O curioso uso que pescadores do Quênia fazem da camisinha

Em um país onde muitas pessoas têm vergonha de serem vistas em público comprando preservativos, pescadores estão quebrando esse tabu para ajudar a salvar vidas em alto mar.

camisinha4                                       O curioso uso que pescadores do Quênia fazem da camisinha (Foto: Reprodução/BBC)

Camisinhas são usadas para prevenir gravidez e doenças sexualmente transmissíveis.

Mas, no Quênia, elas são empregadas de um jeito diferente: pescadores as estão usando quando saem para o mar.
Camisinhas são à prova d’água, então, servem para proteger celulares durante a pescaria.

“Pego uma camisinha e coloco meu celular dentro dela e, depois, dou um nó para que a água não entre”, diz o pescador Kibwana Ali.

Isso permite que pescadores façam uma chamada se estiverem em perigo e se comuniquem com os clientes em terra.

Camisinhas ainda são um tabu no Quênia. Muitas pessoas têm vergonha de serem vistas em público comprando preservativos.

Mas os pescadores dizem que usar camisinhas desta forma ajuda a salvar vidas no mar, como em casos de pedidos de socorro.

Há três meses, o pescador Matano Jaffar perdeu amigos depois que seu barco virou.

“Estávamos pescando em alto mar no Oceano Índico. Eram 23h, e as ondas estavam fortes. Isso fez nosso barco virar. Estávamos em seis, e quatro morreram. Eu e meu colega conseguimos nadar até a praia.”
Fonte: G1

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP – JORNAL FOLHA DO PROGRESSO no (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) Site: WWW.folhadoprogresso.com.br E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Câmeras escondidas em banheiros para pornô ilegal viram preocupação nacional

(Foto: Reprodução) – A capital da Coreia do Sul, a cidade de Seul, passou a checar diariamente se os banheiros públicos espalhados pela metrópole têm câmeras escondidas.

Equipamentos de filmagem colocados de forma ilegal nesses espaços se tornaram um sério problema no país. Isso porque as imagens gravadas, normalmente registros de mulheres, depois são espalhadas em sites pornôs. Apenas no ano passado, um relatório apontou 6 mil casos de pessoas gravadas sem autorização.

Os vídeos normalmente são divulgados sem o conhecimento da vítima. Embora a distribuição de pornografia seja proibida na Coreia, as imagens feitas por câmeras escondidas são facilmente encontradas na internet.

Nos últimos meses, dezenas de milhares de mulheres têm protestado contra as gravações ilegais. Elas criticam ainda a forma como a Justiça da Coreia do Sul vem tratando os casos e a legislação que pune esses crimes, que consideram muito branda.

Em um dos atos, as manifestantes carregavam cartazes com dizeres como “Minha vida não é um filme pornô”.

Ativistas dizem que, em Seul, as mulheres vivem com um medo constante de serem gravadas em ambientes públicos e privados sem autorização. Estima-se que elas sejam 80% das vítimas desse tipo de crime.

Os banheiros públicos de Seul passavam por vistorias em busca de câmeras escondidas apenas uma vez por mês, segundo a agência de notícias Yonhap. Em dois anos, os 50 funcionários encarregados de procurar os equipamentos nunca acharam nenhum, ainda de acordo com a agência.

Agora, porém, a checagem passará a ser diária.

Recentemente, policiais confessaram à BBC ser muito difícil capturar os autores do crime, especialmente porque as câmeras deixadas nos locais são facilmente desconectadas pela internet. Muitas vezes, os vídeos são publicados por meio de servidores estrangeiros.

Assim, dizem, o rastreamento fica praticamente impossível.

No último ano, cerca de 5,4 mil pessoas foram detidas na Coreia por instalar câmeras escondidas com objetivo de divulgar as imagens em sites pornôs. Porém, menos de 2% deles permaneceram presos.

A lei coreana prevê pena de até cinco anos de detenção ou multa de até 10 milhões de wons (equivalente a quase R$ 35 mil) para esse tipo de crime.

