Apesar das sanções dos EUA, Coreia do Norte promete ser ‘força nuclear’

“As sanções estadunidenses contra a RPDC (República Popular Democrática de Coreia) são inúteis”, diz o comunicado do país

O jornal governamental norte-coreano Rodong Sinmun se refere aos esforços exercidos pelos EUA para impor sanções contra seu programa de armas nucleares como “inúteis” e promete converter o país, inevitavelmente, em uma “força nuclear”.

“As sanções estadunidenses contra a RPDC (República Popular Democrática de Coreia) são inúteis. As administrações estadunidenses sucessivas utilizaram sanções anti-RPDC para passar vergonha perante o mundo*”, diz o comunicado.

Entretanto, o jornal governamental afirmou que “o poder político-militar da RPDC tem aumentado rapidamente e que a posição estratégica da Coreia do Norte se encontra na fase mais alta, apesar das frenéticas sanções estadunidenses”. “A RPDC juntará todas as energias para alcançar o objetivo final de tonificar a força nuclear estatal”, conclui.

A publicação coincide com a visita do secretário de Estado dos Estados Unidos, Rex Tillerson, a Pequim, onde se reúne com os principais diplomatas chineses e o presidente do país, Xi Jinping, para conversar sobre a crise nuclear norte-coreana.

Tillerson é a favor da campanha de “pressão pacífica” através das sanções dos EUA e da ONU e da cooperação com a China para conter o regime da Coreia do Norte.

No entanto, seus esforços não estão dando resultados e a decadência é perceptível pela guerra verbal extraordinária entre o presidente estadunidense, Donald Trump, que ridiculizou o líder norte-coreano, Kim Jong-un, como “homem de míssil” quem, em sua vez, chamou Trump de “velho lunático”.

Fonte: Notícias ao Minuto.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
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Ataque em Las Vegas deixa pelo menos 20 mortos e mais de 100 feridos

Pelo menos 20 pessoas que assistiam a um show de música country foram mortas e cerca de 100 ficaram feridas em um ataque a tiros registrado na noite desse domingo (horário local, madrugada de segunda-feira em Brasília) em Las Vegas, nos Estados Unidos (EUA), informaram as autoridades locais.

O chefe da Polícia Metropolitana de Las Vegas, Joe Lombardo, informou, em entrevista, o número de vítimas. Ele informou que o suposto autor do tiroteio foi morto posteriormente pela polícia em um hotel próximo ao local do show.

Uma porta-voz do Universty Medical Center informou à imprensa local que no hospital foram internadas vítimas do ataque, que apresentavam ferimentos a bala. Outros feridos foram encaminhados ao Sunrise Hospital Medical Center. O tiroteio ocorreu durante o Route 91 Harvest Festival, um evento de música country nas imediações do Hotel Mandalay Casino.

A polícia mantém fechada uma ampla seção do Boulevard Las Vegas, que serve de via principal da cidade e é conhecido pela fila de hotéis e cassinos, bem como várias ruas adjacentes.

Por enquanto, as estradas e acessos à região foram fechados e também foram cancelados alguns voos para o aeroporto da cidade.

Fonte: RG 15 / O Impacto
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Tragédia- Criança de dois anos mata o pai enquanto brincava com arma

Um garoto, de 2 anos, matou acidentalmente o próprio pai enquanto brincava com um revólver calibre .38 na cidade de St. Louis, Estados Unidos. Segundo informações da imprensa local, no último sábado (23), enquanto Darrion Noble, 27 anos, dormia na cama, a criança brincava no chão. De algum modo, ele encontrou a arma guardada pelo pai e conseguiu puxar o gatilho.

A bala atingiu o pescoço de Darrion que morreu na hora. Segundo o jornal St. Louis Post, não havia outro adulto em casa, apenas outras três crianças, de 5, 10 e 13 anos. Ao perceberem o acidente, eles correram para os vizinhos, que chamaram a polícia.

A polícia foi até o local e constatou que foi uma morte acidental. A família disse que Darrion tinha a arma para proteger a família. De acordo com informações, a mãe do garoto está arrasada e não consegue falar sobre o ocorrido.

Além disso, a família disse que o garoto perguntou pelo pai. “Darrion normalmente o colocava para tomar banho na banheira. Dessa vez, ele pediu pelo pai”, contou uma prima ao jornal.

