald Trump aplicou, nesta quarta-feira (30/7), a Lei Magnitsky contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. O nome do magistrado consta no sistema do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros, que administra e aplica programas de sanções, e também no site do Departamento de Tesouro. A lei é usada para punir estrangeiros.

Veja as imagens:

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Moraes é alvo da legislação norte-americana que tem como objetivo punir autoridades internacionais acusadas de violação aos direitos humanos.

Na prática, as sanções da Lei Magnitsky afetam os sancionados principalmente por meios econômicos, como o congelamento de bens e contas bancárias em solo ou instituições norte-americanas. De acordo com o governo dos EUA, qualquer empresa ou bem relacionados ao ministro nos EUA estão bloqueados. Cidadãos norte-americanos também estão proibidos de fazer negócios com o ministro.

Em 18 de julho, o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, havia anunciado a revogação de vistos de ministros do STF e de seus parentes, com a citação nominal a Moraes.

Na justificativa das ações contra ministros do STF, e especificamente contra Moraes, o governo norte-americano cita o processo na Corte contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que virou réu por tentativa de golpe de Estado após perder a eleição de 2022 para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Trump chegou a dizer que a Justiça brasileira promovia uma “caça às bruxas” contra Bolsonaro.

Nesta quarta, ao publicar uma nota sobre a aplicação da lei, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, citou o ex-presidente.

“Moraes é responsável por uma campanha opressiva de censura, detenções arbitrárias que violam os direitos humanos e processos politizados — inclusive contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. A ação de hoje deixa claro que o Tesouro continuará a responsabilizar aqueles que ameaçam os interesses dos EUA e as liberdades de nossos cidadãos”, declarou o secretário.

Eduardo Bolsonaro

O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) foi aos Estados Unidos para articular medidas contra Moraes e outros ministros da Corte no fim de fevereiro. Em diversos momentos, o deputado afirmou que o governo norte-americano aplicaria a lei contra o ministro. Moraes é o relator do processo que pode levar à condenação do ex-presidente. O julgamento de Bolsonaro deve ser realizado entre agosto e setembro.

Desde que o governo Trump começou a fazer ameaças de que poderia aplicar a lei, autoridades brasileiras enxergam a ação da Casa Branca como uma interferência e uma tentativa de impor uma impunidade total a Bolsonaro.

Entenda a Lei Magnitsky

Criada em 2012 durante o governo de Barack Obama, a Lei Magnitsky permite aos Estados Unidos punir estrangeiros envolvidos em corrupção ou graves violações de direitos humanos. O dispositivo surgiu após a morte de Sergei Magnitsky, advogado russo que denunciou um esquema de corrupção em seu país e morreu em uma prisão de Moscou em 2009, aos 37 anos.

Inicialmente voltada para punir os responsáveis por sua morte, a legislação teve seu alcance ampliado em 2016, para permitir que qualquer pessoa ou autoridade estrangeira suspeita de corrupção ou abusos fosse alvo de sanções.

A primeira aplicação fora do contexto russo ocorreu em 2017, durante o próprio governo Trump, quando três figuras da América Latina – Roberto José Rivas Reyes, da Nicarágua, Julio Antonio Juárez Ramírez, da Guatemala, e Ángela Rondón Rijo, da República Dominicana – foram punidas por corrupção e violações de direitos humanos.

Fonte: Metrópoles e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/07/2025/13:56:14

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Menino de dois anos morde e mata cobra naja após ser atacado em casa

Foto:Reprodução | Um caso inusitado chamou a atenção na vila de Bankatwa, no estado de Bihar, na Índia: um menino de apenas dois anos mordeu e matou uma cobra venenosa, da espécie naja-indiana, após ser atacado pelo animal dentro de casa. A criança chegou a ser hospitalizada, mas recebeu alta no último sábado.

O que aconteceu

Govinda Kumar, 2, estava brincando quando avistou a cobra de cerca de um metro de comprimento, e a agarrou com as mãos. De acordo com familiares, o animal se enrolou nas mãos do menino e tentou atacar.

