EUA temem que China oculte contatos com extraterrestres

China participa de programa que envolve emissão de sinais de nossa existência na Terra para possíveis civilizações alienígenas que estejam à procura de vida inteligente

John Gertz, ex-presidente do conselho do Instituto SETI (Search for Extraterrestrial Intelligence), organização de pesquisa científica dedicada à busca de sinais de inteligência extraterrestre, manifestou preocupação com a participação da China no projeto, em relatório publicado recentemente. Entenda por quê.

O relatório de Gertz sobre a questão está disponível na biblioteca virtual arXiv.org da Cornell University Library e foi aceito para publicação na revista Journal of the British Interplanetary Society (JBIS).Além do SETI, a China participa igualmente do programa METI (Messaging Extraterrestrial Intelligence), que envolve a emissão de sinais de nossa existência na Terra para possíveis civilizações alienígenas que porventura estejam de “ouvidos abertos” à procura de vida inteligente. De acordo com Hertz, porém, isso pode ser perigoso para a humanidade, além de ilegal.

“De acordo com o artigo IX do Tratado sobre o Espaço, o METI poderia ser considerado ilegal. (…) A liberação imediata das coordenadas de uma transmissão implora por uma resposta não autorizada e prematura. Grupos religiosos podem enviar suas mensagens paroquiais, enquanto Kim Jong-un pode enviar as suas”, diz o autor.

Segundo ele, a presença chinesa nos dois projetos tem sido fonte de preocupação para os EUA devido à suposta capacidade da China de detectar sinais de civilizações extraterrestres e à perspectiva de uma suposta ocultação perante a comunidade internacional, por parte de Pequim, de informações recebidas do espaço.

“Os regulamentos que regem o METI são fracos ou inexistentes. Os protocolos pós-detecção [de sinais alienígenas] do SETI não obrigam a nada e são demasiado gerais. As capacidades ampliadas do SETI, o envolvimento da China no campo e os esforços intensificados dos ‘METI-istas’ para iniciar transmissões de rádio às estrelas estão entre as razões citadas para a urgência de se abordar a questão dos regulamentos apropriados. As recomendações incluem regulamentos em nível da agência e leis em nível nacional, assim como tratados internacionais e supervisão”, escreve Gertz.

Outros temores explicitados pelo analista estão ligados à inauguração de um dos maiores radiotelescópios do mundo, localizado na China. O país já anunciou que o observatório vai tomar parte no projeto Breakthrough Listen, iniciativa de 100 milhões de dólares patrocinada pelo físico britânico Stephen Hawking e pelo magnata russo Yuri Milner para procurar vida extraterrestre inteligente no Universo. Para preparar a humanidade para os possíveis riscos de um contato com os extraterrrestres, Gertz também propõe limitar o poder dos principais transmissores do planeta, a saber, o Observatório de Arecibo (Porto Rico), o complexo de Goldstone (Califórnia) e o 40º complexo de controle e medição da Crimeia.

“O METI não é o SETI. Tem sido autorizado a proceder ao seu próprio ritmo e sem supervisão simplesmente porque o público em geral e os encarregados de formular suas políticas ainda têm que se dar conta da importância e da seriedade da sua arrogância. O mundo deve despertar para as suas possíveis consequências”, adverte o autor do relatório. (Sputnik Brasil)

Fonte: Notícias ao minuto.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Voo mais longo do mundo chega à Nova Zelândia depois de 16h

Após mais de 16 horas de viagem e 14.500 km percorridos, Boeing da Qatar Airways aterrissou em Auckland

Aterrissou nesta segunda-feira (6) na Nova Zelândia o voo comercial mais longo do mundo. Operado pela Qatar Airways, o Boeing 777-200LR fez o trajeto de mais de 14.500 quilômetros entre Doha (Qatar) e Auckland em 16 horas e 23 minutos.

“Oficialmente pousamos em Auckland”, escreveu a companhia aérea no Twitter, às 7h25 (horário local), celebrando a primeira chegada do recém-lançado voo cinco minutos antes do horário planejado.

