Papa reza no Coliseu pelo sangue derramado por inocentes

O papa Francisco presidiu nesta sexta-feira, 14, em uma Roma blindada, sua quinta Via Crucis como pontífice, ao redor do Coliseu, ao fim da qual rezou pelo “sangue derramado pelos inocentes” por conta das guerras e injustiças.

Ao final do percurso com o qual se rememora o calvário de Cristo até sua crucificação, o papa pronunciou mais de sete vezes a palavra “vergonha” para enumerar os pecados, omissões, injustiças, escândalos e horrores que atingem o mundo e a Igreja.

“Vergonha pelo sangue de inocentes que cotidianamente é derramado de mulheres, crianças, imigrantes, pessoas perseguidas pela cor da pele ou por seu pertencimento étnico, social, ou por sua fé”, disse o papa com voz firme e, às vezes, comovida.

Dirigindo-se ao Cristo crucificado, o papa argentino reconheceu sua “vergonha por todas as imagens de devastação, destruição e naufrágio, que se tornaram comuns para nós”, acrescentou.

O papa Francisco reconheceu também sua “vergonha por todas as vezes que bispos, sacerdotes, consagrados e consagradas feriram seu corpo, a Igreja”, em alusão aos abusos cometidos por padres pedófilos.

Em sua oração, o pontífice pediu por “irmãos atingidos pela violência, pela indiferença e pela guerra” e pediu que “rompam as cadeias que nos fazem prisioneiros de nosso egoísmo, de nossa cegueira involuntária, e da vaidade de nossos cálculos mundanos”.

O papa chegou às 21H00 locais (16H00 de Brasília) ao célebre monumento romano, onde cerca de 20.000 pessoas, entre elas turistas e religiosos, além da prefeita de Roma, Virgina Raggi, o esperavam, algumas com tochas.

O percurso noturno ao redor do Coliseu foi feito neste ano em um clima particular, marcado pelas fortes medidas de segurança adotadas desde os atentados de domingo passado no Egito contra duas igrejas de cristãos coptas, que deixaram 45 mortos.

Roma blindada

“Roma está blindada, vigiada. Espero que não aconteça nada”, comentou uma jovem à emissora italiana RAI, que transmitiu ao vivo o evento para inúmeros países.

Toda a área foi vigiada por patrulhas da polícia e pelo exército, além de corpos especiais de Inteligência.

Tanques do exército foram colocados na entrada da grande avenida que leva ao Coliseu para impedir ataques contra a multidão com automóveis, como ocorreu em Londres e Nice.

Francisco, de 80 anos, presidiu – como no ano passado – o rito do terraço do Palatino, em frente ao imponente anfiteatro romano, sem percorrer a pé as 14 estações.

Para esta ocasião, as meditações foram escritas pela biblista francesa Anne-Marie Pelletier, que decidiu não usar os nomes que habitualmente usa.

Entre os novos nomes das 14 estações destacam-se “Jesus é negado por Pedro”, “Jesus e Pilatos”, enquanto a última, a 14ª, se chamou “Jesus no sepulcro e as mulheres”, tema que desenvolveu a questão feminina, das mulheres que sofrem.

Em cada uma das estações, algumas colocadas dentro do monumento, uma cruz cinza feita especialmente para o rito foi carregada por jovens, imigrantes e religiosos.

Na 10ª estação, uma família colombiana formada por Claver Martínez Ariza, sua esposa Marlene e seus dois filhos, levou a cruz. Na 8ª, foi carregada por uma família egípcia.

As duas famílias representam os dois países que o papa argentino anunciou que visitará neste ano para pedir o diálogo e a reconciliação, em particular na Colômbia, onde espera promover em setembro o perdão após a histórica assinatura do acordo de paz com a guerrilha das Farc, que pôs fim a mais de 50 anos de conflito.

Antes da Via Crucis, o pontífice, vestido de vermelho, se deitou sobre uma tapete na basílica de São Pedro, sem a cruz em seu peito e o anel de pescador, como um sinal de que Jesus morreu.

