Os detalhes da morte de Abu Bakr al-Baghdadi, nas palavras de Donald Trump

Imagem de satélite mostra o local onde seria a residência que abrigava o líder do Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi, morto neste sábado Foto: Maxar Technologies / via REUTERS
Presidente ‘quebra protocolo’ e divulga detalhes da operação na Síria, acompanhada em tempo real na Casa Branca; governo sinaliza que corpo do líder terrorista deve ser atirado ao mar

WASHINGTON — Desde a misteriosa postagem no Twitter do presidente americano Donald Trump, avisando que “ algo muito grande havia acontecido ”, até a confirmação de que se tratava da morte do líder de um dos grupos terroristas mais violentos das últimas décadas, o Estado Islâmico , surgiram dúvidas sobre as circunstâncias da operação. Afinal, pouco se sabia do paradeiro Abu Bakr al-Baghdadi, nem mesmo se ele estava vivo .

Porém, para surpresa de muitos, o presidente Trump deu muitos detalhes já neste domingo, algo que não é considerado usual em operações sigilosas como essa. Um exemplo é o da morte de Osama bin Laden , em 2011, onde algumas partes da narrativa seguem pouco claras até hoje, como o local em que o corpo do líder da al-Qaeda foi atirado no mar.

Durante seu pronunciamento, o presidente afirmou que os primeiros relatos da inteligência sobre o paradeiro de al-Baghdadi começaram a chegar há cerca de um mês, com apoio crucial de fontes curdas. A localização exata, na região síria de Idlib, foi estabelecida há duas semanas, e Trump ficou sabendo dos detalhes na quarta-feira.

No dia da operação, Trump chegou à Casa Branca por volta das 16h30, após uma partida de golfe. Pouco depois, se reuniu na Sala de Situação com o vice-presidente, Mike Pence , o secretário de Defesa, Mark Esper , o conselheiro de Segurança Nacional, Robert O’Brien, além de pessoas ligadas ao setor de inteligência. Ali, assistiam a tudo em tempo real.

Por volta das 11 da noite, pelo horário da Síria, oito helicópteros decolaram de uma base no Oeste do Iraque com soldados e uma unidade de cães farejadores e de combate. Aviões e navios deram apoio à parte terrestre da operação. Para tal, precisaram de autorizações para usarem o espaço aéreo de Turquia , Iraque e Rússia , mas sem dar detalhes sobre o que seria feito. A Moscou, os americanos apenas disseram que eles “gostariam do resultado”.

Em meio a ataques aéreos de apoio, os helicópteros foram recebidos a tiros ao chegarem perto do local onde o líder do Estado Islâmico estava abrigado, na região de Idlib , mas conseguiram pousar em segurança. Em seguida, de acordo com Trump, explodiram uma parede e entraram no complexo, onde “pessoas estavam se rendendo ou sendo baleadas e mortas”. Onze crianças foram retiradas e levadas para um local não revelado.

Mas al-Baghdadi também tinha um plano de fuga: ele correu para uma área subterrânea, levando seus três filhos mais novos. Segundo Trump, ele estava “gemendo, gritando e chorando” quando acionou seu colete-bomba, cometendo suicídio, matando seus filhos e fazendo o túnel desmoronar. O corpo ficou mutilado pela explosão, e os militares fizeram um teste de DNA para confirmar a identidade. Eles também inspecionaram o complexo, em busca de informações sobre o processo de formação do grupo, seu esquema de comando e indicações de possíveis novos ataques. Duas horas depois, retornaram para a base.

De acordo com O’Brien, os restos mortais de al-Baghdadi devem seguir o protocolo usado com Osama bin Laden , que teve o corpo atirado ao mar em 2011, seguindo recomendações de especialista em lei e rituais islâmicos.

O Globo e Reuters
27/10/2019 – 16:14 / Atualizado em 27/10/2019 – 20:44
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Papa anuncia criação de órgão para Amazônia no Vaticano

Papa destacou diferentes pontos de importância da Amazônia (Foto:Arquivo/Agência Brasil)-

No encerramento do Sínodo dos Bispos sobre a Amazônia, na tarde deste sábado, 26, papa Francisco afirmou que a região amazônica sofre “todo tipo de injustiça” e cobrou da Igreja maior sintonia com a juventude. “A consciência ecológica vai em frente e hoje nos denuncia um caminho de exploração compulsiva e corrupção. A Amazônia é um dos pontos mais importantes disso. Um símbolo, eu diria”, declarou Francisco.

