Anitta revela mudança radical e abandona velho hábito

Anitta revela mudança radical e abandona velho hábito (Foto: Reprodução )
(Foto: Reprodução )
Anitta é a mais nova celebridade que entrou para o mundo das pessoas que não comem carne.
A funkeira confirmou, por meio de um comentário no Instagram, que está empenhada em se tornar vegana, pessoas que não consumem nada de origem animal.
“Para esse ano de 2019, meu desafio para mim mesma será tentar mudar ao máximo alguns costumes meus que vão em direção contrária aos meus desejos para o mundo”, completou Anitta.
No Instagram, um perfil que defende o veganismo brincou com a situação ao publicar uma foto da cantora com uma ‘notícia falsa’, dizendo que ela tinha se tornado vegana. Porém alertava: “É mentira, mas agora tenho sua atenção. Não coma animais”.
Nos comentários, a cantora disse que, sim, se tornou vegana. “Já é verdade faz dez dias. Vamos tentando”, escreveu. Um internauta comemorou chamando a cantora de ‘Veganitta’.
Também vegano, o ator Dado Dolabella confirmou o novo estilo de vida de Anitta. “Não é mentira, não, irmão. Ela está sem comer nada de origem animal desde o Réveillon. Assistiu ‘A Cowspiracy’ e ‘Terráqueos'”, comentou ele.

(Fonte: Caras)

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OEA aprova declaração que não reconhece legitimidade do novo mandato de Maduro na Venezuela

Aprovação aconteceu logo após Maduro tomar posse, nesta quinta-feira (10), para um segundo mandato presidencial na Venezuela.

A Organização dos Estados Americanos (OEA) aprovou nesta quinta-feira (10) uma declaração de que não reconhece a legitimidade do novo mandato de Nicolás Maduro na Venezuela.
A aprovação aconteceu logo após Maduro tomar posse para um novo mandato presidencial, previsto para durar até 2025.
A resolução foi aprovada com 19 votos a favor, seis contrários, oito abstenções e uma ausência. Entre os países que votaram a favor, estão Argentina, Estados Unidos, Colômbia, Chile, Equador, Canadá e Brasil. Venezuela, Nicarágua, Bolívia e alguns países caribenhos votaram contra. Entre os países que se abstiveram, está o México.
A medida é um chamado à “realização de novas eleições presidenciais com todas as garantias necessárias para um processo livre, justo, transparente e legítimo”, afirma o texto.
A sessão extraordinária do Conselho Permanente da OEA foi solicitada pelas missões de Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Estados Unidos, Guatemala, Paraguai e Peru.
A Assembleia Geral da OEA é composta pelas delegações de todos os Estados                                                                                                                                     membros ativos – atualmente, são 34. Cuba não participa.

Maduro foi reeleito em maio do ano passado, com quase 70% dos votos, numa eleição que foi boicotada pela oposição, teve alta abstenção e denúncias de fraude.

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Nicolás Maduro recebe faixa presidencial durante cerimônia de posse como presidente da Venezuela — Foto: Carlos Garcia Rawlins/Reuters
A coalizão opositora Mesa da Unidade Democrática (MUD) se recusou a participar do pleito por considerar o processo uma “fraude” para perpetuar Maduro no poder.
Os dois maiores rivais de oposição já estavam impedidos de concorrer: Leopoldo Lopez está preso, e Henrique Capriles foi impedido de se candidatar a qualquer cargo por um período de 15 anos.
Cerca de 20,5 milhões de eleitores estavam registrados para votar, mas o comparecimento foi de 46% do eleitorado, com um total de 8,6 milhões de votos. Foi uma das porcentagens de participação mais baixa da história venezuelana.
A Venezuela está mergulhada em uma grave crise política e econômica que obrigou 2,3 milhões de pessoas a deixá-la desde 2015, segundo a ONU.
A crise na Venezuela causou escassez de alimentos e medicamentos e, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), a inflação em 2019 atingirá 10.000.000%.

