Siamesas que tinham poucas chances de sobreviver comemoram ida ao colégio

Gêmeas siamesas que os médicos acreditavam ter uma “pequena chance de sobrevivência” começarão na escola no próximo mês de setembro, o que é um grande marco para a família. Rosie e Ruby Formosa, de 4 anos, nasceram unidas pelo abdômen e compartilhavam parte do intestino, mas passaram por uma cirurgia logo quando nasceram, desafiando as previsões dos médicos.
Os pais das meninas, Angela e Daniel Formosa, de Bexleyheath, em Kent, na Inglaterra, contaram ao “Huffington Post” que estão radiantes com a conquista das meninas. “Há quatro anos eu não achava que isso fosse acontecer. Quando eu engravidei, achei que nunca teria um primeiro dia de escola delas, mas isso é incrível”, disse a mãe.
O casal, que já tinha uma filha, descobriu que as gêmeas eram siamesas na 16ª semana de gravidez. “Eu fiquei muito assustada porque me disseram que eram grandes as possibilidades de as meninas não sobreviverem. E se sobrevivessem à gestação, não sobreviveriam à cirurgia”, contou.
Para o cirurgião pediátrico Paolo De Coppi, que tratou 27 gêmeos siameses no Great Ormond Street Hospital, em Londres, onde as meninas foram operadas, é uma alegria que elas tenham uma vida normal. “Estamos muito contentes que Rosie e Ruby estejam começando a escola em setembro. É sempre uma alegria testemunhar o progresso dos pacientes e ouvir que eles estão alcançando novos marcos – o que torna o trabalho que fazemos o mais gratificante”, afirmou ao jornal.

 

As gêmeas com a mãe Angela Formosa Foto: Reprodução do Facebook Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/mundo/siamesas-que-tinham-poucas-chances-de-sobreviver-comemoram-ida-ao-colegio-20016844.html#ixzz4Iq8SIuMI

EXTRA

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Criança de 4 anos é atirada de ponte a 7 metros de altura .

Na imagem, repercutida pelo portal inglês “Daily Mirror”, é possível ver a criança caindo. Caso aconteceu nos EUA
Uma criança de 4 anos foi arremessada de uma ponte em Devonshire, na cidade americana de Montesano, Washington, na última quarta-feira. Neste fim de semana, o vídeo com a cena viralizou nas redes sociais. Na imagem, repercutida pelo portal inglês “Daily Mirror”, é possível ver a criança caindo.
Na web, o homem que teria originalmente publicado o flagrante escreveu:“Isso é o que acontece quando alguns pais simplesmente não se importam. Eu e meus amigos presenciamos uma mulher deixar um estranho jogar seu filho de 4 anos ponte abaixo para se divertir”.
O responsável por filmar, Kaylub Fawley, afirma que a criança foi lançada por um desconhecido, apesar de sua mãe estar presente. Na água, também parece haver outro adulto. O menino não teve ferimentos, mas a polícia está cuidando do caso e observou que os visitantes estavam dentro de uma área de acesso restrito.
Kaylub, assim que gravou a cena, chamou a polícia. Tanto a mãe como o homem responsável por jogar a criança estão sendo processados por maus-tratos.

ORMNEWS

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Menina de 6 anos trocada por cabra: a tragédia do casamento infantil no Afeganistão