Fonte: DOL.
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A fome é jogada para debaixo do tapete na Coreia do Norte

A forte censura dos meios de comunicação no país faz com que a população que vive na capital ignore a escassez de alimentos que, segundo a ONU, afeta o país

Pyongyang — A Coreia do Norte enfrenta sua pior seca desde 2001. Ela traz fome e mortes em massa. Mas quem mora em Pyongyang desconhece essa realidade. Todos os norte-coreanos só podem acessar uma rede de intranet, um canal de televisão, um jornal diário, uma rádio e uma revista mensal, tudo editado pelos censores da dinastia Kim. Tais veículos nunca trouxeram uma informação sobre esse quadro, muito menos imagem.

Os 2,8 milhões de habitantes da capital têm acesso a telefone celular, mas só conseguem se comunicar com quem vive na metrópole e nos seus arredores. Não há sinal no interior. Para ir de uma cidade a outra, o cidadão precisa de uma licença especial, concedida em casos raros (todos de interesse do governo) e às pessoas mais fiéis ao regime. Há postos de vigilância em todas as estradas, com militares armados de metralhadora. Eles param todos os veículos e pedestres para conferir documentos.

Em meus 10 dias na Coreia do Norte, só me deixaram pisar em uma fazenda cooperativa-modelo, a cerca de 20km de Pyongyang, onde estava hospedado. Agentes do governo me apresentaram uma vila construída para os camponeses, onde todos moram em casas de dois quartos, com banheiro, geladeira, fogão e televisão. A energia vem de painéis solares.

Nessa comunidade, bebês e crianças frequentam uma creche limpa e bem equipada. Para as crianças maiores e os adolescentes há outras instituição de ensino. Tudo em meio a dezenas de estufas, onde são cultivadas frutas, verduras e legumes. Vi e provei algumas, entregues por sorridentes camponeses. Todos posaram para fotos, totalmente liberadas no local, algo raro em minha visita ao país. Encontrei uma dezena deles roçando uma área de plantio em frente à vila. Estavam todos com roupas novas e bem passadas — calças e camisas de mangas compridas —, calçados novos e bem lustrados. Havia duas mulheres. Ambas maquiadas e muito limpas. No mesmo momento, seis integrantes da cúpula do Partido Comunista norte-coreano, em três Volkswagen Polo brancos (também novos) faziam uma “inspeção” na fazenda, segundo o meu intérprete, escalado pelo governo para me acompanhar todos os dias, com um motorista e um guia.

Colheitas dizimadas

A notícia da seca e da fome partiu da Organização das Nações Unidas (ONU). Em julho, o organismo internacional divulgou um alerta sobre a escassez severa de alimentos, que deixou a Coreia do Norte dependente de importações de alimentos em caráter emergencial. Os mais vulneráveis à fome são as crianças e os idosos, por correrem um risco maior de desnutrição e morte. Quadro agravado pela redução drástica da ajuda humanitária nos últimos anos, em parte por causa das sanções impostas aos país em retaliação a seu programa armamentista.

Tudo começou entre abril e junho de 2017. A escassez de chuvas dizimou colheitas de primeira necessidade, como arroz, milho, batatas e soja, indispensáveis à sobrevivência de grande parte da população durante a entressafra, que vai de maio a setembro. Após meses de seca, as chuvas voltaram a cair em julho, tarde demais para garantir o plantio dos alimentos que precisariam ser colhidos entre outubro e novembro.
O braço da ONU para agricultura (FAO, na sigla em inglês) estima que as colheitas norte-coreanas iniciais de 2017 caíram mais de 30% em relação às do ano passado. A FAO afirma que o país vai precisar importar alimentos por ao menos três meses para garantir o suprimento adequado, o que já está sendo feito, por meio da China, mas sem qualquer informação oficial.
O quadro atual lembra a maior crise de escassez de alimentos da história recente do país, iniciada em 1996. Dois anos depois, o Programa Mundial de Alimentos da ONU montou sua maior operação, com o objetivo de ajudar um terço da população norte-coreana — ou 7,5 milhões de pessoas.