No domingo, as celebrações atingirão o ápice da Semana Santa com a missa da Ressurreição e com a mensagem “Urbi et orbi”, que significa “à cidade e ao mundo”.

folha-1Fonte: UOL.
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Hospital quebra regras e realiza último desejo de paciente

Carsten Flemming Hansen, de 75 anos, não tinha mais opções de tratamento

O Hospital Universitário de Aarhus, na Dinamarca, quebrou o protocolo para realizar o último desejo de Carsten Flemming Hansen, de 75 anos, paciente em situação terminal internado com um aneurisma na aorta e hemorragia interna. Sem opções de tratamento, os médicos previram que Hansen morreria em dias ou horas, e garantiram uma morte “digna”, servindo um cigarro e uma taça de vinho.

Pelas regras do hospital, o fumo é proibido, mas as enfermeiras que tratavam de Hansen decidiram desafiar as normas e levaram o paciente numa cadeira de rodas até uma varanda. Lá, ele realizou seu último desejo de fumar um cigarro e beber uma taça de vinho branco gelado, enquanto observava o pôr do Sol.

— Era o fim que ele queria. Não houve tempo para pensar, era apenas comprar o que ele pedia — disse Inge Pia Christensen, diretora de enfermagem no Aarhus, em entrevista à imprensa local.

O fato foi registrado pela página do hospital no Facebook na última sexta-feira, dia em que Hansen faleceu, e teve mais de 70 mil curtidas e quase 5 mil compartilhamentos. De acordo com as enfermeiras, a família concordou que numa situação como essa, os últimos desejos eram mais importantes que qualquer tipo de tratamento.

“Foi um ambiente muito acolhedor e relaxado”, disse a enfermeira Rikke Kvist, em publicação no Facebook. “É claro que os familiares estavam afetados pelo fato de que ele iria morrer, e estavam tristes”.

— As enfermeiras optaram por quebrar as regras num gesto de humanidade — disse Mette Oro Bech Demuth, filha de Hansen. — Mostraram uma grande empatia e ternura por meu pai. É tudo o que representa esse gesto. Significou muito para nós da família que pudéssemos ver realizado o seu último desejo.

O chefe de comunicação do hospital, Lars Elgard Pedersen informou que a decisão de compartilhar esse momento íntimo em redes sociais foi discutida com a família, que concordou.

— Decidimos publicar a imagem porque se trata de uma situação difícil e acreditamos que é importante acabar com tabus existentes sobre a morte — disse Pedersen.

Fonte: ORMNews.
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‘Perdi mulher, meus bebês gêmeos e 19 parentes’: o drama de sobrevivente de ‘ataque químico’ na Síria

Abdulhameed Alyousef mora em Khan Sheikhoun, cidade no noroeste da Síria dominada por rebeldes que foi alvo de um suposto ataque químico na semana passada, que deixou 89 mortos.

‘Perdi mulher, meus bebês gêmeos e 19 parentes’: o drama de sobrevivente de ‘ataque químico’ na Síria

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Sua casa foi atingida pelo ataque, mas ele tinha conseguido levar seus filhos gêmeos de nove meses, Aya e Ahmed, para fora da casa antes, e os três escaparam ilesos.

Ele deixou os gêmeos com sua mulher, Dalal, e enquanto ajudava vizinhos a retirar crianças de suas casas, ouviu que a casa de sua família – em que viviam seus pais, irmãos e sobrinhos – também tinha sido atingida.

“Corri para casa. Logo que entrei, vi meu irmão Yasser morto. Meu outro irmão, Abdulkareen, morto

Shaima, minha sobrinha, morta. Hammoud, meu sobrinho, morto. Ammar, morto.”

Ao tentar ajudar uma sobrinha, ele desmaiou e foi levado ao hospital. Quando acordou, perguntou por sua mulher e filhos, e soube que eles tinham morrido.

“Que culpa eles têm? Meu amores… Fui ajudar os outros e pensei que meus filhos estavam bem

Encontrei eles mortos quando voltei. Ficamos tão pouco tempo juntos…”, disse.

“Alá os vingará. Que Alá os receba.”

Ao todo, Alyousef perdeu 22 familiares nesse dia: a mulher, os filhos, dois irmãos, seus pais e vários sobrinhos e sobrinhas.