(BBC Brasil)
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP – JORNAL FOLHA DO PROGRESSO no (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) Site: WWW.folhadoprogresso.com.br   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Trump flexibiliza tarifa de cota de aço e beneficia Brasil, Argentina e Coreia do Sul

Presidente dos EUA, Donald Trump (Foto: Carlos Barria / Reuters)
Decisão foi tomada após pressão da indústria americana e relatório do Departamento de Comércio.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou, na noite desta quarta-feira (29), que vai aliviar as cotas de importação de aço e alumínio que excedam as cotas livres do pagamento das sobretaxas impostas pelo governo em março. A decisão de flexibilizar a tarifa, publicada no portal da Casa Branca, beneficia Brasil, Argentina e Coreia do Sul.

Com isso, as empresas americanas que comprarem aço do Brasil não vão precisar pagar 25% a mais sobre o preço original, caso comprovem falta de matéria-prima no mercado interno.

Trump flexibilizou a importação de aço e alumínio após ser pressionado pela indústria americana. Um relatório foi apresentado ao presidente pelo Departamento de Comércio informando que as empresas do país estavam sofrendo com a falta de matéria-prima.

“As empresas podem solicitar exclusões de produtos com base na quantidade insuficiente ou na qualidade disponível dos produtores de aço ou alumínio dos EUA. Nesses casos, uma exclusão da cota pode ser concedida e nenhuma tarifa seria devida”, diz o comunicado da Casa Branca.

A sobretaxa do aço foi um dos primeiros capítulos da guerra comercial de Trump. Visando a atingir sobretudo a China, o governo americano impôs uma regra geral e, aos poucos, renegocia com cada país.

As sobretaxas às importações de Europa, Canadá e México entraram em vigor no dia 1.º de junho. Em maio, o secretário de Comércio americano, Wilbur Ross, informou ter negociado com alguns países a liberação das tarifas dentro de cotas específicas.

A indústria brasileira classificou a sobretaxa à importação de aço e alumínio, na ocasião, como medida de ‘injustificada e ilegal’ e com potencial de provocar “dano significativo” para as siderúrgicas instaladas no Brasil, uma vez que o Brasil é o segundo maior fornecedor de ferro e aço dos Estados Unidos.

Por G1

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP – JORNAL FOLHA DO PROGRESSO no (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

(Foto: Ilustração: Juliana Souza / G1)
(Foto: Ilustração: Juliana Souza / G1)

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) Site: WWW.folhadoprogresso.com.br   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




‘Ensinem seus filhos a amar’: o apelo da mãe do menino de 9 anos que se matou após bullying por homofobia

Jamel havia contado há pouco tempo para sua mãe que era gay (Foto: Arquivo Pessoal) – Jamel Myles havia contado para a mãe que era gay há pouco tempo e disse que não se importaria de compartilhar com outras pessoas por ter orgulho disso. Quatro dia depois de começar a quarta série, ele foi encontrado morto em casa.
BBC

Leia Também:Menino de 9 anos comete suicídio após revelar a colegas de escola que era gay
“Você quer saber como é estar morto enquanto ainda está vivo? Perca um filho. É doloroso. Seu coração se parte a cada segundo, e você não sabe o que fazer. A vida deixa de ser justa.”

Leia Pierce descreve assim seu sentimento ao lidar com o suicídio de seu filho, Jamel Myles, de 9 anos. O menino se matou após sofrer, durante quatro dias, bullying por homofobia em sua escola em Denver, nos Estados Unidos, segundo sua mãe.gay

“Estou acabada. Se não fosse por minha filha, não sei o que faria”, disse ela à BBC.

Pouco tempo antes, Jamel havia contado para Leia que era gay. O menino disse que não se importaria de compartilhar isso com outras pessoas, porque tinha “orgulho” de ser gay.

“Tenho certeza de que ele contou isso para alguém (na escola) que achou que aquilo não era certo e decidiu perseguir ele. Já vi crianças perseguirem as outras por muito menos”, diz Leia.

    “Tenho certeza que ele contou para alguém, e isso se espalhou.”

Em reação ao caso, a Denver Public Schools (DPS), órgão responsável pelas 207 escolas públicas da cidade e do Condado de Denver, disse que conselheiros para situações de crise estão disponíveis para os estudantes.

Também que enviou cartas para as famílias da Escola Primária Joe Shoemaker, onde Jamel estudava, informando sobre esses serviços.