Eu estava movendo lenha perto da casa quando a cobra apareceu. A criança provavelmente viu o animal se movendo e o agarrou.

Corremos até o menino e vimos que ele havia colocado a cabeça da cobra na boca. Então, conseguimos separar a cobra de sua boca e mãos Mateshwari Devi, avó do menino, ao jornal britânico The Telegraph

Criança perdeu a consciência após ingerir uma pequena quantidade de veneno, mas foi socorrida a tempo. O garoto foi levado ao posto de saúde local e, depois, transferido para o Government Medical College and Hospital (GMCH), um hospital público especializado na cidade de Bettiah.

Govinda recebeu medicamentos antialérgicos e ficou em observação por 48 horas. Como não apresentou sintomas graves, teve alta no último sábado (26).

A criança chegou consciente, mas com inchaço no rosto e na boca. Confirmamos com os pais que não houve picada. O veneno entrou pela boca, mas sem causar efeitos sistêmicos Saurab Kumar, médico do hospital, ao The Telegraph

História deixou a equipe médica perplexa. “Recebi a criança ativa e alerta, mas com inchaço no rosto e na boca, devido à reação ao veneno na cavidade oral. Ficamos surpresos e confirmamos com os pais várias vezes para ter certeza de que a criança não havia sido picada pela cobra, descartando a hipótese de que o veneno tivesse entrado na corrente sanguínea. Eles nos disseram que ele mordeu a cobra, e o animal morreu na hora”, relatou Kumar.

Cobra morreu em consequência do trauma na cabeça causado pela mordida da criança. O caso chamou atenção por ser uma ocorrência extremamente rara, afinal, o menino chegou a engolir parte do animal. A cobra, da espécie naja-indiana, é altamente venenosa e pode matar em poucas horas.

 

Fonte: UOL e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/07/2025/07:30:08

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Terremoto de magnitude 8,8 provoca tsunami na Rússia, Japão e Havaí

Foto:Reprodução | Terremoto foi registrado no mar, a cerca de 100 km da Península de Kamtchatka. Autoridade dos EUA emitiu alerta para quase toda a costa oeste do continente americano.

Um terremoto de magnitude 8,8 provocou um tsunami na Península de Kamtchatka, no leste da Rússia, na manhã de quarta-feira (30), pelo horário local — noite de terça-feira (29), no Brasil. O fenômeno também foi registrado no Japão e no estado do Havaí, nos Estados Unidos. Autoridades emitiram alertas para risco de ondas destrutivas em diversos países banhados pelo Oceano Pacífico.

No Havaí, as ondas atingiram a costa na madrugada. Voos foram cancelados em Maui e toda a atividade comercial foi suspensa.

Veja um resumo do que se sabe até agora:

Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), o epicentro foi a 125 km de Petropavlovsk-Kamchatsky, uma cidade de 165 mil habitantes na Península de Kamtchatka, extremo leste russo.

O tremor foi registrado a 19,3 km de profundidade, o que pode favorecer a formação de tsunamis.

Segundo o governo russo, um tsunami perigoso e poderoso foi observado na costa de Kamtchatka.

Ondas de até 4 metros foram registradas.

Parte da população começou a ser retirada de casa em algumas áreas de Kamtchatka.

O tremor provocou estragos na Rússia. A agência estatal Tass afirmou que várias pessoas sofreram ferimentos leves, incluindo em um aeroporto.

Os EUA alertaram para “ondas perigosas” em partes da Rússia, Japão e Havaí.

A TV estatal japonesa disse que o tsunami chegou ao norte do país, mas com ondas abaixo de 1 metro. O governo do Japão prevê que novas ondas podem atingir até 3 metros e emitiu alertas de emergência para a população.

O Centro de Alerta de Tsunami do Pacífico (PTWC, na sigla em inglês) afirmou que um tsunami atingiu o Havaí nesta madrugada. O governo do estado já havia determinado que parte da área costeira fosse evacuada, pois “ondas de tsunami destrutivas” são esperadas.

Avisos foram emitidos para quase toda a costa do continente americano, inclusive em países como Estados Unidos, México, Chile e Equador. O risco nessas áreas, no entanto, é considerado menor.