Na época, pesquisas identificaram crianças de 1 e 2 anos com desnutrição aguda e famílias que se alimentavam de galhos para sobreviver. Estima-se que entre 340 mil e 3,5 milhões de norte-coreanos morreram por conta de uma escassez alimentar de grandes proporções. Os números variam de acordo com as fontes. O mais baixo parte de órgãos da dinastia Kim, que credita a catástrofe ao embargo liderado pelos Estados Unidos.

Desertores fogem para o sul

A imprensa sul-coreana destaca novos casos de desertores que atravessam fronteira entre os dois países desde o início de 2017. A ameaça de fome generalizada seria um dos motivos, ao lado do endurecimento do regime ditatorial e da pressão dos Estados Unidos. Em média, um desertor norte-coreano se arrisca a enfrentar as minas terrestres e os guardas fortemente armados da zona desmilitarizada das duas Coreias. Tudo começou entre abril e junho de 2017. A escassez de chuvas dizimou colheitas de primeira necessidade, como arroz, milho, batatas e soja, indispensáveis à sobrevivência de grande parte da população durante a entressafra, que vai de maio a setembro. Após meses de seca, as chuvas voltaram a cair em julho, tarde demais para garantir o plantio dos alimentos que precisariam ser colhidos entre outubro e novembro.

O braço da ONU para agricultura (FAO, na sigla em inglês) estima que as colheitas norte-coreanas iniciais de 2017 caíram mais de 30% em relação às do ano passado. A FAO afirma que o país vai precisar importar alimentos por ao menos três meses para garantir o suprimento adequado, o que já está sendo feito, por meio da China, mas sem qualquer informação oficial.
O quadro atual lembra a maior crise de escassez de alimentos da história recente do país, iniciada em 1996. Dois anos depois, o Programa Mundial de Alimentos da ONU montou sua maior operação, com o objetivo de ajudar um terço da população norte-coreana — ou 7,5 milhões de pessoas.

Na época, pesquisas identificaram crianças de 1 e 2 anos com desnutrição aguda e famílias que se alimentavam de galhos para sobreviver. Estima-se que entre 340 mil e 3,5 milhões de norte-coreanos morreram por conta de uma escassez alimentar de grandes proporções. Os números variam de acordo com as fontes. O mais baixo parte de órgãos da dinastia Kim, que credita a catástrofe ao embargo liderado pelos Estados Unidos.

Desertores fogem para o sul

A imprensa sul-coreana destaca novos casos de desertores que atravessam fronteira entre os dois países desde o início de 2017. A ameaça de fome generalizada seria um dos motivos, ao lado do endurecimento do regime ditatorial e da pressão dos Estados Unidos. Em média, um desertor norte-coreano se arrisca a enfrentar as minas terrestres e os guardas fortemente armados da zona desmilitarizada das duas Coreias.

Os perigos são grandes e não há estatísticas disponíveis sobre o número de pessoas mortas na tentativa de fuga. Da mesma forma, desertores recorrem a pequenos barcos em ambas as costas, leste e oeste, da península, e viram a proa rumo às luzes brilhantes da Coreia do Sul. Também nesse caso, não há números sobre quantos são recapturados pelos guardas de fronteira norte-coreanos ou que morrem no mar. Em junho de 2017, no entanto, três soldados norte-coreanos da zona desmilitarizada se entregaram aos sul-coreanos, enquanto a Marinha da Coreia do Sul resgatou sete civis de barcos frágeis, após uma perigosa travessia em direção ao país inimigo do Norte. A mídia sul-coreana informou que um dos desertores não era um integrante da elite do regime.

Já em 1º de julho, um navio da guarda costeira sul-coreana interceptou um barco de pesca ao largo da costa leste da península. Ele transportava cinco pessoas, incluindo um graduado do Instituto Pyongyang de Ciência, da Coreia do Norte, seu filho, a namorada de seu filho e dois integrantes da família de seu irmão. O filho e a namorada também foram graduados na mesma universidade e, como são considerados da elite da sociedade norte-coreana, eram autorizados a morar em Pyongyang, a vitrine do regime.

Fonte: VEJA.
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Tumulto em estação de trem na Índia deixa mais de 20 mortos

Confusão foi gerada por um boato de desabamento em Mumbai

Um tumulto em uma estação de trem em Mumbai, na Índia, provocou a morte de mais de 20 pessoas nesta sexta-feira (29).  Até o momento, as autoridades confirmaram a morte de 22 passageiros, além de duas dezenas de feridos.