Havia quatro pilotos a bordo e 15 comissários, que, segundo a companhia aérea, serviram 1.100 xícaras de chá, 2 mil bebidas geladas e 1.036 refeições.

O número de passageiros não foi divulgado, mas quem quiser voltar para Doha terá que ter ainda mais paciência: devido a correntes de vento, o voo de retorno está previsto para durar 17 horas e 30 minutos.

Antes, o voo comercial mais longo, operado desde março do ano passado, era o da Emirates Airlines entre Dubai e Auckland, compreendendo um trajeto de 14.200 quilômetros.

Fonte: ORMNews.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Terra de ninguém: 85 mil refugiados sírios vivem no limbo em fronteira

Cerca de 85 mil pessoas estão em situação de crise humanitária em um campo de refugiados sírio próximo à fronteira com a Jordânia.

O alerta é de organizações internacionais como a ONU.

O campo fica em Rukbam, uma região desolada e desabitada que começou a ser ocupada em 2014 por sírios fugindo tanto da guerra civil que assola o país desde 2011 como das atrocidades cometidas pelo grupo extremista autoproclamado Estado Islâmico.

Rukbam sofre com a falta de recursos básicos, o que se agravou depois de a Jordânia, que recebeu centenas de milhares de refugiados sírios nos últimos anos, fechar a fronteira em resposta a um ataque do EI, que teria usado militantes infiltrados no campo.

Com isso, os refugiados – 75% deles mulheres e crianças – vivem uma rotina de frustração e medo.

Eles estão sob o risco frequente de ataques. No final de janeiro, pelo menos quatro pessoas morreram em um atentado do EI no campo.

Fonte: BCC.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Tanque de tubarão rompe e libera 2.5 milhões de litros d’água

Indicente está sendo investigado; 13 tubarões e outros 200 peixes do local foram transferidos

A polícia e auditores do estado apuram o rompimento do tanque de tubarões do Aquário de Mazatlán, no México, na última semana. O lugar, inagurado há 38 dias, teve a estrutura de acrílico danificada, causando o vazamento de 2.5 milhões de litros de água. Dezenas de funcionários, entre guias e biólogos, foram obrigados a deixar o edifício.

Os 13 tubarões e outros 200 peixes do local foram transferidos. O parque que abriga o oceanário ficou alagado e as águas seguiram em direção à lagoa El Camarón. Ninguém ficou ferido. Neste domingo (5), o diretor do aquário, Milay Quintero, disse à Televisa que as investigações serão levadas “até as últimas consequências”.

O jornal El Debate lembrou que as obras do aquário tiveram duração de seis anos e custou 80 milhões de pesos (cerca de R$ 12 milhões). O parque de Mazatlán foi reaberto, mas o aquário continua fechado. O prefeito de Mazatlán, Fernando Pucheta Sánchez, classificou o acidente no aquário, aberto em 25 de dezembro, como “muito grave”.

Fonte: Notícias ao minuto.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




EUA silenciou ataques no Iraque, Síria e Afeganistão por 16 anos

Em 2016, 456 ataques aéreos não foram mencionados na base de dados das Forças Armadas

O Pentágono silenciou ataques aéreos no Iraque, Síria e Afeganistão durante 16 anos. A informação foi divulgada pela edição Military Times. Os militares chamaram estas ações de “prática normal”. Segundo a publicação, apenas em 2016, os EUA realizaram 456 ataques aéreos no Afeganistão, ataques que não foram mencionados na base de dados aberta das Forças Armadas norte-americanas, na qual o Congresso, analistas militares, cientistas e aliados dos EUA se baseiam. Estes ataques foram realizados por helicópteros e drones.

Informa-se que a base se tornou “incompleta” desde outubro de 2001, quando a “guerra contra o terrorismo” começou. Segundo as palavras do representante anônimo dos militares, os EUA não tentam esconder estes ataques.