O documento dizia que a morte do menino “foi uma perda inesperada para a comunidade da escola” e alerta pais sobre sinais de que as crianças estão passando por situações de estresse.

   “A escola me disse que vai trabalhar pela prevenção de suicídios, mas não podemos fazer isso e nos esquecer de combater o bullying. Tenho certeza que a escola sabia que ele sofria bullying”, diz Leia.

Um porta-voz do DPS, Will Jones, disse à BBC que o distrito está “profundamente comprometido a garantir que todos os membros da comunidade escolar sejam tratados com dignidade e respeito, independentemente de sua orientação sexual, identidade de gênero e status transgênero”.

Seu comunicado acrescenta que os responsáveis pelo sistema escolar estão tomando as medidas para “garantir que estudantes LGBTQ+ consigam estudar com dignidade”.

As políticas e práticas, disse Jones, incluem programas antibullying e “materiais de orientação que respeitam totalmente identidades de gênero (inclusive pelo uso de pronomes e banheiros de preferência)”.
‘As crianças estavam falando para ele se matar’

Leia diz sentir-se responsável pela morte de Jamel justamente por não ter notado que seu filho sofria bullying.

“Como sua mãe, eu deveria ter percebido sua dor, que ele estava sofrendo, e não fiz isso. Eu me sinto responsável por não ter visto a dor nos olhos do meu bebê.”

Jamel foi encontrado morto em sua casa na quinta-feira. Ele havia começado a quarta série há quatro dias.

“Meu filho e minha filha mais velha eram muito próximos. Meu filho voltou da escola e contou para ela que as crianças estavam falando para ele se matar”, diz Leia.

“Ele não me procurou, e isso me machuca. Porque eu teria entendido, eu o teria defendido. Fico triste que ele tenha pensado que essa era a opção disponível.”

Leia conta que Jamel era um menino “mágico”. “Ele entrava em um lugar e fazia qualquer pessoa se sentir amada e especial. Ele tinha esse jeito especial. Se você estivesse mal, ele faria de tudo para que você ficasse bem. Ele ia se tornar algo grandioso.”
‘Não tem problema ser diferente’

Leia diz que gostaria de passar uma mensagem para outras crianças que, como Jamel, se identificam como gays.

“Diria que elas são lindas e especiais e não há nada nelas de diferente que deva fazê-las se sentirem menos amadas. Sejam gays ou não, elas deveriam sentir que, aonde forem, serão tratadas de forma igual a qualquer outra criança.”

A mãe de Jamel ainda gostaria de dizer algo para os pais de outras crianças.

“Ensinem seus filhos a amarem. Que é tudo bem ser diferente, porque somos todos diferentes. Ninguém é igual, e se fossemos iguais esse mundo seria muito chato. Nossas diferenças nos tornam iguais. Ensinem compaixão aos seus filhos. Ensinem respeito. Ensinem a aceitarem mais uns aos outros”, diz Leia.

“Ensinem que, se você não gosta de algo ou alguém, que está tudo bem ficar quieto e se afastar, que não é necessário dizer sempre coisas ruins, que é bom chegar para alguém e dizer ‘Ei, você é especial, você é lindo’, porque todo mundo tem dor dentro de si e todo mundo precisa de palavras de apoio.”

Leia diz que não quer que ninguém passe pela mesma dor que ela enfrenta neste momento.

“Meu filho disse que queria mudar o mundo e dar amor às pessoas. Ele não pode mais fazer isso agora, mas eu posso passar as palavras dele à frente, porque todo mundo precisa ouvir isso. Uma alma tão gentil deixou esse mundo por algo tão cruel, e quero que meu filho saiba que ele mudou o mundo para melhor por ser quem era.”
Por BBC

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP – JORNAL FOLHA DO PROGRESSO no (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) Site: WWW.folhadoprogresso.com.br   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Menino de 9 anos comete suicídio após revelar a colegas de escola que era gay

Jamel Myles foi encontrado morto na última quinta-feira na casa da família Foto: REPRODUÇÃO/CTVNews – DENVER — A americana Leia Pierce está tentando transformar o luto pela morte do filho num alerta contra o bullying e a homofobia nas escolas. Jamel Myles, de 9 anos, cometeu suicídio na última quinta-feira. Para a mãe, a atitude desesperada foi resultado de abusos e intimidações de colegas da Escola Fundamental Joe Shoemaker, em Denver, após Jamel se declarar gay.