A confusão começou enquanto as pessoas tentavam se abrigar da chuva em uma passarela para pedestres que dá acesso à estação Elphinstone, que liga duas principais linhas da cidade.

Um boato de que a passarela estava cedendo gerou pânico na multidão. O caso evidencia ainda mais a crise no sistema de transportes da Índia, que sofre com falta de infraestrutura e instalações precárias. Acidentes em estações são comuns no país, habitado por 1,3 bilhão de pessoas.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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China- Faixa de pedestre em 3D é a nova aposta para diminuir acidentes

Uma iniciativa no trânsito tenta reduzir os acidentes envolvendo pedestres. Pinturas de faixa de pedestre em três dimensões pelo mundo tentam chamar atenção para a importância desta sinalização para a redução de atropelamentos. Países como China, Índia, Geórgia e mais recentemente a Islândia aderiram a ilusão de ótica. As informações são do G1.

Conforme informou a agência de notícias chinesa Xinhua, em Chengdu, pedestres perceberam que os veículos passam com menor velocidade nas faixas com pintura em 3D. A eficácia destas faixas, no entanto, ainda não foi comprovada por estudos.

Dados da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) dizem que um pedestre tem menos de 20% de probabilidade de morrer caso seja atropelado por um automóvel a menos de 50km/h. No entanto, este pedestre, se atropelado por um carro a 80 km/h, passa a ter aproximadamente 60% de probabilidade de não resistir.

A mesma organização ainda indicou que 22% das mortes do trânsito são envolvendo pedestres, o que ainda não é um dado que assegure que as faixas em 3D possam gerar mudanças definitivas nesse contexto, já que os motoristas podem se acostumar com a inovação e deixarem de reduzir a velocidade diante da sinalização.

Fonte: DOL, Com informações de China News.
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Por que a França procura desesperadamente um casal para cuidar de ilha deserta

Pode ser a sua chance de viver em uma ilha deserta. O governo francês está buscando um casal para tomar conta da pequena Quéménès, no litoral da região da Bretanha, após seus moradores atuais, escolhidos há dez anos, decidirem ir embora.

Diz o anúncio: “Procura-se: pessoa(s) para administrar ilha na Bretanha. Precisa ter mentalidade prática e resiliente. Casa inclusa. Isolamento garantido”.

Quéménès é uma ilhota de menos de 2 km de comprimento, formada por areia, rochas e grama, no arquipélago de Molène. Vivem ali focas, pássaros marinhos, coelhos e ovelhas – e agora, busca-se humanos dispostos a ter esses animais como vizinhos.

Ovelhas em Quéménès: Quéménès é uma pequena ilha habitada por ovelhas © BBC Quéménès é uma pequena ilha habitada por ovelhas

A ilha já foi uma propriedade privada e ocupada de forma permanente, mas seus últimos donos a deixaram há 25 anos. Exercendo sua prerrogativa de compra, a Agência de Proteção Costeira da França a adquiriu.

Àquela altura, poderia ter sido criado no local uma reserva natural, mas optou-se por não fazê-lo e saiu-se atrás de um casal para administrar a ilha e a fazenda existente ali.

Foi assim que, em 2007, David e Soizic Cuisnier conseguiram um emprego raro: viver em uma ilha deserta e mantê-la em bom estado. Mas após dez anos, a família, agora com dois filhos, Chloé e Jules, está se preparando para partir.

O motivo é um conflito com a agência francesa sobre o aluguel cobrado. De qualquer forma, eles dizem precisar se mudar para que as crianças vivam perto de uma escola.

Há 20 candidatos para substituí-los, e o prazo para inscrições acaba de se encerrar. Seus sucessores serão indicados nas próximas semanas e devem se mudar com a virada do ano. Se a experiência de seus atuais moradores serve de base, os novos habitantes devem se preparar para uma época incrível de suas vidas.

“Se tivéssemos ouvido os conselhos das pessoas há dez anos, nunca teríamos vindo”, diz David. “Morar aqui foi um ato de loucura, mas acabou sendo uma aventura maravilhosa. Transformamos a fazenda em um negócio de sucesso. Construímos uma família. Foi inesquecível.”

A principal condição para o contrato dos Cuisniers é que eles teriam de garantir seu próprio sustento.