“No passado, estes ataques foram registrados. Sempre assim foi. Não registramos o número de ataques realizados, por exemplo, por helicópteros Apache”, explicou a fonte. No entanto, como escreve a edição, os helicópteros Apache estão no serviço do exército americano nos últimos 15 anos, e são usados para combater terroristas do Daesh (grupo terrorista proibido na Rússia).

Fonte: Notícias ao minuto.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




A polêmica entre Donald Trump e o ator Arnold Schwarzenegger, seu sucessor no ‘Aprendiz’ americano

Parece título de um novo filme da Marvel, mas é a pura realidade: Donald Trump x O Exterminador do Futuro.

Schwarzenegger, que foi governador da Califórnia e é um conhecido ator de Hollywood, em especial graças a campeões de bilheteria como o Exterminador do Futuro, foi chamado para substituir Trump no programa de TV, mas os números da audiência não têm sido bons.

“Contrataram um grande astro do cinema, Arnold Schwarzenegger, para ocupar o meu lugar e já sabemos no que deu”, disse Trump ao discursar durante o National Prayer Breakfast (Café da Manhã de Orações Nacional, em inglês), evento anual que acontece em Washington.

Na plateia, estava o produtor do reality show, Mark Burnett.

O café da manhã é realizado na capital federal dos EUA desde 1953, na primeira quinta-feira de fevereiro e reúne 3.500 convidados, entre eles estrangeiros de mais de 100 países.

O anfitrião do evento é o Congresso dos EUA e a organização fica a cargo da Fellowship Foundation, organização conservadora cristã mais conhecida como “The Family” (“A Família”, em inglês).

“A audiência caiu. Mark (Burnett) nunca mais voltará a apostar contra Trump. Eu queria rezar por Arnold e, se possível, por essa audiência”, acrescentou Trump, que classificou ainda a contratação de Schwarzenegger como um “desastre completo”.

O ator, no entanto, não ficou calado.

Minutos depois respondeu com um vídeo de 15 segundos publicado na sua conta do Twitter.

“Oi, Donald, tenho uma grande ideia: por que não trocamos de cargo? Você se encarrega da TV, porque é um especialista em audiência e eu faço o seu trabalho. E assim, a gente poderá enfim voltar a dormir tranquilamente”, disse Schwarzenegger.
Segundo confronto

Este não foi o primeiro embate entre Trump e Schwarzenegger.

Em janeiro, depois da estreia do ator na nova temporada do reality show, Trump já tinha dado uma alfinetada contra seu sucessor.
Donald Trump © Getty Images Donald Trump

“Bem, já chegaram os índices de audiência e Arnold Schwarzenegger foi ‘afundado’ (ou destruído) em comparação com a máquina de audiência DJT” (as iniciais de Donald John Trump), disse ele.

Em resposta, Schwarzenegger divulgou um vídeo em que lê o discurso de posse do presidente Abraham Lincoln, em 1861, e agrega que este “me inspirou todos os dias quando fui governador e espero que inspire você”.

Em uma mensagem no Twitter, Schwarzenegger ainda desejou boa sorte a Trump dizendo esperar que ele “trabalhe para TODOS os americanos de uma maneira tão agressiva quanto trabalhou pela sua audiência”.
Audiência

Trump tem razão ao observar que os índices de audiência alcançados por Schwarzenegger em The Apprentice foram menores do que o esperado.

Trump comandou 14 temporadas do show até entregá-lo para Schwarzenegger. O programa de estreia foi visto por 4,93 milhões de pessoas, em janeiro.

Esta audiência é 43% menor que a da estreia do reality em 2015, segundo a revista Variety.

Será preciso esperar até o fim da nova temporada do programa para ver como vai ficar a audiência de Schwarzenegger. Neste momento, será interessante verificar como estará a popularidade de Donald Trump.

Fonte: MSN.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Trump recorre de decisão judicial que derrubou veto a imigrantes

Após o presidente dos EUA, Donald Trump, criticar em uma rede social a liminar concedida por um juiz federal James Robart, de Seattle, que suspende o decreto anti-imigração assinado em 27 de janeiro, o governo do país protocolou, na noite desse sábado (4), um recurso contra a decisão judicial.

