Britânico morre estrangulado pela própria cobra de estimação

Segundo a investigação, a cobra de 2,4 metros demonstrava seu afeto ao se enrolar no pescoço do dono

(Foto Britânico morto por sua Piton de estimação) –  Tiny, a Píton de 2,4 metros de comprimento, asfixiou seu dono, Dan Brandon, amante de animais peçonhentos. Dan criava em seu quarto 12 tarântulas e mais 10 cobras (Reprodução/Facebook)

A polícia britânica acredita que um homem de 31 anos encontrado morto em sua casa em agosto foi assassinado por sua cobra de estimação, uma píton africana de 2,4 metros de comprimento.

Dan Brandon foi encontrado morto por sua mãe, Babs, em seu quarto na cidade de Church Crookham, na Inglaterra. A cobra, chamada Tiny, estava escondida embaixo de um móvel, fora de sua gaiola.

Após apurar o caso, Andrew Bradle, investigador da polícia local, concluiu que o réptil matou seu próprio dono após se enrolar em seu pescoço. Porém, segundo o policial, a intenção não era machucar Brandon, e sim demonstrar carinho.

“Não acredito que tenha sido uma agressão nem um confronto, mas sim, uma demonstração de afeto, um momento de paz”, explicou o investigador no Tribunal britânico, segundo o The Guardian.

A autópsia concluiu que o homem, de fato, morreu de estrangulamento, pois tinha uma hemorragia atrás dos olhos, vasos sanguíneos estourados e seus pulmões estavam inchados.

Além de Tiny, Brandon mantinha outras 9 cobras e 12 tarântulas em seu quarto. Segundo sua mãe, ele começou a colecionar os animais aos 15 anos.

Babs afirmou ao Tribunal que seu filho estava ciente da força de Tiny, por isso era mais cauteloso com ela do que com as outras cobras, mas que ainda assim a amava. “Ela era seu bebê. Ele o amava “, disse a mãe, que agora cuida das cobras do filho.
Notícias sobre CobraInglaterra

Por Da redação The Guardian
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Papa pede desculpas às vítimas de abusos sexuais

Papa Francisco. Foto: Reprodução/Internet – O papa Francisco apresentou nesta segunda-feira um pedido de desculpas às vítimas de abusos sexuais, após o escândalo provocado no Chile por seu apoio a um bispo polêmico por falta de “provas”, uma palavra que ele reconheceu ser “dolorosa”.

“O caso do (bispo) Barros foi estudado, foi reexaminado e não há provas. É isso que quis dizer. Não tenho provas para condená-lo e, se eu o condenasse sem provas ou sem certeza moral, cometeria um crime de juízo”, declarou Francisco, que acredita na inocência do bispo.

“No dia em que me apresentarem uma prova contra o bispo Barros, falarei com vocês. Não há uma única prova contra ele. É calúnia. Está claro?”, afirmou o pontífice na quinta-feira a jornalistas chilenos.

Em um país onde o catolicismo perdeu terreno, Francisco chocou ao defensor o monsenhor Juan Barros, bispo suspeito de ter mantido silêncio sobre os crimes de um antigo sacerdote pedófilo afastado do sacerdócio pelo Vaticano.

Um ponto essencial “é o que as vítimas de abuso sentem. E devo me desculpar, porque a palavra ‘prova’ feriu muitas vítimas. Mas tenho que procurar evidências. E peço desculpas”, reconheceu no avião de volta ao Vaticano.

“Vocês me dizem que há vítimas, mas eu não as vi, elas não me foram apresentadas”, argumentou no Chile, retomando a palavra “calúnia”.

Já no avião de volta, Francisco reconheceu que “há muitas pessoas que sofreram abusos que não podem fornecer provas”.

“Eu sei o quanto sofrem”, afirmou o sumo pontífice, que recebeu no Chile duas vítimas de abusos, com quem “orou e chorou”, de acordo com o Vaticano.

“O drama das vítimas de abusos é tremendo. Fiquei comovido ao ouvir, há dois meses, o relato de uma mulher que havia sido abusada há 40 anos. Casada, com três filhos, essa mulher não recebia a comunhão desde aquela época, porque na mão do padre via a mão do agressor. Ela não conseguia se aproximar. E era crente, era católica”, disse ele.