Fonte:g1.globo.com

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Sob críticas, Maduro toma posse de seu segundo mandato na Venezuela

Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, toma posse para um segundo mandato (REUTERS / Manaure Quintero)                                                                                      Presidente assume segundo mandato; EUA denunciam “usurpação” de poder
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, iniciou nesta quinta-feira (10) um segundo mandato que durará até 2025, desafiando um crescente cerco diplomático, liderado pelos Estados Unidos, que considera sua reeleição uma “usurpação ilegítima” do poder.
Durante a cerimônia oficial, Maduro relembrou Simón Bolívar e seu mentor político, o falecido ex-presidente da Venezuela Hugo Chávez, em uma sala repleta de funcionários, chefes militares e alguns convidados internacionais, como os presidentes da Nicarágua, Cuba, Bolívia, El Salvador e da Ossétia do Sul.
“Juro pelo libertador Simón Bolívar e pelos exércitos libertadores da nossa América, juro pelo legado de nosso amado comandante Hugo Chávez… que cumprirei e farei cumprir todas as premissas da Constituição”, disse o governante de 56 anos, com a mão esquerda levantada em frente ao presidente do Supremo Tribunal de Justiça,  Maikel Moreno.
Maduro prestou o juramento ante o Supremo Tribunal do país porque a Assembleia Nacional, controlada pela oposição, foi destituída de seus poderes desde que o governista Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) perdeu controle do Legislativo em 2016, uma medida que reforçou as críticas contra o presidente de governar com um estilo autocrático.
Para os líderes de oposição, a cerimônia desta quinta-feira retratou Maduro internacionalmente como um ditador, após eleições em maio do ano passado que foram boicotadas pela maior parte das legendas de oposição devido à falta de garantias legais e consideradas como uma farsa por diversos países.
Entretanto, com o apoio das Forças Armadas, uma oposição fragmentada que não consegue se articular e uma campanha severa contra adversários ideológicos, Maduro enfrenta poucos obstáculos em casa, apesar dos baixos níveis de aprovação.
O governo Maduro enfrenta um isolamento diplomático com sanções da União Europeia e dos Estados Unidos. Além disso, países da região que fazem parte do Grupo de Lima já disseram que não reconhecerão o novo mandato.
Poucos minutos após a posse, o governo do Paraguai anunciou que estava rompendo as relações diplomáticas com a Venezuela.
O Departamento de Estado dos Estados Unidos condenou a “usurpação ilegítima” do poder por parte de Maduro e disse que continuará usando toda a sua capacidade econômica e diplomática para pressionar pela restauração da democracia no país.
“É hora de a Venezuela começar um processo de transição que possa restaurar a ordem democrática e constitucional, realizando eleições livres e justas que respeitem a vontade do povo venezuelano”, afirmou o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, em comunicado.
Em discurso após o juramento, Maduro garantiu ser “um presidente democrata, de verdade, profundo e com cultura de base”.
Os venezuelanos sofrem com uma recessão que já dura cinco anos e hiperinflação astronômica que resulta na escassez de produtos básicos, frequentes cortes nos serviços de luz e água, ausência de transporte público e de fornecimento de gás de cozinha.

Fonte :Agência Estado

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Atum é vendido por recorde de US$3 milhões em leilão no novo mercado de peixe de Tóquio

Evento de sábado foi o primeiro leilão de Ano Novo do mercado de Toyosu
Novo mercado de peixe de Tóquio tem Atum valioso. (Kim Kyung-Hoon/Reuters)

O dono de uma rede japonesa de restaurantes estabeleceu um novo recorde neste sábado ao pagar mais de 3 milhões de dólares por um atum azul no primeiro leilão do ano no novo mercado de peixe de Tóquio, superando um recorde de 2013.

Kiyoshi Kimura, dono da rede Sushizanmai, pagou 333,6 milhões de ienes (3,1 milhões de dólares) pelo peixe de 278 quilos capturado na costa da província de Aomori, no norte do Japão, ou o dobro do que havia pago seis anos atrás.

“O atum parece tão saboroso e muito fresco, mas acho que paguei muito”, disse Kimura a repórteres do lado de fora do mercado.

“Eu esperava que fosse entre 30 milhões e 50 milhões de ienes, ou 60 milhões de ienes no máximo, mas acabou cinco vezes mais”, acrescentou.

O evento de sábado foi o primeiro leilão de Ano Novo do mercado de Toyosu, depois que o famoso mercado de peixe de Tsukiji fechou no ano passado para servir de estacionamento temporário para a Olimpíada de 2020 em Tóquio.

Kimura pagou o maior preço pago por um único peixe no leilão do ano novo por seis anos consecutivos até 2017, mas no ano passado o proprietário de uma cadeia diferente de restaurantes pagou o preço mais alto.

Após o leilão, o peixe foi levado a um dos ramos de Sushizanmai, localizado no antigo mercado de Tsukiji.