Khan Sheikhoun foi atingida por três explosões na manhã de terça-feira da semana passada. Em seguida, foi alvejada por um foguete, que atingiu um hospital que tratava os feridos – e centenas apresentaram sintomas típicos de reações a gás nervoso.

Os Estados Unidos acusam o governo sírio de ter empregado armas químicas contra os rebeldes.

O presidente sírio, Bashar al-Assad, nega e diz que o ataque aéreo deve ter atingido um depósito em que rebeldes armazenavam armamentos desse tipo.

Fonte: MSN.
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Passageiro é arrastado para fora de avião superlotado da United Airlines. Vídeo;

Passageiro arrastado entre as poltronas de avião

Diferentes vídeos publicados na web mostram uma cena, dentro de um avião da United Airlines, que está sendo considerada absurda por usuários de redes sociais. As imagens mostram um passageiro sendo arrastado pelo chão para fora da aeronave, que estava estacionada no Aerporto Internacional de Chicago, nos EUA, com destino a Louisville, no estado americano do Kentucky.

Diferentemente do que pode parecer, o homem não estava cometendo nenhum crime. Como o voo da United estava superlotado, o passageiro em questão foi aleatoriamente escolhido para sair da aeronave. Quando ele se recusou – afinal, tinha tanto direito de estar lá quanto qualquer outro passageiro -, foi arrastado para fora do avião.

Os vídeos foram publicados por outros passageiros, que gravaram a cena com smartphones. As imagens mostram três homens se aproximando do indivíduo que já estava sentado em sua poltrona e pedindo a ele que desistisse de viajar. Diante da recusa do passageiro, um dos homens agarra e arrasta o passageiro, que grita em protesto.

De acordo com relatos na web e em sites de notícia locais, a companhia aérea já tinha avisado os passageiros que embarcavam que o voo estava com “overbook”, ou seja, que a empresa vendeu mais passagens do que o número de poltronas – o que é permitido por lei. A United Airlines procurou voluntários para trocar de voo, oferecendo reembolsos de até US$ 800 (cerca de R$ 2500), mas ninguém aceitou sair de maneira espontânea.

Ainda segundo descrições de testemunhas nas redes, a companhia usou um programa de informática para selecionar aleatoriamente quatro passageiros que seriam convidados a se retirar do avião. Um desses quatro selecionados foi o homem visto sendo arrastado.

O passageiro, ainda não identificado pela imprensa americana, alegava que era médico e que precisava ver seus pacientes em Louisville. Depois de ser expulso do avião, ele obteve permissão para voltar e reapareceu com o “rosto ensaguentado e aparentemente desorientado”, segundo o site da emissora americana CNBC.

A companhia aérea divulgou um comunicado: “O Voo 3411 de Chicago para Louisville estava com overbook. Depois de nossa equipe procurar por voluntários, um cliente se negou a sair da aeronave espontaneamente e agentes da lei foram chamados ao portão de embarque. Nós pedimos desculpas pela situação de overbook. Mais detalhes sobre o passageiro removido devem ser enviados às autoridades”.

https://youtu.be/kgdjQvdNThk

folha-1Fonte: EXTRA.
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Imigrante jogou van contra caminhão usado no atentado em Estocolmo

Equatoriano de 27 anos impediu que terrorista chegasse a Parlamento na Suécia

RIO — Assim que o agente de segurança Santiago Cueva, de 27 anos, viu que o caminhão responsável pelo atentado de Estocolmo na última sexta-feira seguia na direção do Parlamento sueco, ligou a van onde estava e decidiu impedir a ação do terrorista, forçando-o a parar.

“Eu tive certerza de que o caminhão continuaria na Drottninggatan indo direto ao Parlamento”, afirmou o agente de segurança nascido no Equador em entrevista ao jornal britânico “Daily Mail”.

De acordo com Cueva, seu primeiro pensamento foi proteger o Parlamento sueco, que estava a apenas 500 metros de distância do local onde o caminhão avançou contra uma multidão, deixando momento quatro mortos e 15 feridos.

