Covid-19: Mudanças climáticas podem ter contribuído para transmissão

Morcegos migraram com mudança das florestas (Foto:Pixabay)

Emissões globais de gases tornaram o sul da China propício para coronavírus vindos de morcegos

A mudança climática pode ter impulsionado o surgimento do Sars-CoV-2, o vírus que causa a covid-19, afirma um novo estudo.

Pesquisadores do Reino Unido afirmam que as emissões globais de gases do efeito estufa durante o século passado impulsionaram o crescimento do habitat florestal preferido pelos morcegos.Isso tornou o sul da China, em particular a província chinesa de Yunnan, propício para coronavírus transmitidos por morcegos, como o Sars-CoV-2.Os morcegos agem como reservatórios de vários vírus zoonóticos, incluindo Sars-CoV, Mers CoV e o vírus Ebola.

Acredita-se que o vírus Sars-CoV-2 tenha se originado de morcegos, embora os cientistas ainda estejam debatendo as origens da doença, que pode não ser confirmada oficialmente.Investigadores da Organização Mundial de Saúde admitiram nesta semana que sua missão de pesquisa em Wuhan não alcançará o objetivo de revelar como o coronavírus passou de animais para humanos.

Espécie intermediáriaÉ provável que tenha suas origens ancestrais em uma espécie de morcego, mas pode ter atingido os humanos por meio de uma espécie intermediária, como os pangolins – um mamífero escamoso frequentemente confundido com um réptil.Apesar disso, os autores do estudo apresentam a primeira evidência de um mecanismo pelo qual as mudanças climáticas poderiam ter desempenhado um papel direto no desenvolvimento da atual pandemia.

“As mudanças climáticas no século passado tornaram o habitat na província de Yunnan, no sul da China, adequado para mais espécies de morcegos”, disse o autor do estudo, Dr. Robert Beyer, do Departamento de Zoologia da Universidade de Cambridge.“Entender como a distribuição global das espécies de morcegos mudou como resultado da mudança climática pode ser um passo importante na reconstrução da origem do surto de covid-19.

”Na província de Yunnan, no sul da China, e nas regiões adjacentes de Mianmar e Laos, ocorreram “mudanças em grande escala” na vegetação no século passado, concluiu o estudo.

TransformaçãoAs mudanças climáticas, incluindo aumentos na temperatura, luz solar e dióxido de carbono atmosférico – que estimula o crescimento de plantas e árvores – mudaram os habitats naturais de arbustos tropicais para savanas tropicais e bosques decíduos.Isso criou um ambiente adequado para o desenvolvimento de muitas espécies de morcegos portadores de coronavírus que vivem predominantemente em florestas.

O estudo descobriu que outras 40 espécies de morcegos se mudaram para a província de Yunnan, no sul da China, no século passado, abrigando cerca de 100 outros tipos de coronavírus transmitidos por morcegos.

Este ponto é a região onde os dados genéticos sugerem que o Sars-CoV-2 pode ter surgido e sido transportado por morcegos para a cidade de Wuhan, na província de Hubei, onde foi transmitido aos humanos há pouco mais de um ano.

Comparação para obter os resultados, os pesquisadores criaram um mapa da vegetação do mundo como era há um século, usando registros de temperatura, precipitação e cobertura de nuvens.

Em seguida, eles usaram informações sobre os requisitos de vegetação das espécies de morcegos do mundo para calcular a distribuição global de cada espécie no início do século XX.Comparar isso com as distribuições atuais permitiu que eles vissem como a “riqueza de espécies” de morcegos – o número de espécies diferentes – mudou em todo o mundo no último século devido às mudanças climáticas.

“À medida que as mudanças climáticas alteraram os habitats, as espécies deixaram algumas áreas e se mudaram para outras – levando vírus consigo”, disse o Dr. Beyer.“Isso não apenas alterou as regiões onde os vírus estão presentes, mas provavelmente permitiu novas interações entre animais e vírus, fazendo com que vírus mais prejudiciais fossem transmitidos ou evoluíssem.

”Os pesquisadores afirmam que o número de coronavírus em uma área está intimamente ligado ao número de diferentes espécies de morcegos presentes

Por:Redação Integrada com informações do Daily Mail

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Vulcão Etna entra em erupção e causa tremores na Itália

Apesar do susto, o Instituto Nacional de Vulcanologista informou que os tremores registrados foram de baixa intensidade  – (Foto:| Reprodução/Twitter)

Ovulcão Etna entrou em erupção e provocou tremores de baixa intensidade na ilha da Sicília, no sul da Itália, na noite da última quarta-feira (3). As informações foram confirmadas pelo Instituto Nacional de Vulcanologia.