Ele avaliou que a maior importância do Sínodo dos Bispos são os diagnósticos que foram feitos de questões culturais, ecológicas, sociais e pastorais da região amazônica. Dentro do conceito de ecologia integral, ele frisou que os problemas ambientais precisam ser vistos dentro de seus contextos sociais, “não só o que se explora selvagemente a criação, mas também as pessoas”.

O sumo pontífice afirmou que pretende criar um órgão dentro da Santa Sé dedicado exclusivamente aos cuidados com a Amazônia. O departamento deve ficar alocado dentro do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral, sob o comando do cardeal Peter Turkson, de Gana.

Para Francisco, a ecologia não pode ser separada das questões sociais. “Na Amazônia há todo tipo de injustiça, destruição de pessoas, exploração de pessoas, em todos os níveis e destruição da identidade cultural”, declarou ele, no encerramento. Ele lembrou sua encíclica Laudato Si’, publicada em 2015, como um marco para balizar o pensamento ecológico segundo as bases do catolicismo.

Ele disse ainda que para lutar por questões ambientais a Igreja precisa mirar no exemplo dos jovens. Citou nominalmente a ativista sueca Greta Thunberg, empenhada em uma cruzada global para alertar sobre a atual crise climática. “Na manifestação dos jovens, como Greta e outros, eles levam um cartaz dizendo ‘o futuro é nosso’. Isso é a consciência do pedido ecológico”, declarou.

Fonte:Estadão Conteúdo
26.10.19 16h16

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O que Bolsonaro vai fazer em países árabes: Oriente Médio

“Bolsonaro e Xi Jinping, presidente da China, passam em revista as tropas chineses, em Pequim: presidente brasileiro deixará a Ásia rumo ao Oriente Médio.| Foto: Isac Nobrega/PR”
Todos os direitos reservados.O presidente Jair Bolsonaro começa neste sábado (26) uma visita a três países do Oriente Médio: Emirados Árabes, Catar e Arábia Saudita. O objetivo é divulgar oportunidades de investimento no Brasil e incentivar um aumento no intercâmbio comercial com a região.

Uma das principais metas é apresentar o plano de concessões e privatizações no setor de infraestrutura. Os 18 projetos do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) abrem espaço para um total de R$ 1,3 trilhão em investimentos, e o governo brasileiro crê que os fundos soberanos polpudos dos países árabes podem cobrir parte importante desse total.

Além disso, o Itamaraty prevê a assinatura de atos que possam trazer um incremento no comércio com o mundo árabe. “Os países da região são grandes compradores do agronegócio brasileiro. Também há muito boas perspectivas de exportação de material de defesa para a região”, diz Reinaldo Salgado, secretário de Negociações Bilaterais na Ásia, Pacífico e Rússia do Itamaraty.

Outro ponto importante da visita, segundo o Itamaraty, será uma busca por intercâmbio em ciência, tecnologia e inovação. O Brasil tentará acordos também em áreas como defesa, aviação civil, biodiversidade e produção alimentar.

A viagem aos países árabes começou a ser negociada logo depois da visita oficial que Bolsonaro fez a Israel, em março de 2019. O Itamaraty enviou uma missão diplomática aos países árabes para preparar o terreno para uma visita presidencial.

A rota do presidente pelo Oriente Médio começa no fim da tarde de sábado (26) nos Emirados Árabes. Ele chega a Doha (Catar) na manhã de segunda-feira (28) e, na noite do mesmo dia, parte para a Arábia Saudita, onde permanece até quarta-feira (30). Na manhã de quinta-feira (31), Bolsonaro chega a Brasília.
Emirados Árabes

O presidente passará a noite do dia 26 no Hotel Emirates Palace, em Abu Dhabi. Sua programação oficial começa no domingo (27), que é dia útil no mundo islâmico, com encontros políticos e a participação em eventos empresariais.

Bolsonaro estará presente em um seminário empresarial intitulado “Perspectivas do cenário macroeconômico e do ambiente de negócios brasileiro”, em que se pretende mostrar os potenciais do Brasil para investidores locais. Outro encontro empresarial no domingo será um jantar oferecido por empresários brasileiros.