Bas Gul é outra menor que fugiu de um casamento forçado; a Save the Children pediu que o governo acabe com o casamento infantil Bas Gul é outra menor que fugiu de um casamento forçado; a Save the Children pediu que o governo acabe com o casamento infantil © Fornecido por BBC Bas Gul é outra menor que fugiu de um casamento forçado; a Save the Children pediu que o governo acabe com o casamento infantil
O caso provocou indignação no Afeganistão. E é indício de um problema ainda muito maior, que persiste apesar de inúmeras campanhas.
Trata-se de uma família rural – e extremamente pobre – afegã que vendeu sua filha de 6 anos a um homem mais velho, de cerca de 40 anos, em troca de uma cabra. A informação foi confirmada à BBC por funcionários do governo.
A princípio, os pais disseram à BBC que a filha havia sido sequestrada, mas depois se confirmou que, em troca dela, haviam recebido uma cabra, arroz e azeite.
É difícil determinar o quão extenso é o drama das meninas vendidas no Afeganistão.
Um dos grandes problemas é que não há estatísticas oficiais sobre o casamento infantil, informou Mohammad Qazizada, correspondente da BBC no país.
“Mas não se trata do primeiro nem do segundo caso recente. Já foram relatados outros casos em que pais de famílias muito pobres vendem suas filhas por comida. A diferença, agora, é que o fizeram em troca de um animal.”
‘Está tudo bem’
O caso veio à tona quando vizinhos viram o homem com a menina e alertaram a polícia.
As autoridades prenderam, recentemente, tanto o pai da menina quando o homem que a comprou, um clérigo identificado como Sayed Abdul Karim.
Um dos problemas é que nã há estatísticas oficiais sobre casamento infantil Crianças afegãs: Um dos problemas é que nã há estatísticas oficiais sobre casamento infantil © Fornecido por BBC Um dos problemas é que nã há estatísticas oficiais sobre casamento infantil
“De acordo com a lei, não apenas quem compra uma menor mas também seus pais são responsáveis. Uma promotora especializada em combate à violência contra mulheres e meninas na província me disse que o caso passará em breve aos tribunais”, explicou Qazizada.
A menina, agora, está em um abrigo na capital da província de Ghowr. Qazazida disse que há inúmeros abrigos para mulheres e menores que sofreram abuso ou violência em diferentes províncias.
A menina passou por um exame médico e funcionários da província confirmaram que ela está bem e não foi vítima de violação ou outro tipo de abuso sexual, segundo apurou “, disse o correspondente do serviço afegão da BBC.
Zonas isoladas
Segundo a lei afegã, a idade mínima para o casamento é 16 para mulheres e 18 para homens.
O governo e diversas organizações não governamentais vem realizando múltiplas campanhas contra o matrimônio infantil. Mas seu impacto é muito limitado exatamente onde o problema é mais grave.
Inclusive em casos de casamentos legais, “há uma tradição segundo a qual os pais do noivo dão terra ou dinheiro ou algo em troca para a família da noiva”, explicou Qazazida.
Muitas campanhas contra o casamento infantil não chegam às zonas rurais por motivos de segurança Crianças afegãs: Muitas campanhas contra o casamento infantil não chegam às zonas rurais por motivos de segurança.Muitas campanhas contra o casamento infantil não chegam às zonas rurais por motivos de segurança
No caso do casamento infantil, trata-se de famílias que “vivem em zonas isoladas, muito pobres, onde sabe-se pouco sobre a lei”.
Além disso, as campanhas não chegam às zonas rurais, em muitos casos, por motivos de segurança.
“Apesar de as cidades estarem sob controle do governo, fora deste círculo o Talebã está ativo em todas as províncias”, disse o correspondente.
Quinze anos depos da invasão liderada pelos Estados Unidos, as tropas afegãs seguem envolvidas em uma guerra contra o grupo radical islâmico.
A tragédia de Zahra
As prisões, no caso da menina de 6 anos, ocorreram pouco depois de um caso que causou consternação e horror entre muitos afegãos.
Uma adolescente de 14 anos, chamada Zahra, morreu em julho após a famíia de seu marido colocar fogo nela.
Sahar Gul, de 15 anos, foi resgatada; a família de seu marido bateu nela e a prendeu durante 5 meses em um banheiro após ela se negar a se prostituir Sahar Gul, de 15 anos, foi resgatada; a família de seu marido bateu nela e a prendeu durante 5 meses em um banheiro após ela se negar a se prostituir © Fornecido por BBC Sahar Gul, de 15 anos, foi resgatada; a família de seu marido bateu nela e a prendeu durante 5 meses em um banheiro após ela se negar a se prostituir
A organização internacional de defesa dos direitos das crianças Save the Children emitiu um comunicado após a morte de Zahra.
“Notícias locais diziam que Zahra já estava casada há várias anos e estava com quatro meses de gravidez quando morreu”, afirma o comunicado.
“É uma situação que parte o coração e o sofrimento de Zahra ultrapassa o compreensível”, disse a diretora do Save the Children no Afeganistão, Ana Maria Locsin.
Prática comum
Em novembro, outra menor prometida em casamento na mesma província foi apedrejada após ser acusada de adultério.
Em seu comunicado, a Save the Children afirmou que “Zahra é um caso extremo que mostra o que pode acontecer quando uma garota é oferecida em casamento.”
“Mas sabemos que não é um caso único. Esta prática é comum em muitas partes do país.”
A ONG pediu que o governo do Afeganistão ponha um fim na prática do casamento infantil.
Educação
A menina de 6 anos foi resgatada em tempo, mas muitas outras menores não conseguem escapar deste trágico destino.
Cerca de 15% das mulheres afegãs com menos de 50 anos se casaram antes de completar 15 anos. E quase metade, antes de chegar aos 18, segundo a Save the Children.
No Afeganistão, as jovens sem educação têm três vezes mais probabilidade de ser obrigadas a casar antes dos 18 anos que as que frequentam a escola Crianças afegãs: No Afeganistão, as jovens sem educação têm três vezes mais probabilidade de ser obrigadas a casar antes dos 18 anos que as que frequentam a escola © Fornecido por BBC No Afeganistão, as jovens sem educação têm três vezes mais probabilidade de ser obrigadas a casar antes dos 18 anos que as que frequentam a escola
O casamento de menores tem também um forte vínculo com oportunidades educativas.
“Casar essas meninas representa uma violação fundamental de seus direitos básicos. Assim como Zahra, outras menores casadas quando crianças tem negado o direito de acesso à educação, à segurança, à possibilidade de algum dia realizar escolhas sobre seu futuro.”
De acordo com a Save the Children, as jovens afegãs sem educação têm três vezes mais chances de serem obrigadas a casar antes dos 18 anos do que aquelas que frequentam a escola.