O tremor

O epicentro do terremoto foi localizado a cerca de 125 km a sudeste de Petropavlovsk-Kamchatsky. A cidade tem 165 mil habitantes e fica na Baía de Avacha, no extremo leste russo. O tremor teve profundidade de 19,3 km, considerada rasa — o que pode favorecer a formação de ondas.

Segundo Serviço Geofísico da Academia de Ciências da Rússia, o terremoto foi o mais forte registrado na região desde 1952. O governador regional de Kamtchatka, Vladimir Solodov, afirmou que o terremoto provocou danos materiais. As autoridades russas pediram para que a população se afaste imediatamente das áreas costeiras.

A agência de notícias estatal Tass afirmou que várias pessoas sofreram ferimentos leves, inclusive em um aeroporto regional. Moradores da cidade de Severo-Kurilsk, ao sul da península, começaram a ser retirados do local. Pouco mais de 2 mil pessoas vivem na área.

A ordem de evacuação foi confirmada pelo governador de Sakhalin, Valery Limarenko. O Ministério do Interior da Rússia confirmou que, logo após o tremor, ondas de até 4 metros de altura foram registradas em partes da região de Kamtchatka.

A Península de Kamtchatka e o Extremo Oriente russo estão localizados no Círculo de Fogo do Pacífico — uma região de intensa atividade geológica, com alta ocorrência de terremotos e erupções vulcânicas.

Risco no Japão e EUA

O USGS emitiu alerta de tsunami para Rússia e Japão. Ondas também podem atingir os estados americanos do Alasca e do Havaí. “Ondas de tsunami podem ultrapassar 3 metros acima do nível da maré em algumas áreas das ilhas do noroeste do Havaí e da costa da Rússia”, diz o comunicado.

O governo do Havaí determinou que parte da área costeira seja evacuada, pois “ondas de tsunami destrutivas” são esperadas. O USGS também emitiu avisos para quase toda a costa do continente americano, inclusive em países como Estados Unidos, México, Chile e Equador.

O risco nessas áreas, no entanto, é considerado menor. A Agência Meteorológica do Japão colocou toda a costa leste do país sob alerta. O governo do Japão espera a chegada de um tsunami com ondas de até 3 metros em várias áreas costeiras ao longo do Oceano Pacífico.

A TV estatal NHK afirmou que o tsunami chegou ao norte do país, mas com ondas abaixo de 1 metro de altura. A agência de notícias AFP disse que trabalhadores da usina de Fukushima foram retirados da unidade. Em 2011, um tsunami na região provocou um desastre nuclear.

As autoridades japonesas também emitiram alertas de emergência e recomendaram que a população se afaste de algumas regiões. Alguns serviços de trem também foram suspensos.

Mais forte desde Fukushima

O tremor desta quarta-feira é o maior desde o terremoto de 9,1 graus que atingiu o Japão e devastou Fukushima, em 11 de março de 2011. É também o sexto mais forte já registrado desde o início das medições modernas, superando eventos recentes de grande impacto, como o da Turquia e Síria em 2023 (7,8) e o do Alasca em 2021 (8,2).

Na ocasião, mais de 18 mil pessoas morreram e o país enfrentou uma das piores catástrofes nucleares da história, com o colapso da usina de Fukushima. Desde então, o Japão passou por dezenas de tremores, mas nenhum com a mesma intensidade — o mais recente, em janeiro de 2024, matou mais de 600 pessoas na península de Noto, com magnitude 7,6.

Magnitude

De acordo com a universidade americana Michigan Tech, o potencial de danos que cada intervalo de magnitude causa é das seguintes dimensões:

Até 2,5: Não chega a ser sentido, mas os sismógrafos registram.
De 2,5 a 5,4: É sentido, mas causa apenas pequenos danos.
De 5,5 a 6,0: Danos a edifícios e outras estruturas.
De 6,1 a 6,9: Causam muitos danos em áreas densamente povoadas.
De 7,0 a 7,9: É um grande terremoto, com danos sérios, como prédios destruídos, em áreas habitadas.
De 8,0 ou mais: É um terremoto ainda mais forte, que pode destruir totalmente comunidades perto do epicentro.