Na tarde do mesmo dia, Bolsonaro terá um encontro com Mohammed bin Zayed Al-Nahyan, presidente dos Emirados Árabes e emir de Abu Dhabi. O brasileiro também visitará a Grande Mesquita do Sheikh Zayed, maior templo do país. Além disso, terá um encontro com atletas de jiu-jitsu do Brasil e dos Emirados Árabes, onde a modalidade é muito popular.

Oportunidades para intensificar o comércio e o investimento no Brasil serão o principal foco da visita. Os Emirados são, entre os países árabes, o segundo maior destino das exportações brasileiras.

O país tem produção de alimentos limitada e grande preocupação com segurança alimentar, mantendo inclusive um Ministério da Segurança Alimentar. Por isso, para aumentar exportações no âmbito do agronegócio, o governo brasileiro precisa convencer os emiradenses de que o Brasil é um fornecedor confiável.

No campo dos investimentos, o Itamaraty vê nos fundos soberanos dos Emirados um potencial de crescimento na relação. Esses fundos já contam com mais de US$ 1 trilhão, mas estima-se que o valor aplicado para investir no Brasil não passe hoje de US$ 5 bilhões.

Outra ideia do governo brasileiro é aproveitar o potencial dos Emirados Árabes como rota de reexportação do agronegócio do Brasil para o Oriente Médio. Segundo Reinaldo Salgado, os Emirados Árabes “têm uma rede de contatos como um grande hub de reexportação de bens”, e já há conversas avançadas para que o Brasil se torne um fornecedor relevante desse hub.

O governo brasileiro também tem perspectiva de chegar a um acordo para a exportação de produtos na área de defesa. Os detalhes desse acordo só podem ser divulgados depois da assinatura do ato.
Catar

Bolsonaro fará uma visita de um dia só a Doha, no Catar, no dia 28. Ele chegará de manhã e embarcará para a Arábia Saudita no fim da tarde.

Logo depois da chegada, o presidente terá um encontro com o emir do Catar, Tamim bin Hamad al-Thani, seguido de um almoço. Outra reunião oficial ocorrerá com o primeiro-ministro do país, Abdullah bin Nasser bin Khalifa Al Thani. O presidente ainda participará de um seminário empresarial semelhante ao que ocorrerá nos Emirados Árabes.

Os principais objetivos do governo brasileiro no Catar são promover um aumento na exportação de produtos de agronegócio e defesa e mostrar os potenciais de investimento no Brasil, tendo em vista as riquezas do fundo soberano do Catar, cujo valor é estimado em cerca de US$ 300 bilhões.
Arábia Saudita

A visita mais extensa de Bolsonaro no Oriente Médio será a Riade, na Arábia Saudita, principal parceiro comercial do Brasil na região. Em 2018, os sauditas foram o 17º maior exportador de produtos para o Brasil, e o volume de intercâmbio comercial dos dois países chegou a US$ 4,42 bilhões, impulsionado especialmente pela importação de petróleo saudita pelo Brasil.

Assim como nos outros dois países, o agronegócio e o setor de defesa também serão os focos das conversas sobre o aumento do intercâmbio comercial. Em relação aos investimentos no PPI, o governo brasileiro vê uma oportunidade especial de incremento da participação da Arábia Saudita, já que, nos últimos anos, houve uma retração da quantia investida no Brasil.

“Há um desafio de motivar os investidores sauditas a voltarem a investir no Brasil. Aqui o desafio é maior do que nos outros dois casos, onde já há uma disposição de aumentar os investimentos”, diz o secretário Reinaldo Salgado.

A programação oficial da visita prevê dois encontros com o rei da Arábia Saudita, Salman bin Abdulaziz Al Saud, e o príncipe herdeiro Mohammed bin Salman. Um desses encontros será em um jantar oficial no dia 29, com a participação de empresários e chefes de Estado de diversos países, que estarão presentes por ocasião da conferência Future Investment Initiative, também conhecida como “Davos no Deserto”.

No dia seguinte a esse jantar, o presidente será convidado de honra do painel de abertura da conferência. Como se trata de uma iniciativa organizada por um fundo soberano árabe com a presença de autoridades e empresários importantes no cenário internacional, o governo quer aproveitar a ocasião para estabelecer vínculos com potenciais investidores.

Depois da conferência, Bolsonaro participará de uma mesa redonda sobre o Brasil no Conselho das Câmaras de Comércio da Arábia Saudita. Na noite do mesmo dia, embarca de Riade para Brasília.