Trump havia vetado vistos concedidos a cidadãos do Iraque, Irã, Líbia, Somália, Sudão, Síria e Iêmen. “A decisão deste pseudo juiz, que essencialmente tira do nosso país o cumprimento da lei, é ridícula e será derrubada!”, criticou o presidente.

“Para onde nosso país está indo quando um juiz pode paralisar um veto de viagem do Departamento de Segurança Doméstica e qualquer um, inclusive com más intenções pode entrar nos EUA?”, disparou em rede social.E concluiu: “Porque o veto foi derrubado por um juiz, muitas pessoas muito ruins e perigosas podem estar entrando aos montes no nosso país. Uma decisão terrível.”

Para a oposição, o ataque de Trump foi uma falta de respeito ao Judiciário. “Ele está minando todo o sistema de governo, não só as decisões das que discorda”, disse o senador democrata Ben Cardin.

O líder democrata da Comissão de Inteligência Doméstica na Câmara, Adam Schiff, foi mais duro. “Leia a ‘pseudo’ Constituição”, disse.

Com a suspensão do decreto, os cidadãos dos sete países de maioria muçulmana (Iêmen, Irã, Iraque, Líbia, Síria, Somália e Sudão) que estavam impedidos de entrar nos EUA por 90 dias passaram a ser aceitos pelas companhias aéreas no embarque de voos para solo americano.

A Qatar Airlines foi a primeira a voltar a permitir esses passageiros, desde que estejam com vistos válidos. Air France, Emirates, Iberia e Lufthansa, entre outras, fizeram o mesmo.

A mudança nas regras provocou uma correria a aeroportos na Europa e no Oriente Médio. No entanto, para algumas pessoas que haviam mudado seus planos devido ao veto, a nova mudança nas regras não dá garantias suficientes.

Em Dubai, Tariq Laham, 32, e sua noiva polonesa Natalia abandonaram os planos de viajar aos EUA após se casarem, em julho. O casal não irá rever a decisão. “É muito arriscado, disse Laham, sírio que trabalha numa empresa de tecnologia em Dubai. “A cada dia você acorda e há uma nova decisão.”

Quem conseguiu embarcar neste sábado comemorou: “Vamos viajar hoje, estou muito feliz. Finalmente, conseguimos”, afirmou o iraquiano Fuad Sharef, que foi impedido de ir a Nova York com a família na semana passada.

O iemenita Ammar Alnajjar gastou US$ 1.000 para conseguir voltar no sábado de Istambul para Memphis, onde estuda. Ele afirma ter ficado uma hora sendo interrogado no aeroporto de Nova York e esbravejou contra o presidente: “É um racista que estragou meu futuro.”

Apesar das críticas de Trump, que passará o fim de semana em seu resort de Mar-a-Lago, na Flórida, o Departamento de Segurança Doméstica orientou seus funcionários, em e-mail interno divulgado na noite de sexta (3), a cumprir a decisão judicial.

O impasse, porém, ainda gera confusão. A Embaixada dos EUA em Bagdá informou que ainda esperava orientação do Departamento de Estado para comunicar aos iraquianos se as restrições estavam realmente suspensas. Com informações da Folhapress.

Por Noticia ao Minuto
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Juiz bloqueia ordem migratória de Trump nos EUA

Decisão tem caráter temporário e governo pode apelar. Presidente dos EUA havia ordenado a proibição da entrada de refugiados e imigrantes de sete países.

O juiz federal de Seattle James Robart ordenou, em caráter temporário nesta sexta-feira (3), a suspensão da ordem executiva emitida pelo presidente Donald Trump de proibir a entrada de refugiados e imigrantes de sete países de maioria muçulmana. A medida, que vale para todo país, foi o golpe mais duro até agora contra o polêmico decreto, que gerou protestos nos Estados Unidos. O governo ainda pode apelar da sentença.