O vulcão já mostrava sinais de atividade há algumas semanas. Além da liberação de fumaça, foram percebidos pequenos sismos no local. Na noite de ontem (3), por volta das 21h (17 no horário de Brasília), ele começou a entrar em erupção.

Na manhã de hoje, uma fumaça branca saía da superfície do vulcão, mas o mesmo não apresentava mais explosões de larva, como as que iluminaram o céu na noite de ontem.

 

O vulcão Etna é um dos mais conhecidos na Europa . Com os seus 3,3 mil metros, ele é tido como o mais ativo do continente e repercutido por suas erupções acontecendo por 2,7 mil anos.

Com informações do Último Segundo

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Em documento, ONGs e universidades pedem que EUA se afastem do Brasil

Ativistas afirmam que o relacionamento “legitima” as “tendências autoritárias” de Bolsonaro  – (Foto:Reprodução)

O governo Biden recebeu nesta semana um documento de 31 páginas assinado por ONGs internacionais e professores de universidades americanas que pedem a suspensão de acordos com o Brasil durante a presidência de Jair Bolsonaro.

No texto, ativistas pedem, entre outras medidas, o congelamento de negociações de comércio bilateral com o Brasil e retirada do apoio americano à adesão do Brasil como membro da OCDE – concedido no governo Trump.

No documento, ativistas afirmam que o relacionamento “especialmente próximo” entre Trump e Bolsonaro tem sido “um fator de legitimação” do presidente brasileiro e de “suas tendências autoritárias”.

“A aliança Trump-Bolsonaro tem levado muitos brasileiros que apoiam valores democráticos e o Estado de direito a questionar se Washington é, de fato, um parceiro confiável na luta pela proteção e expansão da democracia”, dizem os autores do documento.

Diante da preocupação manifestada por Biden durante a campanha com a preservação da Amazônia, a carta das ONGs sugere que a política externa americana considere a proteção também de outros ecossistemas, como cerrado, Pantanal e Mata Atlântica.

Durante a campanha eleitoral, Biden chegou a afirmar que “reuniria o mundo” para garantir um plano de preservação da Amazônia. A floresta foi mencionada no plano climático divulgado pelo americano na semana passada.
Durante o governo Trump, Bolsonaro contou com um aliado na Casa Branca e declarou apoio à reeleição do republicano. O presidente do Brasil foi o último dos países do G-20 a reconhecer a vitória de Biden e não telefonou para parabenizá-lo pela posse presidencial, em janeiro.

Ativistas apostam que a nova Casa Branca pressionará o governo Bolsonaro a assumir compromissos de preservação ambiental.O documento aborda questões sobre proteção da democracia, direitos indígenas, preservação ambiental, economia, apoio militar e acordo sobre a base de Alcântara, direitos humanos, violência policial, liberdade religiosa, trabalho, saúde pública e pandemia.As informações são do jornal

Por:Beatriz Bulla, correspondente – AE

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Reino Unido diz que nova variante do coronavírus desenvolveu mutação já vista no Brasil e na África do Sul

Governo classificou a nova mutação como “preocupante”. A alteração E484K está relacionada a um possível enfraquecimento da ação dos anticorpos.  – (Foto:Reprodução)

A ciência avançou rápido no desenvolvimento das vacinas. Mas, nesse tempo, o vírus também não ficou parado. Ele se adaptou e ficou ainda mais contagioso. Conheça os pesquisadores que estudam essas perigosas variantes que se espalham pelo mundo. E um deles é brasileiro.

O departamento de saúde do Reino Unido publicou um documento informando que detectou uma segunda mutação na variante de coronavírus britânica, a B.1.1.7. O governo classificou a nova mutação como “preocupante” e afirmou que é a mesma observada na variante encontrada no Brasil e na África do Sul.

Mutação é uma mudança que ocorre de forma aleatória no material genético do vírus. Essas alterações ocorrem com frequência e não necessariamente deixam o vírus mais forte ou mais transmissível.

