Ministro do turismo da Malásia diz que ‘não há pessoas gays’ no país

(Foto:© Reprodução) – ‘Não acho que temos nada assim em nosso país’, declarou
Ministro do turismo da Malásia diz que ‘não há pessoas gays’ no país
O ministro do Turismo, Artes e Cultura da Malásia, Datuk Mohammaddin bin Ketapi, declarou num evento sobre turismo internacional em Berlim, na Alemanha, que não há pessoas LGBTs em seu país.

“Não acho que temos nada assim em nosso país. Não posso ter certeza, mas uma coisa eu posso dizer: não temos este tipo de situação”, disse ao jornal “Tagesspiegel”, segundo o UOL.

Na Malásia, a homossexualidade pode ser punida com 20 anos de prisão, açoitamento e multa.
por Notícias Ao Minuto
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Biólogo garante que jacaré de quatro metros é real

Muitos duvidaram da veracidade da foto do biólogo da Geórgia
Jacaré passou por uma eutanásia, por seu estado precário de saúde (Foto:Brent Howze)

Brent Howze, biólogo do Departamento de Recursos Naturais da Geórgia, teve que se pronunciar para garantir ser verdade a foto dele com um alligator (jacaré-norte- americano) de quatro metros capturado às proximidades do lago Blackshear, no estado da Geórgia (EUA), em 18 de fevereiro, mas a foto viralizou na internet neste domingo (3).

O tamanho do reptil fez muita gente duvidar nas redes sociais. O biólogo disse que tanto era verdade que ele estava distante do bicho, por respeito. O jacaré foi pego por estar em um canal de irrigação. Apesar de sites brasileiros dizerem que o animal “foi reintroduzido em ambiente selvagem”, infelizmente ele passou por uma eutanásia, por seu estado precário de saúde. Ele tinha várias feridas anteriores de tiros, conforme o US Today, que falou com o biólogo.

E não foi o maior alligator que apareceu naquele estado. A espécie pode chegar a cerca de 4,8 metros, e já encontraram na Geórgia um espécime de 4,5 metros.

Por:Redação Integrada

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Bolsonaro recebe Juan Guaidó no Palácio do Planalto

(Foto: Agência Brasil / Divulgação)- Encontro não é considerado visita de Estado e acontece no gabinete do presidente

O presidente Jair Bolsonaro está reunido com o autoproclamado presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó. Ele chegou ao Palácio do Planalto às 13h50, acompanhado pelo ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e passou pelo tapete vermelho estendido em uma das portarias laterais do edifício principal. Os Dragões da Independência fizeram as honras na entrada.

Apesar de o Brasil reconhecer Guaidó como presidente interino da Venezuela, o encontro não é considerado uma visita de Estado e acontece no gabinete de Bolsonaro. O também presidente da Assembleia Nacional da Venezuela ainda deve se encontrar com o presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP).

Guaidó chegou ao Brasil na madrugada de hoje (28). Em sua conta pessoal no Twitter, ele disse que veio ao Brasil em busca de apoio para a transição de governo na Venezuela. Antes do encontro com Bolsonaro, ele esteve com representantes diplomáticos de outros países no escritório da delegação da União Europeia, em Brasília.

“Em nosso encontro com os embaixadores dos países da União Europeia, continuamos a fortalecer as relações com nações que reconheceram nossos esforços para recuperar a democracia na Venezuela e obter eleições livres”, escreveu. “Apreciamos o forte apoio internacional dado à nossa rota e apoio à ajuda humanitária. É hora de avançar para conseguir a cessação da usurpação que porá fim à crise na Venezuela, recuperará nosso país e estabilizará a região”, completou.

Mais cedo, também pelo Twitter, o ministro Ernesto Araújo disse que a diplomacia brasileira continua com seu “apoio irreversível e incondicional à libertação” do país vizinho.