Robart bloqueou o decreto momentaneamente, enquanto estuda um recurso de amparo apresentado pelo procurador-geral do estado de Washington, Bob Ferguson. “A Constituição prevaleceu hoje”, manifestou Ferguson, após a sentença. “Ninguém está acima da lei, nem mesmo o presidente.”

O porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer, divulgou um comunicado afirmando que o governo “fará uma suspensão de emergência desta ordem ultrajante e defenderá a ordem executiva do presidente, que acreditamos ser legal e apropriada”. Logo depois, uma declaração revisada foi enviada para remover a palavra “ultrajante”, segundo a agência de notícias Associated Press.

“A ordem do presidente tem a intenção de proteger a pátria e ele tem a autoridade constitucional e a responsabilidade de proteger o povo americano”, acrescenta o texto.

O Departamento de Justiça não tomou nenhuma decisão imediata sobre um recurso. “O Departamento espera rever a ordem escrita do tribunal e determinará os próximos passos”, disse em comunicado, segundo a Reuters. A emissora americana CNN informou que companhias aéreas foram alertadas de que o governo começaria rapidamente a restabelecer vistos anteriormente cancelados, e que refugiados com vistos dos EUA também serão admitidos.

Disputa Judicial

Washington tornou-se o primeiro estado a processar a ordem de Trump que proíbe temporariamente a emissão de vistos para pessoas do Irã, Iraque, Síria, Sudão, Somália, Líbia e Iêmen e suspende globalmente o programa de refugiados dos EUA. Ferguson disse que a medida prejudica significativamente os residentes do país e é discriminatória. Minnesota juntou-se à ação dois dias depois. Recursos similares foram apresentados em outros estados. Entre eles, Califórnia, Nova York e Virgínia.

Ainda não está claro o que acontecerá, após a ordem do juiz, com as pessoas que aguardam vistos para entrar nos EUA. De acordo com a AP, um e-mail interno circulado entre os funcionários da Segurança Interna disse aos funcionários para cumprir a decisão imediatamente. Cerca de 60 mil pessoas dos países afetados tiveram seus vistos cancelados pelo Departamento de Estado.

Decisão controversa

Trump assinou a ordem na última sexta (27), implementando “novas medidas de veto” a pessoas que desejam entrar nos EUA. Segundo ele, as ações visam manter “terroristas islâmicos radicais” fora do país. O decreto também dificulta o processo de solicitação de visto para parte dos brasileiros.

A medida desencadeou caos em aeroportos norte-americanos na semana passada. Passageiros foram desviados de vôos para os Estados Unidos, centenas de pessoas lotaram áreas de desembarque para protestar e objeções legais foram registradas em todo o país.

O decreto não bloqueia de forma imediata a entrada de refugiados, mas estabelece barreiras para a concessão de vistos, de acordo com a France Presse. No ano fiscal de 2016 (1º de outubro de 2015 a 30 de setembro de 2016), os EUA admitiram em seu território 84.994 refugiados, de diversas nacionalidades, incluindo 10 mil sírios. A intenção do novo governo é reduzir drasticamente este número, o que no caso dos sírios pode chegar a 50%.

Durante a campanha presidencial, o republicano havia prometido uma política de “veto extremo”, para assegurar que só entrem nos EUA pessoas que “apoiem o país”, e que teria como base a recusa em aceitar imigrantes e refugiados de países ligados ao terrorismo.

Fonte: G1.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Lembra dele? Menino desnutrido vai ao seu 1º dia de aula

Na época, o resgate viralizou e eles conseguiram arrecadar um milhão de dólares para custear os tratamentos

Há um ano, no dia 30 de janeiro de 2016, o pequeno Hope, de apenas dois anos, foi encontrado desnutrido e abandonado na Nigéria. Anja Ringgren Loven, uma dinamarquesa que trabalha com caridade no país africano, seu marido e sua equipe de resgate o encontraram e cuidaram dele.

Eles tiveram que levá-lo para um hospital para tratar os vermes que tinha no estômago, além da desnutrição. Na época, o resgate viralizou e eles conseguiram arrecadar um milhão de dólares para custear os tratamentos.