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Cueva, que mora na Suécia desde 1996, conta que precisou agir rapidamente para impedir que o caminhão avançasse. “Não fiquei assustado. Na verdade, foi uma sensação estranha quando tudo aconteceu. O caminhão estava vindo na minha direção e meu foco era ajudar a proteger outras pessoas de alguma maneira. Então dirigi minha van na frente dele para impedir que ele prosseguisse”, contou.

“Eu e outros dois guardas de segurança vimos que era preciso tirar as pessoas dali. Nós não sabíamos até que ponto era aquela situação. Sentimos que estávamos tentando salvar as pessoas caso houvesse uma bomba no caminhão”, completou o agente que, ao sair da van, ajudou os feridos.

Apesar de todo o apoio da família e amigos, Cueva não se considera um heroi. “Era o meu dever. Eu estava vestindo um uniforme e as pessoas procuram alguém de uniforme. Não da mesma forma como um policial, mas elas me ouviram quando pedi que se afastassem. Pelo menos me sinto bem porque tentei fazer algo a respeito”, explicou Cueva.

CAMINHÃO AINDA É ANALISADO

O ataque ocorreu pouco antes das 15h (10h em Brasília) na entrada principal da Ahléns, uma famosa loja de departamento no centro de Estocolmo, na principal rua de pedestres, Drottninggatan. O caminhão, roubado minutos antes do atentado, foi rebocado sábado para ser analisado pelos técnicos, informou a polícia, que segue isolando várias zonas do centro da capital.

A polícia sueca divulgou neste domingo as nacionalidades dos quatro mortos no atentado de Estocolmo, ocorrido na sexta-feira: dois suecos, um britânico e um belga. As informações são da agência France Presse.

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— Confirmamos as identidades das pessoas falecidas e suas famílias foram informadas — informou um responsável da polícia de Estocolmo, Jan Evensson, durante coletiva de imprensa.

O suspeito de realizar o atentado foi detido na noite de sexta em Märsta, cidade ao norte de Estocolmo. Ele é cidadão do Uzbequistão, tem 39 anos e é simpatizante do grupo Estado Islâmico (EI), segundo o jornal “Aftonbladet”.

folha-1Fonte: O Globo.
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Menina encontrada em floresta indiana ‘não estava vivendo com macacos’

Por BBC Brasil -Menina indiana: Garota emite grunhidos, anda de quatro, usando braços e pernas, e foi comparada a personagem Mogli © BBC Garota emite grunhidos, anda de quatro, usando braços e pernas, e foi comparada a personagem Mogli

Muitos na Índia e no mundo acompanharam o caso de uma menina na Índia que aparentemente estava vivendo com um bando de macacos.

Mas, segundo o jornal India Times, há bem menos mistério do que se imagina: as autoridades trabalham com a possibilidade de que a garota, que tem entre 8 a 10 anos, tenha deficiência mental e pode ter sido abandonada pelos pais na floresta em que foi encontrada há algumas semanas, no estado de Uttar Pradesh, no norte do país.

Inicialmente, o policial Suresh Yadav contara à BBC que a menina fora encontrada brincando com macacos e que imitava o comportamento dos primatas.

Ela tinha sido avistada por moradores de um vilarejo na reserva natural de Katarniaghat, próximo da fronteira com o Nepal.

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Mas autoridades indianas desmentiram os relatos e afirmaram que o mais provável é que a menina tenha sido abandonada pelos pais. E que ela não tenha passado muito tempo na floresta.

“Não é possível que uma menina passe anos em um bosque e que guardas florestais ou mesmo centenas de câmeras instaladas para monitorar animais não a tenham notado”, disse Gyan Praksh Singh, responsável pelo setor da floresta em que a menina foi encontrada.

“O mais provável é que ela tenha sido abandonada aqui pouco antes de ser encontrada.”

Alguns relatos citavam macacos atacando a equipe de resgate e que a menina estava desnutrida, tinha cabelos e unhas longos e apresentava ferimentos e arranhões pelo corpo. Mas a nova versão é que a garota foi encontrada perto de uma estrada, não nas profundezas da floresta.

“Os pais sabiam que ela não poderia falar e a abandonaram. Temos macacos aqui, mas ela não estava vivendo com eles”, disse, em entrevista ao jornal The Guardian, JP Singh, diretor do departamento florestal do Estado.