Então, ao longo dos anos, eles diversificaram suas atividades. Cultivam batatas, que vendem pela internet. Tem um casa para aberta para visitantes por seis meses do ano. Criam ovelhas. Coletam algas marinhas comestíveis – ao deixar a ilha, eles pretendem abrir um negócio para cultivá-las.

De volta à natureza

O outro desafio foi usar apenas os recursos fornecidos pela ilha. Sua eletrecidade vem de turbinas eólicas e painéis solares. A água é obtida de um poço, alimentado pela água da chuva. Os banheiros têm privadas a seco.
Morador da ilha usa telefone: A vida na ilha não é uma solidão completa: há celulares e acesso à internet © BBC A vida na ilha não é uma solidão completa: há celulares e acesso à internet

“Mostramos que é possível ter uma vida normal, moderna, e consumir apenas o que a natureza fornece. Temos todos os aparelhos eletrônicos que precisamos, inclusive um buggy elétrico para andar pela ilha”, diz David Cuisnier.

O único problema é que a água pode ser consumida, mas não é considerada “potável” pelas regulamentações francesas, o que impede que seja usada em qualquer processo de produção de alimentos.

Por isso, o projeto do casal de criar uma pequena fábrica para fazer picles e outros alimentos a partir de alga marinha nunca engrenou.

Dez anos de aventuras

Uma noite passada com os Cuisniers é uma noite de histórias sobre a ilha e a vida da família ali. Cholé, de 7 anos, e Jules, de 5 anos, tiveram uma infância única.

Um dia, eles acharam quatro esqueletos na praia. O mar havia desfeito seus túmulos. A princípio, especialistas pensaram que eram ossos de soldados franceses. “Mas depois chegaram à conclusão que eram marinheiros comuns mortos em um naufrágio e levados pela maré até a costa”, diz David.
Cuisners coletam algas: Os Cuisniers tornaram-se especialistas no cultivo de algas marinhas © BBC Os Cuisniers tornaram-se especialistas no cultivo de algas marinhas

De fato, há vários naufrágios no fundo do mar na região do arquipélago – o mais famoso é do navio de passageiros britânico Drummond Castle, que foi a pique em 1896, matando 350 pessoas.

Há também a história do balão irlandês. Certa noite, caminhando com as crianças, Soizic Cuisnier achou um grande balão em um matagal com uma mensagem escrita por um casal de Dublin que havia acabado de perder um bebê.

O balão fez parte do seu processo de luto. A família escreveu para os irlandeses e mantem contato com eles até hoje.
Os Cuisniers: Família colecionou muitas histórias após viver por tanto tempo na ilha © BBC Família colecionou muitas histórias após viver por tanto tempo na ilha

Mas e quanto aos momentos difíceis e à solidão? “É óbvio que tivemos nossas crises”, diz David.

“Teve um ano em que todas as batatas foram comidas por coelhos. Por sorte, uma doença viral reduziu a população desses animais de 2 mil para os cerca de cem atuais.”

Ele conta que, certa vez, sua mulher cortou a ponta de um dos dedos, e eles se impressionaram com a velocidade com que o helicóptero chegou para socorrê-la. Em 20 minutos, ela estava se consultando com um médico, “o que é mais rápido que o atendimento que ela receberia no continente”.

E essa é a mensagem final dos Cuisniers: na ilha, você não está isolado do mundo. “Na verdade, temos telefone, internet, visitas constantes. Nunca nos sentimos sós.”
Ela é a estrela principal: Meadowlark, ou amarelo cotovia. Será que o amarelo canarinho é igual? Na paleta, ela parece um pouco apagada, mas a ideia é que ela acenda e chame a atenção.

Fonte: MSN.
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Detidos 2 árabes suspeitos de planejar atentado em Jerusalém

Durante a operação de busca, foram apreendidas pistolas e munições, que os terroristas planejavam usar no atentado

Autoridades israelenses detiveram dois árabes que, supostamente, planejavam realizar ataque terrorista no Monte do Templo em Jerusalém, informou o Serviço de Inteligência Interna de Israel, Shin Bet.

De acordo com o Shin Bet, em 17 de setembro foram detidos três árabes israelenses, suspostamente ligados ao grupo Daesh (organização terrorista proibida na Rússia), dois deles poderiam estar preparando um atentado em Jerusalém, igual ao de 14 de julho.