No sábado, o cardeal Sean Patrick O’Malley, que dirige uma comissão anti-pedofilia no Vaticano, ressaltou a sinceridade de Francisco, dizendo que defende a tolerância zero para a pedofilia na Igreja.
Por: AFP – Agence France-Presse
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Terremoto de magnitude 6.5 atinge o Golfo da Califórnia

Não há, até ao momento, registro de feridos

Um terremoto de magnitude 6.5 foi registrado na tarde desta sexta-feira (19) no Golfo da Califórnia, a cerca de 70 km a nordeste da cidade mexicana de Loreto. As informações são do Serviço Geológico dos EUA (USGS). O abalo aconteceu no mar por volta das 14h17 no horário local.

O presidente mexicano, Enrique Peña Nieto, já informou que não há registro de feridos e danos materiais até o momento.

O serviço meteorológico norte-americano descreve a área como sendo uma “das regiões sísmicas mais ativas do mundo”.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Coalizão dos EUA matou até 6,1 mil civis no Iraque e na Síria em 2017

Afirmação é do grupo britânico de análise e monitoramento AirWars (AMG)

De 3.900 a 6.100 civis da Síria e do Iraque morreram em 2017 devido a ataques da coalizão liderada pelos Estados Unidos, disse o grupo britânico de análise e monitoramento AirWars (AMG). “Devido aos ataques aéreos e de artilharia da coalizão, o número de mortes entre os não participantes em operações de combate aumentou em mais de 200% em 2017 em relação a 2016, e estava entre 3.923 e 6.102”, informou o site da AMG.

O grupo também relatou que o número de feridos cresceu 55%, bem como descobriu que o aumento do número de mortes entre civis devido a ataques da coalizão coincidiu com a diminuição da atividade militar russa na Síria.

O Comando Central dos EUA revelou, no final de dezembro, que pelo menos 817 civis foram mortos sem premeditação desde o início da operação na Síria e no Iraque e que outras 603 mortes estão sendo investigadas.

A coalizão com os EUA à frente está levando a cabo desde 2014 uma operação militar na Síria e no Iraque — sem o consentimento de seus governos — contra o grupo terrorista Estado Islâmico. O grupo britânico de análise e monitoramento AirWars é uma organização sem fins lucrativos que segue a atividade aérea de vários países no Iraque, Síria e Líbia. A entidade é financiada por doações voluntárias e por organizações de caridade. Com informações da Sputnik News Brasil.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Papa discutirá ambiente e prostituição infantil na Amazônia peruana

Danos ambientes, desmatamento, poluição dos rios e prostituição infantil marcam nesta sexta-feira a visita do papa Francisco à Amazônia peruana, onde terá um encontro com povos originários que buscam sua ajuda na solução de seus problemas.

No segundo dia de visita ao Peru, o pontífice argentino chegará a Puerto Maldonado, uma remota cidade de quase 100.000 habitantes, o último ponto urbano do Peru antes de adentrar a selva amazônica, perto das fronteiras com o Brasil e Bolívia.

“Pela primeira vez, nesse povoado, se juntam todas as comunidades nativas de praticamente toda a América do Sul. É muito difícil tê-los todos reunidos, então é algo histórico”, disse à AFP AFP José Trinidad, de 69 anos, sobre o encontro do Papa com 3.500 indígenas peruanos, brasileiros e bolivianos.

Francisco, um fervoroso defensor do pulmão verde do planeta, enfrentará reclamações das comunidades e de ambientalistas preocupados pela exploração selvagem dos recursos naturais, um dia depois de encerrar sua visita ao Chile tomada de controvérsia pelos abusos sexuais na Igreja e os conflitos indígenas.

Em Puerto Maldonado, o Papa representa uma esperança para as comunidades aborígenes de uma das zonas mais pobres do país, apesar de suas riquezas naturais.

A foz da região de Madre de Dios é a capital da mineração ilegal no Peru, que gera um bilhão de dólares por ano, mas não beneficia em nada os povos aborígenes nem à Receita, que deixa de arrecadar 350 milhões de dólares em impostos anuais, segundo cifras oficiais.

Por isso a comunidad Ese Eja Palma Real vai presentear Francisco com um arco e flecha para que ele os defenda e os ajude a recuperar terras ancestras despojadas pelos mineradores ilegais.

“No sul do Peru, a atividade mineradora é o fator mais crítico do desmatamento”, afirma Matt Finer, diretor do projeto Maap (controle dos Andes Amazônicos), formado por duas associações ecologistas, uma local e outra americana.

Graças aos satélites e os drones, Maap postou na internet em tempo quae real a destruição da Amazônia, que se acelerou em 2017 com um recorde de 20.000 hectares devastados, equivalentes a 28.500 campos de futebol.