O atum é valorizado em todo o mundo por seu uso em sushi, mas especialistas alertam que a crescente demanda tornou a espécie ameaçada de extinção.

Fonte:Reuters

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Papa diz que é melhor viver como ateu do que ir à igreja e odiar os outros

Audiência semanal com fiéis (Foto: MAURIZIO BRAMBATTI/EPA)
O Papa Francisco afirmou, esta quarta-feira, que é preferível viver como ateu do que ir todos os dias à igreja e passar a vida a odiar e a criticar os outros.
“Quantas vezes vemos o escândalo dessas pessoas que passam o dia na igreja, ou que lá vão todos os dias, e depois vivem a odiar ou a falar mal dos outros”, assinalou Francisco durante a audiência geral que tem todas as quartas-feiras com os fiéis.
O Papa acrescentou que o melhor é nem ir à igreja: “Vive como um ateu. Se vais à igreja, então vive como filho, como irmão, dá um verdadeiro exemplo”, instou.
Francisco aludia ao evangelho de São Mateus, em que se referem os hipócritas que rezam “para ser vistos pelas pessoas”.
“Os pagãos acreditam que se reza a falar, a falar, a falar. Eu penso em muitos cristãos que acreditam que rezar é falar com Deus, salvo seja, como um papagaio. Não, rezar faz-se com o coração, a partir do interior”, defendeu.

Por:JNpt
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El Pais – Bolsonaro enfraquece Funai e joga sombra sobre futuro socioambiental do país

Fiscais do Ibama desativam garimpo ilegal em terra indígena na Amazônia.(Foto:Ibama)
Presidente transferiu para ministério comandado por ex-deputada ruralista a tarefa de demarcar novas terras indígenas

Com uma canetada o presidente Jair Bolsonaro decretou o esvaziamento das funções da Fundação Nacional do Índio (Funai), e colocou na berlinda a demarcação de novas terras indígenas e a conservação do meio ambiente. O capitão assinou uma medida provisória que delega ao Ministério da Agricultura, chefiado por Tereza Cristina da Costa (DEM), até então líder da bancada do agronegócio na Câmara, a tarefa de identificar e demarcar terras indígenas no país. Esta era uma das principais atribuições da Funai nas últimas décadas. A alteração, publicada no Diário Oficial na noite de terça-feira horas após a cerimônia de posse de Bolsonaro, é um antigo desejo do agronegócio e da bancada ruralista do Congresso.

A medida é a concretização de uma série de declarações feitas por Bolsonaro ao longo da campanha. O capitão já havia se comprometido a barrar a demarcação de novas terras. Segundo dados da Funai, atualmente existem 128 processos de demarcação em andamento envolvendo terras que abrigam mais de 120.000 indígenas de diversas etnias. Até então, cabia à entidade receber as demandas das etnias e realizar os estudos antropológicos e geográficos que fundamentam a identificação e a delimitação do território tradicional. “Temos uma área mais que a região Sudeste demarcada como terra indígena. E qual a segurança para o campo? Um fazendeiro não pode acordar hoje e, de repente, tomar conhecimento, via portaria, que ele vai perder sua fazenda para uma nova terra indígena”, afirmou o presidente eleito em dezembro.

A ex-candidata a vice na chapa do PSOL, a liderança indígena Sonia Guajajara usou o twitter para criticar a medida. “O desmanche já começou. A Funai não é mais responsável pela identificação, delimitação, demarcação e registro de Terras Indígenas. Saiu hoje no Diário oficial da União. Alguém ainda tem dúvidas das promessas de exclusão da campanha??”, escreveu.

Além de cessar os processos de demarcação já em andamento, Bolsonaro ameaçou também rever algumas terras indígenas já demarcadas, como a Raposa Serra do Sol, em Roraima, que abriga cerca de 20.000 indígenas. A área foi homologada em 2005, e em 2009 o Supremo Tribunal Federal confirmou a decisão do então presidente Lula. No entanto a região conta com terras férteis e abriga reservas minerais estratégicas, como de nióbio e urânio, o que desperta o interesse do agronegócio e de mineradoras. “É a área mais rica do mundo. Você tem como explorar de forma racional, e no lado dos índios dando royalties e integrando o índio à sociedade”, disse Bolsonaro.