Em entrevista ao jornal “Denver Post”, Leia contou que James contou a ela que era gay durante as férias de verão.

— Ele parecia tão assustado quando me contou. Ele disse: “mamãe, eu sou gay”. Eu pensei que ele estava brincando, então olhei para trás, porque estava dirigindo, e ele estava tão assustado. E eu disse: “e eu continuo amando você” — contou Leia, acrescentando que o filho queria muito contar para seus colegas da escola. — Ele foi para a escola e disse que iria contar para as pessoas que era gay porque estava muito orgulhoso.

As aulas começaram na segunda-feira, quatro dias depois Jamel foi encontrado morto na casa onde vivia.

— Quatro dias foi tudo o que durou na escola. Eu nem consigo imaginar o que disseram para ele — lamentou Leia. — Meu filho contou para a minha filha mais velha que as crianças da escola disseram a ele para se matar. É tão triste que ele não tenha me procurado.

O Distrito Escolar do Condado de Denver instalou uma comissão de conselheiros para os estudantes da escola de Jamel. Cartas foram enviadas aos pais na sexta-feira, lamentando a morte de Jamel, “uma perda inesperada para a nossa comunidade escolar”, e aconselhando as famílias a ficarem atentas a sinais de estresse nas crianças.

“Nosso objetivo é ajudar vocês a contarem a notícia aos seus filhos da forma mais apropriada possível, com todo o apoio necessário. Então, sintam-se a vontade para nos procurar para saberem como lidar com a situação”, dizia a carta.

Em entrevista à BBC, Will Jones, porta-voz do distrito, afirmou que os professores da Joe Shoemaker “estão criando um espaço para os estudantes compartilharem como estão se sentindo e processarem suas emoções”. Professores da quarta e da quinta série se reunião com as famílias individualmente:

— Nossa prioridade é cobrir todas as questões envolvidas neste caso, para manter todos os estudantes seguros e revisar de forma justa e completa os fatos envolvidos nesta trágica perda.

Apesar da dor, Leia tenta alertar as famílias sobre as consequências do bullying e cobra responsabilização dos pais.

— Nós devemos ter responsabilidade pelo bullying. As crianças sabem que é errado. As crianças não gostariam de ser tratadas dessa forma — afirmou Leia. Eu acho que os pais devem ser punidos porque, obviamente, eles estão ensinando as crianças a agirem assim ou estão as tratando dessa forma.

Acesse o Centro de Valorização da Vida (CVV) para buscar apoio emocional em www.cvv.org.br.

Por:EXTRA
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP – JORNAL FOLHA DO PROGRESSO no (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) Site: WWW.folhadoprogresso.com.br   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Para se vingar do ex, mulher deixa cachorro dele sem comer um mês

Foto:  Reprodução/Facebook(Justice for Champ ) – Durante esse tempo, o cão permaneceu amarrado do lado de fora da casa em que Elizabeth morava com o ex.
Elizabeth Lena James queria se vingar do ex-namorado, que havia dado um fim à relação com ela. Como ficou com o cachorro dele, a mulher de 30 anos voltou a sua fúria ao animal.
Ela deixou Champ sem comer por um mês! Durante esse tempo, o cão permaneceu amarrado do lado de fora da casa em que Elizabeth morava com o ex na Carolina do Sul (EUA).

Champ, de 1 ano e 4 meses, estava sem forças até para se levantar quando foi resgatado por voluntários da Rescue Dogs Rock NYC na semana passada.
Sob cuidados de veterinários, o cão, que tem traços de mastiff, está se recuperando bem. Já se mantém de pé e dá alguns passos. A alimentação progride a cada dia.
Elizabeth foi presa e indiciada por crueldade contra animal.
No Facebook, foi criada uma página que pede justiça para Champ.
`Por: Agência O Globo
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP – JORNAL FOLHA DO PROGRESSO no (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

O estado deplorável de Champ ao ser resgatado
O estado deplorável de Champ ao ser resgatado

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) Site: WWW.folhadoprogresso.com.br   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Cidade mexicana autoriza população a fazer sexo na rua

Fazer sexo nas ruas deixou de ser uma atrevida fantasia na cidade mexicana de Guadalajara, porque a nova lei permite fazê-lo desde que ninguém o denuncie.