Além disso, os mineiros utilizam mercúrio para amalgamar o ouro, o que contamina rios e mata os peixes.

A Amazônia, que cobre um terço do território peruana, é tão extensa e tão remota que não há presença do Estado, o que facilita os delitos.

– Jesuítas –

Em sua volta da Amazônia, durante a tarde desta sexta-feira, Francisco terá um encontro em Lima com sacerdotes jesuítas – sua congregação – e uma reunião com o presidente Pedro Pablo Kuczynski, que o recebeu na quinta à noite no aeroporto.

A visita papal permite a Kuczynski esquecer, temporariamente, as críticas por seu questionado envolvimento com a brasileira Odebrecth, que quase provocou seu impeachment, e pelo indulto ao ex-presidente Alberto Fujimori (1990-2000).

No sábado, o Papa visitará a cidade nortenha de Trujillo, que há um ano sofreu sete inundações causadas pelo fenômeno de El Niño Costeiro, que deixaram 162 mortos e quase 300.000 flagelados.

O Papa deve falar sobre os riscos das mudanças climáticas.

Francisco encerrará sua visita ao Peru no domingo com uma missa campal em uma base aérea de Lima, depois de um encontro com 5.000 sacerdotes e freiras na Catedral, onde, além disso, hornará as relíquias de quatro santos peruanos.

Fonte: DC.
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De desnutrição grave a problemas neurológicos, o chocante estado dos 13 filhos da família Turpin

Uma criança de 12 anos com o peso de uma de sete e uma mulher de 29 anos com chocantes 37 kg. Muitas vítimas com problemas cognitivos e neurológicos, resultado dos castigos.

Autoridades da Califórnia, nos Estados Unidos, detalharam nesta quinta-feira as acusações de maus-tratos cometidas pelos pais de 13 crianças, adolescentes e até adultos encontrados trancafiados no domingo na casa da família em Perris, a 95 km de Los Angeles.

David e Louise Turpin, de 56 e 49 anos, respectivamente, são acusados de tortura, abuso e prisão ilegal, segundo o procurador Mike Hestrin explicou a repórteres. O casal se declara, no entanto, inocente dos crimes.

De acordo com Hestrin, quando os policiais chegaram à casa, três crianças estavam acorrentadas a camas. As vítimas contaram que começaram a ser amarradas, anos atrás como punição – primeiramente com cordas mas, como conseguiam escapar, os pais passaram a usar correntes e cadeados para prendê-las.

O castigo durava semanas – e até meses. A única coisa que os filhos eram autorizados a fazer, quando estavam acorrentados no quarto, era escrever em um diário.

A polícia recolheu os registros e vai analisar o conteúdo em busca de mais evidências sobre o caso, que chocou o país.

O casal Turpin e seus filhos

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Os filhos dos Turpin, que têm idade entre dois e 29 anos, estão em tratamento hospitalar desde que foram libertados.

Segundo o procurador, todos os 13 irmãos foram encontrados severamente desnutridos. Por causa disso, os policiais pensaram que todos eram menores de idade, mas depois perceberam que alguns eram, na verdade, adultos.

Jornalistas e pedestres se reúnem em volta da casa da família Turpin, onde crianças foram encontradas enclausuradasDireito de imagemREUTERS

“Uma das vítimas, aos 12 anos, tem o peso de uma criança de sete anos. A vítima de 29 anos, do sexo feminino, pesa 37 kg. Muitas das vítimas apresentam deficit cognitivo e neuropatia, condição que afeta os nervos, devido ao extremos e prolongados maus-tratos físicos”, contou Hestrin aos jornalistas.

Supostamente educadas em casa, as vítimas também não têm conhecimentos básicos.

De acordo com o procurador, uma delas “não sabia o que era um policial”. E uma adolescente de 17 anos, quando perguntada sobre saber se havia medicamentos ou comprimidos na casa, respondeu não saber do que isso se tratava.

Ele contou ainda que todas as 13 vítimas, incluindo os acusados, costumavam se deitar entre 4h e 5h da manhã – dormiam o dia inteiro e passavam a noite em claro.

Plano de fuga
Segundo Hestrin, a adolescente que conseguiu escapar e denunciar os pais planejava a fuga com os irmãos havia dois anos.

Ela fugiu pela janela com um deles – que acabou ficando com medo e voltou para o cativeiro.