Para juristas, no entanto, a revisão proposta por Bolsonaro seria inconstitucional. “A decisão transitou em julgado. Foi uma decisão histórica. Para os índios, é direito adquirido. Depois que o Estado paga uma dívida histórica, civilizatória, ele não pode mais estornar o pagamento e voltar a ser devedor”, disse o ex-ministro do STF Ayres Britto ao jornal O Globo.

“Temos uma área mais que a região Sudeste demarcada como terra indígena. E qual a segurança para o campo? Um fazendeiro não pode acordar hoje e, de repente, tomar conhecimento vai perder sua fazenda para uma nova terra indígena”

Mas não são apenas os povos tradicionais que veem seus direitos ameaçados. Desde o início da campanha o discurso do capitão foi marcado por uma forte retórica de desregulamentação de áreas protegidas, criação de freios para agentes fiscalizadores e desburocratização da concessão de licenças ambientais. Estes acenos aos ruralistas já haviam começado a tomar forma com a indicação de ministros ligados ao agronegócio.

Os gestos de aproximação com deputados e senadores ligados ao negócio da soja e à agropecuária – justamente os dois maiores responsáveis pelo desmatamento no Brasil, em conjunto com as madeireiras – fica evidente na escolha do primeiro escalão do futuro Governo. A ministra da agricultura, Tereza Cristina da Costa (DEM), por exemplo ganhou o apelido de “musa do veneno” por ter comandado uma comissão parlamentar que aprovou regras que flexibilizam o registro e a utilização de agrotóxicos no país (a matéria ainda será votada no plenário). Segundo o relatório aprovado por ela, o uso de pesticidas deve ser liberado pelo Ministério da Agricultura mesmo que órgãos e agentes reguladores como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, por exemplo, não tenham dado seu parecer quanto à segurança dos químicos.

Outro ministério-chave para a preservação dos recursos naturais, o do Meio Ambiente, ficará sob a batuta de Ricardo de Aquino Salles, condenado em dezembro por improbidade administrativa. Segundo o Ministério Público, quando estava à frente da Secretaria do Meio Ambiente do Governo de Geraldo Alckmin (PSDB), em São Paulo, entre 2016 e 2017, ele teria alterado o plano de gestão de uma área de proteção ambiental de modo a favorecer empresas privadas. Salles nega qualquer irregularidade, e afirmou e nota que “não houve vantagem pessoal, nem dano ambiental e desenvolvimento econômico”. Ainda cabe recurso da sentença.

Um dos principais órgãos de fiscalização ambiental, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), subordinado à pasta que será comandada por Salles, também não deve ter vida fácil no novo Governo. No início de dezembro Bolsonaro criticou uma suposta “indústria da multagem (sic)” por parte do Instituto. “Sou defensor do meio ambiente, mas dessa forma xiita, como acontece, não. Não vou admitir mais Ibama sair multando a torto e a direito por aí, bem como ICMBio [Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade]”, afirmou. “Essa festa vai acabar”, concluiu o presidente eleito. Em tempo, ele afirmou ter sido ele mesmo alvo de uma multa no valor de 10.000 reais por algo que ocorreu “numa hora e dia onde eu tinha botado o dedo no painel de votação em Brasília”.

O presidente eleito também faz reiteradas críticas a uma suposta burocracia ligada à concessão de licenças ambientais. “Quando se fala em licença ambiental, e [a pessoa] é obrigado a derrubar uma árvore que está ameaçando cair: é uma dificuldade para conseguir essa licença. E toma multa caso derrube essa árvore sem a devida autorização para tal”. Na visão do capitão isso “atrapalha quando um prefeito, governador, presidente, quer fazer uma obra de infraestrutura, uma estrada, por exemplo”. Por fim, Bolsonaro apontou onde esse “problema” costuma se manifestar: “Isso acontece muito na região amazônica”.
Ameaça ao comércio com União Europeia

A postura de Bolsonaro com relação às questões ambientais provocou reações mais duras por parte de líderes da comunidade internacional. Em setembro, ainda durante a campanha, ele anunciou que caso eleito iria retirar o país do Acordo de Paris, que inclui uma série de medidas para minimizar os impactos do aquecimento global. O Acordo foi firmado em 2015, e tem o Brasil como signatário. Em outubro ele voltou atrás, mas não bastou para acalmar o presidente francês Emmanuel Macron, que afirmou que “a França não apoiará acordo com quem não respeita o Acordo de Paris”, sinalizando que as já letárgicas negociações entre a União Europeia e o Mercosul podem desandar caso o capitão não se comprometa com o texto assinado. Por sua vez, Bolsonaro disse que “sujeitar automaticamente nosso território, leis e soberania a colocações de outras nações é algo que está fora de cogitação”.