Com a mudança, manter relações sexuais ou atos de exibicionismo sexual na via pública ou lugares públicos, terrenos baldios, centros de entretenimento, interiores de veículos ou em lugares privados com vista ao público só será violação desde que [a denúncia] seja feita por meio de uma petição cidadã”, diz o novo Regulamento de Polícia de Guadalajara, citado pela mídia local.

Segundo analistas, a lei procura solucionar os problemas de extorsão de casais por parte dos policiais. Segundo Antonio Gutiérrez Montaño, porta-voz da Arquidiocese de Guadalajara, a intenção é boa, mas enquanto se resolve um problema, são criados outros.

Ainda de acordo com Antonio, que é padre, a lei pode fomentar a prostituição e os abusos, inclusive abusos contra crianças. Outro problema é que se alguém presenciar isso, mas não quiser ter problemas, ficará calado, acrescentou Gutiérrez Montaño. Além disso, opina, “as crianças e adolescentes podem testemunhar este tipo de situações e ver isso como algo normal”.

No entanto, o chefe do Departamento de Psicologia Aplicada da Universidade de Guadalajara, Dr. Baudelio Lara García, ressaltou que “não se trata de um convite de ter relações sexuais públicas”.

“Não é muito frequente encontrar na rua pessoas fazendo sexo. Trata-se de situações quando, por exemplo, nos parques os namorados se acariciam”, explicou o psicólogo.

Segundo Lara García, apesar de a sociedade de Guadalajara se considerar conservadora, não recusa nem discorda da lei. Para o especialista, as alterações visam “formar uma nova forma de relações entre os cidadãos porque as questões do feminismo, respeito e igualdade estão permeando a sociedade, bem como fazer civilizado um tema que historicamente tem sido tratado como um tabu e que em muitos casos dava espaço para outro tipo de abusos por parte das autoridades”.

O psicólogo qualificou a lei como justa e recordou que “qualquer cidadão pode apresentar uma queixa se considera que os limites foram ultrapassados”‘.

E você, o acha da nova lei?

(Com informações do Sputiknik News)

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP – JORNAL FOLHA DO PROGRESSO no (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) Site: WWW.folhadoprogresso.com.br   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Venezuela tem nova moeda com cinco zeros a menos, o bolívar soberano

Venezuela tem nova moeda com cinco zeros a menos, o bolívar soberano (Foto:Reprodução Jornal Nacional) -Bolívar será atrelado a criptomoeda. FMI tinha previsto hiperinflação de até 1.000.000% em 2018, considerada a maior do mundo. Com a nova política, pode ser ainda maior.

A fuga em massa de venezuelanos está associada diretamente ao agravamento da crise econômica do país. Nesta segunda-feira (20), o governo da Venezuela adotou uma moeda nova, pra tentar conter a maior inflação do mundo.

As notas da nova moeda, o bolívar soberano, começaram a circular nesta segunda, com cinco zeros a menos. Uma cartilha ajudava a entender a mudança.

O novo bolívar será atrelado a uma moeda virtual chamada petro, criada pelo próprio governo de Nicolás Maduro e que varia de acordo com os preços do petróleo. O governo decretou feriado para os bancos se adaptarem às mudanças.

No fim de semana, a primeira reação dos venezuelanos ao plano econômico anunciado pelo presidente Nicolás Maduro foi correr para comprar comida e tentar sacar dinheiro nos caixas eletrônicos, que na noite de domingo (19) não funcionaram.

O movimento também foi grande nos postos. Entre as medidas do novo plano, está a elevação do preço da gasolina na bomba.

Uma venezuelana já tem uma opinião sobre as mudanças: “Um verdadeiro caos”.

Em setembro entra em vigor o aumento de 3.500% do salário mínimo. O governo diz que vai ajudar pequenos e médios empresários a arcar com a diferença salarial nos três primeiros meses.