Porém, neste caso, os cientistas britânicos informaram que a nova mutação elevou as condições de transmissão do vírus. Isso porque a nova mutação altera a proteína S, conhecida como Spike, que facilita a entrada do patógeno na célula humana.

Mais de 214 mil sequências genéticas da variante B.1.1.7 foram analisadas no estudo que encontrou a segunda mutação. Ela foi chamada de E484K e apelidada de Erick pelos cientistas britânicos.

A mutação E484K está relacionada a um possível enfraquecimento da ação dos anticorpos humanos, mas ainda são necessários mais estudos para confirmar o real efeito da mudança do vírus.

Variantes e mutações

Novas mutações do vírus SARS-CoV-2 ou de qualquer outro vírus são esperadas. Isso é um comportamento comum – porque, à medida que o vírus se espalha, ele pode sofrer muitas modificações genéticas. Dessas mutações podem surgir novas variantes, linhagens e cepas.

Por:G1

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Brasil: Maior – e melhor – produtor de soja do mundo

Brasil produziu 125 milhões de toneladas do grão na última safra, de forma sustentável com a preservação de 66% de sua mata nativa; entenda como chegamos até aqui.

O Brasil é o maior produtor e exportador no mundo de uma das principais commodities (produtos que funcionam como matéria prima) mundiais – a soja.

Dela derivam-se grãos para alimentação humana, o farelo como ingrediente importantíssimo para nutrição animal e o óleo na produção de bens de consumo para cozinha, medicamentos e biodiesel.

O sistema brasileiro de cultivo de soja depende de tecnologias ambientalmente amigáveis, como fixação biológica de nitrogênio, plantio direto e manejo integrado de pragas, que aumenta sua sustentabilidade e reduz as emissões de gases de efeito estufa.

O desenvolvimento de tecnologias próprias permite ao Brasil ser líder mundial na produção de soja sem pressionar as áreas de florestas, mesmo considerando os cenários de aumento de demanda do grão nos próximos anos.

Dominante no Brasil para produção de grãos, o sistema de plantio direto ocupa quase 70% da área cultivada com estas culturas e mais de 90% da área da soja. É um sistema diferenciado de manejo do solo, que visa diminuir o impacto da agricultura e das máquinas agrícolas, o que facilita a possibilidade de termos no Brasil até três safras durante o ano.

E por falar em safra, na de 2019/20 o Brasil produziu cerca de 125 milhões de toneladas de soja, com a ocupação de aproximadamente 37 milhões de hectares de área plantada, conforme demonstra o estudo da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), apresentado em setembro de 2020.

O estudo traz ainda que a produtividade do plantio do grão no país é de 3.379 kg/ha. Mesmo sendo a principal cultura agrícola do país, a soja é plantada em apenas 4% do território brasileiro.

Cabe observar que, segundo a Embrapa, o uso do solo no Brasil é distribuído da seguinte forma: 66% de vegetação nativa (florestas e áreas de preservação permanentes) – 554 milhões de hectares; 23% de pastagens – 198 milhões de hectares; 8% na agricultura, em produção de grãos – 60 milhões de hectares; 4% na urbanização e outros usos – 38 milhões de hectares.

Dos 8% destinados à produção de grãos, a soja ocupa 3,5%, o equivalente a 33 milhões de hectares. Como fonte de comparação, hoje, a Europa tem apenas 0,3% das florestas originais do mundo, enquanto o Brasil tem 28,3%, conforme dados do World Resources Institute, de 2019.

Como exemplo, em 2016, a França, a Espanha e a Alemanha cultivaram juntos 13% a mais de área do que o Brasil, de acordo com informações do Banco Mundial, apresentadas em 2019. No entanto, a soma da área total dos três países representa apenas 16,7% da área territorial brasileira, o que significa que a pressão da agricultura sobre o meio ambiente é muito maior nesses países do que no Brasil.

Estudo apresentado pela Conab traz que 70% da produção de soja no Brasil se dá nas regiões Centro-Oeste e Sul, sendo o maior produtor da oleaginosa o estado do Mato Grosso, com mais de 35 milhões de toneladas por safra. Ao pensar em biomas, a soja ocupa 9,8% do bioma Cerrado e 0,7% do bioma Amazônia, conforme dados da própria Conab e do Ministério do Meio Ambiente (MMA).