Questões ideológicas podem atrapalhar visita a países árabes?

Jair Bolsonaro nunca escondeu sua admiração pelo presidente norte-americano Donald Trump e por Israel, dois célebres adversários ideológicos do mundo árabe.

No começo de 2019, especulava-se que o governo Bolsonaro fosse seguir o que fez Trump em 2017 e declarar Jerusalém como capital de Israel, transferindo a embaixada do Brasil em Israel de Tel Aviv para Jerusalém. O rumor não se concretizou, mas a criação de um escritório de negócios do Brasil com Israel em Jerusalém, anunciada em março, criou mal-estar no mundo árabe.

O governo brasileiro, especialmente por meio do Itamaraty, agiu rápido para evitar uma crise, e a relação entre brasileiros e árabes, ao menos no âmbito comercial, parece não ter sido afetada de forma relevante.

O secretário Reinaldo Salgado explica que o Itamaraty tentou mostrar a importância cultural do mundo árabe para o Brasil, ressaltando que o país acolhe “uma população de origem árabe importante em seu tecido social”. Segundo ele, o governo mandou missões para países árabes logo depois da visita a Israel, em março, com o objetivo de apaziguar as relações diplomáticas. “O resultado dessas missões foram os convites para o Bolsonaro visitar os países do golfo pérsico”, diz.

As missões também geraram outros dois convites para viagens a países árabes, que não serão realizadas agora, mas poderão ser incluídas na agenda do presidente para 2020. Um deles foi do Kuwait, e o outro ainda é mantido em sigilo pelo Itamaraty.

Por:Gazeta do Povo.
Leonardo Desideri
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Todos os 39 mortos encontrados em caminhão no Reino Unido eram chineses

Caminhão foi encontrado na quarta-feira (23) (Foto:REUTERS/Peter Nicholls)

Grande investigação está em andamento para determinar as circunstâncias que levaram às mortes

Os 39 mortos encontrados em um caminhão frigorífico perto de Londres eram todos cidadãos chineses, informou a polícia britânica nesta quinta-feira, 24. O grupo era formado por 31 homens e oito mulheres. Ainda não se sabe se eram imigrantes.

A tragédia remete a um incidente parecido ocorrido em junho de 2000, quando 58 chineses em situação irregular foram encontrados mortos asfixiados em um caminhão no porto de Douvres, sul do Reino Unido.

Na noite de quarta-feira, a polícia britânica fez operações de busca em duas propriedades na Irlanda do Norte, após a descoberta do veículo. Os 39 corpos ainda estão sendo identificados. As autoridades haviam divulgado antes que havia um adolescente entre os mortos, mas esclareceram nesta quinta-feira, 24, que se trata de um adulto.

Leia Também:Caminhão é encontrado no Reino Unido com 39 pessoas mortas

Uma grande investigação está em andamento para determinar as circunstâncias que levaram às mortes. O Ministério Público Federal da Bélgica informou que o contêiner do caminhão passou por Zeebrugge no dia 22 de outubro.

A polícia britânica foi alertada durante a madrugada pelo serviço de emergência sobre os corpos encontrados em uma zona industrial de Grays, Essex, a 30 km de Londres. O motorista, de 25 anos e procedente da Irlanda do Norte, foi detido por suspeita de assassinato.

A imprensa britânica identificou o motorista e informou que seu nome é Mo Robinson, residente da cidade norte-irlandesa de Portadown, no condado de Armagh. Foi nesta região que foi realizada a operação da noite de quarta-feira. Questionada por jornalistas, a polícia não confirmou o nome.
Rota

A rota do caminhão está sendo determinada. De acordo com a polícia britânica o reboque do caminhão chegou aproximadamente às 23h30 (19h30 em Brasília) de segunda-feira (21) a Purfleet, porto do Tâmisa, procedente de Zeebrugge, Bélgica, enquanto a cabine partiu da Irlanda do Norte.

As autoridades também confirmaram o emplacamento do veículo na Bulgária em 2017, mas afirmaram que o veículo não retornou ao país desde então. “Não há conexão, apenas com as placas”, disse o primeiro-ministro búlgaro, Boyko Borissov.

A tragédia motivou pedidos de combate aos traficantes de seres humanos. O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, considerou o ocorrido uma “tragédia inimaginável”.