O presidente francês e a chanceler alemã já entraram em atrito com Bolsonaro após ele dizer que o Brasil iria se retirar do Acordo de Paris

A chanceler alemã Angela Merkel fez coro às declarações de Macron: “O tempo está se esgotando para um o acordo entre União Europeia e Mercosul. Deveria acontecer bem rápido, caso contrário, com o novo governo do Brasil, seguramente, não vai ser fácil”. A poeira da polêmica envolvendo os líderes europeus e o capitão ainda não havia assentado quando ele afirmou que o Brasil não sediará a conferência climática da Organização das Nações Unidas em 2019, a COP 25. Em sua conta no twitter o presidente eleito afirmou que a decisão teve como base o corte de custos: “Abrimos mão de sediar a Conferência Climática Mundial da ONU pois custaria mais de 500 milhões de reais ao Brasil e seria realizada em breve, o que poderia constranger o futuro Governo a adotar posições que requerem um tempo maior de análise e estudo”.

A ameaça de retirar o Brasil do Acordo de Paris rendeu a Bolsonaro o Prêmio Fóssil do Dia, concedido por uma rede de ONGs que acompanham as negociações da conferência climática. A honraria irônica é oferecida para nações que se esforçam para travar ações em prol do meio ambiente. Por fim, diversas entidades conservacionistas com sede nos Estados Unidos, dentre elas a Amazon Watch, divulgaram uma carta aberta criticando as políticas de Bolsonaro para o meio ambiente. “Se implementadas, podem infligir danos de amplo alcance e duradouros a comunidades brasileiras e ao meio ambiente.”
“Não tem mais demarcação de terra indígena”

Soma-se às declarações de Bolsonaro sobre terras indígenas a indicação da pastora evangélica Damares Alves para comandar a pasta das Mulheres, da Família e dos Direitos Humanos, agora com novo redesenho ministerial. Com isso a Funai, – agora sem o poder de demarcar terras —, que antes ficava sob controle do Ministério da Justiça, ficará subordinado a Alves.

O ex-presidente da Funai no governo Temer, Antônio Costa afirmou ao repórter Ricardo Della Colleta em dezembro que a transferência do órgão federal para o novo ministério deve criar um grande vazio de direitos adquiridos pelos indígenas e inflamar ainda mais os conflitos no campo. Costa se demitiu por conta de pressões da bancada ruralista do Congresso quatro meses após assumir o cargo. “Os deputados ruralistas com quem conversei são sensíveis à sustentabilidade dos povos. O que falta é diálogo com os segmentos e parar de colocar os índios e as demarcações como entraves para o desenvolvimento”, afirmou.

Fonte:El Pais/Gil Alessi

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Sem citar Bolsonaro: Papa faz alerta a novos governantes e critica ‘proliferação das armas’

Papa Francisco. (Foto:Filippo Monteforte/AFP/AFP) – Reportagem de Daniel Weterman no Estado de S.Paulo informa que, com alertas a novos governantes, o papa Francisco afirmou, em mensagem publicada no primeiro dia do ano, que a política pode tornar-se meio de destruição e criticou propostas de “proliferação descontrolada das armas” no mundo.

De acordo com a publicação, a mensagem do pontífice foi escrita no mês passado e publicada oficialmente nesta terça-feira, 1º, pelo Vaticano, dia em que Jair Bolsonaro tomou posse como presidente do Brasil. Na semana passada, Bolsonaro prometeu facilitar a posse de armas de fogo no País a cidadãos sem antecedentes criminais. “Manter o outro sob ameaça significa reduzi-lo ao estado de objeto e negar a sua dignidade. Por esta razão, reiteramos que a escalada em termos de intimidação, bem como a proliferação descontrolada das armas são contrárias à moral e à busca duma verdadeira concórdia”, diz o papa na mensagem para o chamado Dia Mundial da Paz.

O papa não citou o nome de nenhum político ou país em sua declaração. “A política é um meio fundamental para construir a cidadania e as obras do homem, mas, quando aqueles que a exercem não a vivem como serviço à coletividade humana, pode tornar-se instrumento de opressão, marginalização e até destruição”, declarou, completa o Estadão.