Soja no Bioma Amazônia

Atualmente, apenas 10% de toda soja brasileira é produzida no bioma Amazônico, sem contar que toda a produção está dissociada de qualquer processo de desmatamento desde 2008, com a criação da Moratória da Soja – iniciativa com objetivo de assegurar que a soja produzida e comercializada no bioma Amazônia não está associada à diminuição de vegetação florestal. Basicamente, a Moratória incentiva o plantio em áreas abertas anteriores a 2008, o que evita o uso de floresta para soja, conciliando o desenvolvimento agrícola com a preservação ambiental.

Dados apresentados pelos pesquisadores Amélio Dall’Agnol e Décio Gazzoni, da Embrapa Soja, comparam o desmatamento da área usada para o cultivo do grão e demonstram que, embora a área de soja tenha aumentado de 2005 a 2018 na região amazônica, o desmatamento foi reduzido e o coeficiente de correlação entre as duas séries é negativo.

Já há algumas décadas, a produção agrícola brasileira é baseada em formas, que não o desmatamento, para promover sua expansão. Como exemplos, cabe citar o uso de pastagens degradadas, a conversão de áreas de pastagens boas para uso agrícola, a intensificação agrícola, com o uso de dois, às vezes três, ciclos de cultivo por ano na mesma área (safra e safrinha), o que implica reduzir a área necessária para a mesma produção agrícola e o incremento contínuo do rendimento de soja apoiado por sistemas de produção melhorados, baseados em tecnologia para compensar parcialmente a necessidade de área adicional.

Dados da Aprosoja Brasil estimam que em relação a cadeia produtiva da soja no país haja mais de 243 mil produtores, e um mercado de 1,4 milhões de empregos. Os números apontam ainda, que atualmente 70% da produção de grãos, óleo e farelo de soja são exportados.

Dados de setembro de 2020, do Ministério da Agricultura (MAPA), mostram que o complexo da soja foi responsável pela maior fatia das exportações feitas no país, com 43,5% do total, com a geração de US$ 30,28 bilhões de receita.

Soja brasileira

Sem dúvidas, o índice de proteína encontrado na soja é um dos fatores principais para torná-la tão importante para a alimentação mundial.

Mais uma razão para explicar o grande interesse mundial na commodity brasileira. A Embrapa Soja promoveu um estudo para analisar o teor médio de proteína encontrado no grão produzido no Brasil.

A pesquisa apresentou 37% de taxa proteica na soja nacional. Se compararmos com o segundo maior produtor do grão no mundo, os EUA, veremos que até neste quesito a soja brasileira se destaca, uma vez que a oleaginosa norte americana apresenta 34,7% de proteína em sua composição.

O Brasil é um grande produtor e exportador mundial de soja e de muitos outros alimentos. O país é um dos maiores responsáveis pelo abastecimento alimentar no planeta de forma sustentável, com cumprimento e observância a regras sanitárias e ambientais tidas como as mais rígidas do mundo e apresenta um padrão de qualidade contínuo, sem aumentar a área de plantio.

Fonte:Compre Rural/Foto:Reprodução

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Homem anuncia noivado com boneca sexual: ‘Ela não fica pedindo coisas’

O noivo é chinês e mora com os pais em Hong Kong   – (Foto:Reprodução)

Um homem de 36 anos anunciou seu noivado com uma boneca hiper-realista de silicone, que também funciona como um brinquedo sexual. Xie Tianrong disse que ficou noivo de Mochi, no início do mês, em uma cerimônia com a presença de amigos e familiares. Ele afirma que a boneca é “especial” porque “não fica pedindo coisas como as namoradas reais”.

O chinês mora com os pais em Hong Kong, na China. Ele comprou Mochi em 2019, por cerca de R$ 8.200. Xie limpa a boneca todas as noites com um pano úmido, aplica talco e a senta em uma cadeira confortável.Mesmo não sendo uma pessoa, a boneca recebeu presentes do chinês, como um iPhone 12.

Ele costuma postar vídeos nas redes sociais mostrando a vida com a boneca. Em um dos registros, o chinês aparece jogando videogame com a boneca que tem um dos braços em volta dele. Em outro vídeo, o casal é visto “admirando” uma miniatura da Torre Eiffel.

O noivo faz questão de afirmar que, embora a boneca seja um brinquedo sexual, ele não a beijou ou “deflorou”. Ele afirmou que teme que a saliva danifique a “pele” sensível da noiva.