De acordo com o USGS), um terremoto tem uma única magnitude, mas registro desse número pode ser revisado pelos sismógrafos com novos dados. A escala para medir terremotos mais conhecida é a Richter, mas na prática ela já está em desuso.

 

Fonte:  G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/07/2025/06:00:26

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Carla Zambelli é presa em Roma após alerta de parlamentar italiano

Foto:Reprodução | A deputada Carla Zambelli foi detida nesta terça-feira, 29, na Itália, após ação da polícia local em um apartamento em Roma. A informação foi confirmada pelo ministério da Justiça brasileiro.

A captura ocorre semanas após a parlamentar ter sido condenada pelo STF a 10 anos de prisão por envolvimento na invasão aos sistemas do CNJ – Conselho Nacional de Justiça, ao lado do hacker Walter Delgatti.

Foragida desde maio, Zambelli havia deixado o Brasil rumo aos Estados Unidos e, posteriormente, à Itália, onde buscava refúgio amparada por sua cidadania italiana.

Sua localização foi revelada pelo deputado ambientalista Angelo Bonelli, que, em publicação na rede social X, informou ter repassado o endereço da ex-parlamentar às autoridades italianas:

“Carla Zambelli está em um apartamento, em Roma. Forneci o endereço à polícia, neste momento a polizia esta identificando Zambelli”, escreveu ele.

Com a prisão, Zambelli, que já figurava na lista vermelha da Interpol, aguarda os trâmites de extradição solicitados oficialmente pelo governo brasileiro.

Ainda não há detalhes sobre a data ou os meios para o retorno da ex-deputada ao Brasil.

A condenação

Carla Zambelli foi considerada responsável intelectual pela invasão aos sistemas do CNJ, executada pelo hacker Walter Delgatti Neto.

A ofensiva incluiu a inserção de um falso mandado de prisão contra o ministro Alexandre de Moraes e alvarás de soltura fraudulentos, alguns em favor de membros de facções criminosas. A 1ª turma do STF entendeu que o objetivo era abalar a credibilidade do Judiciário e gerar repercussão política.

A condenação unânime fixou 10 anos de prisão, pagamento de R$ 2 milhões em danos morais coletivos e perda do mandato, condicionada ao trânsito em julgado.

Fuga do país

Após a decisão, Zambelli deixou o Brasil em meio à tramitação de recursos contra a condenação. A Procuradoria-Geral da República solicitou a prisão preventiva de Zambelli.

O pedido foi acolhido pelo relator da ação, ministro Alexandre de Moraes, que destacou a “insistência nas condutas criminosas” e o risco de reiteração delitiva. Segundo Moraes, a fuga teve o propósito de frustrar a aplicação da lei penal.

Além da prisão preventiva, Moraes determinou o bloqueio de redes sociais e de bens da parlamentar, suspensão do passaporte diplomático, sequestro de ativos e inclusão de seu nome na difusão vermelha da Interpol.

Outros processos

A ex-deputada também é ré em ação penal no STF por porte ilegal de arma e constrangimento ilegal, após perseguir um jornalista em 2022.

Já há maioria pela condenação a 5 anos e 3 meses de reclusão, mas o julgamento está suspenso por pedido de vista.

No TSE, ela também responde a processo por desinformação eleitoral.

 

Fonte:  Migalhas Jurídicas  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/07/2025/06:00:26

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Trump faz nova ameaça e dá 10 dias para Putin acabar com a guerra na Ucrânia

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Escócia, em 29 de julho de 2025 — Foto: REUTERS/Evelyn Hockstein

Presidente dos EUA afirmou que irá impor tarifas de até 100% contra produtos russos, o que pode aumentar o preço do petróleo. Prazo termina no dia 8 de agosto.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deu um prazo de 10 dias para a Rússia encerrar a guerra na Ucrânia. Caso contrário, ele afirmou que vai aplicar “tarifas severas” de 100%.