No mês passado, o Tribunal Supremo de Justiça proibiu Guaidó de deixar a Venezuela e congelou suas contas. A Corte atendeu a um pedido do procurador-geral da Venezuela, Tarek William Saab, aliado do presidente Nicolás Maduro. Apesar da decisão judicial, o presidente interino foi à Colômbia para articular a entrega de ajuda humanitária na fronteira e participar do encontro do Grupo de Lima, em Bogotá. Mesmo correndo risco de ser preso, ele prometeu retornar à Venezuela em breve.
Por:Agência Brasil
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Maduro e Trump devem se reunir para “achar interesses em comum”, diz ministro venezuelano

Miraflores Palace /Foto: Divulgação via REUTERS

Segundo ministro, país perdeu 30 bilhões de dólares em ativos “confiscados” desde novembro de 2017

O ministro das relações exteriores da Venezuela disse nesta quarta-feira que os Estados Unidos estão tentando derrubar o governo de Nicolás Maduro e que seu país perdeu 30 bilhões de dólares em ativos “confiscados” desde novembro de 2017, inclusive da petroleira estatal Citgo.

Falando ao Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), apesar de alguns representantes ocidentais terem se retirado da sala, Jorge Arreaza sugeriu que Maduro e o presidente dos EUA, Donald Trump, se encontrem para “tentar encontrar interesses em comum e explicar suas diferenças”.

Mais cedo, no Fórum de Genebra, um assessor do presidente colombiano, Iván Duque, pediu por ações que acabem com a crise humanitária da Venezuela e resultem em uma transição política que leve a eleições livres.

Reuters/O Liberal.

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‘Menor recém-nascido do mundo’ tem alta do hospital de Tóquio

… e pouco antes de deixar o hospital, pesando 3,2 kg — Foto: Direito de imagemKEIO UNIVERSITY HOSPITAL

Médicos dizem que o bebê, nascido com apenas 268 g, é o menor menino prematuro do mundo a conseguir sobreviver e ser mandado para casa com saúde.
TOPO

Um recém-nascido que veio ao mundo com apenas 268 gramas teve alta na semana passada em um hospital no Japão, cinco meses após nascer. Os médicos afirmam que ele é o menor menino nascido prematuro a ir para casa com saúde.

O garotinho nasceu em agosto, com apenas 24 semanas de gestação, em uma cesariana de emergência. Era tão pequeno que cabia na palma da mão do médico. Ele recebeu tratamento na UTI até semana passada, cerca de dois meses após a data em que deveria ter nascido.

Ao receber alta, o bebê já estava com 3,2 kg, e agora já consegue se alimentar normalmente.

“Só posso dizer que estou feliz que ele cresceu tanto, porque sinceramente eu não tinha certeza que ele iria sobreviver”, diz a mãe do menino, de acordo com o Hospital Universitário Keio, em Tóquio.

menor bb2… e pouco antes de deixar o hospital, pesando 3,2 kg — Foto: Direito de imagemKEIO UNIVERSITY HOSPITAL

O médico Takeshi Arimitsu, que atendeu o caso do garotinho, disse à BBC que ele é o menor recém-nascido do mundo do sexo masculino a receber alta do hospital, de acordo com a base de dados de menores bebês da Universidade de Iowa, nos EUA.

Arimitsu diz que quer mostrar que “existe a possibilidade de que bebês saiam do hospital com saúde apesar de terem nascido pequenos”.

Antes do bebê japonês, o recorde pertencia a um menino nascido na Alemanha com apenas 274 gramas. A menor menina a sobreviver também nasceu no país, em 2015, e pesava 252 gramas.

O Hospital Universitário Keio diz que a taxa de sobrevivência de bebês pesando menos de um 1 kg ao nascer é de cerca de 90% no Japão – o índice cai para 50% para bebês com menos de 300 g.

Entre os menores recém-nascidos, a taxa de sobrevivência é muito menor para meninos do que para meninas. Os médicos não sabem dizer com certeza por que isso acontece. Alguns acreditam que pode estar ligado ao desenvolvimento mais lento dos pulmões em bebês do sexo masculino.