A boneca já ganhou mais de 20 roupas de grifes e 10 pares de sapatos. “Nunca tem estresse, é sempre alegria. Ela se concentra em mim e me dá toda a sua atenção”, disse o homem.

Por:Redação Integrada com informações de Extra

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Mulher mata filhos e enteados e deixa bilhete assustador: “meus demônios venceram”

Marido achou que Oreanna não seria capaz de tal ato. | Foto:Reprodução / Facebook

A criança mais velha tinha apenas 7 anos, e a mais nova morta, somente 1.

Uma mulher assassinou os próprios filhos e enteados, ateou fogo à casa onde vivia com eles e o marido e cometeu suicídio, deixando um bilhete assustador. O caso aconteceu no dia 8 de dezembro, em Greenbrier, na Virgínia Ocidental (EUA).
Nessa quinta-feira (21), o xerife do condado concedeu entrevista coletiva e revelou os detalhes sobre o caso. Conforme Bruce Sloan, Oreanna Myers matou seus três filhos biológicos e dois enteados, frutos do casamento anterior de seu marido, a tiros.

A criança mais velha tinha apenas 7 anos, e a mais nova morta, somente 1. O motivo para o derramamento de sangue seria que, de acordo com Sloan, Oreanna estava “chateada” porque seu marido havia decidido passar uma semana com parentes, portanto não voltou para casa.

A mulher usou uma espingarda, que foi encontrada com ela do lado de fora da residência. As crianças foram achadas dentro da casa. Segundo o xerife, Oreanna tinha uma linha vermelha desenhada no rosto, que ia de orelha a orelha.

Depois dos crimes, a mulher incendiou a casa. O Corpo de Bombeiros se deslocou até o local e deu fim às chamas. Cerca de 40 minutos depois, o corpo de Oreanna foi visto próximo à uma mesa de piquenique no quintal.

Mensagens e bilhetes

Brian Bumgarner, marido de Oreanna, trabalhava longe de casa, por isso passava a semana com parentes, cujas casas eram mais próximas. A polícia conseguiu acesso a mensagens de texto trocadas entre o casal. A semana dos assassinatos foi crítica para Oreanna, que escreveu para o marido: “Você não terá nada para voltar a não ser o cadáver”.

Bumgarner admitiu que era possível a mulher sofrer de transtornos mentais, mas que ela não se submetia a tratamentos. “Isso não é culpa de ninguém, apenas minha. Meus demônios me venceram. Desculpe, não fui forte o suficiente”, disse ela em uma das mensagens.
No dia do tiroteio, Oreanna disse ao marido, por telefone, que havia deixado um bilhete para ele no carro. Ao descobrir a carta, Bumgarner notou que havia uma impressão digital com sangue. Veja o conteúdo da mensagem:

“Sinto muito, Brian. Eu não era forte o suficiente para você ou esta família. Minha cabeça é assim [palavrão]. Sinto muito pelo meu crime maligno. Não fui forte o suficiente para lutar contra esses demônios. Muito deprimida. Coração entorpecido. Alma completamente destruída. Eu sinto muito por ter falhado com você. Lamento ter falhado com nossos garotos bonitos. Lamento não ter sido forte o suficiente”.

Ela também deixou outros bilhetes, nos quais confessou os assassinatos. A ex-mulher de Bumgarner — mãe de duas crianças mortas — usou as redes sociais para expressar seu luto.

“Ela assassinou meus bebês e agora todos sabem disso. Tenho sido mais do que paciente esperando por este dia e agora que ele está aqui, não há nada que me faça calar. Eu lutei por eles enquanto eles estavam vivos e continuarei a fazer isso depois”, disse.

Por: Fonte: Daily Mail

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Mulher mata filhos e enteados e deixa bilhete assustador: “meus demônios venceram”

Marido achou que Oreanna não seria capaz de tal ato. Fotoo| Reprodução / Facebook  – Uma mulher assassinou os próprios filhos e enteados, ateou fogo à casa onde vivia com eles e o marido e cometeu suicídio, deixando um bilhete assustador. O caso aconteceu no dia 8 de dezembro, em Greenbrier, na Virgínia Ocidental (EUA).

Nessa quinta-feira (21), o xerife do condado concedeu entrevista coletiva e revelou os detalhes sobre o caso. Conforme Bruce Sloan, Oreanna Myers matou seus três filhos biológicos e dois enteados, frutos do casamento anterior de seu marido, a tiros.