O FMI já tinha previsto que a hiperinflação na Venezuela chegaria a 1.000.000% em 2018, a maior do mundo. Alguns economistas dos Estados Unidos afirmam que as mudanças não vão resolver a crise no país. Mark Weisbrot, diretor do Centro de Pesquisas Econômicas de Washington, diz que é preciso um conjunto de medidas para restabelecer a confiança na moeda venezuelana.

Por:Jornal Nacional
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP – JORNAL FOLHA DO PROGRESSO no (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) Site: WWW.folhadoprogresso.com.br   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Vaticano diz sentir ‘vergonha e tristeza’ por casos de abusos sexuais na Pensilvânia

O arcebispo de Washington, Donald Wuerl, foi acusado de ajudar a ocultar abusos (Foto: Win McNamee/Getty Images North America/AFP)

Mais de 300 padres e líderes religiosos são acusados de cometer crimes e encobrir atos há mais de 70 anos em estado dos EUA. Em comunicado, Santa Sé diz que ‘vítimas devem saber que Papa está ao lado delas’.
Vaticano expressa vergonha e tristeza sobre denúncias de assédio contra crianças nos EUA

O Vaticano afirmou que “vergonha e tristeza” são as únicas duas palavras que podem expressar os sentimentos provocados pelos crimes de abusos sexuais cometidos por padres na Pensilvânia, nos EUA.

Um comunicado, divulgado nesta quinta-feira (16), foi a primeira manifestação da Santa Sé sobre o assunto, revelado em um relatório do grande júri formado para analisar denúncias sobre abuso sexual na Igreja Católica no estado.

Mais de 300 líderes religiosos são acusados de cometer crimes sexuais ou de realizar esforços para encobrir esses atos por mais de 70 anos.

No comunicado desta quinta, o Vaticano diz ainda que “as vítimas devem saber que o Papa está ao lado delas. Aqueles que sofreram são sua prioridade, e a Igreja quer ouvi-los para erradicar este trágico horror que destrói as vidas dos inocentes”.

“Os abusos descritos no relatório são criminosos e moralmente repreensíveis. Esses atos foram traições de confiança que roubaram dos sobreviventes sua dignidade e sua fé. A Igreja deve aprender duras lições de seu passado, e deve haver responsabilidade tanto para os abusadores quanto para aqueles que permitiram que os abusos ocorressem”, diz outro trecho do documento.

O Procurador Geral do Estado, Josh Shapiro, disse que mais de mil crianças vítimas foram identificadas no relatório, mas o júri acredita que há mais.

A investigação é a mais abrangente sobre abuso sexual da Igreja Católica nos Estados Unidos. A investigação de 18 meses cobriu as oito dioceses do estado – Harrisburg, Pittsburgh, Allentown, Scranton, Erie e Greensburg – e segue outros relatórios do júri do estado que revelaram abusos e em duas outras dioceses.

Como informa a rede CNN, o longo relatório investiga abusos sexuais de clérigos em seis dioceses desde 1947. As outras duas dioceses da Pensilvânia, Filadélfia e Altoona-Johnstown, foram objeto de relatórios anteriores do júri, que encontraram informações igualmente negativas sobre o clero e os bispo.

Por G1
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP – JORNAL FOLHA DO PROGRESSO no (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) Site: WWW.folhadoprogresso.com.br   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Justiça Federal suspende registro do glifosato, agrotóxico mais utilizado no Brasil

 Justiça Federal suspende registro do glifosato, agrotóxico mais utilizado no Brasil; homem com câncer ganhou indenização de R$ 1 bilhão nos EUA (Foto:Reprodução)
A Justiça brasileira suspendeu; a americana condenou a Monsanto por uso do herbicida:
A juíza federal substituta da 7ª Vara do Distrito Federal,Luciana Raquel Tolentino de Moura, determinou que a União não conceda novos registros de produtos que contenham como ingredientes ativos glifosato, abamectina e tiram, presentes em agroquímicos, em processo movido pelo Ministério Público.

Na decisão tomada na sexta-feira, dia 3 passado, a juíza determinou ainda que a União suspenda, no prazo de 30 dias, o registro de todos os produtos que utilizam essas substâncias até que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) conclua os procedimentos de reavaliação toxicológica.