A família o abandonou porque achava que ele era uma bruxa e Anja o encontrou na rua. No último dia 30, a dinamarquesa compartilhou uma foto de Hope agora: saudável, pronto para ir ao seu primeiro dia de aula!

Em seu Facebook, Anja escreveu: “No dia 30 de janeiro de 2016, eu fui em uma missão de resgate com David Emmanuel Umem, Nsidibe Orok e nosso time nigeriano. Uma missão de resgato que viralizou e hoje faz exatamente um ano que o mundo conheceu um pequeno menino chamado Hope”, em uma foto ‘igual’ a do ano anterior, na qual ela dá água na boca do menino. “Essa semana, Hope começa a ir a escola”, completou.

Fonte: O Globo.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Mais de mil migrantes são resgatados na costa da Líbia

‘A situação está além de nossas capacidades, resgatamos cinco embarcações e ainda há três à espera’, disse Ed Taylor, um dos responsáveis pela operação.

Duas embarcações resgataram nesta sexta-feira (3) mais de mil migrantes na costa da Líbia, segundo organizações humanitárias.

Dois barcos, “Aquarius”, da SOS Mediterrâneo e Médicos Sem Fronteiras (MSF), e o “Golfo Azzurro”, da Proactiva Open Arms, resgataram os migrantes na manhã desta sexta-feira, mesmo dia da cúpula europeia em Malta sobre a migração ilegal no Mediterrâneo.

“Estamos vivendo um pesadelo absoluto neste momento. A situação está além de nossas capacidades, resgatamos cinco embarcações e ainda há três à espera”, escreveu em um tuíte Ed Taylor, um dos responsáveis pela operação no “Aquarius”.

“Não há barcos de resgate suficiente na área (…). Pedimos ajuda, mas ninguém pode vir”, acrescentou.

“Há queimados pelo combustível, feridos, bebês … Um dia difícil”, comentou Proactiva em um tuíte.

Dois grandes navios de resgate, o “Diciotti”, da guarda costeira italiana, e o norueguês “Siem Pilot”, da Frontex, estavam ocupados no desembarque de migrantes salvos na quarta e quinta-feira, quando foram resgatados cerca de 1.750 migrantes.

Cúpula

Paralelamente, em Malta, os líderes europeus reuniram-se em busca de uma resposta conjunta à crise da migração, um fenômeno que divide o velho continente.

Um dia antes do início da cúpula, a Itália e a Líbia assinaram um acordo com o objetivo de fechar a principal rota de chegada de imigrantes ilegais na Europa através do Mediterrâneo.

O primeiro-ministro italiano, Paolo Gentiloni, e o seu colega líbio, Fayez al-Sarraj, concordaram em reforçar a luta contra o tráfico de seres humanos.

Além disso, a Itália se comprometeu a fornecer recursos financeiros, materiais e sanitários em troca do controle da migração e da criação de polêmicos centros de detenção.

A Itália também irá fornecer “apoio técnico e tecnológico” à guarda costeira da Líbia e ao ministério do Interior líbio, encarregado de diminuir o fluxo de partidas.

A ideia de criar campos de detenção neste país não é nova: em 2008 já aparecia em um acordo celebrado entre o então primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, e o então líder líbio, Muammar Kadhafi, posteriormente morto.

A ideia de bloquear os migrantes africanos na Líbia, país que atravessa uma crise política sem precedentes, não parece uma solução, ressaltam as organizações humanitárias. Muitos migrantes denunciaram abusos e tortura cometidos nos chamados centros de acolhimento líbios.

“Os líbios atiraram em nós como se fôssemos cães”, relatou o jovem Boubacar, nascido na Guiné, de acordo com a porta-voz da SOS Mediterrâneo.

Cerca de 7 mil imigrantes chegaram à costa italiana desde o início do ano, enquanto cerca de 227 morreram ou desapareceram em janeiro em frente à costa da Líbia, segundo dados da ONU.

Fonte: G1
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br