Também na quarta-feira, a polícia de Kent anunciou que localizou e transferiu para as autoridades de imigração nove pessoas encontradas vivas em um caminhão em uma rodovia ao sudeste de Londres. (Com agências internacionais)

Por:Agência Estado

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Caminhão é encontrado no Reino Unido com 39 pessoas mortas

(Foto:Reprodução) – Trinta e nove pessoas foram encontradas mortas na carrosseria de um caminhão no parque industrial de Essex, no Reino Unido.

O motorista, um homem de 25 anos da Irlanda do Norte, foi detido por suspeitas de homicídio.

O veículo teria saído da Bulgária e entrado em território britânico no sábado (19).

“É um trágico incidente, em que um grande número de pessoas perdeu a vida”, afirmou o superintendente-chefe da polícia de Essex, Andrew Mariner. “A nossa investigação vai tentar descobrir o que aconteceu”.

As autoridades estão tentando identificar as vítimas, um processo, dizem, que será demorado.

“Pensamos que o caminhão é da Bulgária e entrou em nosso país,em Holyhead, no sábado”, disse Mariner. “Estamos trabalhando na investigação. O motorista do caminhão foi detido pela ligação ao incidente e está sob custódia da polícia, enquanto a é feita”.

Um cordão policial foi instalado no Parque Industrial Waterglade, em Thurrock, que permanece fechado.

Numa primeira reação, o primeiro-minsitro britânico, que está a acompanhar a situação, afirmou que os seus “pensamentos estão em todos os que perderam a vida” e em seus familiares.

Em comunicado, a polícia de Essex esclarece que foram chamados por “colegas do serviço de ambulâncias pouco depois da 1h40 da manhã”, após a descoberta de um caminhão com “pessoas em seu interior no parque industrial de Waterglade”, em Grays.

Os serviços de emergência foram para o local ma,  “infelizmente, 39 pessoas foram encontradas mortas no local”. Entra as vítimas estão 38 adultos e um jovem.

Por:Agência Brasil

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Paraense está detida na Síria como integrante do Estado Islâmico

A paraense Karina Ailyn Raiol Barbosa (Foto:Reprodução)

Relatos apontam que ela tem um filho e está em um campo de prisioneiros controlado pelas milícias curdas

A paraense Karina Ailyn Raiol Barbosa, de 23 anos, ex-estudante de jornalismo da Universidade Federal do Pará (UFPA), que saiu de Belém em abril de 2016, então com 20 anos, sem avisar a família, está detida como integrante do Estado Islâmico, em um campo de prisioneiros controlado pelas milícias curdas, no norte da Síria. Ela teria um filho, com idade entre um e dois anos, e está junto com outras mulheres estrangeiras que se uniram ao califado criado pelo líder iraquiano Abu Bakar Al Baghdadi em uma vasta região entre a Síria e o Iraque. Entre essas mulheres, outras seis também têm nacionalidade brasileira.

As brasileiras estão é um dos pontos de maior tensão dessa nova fase da guerra da Síria, iniciada no começo de outubro, após os Estados Unidos decidirem retirar suas tropas do país, abrindo espaço para que a Turquia invadisse o Norte da Síria, atacando as milícias curdas que eram apoiadas pelos Estados Unidos.

Mesmo sabendo onde Karina está detida no norte da Síria, o Itamaraty não iniciou nenhuma tratativa com as autoridades de Rojava, a região semiautônoma controlada pelos curdos no Norte da Síria, para repatriá-la em conjunto com seu filho. De acordo com as autoridades curdas, nenhum representante do governo brasileiro buscou contato a respeito da situação de Karina. Também não houve nenhum movimento de Brasília na tentativa de identificar quem são as outras seis brasileiras – e seus filhos – que estão detidas em Al Hol, de acordo com as mesmas autoridades curdas. “Nunca nos procuraram, nós gostaríamos muito que os países dessas pessoas as levassem de volta, elas são perigosas e não são um problema apenas nosso”, declarou Leilah Rizgar, a diretora da ala internacional de Al Hol, onde Karina e as demais seis brasileiras e seus filhos estão detidas.

De acordo com ela, pelas leis vigentes em Rojava, a identidade das demais brasileiras só pode ser divulgada se as mesmas aceitarem ser identificadas ou se o governo brasileiro o fizer, após buscar informações junto às autoridades curdas. “São sete, todas com filhos”, diz a diretora.
CASO

No dia 4 de abril de 2016, Karina informou que estava gravando vídeos para um trabalho na Universidade Federal do Pará (UFPA), onde cursava Jornalismo. Em seguida, o telefone de Karina ficou fora de área. Os parentes foram até a universidade, mas não a encontraram e, no dia seguinte, descobriram que ela havia abandonado o curso e não frequentava mais as aulas.