A decisão envolve companhias como a Monsanto , que comercializa, por exemplo, a soja transgênica resistente ao herbicida glifosato –plantada há anos em larga escala no Brasil, o maior exportador global da oleaginosa.

No Brasil também há autorizações para plantio de milho e algodão resistentes ao glifosato. Se a decisão judicial for mantida, pode trazer problemas para produtores do Brasil que se preparam para o plantio da nova safra, cuja semeadura se dá a partir de setembro, para milho e soja.

Em nota, a Monsanto afirmou que o glifosato é um produto seguro e ferramenta vital para a agricultura brasileira. “Há mais de 40 anos, os agricultores contam com produtos à base de glifosato para ajudá-los a controlar plantas daninhas de forma eficaz, sustentável e segura”, destacou a empresa.

A companhia lembrou que, como todos os produtos herbicidas, o glifosato é revisado rotineiramente pelas autoridades regulatórias para garantir que ele possa ser usado com segurança.

“Em avaliações de quatro décadas, a conclusão de especialistas em todo o mundo –incluindo a Anvisa, autoridades reguladoras nacionais nos EUA, Europa, Canadá, Japão e outros países, além de organizações internacionais de ciência e saúde– tem sido que o glifosato pode ser usado com segurança”, disse.

Na avaliação do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg), a decisão judicial “antecipa os resultados de reavaliação do órgão competente e cerceia o direito das empresas que comercializam produtos à base desses ativos ao processo legal”.

“Estamos avaliando os impactos para a agricultura brasileira, setor que reúne algumas das atividades econômicas mais importantes do país e que, em 2017, colheu safra recorde…”, comentou o Sindiveg em nota nesta segunda-feira.

Defensivos agrícolas são empregados nas lavouras para protegê-las do ataque e da proliferação de pragas como fungos, bactérias, ácaros, vírus, plantas daninhas, nematoides e insetos, “evitando perdas de alimentos e outros produtos agrícolas”, lembrou a associação do setor.

Representantes da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) lamentaram a decisão durante congresso da entidade em São Paulo nesta segunda-feira. “Acho que a juíza está equivocada e que a decisão será revogada de algum modo. É impossível fazer agricultura sem esses produtos”, afirmou o diretor da Abag Luiz Lourenço.

A Abag também chamou a atenção para o fato de os produtos serem importantes para que o produtor realize o chamado plantio direto, uma prática agrícola importante em termos de produtividade e sustentabilidade.

“A gente está brincando com o que não conhece… O grande orgulho do Brasil é o plantio direto, a integração lavoura-pecuária, que depende de alguns insumos”, afirmou o presidente da Abag, Luiz Carlos Corrêa Carvalho.

A juíza ainda determinou que a Anvisa priorize o andamento dos procedimentos de reavaliação toxicológica de abamectina, glifosato e tiram, os quais devem ser concluídos até 31 de dezembro de 2018, sob pena de multa diária de 10 mil reais.
A Monsanto foi condenada pela Justiça americana a pagar uma indenização no valor de US$ 289 milhões – o equivalente a R$ 1,1 bilhão – a um homem com câncer. Segundo a rede de notícias BBC , o indenizado, que é um jardineiro, diz que sua doença é decorrente do uso de herbicidas da empresa.Segundo Dewayne Johnson, a empresa, gigante da indústria química e do setor do agronegócio, tem culpa no seu câncer. O jardineiro foi diagnosticado com um linfoma em 2014 quando, de acordo com os seus advogados, usava o agrotóxico “Ranger Pro”, da Monsanto , em seu trabalho em uma escola na Califórnia.
A Justiça americana afirma que a empresa tinha conhecimento de que seu herbicida era perigoso, mas a relação direta com a doença ainda pode ser mais investigada. Em sua defesa, a empresa afirma que vai recorrer.
Um tribunal do júri na Califórnia afirmou, em sua decisão, que a gigante agroquímica sabia que seus herbicidas “Roundup” e “RangerPro”, que contém glifosato, poderiam causar perigoso aos consumidores que os utilizassem, mas falhou em alertá-los.
Esse é um caso emblemático, já que é só o primeiro processo a ir a julgamento alegando que agrotóxicos com glifosato causam a doença. Há 5 mil casos similares em andamento nos Estados Unidos.
O julgamento a respeito do caso do jardineiro Dewayne Johnson demorou cerca de oito semanas. Nesta sexta-feira (10), porém, os jurados norte-americanos decidiram que a empresa estava “mal intencionada” e que seus herbicidas contribuíram “substancialmente” para o desenvolvimento do câncer .
Em comemoração pelo caso a ser favor, o advogado de Johnson, Brent Wisner, afirmou à BBC que o veredito do júri deixam claras as evidências contra o  agrotóxico . “Quando você está certo, é muito fácil ganhar”, disse ele, que afirmou ainda que a decisão é apenas “a ponta da lança” de futuros processos.
Por sua vez, a empresa afirmou, em nota divulgada à imprensa, que “empatiza com Johnson e sua família”, mas que vai continuar a “defender vigorosamente seu produto, que tem um histórico de 40 anos de uso seguro”.
“A decisão de hoje não muda o fato de que mais de 800 estudos científicos – e conclusões da Agência de Proteção Ambiental dos EUA, do Instituto Nacional de Saúde dos EUA e de agências regulatórias ao redor do mundo – baseiam a conclusão de que o glifosato não causa câncer, e não causou o câncer de Johnson”, disse a Monsanto .Fonte: Economia – iG @ https://economia.ig.com.br/2018-08-11/monsanto-condenada-agrotoxico-cancer.html
“Monsanto sabia que seu herbicida era perigoso”, diz justiça americana