Por: BBC

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Paraense consegue fugir da Venezuela; veja o relato

Garimpeira paraense Karen Porto, de 33 anos-Foto:(Felipe Frazão / Estadão)

Karen Porto disse ter planejado viagem para procedimento cinco anos atrás

A garimpeira paraense Karen Porto, de 33 anos, foi uma das primeiras pessoas a conseguir sair da Venezuela após o presidente Nicolás Maduro autorizar, na noite de terça-feira (26), a abertura parcial da fronteira com o Brasil, bloqueada há seis dias, para a passagem de brasileiros que estavam retidos. Os primeiros a cruzar o local foram nove pacientes submetidos a cirurgias e quatro acompanhantes. Há a expectativa, porém, de que outros 197 brasileiros atravessem o país.

Karen Porto viajou para o país vizinho para fazer uma cirurgia bariátrica em razão da diabetes e ficou oito dias na Venezuela. Ela disse ter planejado fazer o procedimento há cinco anos atrás. “Resolvi fazer para ter uma opção de vida melhor. Quando decidi, não sabia que a situação estava tão confusa assim. Lá há bons médicos. Outras amigas já fizeram a cirurgia porque lá é barato”, disse. “Soube que a fronteira estava fechada pelos jornais, mas não tive medo de voltar, porque sabia que uma hora ou outra as coisas se resolveriam.”

O grupo de 13 brasileiros atravessou depois de negociações entre Itamaraty e governo da Venezuela, cujas tratativas envolveram também oficiais militares dos dois países em Pacaraima e em Santa Elena do Uairén. Dos 13, nove foram submetidos a cirurgias em hospitais e clínicas particulares dias antes. A maior parte passou por procedimentos estéticos, como cirurgia de varizes e nos seios, mas havia também casos de operações bariátricas e oftalmológicas.

Os demais brasileiros, entre turistas e residentes na Venezuela, atenderam aos chamados do consulado brasileiro ou pediram ajuda espontaneamente para voltar – 70 haviam passado a noite anterior dormindo no chão do vice-consulado brasileiro em Santa Elena do Uairén.

Os pacientes saíram da cidade de Puerto Ordaz às 5 horas da manhã e só conseguiram entrar no Brasil às 18 horas. No trajeto, passaram por revistas em 25 barreiras militares instaladas pelo regime chavista.

Políticos e jornalistas venezuelanos acompanharam o retorno dos brasileiros, segundo a pedagoga Carla Pinheiro, de 39 anos. Moradora de Boa Vista, ela acompanhava a mãe aposentada. “A sensação de voltar é muito boa”, disse Carla. “Não tínhamos notícia de quase nada. Tive medo de não poder atravessar de volta”, disse a aposentada Ana Sueli Pinheiro, de 65 anos, que realizou uma operação na retina.

Ao longo do dia, o vice-cônsul do Brasil, Ewerton Oliveira, que estava à frente das negociações, relatou que a cidade de Santa Elena de Uairén, aos poucos, volta à normalidade, sem confrontos entre forças militares e paramilitares chavistas e cidadãos insatisfeitos com o governo de Maduro.

Ele disse ter recebido o aval parcial da diplomacia venezuelana em Caracas e dos generais da Força Armada Nacional Bolivariana para priorizar o traslado dos pacientes em recuperação, embora o fechamento unilateral da fronteira permaneça.

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Mais de 70 brasileiros estão retidos em Santa Elena de Uairén e esperam autorização para voltar ao Brasil

Foto:Reprodução/G1

Mais de 70 brasileiros estão retidos em Santa Elena de Uairén, cidade na Venezuela próxima à fronteira, esperando autorização para voltar ao país.

Imagens gravadas na noite desta segunda no vice-consulado do Brasil na cidade mostram brasileiros, alguns sentados no chão e outros com crianças no colo, e malas espalhadas pelo chão do lado de fora. Assista ao vídeo acima.