“Estou dando 10 dias para o [presidente Vladimir] Putin a partir de hoje”, disse Trump nesta terça-feira (29), durante visita à Escócia. O prazo termina em 8 de agosto. Segundo ele, o próximo passo será impor as tarifas.

Há duas semanas, Trump já havia ameaçado aplicar tarifas de 100% à Rússia e parceiros comerciais caso um cessar-fogo não fosse firmado em até 50 dias. À época, a um assessor de Putin classificou a medida como “ultimato teatral”.

Na segunda-feira (28), Trump demonstrou impaciência com a Rússia. Ao lado do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, antes de uma reunião na Escócia, ele afirmou que estava decepcionado com Putin.

“Vou reduzir aqueles 50 dias que dei de prazo para um número menor, porque acho que já sei qual vai ser a resposta do que vai acontecer”, disse o presidente americano.

Quando questionado sobre a possibilidade de um encontro com o líder russo para discutir o fim do conflito, Trump respondeu: “Não estou mais tão interessado em conversar com Putin”.

Com as declarações desta terça-feira, Trump reforça a percepção de que Putin tenta “enrolar” e finge negociar um cessar-fogo. Esta também é uma tentativa de pressionar a Rússia. A Ucrânia elogiou a decisão de reduzir o prazo.

Enquanto isso, analistas internacionais afirmam que tarifas dos EUA contra a Rússia podem abalar o mercado global de petróleo. Perguntado sobre esse risco, Trump disse que não está preocupado.

O Kremlin afirmou que não descarta uma reunião entre Putin e Trump em setembro, na China, durante as comemorações dos 80 anos do fim da Segunda Guerra Mundial. A ida de Trump ao país ainda não está confirmada.

Ameaça de ‘tarifas severas’ à Rússia

Trump disse no dia 14 de julho que pretende aplicar tarifas de “cerca de 100%” sobre produtos russos, além dos valores já existentes. A Casa Branca confirmou que a taxa será de fato de 100% caso não haja cessar-fogo no prazo estabelecido.

“Estamos muito, muito insatisfeitos, e vamos aplicar tarifas muito severas se não alcançarmos um acordoem 50 dias”, disse Trump.

A afirmação foi feita em um encontro com o secretário-geral da Otan, Mark Rutte, na Casa Branca. Durante a reunião, Trump justificou a medida dizendo que “o comércio é excelente para resolver guerras”.

Desde o início da guerra, em março de 2022, os EUA impuseram uma série de sanções econômicas à Rússia, o que dificultou o comércio entre os dois países. Por causa disso, segundo a Casa Branca, os russos não foram incluídos no tarifaço anunciado por Trump em abril.

Apesar das restrições, os dois países ainda mantêm relações comerciais. Em 2024, o comércio bilateral somou US$ 3,5 bilhões, com a compra e venda de produtos como fertilizantes, metais e até combustível nuclear, segundo dados do Escritório do Representante Comercial dos EUA.

 

Fonte: pc.pa.gov.br e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/07/2025/17:06:49

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Mulher morre de raiva após ser arranhada por filhote de cachorro

(Foto: Reprodução) – Britânica Yvonne Ford, 59 anos, apresentou sintomas do vírus dois meses após voltar da viagem de férias, em que foi arranhada por um filhote

Uma mulher identificada como Yvonne Ford, 59 anos, morreu meses depois de ser arranhada por um filhote de cachorro de rua infectado com o vírus da raiva. O acidente ocorreu quando ela e o marido viajavam de férias pelo Marrocos. Moradora de Barnsley, na Inglaterra, a mulher só teve sintomas da infecção dois meses depois.

De acordo com familiares, os sintomas surgiram de forma lenta, mas intensa. Yvonne teve febre, dores de cabeça, dificuldades para engolir e alucinações. Já hospitalizada, a britânica teve um agravamento do quadro clínico e precisou ser entubada. Apesar dos esforços da equipe médica, a paciente não resistiu – morreu em 11 de junho, pouco mais de dois meses após o contato com o animal.