Em outro processo, a Monsanto foi condenada pela Justiça americana a pagar uma indenização no valor de US$ 289 milhões – o equivalente a R$ 1,1 bilhão – a um homem com câncer. Segundo a rede de notícias BBC, o indenizado, que é um jardineiro, diz que sua doença é decorrente do uso de herbicidas da empresa.

Segundo Dewayne Johnson, a empresa, gigante da indústria química e do setor do agronegócio, tem culpa no seu câncer. O jardineiro foi diagnosticado com um linfoma em 2014 quando, de acordo com os seus advogados, usava o agrotóxico “Ranger Pro”, da Monsanto, em seu trabalho em uma escola na Califórnia.

A Justiça americana afirma que a empresa tinha conhecimento de que seu herbicida era perigoso, mas a relação direta com a doença ainda pode ser mais investigada. Em sua defesa, a empresa afirma que vai recorrer.

Um tribunal do júri na Califórnia afirmou, em sua decisão, que a gigante agroquímica sabia que seus herbicidas “Roundup” e “RangerPro”, que contém glifosato, poderiam causar perigoso aos consumidores que os utilizassem, mas falhou em alertá-los.

Esse é um caso emblemático, já que é só o primeiro processo a ir a julgamento alegando que agrotóxicos com glifosato causam a doença. Há 5 mil casos similares em andamento nos Estados Unidos.

O julgamento a respeito do caso do jardineiro Dewayne Johnson demorou cerca de oito semanas. Nesta sexta-feira (10), porém, os jurados norte-americanos decidiram que a empresa estava “mal intencionada” e que seus herbicidas contribuíram “substancialmente” para o desenvolvimento do câncer.

Em comemoração pelo caso a ser favor, o advogado de Johnson, Brent Wisner, afirmou à BBC que o veredito do júri deixam claras as evidências contra os agrotóxicos. “Quando você está certo, é muito fácil ganhar”, disse ele, que afirmou ainda que a decisão é apenas “a ponta da lança” de futuros processos.

Por sua vez, a empresa afirmou, em nota divulgada à imprensa, que “empatiza com Johnson e sua família”, mas que vai continuar a “defender vigorosamente seu produto, que tem um histórico de 40 anos de uso seguro”.

“A decisão de hoje não muda o fato de que mais de 800 estudos científicos – e conclusões da Agência de Proteção Ambiental dos EUA, do Instituto Nacional de Saúde dos EUA e de agências regulatórias ao redor do mundo – baseiam a conclusão de que o glifosato não causa câncer, e não causou o câncer de Johnson”, disse a Monsanto.

Por:Redação Jornal Folha do Progresso, com informações da Reuters e Ig Economia)

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP – JORNAL FOLHA DO PROGRESSO no (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) Site: WWW.folhadoprogresso.com.br   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br