Esses brasileiros esperam ter a mesma sorte do grupo que no domingo à noite conseguiu cruzar a fronteira, com o apoio do Itamaraty e do Ministério da Defesa. O grupo de 31 turistas brasileiros estava no Monte Roraima, o principal destino na região para quem busca turismo de aventura.

O Itamaraty afirma que está em contato com as autoridades venezuelanas e que está fazendo o possível para retirar os brasileiros de Santa Elena. Também informou que os brasileiros que estavam no vice-consulado conseguiram hospedagem em pousadas e casas da cidade para passar a noite.

Mas fontes do Ministério dizem que a negociação é delicada e a situação incomum, porque a fronteira está fechada desde a última quinta-feira.

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Fronteira do Brasil com a Venezuela está fechada pelo 5º dia seguido

Nesta terça-feira (26), a fronteira entre Brasil e Venezuela segue fechada pelo 5º dia seguido. A tropa bolivariana está posicionada do lado venezuelano. No lado do Brasil, policiais rodoviários federais e militares do Exército reforçam a segurança.

A movimentação é tranquila, e venezuelanos continuam usando as rotas clandestinas para atravessar para o Brasil.

Conflitos no município de Gran Sabana, onde fica Santa Elena de Uairén, a 15 km do Brasil, e Kumaparakay, habitada por indígenas, deixaram mortos e feridos nos últimos dias.

Na última sexta-feira, uma indígena morreu e outros foram feridos por balas após uma discussão entre militares e um grupo de indígenas de Kumarakapay. No mesmo dia, guardas nacionais reprimiram com gás lacrimogêneo um protesto em Santa Elena de Uairén. No sábado, também houve conflitos entre manifestantes e militares.

Ambulância com três feridos a bala entra em território brasileiro por Pacaraima (RR) no começo da tarde deste domingo (24). — Foto: Emily Costa/G1
Na fronteira foi liberada apenas a passagem de ambulâncias com feridos nesses incidentes. Hospitais em Pacaraima, na fronteira, e em Boa Vista, capital, receberam feridos em estado grave pelos conflitos na fronteira. Segundo o diretor geral do hospital Délio Tupinambá, de Pacaraima, Alshelldson de Jesus, os pacientes foram feridos a bala, vítimas de armas de grosso calibre.

A situação levou o governador Antônio Denarium (PSL) a assinar decreto de calamidade na Saúde.

Autoridades migratórias colombianas informaram na segunda-feira (25) que mais de 270 militares, a maioria de baixa patente, abandonaram as forças armadas bolivarianas e entraram na Colômbia nos últimos três dias. Outros sete fugiram para o Brasil.

Dados oficiais do governo venezuelano, no entanto, dizem que o efetivo da Força Armada Nacional Bolivariana varia de 95 mil a 150 mil. Ou seja, o percentual de militares que deixaram o país nos últimos dias fica em torno de 0,3%.

Os números oficiais de efetivos não contabilizam as milícias bolivarianas apoiadas pelo regime de Nicolás Maduro. O presidente chavista tem apoio do alto comando militar, que manifestou várias vezes repúdio à iniciativa do líder da oposição Juan Guaidó de se autodeclarar presidente interino da Venezuela.

Grupo de Lima pede soluções pacíficas

Nesta segunda, representantes do Grupo de Lima pediram se reuniram em Bogotá, na Colômbia, e pediram soluções pacíficas para a crise humanitária na Venezuela.

O vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, reforçou apoio a Guaidó e prometeu novas sanções ao regime de Nicolás Maduro.

Vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, e o líder da oposição e autoproclamado presidente da Venezuela, Juan Guaidó, participam de reunião do Grupo de Lima, em Bogotá, na Colômbia, nessa segunda-feira (25) — Foto: Luisa Gonzalez/ Reuters
Vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, e o líder da oposição e autoproclamado presidente da Venezuela, Juan Guaidó, participam de reunião do Grupo de Lima, em Bogotá, na Colômbia, nessa segunda-feira (25) — Foto: Luisa Gonzalez/ Reuters

O vice do Brasil, Hamilton Mourão, disse que o governo brasileiro acredita que é possível encontrar uma solução “sem qualquer medida extrema” para, segundo ele, “devolver a Venezuela ao convívio democrático das Américas”.

No encontro, os países integrantes do Grupo de Lima aceitaram a Venezuela – representada por Guaidó – como novo membro da associação.

O Grupo de Lima foi criado, em 2017, por iniciativa do governo peruano com o objetivo de pressionar o regime Nicolás Maduro a restabelecer a democracia na Venezuela. Além de Brasil e Peru, mais 11 países integram o grupo: Argentina, Canadá, Colômbia, Costa Rica, Chile, Guatemala, Guiana, Honduras, México, Panamáe Paraguai.

Por:G1

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Conflitos deixaram 25 mortos em área da Venezuela perto do Brasil, diz prefeito

Polícia brasileira orienta manifestantes a retornarem para o lado brasieiro em conflito na fronteira com a Venezuela — Foto: Alan Chaves/G1 RR

Em Roraima, o venezuelano Emilio González disse que mortes ocorreram desde sexta-feira (22) em Santa Elena e Kumaparakay.

Conflitos em localidades venezuelanas perto da fronteira com o Brasil deixaram cerca de 25 mortos e 84 feridos desde sexta-feira (22), segundo Emilio González, prefeito da municipalidade de Gran Sabana. Opositor de Maduro, ele contou ter usado rotas clandestinas para chegar a Roraima, onde pediu ajuda internacional neste domingo (24).

Na região de Gran Sabana, administrada por González, fica a cidade de Santa Elena de Uairén, a 15 quilômetros do Brasil, e a localidade de Kumaparakay, a cerca de 85 quilômetros da fronteira, onde houve o primeiro conflito.

Esses números de mortos e de feridos não foram citados por fontes oficiais, tanto do presidente Nicolás Maduro, quanto de grupos ligados ao autoproclamado presidente Juan Guaidó.

Emilio, que é um índio pemon, afirma que está sendo perseguido pelo governo de Nicolás Maduro, do qual é opositor. Ele veio para o Brasil por meio da mata, em rotas clandestinas e deixou a cidade de Santa Elena por volta das 18h de sábado, chegando a Pacaraima por volta das 11h deste domingo.

prefeito
Emilio González, prefeito da municipalidade de Gran Sabana — Foto: Emily Costa/G1 RR

Segundo o prefeito, há uma ordem de prisão para ele, feita pelos chavistas. Ele afirmou que o município de Santa Elena está “tomado pelos pranes (chefes de facção), pelos sindicatos do governo” e que são “os pranes, sindicatos do crime (grupos que controlam as áreas de garimpo) e militares venezuelanos” que estão matando as pessoas.

“Neste momento estamos passando um momento difícil. Estamos em emergência. O narco governo de Nicolás Maduro está arremetendo contra um povo que necessita de paz e tranquilidade. O único rincão que tínhamos em Venezuela foi tomado por Maduro. Estão atacando. Tem sangue no caminho, nas ruas. Estamos sofrendo, portanto peço ajuda internacional porque estamos passando um momento difícil. Precisamos de ajuda”, disse.

Segundo Rocky Ramsammy, enfermeiro venezuelano que fez três viagens com feridos de Santa Elena para Pacaraima, “estamos tratando os feridos pela gravidade do ferimento, porque não temos insumos para tratá-los”. Ele disse que no hospital o clima estava tranquilo, mas que na estrada tinham muitos militares. Ramsammy falou em 4 mortos e 45 feridos.