David e Louise Turpin agora são alvo de:

– 12 acusações de tortura

– 1 acusação contra David Turpin de ato obsceno contra uma criança

– 7 acusações de abuso contra adulto dependente

– 6 acusações de negligência/abuso de crianças

– 12 acusações de prisão ilegal

Se forem condenados por todas as acusações, cada um deles pode receber uma pena somada de até 94 anos de prisão.

Autoridades acreditam que o fato de os Turpin terem registrado uma escola privada para educar os filhos em casa ajudou a não levantar suspeitas sobre a forma como eles eram tratados.

Na Califórnia, a lei local exige que crianças com idade entre seis e 18 anos frequentem a escola no período diurno.

No entanto, pais e tutores podem tirar os filhos de escolas convencionais e educá-los em uma escola privada existente, um programa de estudos independente ou abrindo uma escola em casa. Para isso, basta apresentar uma declaração registrada – o que fez David Turpin.

Fonte: BBC.
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Tempestade mata quase 10 pessoas no norte da Europa

Mortes foram registradas na Alemanha, Holanda e Bélgica
Tempestade mata quase 10 pessoas no norte da Europa

Pelo menos oito pessoas morreram nesta quinta-feira (18) por causa da passagem da tempestade Friederike, com ventos de até 200 quilômetros por hora, pelo norte da Europa.

A Alemanha é o país mais atingido, com quatro vítimas, incluindo dois bombeiros que trabalhavam em operações de socorro. Três pessoas morreram no estado de Renânia do Norte-Vestfália, e uma faleceu em Turíngia.

Na Holanda, três indivíduos perderam a vida, todos eles atingidos por galhos ou árvores arrancados pelo vento. Além disso, o mau tempo interrompeu as operações no Aeroporto Schiphol, em Amsterdã, e os serviços ferroviários por todo o país.

Já na Bélgica, uma mulher morreu esmagada pela queda de uma árvore sobre seu carro. Na Inglaterra, a tempestade deixou 50 mil casas sem energia elétrica, mas não provocou vítimas. Com informações da ANSA.

Vídeo acima mostra a força dos ventos que atingiram a Holanda.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Acusada de matar marido, brasileira corre risco de morte nos EUA

Cláudia Cristina é acusada de assassinar o marido, um militar da Força Aérea dos Estados Unidos

Primeira brasileira nata a ser extraditada pelo País, a contadora carioca naturalizada norte-americana Cláudia Cristina Sobral, de 53 anos, acusada de assassinar o marido, um militar da Força Aérea dos Estados Unidos, há dez anos, em Newton Falls, no Estado de Ohio, irá questionar a medida na Corte Interamericana de Direitos Humanos. Ela desembarcou nos EUA na quarta-feira, 17, em cumprimento a uma decisão inédita do Supremo Tribunal Federal (STF).

A defesa de Cláudia alega que o artigo 12 da Constituição Brasileira diz que a perda da nacionalidade não se aplica quando a naturalização se deu para o exercício de um direito civil – no caso de Cláudia, a possibilidade de trabalhar como contadora nos EUA. Sustenta também que o julgamento do caso deveria ser sido feito pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), e não pelo STF, o que tornaria nula a decisão.

O advogado Adilson Macabu afirma que o Brasil está sendo “subserviente” aos EUA, que vem pressionando o País desde a gestão Dilma Rousseff pela extradição. Cláudia, que nega o crime, foi levada para Ohio num avião fretado pelo país. “O Brasil está de cócoras, para usar uma expressão citada na época do processo de extradição do (ativista italiano Cesare) Battisti. Eu tenho quase certeza de que ela pode aparecer morta lá”, disse Macabu nesta quinta-feira, 18.

Alegando violação da Constituição Brasileira, ele irá à Corte Interamericana de Direitos Humanos, órgão autônomo que define se um Estado-membro violou um direito protegido pela Convenção Americana de Direitos Humanos, depois que o STF apreciar seu recurso, em fevereiro, na volta do recesso da Corte.

“Foi uma decisão que vai contra a soberania nacional, uma aberração jurídica, uma piada. Cláudia é brasileira nata, tem mãe e pai brasileiros. Ela se naturalizou, não se nacionalizou. Não é uma criminosa, é mais limpa do que ex-presidentes da República”, defendeu Macabu, desembargador aposentado que é ex-ministro do STJ.