“Algum tempo depois do ataque terrorista no Monte do Templo em julho de 2017, dois habitantes da cidade de Umm al-Fahm estavam preparando um ataque semelhante no território do complexo”, informou um representante do serviço de inteligência interna de Israel Shin Bet.

Durante a operação de busca, foram apreendidas pistolas e munições, que os terroristas planejavam usar no atentado.

Em 14 de julho, dois policiais israelenses morreram e um terceiro ficou ferido depois de três homens armados abrirem fogo no Monte do Templo, local sagrado do islamismo e judaísmo. Três criminosos árabes israelenses foram eliminados enquanto tentavam fugir.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Ciclone Lee se forma no Atlântico nesta quarta-feira com força máxima

O novo furacão se encontra cerca de 780 quilômetros ao sudeste das ilhas Bermudas

O ciclone batizado de Lee se tornou nesta quarta-feira (27) o quinto de categoria máxima dessa temporada no Atlântico, com ventos máximos sustentados de 185 quilômetros por hora e rajadas muito fortes, informou o Centro Nacional de Furacões (NHC) dos Estados Unidos.

O novo furacão se encontra cerca de 780 quilômetros ao sudeste das ilhas Bermudas e a 2.845 quilômetros ao oeste dos Açores, em Portugal. Os meteorologistas apontaram que Lee deve seguir rumo ao norte na quinta-feira e em direção ao nordeste na sexta-feira, e preveem o seu enfraquecimento lento durante os próximos dois dias, segundo o último boletim do NHC.

Lee se soma aos outros furacões de categoria 5 na escala de intensidade Saffir-Simpson que se formaram nesta temporada no Atlântico: Harvey, José, Irma e Maria, que atingiram principalmente os estados do Texas e da Flórida, nos EUA, e regiões do Caribe, especialmente Cuba, Porto Rico, as Ilhas Virgens e Dominica.

O ciclone, que atualmente não representa uma ameaça a zonas povoadas, se desloca em direção ao noroeste com uma velocidade de 11 quilômetros por hora e deve continuar esse movimento hoje. Seus ventos com força de furacão se estendem a até 55 quilômetros do centro e os ventos de tempestade tropical se estendem a até 150 quilômetros, segundo o NHC.

Fonte: ORMNews.
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China bloqueia completamente o WhatsApp, diz jornal

O governo chinês bloqueou completamente nesta segunda-feira, 25, o acesso dos cidadãos locais ao aplicativo de mensagens WhatsApp. As informações são do jornal norte-americano The New York Times, citando relatórios da Symbolic Software, empresa francesa que monitora a censura digital na China.

Nos últimos meses, algumas funções do WhatsApp, como envio de fotos e mensagens de áudio, já vinham sendo bloqueadas pelo governo local. Agora, no entanto, até mensagens de texto não estão sendo enviadas. “O bloqueio agora é total”, disse Nadim Kobeissi, da Symbolic Software, em entrevista ao site norte-americano The Verge.

“Levou tempo para que o Grande Firewall Chinês [nome da barreira de segurança que impede que os chineses acessem sites como Google e Facebook] conseguisse barrar os protocolos usados pelo WhatsApp”, disse Kobeissi, que disse que os bloqueios começaram na última semana.

O Grande Firewall Chinês é uma medida adotada pelo governo chinês para evitar a divulgação de notícias sensíveis da esfera política, bem como dificultar a organização de movimentos políticos e sociais de protesto ao comando do país liderado pelo Partido Comunista Chinês.

Hoje, o WhatsApp não é exatamente popular na China – o app local WeChat tem a preferência dos usuários chineses –, mas é bastante usado pela população para se comunicar com estrangeiros. Outra diferença entre os dois aplicativos é que, enquanto o WhatsApp tem criptografia, o WeChat libera dados de seus usuários para o governo local.

O WhatsApp era um dos poucos aplicativos do Facebook que ainda funcionavam na China — a rede social foi banida do País em 2009. Hoje, o único app da empresa que ainda pode ser usado livremente no país asiático é o Colorful Balloons.

De acordo com os usuários chineses, o único jeito possível de usar o WhatsApp é usando serviços como VPN (rede privada virtual, na sigla em inglês). Eles permitem que as pessoas acessem uma conexão privada para ter um acesso aos servidores do serviço de mensagens que ficam no exterior.

Fonte: MSN.
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