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BBC Brasil

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Menina é sequestrada e morta por colega do pai

A polícia investiga o que motivou um homem de 25 anos a sequestrar e matar uma menina de 5 anos. Alayna Ertl foi raptada de sua casa no último sábado (20) por um colega de trabalho do pai que deixou o corpo da menina numa mata. Zachary Todd Anderson era amigo dos pais da criança e tinha passado a noite na casa da família, quando desapareceu com a menina, usando o caminhão do pai dela, segundo a polícia. O caso ocorreu em Minessota, nos Estados Unidos.

A agência de notícias “Associated Press” informou que a polícia encontrou o caminhão e Zachary Todd Anderson numa localidade a 90 minutos de distância da casa da menina. Ele estava sozinho numa cabana e o corpo da menina foi achado a 90 metros dali.

Anderson foi preso e acusado de assassinato e sequestro. Anderson trabalhou com o pai da menina numa empresa que localiza linhas subterrâneas de serviços públicos, segundo autoridades informaram ao jornal local “Minneapolis Star Tribune”.

(Com informações do Extra)

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Homem é preso após fazer sexo com uma van

O norte-americano Michael Henson, de 35 anos, foi preso na última terça-feira (16) após tentar fazer sexo com uma van estacionada em uma rua de Dayton, no estado de Ohio, nos EUA.
De acordo com o site da Rede TV!, a polícia foi chamada após uma testemunha descrever a cena: o homem estava com a bermuda abaixada e fazia movimentos suspeitos na direção da grade de um veículo.
Outra testemunha alegou, que o homem continuou tentando fazer sexo com a van por algum tempo até que desmaiou no gramado.
Henson foi preso por atentado ao pudor e liberado após pagar fiança de US$ 2,5 mil (cerca de R$ 8,1 mil).

Horas POR Notícias Ao Minuto

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Vítima de abuso, menina de 4 anos achava que seu nome era ‘idiota’

Uma menina de 4 anos da cidade de Hot Springs, no estado do Arkansas (EUA), acreditava que o próprio nome era “idiot” (idiota, em inglês) por causa da forma como a mãe e o padastro a tratavam.
Segundo informações da polícia da cidade, a menina foi encontrada com “vários hematomas nas nádegas, na parte baixa das costas e nas pernas; inchaço na bochecha direita, um machucado na testa, lesões no processo de cicatrização nas costas e sangue seco no canto da boca”.
O informe policial dizia, também, que a criança tinha “marcas nos pulsos que indicam que foi amarrada e parecia desnutrida”. Ao ser perguntada sobre seu nome, a menina respondia que se chamava “idiota”.
A mãe da criança, Jennifer Denen, de 30 anos, e seu companheiro, Clarence Reed, 47, foram presos na última sexta-feira (19), de acordo com informações do jornal The Sun.
Reed confirmou posteriormente que chamava a menina de “idiota”, mas que tudo não passava de uma “brincadeira”. O casal pode ser condenado a até 32 anos de prisão.