A criança mais velha tinha apenas 7 anos, e a mais nova morta, somente 1. O motivo para o derramamento de sangue seria que, de acordo com Sloan, Oreanna estava “chateada” porque seu marido havia decidido passar uma semana com parentes, portanto não voltou para casa.

A mulher usou uma espingarda, que foi encontrada com ela do lado de fora da residência. As crianças foram achadas dentro da casa. Segundo o xerife, Oreanna tinha uma linha vermelha desenhada no rosto, que ia de orelha a orelha.

Depois dos crimes, a mulher incendiou a casa. O Corpo de Bombeiros se deslocou até o local e deu fim às chamas. Cerca de 40 minutos depois, o corpo de Oreanna foi visto próximo à uma mesa de piquenique no quintal.

Mensagens e bilhetes

Brian Bumgarner, marido de Oreanna, trabalhava longe de casa, por isso passava a semana com parentes, cujas casas eram mais próximas. A polícia conseguiu acesso a mensagens de texto trocadas entre o casal. A semana dos assassinatos foi crítica para Oreanna, que escreveu para o marido: “Você não terá nada para voltar a não ser o cadáver”.

Bumgarner admitiu que era possível a mulher sofrer de transtornos mentais, mas que ela não se submetia a tratamentos. “Isso não é culpa de ninguém, apenas minha. Meus demônios me venceram. Desculpe, não fui forte o suficiente”, disse ela em uma das mensagens.

No dia do tiroteio, Oreanna disse ao marido, por telefone, que havia deixado um bilhete para ele no carro. Ao descobrir a carta, Bumgarner notou que havia uma impressão digital com sangue. Veja o conteúdo da mensagem:

“Sinto muito, Brian. Eu não era forte o suficiente para você ou esta família. Minha cabeça é assim [palavrão]. Sinto muito pelo meu crime maligno. Não fui forte o suficiente para lutar contra esses demônios. Muito deprimida. Coração entorpecido. Alma completamente destruída. Eu sinto muito por ter falhado com você. Lamento ter falhado com nossos garotos bonitos. Lamento não ter sido forte o suficiente”.

Ela também deixou outros bilhetes, nos quais confessou os assassinatos. A ex-mulher de Bumgarner — mãe de duas crianças mortas — usou as redes sociais para expressar seu luto.

“Ela assassinou meus bebês e agora todos sabem disso. Tenho sido mais do que paciente esperando por este dia e agora que ele está aqui, não há nada que me faça calar. Eu lutei por eles enquanto eles estavam vivos e continuarei a fazer isso depois”, disse.

Por:Diário do Pará
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Incêndio afeta fábrica de vacinas indiana responsável por doses destinadas ao Brasil

(Foto:Reprodução) – Um incêndio ocorreu nesta quinta-feira no Instituto Serum, maior fabricante mundial de vacinas, em Pune, na Índia.

A imprensa indiana afirma que a produção de vacinas contra a Covid-19 não foi afetada. Cinco pessoas teriam morrido no incidente. O instituto é responsável pelas 2 milhões de doses do imunizante da AstraZeneca/Universidade de Oxford adquiridas pelo Brasil, que estão no centro de um imbróglio diplomático.

Pela TV, canais de televisão indianos exibiram imagens de uma enorme nuvem de fumaça cinza sobre as instalações do Serum, em Pune, no Oeste da Índia, onde milhões de doses da vacina desenvolvida pela AstraZeneca e pela Universidade de Oxford estão sendo produzidas atualmente.

Pelo Twitter, o CEO do Instituto Serum, Adar Poonawalla, inicialmente afirmou que não houve vítimas fatais.

“Obrigado a todos por sua preocupação e suas orações”, escreveu o executivo do laboratório indiano na rede social. “Até agora, o mais importante é que não houve perda de vidas ou grandes ferimentos devido ao incêndio, apesar de alguns andares terem sido destruídos.”

No entanto, Poonawalla recuou e afirmou na mesma rede social que mortes foram confirmadas. Segundo o jornal Times of India, cinco pessoas morreram no incêndio. Citando o prefeito de Pune, a publicação especula que as vítimas sejam trabalhadores da construção civil.