Por:Redação Integrada com informações do Yahoo

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No Japão, Bolsonaro defende a exploração da Amazônia: ”Não abro mão”

(Foto: José Dias/PR) – O presidente também disse que está preocupado com a crise vivida pelo presidente Piñera, no Chile

Pouco depois de chegar ao Japão, onde participará da cerimônia de entronização do imperador Naruhito, o presidente Jair Bolsonaro voltou a defender a exploração da Amazônia.

“Tem que ser explorada, não abro mão disso”, afirmou o presidente a jornalistas, para quem os cerca de 20 milhões de pessoas que moram na região não podem ficar isolados, sem acesso a iniciativas de desenvolvimento econômico.
Bolsonaro também comentou os conflitos no Chile que pressionam o presidente Sebastian Piñera, que, nesta segunda-feira (21/10), disse que o país “vive uma guerra”.

“Tudo o que acontece na América do Sul a gente se preocupa”, afirmou o brasileiro. “O Piñera me apoiou muito no último G7”, completou, referindo-se ao período em que protagonizou uma troca de farpas com o presidente da França, Emmanuel Macron, sobre as queimadas na região amazônica. Na volta do G7, Piñera visitou Bolsonaro no Palácio da Alvorada.

Passeio por Tóquio

Na primeira atividade em solo japonês, o presidente Bolsonaro visitou o Santuário Meiji, um templo xintoísta localizado no bairro Shibuya, em Tóquio. Acompanhado do deputado federal Hélio Lopes (PSL-RJ), do ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, e de outros membros da comitiva presidencial e da Embaixada Brasileira, Bolsonaro participou de um ritual de purificação na entrada do local.

Após a visita ao santuário, o grupo saiu do local caminhando em direção à Rua Takeshita, uma atração turística de Tóquio. No caminho, o presidente foi abordado e tirou fotos com pessoas nas ruas.

Com informações da Agência Estado

Por:CB Correio Braziliense

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Unicef: 1 a cada 3 crianças menores de 5 anos não cresce adequadamente

(Foto:Arquivo / O Liberal) – Organismo aponta que 250 milhões de crianças sofrem de desnutrição

ssa semana, em que foi comemorado o Dia Mundial da Alimentação (16 de outubro), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) divulgou um novo relatório dedicado à saúde alimentar e à nutrição das crianças em todo o mundo. O documento Situação Mundial da Infância 2019: Crianças, alimentação e nutrição traz dados preocupantes, como por exemplo, que há 250 milhões de crianças sofrendo de desnutrição ou sobrepeso no mundo.

Dados de 2018 do Unicef mostram que 149 milhões de crianças menores de 5 anos sofrem de déficit de crescimento ou estão muito baixas para a idade. E 50 milhões delas estão com baixo peso para a sua altura.

Além disso, metade das crianças com menos de 5 anos (340 milhões) sofrem de fome oculta, caracterizada pela falta de nutrientes essenciais, como vitamina A e ferro, o que prejudica a capacidade de crescerem e desenvolverem todo o seu potencial. O levantamento também aponta que 40 milhões delas estão obesas ou com sobrepeso.

Atualmente, a má alimentação é o principal fator de risco para doenças. Uma dieta pobre em nutrientes mas alta em calorias é a realidade de milhões de pessoas em todo o mundo e afeta, principalmente, as populações mais pobres. De acordo com as Nações Unidas, é preciso que as crianças tenham acesso a alimentos nutritivos, seguros, acessíveis e sustentáveis.

Dados Mundiais

Entre 2000 e 2016, a proporção de crianças de 5 a 19 anos com excesso de peso aumentou de 10% para quase 20%. O sobrepeso pode levar ao aparecimento precoce de diabetes tipo 2 e depressão.

O número de crianças com crescimento atrofiado diminuiu em todas as regiões, exceto na África, enquanto o número de crianças com excesso de peso aumentou em todas as regiões, incluindo a África.

Nas áreas rurais e entre as famílias mais pobres, apenas uma em cada 5 crianças de até 2 anos de idade recebe o mínimo de nutrientes para um desenvolvimento cerebral adequado. Cerca de 45% das crianças entre 6 meses e 2 anos não consomem frutas ou legumes e 60% não consomem ovos, leite, peixe ou carne.