O caso

Segundo o advogado, o casamento entre Cláudia e Hoerig, em 2005, se deu de forma muito rápida, e era tumultuado. Ele mostrou-se extremamente ciumento, contou Macabu, e batia nela. Depois, ajoelhava-se pedindo desculpas. Cláudia teria sofrido três abortos por causa das agressões – ela queria ser mãe; ele, que já tinha dois filhos de união anterior, não, conforme esta versão. “A relação se deteriorou a tal ponto que é possível que Cláudia tenha atirado nele. Mas ela deve ser julgada no Brasil, pelas leis brasileiras, e não ser extraditada pelos EUA sem sequer ter sido ouvida”.

Cláudia é hoje casada com um brasileiro e morava e trabalhava como contadora em Brasília até ser presa, em abril de 2016. Ela se naturalizou norte-americana em 1999, quando chegou para morar nos EUA, o que a fez perder a nacionalidade brasileira. Desde o ano passado, requer a retomada da condição ao Brasil, que lhe foi retirada por parecer do então ministro da Justiça José Eduardo Cardoso em 2013.

Em 2017 o ministério indeferiu o pedido da contadora de revisão da questão, alegando que foi ela quem optou pela nova nacionalidade. A decisão da Primeira Turma do STF se dera cinco meses antes. O advogado acredita que ela não terá um julgamento justo nos EUA e sugere que o fato de Hoerig ser tratado em seu País como um herói de guerra – na Força Aérea, serviu no Iraque e no Afeganistão – pesará.

O STF não era o órgão competente para deliberar sobre a extradição, por se tratar de um mandado de segurança contra uma decisão de um ministro de Estado, aponta Macabu. “A extradição está em consonância com as declarações que o presidente (dos EUA Donald) Trump deu recentemente sobre ‘países de merda’. O Brasil, o maior país da América Latina, está sendo tratado como um deles”, criticou.

O ex-piloto Karl Douglas Hoerig foi encontrado morto a tiros no dia 12 de março de 2007, aos 43 anos, na casa em que morava com a mulher, na localidade de Newton Falls. Cláudia teria comprado arma igual à do crime dois dias antes, e foi vista treinando tiro por testemunhas. O casal se conheceu pela internet. Ela já morava nos EUA, separada do primeiro marido, um médico norte-americano. Após o crime, Cláudia veio para o Brasil, usando seu passaporte brasileiro, tornando-se a principal suspeita. Nos EUA, passou a ser considerada foragida.

“Trata-se de caso inédito, uma vez que o Brasil não extradita nacionais. Por isso, o caso durou alguns anos e foi bastante debatido, pois primeiro foi necessária a comprovação efetiva da perda da nacionalidade, para somente depois autorizar-se a extradição”, explicou na quarta-feira o secretário nacional de Justiça, Rogério Galloro.

O estado de Ohio pratica a prisão perpétua e a pena de morte. Os EUA se comprometeram a julgá-la sem essas previsões – caso seja considerada culpada, Cláudia só poderá ser condenada a até 30 anos de reclusão, como dita a legislação brasileira. Com informações do Estadão Conteúdo.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Estudante fere professora e 4 colegas com machado na Rússia

O crime teria sido praticado por um aluno do 9º ano, em uma sala do 7º ano, em Sosnovy Bor

Um estudante do 9º ano atacou uma professora e quatro colegas, com uma faca e um machado, em uma escola de Sosnovy Bor, na Sibéria, Rússia, nesta sexta-feira (19). Conforme o Departamento de Polícia de Buryatia, o aluno ateou fogo em si próprio, após o atentado. O adolescente está hospitalizado.

Informações publicadas pelo The Moscow Times, são de que a professora tem 41 anos e três dos alunos atacados são do 7º ano. A polícia investiga a participação de outros estudantes no atentado, já que testemunhas informaram que três estudantes teriam jogado coquetéis molotov na sala, e depois ferido os colegas que tentavam escapadar.

Os feridos foram socorridos e não há detalhes sobre os estados de saúde deles. As aulas foram canceladas e a escola está fechada.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Francisco desce do papamóvel para socorrer policial

Episódio ocorreu na passagem da comitiva de Jorge Bergoglio em Iquique, no norte do Chile

O papa Francisco desceu do papamóvel para socorrer uma policial que havia caído de seu cavalo durante a passagem da comitiva de Jorge Bergoglio em Iquique, no norte do Chile, nesta quinta-feira (18).

A agente caiu do lado do veículo do líder católico, que pediu para o motorista parar e desceu para ajudar a mulher. Uma ambulância se aproximou para socorrer a policial, e o Papa retomou seu percurso. Com informações da ANSA.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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