“Quem vê a menina percebe logo que ela tem problemas mentais e físicos.”

A previdência social indiana oferece pouca ajuda a famílias com crianças deficientes em um país em que centenas de milhões de pessoas vivem em probreza absoluta.

Segundo as autoridades, a menina foi enviada a um albergue infantil.
Mogli

A garota recebeu visita de autoridades no hospital.

Tinha sido chamada de “Durga da Floresta”, uma referência a uma deusa guerreira hindu, e comparada a Mogli, personagem de O Livro da Selva (1894), de Rudyard Kipling.

Na história, adaptada pela Disney para o cinema, um menino indiano é criado na natureza por um bando de lobos.
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Menina é encontrada vivendo com macacos em floresta da Índia

A polícia da Índia tenta identificar parentes ou conhecidos de uma menina que aparentemente vivia com um bando de macacos na floresta em Uttar Pradesh, no Norte do país, conforme reportagem publicado no site BBC Brasil nesta sexta-feira (7). Para isso, autoridades vasculham listas de crianças desaparecidas.

Um policial, Suresh Yadav, contou à BBC que, quando foi encontrada, a menina, que aparente ter entre 8 e 10 anos de idade, brincava com macacos e imitava seu comportamento. Ela teria sido avistada por moradores de um vilarejo na reserva natural de Katarniaghat, próximo da fronteira com o Nepal.
Não se sabe há quanto tempo ela estava nesta situação.

Os macacos, inclusive, teriam atacado a equipe que resgatou a menina e a levou a um hospital. A menina estava desnutrida, tinha cabelos e unhas longos e apresentava ferimentos a arranhões pelo corpo, conforme a reportagem da BBC.

https://youtu.be/ncmSO3mF15c

Mogli

A garota não fala, apresenta um comportamento semelhante ao de símios, ao guinchar e andar “de quatro”, e ainda está no hospital, onde recebeu a visita de autoridades. O estado dela é considerado bem melhor do que quando foi resgatada. Ao receber alta médica, ela será entregue a assistentes sociais e especialistas para que seja reintroduzida aos poucos na sociedade.

Ela vem sendo chamada de “Durga da Floresta”, uma referência a uma deusa guerreira hindu, e comparada a Mogli, personagem de O Livro da Selva (1894), de Rudyard Kipling.

Na história, adaptada pela Disney para o cinema, um menino indiano é criado na natureza por um bando de lobos.
Por O TEMPO

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Estados Unidos lançam dezenas de mísseis contra a Síria

Disparos aconteceram após EUA prometerem resposta a ataque com armas químicas

Os Estados Unidos lançaram dezenas de mísseis Tomahawk contra uma base aérea na Síria na noite desta quinta (6). Segundo a CNN, 50 mísseis foram lançados, mas a agência France Presse afirma que foram 70 mísseis.

O presidente Donald Trump, que participou nesta quinta de um jantar com o presidente chinês Xi Jinpingna Flórida, confirmou a ordem. Ele diz que Assad usou um agente nervoso mortal para matar muitos. “Esta noite eu dei ordem para um ataque militar na base militar na Síria de onde o ataque químico foi lançado”.

Trump fez ainda um apelo a outros países após o ataque, segundo a Reuters. “Esta noite eu chamo todas as nações civilizadas para buscar um fim à matança e ao banho de sangue na Síria”.

O presidente disse também que não há dúvidas de que o governo sírio usou armas químicas e que anos de tentativas prévias de modificar o comportamento de Assad falharam.

Segundo a Reuters, a emissora de TV estatal síria afirmou que uma base militar síria foi alvo de uma “agressão americana” nesta sexta (horário local).

Os mísseis foram lançados na Al Shayrat Airfield, perto de Homs e teriam atingido aeronaves, pistas e bombas de combustível.

Os mísseis Tomhawk foram disparados de navios dos EUA que estão no Mediterrâneo Oriental, segundo a agência Reuters.

Os mísseis são a primeira ação direta dos EUA contra Bashar Al-Assad. Trata-se de uma mudança significativa na ação americana na região, pois até então os EUA apenas vinham atacando o Estado Islâmico.