Notícias ao Minuto

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Cão morre após salvar bebê de 8 meses de incêndio

Um bebê de 8 meses foi salvo de um incêndio graças ao cachorro de estimação da família. O caso aconteceu na cidade de Baltimore, nos EUA, no último domingo (14). A pequena Viviana estava em no segundo andar da casa quando as chamas começaram. A mãe dela, Erika Poremski, estava no térreo e não conseguiu subir as escadas para buscá-la.
“Eu a ouvia chorando e não conseguia chegar até ela”, contou Erika a uma emissora de TV norte-americana. “Eu tentei muito, todos na vizinhança tentaram. Eles chutaram as portas e as janelas. Eu não pude… Ninguém pôde”, relembra.
Os bombeiros encontraram o cão Polo protegendo a criança quando subiram as escadas do imóvel. “Ela só teve queimaduras de um lado do corpo por causa disso”, explica a mãe. “Ele ficou com ela o tempo todo no quarto e nem mesmo desceu para tentar sair. Ele foi meu primeiro bebê, e agora eu o perdi. Estou orando para não perdê-la também”, diz.
A criança está internada em unidade de terapia intensiva (UTI) após ter 19% do corpo queimado. Conhecidos iniciaram uma campanha para angariar fundos para a família, que perdeu tudo após o acidente. Uma “vaquinha” no site GoFundMe arrecadou US$ 15 mil (cerca de R$ 48 mil). A polícia de Baltimore investiga as causas do acidente.

Notícias ao Minuto

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Mecânico encontra cobra em motor de automóvel na Austrália

A imagem mostra a cobra, de quase 2,5 metros de comprimento
Este mecânico na Austrália levou um grande susto quando abriu o motor de um automóvel e encontrou uma serpente enorme escondida.
O caso inusitado aconteceu na cidade de Yandina, durante uma checagem de rotina no motor.
Segundo especialistas, ela provavelmente foi atraída pelo calor do motor.

POR Notícias Ao Minuto

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Criança ensanguentada choca web após novo bombardeio na Síria

Depois de mais um bombardeio em Aleppo, na noite desta quarta-feira (17), a imagem de um menino sírio está chocando o mundo e colocando novamente o drama vivido pelos habitantes do país sob holofotes.
Omran Daqneesh tem cinco anos e aparece ensanguentado e em choque depois de um ataque aéreo ao bairro onde ele morava, informa o Extra.
Segundo a Aleppo Media Center, a criança foi retirado dos escombros de uma casa com outras. Um vídeo divulgado por uma tv local mostra o momento do resgate, quando o menino é retirado dos escombros.
Coberto de pó e com a cabeça sangrando, o garotinho, visivelmente atordoado, é levado para dentro de uma ambulância. Ele passa a mão no ferimento e percebe que está sangrando. Momentos depois, outras crianças e adultos são resgatados.
A Syrian American Medical Society informa que Omran teve ferimentos na cabeça e já recebeu alta do M10 hospital, que recebeu mais de 12 crianças na mesma noite. Não se sabe o paradeiro dos pais do menino.

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Policial confunde boneca com bebê e tenta reanimar com ‘boca a boca’

O policial norte americano, Jason Short, quebrou o vidro de um carro para resgatar um suposto bebê esquecido. Ao retirar a “criança” e notar que ela não respirava, ele tentou um procedimento boca a boca e só então se deu conta que não havia bebê nenhum ali.
De acordo com o site da Rede TV!, o caso aconteceu em Keene, no estado de New Hampshire (EUA), em 23 de julho, depois que uma testemunha chamou a polícia para resgatar o que seria uma criança.
“Parecia sem vida. Parecia morto. Fui colocar meu dedo em sua boca e era tudo resistente. E eu fiquei tipo: é uma boneca!”, relembrou o policial em entrevista à emissora WMUR.

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