Poonawalla também afirmou que o instituto tem vários prédios que abrigam a produção de vacinas para lidar com contingências. A unidade atingida produzia imunizantes contra rotavírus. O Serum está produzindo cerca de 50 milhões de doses da vacina desenvolvida pela AstraZeneca/Oxford por mês em outras instalações do complexo.

O corpo de bombeiros disse que ao menos cinco caminhões foram enviados para combater as chamas no edifício, que uma fonte descreveu como uma “planta de vacina em construção”.

Ainda não se emitiu nenhum comunicado sobre a causa do incêndio. Muitos países de renda baixa e média dependem da entrega das vacinas do Serum para enfrentarem a epidemia. A vacina da AstraZeneca já está sendo usada na Índia, e também foi enviada a países como Bangladesh, Nepal, Maldivas e Butão.

Em dezembro, o Brasil firmou, via Fiocruz, um acordo com o Serum Institute of India para o envio de dois milhões de doses prontas do imunizante da AstraZeneca, à margem do acordo que o país selou com a farmacêutica britânica, que prevê a produção nacional. A intenção era acelerar a imunização do país, e o uso emergencial do aporte de doses recebeu autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

As doses, previstas para o último final de semana, acabaram retidas em solo indiano. O governo da Índia afirma oficialmente que priorizará a imunização da população mais vulnerável antes de abrir exportações. Unidades da vacina, no entanto, já foram enviadas para países do Sudeste Asiático.

Diplomatas do Itamaraty avaliam que o canal de diálogo com o país e com a China está “obstruído” em função do alinhamento do Brasil aos Estados Unidos em tratativas sobre patentes na Organização Mundial do Comércio (OMC), como reportou O Globo.

Fonte: EXTRA

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Brasil busca relações com Joe Biden

(Foto:REUTERS/Brian Snyder) – Bolsonaro fez uma nova concessão ao cumprimentar Biden pela posse

A chegada de Joe Biden à Casa Branca provocará uma tentativa de reconstrução das relações entre os presidentes do Brasil e dos Estados Unidos, com reflexos diretos na condução da política externa brasileira.

Depois de ecoar queixas do ex-presidente Donald Trump, que denunciava supostas fraudes nunca comprovadas na eleição, Bolsonaro fez uma segunda concessão, nessa quarta-feira (20), ao cumprimentar Biden pela posse como 46º presidente dos EUA.

Até agora, porém, não houve contatos formais entre a embaixada e o Palácio do Planalto e o novo governo – até então de transição. A equipe de Biden evitou ao máximo qualquer relação com representantes de governos externos.

Diplomatas da embaixada brasileira mantiveram apenas contatos informais e querem buscar reuniões de trabalho o quanto antes na Secretaria de Estado.A agenda de Biden é conflituosa com a de Bolsonaro principalmente nos temas do meio ambiente dos direitos humanos, que voltam a figurar entre as pautas prioritárias de Washington.

Bolsonaro foi representado em Washington na posse pelo embaixador Nestor Forster Junior, que serve há anos no país e é reconhecido pelos pares como conhecedor dos meandros da política norte-americana.

Em telegramas revelados por um site, porém, ele deu mais ênfase às reclamações de Trump ao longo da apuração eleitoral, e foi questionado por uma postura mais ideológica, próxima do escritor Olavo de Carvalho e influenciada pelo deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente.

Forster e sua equipe enfatizaram que contatos políticos com os partidos Democrata e Republicano são “rotina” no trabalho da embaixada, independentemente de quem esteja no poder, no Capitólio ou na Casa Branca.Reservadamente, embaixadores de alto escalão do Itamaraty avaliam que a Secretaria de Estado reconhece o profissionalismo dos quadros brasileiros.

Eles afirmam que há interesses econômicos e comerciais, além de outras colaborações diversas, entre elas a militar, mais abrangentes do que eventuais divergências.

Além disso, dizem que Biden não tem interesses em, ao se afastar completamente, abrir espaços para o avanço da influência chinesa na América Latina, um objetivo declarado do presidente Xi Jinping.

Num primeiro momento, no entanto, a relação e as tratativas devem se reduzir a um mínimo possível, atrapalhando, por exemplo, as conversas em prol de um almejado acordo comercial entre os países, alardeado pelo Ministério da Economia. Há desconfianças de lado a lado sobre como a relação pode se construir, por causa do choque de agendas, e quais atores poderão aproximar os presidentes.

Por:Felipe Frazão – AE

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