A raiva é uma doença viral grave, transmitida principalmente por mordidas, arranhões ou lambidas de animais infectados. Mesmo sem mordida, como no caso de Yvonne, a transmissão pode ocorrer se o vírus tiver contato com mucosas ou pequenas lesões na pele.

O vírus ataca o sistema nervoso central e, uma vez que os sintomas aparecem, as chances de reverter o quadro são poucas. A única forma eficaz de prevenção da doença é a administração imediata da vacina antirrábica, logo após o contato com o animal.

Vírus da raiva

A raiva é causada por um vírus presente na saliva de animais infectados.
A infecção ocorre principalmente por mordidas, mas também pode acontecer por arranhões ou lambidas em feridas abertas ou mucosas (olhos, boca).
Os sintomas iniciais da raiva são parecidos com os de uma gripe, como febre, dor de cabeça, fraqueza e mal-estar geral, o que dificulta o diagnóstico precoce.
Mesmo após cicatrizado, o local da mordida ou arranhão pode voltar a doer, formigar ou coçar. Um sinal de que o vírus está avançando pelo sistema nervoso.
Com a progressão da doença, surgem sintomas como confusão mental, agitação, alucinações, convulsões, dificuldade para engolir e paralisia. Nessa fase, a doença é praticamente irreversível.
Uma vez que os sinais clínicos aparecem, a raiva é quase sempre fatal. Por isso, o tratamento preventivo (vacinação pós-exposição) deve ser feito o quanto antes, mesmo que o ferimento pareça leve.

O caso de Yvonne serve de alerta para a população sobre a importância de procurar atendimento médico depois de qualquer contato com animais desconhecidos. A vacinação contra raiva é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em todo o Brasil, tanto em unidades de saúde quanto em centros de vigilância epidemiológica.

Animais de rua com comportamento agressivo, salivação excessiva ou sinais de desorientação devem ser evitados e denunciados às autoridades competentes da região.

Fonte: Google News – Metrópoles e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/07/2025/14:46:30

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FIFA estuda transferir jogos da Copa de 2026 dos EUA para o Canadá

(Foto: Reprodução) – A Copa de 2026 será a primeira da história com 48 seleções e terá sedes distribuídas entre Estados Unidos, Canadá e México

A FIFA está avaliando a possibilidade de transferir parte dos jogos da Copa do Mundo de 2026, previstos para os Estados Unidos, para o Canadá. A medida está sendo considerada diante das dificuldades impostas pelas restrições migratórias dos EUA, que podem afetar atletas, torcedores e membros das delegações de até 43 países, incluindo seleções já classificadas como o Irã.

De acordo com informações da imprensa internacional, o principal motivo da possível realocação seria o atraso na emissão de vistos em consulados americanos, que em alguns casos chega a ultrapassar 300 dias. A situação contraria os princípios defendidos pela entidade máxima do futebol, como inclusão, igualdade e acessibilidade, e vem sendo criticada por especialistas e torcedores.

Enquanto isso, o Canadá surge como alternativa viável para receber mais jogos do torneio. O país é apontado como mais estável do ponto de vista logístico e com políticas de imigração mais abertas, o que facilitaria a participação de delegações e torcedores de diferentes nacionalidades.

O governo dos Estados Unidos afirma que pretende acelerar o processo de concessão de vistos até o início da competição, inclusive com a adoção de tecnologias como inteligência artificial para agilizar os trâmites consulares. Já o presidente da FIFA, Gianni Infantino, adotou um tom mais cauteloso e disse confiar na capacidade dos EUA de sediar o torneio como planejado. “Os Estados Unidos são um país acolhedor”, afirmou, minimizando os problemas relatados.

Ainda não há confirmação oficial sobre a realocação de partidas. A Copa de 2026 será a primeira da história com 48 seleções e terá sedes distribuídas entre Estados Unidos, Canadá e México. Caso a FIFA opte pela transferência de jogos, os países cujos cidadãos enfrentam maiores restrições para entrar nos EUA devem ser os mais impactados pela mudança.

 

Fonte: Portal Debate e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/07/2025/14:34:51

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