Fonte:Estadao
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Papa Francisco cita Venezuela e Nicarágua em celebração de Natal

Segundo o pontífice, o momento é para pensar nos mais frágeis e na reconstrução do futuro
Na celebração Urbi et Orbi, o papa Francisco pediu mais compreensão e o esforço comum para o fim das divergências e a busca pela reconciliação. Para as Américas, ele mencionou especificamente a Venezuela e a Nicarágua. Segundo o pontífice, o momento é para pensar nos mais frágeis e na reconstrução do futuro.

O papa Francisco disse ontem (25) que espera que “este período de bênção permita à Venezuela encontrar o acordo e que todos os membros da sociedade se reúnam fraternalmente pelo desenvolvimento do país, ajudando os setores mais frágeis da população”.

A crise venezuelana se estende para os campos político, econômico e social. Sem emprego e perspectivas, imigrantes deixam o país em busca de alternativas. O Brasil e a Colômbia estão entre as nações que mais recebem venezuelanos.

O papa Francisco apelou ainda para a sensibilidade do governo do presidente nicaraguense, Daniel Ortega. “[Desejo que] os habitantes da querida Nicarágua se redescubran irmãos para que não predomine as divisões nem discórdias, no esforço para favorecer a reconciliação e por construir juntos o futuro do país.”

A Nicarágua vive uma crise política desencadeada por uma onda de protestos desde 18 de abril. Manifestantes pedem o fim do governo Ortega, mais libertade de expressão e direitos humanos. Os protestos são repreendidos pelos agentes públicos e há denúncias de mortos, desaparecidos e feridos.

O papa Francisco também mencionou Síria, Iêmen, Ucrânia, Península Coreana e as comunidades de minorias religiosas. Ele ressaltou que todos devem ter os direitos preservados inclusive os relacionados à liberdade religiosa.

Fonte:Agência Estado
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Queda de avião mata governadora e marido

(Foto: Reuters) – A governadora do estado de Puebla, no México, Martha Erika Alonso, morreu nesta segunda-feira (24) na queda da aeronave em que viajava, dez dias após ter tomado posse.

Ela estava acompanhada do marido, o senador e ex-governador de Puebla Rafael Moreno Valle, que também morreu. Não está clara a situação do piloto.

As mortes foram confirmadas pelo presidente Andrés Manuel López Obrador nas redes sociais.

Relatos da imprensa mexicana indicam que a queda ocorreu logo após a decolagem, da cidade de Puebla.

As causas da queda ainda não estão claras. Puebla é um dos estados mais populosos do México.

Membro do Partido da Ação Nacional (PAN, direita), Alonso, 45, se tornou a primeira governadora mulher de Puebla em eleições muito violentas e disputadas. Um tribunal eleitoral precisou validar os resultados meses após a votação, devido a acusações de fraude.

Com informações da Folhapress.

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Pastor casado é flagrado dentro de carro com homem pelado

Cena inusitada não seria o que parece, o pastor negou (Foto: Reprodução)

Um pastor evangélico casado está sendo acusado de exposição indecente após ter sido flagrado nu dentro de um carro na companhia de um homem, tambem sem roupas. O caso ocorreu no início do mês, na Flórida, nos Estados Unidos.

De acordo com a policia americana, o fato aconteceu a algumas semanas, quando a guarnição foi acionada sob a denúncia de que duas pessoas estavam mantendo relações sexuais dentro de um veículo estacionado em um bairro residencial. Ao chegarem no local, os agentes encontraram o suspeito identificado como George Nelson Gregory, de 61 anos, no banco da frente de seu veículo, com um homem ainda não identificado amarrado em uma corda de nylon no banco traseiro.

Segundo a Policia, quando os oficiais questionaram Gregory, ele disse que os dois estavam brincando e que ele e o outro homem se encontram de vez em quando. O homem não identificado disse à polícia que os dois se encontraram consensualmente.

Uma testemunha afirmou a policia que viu o segundo homem sair do carro sem roupa. Gregory disse que a polícia interpretou mal o que aconteceu naquela noite e que estava apenas aconselhando um jovem a sair do mundo das drogas. Ele ainda acrescentou que a polícia só investigou seu carro porque suspeitava que alguém estava inconsciente no assento.

Gregory é um pastor da Waterfront Christian Community Church, em Homestead. Ele faz parte da equipe de liderança da congregação, que consiste em três outros pastores, de acordo com o site da Igreja.

(Com informações do site Gospel Planet)

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