Apenas 40% das crianças com menos de 6 meses são alimentadas exclusivamente com leite materno. A amamentação pode salvar a vida de 820 mil crianças por ano ao redor do planeta.

Um número crescente de bebês é alimentado com fórmulas infantis. As vendas de fórmula à base de leite cresceram 72% entre 2008 e 2013 em países de renda média-alta, como Brasil, China e Turquia, em grande parte devido a propagandas inadequadas e políticas ineficientes para estimular e apoiar a amamentação.

Muitos adolescentes consomem regularmente alimentos processados: 42% bebem refrigerante pelo menos uma vez por dia e 46% consomem fast food pelo menos uma vez por semana. Essas taxas sobem para 62% e 49%, respectivamente, para adolescentes em países de renda alta.

Brasil

De acordo com o Unicef, o Brasil reduziu a taxa de desnutrição crônica entre menores de 5 anos de 19%, em 1990, para 7%, em 2006. No entanto, ainda é um sério problema para indígenas, quilombolas e ribeirinhos. De acordo com o Ministério da Saúde, em 2018, a prevalência de desnutrição crônica entre crianças indígenas menores de 5 anos era de 28,6%. Os números variam entre etnias, alcançando 79,3% das crianças ianomâmis.

No Brasil, o consumo de alimentos ultraprocessados (com baixo valor nutricional e ricos em gorduras, sódio e açúcares) vem crescendo, assim como as taxas de sobrepeso e obesidade. Uma em cada três crianças de 5 a 9 anos possui excesso de peso. Entre os adolescentes, 17% estão com sobrepeso e 8,4% são obesos.

Na América Latina e no Caribe, 4,8 milhões de crianças menores de 5 anos têm desnutrição crônica (baixo crescimento para a idade), 0,7 milhão têm desnutrição aguda (baixo peso para a altura) e 4 milhões têm excesso de peso, incluindo obesidade.

Por:Agência Brasil

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Bebê nasce sem rosto e gera polêmica sobre negligência médica

(Foto:Redação Integrada com informações do Metrópoles) – Um bebê chamado Rodrigo nasceu, no último dia 7, sem olhos, nariz e parte do crânio, na cidade de Setúbal, em Portugal. Segundo o portal UOL, a previsão dos médicos é que a criança teria poucas horas de vida.

Em meio às ações judiciais, o caso se tornou um escândalo depois de ser noticiado que o médico que acompanhou a gestação da mãe já havia se envolvido em polêmicas.

De acordo com o relato da família ao jornal “Correio da Manhã”, os pais foram atendidos durante toda a gravidez por este obstetra em uma clínica particular onde foram realizadas três ultrassonografias, mas em nenhuma delas o especialista percebeu más-formações fetais. Os pais ficaram mais confusos depois que realizaram uma ultrassonografia 5G em uma outra clínica, onde foram informados que havia algo de errado. A família contatou que levou esse diagnóstico ao obstetra anterior, que não considerou a nova análise e garantiu que não havia nenhum problema. Mas a realidade, foi muito diferente.

Por: O Liberal

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Marido corta pênis de homem após presenciar cena de estupro contra a esposa

Dmitry Ivchenko, de 25 anos(Foto:Reprodução Rede Social)

O caso de um homem que ficou revoltado após presenciar uma cena de abuso contra a esposa ganhou repercussão em jornais ao redor do mundo. O casal estaria com os amigos em um restaurante quando, por volta de 1h da manhã, a mulher saiu do local para ir para casa, sendo seguida pelo marido cerca de 10 minutos depois.

Quando ela estava nas imediações do apartamento, foi abordada por um homem, posteriormente identificado como Dmitry Ivchenko, de 25 anos, que a teria atacado por trás. Quando o marido chegou nas proximidades do local, escutou um barulho quando acabou presenciado o suspeito apertando a garganta da mulher e a estuprando.

Segundo relatos, o marido teria atacado o homem na cabeça e, em seguida, pegou o canivete suíço que possuía e cortou o órgão genital do homem. O marido foi acusado por dano corporal grave e cumpre prisão domiciliar. Dmitry foi internado e passou por cirurgia. A polícia está investigando o caso.

17/10/2019 09:20 Redação com The Sun

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