Fonte: ORMNews.
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Rússia identifica suspeito de atentado no metrô

Quirguiz Akbarzhon Jalilov, 22, foi identificado após análise de material genético. Número de mortos no ataque subiu para 14 nesta terça.

A Rússia identificou nesta terça-feira (4) o autor do ataque suicida ao sistema de metrô de São Petersburgo, que deixou 14 mortos. Akbarzhon Jalilov, de 22 anos procedente do Quirguistão, também colocou uma segunda bomba, desativada a tempo, em outra estação.

Mais cedo, o serviço secreto do Quirguistão tinha informado que Jalilov nasceu no país mas era naturalizado russo- informação não confirmada pela Rússia, de acordo com a France Presse. Ele viria da região de Och, uma zona que forneceu um importante contingente de extremistas ao grupo Estado Islâmico (EI). O ataque em São Petersburgo não foi reivindicado.

Em um comunicado, o comitê russo afirmou que conseguiu identificá-lo após a análise de material genético encontrado na bolsa em que estavam os explosivos deixados em uma outra estação, segundo a Reuters. “A evidência genética e as câmeras de vigilância nos dão motivo para acreditar que a pessoa que está por trás do ato terrorista no vagão de trem foi a mesma que deixou uma mala com explosivos na estação Ploshchad Vosstaniya”, afirmou.

O ministério de Saúde da Rússia afirmou que 11 pessoas morreram no local do ataque e três morreram em decorrência dos ferimentos.

O ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Sergei Lavrov, disse que seria “cínico e cruel” chamar uma explosão mortal em São Petersburgo de vingança pelas ações da Rússia na Síria, informou a agência de notícias russa RIA. O país, que é o principal aliado de Bashar al-Assad, é acusado de atacar também alvos dos opositores do regime.

Fonte: ORMNews.
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Ataque com gás tóxico mata mais de 50 na Síria, afirma ONG

Durante ataque na província de Idlib, um ‘gás tóxico’ foi liberado.

Um bombardeio aéreo que liberou “gás tóxico” na província de Idlib, norte da Síria, matou 58 pessoas, entre elas nove crianças, nesta terça-feira (4), de acordo com o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).

De acordo com a ONG, que não sabe que tipo de gás foi liberado, os civis morreram por asfixia em Khan Sheikhun. Dezenas apresentaram problemas respiratórios, vômitos e demaios.

O ataque aconteceu no dia que marca o início de uma conferência de dois dias em Bruxelas sobre o futuro da Síria, com mediação da União Europeia e da ONU.

Fotos de ativistas mostram voluntários dos Capacetes Brancos, grupo de socorristas na zona rebelde, no momento em que tentavam ajudar os feridos. Eles jogam água no rosto das pessoas e pelo menos dois homens aparecem com espuma branca ao redor da boca.

A oposição síria pediu ao Conselho de Segurança da ONU a abertura de uma investigação sobre o ataque com “gás tóxico” no noroeste do país.

A Coalizão Nacional, principal grupo da oposição síria, pede em um comunicado ao Conselho de Segurança que “convoque uma reunião urgente após este crime e abra uma investigação imediata”.

A nota acusa o “regime do criminoso Bashar al-Assad” de ter executado os bombardeios contra Khan Sheikhun com “obuses que continham gás químico”.

A província de Idlib é controlada em sua maior parte por uma aliança de rebeldes e jihadistas. A região é bombardeada com frequência por aviões do exército sírio e da Rússia, assim como da coalizão liderada pelos Estados Unidos para neutralizar os jihadistas.

O governo sírio negou em muitas oportunidades o uso de armas químicas em uma guerra que já provocou mais de 320.000 mortes desde março de 2011.

Mas as alegações de que Damasco utiliza este tipo de armamento são recorrentes e uma investigação liderada pela ONU atribuiu ao regime pelo menos três ataques com gás cloro em 2014 e 2015. A Síria ratificou a Convenção sobre a Proibição de Armas Químicas em 2013.

O OSDH, que tem sede na Grã-Bretanha e conta com uma ampla rede de fontes na Síria, não soube informar se os bombardeios foram executados por aviões das Forças Armadas sírias ou russos, aliados do regime de Damasco.

Fonte: ORMNews.
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