Resumo do domingo (24)
As fronteiras da Venezuela com o Brasil e a Colômbia amanheceram fechadas por decisão do governo de Maduro
A Colômbia fechou na madrugada parte da fronteira com a Venezuela para ‘avaliar danos’. A previsão é que siga fechada até segunda (25)
Manifestantes voltaram a entrar em confronto com militares venezuelanos na fronteira do Brasil com a Venezuela. Os manifestantes jogaram pedras contra o exército venezuelano, que revidou com bombas de gás lacrimogêneo
Após o conflito, as forças de segurança do Brasil fizeram uma “área de contenção” para manter os manifestantes afastados
Duas ambulância com mais três feridos cada entraram em território brasileiro por Pacaraima (RR)
Três militares venezuelanos desertaram pela fronteira entre Brasil e Venezuela em Pacaraima (RR)
Em nota divulgada pelo Itamaraty, o governo brasileiro condenou “os atos de violência perpetrados pelo regime ilegítimo do ditador Nicolás Maduro”

Conflitos na fronteira

O exército venezuelano e manifestantes voltaram a entrar em confronto na fronteira entre o Brasil e a Venezuela, em Pacaraima (RR), na tarde deste domingo. Os manifestantes jogaram pedras contra a Guarda Nacional Bolivariana, que respondeu com bombas de gás lacrimogêneo. Pouco depois, a Força Nacional do Brasil fez uma barreira de contenção para impedir o avanço dos manifestantes e interromper o confronto.
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Força Nacional isola manifestantes venezuelanos após confronto na fronteira com o Brasil — Foto: Alan Chaves/G1

No sábado, um confronto já havia ocorrido no local depois que uma base do exército da Venezuela foi atacada por manifestantes. Os militares venezuelanos reagiram com bombas de gás lacrimogêneo.

Santa Elena de Uairén fica a 17 km de fronteira com o Brasil — Foto: Roberta Jaworski/G1Santa Elena de Uairén fica a 17 km de fronteira com o Brasil — Foto: Roberta Jaworski/G1

Por: Emily Costa, G1 RR

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Maduro diz que vai fechar fronteira da Venezuela com o Brasil nesta 5ª

(Foto:Maduro REUTERS / Manaure Quintero) -Decisão foi anunciada depois que governo brasileiro prometeu enviar ajuda humanitária para o país vizinho

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, disse que o governo vai fechar a fronteira do país com o Brasil nesta quinta-feira à noite, depois que o governo brasileiro prometeu enviar ajuda humanitária para o país vizinho.

Maduro também disse que o governo está avaliando fechar a fronteira com a Colômbia diante dos planos da oposição de trazer ajuda humanitária apesar de sua objeção.

Em declarações na televisão, Maduro disse que o armazenamento de ajuda para a Venezuela na cidade colombiana de Cúcuta, que faz fronteira com o país, foi uma “provocação”. Ele argumenta que os planos da oposição são um show barato para prejudicar seu governo.
Por:Reuters
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Tropas da Venezuela permanecem na fronteira para impedir ameaças, diz ministro

(Foto:REUTERS / Manaure Quintero)

Ministro disse que oposição terá de passar por cima “de nossos cadáveres” para depor Maduro

As Forças Armadas da Venezuela continuarão posicionadas ao longo das fronteiras do país para impedir potenciais violações territoriais, afirmou o ministro da Defesa, Vladimir Padrino, na terça-feira.

Padrino, em declarações transmitidas pela TV estatal, disse que os oficiais e soldados venezuelanos são “obedientes e subordinados” ao presidente Nicolás Maduro, que não é mais reconhecido como chefe de Estado legítimo por 50 países.

O ministro disse que a oposição terá de passar por cima “de nossos cadáveres” para depor Maduro e impor um novo governo.

“Aqueles que tentarem ser presidentes aqui na Venezuela… terão de passar por cima de nossos cadáveres”, disse na TV. Padrino estava se referindo ao líder da oposição, Juan Guaidó, que invocou a Constituição para assumir o posto de presidente interino, denunciando Maduro como ilegítimo.

Fonte:Reuters/O Liberal.

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